Aventura com minha madrasta cap 3

Bom, hoje vim contar pra vocês mais um dos tantos encontros que tive com a Andre. Se não leu os capítulos anteriores, lê eles pra entender. Isso é real. E como vocês sabem, corto o rosto dela nas fotos pra preservar as identidades. Como contei no relato anterior, ela pediu pra gente se afastar por um tempo. Mas no mesmo dia que ela me disse isso, a filha dela, a Micaela, me chamou — e ela não era nada mal. Deixo uma foto dela aqui.Aventura com minha madrasta cap 3A conversa pelo WhatsApp foi meio curta.
M. Me escuta, às 19h te espero na pracinha, ou vou falar com seu pai.
Y. 18h30 tô lá, não fala nada.
M. Já te falei, meu silêncio tem um preço.
Y. Depois a gente conversa.

Passou o dia e chegou a hora de se encontrar. Ela veio vestida igual na foto. Cheguei, cumprimentei com um beijo na bochecha e a conversa começou.
Y. Me diz, do que você quer falar?
M. Isso é fácil. Se você não quer que seu pai descubra que você tá comendo minha mãe, vai ter que me ajudar.
Y. Em quê?
M. Ué, com minhas coisas: roupas, maquiagem e tal.
Y. Por quanto tempo?
M. Sei lá, mas vai ser um tempão, haha. Com uma risada maldosa.
Y. Bom, não tenho escolha, aceito. Você me venceu.
M. Eu sempre venço.
Y. Também preciso te pedir uma coisa, pode ser?
M. Depende, o que é?
Y. Preciso que você me ajude pra meu pai não suspeitar de nada.
M. Vou pensar em alguma coisa.
Y. Valeu, obrigado.
M. De nada. Ela me deu um beijo e foi embora.

Voltou depois de alguns minutos e me perguntou se eu tinha 500 pra dar pra ela. Eu dei pra comprar o silêncio dela. Os dias passaram e as extorsões dela iam desde sorvete até pedir pra eu levar ela no baile ou em qualquer lugar. Da Andre eu sabia pouco ou nada, até que meu pai me disse numa quarta-feira que no sábado ia fazer um churrasco, que todo mundo ia estar lá e que eu não podia faltar. Eu falei que tudo bem, sabia que ia ver ela de novo.

Quando chegou o sábado, fui pro churrasco à noite. Entrei e ela tava fazendo salada, com uma legging preta bem justa no corpo e uma camiseta branca. Entrei, cumprimentei e fui lá pro fundo, perto da churrasqueira. Enquanto tava lá, a Micaela chegou perto de mim. Ela tava vestindo uma regata listrada, mostrando aqueles peitos lindos, e um jeans bem apertado, algo assim.amadorEnquanto meu pai e meus tios conversavam, ela se aproximou de mim e disse: "Podemos conversar?" Aceitei, batemos um papo sobre coisas irrelevantes e voltamos. Quando voltei para o fundo, escapei para o banheiro, passei pela cozinha e vi a Andre picando algo na bancada. Me aproximei, passei a mão na bunda dela e ela disse: "Aqui não." Falei como ela estava gostosa e tudo o que faria com ela. Ela se afastou e foi embora. Fui ao banheiro e, ao sair, ela estava lavando as mãos no lavabo. Aproveitei para encurralá-la e pedi só um beijo, e ela topou. Enquanto o beijo ficava intenso, meti a mão na legging dela, e ela correspondeu colocando a mão no meu jeans.

A. Te falei que aqui não.
Y. Não aguento mais, você me deixa muito excitado.
A. Sinto falta disso.
Y. Dá um beijo.

Ela disse que não, enquanto a respiração dela acelerava e meus dedos se perdiam na buceta dela, já molhada. Eu tava com o pau duro igual uma pedra, então insisti por um beijo e ela topou. Ela se ajoelhou no lavabo e começou a chupar devagar, colocando na boca com a delicadeza de uma virgem inexperiente. Eu empurrava pra entrar tudo, enquanto curtia aquilo. Ouvimos meu pai chamando por ela. Entrei no banheiro e ela saiu do lavabo já arrumada. A noite passou normal e fui embora. No dia seguinte, ela me mandou um WhatsApp.

A. Gato, se puder, passa em casa hoje.
Y. Fechou, que horas passo? Love (começava esse jogo)
A. Umas 23h, mais ou menos, gordo.
Y. Beleza, tô lá.
A. Beijinhos, guy.

À noite, fui na casa dela e ela saiu pra conversar, vestindo uma minissaia jeans e uma regata estilo blasão. Ofereci pra ir no centro tomar algo, mas ela disse que não, que era melhor eu entrar pra ela me contar o que tava pensando. Entrei na sala e batemos um papo até que ela fala: "Vou pegar os cigarros no quarto", como quem me convida. Fui atrás dela.

A. O que cê tá fazendo aqui?
Y. Quero você por perto.
A. Sério, eu também.
Y. Sinto falta de tudo em você.

Começamos a nos beijar e eu a levei pra cama. Enquanto nos beijávamos, meti a mão na minissaia dela e, surpresa, ela não tava de calcinha. Enlouqueci ao tocar aquela buceta de novo. Ela me beijava, tocando no meu pau, e eu a deitei, levantei a saia dela... Saia curta e comecei a chupar devagar a buceta dela, passando minha língua de cima pra baixo, procurando o clitóris. Enquanto chupava a buceta dela, eu abria com os dedos pra ver ela no máximo esplendor. Ela já louca de prazer me pediu pra meter de uma vez, mas eu não aceitei. Falei pra ela ficar de quatro, ela virou, dei um tapa na bunda dela e falei: "Essa bunda é de quem?"
A. "Sua."
Y. "Quero fazer de novo."
A. "Não, melhor não, deixa só hoje a buceta."
Quando ela falou isso, me deixou hiper excitado. Estando ela de quatro, meti de uma vez. Ela soltou só um "AAAÃÃÃ", sim, "que delícia de pau", e comecei a comer ela. Ela curtia enquanto tentava fazer silêncio, coisa quase impossível, e eu procurava jeito de comer o cu dela de novo enquanto comia ela.
A. "Sim, assim, que gostoso."
Y. "O que você é?"
A. "Sua putinha, nene, me come, aaaah, aaaah, sim."
Y. "Você gosta, putinha?"
A. "Sim, adoro, me come mais forte."
Y. "Agora vem o melhor."
A. "O que é?"
Y. "Vem pra cima."
Ela subiu em cima de mim e enterrou o pau todo de uma vez, gozou que nem uma putinha. Enquanto ela pulava no meu pau, eu batia nos peitos dela, coisa que parecia que ela curtia como nunca. Entre gritos e gemidos, ela pedia pra eu gozar dentro antes que meu velho viesse buscar ela. Perguntei que horas ele passava, e ela disse tipo 2h, então eu tinha que gozar e ir embora. Enquanto ela pulava e me beijava, eu já não aguentava mais o gozo e terminei tudo dentro dela. Foram uns dois ou três jatos grandes que inundaram ela de porra. Ela me beijou enquanto falava como era gostoso o gozo dentro, e eu perguntei se ela queria tomar banho, porque eu já ia.
A. "Tomar banho pra quê?"
Y. "Pra ir com meu velho."
A. "Prefiro ir com seu gozo bem dentro de mim."
Y. "Você acha que dá?"
A. "Sim, você é melhor que ele, adoro quando você me come."
Y. "Beleza, valeu." Enquanto pensava no que fazer...
A. "Você me encanta, nene."
Y. "Beleza, vou indo." Dei um beijo, um tapa na bunda e fui embora.
Quando cheguei em casa, tomei banho e fiquei pensando que, sem querer, tinha virado o amante da namorada do meu velho, e isso me excitava. Deitei na cama pra dormir quando chegou um WhatsApp dela. micaela M. Oi, tudo bem? Y. Sim, o que foi? Precisa de algo? M. Não, só quero conversar Y. Sobre o quê? M. Quero algo mais do que ajuda com minhas coisas Y. O que você quer? M. A mesma coisa que a minha mãe, kkk Y. O quê? Me fazendo de desentendido M. Quero que você me coma também Y. Isso é complicado M. Me come ou eu conto, pensa nisso e escolhe, beijos Y. Beleza, tá bom. Não ia perder a chance de comer a mãe e a filha, ambas umas putas gostosas. Passaram os dias e sem notícias do andre, e a micaela me pressionava pra comer ela, então aceitei. Num sábado, depois de levar o andre na casa do meu pai, fui na casa dela e lá estava a mica me esperando. Bati, e ela já tava pronta, me abriu de lingerie — lembro bem daquela calcinha fio-dental branca e sutiã vermelho — e me levou direto pro quarto da mãe. Fechou a porta e me contou que tinha brigado com o namorado, essas paradas. O namorado mandava mensagem e ela, deitada do meu lado, respondeu: "Agora vou dar pro meu irmão adotivo". Me olhou e disse: M. Agora me come igual comeu minha mãe Y. Tem certeza que igual a ela? Vai aguentar? M. Vamos ver. Abaixou minha calça e começou a chupar minha pica. Eu comecei a apalpar os peitos dela e praticamente arranquei o sutiã. Ela me jogou na cama e, com a maior cara de puta, disse: "Agora é minha vez". Puxou a calcinha pro lado e sentou na minha pica, começando a rebolando enquanto se movia e curtia minha pica. Não durou muito até ela ter o primeiro orgasmo e me encharcou a pica de gozo que escorria até a cama. Ela continuava pulando. Y. Você quer que eu te coma igual sua mãe? M. Sim, falei Y. Então fica de quatro. Ela ficou de quatro e eu me joguei pra chupar a bunda linda dela e, igual com a andre, brinquei com a língua e os dedos pra ir abrindo. M. Hummm, que gostoso, parece Y. É, agora vai sentir algo melhor M. Não, para, no cu eu sou virgem Y. Você pediu pra eu te comer igual ela M. Siiii, AAAAH, dói, espera, tira o dedo. Fiz ela arquear as costas e, com o maior cuidado, comecei a enfiar minha pica no cu virgem dela. Ela pedia que parasse e isso me deixava a mil. M. Não, basta, tá doendo de verdade. Y. Quieta, já vai entrar. M. Não, para, não aguento, sério, enquanto lagrimejava. Comecei a comer ela devagar pra ir aumentando o ritmo na bunda dela e ela passava de gritos de dor a gemidos de prazer. M. Aaai, assim, me come como se fosse minha velha, vai. M. Faz tudo comigo igual faz com ela. Enquanto eu comia ela, ouvir aquilo me deixou a mil. Quando já não aguentava mais, porque a bunda dela apertava demais, tirei e meti na bucetinha dela e falei: isso também faço com sua velha, garota. Ela perguntou o quê, e eu enchi a pussy dela de porra grossa e quente. Ela caiu rendida do meu lado, reclamando da dor anal, me beijou e disse: quero que você seja meu. Dormimos juntos e no dia seguinte recebi uma mensagem da Andre perguntando se eu tinha estado na casa dela. Respondi que sim e ela disse: acho que tô grávida. Mas esse encontro é pra outra história. Em anexo, uma foto da bunda da Andre.peitosSe você gostou de mim e quer saber como continua, comenta e avalia. Valeu por ler.

4 comentários - Aventura com minha madrasta cap 3

Se te junta el ganado. Ojo que te van a dejar capon. Me encanto tu relato. Segui contando como safas de este embarazo
muy bueno !! y por mas fotos !! y que puedas cojerlas a las dos y dejarlas bien preñadas por putas !!