Olá, pessoal. Recomendo começar pelo capítulo 1 pra entender a trama. Continuamos com as férias com a amiga da minha mãe. Espero que gostem.
**Férias com a amiga da mamãe 2**
Passaram-se dois dias, tudo correu normal. Só olhares minhas pras tetas e bunda dela, umas punhetas escondidas sem ser pego — ou pelo menos acho que não. Aproveitava o banho ou a desculpa de ir ao banheiro, a verdade é que ficar perto dela me deixava mais tesudo do que o normal.
Chegou quinta-feira à noite, depois de um longo dia de praia e passeio pela calçadão, a Yanina me convidou pra sair: jantar fora e depois tomar algo, pra fazer algo diferente do que a gente vinha fazendo. Aceitei na hora.
Chegamos no apartamento, decidimos tirar um cochilo pra recuperar as energias. Eu capotei por duas horas.
Quando acordei, tudo escuro, só a luz do banheiro acesa e o som da água do chuveiro correndo. Levantei, fui ver se conseguia enxergar algo, e o que vi me deixou perplexo. A porta do banheiro estava entreaberta, e no espelho eu vi a melhor imagem da minha vida. A Yanina estava na borda da banheira, sentada, toda ensaboada, se masturbando. Puta merda, que tetas! Dava vontade de entrar e meter o pau na boca dela até ela engolir toda a porra. Mas não, fiquei parado na porta, tentando olhar bem disfarçado e em silêncio.
Ela estava com os olhos fechados, antes de abri-los, me afastei da porta e deixei ela seguir na dela, embora aquela imagem já tivesse feito efeito na minha entreperna. Voltei a me deitar e esperar ela sair, pra ser minha vez de tomar banho e aliviar. Ela saiu do chuveiro, eu fingi que tava dormindo, 5 minutos depois ela me acordou pra eu ir me lavar e me preparar pra sair pra jantar. Nós dois nos trocamos, eu vesti uma bermuda cinza, ajustada, e uma camisa rosa de manga comprida, era algo que eu usava pra festas, mas essa ocasião merecia. E quando vi a Yani, ela tava com um vestido preto, solto embaixo, mas apertado nos peitos, sem sutiã porque ele mesmo já servia como tal. Mas os peitões enormes dela se destacavam. Cabelo liso e uma maquiagem básica, ela tava radiante. Y: Nossa, não sabia que ia ter um acompanhante tão bonito essa noite. F: O mesmo digo, Yani, como você tá linda. Y: Shh, me deixa com vergonha, é uma roupa normal, nada demais. F: Verdade, fica muito bonita em você, que mulher, hein. Ela só corou e a gente foi. Fomos jantar no Manolo, provavelmente vocês conhecem, comemos muito bem e depois fomos pro Antares, tomar cerveja e começar a noite. A real é que eu sou meio fraco, 2 ou 3 canecos e já tava alegre. Nós dois já estávamos no quinto caneco. E eu não aguentava mais, mas não podia amolecer. Y: Acho que não vou beber mais, senão você vai ter que me levar pra cama, haha. F: Eu levo com gosto, contanto que você queira, o que me diz? – Falei de forma safada, brincando com o duplo sentido. O álcool tava fazendo efeito. Y: Hahaha, não se faz de esperto, moleque, que eu tô falando sério, já tô me sentindo tonta. F: Eu também tô falando sério, embora você não tenha respondido minha pergunta. Y: Sim, quero que você me leve pra cama… me deixe lá dormindo e vá pra sua caminha, bebê, olha lá. F: Hahaha, quem sabe você não vai ter que me levar pra minha, viu que eu sou fraco. A conversa tinha esfriado, também não podia passar do ponto e queimar o filme. As ilusões Era só na minha cabeça, eu precisava saber me controlar, mesmo ela estando pedindo pra ser declarada ali mesmo, levada pro banheiro e comida. Encerramos nossa noite de cervejas e levantamos pra ir pro apê, os dois meio cambaleando. No meio do caminho, a Yanina tropeçou e se segurou em mim, então decidimos seguir assim. Abraçados. A umas dez quadras do prédio. A gente ria de qualquer besteira, quem visse ia achar que éramos um casal. Mas infelizmente não, haha. Fizemos uma parada na praia, sentamos pra observar a noite e o mar. Noite linda.
Y: Me conta, gatinho, como é sua vida amorosa?
F: Pô, que pergunta. Se for uma troca sincera, respondo, ok?
Y: Aceito, neném.
F: É meio complicada, principalmente pra minha idade. A mina com quem eu tava, a gente ficou um ano e uns meses. Mas teve muita ida e volta da minha parte, por querer fazer umas coisinhas e ela sempre esteve lá. Quando percebi que era o que eu queria, já era tarde, e ela foi com outro cara. Acho que fiquei apaixonado, mas mereci. Me conta a sua.
Y: Bom resumo, acho que você é meio duro consigo mesmo. Mas gosto que você consegue assumir a culpa na sua idade. Fica tranquilo que você tem a vida toda pra se apaixonar, gatinho. Minha vida amorosa não é muito interessante, acostumada a ficar sozinha. Só tive um relacionamento sério uma vez, vários anos depois da faculdade, saí machucada e desde então nunca mais. Sempre algum passageiro, mas nunca nada fixo.
F: Não pensa em se apaixonar de novo? Qualquer coisa é só me chamar, haha.
Y: Haha, vou levar em conta, viu. Tem que ver se você dá conta do recado...
F: Vou guardar minha resposta pra mim, com medo de ter que dormir na rua, senhora, haha.
Y: Olha só o cara, vai dormir fora por me chamar de senhora?
F: Desculpas, senhorita. Vamos?
Ofereci meu braço pra seguir rumo ao apê. Ela se segurou no meu braço e partimos. Será que eu tava começando a me apaixonar? Só tava de tesão ou tava gostando mesmo? Essas perguntas martelavam na minha cabeça. Chegamos no apê lá pelas 3 da manhã. Ela se despediu com um beijo na minha bochecha e foi embora, eu olhando pra bunda dela, até que ela se virou, bem na porta do quarto dela.
E: Se prepara pra amanhã, que vamos pegar praia, shopping e depois uma noite pior que a de hoje, hein haha. E para de olhar minha bunda que seus olhos vão cair, meu bem.
Falou isso e fechou a porta, eu só confirmei as palavras dela com a cabeça e não sabia onde me enfiar de vergonha. Era mais forte que eu ficar olhando ela. Não me restou opção a não ser ir dormir.
Ao acordar, me troquei e fui comprar algo pro café da manhã. Fui rápido, achei uma padaria a poucas quadras, então minha volta foi rápida; quando saí, Yanina ainda tava dormindo.
Tava subindo e recebi uma mensagem dela, perguntando se eu já tava voltando. Não respondi porque tava no elevador. Entrei devagar e acho que ela não me ouviu; me espiei no quarto dela e Yanina tava se trocando, com a calcinha no meio do caminho. Sorrateiro, olhei pela porta, sem que ela me visse.
Recuei alguns passos, abri a porta da entrada sem fazer barulho e bati forte, pra minha chegada ser notada.
Y: Oi Fran, tô me trocando, já saio. Cadê você?
F: Oi Yani, tinha ido comprar coisa pro café.
Y: Ah, beleza, valeu love, já vou.
Tomamos café, e eu já tava com a pica dura. Fomos pra praia, outro sofrimento, mas nada demais. Depois fomos no shopping, Yani fez várias compras, uma maiô nova, roupa, e acho que umas lingeries. Voltamos pro apê, dormimos, depois tomamos banho e já tava tudo pronto pra mais uma noite.
Yani tava com uma calça preta de cintura alta, que marcava bem a raba dela, em cima uma camisa bem fininha, azul claro, o botão dos peitos quase estourando, dava pra ver o começo daquelas tetonas. Tava linda de novo. Eu repeti o look, só que usei uma camisa branca e uma bermuda azul.
O jantar foi tranquilo, muita gente olhava pra minha acompanhante, mas nada fora do normal. Jantamos com vinho, parecia que essa noite ia ser foda pros dois.
Depois fomos num bar, perto do lugar onde jantamos. Começamos a beber drinks, eu um vodka com energético e Yani pediu um Martini. Foram quatro de cada, pra nós dois. Eu já tava bem alegre e ela também.
Y: Vamos pro apê? Dá pra continuar bebendo algo lá.
F: Bora, curti a ideia, assim se a gente se acabar, tá perto do banheiro e da cama hahaha
Y: Exatamente por isso que falei, tem que aproveitar a noite de sexta.
Partimos pro apê, chegamos e começamos a beber Rum com Coca, foram dois copos quando ela disse:
Y: Topa jogar um pôquer ou algum jogo?
F: Pôquer normal? Claro que topo.
Y: Não, bebê, se for jogar tem que ser a sério. Por dinheiro não, porque não quero te tomar as economias — disse ela de forma provocante.
F: Vamos jogar por roupa, porque eu quero é tirar a sua hahaha — completei com uma risada, pra não ser tão bruto.
Y: E vai nessa mesmo, guy, com essas coisas, você vai acabar sem roupa, vermelho de vergonha. Vamos jogar então, seu piazinho. Ela foi pegar as cartas, estávamos sentados cada um numa poltrona individual, nas pontas de uma mesinha de centro de vidro, e na frente tinha um sofá grande. Combinamos que cada um teria as mesmas peças de roupa. Os dois tínhamos 5, eu contando minhas meias, hein. Comecei a partida. As primeiras 2 mãos foram dela, minhas meias e jaqueta tinham ido embora. As próximas 2 mãos, foi uma pra cada. Eu estava sem camiseta, e ela só tinha tirado a jaqueta de linho. A próxima era decisiva. E tive a sorte de ganhar com uma sequência, ela escolheu tirar a blusa, ficando de sutiã, eu não conseguia parar de olhar pros peitos dela. E: "O que foi? Queria ver eles pelados, mas não vai rolar, Fran, haha." – disse ela apertando os peitos. F: "Já vamos ver, você tá feliz olhando pros meus abdominais." E: "Verdade que sim, você não é nada mal, hein. Uns anos a mais e eu teria te dado mole, hahaha." F: "Poxa, que pena a falta de anos. Você teria me encantado." E: "Hahaha, fala sério, joga e para de falar besteira, cara." Joguei bem orgulhoso do meu trio de 8, mas ela tirou uma sequência real. Debochada, ficou rindo. Virei meu copo, terminei meu quinto rum e tirei a calça. Ficando de cueca e com o pau bem marcado, ela não perdeu detalhe disso. Tava a uma mão de ver ela de calcinha e a um jogo de perder a chance de ver, mas que ela visse meu pau. Na mão seguinte, ela só tinha um par de 4, que eu esmaguei com uma sequência. F: "Vai, dona, vai tirar a calça ou não?" E: "Não, sabe o quê? Por provocador, vou tirar o sutiã, assim você vê como se joga, cara." Ela tirou o sutiã, e eu pude ver os peitões enormes dela. Meu pau não aguentava mais, queria rasgar a cueca. E: "Tô vendo que seu amiguinho tá feliz, hahaha." F: "Dá as cartas, por favor, não me desconcentra, hahaha." Ela deu as cartas, mostrando bem os peitos. Antes, preparou mais um drink pra cada um. A mão foi minha, tava a uma só de ver a buceta dela. Ela, numa dança... erótico e morrendo de rir, foi tirando a calça, descendo pelas costas, deixando os peitos balançando e me olhava, enquanto ria. Depois se virou e mostrou suas costas lindas e a bunda, abaixando a calça. Ficou só com uma tanga preta de renda, enfiada no rabo. Terminou o show, e que espetáculo, meu deus. Mais uma mão, alguém ia ter que ficar pelado.
Y: Tá nervoso? Olha que não vai ser a primeira rola que vou ver, hein.
F: Nada disso, e você? Olha que não são os primeiros peitos que vejo — Por dentro pensava, tão lindos os primeiros.
Y: Jajaja, aposto que nunca viu uns tão grandes, sabe quantas picas essas duas já mataram? Jajaja, vamos jogar melhor.
A última mão foi tudo que não podia dar. Um par pra mim e ela um full, perdi.
Y: Siiim, vai lá, cara, mostra a rola que quero meu prêmio.
F: Jajaja, te odeio.
Levantei e abaixei minha cueca, minha rola saltou como uma mola, cheia de veias e dura, tava enorme.
Y: Nossa, cê cresceu mesmo, Fran. Outro dia vi ela, mas não achei tão grande.
F: Gostou? Jajaja, olha à vontade, pode tocar se quiser, como prêmio, hein jajaja.
Y: Para, garoto, não esquece quem sou jajaja, embora a oferta seja tentadora, mas não. Vamos dançar um pouco.
Colocou música e, do jeito que tava, me puxou pra dançar, os dois bêbados. Minha rola batia em cima da buceta dela enquanto dançávamos, ficamos colados. E eu me joguei, galera. Fui dar um beijo nela, foi um selinho besta e ela me deu outro. Devolvi e começamos a nos pegar, sentei no sofá grande e ela subiu em cima de mim, enquanto a gente se beijava de língua.
Eu, sem perder tempo, peguei os peitos dela e apertei com cuidado, eram macios e grandes, lindos. Depois, levei um peito à boca e chupei como se fosse a última coisa da minha vida.
Y: Ai, Fran, para, para, a gente não pode.
F: Por que não? Tamo sozinhos, de férias, vamos brincar, Yani.
Y: Não, chega, vamos parar por aqui, antes que não tenha volta.
Ela se levantou, antes me deu outro beijo. E: Até amanhã, deixa tudo assim, amanhã a gente arruma. E fica tranquilo, foi dos dois, você não fez nada de errado, mas não dá. Ela ia saindo, antes disso eu levantei, agarrei ela e comi a boca dela de novo, a gente se encostou na parede e voltou a se beijar sem parar. Continua no próximo capítulo, espero que vocês gostem. Aceito qualquer crítica construtiva. Valeu a todos. As imagens são ilustrativas.
**Férias com a amiga da mamãe 2**
Passaram-se dois dias, tudo correu normal. Só olhares minhas pras tetas e bunda dela, umas punhetas escondidas sem ser pego — ou pelo menos acho que não. Aproveitava o banho ou a desculpa de ir ao banheiro, a verdade é que ficar perto dela me deixava mais tesudo do que o normal.
Chegou quinta-feira à noite, depois de um longo dia de praia e passeio pela calçadão, a Yanina me convidou pra sair: jantar fora e depois tomar algo, pra fazer algo diferente do que a gente vinha fazendo. Aceitei na hora.
Chegamos no apartamento, decidimos tirar um cochilo pra recuperar as energias. Eu capotei por duas horas.
Quando acordei, tudo escuro, só a luz do banheiro acesa e o som da água do chuveiro correndo. Levantei, fui ver se conseguia enxergar algo, e o que vi me deixou perplexo. A porta do banheiro estava entreaberta, e no espelho eu vi a melhor imagem da minha vida. A Yanina estava na borda da banheira, sentada, toda ensaboada, se masturbando. Puta merda, que tetas! Dava vontade de entrar e meter o pau na boca dela até ela engolir toda a porra. Mas não, fiquei parado na porta, tentando olhar bem disfarçado e em silêncio.
Ela estava com os olhos fechados, antes de abri-los, me afastei da porta e deixei ela seguir na dela, embora aquela imagem já tivesse feito efeito na minha entreperna. Voltei a me deitar e esperar ela sair, pra ser minha vez de tomar banho e aliviar. Ela saiu do chuveiro, eu fingi que tava dormindo, 5 minutos depois ela me acordou pra eu ir me lavar e me preparar pra sair pra jantar. Nós dois nos trocamos, eu vesti uma bermuda cinza, ajustada, e uma camisa rosa de manga comprida, era algo que eu usava pra festas, mas essa ocasião merecia. E quando vi a Yani, ela tava com um vestido preto, solto embaixo, mas apertado nos peitos, sem sutiã porque ele mesmo já servia como tal. Mas os peitões enormes dela se destacavam. Cabelo liso e uma maquiagem básica, ela tava radiante. Y: Nossa, não sabia que ia ter um acompanhante tão bonito essa noite. F: O mesmo digo, Yani, como você tá linda. Y: Shh, me deixa com vergonha, é uma roupa normal, nada demais. F: Verdade, fica muito bonita em você, que mulher, hein. Ela só corou e a gente foi. Fomos jantar no Manolo, provavelmente vocês conhecem, comemos muito bem e depois fomos pro Antares, tomar cerveja e começar a noite. A real é que eu sou meio fraco, 2 ou 3 canecos e já tava alegre. Nós dois já estávamos no quinto caneco. E eu não aguentava mais, mas não podia amolecer. Y: Acho que não vou beber mais, senão você vai ter que me levar pra cama, haha. F: Eu levo com gosto, contanto que você queira, o que me diz? – Falei de forma safada, brincando com o duplo sentido. O álcool tava fazendo efeito. Y: Hahaha, não se faz de esperto, moleque, que eu tô falando sério, já tô me sentindo tonta. F: Eu também tô falando sério, embora você não tenha respondido minha pergunta. Y: Sim, quero que você me leve pra cama… me deixe lá dormindo e vá pra sua caminha, bebê, olha lá. F: Hahaha, quem sabe você não vai ter que me levar pra minha, viu que eu sou fraco. A conversa tinha esfriado, também não podia passar do ponto e queimar o filme. As ilusões Era só na minha cabeça, eu precisava saber me controlar, mesmo ela estando pedindo pra ser declarada ali mesmo, levada pro banheiro e comida. Encerramos nossa noite de cervejas e levantamos pra ir pro apê, os dois meio cambaleando. No meio do caminho, a Yanina tropeçou e se segurou em mim, então decidimos seguir assim. Abraçados. A umas dez quadras do prédio. A gente ria de qualquer besteira, quem visse ia achar que éramos um casal. Mas infelizmente não, haha. Fizemos uma parada na praia, sentamos pra observar a noite e o mar. Noite linda.Y: Me conta, gatinho, como é sua vida amorosa?
F: Pô, que pergunta. Se for uma troca sincera, respondo, ok?
Y: Aceito, neném.
F: É meio complicada, principalmente pra minha idade. A mina com quem eu tava, a gente ficou um ano e uns meses. Mas teve muita ida e volta da minha parte, por querer fazer umas coisinhas e ela sempre esteve lá. Quando percebi que era o que eu queria, já era tarde, e ela foi com outro cara. Acho que fiquei apaixonado, mas mereci. Me conta a sua.
Y: Bom resumo, acho que você é meio duro consigo mesmo. Mas gosto que você consegue assumir a culpa na sua idade. Fica tranquilo que você tem a vida toda pra se apaixonar, gatinho. Minha vida amorosa não é muito interessante, acostumada a ficar sozinha. Só tive um relacionamento sério uma vez, vários anos depois da faculdade, saí machucada e desde então nunca mais. Sempre algum passageiro, mas nunca nada fixo.
F: Não pensa em se apaixonar de novo? Qualquer coisa é só me chamar, haha.
Y: Haha, vou levar em conta, viu. Tem que ver se você dá conta do recado...
F: Vou guardar minha resposta pra mim, com medo de ter que dormir na rua, senhora, haha.
Y: Olha só o cara, vai dormir fora por me chamar de senhora?
F: Desculpas, senhorita. Vamos?
Ofereci meu braço pra seguir rumo ao apê. Ela se segurou no meu braço e partimos. Será que eu tava começando a me apaixonar? Só tava de tesão ou tava gostando mesmo? Essas perguntas martelavam na minha cabeça. Chegamos no apê lá pelas 3 da manhã. Ela se despediu com um beijo na minha bochecha e foi embora, eu olhando pra bunda dela, até que ela se virou, bem na porta do quarto dela.
E: Se prepara pra amanhã, que vamos pegar praia, shopping e depois uma noite pior que a de hoje, hein haha. E para de olhar minha bunda que seus olhos vão cair, meu bem.
Falou isso e fechou a porta, eu só confirmei as palavras dela com a cabeça e não sabia onde me enfiar de vergonha. Era mais forte que eu ficar olhando ela. Não me restou opção a não ser ir dormir.
Ao acordar, me troquei e fui comprar algo pro café da manhã. Fui rápido, achei uma padaria a poucas quadras, então minha volta foi rápida; quando saí, Yanina ainda tava dormindo.
Tava subindo e recebi uma mensagem dela, perguntando se eu já tava voltando. Não respondi porque tava no elevador. Entrei devagar e acho que ela não me ouviu; me espiei no quarto dela e Yanina tava se trocando, com a calcinha no meio do caminho. Sorrateiro, olhei pela porta, sem que ela me visse.
Recuei alguns passos, abri a porta da entrada sem fazer barulho e bati forte, pra minha chegada ser notada. Y: Oi Fran, tô me trocando, já saio. Cadê você?
F: Oi Yani, tinha ido comprar coisa pro café.
Y: Ah, beleza, valeu love, já vou.
Tomamos café, e eu já tava com a pica dura. Fomos pra praia, outro sofrimento, mas nada demais. Depois fomos no shopping, Yani fez várias compras, uma maiô nova, roupa, e acho que umas lingeries. Voltamos pro apê, dormimos, depois tomamos banho e já tava tudo pronto pra mais uma noite.
Yani tava com uma calça preta de cintura alta, que marcava bem a raba dela, em cima uma camisa bem fininha, azul claro, o botão dos peitos quase estourando, dava pra ver o começo daquelas tetonas. Tava linda de novo. Eu repeti o look, só que usei uma camisa branca e uma bermuda azul.
O jantar foi tranquilo, muita gente olhava pra minha acompanhante, mas nada fora do normal. Jantamos com vinho, parecia que essa noite ia ser foda pros dois.
Depois fomos num bar, perto do lugar onde jantamos. Começamos a beber drinks, eu um vodka com energético e Yani pediu um Martini. Foram quatro de cada, pra nós dois. Eu já tava bem alegre e ela também.
Y: Vamos pro apê? Dá pra continuar bebendo algo lá.
F: Bora, curti a ideia, assim se a gente se acabar, tá perto do banheiro e da cama hahaha
Y: Exatamente por isso que falei, tem que aproveitar a noite de sexta.
Partimos pro apê, chegamos e começamos a beber Rum com Coca, foram dois copos quando ela disse:
Y: Topa jogar um pôquer ou algum jogo?
F: Pôquer normal? Claro que topo.
Y: Não, bebê, se for jogar tem que ser a sério. Por dinheiro não, porque não quero te tomar as economias — disse ela de forma provocante.
F: Vamos jogar por roupa, porque eu quero é tirar a sua hahaha — completei com uma risada, pra não ser tão bruto.
Y: E vai nessa mesmo, guy, com essas coisas, você vai acabar sem roupa, vermelho de vergonha. Vamos jogar então, seu piazinho. Ela foi pegar as cartas, estávamos sentados cada um numa poltrona individual, nas pontas de uma mesinha de centro de vidro, e na frente tinha um sofá grande. Combinamos que cada um teria as mesmas peças de roupa. Os dois tínhamos 5, eu contando minhas meias, hein. Comecei a partida. As primeiras 2 mãos foram dela, minhas meias e jaqueta tinham ido embora. As próximas 2 mãos, foi uma pra cada. Eu estava sem camiseta, e ela só tinha tirado a jaqueta de linho. A próxima era decisiva. E tive a sorte de ganhar com uma sequência, ela escolheu tirar a blusa, ficando de sutiã, eu não conseguia parar de olhar pros peitos dela. E: "O que foi? Queria ver eles pelados, mas não vai rolar, Fran, haha." – disse ela apertando os peitos. F: "Já vamos ver, você tá feliz olhando pros meus abdominais." E: "Verdade que sim, você não é nada mal, hein. Uns anos a mais e eu teria te dado mole, hahaha." F: "Poxa, que pena a falta de anos. Você teria me encantado." E: "Hahaha, fala sério, joga e para de falar besteira, cara." Joguei bem orgulhoso do meu trio de 8, mas ela tirou uma sequência real. Debochada, ficou rindo. Virei meu copo, terminei meu quinto rum e tirei a calça. Ficando de cueca e com o pau bem marcado, ela não perdeu detalhe disso. Tava a uma mão de ver ela de calcinha e a um jogo de perder a chance de ver, mas que ela visse meu pau. Na mão seguinte, ela só tinha um par de 4, que eu esmaguei com uma sequência. F: "Vai, dona, vai tirar a calça ou não?" E: "Não, sabe o quê? Por provocador, vou tirar o sutiã, assim você vê como se joga, cara." Ela tirou o sutiã, e eu pude ver os peitões enormes dela. Meu pau não aguentava mais, queria rasgar a cueca. E: "Tô vendo que seu amiguinho tá feliz, hahaha." F: "Dá as cartas, por favor, não me desconcentra, hahaha." Ela deu as cartas, mostrando bem os peitos. Antes, preparou mais um drink pra cada um. A mão foi minha, tava a uma só de ver a buceta dela. Ela, numa dança... erótico e morrendo de rir, foi tirando a calça, descendo pelas costas, deixando os peitos balançando e me olhava, enquanto ria. Depois se virou e mostrou suas costas lindas e a bunda, abaixando a calça. Ficou só com uma tanga preta de renda, enfiada no rabo. Terminou o show, e que espetáculo, meu deus. Mais uma mão, alguém ia ter que ficar pelado.
Y: Tá nervoso? Olha que não vai ser a primeira rola que vou ver, hein.
F: Nada disso, e você? Olha que não são os primeiros peitos que vejo — Por dentro pensava, tão lindos os primeiros.
Y: Jajaja, aposto que nunca viu uns tão grandes, sabe quantas picas essas duas já mataram? Jajaja, vamos jogar melhor.
A última mão foi tudo que não podia dar. Um par pra mim e ela um full, perdi.
Y: Siiim, vai lá, cara, mostra a rola que quero meu prêmio.
F: Jajaja, te odeio.
Levantei e abaixei minha cueca, minha rola saltou como uma mola, cheia de veias e dura, tava enorme.
Y: Nossa, cê cresceu mesmo, Fran. Outro dia vi ela, mas não achei tão grande.
F: Gostou? Jajaja, olha à vontade, pode tocar se quiser, como prêmio, hein jajaja.
Y: Para, garoto, não esquece quem sou jajaja, embora a oferta seja tentadora, mas não. Vamos dançar um pouco.
Colocou música e, do jeito que tava, me puxou pra dançar, os dois bêbados. Minha rola batia em cima da buceta dela enquanto dançávamos, ficamos colados. E eu me joguei, galera. Fui dar um beijo nela, foi um selinho besta e ela me deu outro. Devolvi e começamos a nos pegar, sentei no sofá grande e ela subiu em cima de mim, enquanto a gente se beijava de língua.
Eu, sem perder tempo, peguei os peitos dela e apertei com cuidado, eram macios e grandes, lindos. Depois, levei um peito à boca e chupei como se fosse a última coisa da minha vida.
Y: Ai, Fran, para, para, a gente não pode.
F: Por que não? Tamo sozinhos, de férias, vamos brincar, Yani.
Y: Não, chega, vamos parar por aqui, antes que não tenha volta.
Ela se levantou, antes me deu outro beijo. E: Até amanhã, deixa tudo assim, amanhã a gente arruma. E fica tranquilo, foi dos dois, você não fez nada de errado, mas não dá. Ela ia saindo, antes disso eu levantei, agarrei ela e comi a boca dela de novo, a gente se encostou na parede e voltou a se beijar sem parar. Continua no próximo capítulo, espero que vocês gostem. Aceito qualquer crítica construtiva. Valeu a todos. As imagens são ilustrativas.
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