daniela y su esposo pito corto 1

Aqui vai uma história real de um corno manso de pinto curto.
que assumiu os chifres e tá aproveitando
Espero que vocês gostem e desde já OBRIGADO pelos pontos e pelos comentários.








Daniela, uma mulher normal com um emprego estável como professora primária que escondia seu fogo, é muito fogosa na cama e sempre pede mais, principalmente de mim que, segundo ela, sou um pau pequeno que mal a faz gozar. Por isso, com minha esposa, começamos a buscar um jeito de satisfazê-la experimentando várias técnicas, e a única que deu certo foi brincar com minha boca e minha língua na buceta quente dela. Isso era o que a gente mais fazia na cama e, claro, o tesão foi crescendo dentro de mim. Embora ela dissesse que se contentava com essas práticas, eu sabia que não era bem assim, mas ela disfarçava muito bem. Não dava pra não querer sentir uma pica de verdade lá dentro, já que a minha mal chegava a 12 centímetros. Ela dizia que meu corpo era privilegiado porque eu tinha pouquíssimos pelos e adorava brincar com meu cuzinho de vez em quando. Devo admitir que nunca me incomodou que ela fizesse isso, pelo contrário, eu gostava quando ela fazia, ainda mais sabendo o quanto ela curtia. Pelo menos assim eu conseguia satisfazê-la. Um dia, no nosso aniversário, na cama ela pediu pra eu ficar de bruços. Não fazia ideia do que ela ia fazer, mas ela disse que seria meu presente de aniversário. Senti ela colocar um travesseiro debaixo da minha piroca e depois senti a língua dela percorrer meu buraquinho. Gostei tanto que comecei a me mexer como se estivesse transando.
Daniela, acho que meu papi tá gostando muito disso.
Eu sim, amor, não para, é uma delícia.
 
Senti a língua dela entrando no meu buraquinho virgem e parecia que ia explodir por dentro, minha pica já tinha chegado no máximo de ereção que não era grande coisa, cês sabem, e depois de um tempinho senti o dedo dela entrando até o fundo, foi uma sensação muito estranha pra mim, me senti envergonhado porque não me considerava um viadinho, mas as palavras dela no meu ouvido me fizeram deixar fazer.
 
Daniela, isso você gosta mais, meu amorzinho. Que gostoso que é sentir sua bucetinha, minha vida. Agora é meu e só meu, obrigado por me dar de presente no nosso aniversário.
 
O dedo dela entrava e saía cada vez mais rápido da minha bunda e, ao contrário do começo, que senti dor, agora sentia um prazer imenso com essa brincadeira. Percebi que minha ereção tinha sumido completamente, mas eu tava fervendo de tesão e, em vez de fechar, abria mais a bunda pra ela continuar brincando com o dedinho dela. Ela pirou com isso e, sem me falar nada, enfiou dois dedos juntos e continuou brincando com meu cuzinho já aberto. Em vez de resistir, aceitei o desafio de aguentar a dor pra depois continuar gozando com aquela foda que eu tava levando. Não me considerava um viado, só pensava que era mais uma brincadeira sexual com a minha mulher, só isso. Assim ela me fez ajoelhar na cama sem tirar os dedos do meu cu, empurrou minha cabeça pra baixo e continuou enfiando e tirando os dedos do meu buraquinho.
 
Daniela, assim, minha promíscua, você é minha promíscua agora, isso me encanta, mas olha, você é só minha, tá gostando, amor? Você goza com meus dedinhos, céu? Eu sei que sim, amor, sei que você adora isso, olha, olha como você mexe a bunda, me parece que quer mais dedos lá dentro.
 
Não demoro nada pra meter o terceiro e doeu pra caralho, mas aguentei como só um macho aguenta a dor. Depois de um tempo já tinha virado prazer, um prazer estranho que fazia meu corpo tremer, mas não queria pedir mais, mesmo morrendo de vontade. Os dedos dela começaram a girar enquanto entravam e saíam, e isso me levava às nuvens. Não consegui segurar a vontade de me punhetar e percebi que ela também tava fazendo o mesmo. Não demorei nada pra gozar, mas queria continuar sentindo aqueles dedos brincando com meu cu já bem aberto. Ela também gozou, mas percebeu o quanto eu tava adorando aquela brincadeira, e foi aí que tomou a decisão de enfiar os quatro dedos dentro de uma só vez e, com fúria, começar a me comer.
 
Daniel, eu sabia que você ia gostar pra caralho, seu promíscuo. Agora vai me pedir pra te comer todas as noites, mas pra isso você vai ter que se comportar muito bem, seu putinho, entendeu? E essa bunda você não vai dar pra ninguém, essa bunda é minha propriedade, entendeu, viado?
 
Eu amo sim, vou falar tudo, meu bem. Minha bunda é sua agora, meu amor, mas não para.
 
Me masturbei de novo desesperado por leite, consegui depois de um tempão, ela tirou os dedos do meu cu e levou minha mão até meu rosto, me dizendo
 
Daniela, agora engole teu gozo, amor, como mais de uma vez você quis que eu fizesse, engole tudo, meu céu, faz isso por mim, amor.
 
Minha mão estava cheia de porra, deixei ela aproximar do meu rosto, abri a boca, coloquei a língua pra fora e enfiei toda a porra dentro da minha boca pra engolir de uma vez como ela tinha me pedido. Depois disso, tomamos um banho juntos e dormimos. Essas práticas viraram rotina nos sábados à noite; durante a semana, era só chupar a buceta dela, de meter nem se fala. Até que um dia ela colocou as pernas dela no meu ombro e pediu pra eu comer ela assim, que desse jeito ela sentiria minha pica lá dentro. A gente fez e em poucos minutos gozei que nem um cavalo, foi uma delícia e começamos a fazer só às quartas-feiras. Até que pouco tempo depois ela me disse que tinha engravidado. Comemoramos pra caralho, eu tava feliz, ia ser pai finalmente. Foi um menininho lindo. Assim continuou nossa vida juntos, ela não brincava mais tanto comigo, dizia que a gente tinha que ter cuidado por causa do menino. Nessa época, lembro que quando ia no banheiro tudo tinha mudado, os cocôs tinham um diâmetro muito maior e eu sentia um prazer enorme quando, ao sair, abria meu cuzinho, me excitando pra caralho com isso. Mas também fui percebendo que minha pica já não subia como antes, eu tinha dificuldade pra conseguir, e só conseguia continuar chupando a buceta da Daniela quando ela queria. Aos três anos, algo mudou de repente. Aproveitamos que o menino já dormia no quarto dele sozinho e, do nada, a Daniela se soltou comigo. Voltamos a ter sexo com penetração como há muito tempo não tínhamos. Não demorou pra chegar o segundo menino. Quando engravidou pela terceira vez, ela me disse que não queria mais filhos. Amarrou as trompas depois da gravidez e foi isso. Pensei que agora tudo seria diferente, que a gente faria mais vezes já que ela não engravidaria de novo, mas não. Pelo contrário, ela se dedicou aos filhos e ao trabalho, às reuniões de pais e mães e de professoras, e, como de costume, saía de vez em quando com algumas amigas velhas. Isso me fez desconfiar, embora o que não O que tinha mudado era a tesão dela em brincar com meu rabinho, embora já não fossem mais aos sábados, já que ela costumava sair, mas sim aos domingos. E ela foi ainda mais longe: não usava só os dedos, mas se ajudava com algumas outras coisas. Devo admitir que no começo não curti nada, mas depois eu pedia mais e mais. Ela não dizia nada, e quando a gente conversava, ela falava que adorava me ver gozar, mas tinha um certo medo de que eu virasse um viadinho e a deixasse por um macho. Mesmo eu dizendo que era impossível, ela sempre repetia que minha bunda era só dela. Era incrível como eu gostava que ela brincasse com meu rabinho, e quase sempre me fazia engolir meu próprio leite, coisa que com o tempo também comecei a gostar. No entanto, eu tinha sérias dúvidas sobre a fidelidade dela. No ano seguinte, fomos de férias para a praia. Ela curtia muito a praia e usava um biquíni que não deixava nada para a imaginação. Mesmo sendo bem gordinha, sempre chamava a atenção de alguns olhares. À tarde, ela me deixava em casa e saía sozinha para caminhar na praia. Quando voltava, estava alegre e feliz, e foi aí que imaginei que ela tinha ido atrás de picas novas e tinha encontrado. De certa forma, não a culpava, porque, como já disse, minha piquinha não satisfazia nenhuma mulher. Naquele momento, pensei seriamente se nossos filhos eram meus. Fui me convencendo de que nenhum dos três era, e que eram só produtos das minhas galhadas. O que me intrigava era saber de quem e com quem ela fazia isso na nossa cidade, já que na aparência era uma mulher respeitosa, toda uma senhora que só se soltava nas férias com caras que eu não conhecia. Sem perceber, fiquei empolgado com a ideia de ser tão corno e mencionei isso para a Daniela, coisa que ela negou completamente, jurando que era muito fiel a mim — coisa que, claro, eu não acreditava. Depois, percebi que o professor de educação física da escola tinha um tratamento muito familiar com ela, e comigo, sempre que a gente se via, ele me tratava com desdém. Não gostava daquilo, e ela menos ainda, embora disfarçasse. Muito bem, aí chegou a pandemia e eu perdi meu emprego. Ela saía uma vez por semana pro supermercado pra fazer as compras e geralmente demorava quase três horas, voltando sorridente e alegre. Naquele momento, senti a suspeita de que ela não ia sozinha fazer as compras e comecei a revistar a calcinha dela no banheiro, já que ao voltar das compras ela tomava banho. A surpresa foi ver com meus próprios olhos as manchas na calcinha fio-dental dela. Minha cabeça dizia que eram manchas inconfundíveis de leite do macho dela e que, claro, era assim que ela pagava pelas compras que ele fazia. Não conseguia conter a vontade de bater uma punheta olhando a calcinha manchada dela, imaginando como ela tinha sido comida e me perguntando se ele teria dado no cuzinho dela, coisa que ela sempre negava pra mim. Não conseguia evitar ficar excitado com essa ideia. Era um cuck perfeito, que até criava filhos dos outros como se fossem meus, e com certeza o macho dela sabia e zoava disso. Um dia ela voltou das compras e percebi que algo tinha dado errado. Ela não estava feliz, muito pelo contrário. Claro, depois do banho dela, fui conferir a calcinha. Dessa vez estava muito mais manchada do que nunca. O cheiro que tinha era impressionante, e as manchas estavam por toda a calcinha. Imaginei que dessa vez não foi só com o macho dela, mas que o filho da puta enfiou ela numa farra com alguns amigos. Não tinha dúvidas disso, e até pareceu que vi ela andando diferente. Não consegui me conter mais uma vez e acabei batendo três punhetas seguidas imaginando como eles tinham comido ela pra deixar minha pobrezinha naquelas condições. Naquela noite, tive que não só fazer o jantar, mas também servir e lavar a louça. A coitada dizia que tinha caído e estava dolorida. Pobrezinha, tinham dado muita pica nela, sem dó, pra deixar ela naquele estado. À noite, ela só deixou eu chupar a buceta dela e, como me viu tão tarado, apesar de ser quarta-feira, ela enfiou até um desodorante no meu cuzinho, coisa que me fez mijar nas calças, provavelmente pela dor que me causou. Assim, com o desodorante no cu, ela me obrigou a dormir a noite inteira e de manhã... quando ele viu que tinha saído, mesmo estando dormindo, ele meteu de novo com mais força, reclamando que eu tinha tirado, e ignorando meus pedidos, ele me comeu de novo, coisa que no final eu aproveitei e gozei pra caralho. Passaram-se as semanas sem que ela fosse fazer compras grandes, e só demorava no máximo meia hora. Achei que ela tinha parado de ver o macho dela em represália pela foda que ele tinha dado, provavelmente com os amigos dele. Foi assim que comecei a planejar como arrumar um macho novo pra ela, mas era difícil, já que ela com certeza não queria se ver como a puta do bairro. Ela aparentava ser uma coisa, mas era totalmente o contrário. Se soubessem que toda noite nas férias ela saía pra pegar machos na praia e sempre voltava com a sunga cheia de porra, todo mundo trataria ela como o que ela era: realmente uma mulher faminta de pica. E no fundo eu sentia que isso era culpa minha, e que com minha piquinha eu nunca ia satisfazer uma mulher. Eu nasci pra ser corno, e ainda por cima ela estava me transformando em viado, e o pior era que eu gostava pra caralho. Mas só isso, não queria saber de ter a pica de um macho no meu cu aberto. Eu tinha prometido isso a ela, mesmo que às vezes não faltasse vontade de experimentar. Por enquanto, eu dominava esses desejos de saber como é ser comido, como é sentir uma pica de verdade dentro de mim e tirar minhas dúvidas sobre como é ter o cu arrombado de verdade. Quando eu pensava nisso, já ficava excitado na hora, e sabia que se tivesse um macho por perto, eu entregaria minha bunda pequenininha pra experimentar, mesmo tendo medo do que aconteceria depois. Será que a Daniela me perdoaria? Acho que não, e isso era o que mais me apavorava: a ideia de perdê-la pra sempre. O que realmente me preocupava era que fazia tempo que ela estava precisando de uma boa pica que fizesse ela gozar. O humor dela tinha mudado pra caralho, e eu tinha certeza de que era por isso. Uma tarde, meu pai apareceu e eu vi a oportunidade. Sempre soube que ele tinha vontade, muita vontade, e em várias ocasiões algo me disse sobre isso. Então, na mesma hora... Sem nem planejar, falei pra Daniela que ia levar os moleques pra praça. Ela reclamou porque eu tinha prometido fazer os pés dela. Pedi pro meu velho se ele podia fazer, já que nisso ele era o melhor. Ele topou na hora, todo feliz. Me veio a ideia de que, deixando eles sozinhos, talvez meu velho conseguisse comer ela, porque dava pra ver o tesão da Daniela depois de tantas semanas sem pica. Ela tava só de saída de banho e, pelo que vi, até sem a calcinha, esperando ele fazer os pés dela. Levei os meninos pra praça com a promessa de que, quando voltasse, faria um mate. Demorei mais de duas horas, tempo suficiente pra os dois terem uma boa trepada. Não duvidei que tinha rolado, porque quando voltei, os pés da Daniela ainda estavam na bacia. Não perguntei nada, preparei o mate e, depois de um bom tempo de conversa, meu velho falou pra eu continuar com os pés da Dany, que ele tava atrasado. Fiz isso e, enquanto secava os pés dela, vi a buceta da Daniela toda molhada. Os meninos estavam no quintal e eu não aguentei. Mergulhei na bocetinha dela e comecei a chupar. Percebi na hora que não era o melado dela que eu tava engolindo, mas sim a porra que meu velho tinha deixado lá dentro. Finalmente ele tinha conseguido. Agora eu tinha um macho no pedaço e ninguém desconfiaria. Meu tesão foi tanto, imaginando como meu velho tinha comido minha esposa, como tinha feito ela gozar, que não parei até ter engolido a última gotinha de leite que eu ordenhava da buceta e do cu dela também. Soube que eles tinham realmente matado a vontade. No dia seguinte, a Dany falou pra irmos almoçar na casa dos meus velhos, porque ele tinha convidado. Fomos lá e, enquanto eu, minha mãe e os meninos tomávamos umas coisas, ele tava fazendo um churrasco no quintal junto com a Dany, que tinha levado uma bebida pra ele. E, claro, eles não tinham voltado. Percebi que ele tinha aproveitado pra pegar ela escondido da gente, e isso me deixava ainda mais excitado. Tava com a pica dura pra caralho, imaginando ele metendo no cu dela em cima da mesa, com ela de quatro. pedindo que ela parasse de dar pra ele, mas sem resultado nenhum. Depois do almoço, falei pra Daniela ir em casa buscar umas frutas que tinham ficado na geladeira. Minha velha mandou meu velho acompanhar ela, e assim foi. Já sabia que meu velho ia acabar comendo minha esposa de novo, mas o que não imaginei é que fosse fazer isso na nossa caminha. Percebi quando voltei pra casa e quis descansar um pouco: a cama estava uma bagunça, os lençóis até úmidos e com cheiro de sexo. Não liguei, dormi imaginando o quanto a Dany tinha se divertido com o novo macho dela, pra quem nunca negava nada, diferente do que fazia comigo. Agora só faltava ver como meus chifres iam crescer em segredo, e o mais doentio é que eu adorava isso.

2 comentários - daniela y su esposo pito corto 1

Excelente tus relatos. Me encantan como lo contas. Daniela va a saber que el sabe de sus andansas con el padre de el?. Quiero saber como sigue la saga. Espero que sea pronto el 2do.
mañana lo subo leloir
http://www.poringa.net/posts/relatos/3824651/Daniela-y-su-esposo-pito-corto-2.html
Shiwwo1 +1
Muy buen relato! Muy caliente y morboso como nos tenes acostumbrados!!