Depois daquele encontro rápido no escritório do Ale com o Sebastián, que eu consegui acompanhar pelo telefone, não rolou outros encontros significativos pra render um relato, mas aconteceram várias situações que marcam e mostram nosso progresso como um casal cuckold e a libertação da Ale em relação a como viver a sexualidade dela, e por tabela a minha também, que merecem ser contadas pelo menos.
Era começo de março, ainda fazia um calorzinho, claro, e uma das novas estratégias que a matriz da empresa, da qual temos uma agência na nossa cidade, tava dando era fazer propaganda em carros de corrida. Um Ford de Turismo de Carretera foi o escolhido, e a matriz tinha convites pra ir pras corridas. Um dia, como de costume, o Javier, nosso gerente, passou pra visitar a agência. Lá, tomando um mate comigo na minha mesa, sentados de frente um pro outro, ele me contou que tinha uns ingressos pra ir ver o TC em Neuquén no fim de semana seguinte e me convidou pra fazer parte do grupo que ia viajar. Atrás dele, em outra mesa de frente pra minha, tava minha esposa, ouvindo tudo que a gente falava.
— E aí, Tomás… O que me diz? Vai entrar na parada? Ou sua patroa não deixa?
— É, eu até gostaria, não tenho problema.
— Vai, meu amor, se você gosta de corrida. Só cuidado com as promotoras… Eu não vou encher o saco, mas se comporte.
— Fica tranquila, Ale, eu cuido do seu marido.
Quando levantei a vista pra olhar pra Ale, ela tava com um olhar malicioso e os olhos brilhando de um jeito especial.
— Já que você vai, então eu vou aproveitar e talvez vá pra Rosário visitar a Virgínia (uma amiga muito próxima da Ale da faculdade). Aliás, acho que até economizo a viagem. O Seba disse ontem que ia pra lá no fim de semana, capaz de eu pedir pra ele me levar e no domingo me trazer de volta.
Ela falou isso por trás do Javier, que claro não conseguia ver o rosto dela, mas era óbvio o que tava passando pela cabeça da minha esposa. Ir embora. O fim de semana inteiro pra passar com o pênis do Rosário, pra curtir aquela rola ao máximo. Esse era o plano dele.
E foi assim, de fato, na sexta-feira perto do meio-dia, eles passaram me buscar em casa e saímos, éramos 4 dentro do carro, eu ia sentado atrás. Enquanto minha esposa, depois de fechar a agência ao meio-dia, voltou pra casa, almoçou algo rápido, trocou de roupa tentando vestir algo confortável pra viajar, montou uma bolsinha com roupa pro fim de semana enquanto esperava o Sebastião passar pra buscá-la em casa. Nisso, chega uma mensagem no meu WhatsApp:
— Obrigado por me deixar viver isso, meu amor, a verdade é que eu precisava de um fim de semana inteiro pra aproveitar meu macho. Posso te pedir um favor??
— Sim, querida, fala.
— Posso ir chupando a rola do Seba na viagem?
— Se ele deixar, não tenho problema. É o seu macho. Aproveita.
— Não só me pediu pra ir chupando a pica, ele quer que eu leve roupa folgada pra ir passando a mão em mim na viagem.
— Você quer ir chupando a rola do pênis na estrada?
— Sim, amor, não consigo resistir, sabe que eu adoro a rola que ele tem. Coloquei aquele vestido vermelho florido, com as sandálias altas de juta?
— Uhhh, amor, ………. bem de puta você vai vestida…. Sem sutiã?
— Sem sutiã e sem calcinha, ele pediu.
— Amor…. Que filho da puta, já tá endurecendo aqui.
— E vai endurecer mais ainda essa pica, porque ele já tá lá fora buzinando. Obrigado por me deixar viver isso. Quando chegarmos no apê, te aviso. Tchau, corno. TE AMO!!
Quando chegaram no apartamento, ela me mandou uma mensagem, a gente ainda tava na estrada, faltava um bom trecho pra chegar em Neuquén.
— Amor, já chegamos, tudo bem na viagem… Tomei a porra toda…. Que gostoso é ir chupando uma boa rola na viagem.
A filha da puta me contou que foi chupando devagar e suave, tentando aproveitar ao longo dos quase 200 km que separam nossa cidade da cidade de Rosário, a ponto de que quando chegaram no pedágio, enquanto o Sebastião abaixava o vidro pra pagar, quando a Ale ouve ele cumprimentar O cara da cabine, ela tira o pau da boca e diz:
— Vai, docinho, me dá essa porra de gozo, por favor… — enquanto ela levantava um pouco a cabeça, se inclinando pra tentar fazer contato visual com o cara da cabine.
Era isso, nós dois estávamos numa viagem, eu ainda no caminho, dividindo o mate com mais três amigos, enquanto ela já tinha recebido nos intestinos uma enxurrada de porra quente e grossa do filho do Seu Norberto.
O resto do que rolou na viagem a gente não vai contar, mas saibam que eles realmente mataram a vontade de se divertir à vontade num apartamento central da cidade de Rosário.
O que queremos contar agora é o que aconteceu depois daquela viagem, já não com Sebastián e obviamente sem a minha presença, mas com quem compartilhamos nossos instintos mais baixos livremente e conhece todos os nossos gostos e segredos. Sergio, nosso jardineiro e homem da "manutenção" da casa de fim de semana.
Desde que Sergio é o macho da minha esposa com todas as letras, e essa relação com ele foi se consolidando, baseada em encontros de muito sexo e, acima de tudo, muita química entre nós três, surgiu a ideia de por que não passar um fim de semana prolongado em algum lugar turístico, nós três juntos. Imaginem que quando propusemos isso pra ele, ele ficou super feliz. A questão era como íamos nos apresentar socialmente onde quer que fôssemos: no complexo de chalés, em algum restaurante, posto de gasolina, etc. Já que nós temos atualmente 38 e 34 anos, respectivamente, e Sergio 55, surgiu dele a ideia de uma espécie de jogo de papéis: ele seria o irmão da minha sogra, que tinha acabado de ficar viúvo, e nós, como bons sobrinhos, ajudaríamos a levantar o ânimo dele e o levaríamos pra passear pra ele se distrair. Realmente nos excita muito sermos vistos assim. Dessa forma, a gente interpreta esses papéis na frente dos outros: no posto de gasolina quando abastecemos, quando vamos ao supermercado, jantar, passear, sempre interpretando esses papéis até com um certo carinho. Ao fazer de tio… de sangue do Ale, irmão
da minha sogra, ele tem permissão até certos toques e carícias em
lugares públicos.
Parágrafo à parte pra mencionar que o Sergio é
quem me apelidou de "canário" (porque vivo dentro da gaiola). E me
obriga que toda vez que estivermos juntos, colocar meu pintinho na gaiola de castidade
e dar a chave pro Ale pra ele carregar pendurada com uma fita no pescoço dele.
Esse ritual a gente faz toda vez que vamos buscá-lo na casa dele pra
sair viajando nós 3. Entramos na casa dele, o Sergio entrega a gaiola com o
cadeado pra Alejandra, ela coloca em mim, depois o Sergio passa a chave por uma fita
grossa e amarra no pescoço dela pra ela exibir durante a viagem. Só
tiram de mim quando voltamos e deixamos o Sergio na casa dele, lá eles tiram e
devolvem pra ele guardar pra próxima vez.
Mas além disso, a gente fica de tesão com o fato
de que as pessoas normais não imaginam que um homem de 55 anos vai ser
realmente um male bull, tão dotado e dominante, e esse homem vai pegar uma mulher 20 anos mais nova e muito menos na frente do marido dela. Vou
contar algumas das situações que a gente viveu durante as viagens.
Quando paramos em algum posto de
gasolina pra abastecer, o "tio" já chegou a falar na
frente do frentista que tava nos atendendo:
— Ai, gata... se você não fosse minha sobrinha, sabe como
eu te comia todinha. Não ia ligar nem pro seu marido, como é que ele deixa você sair
assim na rua, com essa legging que enfia toda na sua bunda, parece que
você tá procurando uma boa pica, pra te atender direito, como se na sua casa faltasse
um homem de verdade….
E ela entrando no jogo, responde se virando de lado,
arquando as costas, mostrando a raba e olhando pra ele por cima do ombro com voz de putinha,
quase babando:
— Mas tio….. você é velho e careta,
o que tem de mais? é só uma legging. Além do mais,….. quem eu vou esquentar?,
pelo amor!!!.... Eu não vejo nada de mais. Assim vou pra academia. E o Tomás nunca
me fez Problema…
Outra vez, também num posto de gasolina em Villa General Belgrano, enquanto o frentista abastecia o carro e ela, do lado de fora, com a porta fechada e o vidro todo abaixado do banco da frente do carona, enfiava o corpo todo pra dentro procurando alguma coisa na bolsa, o "Tio" dá um tapa na bunda dela e fala:
– Mmmmmm, gata, isso ainda tá bem firme,
enquanto olha pro frentista como quem busca aprovação, se certificando de que ele viu direitinho o que acabou de fazer com a sobrinha.
Outras vezes, por exemplo, enquanto a gente andava pelo centro de Santa Rosa de Calamuchita olhando vitrines, a Ale falava com ele na frente dos outros, pedindo alguma coisa com duplo sentido, e ele fazia cara e dizia:
– Tá bom, gata, o tio vai te dar o gosto, vai te dar o que você quer…
E ela, em sinal de agradecimento e feliz, abraçava ele e se pendurava, sentindo o volume duro na virilha do tio Sergio.
Também não perdemos tempo de curtir esses papéis no próprio complexo de cabanas. O complexo que a gente tinha alugado era com serviço de café da manhã. Toda manhã vinha um rapaz, batia na porta e deixava a bandeja com o café pra nós três. Acho que nem precisa explicar, mas vou falar mesmo: nessas viagens, eles usam e dormem na cama de casal, enquanto eu vou pra cama de solteiro que fica na sala, que também serve de sofá durante o dia. Num domingo de manhã, chegou o rapaz que trazia o café, eu tava espiando pela janela pra, quando ele batesse na porta, poder abrir e puxar conversa com ele enquanto a gente dava algum show "casual". Da porta de entrada da cabana, onde o rapaz tava parado, dava pra ver a porta do banheiro, que a gente tinha deixado aberta de propósito, pra dar pra ver o espelho em frente à pia. A gente tinha deixado aberta pra ficar claro que não tinha ninguém no banheiro. A questão é que ele chega, bate e eu abro na hora, enquanto puxo papo com ele sobre Como estava o dia e outras trivialidades, quando a Ale apareceu saindo do quarto só de fio dental e com a camisa do Sergio, uma camisa jeans que ele tinha usado por quase dois dias, vestida sem abotoar, e me diz:
— "Love… traz o café, vai!!!... Que com o tio a gente tá com fome"
Toda essa situação na frente do funcionário da cabana. Imaginem quando a Ale apareceu de fio dental e com uma camisa de homem aberta falando isso, e o cara vendo claramente que o Sergio (o tio) não estava dormindo na sala nem no banheiro. Não precisou sair do quarto pra ficar claro que o tio Sergio estava no quarto com a Ale e eu sozinho na sala.
Sergio, sinceramente, é muito foda.... Já entra na sintonia do roleplay em público e a Ale acompanha muito bem. Outra situação que vivemos foi num balneário da região, que tava bem cheio. Sergio se deitou pra pegar sol na espreguiçadeira de sunga, com o pacote avantajado, a piroca grossa, escorrida pro lado, enquanto a Ale tomava sol deitada numa lona e eu do lado dela. Enquanto eu mateava pra ela e pegava uma cerveja da conservadora pro Sergio. Num momento, a Ale vira de bruços, desamarra a parte de cima do biquíni pra não ficar marca das alças nas costas e pede pro tio passar protetor.
— "Passa protetor em mim, tio??" (falando manhoso, com voz de putinha)
— "Vê se encontra alguma tia por aqui nas serras, Sergio?" perguntei
— "Hoje em dia não tô afim de encontrar tia nenhuma, gurizada.... Tô de boa em compartilhar um momento com vocês em família assim,…." responde enquanto passa protetor nas costas e na raba dela
— "Faz quanto tempo que tu não tem namorada, tio? Tu ainda tá em condições de ter namorada!!! Como cê faz???" (perguntou a Ale)
— "Ah, sei lá.... Tenho minhas coisas por aí.... A máquina funciona a todo vapor, mas não encontro uma carne tenra como a da minha sobrinha preferida" (enquanto apertava forte uma bunda dela) Booty). Sabe como eu aproveitaria se tivesse uma gostosa igual você. Me trancava uma semana numa cabana e ninguém me tirava de lá.
— Aiii tio... Pelo amor de Deus... Não consigo te imaginar transando com uma garota jovem como eu. Enquanto baixinho fala pra mim... Eu ficaria com muito ciúme.
— Mas tio, você pegaria uma garota como eu?
— Uma mulher como você??... Eu como ela até com o marido na frente... Não me importa nada. Melhor ainda, ensinaria pro corno como se come éguas como você, como tem que tratar pra gozar de verdade.
— Aiii tio... Você vai me fazer ficar vermelha... E no meu ouvido fala pra mim:
— E me faz ficar toda molhada sem nem me tocar. Percebe o que é um macho de verdade, meu corno?
Desde ver como ele passava protetor e falavam com duplo sentido na minha frente, estavam decididos a continuar me torturando. Quando voltamos pro complexo de cabanas no fim da tarde, me pediram pra fazer um churrasco, então coloquei a mão na massa enquanto eles iam tomar banho. Eu tava lá fora fazendo o churrasco e ela apareceu na janela do quarto que dava pra churrasqueira. Eu vejo ela se aproximar de dentro pra janela que tava totalmente aberta, pra falar comigo recém-saída do banho enrolada numa toalha e vejo que atrás aparece o Sergio, completamente pelado e com o pau bem duro e ereto. A Ale falava normal quando sente que por trás o Sergio apoia uma mão nas costas dela fazendo ela colocar a cabeça pra fora da janela e com a outra guiava a vara de carne dele pra buceta molhada da minha esposa. Ver os rostos dos dois e depois ficar olhando o da minha esposa, debruçada pra fora da cabana pela janela, enquanto atrás da cortina o Sergio enchia ela de pau, foi foda. Assim como de noite, depois de jantar e cada um ir pra sua cama, eu sozinho na sala da cabana com minha cama encostada na parede do quarto deles, ouvir eles transando enquanto eu via TV. Ouvir eles terminarem de transar e depois sentir a porta abrir e ele vir beber água e diz:
- Vem, que o corno tá acordado. Vem aqui, se limpa direitinho toda a porra que eu deixei em você, e depois a gente pode continuar te comendo, putinha. Parece que ele tá com vontade de tomar leite…
Situações como essas a gente vive com frequência todo fim de semana prolongado que dá pra aproveitar pra fazer uma escapada pra algum lugar na serra, entre tantas experiências quentes e morbidinhas que a gente vive com o “TIO” Sérgio.
Continua…
Era começo de março, ainda fazia um calorzinho, claro, e uma das novas estratégias que a matriz da empresa, da qual temos uma agência na nossa cidade, tava dando era fazer propaganda em carros de corrida. Um Ford de Turismo de Carretera foi o escolhido, e a matriz tinha convites pra ir pras corridas. Um dia, como de costume, o Javier, nosso gerente, passou pra visitar a agência. Lá, tomando um mate comigo na minha mesa, sentados de frente um pro outro, ele me contou que tinha uns ingressos pra ir ver o TC em Neuquén no fim de semana seguinte e me convidou pra fazer parte do grupo que ia viajar. Atrás dele, em outra mesa de frente pra minha, tava minha esposa, ouvindo tudo que a gente falava.
— E aí, Tomás… O que me diz? Vai entrar na parada? Ou sua patroa não deixa?
— É, eu até gostaria, não tenho problema.
— Vai, meu amor, se você gosta de corrida. Só cuidado com as promotoras… Eu não vou encher o saco, mas se comporte.
— Fica tranquila, Ale, eu cuido do seu marido.
Quando levantei a vista pra olhar pra Ale, ela tava com um olhar malicioso e os olhos brilhando de um jeito especial.
— Já que você vai, então eu vou aproveitar e talvez vá pra Rosário visitar a Virgínia (uma amiga muito próxima da Ale da faculdade). Aliás, acho que até economizo a viagem. O Seba disse ontem que ia pra lá no fim de semana, capaz de eu pedir pra ele me levar e no domingo me trazer de volta.
Ela falou isso por trás do Javier, que claro não conseguia ver o rosto dela, mas era óbvio o que tava passando pela cabeça da minha esposa. Ir embora. O fim de semana inteiro pra passar com o pênis do Rosário, pra curtir aquela rola ao máximo. Esse era o plano dele.
E foi assim, de fato, na sexta-feira perto do meio-dia, eles passaram me buscar em casa e saímos, éramos 4 dentro do carro, eu ia sentado atrás. Enquanto minha esposa, depois de fechar a agência ao meio-dia, voltou pra casa, almoçou algo rápido, trocou de roupa tentando vestir algo confortável pra viajar, montou uma bolsinha com roupa pro fim de semana enquanto esperava o Sebastião passar pra buscá-la em casa. Nisso, chega uma mensagem no meu WhatsApp:
— Obrigado por me deixar viver isso, meu amor, a verdade é que eu precisava de um fim de semana inteiro pra aproveitar meu macho. Posso te pedir um favor??
— Sim, querida, fala.
— Posso ir chupando a rola do Seba na viagem?
— Se ele deixar, não tenho problema. É o seu macho. Aproveita.
— Não só me pediu pra ir chupando a pica, ele quer que eu leve roupa folgada pra ir passando a mão em mim na viagem.
— Você quer ir chupando a rola do pênis na estrada?
— Sim, amor, não consigo resistir, sabe que eu adoro a rola que ele tem. Coloquei aquele vestido vermelho florido, com as sandálias altas de juta?
— Uhhh, amor, ………. bem de puta você vai vestida…. Sem sutiã?
— Sem sutiã e sem calcinha, ele pediu.
— Amor…. Que filho da puta, já tá endurecendo aqui.
— E vai endurecer mais ainda essa pica, porque ele já tá lá fora buzinando. Obrigado por me deixar viver isso. Quando chegarmos no apê, te aviso. Tchau, corno. TE AMO!!
Quando chegaram no apartamento, ela me mandou uma mensagem, a gente ainda tava na estrada, faltava um bom trecho pra chegar em Neuquén.
— Amor, já chegamos, tudo bem na viagem… Tomei a porra toda…. Que gostoso é ir chupando uma boa rola na viagem.
A filha da puta me contou que foi chupando devagar e suave, tentando aproveitar ao longo dos quase 200 km que separam nossa cidade da cidade de Rosário, a ponto de que quando chegaram no pedágio, enquanto o Sebastião abaixava o vidro pra pagar, quando a Ale ouve ele cumprimentar O cara da cabine, ela tira o pau da boca e diz:
— Vai, docinho, me dá essa porra de gozo, por favor… — enquanto ela levantava um pouco a cabeça, se inclinando pra tentar fazer contato visual com o cara da cabine.
Era isso, nós dois estávamos numa viagem, eu ainda no caminho, dividindo o mate com mais três amigos, enquanto ela já tinha recebido nos intestinos uma enxurrada de porra quente e grossa do filho do Seu Norberto.
O resto do que rolou na viagem a gente não vai contar, mas saibam que eles realmente mataram a vontade de se divertir à vontade num apartamento central da cidade de Rosário.
O que queremos contar agora é o que aconteceu depois daquela viagem, já não com Sebastián e obviamente sem a minha presença, mas com quem compartilhamos nossos instintos mais baixos livremente e conhece todos os nossos gostos e segredos. Sergio, nosso jardineiro e homem da "manutenção" da casa de fim de semana.
Desde que Sergio é o macho da minha esposa com todas as letras, e essa relação com ele foi se consolidando, baseada em encontros de muito sexo e, acima de tudo, muita química entre nós três, surgiu a ideia de por que não passar um fim de semana prolongado em algum lugar turístico, nós três juntos. Imaginem que quando propusemos isso pra ele, ele ficou super feliz. A questão era como íamos nos apresentar socialmente onde quer que fôssemos: no complexo de chalés, em algum restaurante, posto de gasolina, etc. Já que nós temos atualmente 38 e 34 anos, respectivamente, e Sergio 55, surgiu dele a ideia de uma espécie de jogo de papéis: ele seria o irmão da minha sogra, que tinha acabado de ficar viúvo, e nós, como bons sobrinhos, ajudaríamos a levantar o ânimo dele e o levaríamos pra passear pra ele se distrair. Realmente nos excita muito sermos vistos assim. Dessa forma, a gente interpreta esses papéis na frente dos outros: no posto de gasolina quando abastecemos, quando vamos ao supermercado, jantar, passear, sempre interpretando esses papéis até com um certo carinho. Ao fazer de tio… de sangue do Ale, irmão
da minha sogra, ele tem permissão até certos toques e carícias em
lugares públicos.
Parágrafo à parte pra mencionar que o Sergio é
quem me apelidou de "canário" (porque vivo dentro da gaiola). E me
obriga que toda vez que estivermos juntos, colocar meu pintinho na gaiola de castidade
e dar a chave pro Ale pra ele carregar pendurada com uma fita no pescoço dele.
Esse ritual a gente faz toda vez que vamos buscá-lo na casa dele pra
sair viajando nós 3. Entramos na casa dele, o Sergio entrega a gaiola com o
cadeado pra Alejandra, ela coloca em mim, depois o Sergio passa a chave por uma fita
grossa e amarra no pescoço dela pra ela exibir durante a viagem. Só
tiram de mim quando voltamos e deixamos o Sergio na casa dele, lá eles tiram e
devolvem pra ele guardar pra próxima vez.
Mas além disso, a gente fica de tesão com o fato
de que as pessoas normais não imaginam que um homem de 55 anos vai ser
realmente um male bull, tão dotado e dominante, e esse homem vai pegar uma mulher 20 anos mais nova e muito menos na frente do marido dela. Vou
contar algumas das situações que a gente viveu durante as viagens.
Quando paramos em algum posto de
gasolina pra abastecer, o "tio" já chegou a falar na
frente do frentista que tava nos atendendo:
— Ai, gata... se você não fosse minha sobrinha, sabe como
eu te comia todinha. Não ia ligar nem pro seu marido, como é que ele deixa você sair
assim na rua, com essa legging que enfia toda na sua bunda, parece que
você tá procurando uma boa pica, pra te atender direito, como se na sua casa faltasse
um homem de verdade….
E ela entrando no jogo, responde se virando de lado,
arquando as costas, mostrando a raba e olhando pra ele por cima do ombro com voz de putinha,
quase babando:
— Mas tio….. você é velho e careta,
o que tem de mais? é só uma legging. Além do mais,….. quem eu vou esquentar?,
pelo amor!!!.... Eu não vejo nada de mais. Assim vou pra academia. E o Tomás nunca
me fez Problema…
Outra vez, também num posto de gasolina em Villa General Belgrano, enquanto o frentista abastecia o carro e ela, do lado de fora, com a porta fechada e o vidro todo abaixado do banco da frente do carona, enfiava o corpo todo pra dentro procurando alguma coisa na bolsa, o "Tio" dá um tapa na bunda dela e fala:
– Mmmmmm, gata, isso ainda tá bem firme,
enquanto olha pro frentista como quem busca aprovação, se certificando de que ele viu direitinho o que acabou de fazer com a sobrinha.
Outras vezes, por exemplo, enquanto a gente andava pelo centro de Santa Rosa de Calamuchita olhando vitrines, a Ale falava com ele na frente dos outros, pedindo alguma coisa com duplo sentido, e ele fazia cara e dizia:
– Tá bom, gata, o tio vai te dar o gosto, vai te dar o que você quer…
E ela, em sinal de agradecimento e feliz, abraçava ele e se pendurava, sentindo o volume duro na virilha do tio Sergio.
Também não perdemos tempo de curtir esses papéis no próprio complexo de cabanas. O complexo que a gente tinha alugado era com serviço de café da manhã. Toda manhã vinha um rapaz, batia na porta e deixava a bandeja com o café pra nós três. Acho que nem precisa explicar, mas vou falar mesmo: nessas viagens, eles usam e dormem na cama de casal, enquanto eu vou pra cama de solteiro que fica na sala, que também serve de sofá durante o dia. Num domingo de manhã, chegou o rapaz que trazia o café, eu tava espiando pela janela pra, quando ele batesse na porta, poder abrir e puxar conversa com ele enquanto a gente dava algum show "casual". Da porta de entrada da cabana, onde o rapaz tava parado, dava pra ver a porta do banheiro, que a gente tinha deixado aberta de propósito, pra dar pra ver o espelho em frente à pia. A gente tinha deixado aberta pra ficar claro que não tinha ninguém no banheiro. A questão é que ele chega, bate e eu abro na hora, enquanto puxo papo com ele sobre Como estava o dia e outras trivialidades, quando a Ale apareceu saindo do quarto só de fio dental e com a camisa do Sergio, uma camisa jeans que ele tinha usado por quase dois dias, vestida sem abotoar, e me diz:
— "Love… traz o café, vai!!!... Que com o tio a gente tá com fome"
Toda essa situação na frente do funcionário da cabana. Imaginem quando a Ale apareceu de fio dental e com uma camisa de homem aberta falando isso, e o cara vendo claramente que o Sergio (o tio) não estava dormindo na sala nem no banheiro. Não precisou sair do quarto pra ficar claro que o tio Sergio estava no quarto com a Ale e eu sozinho na sala.
Sergio, sinceramente, é muito foda.... Já entra na sintonia do roleplay em público e a Ale acompanha muito bem. Outra situação que vivemos foi num balneário da região, que tava bem cheio. Sergio se deitou pra pegar sol na espreguiçadeira de sunga, com o pacote avantajado, a piroca grossa, escorrida pro lado, enquanto a Ale tomava sol deitada numa lona e eu do lado dela. Enquanto eu mateava pra ela e pegava uma cerveja da conservadora pro Sergio. Num momento, a Ale vira de bruços, desamarra a parte de cima do biquíni pra não ficar marca das alças nas costas e pede pro tio passar protetor.
— "Passa protetor em mim, tio??" (falando manhoso, com voz de putinha)
— "Vê se encontra alguma tia por aqui nas serras, Sergio?" perguntei
— "Hoje em dia não tô afim de encontrar tia nenhuma, gurizada.... Tô de boa em compartilhar um momento com vocês em família assim,…." responde enquanto passa protetor nas costas e na raba dela
— "Faz quanto tempo que tu não tem namorada, tio? Tu ainda tá em condições de ter namorada!!! Como cê faz???" (perguntou a Ale)
— "Ah, sei lá.... Tenho minhas coisas por aí.... A máquina funciona a todo vapor, mas não encontro uma carne tenra como a da minha sobrinha preferida" (enquanto apertava forte uma bunda dela) Booty). Sabe como eu aproveitaria se tivesse uma gostosa igual você. Me trancava uma semana numa cabana e ninguém me tirava de lá.
— Aiii tio... Pelo amor de Deus... Não consigo te imaginar transando com uma garota jovem como eu. Enquanto baixinho fala pra mim... Eu ficaria com muito ciúme.
— Mas tio, você pegaria uma garota como eu?
— Uma mulher como você??... Eu como ela até com o marido na frente... Não me importa nada. Melhor ainda, ensinaria pro corno como se come éguas como você, como tem que tratar pra gozar de verdade.
— Aiii tio... Você vai me fazer ficar vermelha... E no meu ouvido fala pra mim:
— E me faz ficar toda molhada sem nem me tocar. Percebe o que é um macho de verdade, meu corno?
Desde ver como ele passava protetor e falavam com duplo sentido na minha frente, estavam decididos a continuar me torturando. Quando voltamos pro complexo de cabanas no fim da tarde, me pediram pra fazer um churrasco, então coloquei a mão na massa enquanto eles iam tomar banho. Eu tava lá fora fazendo o churrasco e ela apareceu na janela do quarto que dava pra churrasqueira. Eu vejo ela se aproximar de dentro pra janela que tava totalmente aberta, pra falar comigo recém-saída do banho enrolada numa toalha e vejo que atrás aparece o Sergio, completamente pelado e com o pau bem duro e ereto. A Ale falava normal quando sente que por trás o Sergio apoia uma mão nas costas dela fazendo ela colocar a cabeça pra fora da janela e com a outra guiava a vara de carne dele pra buceta molhada da minha esposa. Ver os rostos dos dois e depois ficar olhando o da minha esposa, debruçada pra fora da cabana pela janela, enquanto atrás da cortina o Sergio enchia ela de pau, foi foda. Assim como de noite, depois de jantar e cada um ir pra sua cama, eu sozinho na sala da cabana com minha cama encostada na parede do quarto deles, ouvir eles transando enquanto eu via TV. Ouvir eles terminarem de transar e depois sentir a porta abrir e ele vir beber água e diz:
- Vem, que o corno tá acordado. Vem aqui, se limpa direitinho toda a porra que eu deixei em você, e depois a gente pode continuar te comendo, putinha. Parece que ele tá com vontade de tomar leite…
Situações como essas a gente vive com frequência todo fim de semana prolongado que dá pra aproveitar pra fazer uma escapada pra algum lugar na serra, entre tantas experiências quentes e morbidinhas que a gente vive com o “TIO” Sérgio.
Continua…
3 comentários - Viajando com Sebastião e Sérgio