Beleza, pessoal da putaria. Continuando com as aventuras que a gente teve com a minha mulher, hoje trago uma que, sem dúvida, foi uma das mais quentes (se não a mais).
Depois de algumas tretas de família que rolaram e deixaram a Cíntia (minha mulher) meio pra baixo, fiquei pensando no que fazer pra mudar o clima... e, obviamente, uma boa ideia foi sugerir chamar um cara de novo. O único problema é que ela não curte ficar com desconhecidos, e nosso amigo Nacho tava indisponível naquele momento. Pensando em opções, só me veio na cabeça um ex-namorado com quem ela tinha terminado numa boa... claro, isso já fazia uns 15 anos. Talvez não fosse tão fácil, mas não me vinha outra alternativa.
Uma noite, depois de transar, contei o que tinha pensado. Ela ficou super surpresa, meio desconfiada, mas logo clareou quando lembrei que não podíamos contar com o amigo Nacho. Ela ficou pensativa por um momento... depois lembrou: "a gente se dava super bem com o Carlos"... ficou mais um tempo em silêncio, acho que relembrando aqueles encontros, e finalmente, com um tom meio decepcionado, falou que o único jeito de contatar ele era talvez por uma amiga que tinha relação com a família do cara. "Bom, tenta aí", falei pra encerrar o assunto e não criar expectativas à toa.
Na tarde seguinte, quando ela chegou do trampo, contou as novidades: tinha falado com a amiga, e ela conseguia contatar ele. Disse que o cara tinha ido morar em outra cidade, mas não muito longe. E ficou de conseguir o telefone. Os dias passaram, e uma noite a amiga avisou que não tinha conseguido o número, mas sim o nome do Facebook, que era o do negócio que ele tem (por isso não achávamos com o nome dele). "O que a gente faz?", perguntou a Cíntia, e eu, sem dúvida, falei pra ela mandar uma mensagem. Ver qual é. Ela mandou um salve por lá e, em poucos minutos, ele Ela respondeu perguntando se era ela. Depois de algumas mensagens de saudações e apresentações, a Cin foi direto ao ponto e escreveu por que estava contatando ele. A primeira resposta dele foi "qual é a sua?", e quando ela esclareceu bem as coisas, ele embarcou na ideia.
A gente tava na dúvida sobre onde fazer o encontro, e a Cin teve uma ideia brilhante: minha sogra ia passar um fim de semana na praia com o namorado, e nessas horas é sempre ela quem dá uma passada na casa da mãe. Eu curti a ideia de um lugar que não fosse minha casa, mas que ao mesmo tempo nos desse tempo sem ficar controlando o horário do hotel.
Chegou o dia. Uma tarde de sábado, a gente foi esperar por ele, e logo ele chegou. Eu tinha visto ele só uma vez, só lembrava que ele tinha cabelo comprido e cacheado, e continuava igual. De resto, os anos passam pra todo mundo! Depois de nos apresentarmos, não teve muita conversa prévia; na verdade, a gente foi direto pro quarto, onde entre beijos e carícias, começamos a despir ela. Ela tava de minissaia e camiseta, por baixo um conjunto preto com a tanga transparente. Aí ele fez o primeiro comentário: "Olha só, você tá toda depilada, antes não era assim". Isso ele disse enquanto beijava a púbis dela por cima da tanga... Ela respondeu: "Você lembra que eu tinha peludinha, mas agora gosto assim" (durante nossos primeiros anos juntos, ela só depilava um pouco; eu, pessoalmente, gosto de pelos, então nunca incentivei ela a se depilar totalmente até ela querer fazer). Esses beijos, obviamente, terminaram com ele ajoelhado na frente dela, chupando a buceta dela enquanto eu saboreava os peitos dela. De vez em quando a gente se beijava, os gemidos dela aumentavam, a tarde já tava começando a esquentar.
Ela teve o primeiro orgasmo graças às línguas e aos dedos que ele enfiava nela enquanto isso. Depois, foi ela quem se ajoelhou no meio da gente e nos presenteou com o prazer da boquinha dela, um tempinho pra cada um... Ela dedicava mais tempo pra ele, mas sabia usar as mãozinhas pra não deixar eu ficar entediado enquanto isso. Eu pude observar então que o Carlos tinha uma cock certamente uns cm mais longa que a minha, mas o que a tornava diferente era a cabeçuda, era notável como ela era maior que o resto. E a Cíntia curtia claramente o reencontro com aquela cock cabeçuda!!!
Ela sentou na beira da cama.. com as pernas bem abertas e a imagem daquela pussy entreaberta foi suficiente pra ele entender, ele se ajoelhou entre as pernas dela e esfregou a cock por toda a rachinha da pussy, a Cin passava a língua nos lábios e apertava os peitos enquanto olhava fixo nos olhos dele.. soltou um gritinho, tipo quando alguém fica sem ar no momento em que aquela cock cabeçuda se abriu caminho de novo, depois de tantos anos, na pussy apertada dela, ele a segurou firme abraçando pela cintura e foi penetrando bem devagar.. como se quisesse que ela sentisse cada milímetro que entrava.. e olha que conseguiu! ela ficou bem quieta, de olhos fechados.. e a cabeça jogada pra trás, parecia que até tinha parado de respirar. Dava a impressão que o Carlos tinha chegado tão fundo dentro dela que tinha tocado algo que a deixou em transe. Isso durou uns momentos, em que ele ficou parado dentro das profundezas dela pra depois sair quase todo e começar um entra e sai que em segundos a fez gritar seguindo o ritmo do movimento. E eu reforço o gritar porque geralmente a Cin geme mas raramente grita.... mas ela tava louca. Num momento ela se jogou de costas na cama, ele saiu, levantou as pernas dela e deixou cair um jato de cuspe na pussy que continuava entreaberta... ela disse "assim parte minha pussy que eu adoro" o pedido foi atendido na hora, de novo o Carlos começou um mete e sai enquanto eu, aproveitando a nova posição dela, me aproximei e ofereci minha cock, ela engoliu quase sem pensar e chupava com desespero. O Carlos aumentou a velocidade num sinal claro de que ia gozar. Ela tirou a camisinha e, com alguns movimentos de masturbação, gozou com dois jatos longos de esperma, o primeiro chegou quase até os peitos, o resto espalhado pela barriga e pelo púbis. Cíntia continuava chupando meu pau com devoção, agora de olhos fechados, enquanto levou uma mão ao próprio púbis e, espalhando a porra que tinha ficado ali, começou a se masturbar com movimentos rápidos dos dedos no clitóris. Com a outra mão, juntou o resto do sêmen e passou nos peitos, me soltou e, sem abrir os olhos, disse: "goza nos meus peitos", coisa que, claro, fiz na hora!!! Eu e Carlos ficamos um tempão olhando o espetáculo que a linda Cíntia nos dava: ela passou porra do púbis até o rosto. E continuou se punhetando até ter outro orgasmo. Ela tava enlouquecida, nem nos nossos encontros com o Nacho eu tinha visto ela ficar tão puta, e me excitava pra caralho vê-la assim.
Carlos saiu do quarto sem dizer nada, eu fui atrás e o encontrei tomando refrigerante na cozinha.. ele serviu outro copo e me estendeu: "valeu por me chamar, mano, e me desculpa se exagerei, mas fiquei doido de novo com a gata, se te incomoda, fala que eu vazo, não vim te humilhar". Peguei o copo pra ele encher de novo e respondi: "fica tranquilo, a ideia era se divertir e até agora tá tudo dez". Ele agradeceu de novo e a situação desanuviou.
Cíntia, depois de se recuperar um pouco, foi tomar um banho, voltou radiante de novo, com o cabelo ainda molhado e enrolada numa toalha, olhou pra gente do corredor que leva ao quarto.. "se tão cansados, chamo outro" disse enquanto ia embora e deixava a toalha cair. Eu fui atrás, enquanto Carlos ficou mexendo no celular; em poucos segundos, sem nenhuma preliminar, eu tava deitado na cama e ela em cima de mim, num 69 bem gostoso. Tava perdido saboreando aquela buceta que não parava de produzir e jorrar gozo na minha cara, aí veio o Carlos e se deitou pra tocá-la. elogiar a bunda e os peitos dela, ela de vez em quando se virava e chupava ele, mas mantinha a pussy na minha cara. Foi o Carlos que num momento me pergunta "me deixa um pouquinho?" não precisei responder, ela se ajoelhou na cama e avançou até deixar a pussy bem perto da cara dele, com os dedos esticou os lábios pra cima como pra deixar mais visível e disse "assim você gostava de me chupar, lembra?" ele passou a língua por toda a rachinha da Cíntia e ela tremeu de novo.. "você me esquentava muito quando ela era peludinha" .. "sim, meu amor, eu sei" ela soltou misturado com um gemido.. Claramente tinha muita recordação quente nesse reencontro.. O Carlos segurou ela pelos quadris e virou.. claramente com a intenção de ter mais conforto pra saborear a bunda dela.. eu me aproximei, ela me beijou com paixão e falou quase sussurrando "meu amor, adoro como ele chupa minha bunda, morro de prazer" eu não falei, só continuei beijando e acariciando os peitos dela até que ela não aguentou mais e se afastou da cara do Carlos pra me oferecer aquela bundinha pequena cheia de saliva, fez isso colocando a bunda pra cima e apoiada nas pernas dele.. não foi difícil entrar, bastaram umas apertadas pra que logo meu pau entrasse naquele buraquinho escuro e tão apertado.. obviamente assim que eu terminei de entrar, ela começou a devorar a rola do Carlos que ficava louco sentindo aquela boquinha quente. Ficamos um tempo assim, era só luxúria, sem dúvida uma das fodas mais quentes que eu já tinha vivido até aquele momento. Quando senti que a hora chegava, apertei pra ir bem fundo dentro dela e descarregar meu gozo lá.. assim que o Carlos me viu sair, disse "agora eu quero essa bunda" .. A Cíntia olhou séria pra ele.. "se me fizer doer, acaba tudo" sentenciou. Parece que ela tinha outros planos, mas foi ele quem assumiu o controle. Ela se ajeitou de quatro com o peito apoiado na cama, eu fui pra frente, não Queria me perder na cara dela! Lembrei naquele momento que nos nossos encontros com o Nacho, ela curtia dar o cu com ele, mas claro... a pica do Carlos era evidentemente mais cabeçuda que a do Nacho ou a minha. Achei bom tentar acalmá-la: "Relaxa, amor, se não der, tudo bem", falei isso, mas por dentro tava morrendo de vontade de ver ele enfiar nela! Enquanto ele fazia as primeiras tentativas, a Cin segurou minhas mãos... me olhou com os olhos arregalados: "Meu amor, te amo", falou baixinho... os trejeitos da carinha dela me fizeram entender que aquela pica cabeçuda tinha conseguido o objetivo e devagarzinho ia abrindo caminho pra dentro dela... apertava minhas mãos e só repetia como uma espécie de súplica: "Meu amor... meu amor..." enquanto me encarava bem nos olhos. Os movimentos do Carlos indicavam que ele já tava confortável e pronto pra curtir aquela sentada por um bom tempo... e foi exatamente o que aconteceu. A Cíntia tava com uma expressão meio desfigurada, mas de muito prazer, os gemidos dela logo viraram gritos... de novo gritos!... O Carlos suava e segurava ela pela cintura, de repente, num grito meio animalesco, acabou esporrando pelas costas e na bunda da Cin.. fiquei intrigado e quis ver... o cu dela tinha ficado dilatado, quase como se ele ainda tivesse dentro, e pude ver de camarote como, com pequenos espasmos, ia voltando ao tamanho normal. A Cíntia se encolheu na beira da cama, só me ocorreu perguntar se ela tava bem... ela respondeu com um sorrisinho: "Sim, meu amor, mas não consigo me mexer". O Carlos, enquanto juntava a roupa, fez um sinal pra eu segui-lo. Na sala, me perguntou se podia dormir aqui, já tinha escurecido fazia tempo, então falei que sim e achei que era uma boa hora pra fazer o mesmo junto da minha mulherzinha.
De manhã, foi ela quem me acordou com uns beijos muito carinhosos: "Oi, amor, bom dia!!" falou com aquele sorriso lindo iluminando o rosto dela. Como você tá? perguntei. "Tô super bem, já Descansei e agora quero uma transa de despedida antes dele ir, e depois a gente vai comer". "Você sozinha com ele?" "Fica e me olha... depois vem sua recompensa". Ela foi clara... então fui pra sala, o Carlos já estava arrumando as coisas pra ir embora, falei que ela queria se despedir e ele sacou na hora do que se tratava. Voltamos pro quarto e ela disse pra ele: "rapidinho, igual a gente fazia quando a minha mãe tava em casa". Ele sorriu, soltou a calça e baixou sem tirar de vez, ela se descobriu, ainda estava nua, ele deitou por cima e se pegaram por uns momentos até ele ficar duro e, sem mais enrolação, meteu nela. Foi uma transa rápida e intensa, ele batia com a cintura nela, que se deixava fazer mansamente... percebi quando ela gozou pelo jeito que arqueou a cintura. Carlos perguntou onde ela queria... "onde você sempre gozava em mim". Ele entendeu e deu aquela última gozada nos peitos dela... um rapidinho, como ela bem disse.
Se despediram, a Cíntia foi educada mas distante, eu acompanhei ele até a porta e quando voltei ela já estava no chuveiro... "prepara um mate!" gritou pra mim. Ela veio já trocada, quando sentou notei um pequeno gesto de dor e antes que eu perguntasse ela soltou: "tô com o cu doendo... é o que dá ser piranha" e a gente riu junto. Enquanto tomávamos mate, obviamente surgiu o assunto do Carlos, que eu nem conhecia direito, mas a conversa durou pouco, ela encerrou com uma frase cortante: "ele fode muito bem, mas não vou sentar pra falar da minha vida com ele". Que qualidade uma mulher tem pra nos jogar debaixo do trem com poucas palavras, pensei.
O que veio depois foi sair pra almoçar e passear um pouco, mas não vou alongar o relato com esses detalhes menores!
Saudações a todos, obrigado por tirarem um tempo pra ler.
Depois de algumas tretas de família que rolaram e deixaram a Cíntia (minha mulher) meio pra baixo, fiquei pensando no que fazer pra mudar o clima... e, obviamente, uma boa ideia foi sugerir chamar um cara de novo. O único problema é que ela não curte ficar com desconhecidos, e nosso amigo Nacho tava indisponível naquele momento. Pensando em opções, só me veio na cabeça um ex-namorado com quem ela tinha terminado numa boa... claro, isso já fazia uns 15 anos. Talvez não fosse tão fácil, mas não me vinha outra alternativa.
Uma noite, depois de transar, contei o que tinha pensado. Ela ficou super surpresa, meio desconfiada, mas logo clareou quando lembrei que não podíamos contar com o amigo Nacho. Ela ficou pensativa por um momento... depois lembrou: "a gente se dava super bem com o Carlos"... ficou mais um tempo em silêncio, acho que relembrando aqueles encontros, e finalmente, com um tom meio decepcionado, falou que o único jeito de contatar ele era talvez por uma amiga que tinha relação com a família do cara. "Bom, tenta aí", falei pra encerrar o assunto e não criar expectativas à toa.
Na tarde seguinte, quando ela chegou do trampo, contou as novidades: tinha falado com a amiga, e ela conseguia contatar ele. Disse que o cara tinha ido morar em outra cidade, mas não muito longe. E ficou de conseguir o telefone. Os dias passaram, e uma noite a amiga avisou que não tinha conseguido o número, mas sim o nome do Facebook, que era o do negócio que ele tem (por isso não achávamos com o nome dele). "O que a gente faz?", perguntou a Cíntia, e eu, sem dúvida, falei pra ela mandar uma mensagem. Ver qual é. Ela mandou um salve por lá e, em poucos minutos, ele Ela respondeu perguntando se era ela. Depois de algumas mensagens de saudações e apresentações, a Cin foi direto ao ponto e escreveu por que estava contatando ele. A primeira resposta dele foi "qual é a sua?", e quando ela esclareceu bem as coisas, ele embarcou na ideia.
A gente tava na dúvida sobre onde fazer o encontro, e a Cin teve uma ideia brilhante: minha sogra ia passar um fim de semana na praia com o namorado, e nessas horas é sempre ela quem dá uma passada na casa da mãe. Eu curti a ideia de um lugar que não fosse minha casa, mas que ao mesmo tempo nos desse tempo sem ficar controlando o horário do hotel.
Chegou o dia. Uma tarde de sábado, a gente foi esperar por ele, e logo ele chegou. Eu tinha visto ele só uma vez, só lembrava que ele tinha cabelo comprido e cacheado, e continuava igual. De resto, os anos passam pra todo mundo! Depois de nos apresentarmos, não teve muita conversa prévia; na verdade, a gente foi direto pro quarto, onde entre beijos e carícias, começamos a despir ela. Ela tava de minissaia e camiseta, por baixo um conjunto preto com a tanga transparente. Aí ele fez o primeiro comentário: "Olha só, você tá toda depilada, antes não era assim". Isso ele disse enquanto beijava a púbis dela por cima da tanga... Ela respondeu: "Você lembra que eu tinha peludinha, mas agora gosto assim" (durante nossos primeiros anos juntos, ela só depilava um pouco; eu, pessoalmente, gosto de pelos, então nunca incentivei ela a se depilar totalmente até ela querer fazer). Esses beijos, obviamente, terminaram com ele ajoelhado na frente dela, chupando a buceta dela enquanto eu saboreava os peitos dela. De vez em quando a gente se beijava, os gemidos dela aumentavam, a tarde já tava começando a esquentar.
Ela teve o primeiro orgasmo graças às línguas e aos dedos que ele enfiava nela enquanto isso. Depois, foi ela quem se ajoelhou no meio da gente e nos presenteou com o prazer da boquinha dela, um tempinho pra cada um... Ela dedicava mais tempo pra ele, mas sabia usar as mãozinhas pra não deixar eu ficar entediado enquanto isso. Eu pude observar então que o Carlos tinha uma cock certamente uns cm mais longa que a minha, mas o que a tornava diferente era a cabeçuda, era notável como ela era maior que o resto. E a Cíntia curtia claramente o reencontro com aquela cock cabeçuda!!!
Ela sentou na beira da cama.. com as pernas bem abertas e a imagem daquela pussy entreaberta foi suficiente pra ele entender, ele se ajoelhou entre as pernas dela e esfregou a cock por toda a rachinha da pussy, a Cin passava a língua nos lábios e apertava os peitos enquanto olhava fixo nos olhos dele.. soltou um gritinho, tipo quando alguém fica sem ar no momento em que aquela cock cabeçuda se abriu caminho de novo, depois de tantos anos, na pussy apertada dela, ele a segurou firme abraçando pela cintura e foi penetrando bem devagar.. como se quisesse que ela sentisse cada milímetro que entrava.. e olha que conseguiu! ela ficou bem quieta, de olhos fechados.. e a cabeça jogada pra trás, parecia que até tinha parado de respirar. Dava a impressão que o Carlos tinha chegado tão fundo dentro dela que tinha tocado algo que a deixou em transe. Isso durou uns momentos, em que ele ficou parado dentro das profundezas dela pra depois sair quase todo e começar um entra e sai que em segundos a fez gritar seguindo o ritmo do movimento. E eu reforço o gritar porque geralmente a Cin geme mas raramente grita.... mas ela tava louca. Num momento ela se jogou de costas na cama, ele saiu, levantou as pernas dela e deixou cair um jato de cuspe na pussy que continuava entreaberta... ela disse "assim parte minha pussy que eu adoro" o pedido foi atendido na hora, de novo o Carlos começou um mete e sai enquanto eu, aproveitando a nova posição dela, me aproximei e ofereci minha cock, ela engoliu quase sem pensar e chupava com desespero. O Carlos aumentou a velocidade num sinal claro de que ia gozar. Ela tirou a camisinha e, com alguns movimentos de masturbação, gozou com dois jatos longos de esperma, o primeiro chegou quase até os peitos, o resto espalhado pela barriga e pelo púbis. Cíntia continuava chupando meu pau com devoção, agora de olhos fechados, enquanto levou uma mão ao próprio púbis e, espalhando a porra que tinha ficado ali, começou a se masturbar com movimentos rápidos dos dedos no clitóris. Com a outra mão, juntou o resto do sêmen e passou nos peitos, me soltou e, sem abrir os olhos, disse: "goza nos meus peitos", coisa que, claro, fiz na hora!!! Eu e Carlos ficamos um tempão olhando o espetáculo que a linda Cíntia nos dava: ela passou porra do púbis até o rosto. E continuou se punhetando até ter outro orgasmo. Ela tava enlouquecida, nem nos nossos encontros com o Nacho eu tinha visto ela ficar tão puta, e me excitava pra caralho vê-la assim.
Carlos saiu do quarto sem dizer nada, eu fui atrás e o encontrei tomando refrigerante na cozinha.. ele serviu outro copo e me estendeu: "valeu por me chamar, mano, e me desculpa se exagerei, mas fiquei doido de novo com a gata, se te incomoda, fala que eu vazo, não vim te humilhar". Peguei o copo pra ele encher de novo e respondi: "fica tranquilo, a ideia era se divertir e até agora tá tudo dez". Ele agradeceu de novo e a situação desanuviou.
Cíntia, depois de se recuperar um pouco, foi tomar um banho, voltou radiante de novo, com o cabelo ainda molhado e enrolada numa toalha, olhou pra gente do corredor que leva ao quarto.. "se tão cansados, chamo outro" disse enquanto ia embora e deixava a toalha cair. Eu fui atrás, enquanto Carlos ficou mexendo no celular; em poucos segundos, sem nenhuma preliminar, eu tava deitado na cama e ela em cima de mim, num 69 bem gostoso. Tava perdido saboreando aquela buceta que não parava de produzir e jorrar gozo na minha cara, aí veio o Carlos e se deitou pra tocá-la. elogiar a bunda e os peitos dela, ela de vez em quando se virava e chupava ele, mas mantinha a pussy na minha cara. Foi o Carlos que num momento me pergunta "me deixa um pouquinho?" não precisei responder, ela se ajoelhou na cama e avançou até deixar a pussy bem perto da cara dele, com os dedos esticou os lábios pra cima como pra deixar mais visível e disse "assim você gostava de me chupar, lembra?" ele passou a língua por toda a rachinha da Cíntia e ela tremeu de novo.. "você me esquentava muito quando ela era peludinha" .. "sim, meu amor, eu sei" ela soltou misturado com um gemido.. Claramente tinha muita recordação quente nesse reencontro.. O Carlos segurou ela pelos quadris e virou.. claramente com a intenção de ter mais conforto pra saborear a bunda dela.. eu me aproximei, ela me beijou com paixão e falou quase sussurrando "meu amor, adoro como ele chupa minha bunda, morro de prazer" eu não falei, só continuei beijando e acariciando os peitos dela até que ela não aguentou mais e se afastou da cara do Carlos pra me oferecer aquela bundinha pequena cheia de saliva, fez isso colocando a bunda pra cima e apoiada nas pernas dele.. não foi difícil entrar, bastaram umas apertadas pra que logo meu pau entrasse naquele buraquinho escuro e tão apertado.. obviamente assim que eu terminei de entrar, ela começou a devorar a rola do Carlos que ficava louco sentindo aquela boquinha quente. Ficamos um tempo assim, era só luxúria, sem dúvida uma das fodas mais quentes que eu já tinha vivido até aquele momento. Quando senti que a hora chegava, apertei pra ir bem fundo dentro dela e descarregar meu gozo lá.. assim que o Carlos me viu sair, disse "agora eu quero essa bunda" .. A Cíntia olhou séria pra ele.. "se me fizer doer, acaba tudo" sentenciou. Parece que ela tinha outros planos, mas foi ele quem assumiu o controle. Ela se ajeitou de quatro com o peito apoiado na cama, eu fui pra frente, não Queria me perder na cara dela! Lembrei naquele momento que nos nossos encontros com o Nacho, ela curtia dar o cu com ele, mas claro... a pica do Carlos era evidentemente mais cabeçuda que a do Nacho ou a minha. Achei bom tentar acalmá-la: "Relaxa, amor, se não der, tudo bem", falei isso, mas por dentro tava morrendo de vontade de ver ele enfiar nela! Enquanto ele fazia as primeiras tentativas, a Cin segurou minhas mãos... me olhou com os olhos arregalados: "Meu amor, te amo", falou baixinho... os trejeitos da carinha dela me fizeram entender que aquela pica cabeçuda tinha conseguido o objetivo e devagarzinho ia abrindo caminho pra dentro dela... apertava minhas mãos e só repetia como uma espécie de súplica: "Meu amor... meu amor..." enquanto me encarava bem nos olhos. Os movimentos do Carlos indicavam que ele já tava confortável e pronto pra curtir aquela sentada por um bom tempo... e foi exatamente o que aconteceu. A Cíntia tava com uma expressão meio desfigurada, mas de muito prazer, os gemidos dela logo viraram gritos... de novo gritos!... O Carlos suava e segurava ela pela cintura, de repente, num grito meio animalesco, acabou esporrando pelas costas e na bunda da Cin.. fiquei intrigado e quis ver... o cu dela tinha ficado dilatado, quase como se ele ainda tivesse dentro, e pude ver de camarote como, com pequenos espasmos, ia voltando ao tamanho normal. A Cíntia se encolheu na beira da cama, só me ocorreu perguntar se ela tava bem... ela respondeu com um sorrisinho: "Sim, meu amor, mas não consigo me mexer". O Carlos, enquanto juntava a roupa, fez um sinal pra eu segui-lo. Na sala, me perguntou se podia dormir aqui, já tinha escurecido fazia tempo, então falei que sim e achei que era uma boa hora pra fazer o mesmo junto da minha mulherzinha.
De manhã, foi ela quem me acordou com uns beijos muito carinhosos: "Oi, amor, bom dia!!" falou com aquele sorriso lindo iluminando o rosto dela. Como você tá? perguntei. "Tô super bem, já Descansei e agora quero uma transa de despedida antes dele ir, e depois a gente vai comer". "Você sozinha com ele?" "Fica e me olha... depois vem sua recompensa". Ela foi clara... então fui pra sala, o Carlos já estava arrumando as coisas pra ir embora, falei que ela queria se despedir e ele sacou na hora do que se tratava. Voltamos pro quarto e ela disse pra ele: "rapidinho, igual a gente fazia quando a minha mãe tava em casa". Ele sorriu, soltou a calça e baixou sem tirar de vez, ela se descobriu, ainda estava nua, ele deitou por cima e se pegaram por uns momentos até ele ficar duro e, sem mais enrolação, meteu nela. Foi uma transa rápida e intensa, ele batia com a cintura nela, que se deixava fazer mansamente... percebi quando ela gozou pelo jeito que arqueou a cintura. Carlos perguntou onde ela queria... "onde você sempre gozava em mim". Ele entendeu e deu aquela última gozada nos peitos dela... um rapidinho, como ela bem disse.
Se despediram, a Cíntia foi educada mas distante, eu acompanhei ele até a porta e quando voltei ela já estava no chuveiro... "prepara um mate!" gritou pra mim. Ela veio já trocada, quando sentou notei um pequeno gesto de dor e antes que eu perguntasse ela soltou: "tô com o cu doendo... é o que dá ser piranha" e a gente riu junto. Enquanto tomávamos mate, obviamente surgiu o assunto do Carlos, que eu nem conhecia direito, mas a conversa durou pouco, ela encerrou com uma frase cortante: "ele fode muito bem, mas não vou sentar pra falar da minha vida com ele". Que qualidade uma mulher tem pra nos jogar debaixo do trem com poucas palavras, pensei.
O que veio depois foi sair pra almoçar e passear um pouco, mas não vou alongar o relato com esses detalhes menores!
Saudações a todos, obrigado por tirarem um tempo pra ler.
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