Con el viejo de Badoo (Cross)

Relato Cross de "Mau-CD"

Há uns anos, quando não tinha muitos apps de pegação, um dos primeiros era o Badoo. O bom é que não precisava de muita conversa e não era tão careta quanto os outros.
Outra parada boa é que usava bastante em toda a Grande São Paulo, na época eu tinha 21 e acho que continuei usando por mais uns anos.
Como tudo começou como uma zoeira e depois virou realidade.
Uma das várias noites que a gente se reuniu pra prévia com meus amigos (Zona Oeste), a gente bebeu pra caralho na casa de um deles e, de brincadeira, entramos no quarto da irmã que tava com as amigas (elas são uns anos mais velhas e iam sair com a gente naquela noite).
Convencemos elas e propusemos que tomassem algo com a gente, e como tínhamos carro, podíamos levar todo mundo pra sair junto.
A real é que a gente ficou bebendo bastante e, obviamente, ficávamos de putaria, trocando uns beijos com as minas, entre elas, entre nós, etc.
Não lembro como surgiu a zoeira de a gente pintar os lábios e as gostosas fazerem bigode com delineador. O primeiro que pegaram fui eu (sou magro, bem alto e cara de pivete), pintaram meus lábios, colocaram uma bandana, delinearam minhas sobrancelhas e fizeram umas pintinhas. Obviamente tiraram fotos (eu posando com biquinho de pato) e a zoeira continuou.

A história não é essa, mas sim o que rolou depois. Claramente, na zoeira, naquela noite a gente criou um perfil no Badoo com meu celular e colocou minha foto que parecia mesmo uma novinha, botamos "Mau" pra não colocar Mauro, e a gente ria dos caras que mandavam mensagem e das coisas que escreviam.

Acho que dois ou três dias depois, numa noite que tava em casa, recebi várias mensagens de um cara grandão. Obviamente, ele tava escrevendo pra Mau porque eu não tinha deletado o perfil.
O cara, se alguém usou o app, me deu permissão pra ver as fotos privadas dele e, puta merda, nunca tinha visto algo assim.
O cara era um veterano, cabelo branco, corpo até que bem conservado e uma poronga muito boa. Era grande e enrugada, com os ovos bem redondos e um pouco de pelo branco.
Não sei por que, mas talvez eu tenha ficado excitado ao me ver com meu rosto e lábios pintados pensando naquela pica, nunca tinha acontecido antes, mas fui na onda.

Em várias dessas fotos, o cara estava super na bagunça, ou seja, não tinha problema com nada.
Eu nunca contei pra ele que tudo tinha começado numa zoeira, mas aproveitando que eu sou lisinho, naquela noite, no escuro, tirei fotos e mandei pra ele ficar bem tarado (mandei fotos de pijama baixo mostrando a raba e umas da boca com a língua pra fora sem mostrar mais nada).

O cara queria me ver na hora, pelo jeito que falava e pelo que me contou, tinha muita grana e eu tava a fim de zoar mesmo.

Quando vi que a coisa ficou muito, muito séria e o velho queria me buscar a todo custo, contei que na verdade eu era um garoto, que tinham tirado aquela foto minha e que só queria me divertir vendo o que os outros faziam.
Sinceramente, não percebi raiva, acho que ele curtiu o tesão de eu ser um cara. Naquele dia, ele não falou mais comigo.

Algo em mim mudou quando vi as fotos do velho, porque nunca deletei o perfil e depois daquela conversa não parei de pensar em como seria eu com um vestidinho, com os lábios pintados e chupando a pica enorme do velho.

Passaram duas semanas e ele me escreve:
— Oi Mau, o que cê tava fazendo?
— Nada, aqui no meu quarto tentando estudar.
— Quer que a gente se veja e tome alguma coisa?
— Hmm, não posso, haha (eu com 21 e ele com mais de 63)
— Passo aí pra te pegar onde você estiver, a gente se vê e conversa pra você me contar suas fantasias.
— Tô na Zona Oeste, tô muito longe haha...
— Te espero na esquina da XXXX com a General Paz, paro o carro e a gente vai tomar alguma coisa.

Naquela tarde/noite, não lembro direito, mas não tinha nada pra fazer, então avisei meus pais que ia sair, tomei banho e, o que nunca faço no chuveiro, peguei a gilete e depilei a raba toda (quase não tenho pelos, mas fazer o quê, queria estar preparado). Suave, já. Além disso, passei perfume na buceta e na rola. Coloquei roupa larga: uma camiseta branca, um jogging e deixei a pochete com um pouco de grana.

Saí pra caminhar, obviamente com destino àquela esquina. Depois da última mensagem, passaram só 32 minutos e parou com pisca-alerta uma Mercedes Branca bem nova.

Entrei, ele pegou a General Paz e começamos a conversar. Ele me contou que no começo não tinha gostado que eu menti, mas depois pensou que nunca tinha ficado com alguém assim e que não dava pra perder oportunidades.

Eu tava com um pouco de medo, mas claramente o carro e outras coisas me deram segurança de que não ia rolar nada. Instinto ou vontade de ver uma rola, sei lá...

A verdade é que não fizemos muito no carro, mas eu nem olhava o caminho, só olhava a calça branca dele e como a rola inchava. Eu já tava com vontade de ver e, sinceramente, aceitei e só escutava o que ele dizia.

Acho que ele pegou o Acesso Oeste e entrou num hotelzão onde estacionou o carro. Já conheciam ele, porque ele só deu duas buzinadas e abriram o portão (muitas das fotos de festa que ele postava no Badoo, depois descobri que eram feitas lá).

Ele deixou o carro, subimos pro quarto e vi que ele levava uma mochila. Abrimos a porta e ele me mostrou o que trouxe. Tinha colocado roupinha pra eu vestir, uma peruca e um batom rosa com brilho.

— Vai se trocar que depois você vai chupar minha rola.

Entrei no banheiro como Mauro e saí como a Mauri da foto do Badoo. Tava vestindo uma camisola preta sem nada por baixo (deixo foto no final que ele tirou de mim), tava descalço e passei o batom. Coloquei a peruca e tive que prender o cabelo porque coçava. Saí assim.

— Uhhh, como tá essa menina, com certeza quer rola...

Eu não falava, não sabia o que dizer, mas me excitava o fato de que o velho tava doidão.

Ele me colocou de joelhos, ficou na minha frente e abaixou a calça. Até aquele momento, nunca tinha visto uma rola de perto, e muito menos daquele jeito. Ele pegou minha cabeça e... Enfiei entre os ovos dele e comecei a lamber, chupar o tronco, subir e descer a mão esfregando a pica enquanto o velho não parava de gemer e eu, com a outra mão, levantava a camisola pra mostrar minha bunda de menino.
— Ufffff assim assim, come bem a pica, menino, vai, come ela
(Ele me fazia subir e descer com a cabeça, eu não parava de babar e engasgar, mas adorava a sensação e vi que minha pica também tava dura, então me tocava também).
— Vem, agora vai chupar meu cu enquanto me bate uma, menino.
(Chupei o cu dele e o velho não parava de gemer, batia os ovos no meu nariz enquanto se masturbava forte e pedia pra eu não parar de chupar).

Ele adorava me ver de peruca e lábios pintados chupando a pica dele, deixava claro me chamando de menino guloso e obediente (numa hora tive que pedir pra parar porque ele enfiava a pica na minha boca e tentava tirar pelo lado fazendo força com a bochecha, mas doía).
Continuei chupando e comendo a pica dele, me masturbando, e num momento ele disse que ia gozar, então mandou eu abrir a boquinha e encheu minha boca de porra bem quente, não parava de gozar e a pica dele pulsava enquanto cuspia porra. Eu olhava pra ele e isso me excitava ainda mais.

Como eu não tinha gozado, ele me levou pro chuveiro e enquanto mijava nos meus pés (não contei, mas ele trouxe esmalte e me fez pintar as unhas), mandou eu terminar, então batemos uma juntos e eu gozei.

Continuei vendo ele por um tempo e num feriado longo ele me levou pra viajar pro Uruguai. Depois conto essa história porque não tem desperdício.Con el viejo de Badoo (Cross)Beijo grande, Simma.

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