A gostosa do meu amigo

La mujer de mi amigoA mulher do meu amigo
A mulher do meu amigo me procura
Posto algo no Instagram
E é o primeiro like
A mulher do meu amigo me atiça
Me faz pensar putaria
Alimenta minha poesia
Comigo, se comporta como uma puta

Não se animava a mais
Era como xadrez
Até que outro dia
Seu apetite voraz
Trouxe ela pro meu trampo
E num tempo vago
Fechei por um instante
E despi minha puta
E transgredimos tudo..
Mas foi do meu jeito

Nos beijamos com gosto
E com um olhar
Ela, que já tem cabelo branco
Já tava ajoelhada
Lambendo minha pica
Feito uma desesperada
Sua língua esperta
Deixou ela dura
Puxei ela pelos cabelos
E falei ‘vira aí’
Consolei seus desesperos
Na ponta da minha pica
No cuzinho dela encharcado
Enfiei sem pedir licença
Perfurei o buraco dela
Com minha espada afiada
Seu gemido incrível
Confirmou o vício
Bati muito forte
Na buceta molhada
Raspando com minha estaca
Na honra dela manchada

Num dado momento
Apoiei no cu dela
Ela colocou a mão
Que eu tirei pro lado
E puxei pelo cabelo
E falei com voz firme
Tomei conta do cio dela
Não esperei confirmação

Entendeu que comigo
Não combina, obedece
Que eu não sou meu amigo
O marido que a ama
Não veio pra ser amada
A luxúria trouxe ela
E acordou a fera
Que fode com raiva

E me enfiei sem dó
Até bater as bolas
Destruindo o aro dela
Virgem até aquele momento
Aquele anel franzido
Que já tava se abrindo
E no ouvido dela meu hálito
Soprava no ouvido
O que eu tava fazendo
Enquanto sussurrava
Que tava comendo ela
Ela ficava com tesão
E tava se mijando
Confessou entre gemidos
Que tava adorando
Que com as batidas
Já tava gozando

Marquei ela pra sempre
Desvirginei a bunda dela
Fiz ela mulher de novo
Nesse mês de setembro
Deixei tanta porra nela
Foi embora cagando esperma
Tirei ela manchada
Com um pouco de merda

Isso foi há dias
Ela me liga toda hora
Manda umas loucas
Que não sabe o que quer
Que ama meu amigo
Com ele é uma dama
E comigo uma puta
Eu deixei bem claro
Comigo, zero drama Mas aqui já não é mais dama
É que é minha submissa
Ela aceitou calada
Com a cara vermelha
Baixando o olhar
Eu deixei ela puta
A mulher do meu amigo
Procura minha boca
Me procurava no face
Me procurava no Instagram
A mulher do meu amigo
Tem a bunda arrombada
Deu e deu mania
Me puxou pela pica
Me procurava a pica
Coloquei na boca dela
Estourei a pussy dela
E desvirginei o cu dela
A mulher do meu amigo
A mulher do meu irmão
Aquela que eu não sabia
Que queria minha pica
Me procura de noite
Quando o cu dela coça
Me pede pra fechar
Quando tem meu irmão
Dormindo do lado dela
Ela ama meu amigo
Ele é meu amigo irmão
Mas quer minha pica
Quando o cu dela coça
O tesão nos domina
Isso não pode ser
Se a gostosa me chama
Tenho que comer ela
Eu fico muito sádico
Proibi ela de dar
Mesmo que meu amigo insista
Ele tem que aceitar
Com ele só a pussy
Que é pra procriar
Porque o cu dela é meu
Não pode negar
Já disse não pra ele
E deixou ele mal
A gostosa explicou
Que é antinatural
Ele argumenta fraco
Com desespero
Ela dá um basta
Quer só comigo
A sodomização
Ontem me escreveu
O cu dela pulsava
Meu amigo insistia
E ela negava
Azar do meu irmão
Que queria comer ela
E sendo a esposa dele
Só quer a minha
Ontem me disse algo
Que deixei ela muito puta
Que se eu quiser, larga ele
Que ama ele loucamente
Mas se eu falo no ouvido dela
Pega as coisas dela
E pega a estrada
A responsabilidade é grande
Porque eu não amo ela
Porque ela não me ama
Mas a gente se deseja
Mas a gente se curte
Tem muito de perverso
O tesão nos controla
Somos degenerados
Mas não somos casal
Mas nós dois sabemos
Nosso jogo de cu e pica
Nunca vamos largar
É o que mais excita ela

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