Viajando com Sebastião e Sérgio

Depois daquele encontro rápido no escritório do Ale com o Sebastián, que eu consegui acompanhar pelo telefone, não rolou outros encontros marcantes pra contar, mas aconteceram várias situações que mostram e indicam nosso avanço como um casal cuckold e a libertação da Ale em relação a como viver a sexualidade dela, e por tabela a minha também, que merecem ser contadas pelo menos.

Era começo de março, ainda fazia um calorzinho, lógico, e um dos novos focos que a matriz da empresa, da qual temos uma agência na nossa cidade, deu foi fazer propaganda em carros de corrida. Um Ford de Turismo de Carreira foi o escolhido, e a matriz tinha convites pra ir nas corridas. Um dia, como de costume, o Javier, nosso gerente, passou na nossa agência. Lá, tomando um mate comigo na minha mesa, sentados de frente um pro outro, ele me contou que tinha uns ingressos pra ir ver o TC em Neuquén no fim de semana seguinte e me convidou pra fazer parte do grupo que ia viajar. Atrás dele, em outra mesa de frente pra minha, estava minha esposa, ouvindo tudo que a gente falava.

— E aí, Tomás… O que me diz? Vai entrar? Ou sua mulher não deixa?
— É, eu gostaria, não tenho problema.
— Vai, meu amor, se você gosta de corrida, só cuidado com as promotoras… Eu não vou encher o saco, só se comporte direitinho.
— Fica tranquila, Ale, eu cuido do seu marido.

Quando levantei a vista pra olhar pra Ale, ela tinha um olhar safado e os olhos brilhavam de um jeito especial.
— Já que você vai, então eu vou aproveitar e talvez vá pra Rosário visitar a Virgínia (uma amiga muito próxima da Ale da faculdade), aliás, acho que posso até economizar a viagem. O Seba disse ontem que ia pra lá no fim de semana, quem sabe peço pra ele me levar e no domingo me trazer de volta.

Ela falou isso por trás do Javier, que, claro, não conseguia ver o rosto dela, mas era óbvio o que tava passando na cabeça da minha esposa. Ir embora. Todo o fim de semana pra passar com o piranha do Rosario, pra aproveitar aquela rola ao máximo. Esse era o plano dele.
E foi assim, de fato, na sexta-feira perto do meio-dia eles passaram me buscar em casa e saímos, éramos 4 dentro do carro, eu ia sentado atrás. Enquanto minha esposa, depois de fechar a agência ao meio-dia, voltou pra casa, almoçou algo rápido, trocou de roupa procurando algo confortável pra viajar, montou uma bolsinha com roupa pro fim de semana enquanto esperava o Sebastião passar pra buscá-la em casa. Nisso, chega uma mensagem no meu WhatsApp:
— Obrigado por me deixar viver isso, meu amor, verdade que precisava de um fim de semana inteiro pra curtir meu macho. Posso te pedir um favor??
— Sim, querida, fala
— Posso ir chupando a rola do Seba na viagem?
— Se ele deixar, pra mim de boa. É seu macho. Aproveita
— Ele não só pediu pra eu ir chupando a pica, quer que eu leve roupa folgada pra ir passando a mão em mim na viagem
— Você quer ir chupando a rola do piranha na estrada?
— Sim, amor, não consigo resistir, sabe que adoro a rola que ele tem. Coloquei aquele vestido vermelho florido, com as sandálias altas de juta?
— Uhhh, amor, ……….bem de puta você vai vestida…. Sem sutiã?
— Sem sutiã e sem calcinha ele pediu
— Amor…. Que filho da puta, já tá endurecendo aqui
— E vai endurecer mais essa piquinha, porque ele já tá fora buzinando. Obrigado por me deixar viver isso. Quando chegarmos no apê, te aviso. Tchau, cuck. TE AMO!!
Quando chegaram no apartamento, ela me mandou uma mensagem, a gente ainda tava na estrada, faltava um trecho grande pra chegar em Neuquén:
— Amor, chegamos, tudo bem na viagem… Tomei a porra toda…. Que gostoso é ir chupando uma boa rola na viagem
A filha da puta me contou que foi chupando devagar e suave, tentando aproveitar ao longo dos quase 200 km que separam nossa cidade de Rosario, a ponto de que quando chegaram no pedágio, enquanto o Sebastião abaixava o vidro pra pagar, quando a Ale ouviu ele cumprimentar O cara da cabine, ela tira o pau da boca e diz:
— Vai, Sweetie, me dá a porra da gozada, por favor… enquanto a Ale levantava um pouco a cabeça, se inclinando pra tentar fazer contato visual com o cara da cabine.

Era assim, nós dois estávamos numa viagem, eu ainda no caminho, dividindo o mate com mais três amigos, enquanto ela já tinha recebido nos intestinos uma enxurrada de porra quente e grossa do filho do Seu Norberto.

O resto do que rolou na viagem a gente não vai contar, mas saibam que eles realmente mataram a vontade de se divertir à vontade num apartamento central da cidade de Rosário.

O que queremos contar agora é o que aconteceu depois daquela viagem, já não com o Sebastián e obviamente sem a minha presença, mas com quem compartilhamos nossos instintos mais baixos livremente e conhece todos os nossos gostos e segredos. Sergio, nosso jardineiro e “faz-tudo” da casa de fim de semana.

Desde que o Sergio é o macho da minha esposa com todas as letras, e essa relação com ele foi se consolidando, baseada em encontros de muito sexo e, acima de tudo, muita química entre nós três, surgiu a ideia de por que não passar um fim de semana prolongado em algum lugar turístico, nós três juntos. Imaginem que quando propusemos isso pra ele, ele ficou super feliz. A questão era como íamos nos apresentar socialmente onde quer que fôssemos: no complexo de chalés, em algum restaurante, posto de gasolina, etc. Já que nós temos atualmente 38 e 34 anos, respectivamente, e o Sergio 55, surgiu dele a ideia de uma espécie de jogo de papéis: ele seria o irmão da minha sogra, que tinha acabado de ficar viúvo, e nós, como bons sobrinhos, ajudaríamos a levantar o ânimo dele e o levaríamos pra passear, pra ele se distrair. Isso nos excita pra caralho, sermos vistos assim. Dessa forma, a gente interpreta esses papéis na frente dos outros: no posto quando abastecemos, quando vamos ao supermercado, jantar, passear, sempre nesses papéis, até com um certo carinho. Ao fazer de tio… de sangue do Ale, irmão
da minha sogra, ele tem permissão até certos toques e carícias em
lugares públicos.

Parágrafo à parte pra mencionar que o Sérgio é
quem me apelidou de "canário" (porque vivo dentro da gaiola). E me
obriga que toda vez que estivermos juntos, colocar meu pintinho na gaiola de castidade
e dar a chave pro Ale pra ele carregar pendurada com uma fita no pescoço dele.
Esse ritual a gente faz toda vez que vamos buscá-lo na casa dele pra
sair viajando nós 3. Entramos na casa dele, o Sérgio entrega a gaiola com o
cadeado pra Alejandra, ela coloca em mim, depois o Sérgio passa a chave por uma fita
grossa e amarra no pescoço dela pra ela exibir durante a viagem. Só
tiram de mim quando voltamos e deixamos o Sérgio na casa dele, lá eles tiram e
devolvem pra ele guardar pra próxima vez.

Mas além disso, a gente fica excitado com o fato
de que as pessoas normais não imaginam que um homem de 55 anos vai ser
realmente um male bull, tão dotado e dominante, e esse homem vai se
render a uma mulher 20 anos mais nova e muito menos na frente do marido dela.
Vou contar algumas das situações que a gente viveu durante as viagens.

Quando paramos em algum posto de
gasolina pra abastecer, o "tio" já chegou a falar na
frente do frentista que nos atendia:
— Ah, neném... se você não fosse minha sobrinha, sabia como
te comeria toda. Não ia me importar nada com seu marido, como ele deixa você sair
assim na rua, com essa legging que enfia toda na sua bunda, parece que
você tá procurando uma boa pica, pra te atender direito, como se na sua casa faltasse
um homem de verdade….

E ela seguindo o jogo, responde se virando de lado, arqueando
as costas, mostrando a raba e olhando pra ele por cima do ombro com voz de
putinha, quase babando:
— Mas tio….. você é velho e antiquado,
o que tem de errado? é só uma legging. Além do mais,….. quem eu vou esquentar?,
pelo amor!!!.... Eu não vejo nada de errado. Assim vou pra academia. E o Tomás nunca me fez Problema…
Outra vez, também num posto de gasolina em Villa General Belgrano, enquanto o frentista abastecia e ela, do lado de fora do carro, com a porta fechada e o vidro todo abaixado do lado do passageiro da frente, enfiava o corpo todo pra dentro procurando alguma coisa na bolsa, o "Tio" dá um tapa na bunda dela e fala:
– Mmmmmm, nena, isso ainda tá bem firme,
enquanto olha pro frentista como quem busca aprovação, se certificando de que ele viu direitinho o que acabou de fazer com a sobrinha.

Outras vezes, por exemplo, enquanto a gente caminhava pelo centro de Santa Rosa de Calamuchita olhando vitrines, a Ale falava com ele na frente dos outros, pedindo alguma coisa com duplo sentido, e ele fazia cara de paisano e dizia:
– Beleza, nena, o tio vai te dar o gosto, vai te dar o que você quer…
E ela, em sinal de agradecimento e feliz, abraçava ele e se pendurava, sentindo o volume duro na virilha do tio Sergio.

Também não perdemos tempo de curtir esses papéis no próprio complexo de cabanas. O complexo que a gente tinha alugado era com serviço de café da manhã. Toda manhã vinha um rapaz, batia na porta e deixava a bandeja com o café pra nós três. Acho que nem precisa explicar, mas vou falar mesmo: nessas viagens, eles usam e dormem na cama de casal, enquanto eu fico na cama de solteiro que tem na sala, que também serve de sofá durante o dia. Num domingo de manhã, chegou o rapaz que trazia o café, eu tava espiando pela janela pra, quando ele batesse na porta, poder abrir e puxar conversa com ele enquanto a gente dava algum show "casual". Da porta de entrada da cabana, onde o rapaz tava parado, dava pra ver a porta do banheiro, que a gente tinha deixado aberta de propósito, pra dar pra ver o espelho em frente à pia. A gente tinha deixado aberta pra ficar claro que não tinha ninguém no banheiro. A questão é que ele chega, bate e eu abro na hora, enquanto puxava papo com ele sobre Como estava o dia e outras trivialidades, quando Ale aparece saindo do quarto só de tanguinha e com a camisa do Sergio, uma camisa jeans que ele tinha usado por quase dois dias, aberta sem abotoar, e me diz:
— "Love... traz o café, vai!!!... Que com o tio a gente tá com fome"

Toda essa situação na frente do funcionário da cabana. Imaginem quando Ale apareceu de tanguinha e com uma camisa de homem aberta falando isso, e o cara vendo claramente que o Sergio (o tio) não estava dormindo na sala nem no banheiro — não precisou sair do quarto pra ficar claro que o tio Sergio estava no quarto com a Ale e eu sozinho na sala.

Sergio, sinceramente, é muito tranquilo... Já entra na onda do roleplay em público na hora, e a Ale acompanha muito bem. Outra situação que vivemos foi num balneário da região, que tava bem cheio. Sergio se deita pra tomar sol na espreguiçadeira de sunga, com o pacote bem aparente, a piroca grossa, escorrida pro lado, enquanto Ale tomava sol deitada numa lona e eu do lado dela. Enquanto eu preparo mate pra ela e pego uma cerveja da conservadora pro Sergio.

Num momento, Ale vira de bruços, desamarra a parte de cima do biquíni pra não marcar as tiras nas costas, e pede pro tio passar protetor.
— "Tio, passa protetor em mim?" (manhosa, com voz de putinha)
— "Vê se encontra alguma mina aqui na serra, Sergio?" perguntei
— "Hoje em dia não tô afim de encontrar mina nenhuma, galera... Tô de boa em compartilhar um momento com vocês em família assim..." responde enquanto passa protetor nas costas e na raba dela
— "Faz quanto tempo que você não tem namorada, tio? Você ainda tá em condições de arrumar uma namorada!!! Como você faz???" (perguntou Ale)
— "É... Tenho minhas coisas por aí... A máquina funciona a todo vapor, mas não acho uma carne macia igual minha sobrinha preferida" (enquanto apertava forte uma bunda dela) Booty). Sabe como eu aproveitaria se tivesse uma gostosa igual você. Eu me trancava uma semana numa cabana e ninguém me tirava de lá.
— Aiii tio... Pelo amor de Deus... Não consigo te imaginar transando com uma garota jovem como eu. Enquanto baixinho fala pra mim... Eu ficaria com muito ciúme.
— Mas tio, você pegaria uma garota como eu?
— Uma mulher como você??... Eu como ela até com o marido presente... Não tô nem aí. Melhor ainda, eu ensinaria pro corno como se come éguas como você, como tem que tratar pra gozar de verdade.
— Aiii tio... Você vai me fazer ficar vermelha... E no meu ouvido fala:
— E me faz ficar toda molhada sem nem me tocar. Percebe o que é um macho de verdade, meu corno?

Desde ver como ele passava protetor e falavam com duplo sentido na minha frente, eles estavam decididos a continuar me torturando. Quando voltamos pro complexo de cabanas no fim da tarde, me pediram pra fazer um churrasco, então botei a mão na massa enquanto eles iam tomar banho. Eu tava lá fora fazendo o churrasco e ela apareceu na janela do quarto que dava pra churrasqueira. Eu vejo ela se aproximar de dentro pra janela que tava totalmente aberta, pra falar comigo recém-saída do banho enrolada numa toalha, e vejo que atrás aparece o Sergio, completamente pelado e com o pau bem duro e ereto. A Ale falava numa boa quando sente que por trás o Sergio apoia uma mão nas costas dela, fazendo ela colocar a cabeça pra fora da janela, e com a outra guiava a vara de carne dele pra buceta molhada da minha esposa. Ver os rostos dos dois e depois ficar olhando o da minha esposa, debruçada pra fora da cabana pela janela, enquanto atrás da cortina o Sergio enchia ela de pau, foi foda. Assim como à noite, depois de jantar e cada um ir pra sua cama, eu sozinho na sala da cabana com minha cama encostada na parede do quarto deles, ouvir eles transando enquanto eu via TV. Ouvir eles terminarem de trepar e depois sentir a porta abrir e ele vir pegar água e diz:
- Vem, que o corno tá acordado, vem aqui se limpa direitinho toda a porra que eu deixei em você e depois a gente pode continuar te comendo, putinha. Parece que ele tá com vontade de tomar leite….

Situações como essas a gente vive com frequência todo fim de semana prolongado que dá pra aproveitar pra fazer uma escapada pra algum lugar na serra, entre tantas experiências quentes e morbidinhas que a gente vive com o “TIO” Sergio.

Continua….

3 comentários - Viajando com Sebastião e Sérgio

Espectacular!! Necesito un relato por semana. Hacelos mas cortos y más seguido por favor! 🙏🙏
Muchas gracias.... Vos necesitas leer uno por semana, y a nosotros nos vendria barbaro no tener pandemia para poder tener una historia por semana por contar
Es terrible como cojen ale y sergio. Cada ves vos estas mas sumiso. Ya empesaste a usar jaulita y dentro de poco tangas de ale y por esas tambien te den por atras. van puntos
Asi es, con jaula cuando estamos los 3 juntos y cada vez mas sumiso y limpiador. Lo disfrutamos mucho los 3
Me encanta como te humilla sergio. quiero seguir leyendo mas
Muchas gracias!!!.... La verdad que tenes razón jeje.... y no te imaginas cuanto lo disfrutamos los 3