Como eu já tinha contado antes, eu tava muito assustada. As fodas do Carlos tavam doendo pra caralho, mesmo ele tendo o pau grande e comprido, não era tão gigantesco quanto o do negão. Aquele negão tinha uma pica enorme, extremamente grossa, parecia um gorila. Meu corpo sabia que teria que aguentar um membro que não só seria um pouco mais comprido, mas muito mais grosso que o do anterior. A angústia me invadia quando eu percebia que meu novo agressor tava com muita vontade de me foder e que eu, pra ele, não significava nada como mulher.
Depois de ouvir o sussurro dele: "Antes que outros passem por ela, eu vou me acabar nela!" O negão chegou perto do meu ouvido e, sem o Carlos ouvir, com um tom suave mas safado, falou: "É melhor você não chorar tanto, porque me excita mais quando você pede clemência" e sorriu. Isso me deixou gelada. Ele virou o rosto pro Carlos e teve uma conversinha:
- "Amigo, você me disse que quer dar uma lição nessa putinha e, mesmo ela sendo muito gostosa, merece o pior castigo da vida pelo que te fez!"; "Me diz se quer que eu dê uma lição infernal ou se vai dar outra chance pra ela." Carlos respondeu: - "Vamos, deixa disso. Essa rabuda tava esquentando os ovos por aí, e a gente só vai dar o que ela tava procurando. Mesmo que enfiássemos a pica de um cavalo, ela continuaria provocando por aí!"; "Essa putinha já teve a chance de ser decente, mas ela pediu aos berros pra ser uma vagabunda"; tirando sarro de mim, "Mas não quero que você acabe com ela logo, vamos devagar...!" -- "Lembra, isso é um castigo e ela não vai sair daqui até pedir perdão."
Então o outro respondeu: "Bom plano você tem, nossa gostosa tem que ir aprendendo a ser a melhor das putas!" Rindo junto com ele.
Carlos respondeu: "Negão! É pra assustar e dominar ela, não pra você matar ela de tanto foder" e caiu na gargalhada.
Eu tava cada vez mais gelada, todo meu ser queria gritar, queria sair correndo dali, mas o medo me dominava. Desde pouco tempo, eu... Eu já tinha percebido que ele era capaz de me matar se quisesse, ou machucar minha família. E, dadas as circunstâncias, não sabia o que podia fazer naquele momento, já que tudo estava a favor dele.
O negrão se virou pra mim: — “Bom, já falei, com a permissão do seu manager, eu com prazer serei seu melhor cliente!”; “mas, aproveitando, vou te domando!”
Carlos: — Kkkk Negrão!! “O que você tá pensando pra esse grande momento?”
— “Quero outro boquete, mas que ela faça como minha putinha. Antes eu tive que forçar ela, agora quero que faça por conta própria!”
Carlos, que já estava gravando tudo, de repente me olhou sério e com tom de ordem disse: — “Eu vou te dizer quais serviços você deve entregar pros meus clientes!”; “eu vou definir os acordos e os preços!”; “você vai ter que obedecer sem me fazer perder nenhuma grana!”; “você decide se quer continuar com os castigos ou se faz direito e encara isso como treinamento”; “se o cliente quiser sexo oral, você tem que fazer sexo oral dando uma mamada gostosa pra caralho”.
Eu, idiota, respondi bem baixinho: — “Eu não sou um objeto, nem uma servidora sexual!”; “já chupei ele antes e tem um fedor danado” (realmente não sei por que respondi, acho que foi meu instinto de mulher, já que a gente muitas vezes quer impor condições no que não quer e não mede as consequências).
O negrão me olhou, riu e comentou: — “Claro, mamacita, não vê? Hoje sou eu, amanhã pode ser qualquer outro e vice-versa!”; “ou o quê?! Cê espera só carinhas bem perfumados, bem banhadinhos pro seu novo trampo?”; “quando te mandarem fazer sexo oral, você tem que ser bem obediente e se comportar”; “senão vou te dar uma surra boa e com prazer vou te castigar com meu pau até você aprender!”… “Quando eu pedir sexo oral, é porque você tem que chupar ele até eu ficar satisfeito”.
Enquanto esse gorila preto falava isso, Carlos se cagava de rir e também comentava: — “Olha, minha gostosa, isso de você ser super gostosa não quer dizer que vai ser uma puta de alta sociedade!”; “comigo você vai ter que aprender a mexer essa sua bundinha redonda e linda, deixar eu tocar suas tetinhas, sua cinturinha e você vai ter que chupar muitos paus e o cheiro dos homens sujos você vai ter que aguentar sem reclamar, entendeu, garota!”
O negrão na hora se pronunciou: “Já ouviu, mamacita, vai chupar com gosto que da outra vez eu gostei mas você não fez com vontade e eu tive que te forçar, agora você vai me chupar por conta própria e me dar aquela mamada gostosa se não quiser que além de te comer eu te dê uma surra que ninguém vai te reconhecer”. Na hora ele se levantou na minha frente.
Não tive escolha a não ser fechar os olhos e como se fosse gostar, tive que me humilhar, me ajoelhei na frente dele pra que meus lábios ficassem bem na frente do pauzão dele e pegando com as duas mãos comecei a enfiar com dificuldade na minha boca, por dentro sentia nojo e repulsa mas por fora me mostrava como uma garota complacente, me esforcei pra abrir minha boca o máximo que podia e engolia e tirava o máximo que conseguia daquele membro enorme, mesmo com a mandíbula doendo eu preferia mil vezes obedecer do que ser espancada por dois homens dos quais eu estava à mercê.
Ele segurou minhas mãos com uma só enquanto minha boca obedecia o pedido dele, ele movia minhas mãos pra simular como se eu estivesse masturbando ele, depois colocou uma das minhas mãos nas bolas dele e eu ouvia ele dizer:
-“Ah, que boca gostosa você tem!”; -“Assim, assim, boa garota, que boa puta você está se tornando!” Depois com a outra mão ele me agarrava forte pelo cabelo, segurando minha nuca, me fazia mover a cabeça pra frente e pra trás me afogando quando me fazia engolir o pau dele até o fundo da minha garganta, me deixava respirar por uns segundos e voltava a fazer, era como um animal, queria que eu tentasse enfiar o membro inteiro pela boca quando pelo tamanho que era, com esforço, só cobria a metade.
De repente meu outro agressor disse: -“Ei, negão!”; “Que filme bom você tá fazendo, essa putinha realmente sabe Deixar os caras de pau dura, só de ver esse vídeo até dá vontade de gozar na honra dela, qualquer um vai querer!”, “se ela continuar se comportando tão bem assim, eu com todo prazer dou o prêmio pra essa boquinha gostosa”.
O negão que tava segurando minhas mãos, tirou o pau da minha boca e rapidamente me pegando com força pelas mesmas mãos, me fez levantar do chão com uma agilidade extrema, me colocou de novo na cama na posição de quatro, me deixando de frente pro espelho enorme que era testemunha de tudo que tinha acontecido. Consegui ver pelo espelho que ele chupou os dedos e senti na hora como os dedos dele molhavam meus lábios da buceta, tocando minha intimidade, e ainda aproveitava a façanha pra colocar os dedos fazendo círculos no meu clitóris. Fechei os olhos e tentei apertar os dentes, sabendo o que vinha a seguir, mas ele me deu um tapão daqueles, forte o suficiente pra deixar uma das minhas nádegas vermelha, fazendo eu soltar um grito e abrir os olhos. Ele me puxou pelo cabelo e disse: “quero que você olhe e lembre pra sempre desse momento!”. Aos poucos fui sentindo a ponta do pau dele tomando a direção certa pra entrar em mim, ele colocou a cabeça do pau e foi entrando devagar pela minha buceta, eu comecei a sentir uma dor intensa, como se ele tivesse enfiando um tacho fervendo no meu sexo, sentia como se estivesse me partindo ao meio, aquela dor é difícil de explicar, mas até me fez chorar sem soluçar. Ele parou por uns momentos, acho que pra garantir que tava no caminho certo, enquanto eu me mordia de dor. De repente, me puxando forte pelo cabelo, me fez olhar pelo espelho, eu não queria lembrar, mas tenho na mente a impressão da cara de diversão dele e as palavras que ecoam na minha cabeça quando ele disse: “É hora de começar a gozar!” e começou a meter com mais força o pau descomunal dele em mim. De repente, ele meteu com tanta agressividade até o fundo, com tanta força, que eu não consegui me segurar, não queria, mas desde o começo eu tive que gritar. gemir sem conseguir me controlar:
AAAAAAGGGRRR HAAAYYYYYY!!!!! HAAAYY HAYYY HAYYYYYYY NÃO AGUENTO, NÃO AGUENTO!! PELO AMOR DE DEUS, NÃO ME MACHUCA, TÁ DOENDO MUITO HA HA HAAAYYYY ¡AYYYYYYY! !!!!
Na real, não queria fazer aquilo, não era prazer que eu tava sentindo, era uma dor intensa. Quando ele começou a me penetrar, não consegui me segurar, tive que chorar. Minhas pernas e braços tremiam, nunca tinha sentido uma dor igual. Mas ele me segurava e não deixava eu cair, pior, me puxava mais pra perto dele pra que as estocadas fossem mais fundas e eu não conseguisse me soltar. Ele continuava com o vai e vem, uma vez atrás da outra, e eu gritando:
PELO AMOR DE DEUS, PARA AGORA, HAAAYYYY HAYYYYYYY TÁ ME MACHUCANDO, HAAYYY HAYYY HAYYY enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto. Com a mão que tava livre, ele me segurava, e quando me soltava, me dava umas palmadas tão brutas que acho que até os vizinhos ouviram. A dor se espalhava pelo corpo todo, especialmente na minha bunda. Eu não queria, mas não conseguia ficar quieta. Nunca ninguém tinha me batido antes, e aquele animal fazia aquilo com tanta selvageria, me fazendo sentir muito humilhada e machucada, não só pela trepada violenta, mas também pelos tapas fortes. Enquanto eu, entre gritos e súplicas, pedia:
HAYYYY JÁ CHEGA, PARA AGORA, HAYYY HAYYY PELO AMOR DE DEUS, PELO AMORZINHO, PARA, HAAAYYY TÁ DOENDO, TÁ DOENDO HAYYYY, TÁ DOENDO HAAAYYY!!
Eu não tava excitada, e isso fazia com que, sem saber, meu corpo resistisse à penetração, deixando cada estocada ainda mais dolorosa. Mas parecia que o negão curtia aquilo, porque ele me segurou assim por um tempão. Me pegava pelas cadeiras e não deixava eu cair, pelo contrário, me puxava pra perto dele pra que a penetração fosse mais funda. Eu parecia uma boneca de pano nos braços dele, que mexia meu corpo do jeito que queria. Tentava fechar os olhos, mas quando fazia isso, sentia de novo os tapas na minha bunda. Aí eu olhava pro teto ou pra outros lados, e ele... fazia com que, pelos cabelos,
eu continuasse olhando para os espelhos,
logo entre os espelhos
pude observar como Carlos arrumava outras câmeras sem me deixar
gravar com a primeira, mas dessa vez ele fazia até com os utensílios para
colocá-las em diferentes ângulos.
Eu queria que a penetração
fizesse o negro sentir vontade de gozar para que ele me deixasse logo,
mas infelizmente isso não acontecia, e ainda
com um gesto de grandeza ele me dizia:
— “Slutty, você não pode reclamar de dor ou vamos continuar assim com você,
você tem que me dizer que gosta para que eu pare um pouco!”
Meu choro automático, tentando que assim ele parasse, fazia o que ele mandava:
AI AI AI, SIM, EU GOSTO,
MAS PELO AMOR DE DEUS, PARA AI AI AI!!
Então ele me dizia que eu não devia falar sem vontade,
mas como se aquilo estivesse me dando prazer, e olhando para as câmeras,
me dando ordens para eu dizer que o tasty me comia,
e que eu era uma slut.
Naquele momento, minha mente não pensava, só reagia,
tentando fazer qualquer coisa que fizesse tudo parar,
então eu aceitei contra minha vontade e dizia:
AI AI AI QUE tasty AI AI AI AI
EU GOSTO MUITO QUE VOCÊ ME COMA,
MAS AGORA PARA, PARA!!
Ele ria orgulhoso, chegava perto do meu ouvido e me dizia:
— Não é assim que você deve falar, slutty, lembra que estamos filmando e você
tem que falar com naturalidade ou vamos continuar nessa posição, você tem que dizer:
“que tasty, papi, eu gosto que me comam porque sou uma slut!”
E me virava pelos cabelos várias vezes para as câmeras,
cada vez que eu olhava, ele me dava tapas na bunda
para que eu falasse, e se eu não fizesse, ele batia de novo,
então não me restava outra opção e eu fazia o que ele mandava quando ele pedia:
AI AI AI AI AI QUE tasty VOCÊ ME COOOOME PAPI,
EU GOSTO QUE ME COMAM AI AI
EU GOSTO QUE ME COMAM PORQUE EU SOU UMA PUTA,
AI AI AI AI!!!
Ele me ordenava no ouvido o que eu tinha que dizer:
— “Que tasty, que gostoso, me comam, me comam, eu sou a nova prostituta de vocês!” HAAAYYY HAA HAAAAY QUE GOSTOSA, (chorando) HAYY QUE GOSTOSA, AAAAH AHHH ME COMAM, HAYY ME COMAM (chorando), HAYY HAYY EU SOU A NOVA PROSTITUTA DELES HAAAAAAYYY HAAAY ME COMAM (chorando)
Nisso o Carlos chegou perto, falando alto pra gravação, disse: “Essa é a nossa nova puta, venham se satisfazer com ela!” “E como as vadias gostam é de pica, tem que dar é rola!” Ele parou na minha frente e com o pau na mão, em voz baixa, disse: “assim tá melhor, você tá melhorando” e enquanto o negão me comia de quatro, o Carlos enfiou a pica dele na minha boca, me forçando a chupar como se eu tivesse gostando. Eu pensei comigo: esses filhos da puta tão me humilhando, tão me comendo do jeito que querem e ainda me filmam como se eu tivesse feliz com isso; mas tive que fazer um boquete gostoso no Carlos porque não queria que os dois me batessem, embora eles ficassem zoando de mim, me mantendo naquela posição por um tempão. Eu não podia fazer muita coisa porque naquele momento o negão me segurava pelos braços pra meu corpo arquear enquanto o Carlos, com uma mão segurando uma das câmeras e com a outra movendo minha cabeça no ritmo que ele queria, basicamente tava me comendo pela boca.
Acho que me mantiveram assim até eles se cansarem, porque os dois me largaram, e eu caí na cama e fiquei chorando por um tempo. Minha boca doía pra caralho, minha mandíbula e minha buceta também; eu realmente não acreditava no que tava falando e no que tava acontecendo comigo, mas sabia que se não obedecesse, as porradas iam continuar e nunca iam parar.
O Carlos me acariciou, mas mais por tesão do que por consolo, ele ficou me tocando toda, enquanto o negão, sem eu saber o nome dele, me apalpava as pernas e a bunda. O Carlos me beijou na boca e disse: “Viu como você tá aprendendo?”; “Eu sei que você gosta, notei desde a primeira vez que a gente transou, mas você provocou tudo isso, meu amor!”; “Viu o que aconteceu por me trair e ficar de putinha por aí?” oferecida com outros homens!"; "agora eu só tô te satisfazendo e aproveitando pra tirar vantagem disso tudo, você vai adorar ficar esquentando vários caras e eu, por minha conta, curto a grana que a gente ganhar junto e de quebra ainda vamos dar uns pegas de vez em quando, como antes". Eu fiquei ali, abracei o travesseiro e pensei que era um completo idiota, como eu poderia voltar a fazer tudo como antes se agora ele me tratava como uma puta e não como namorada? Eu nunca mais ia ver ele como aquele homem que me interessava e que eu gostava, agora seria só por obrigação. Tava pensando nisso quando ele me deu uns tapinhas na bunda, virou pra mim e disse: "E aí, o que cê tá pensando, garota? Ainda não gozamos, seu trabalho de puta não terminou!" Os dois caíram na risada, eu só pensei: "Não é possível, esse dia não acaba, já não aguento mais!" Quando um dos dois me puxou pelos braços e me fez levantar, um deles se deitou debaixo de mim e eu pude ver que o pau dele continuava duro e grande como no começo. Tentei resistir, mas senti os braços de Carlos me pegando pela cintura e me forçando a sentar em cima do outro. De novo senti a dor na minha buceta enquanto o negão me penetrava de novo, e os dois fizeram eu me mexer como se tivesse cavalgando, mas a vara enorme dele doía pra caralho. AI QUE DOR AI AI AI (chorando) JÁ CHEGA PELO AMOR DE DEUS, TÁ DOENDO MINHA BUCETA AI AI (chorando). O negão pegou minhas mãos e colocou nas minhas costas, e com elas assim senti a troca de domínio pelas mãos de Carlos. Agora ele não tava mais com a câmera na mão porque tinha colocado pra filmar de todos os ângulos, e com uma boa estratégia usando os espelhos dava pra gravar qualquer posição, até pela posição dos espelhos eu conseguia ver aquela vara enorme entrando na minha buceta. Agora os dois ficavam falando um monte de putaria, desde como eu era gostosa até... dizendo palavras de prazer pela minha bela buceta que eu tinha, me chamavam de a melhor puta, diziam que eu gostava daquilo e que ia aproveitar cada dia mais, até ouvi eles dizerem que iam filmar um vídeo de zoofilia comigo pra eu curtir com qualquer macho, eles falavam alto: "Vem aproveitar essa buceta gostosa, uma puta de luxo ao seu alcance!" Daí o Carlos pegou fita adesiva e prendeu meus pulsos, assim como nos cotovelos, pegou um dos lacres e colocou no meu pescoço como se eu fosse um bicho, depois disso me empurrou com força e como sinal de ordem fez meu corpo encostar no corpo do negão, na hora o negão começou a me tocar e beijar meus peitos, quis me beijar na boca também, eu virei o rosto pra não ficar de frente pra ele e evitar o beijo, mas naquele instante senti um tapa na minha bunda que me fez gritar ainda mais, ação que o negão aproveitou pra me beijar de novo e enfiar toda a língua dele procurando a minha, então só se ouvia meu: "Mmmmmnnnngggfffff!" junto com minhas lágrimas pela dor que o pau dele me causava, pude sentir como o negão agora me segurava pela cintura e me fazia subir e descer pra me penetrar com mais força. Tava nessa posição quando meu corpo sentiu um calafrio forte, senti como se algo quisesse violentar meu cu e eu era totalmente virgem por lá, sempre só de pensar em transar pelo cu me dava medo, sempre achei que uma garota decente e/ou recatada não devia deixar tocar naquela parte, porque dá vergonha e é algo que algumas mulheres não gostam que toquem por ali, comecei a me mexer pra todo lado embora isso causasse mais dor na minha buceta porque de certa forma permitia a entrada mais fácil daquela pica imensa, não queria que ficassem tocando no meu cu. Nisso vi nos espelhos que o Carlos filmava com uma mão enquanto tentava colocar o pau dele dentro da minha área proibida, não sei como consegui mas me separei boca do negão e falei pro Carlos: “Por favor, para, não mete por trás!” Ouvi os dois caçoando e falando: “Olha aqui, gostosa, isso é parte do castigo, melhor você ir se acostumando porque se alguém quiser pagar por um serviço anal, você vai ter que aguentar!” Eu continuava lutando pra não acontecer, tava brigando contra tanta humilhação, o negão dizia: “Se entrega, putinha, porque quando é castigo, é só por aí que a gente vai te comer” Eu gritava: NÃOOO CARLOS PELO AMOR DE DEUS SE ALGUMA VEZ VOCÊ ME QUIS, NÃO FAÇA ISSO POR AÍ.. PELO AMOR… AIIII AI AI AI CARLOS PELO AMOR NÃOOO AIII AI AI CARLOS PARA NÃO ME HUMILHA ASSIM AIIII AI AI Mas ele respondia: “Fazer o quê, gostosa, você quem procurou, isso era parte do plano que eu tinha com meu amigo, eu seria o primeiro a desvirginar seu cu!”; “Você tem uma delícia total, minha rainha, sua bunda inteira é um manjar!”; “Nossa, como é gostoso, bem apertadinho!”; “Você é toda uma doçura, mas seu rabo é a coisa mais linda que você tem, e eu sei que isso é seu orgulho de mulher, saber que você é mais gostosa que todas as outras!” Eu pensava, foda-se, idiota, se eu nunca ia fazer por aí... mas agora sentia que ia desmaiar, dava pra sentir como o castigo dele aumentava aos poucos e meu corpo doía cada vez mais... realmente acho que não tem dor maior do que ter dois paus dentro do mesmo corpo, ainda mais quando os dois são bem grandes, sentia como aos poucos o Carlos enfiava mais e mais o pau no meu cu, agora sim não só derramava lágrimas, tava chorando por vários motivos: porque tavam me fodendo muito forte, porque ele tava metendo o pau no meu cu virgem e porque doía tudo até o fundo da minha alma, agora sim sentia líquidos passando pela minha buceta e pelo meu cu, tavam me fazendo sangrar do jeito que faziam, e os idiotas em vez de verem minha dor, se sentiam orgulhosos e exaltados por me ter naquela posição, eu olhava pros espelhos e via como eu tava no meio Eles me deixaram na posição que chamam de "sanduíche" — dois homens penetrando uma mulher ao mesmo tempo, se movendo com muita força pra enfiar seus membros enormes nos meus buracos. Carlos me puxava pela outra ponta da cinta que tinha colocado no meu pescoço e se soltava com vontade, me dando umas estocadas no meu cu que eu sentia chegando até minhas entranhas. E do outro lado, o pau imenso do preto que, de longe nos espelhos, parecia mais grosso que meu punho inteiro. Eu não entendia como meu corpo conseguia receber daquele jeito os membros enormes deles e ficar assim por um tempão. Não sei se foram horas ou minutos o tempo que me deixaram daquele jeito, mas tenho certeza de que me mantiveram nessa posição por mais de cinquenta minutos, já que eles não paravam por um instante — tiravam os paus de mim e, daí a pouco, começavam de novo com o vai e vem, cada um, sem nunca gozar.
Quando senti que ia desmaiar, ouvi Carlos dizer: "Que puta gostosa você é... vou gozar, vou gozar!" Senti umas bombadas da vara dele dentro do meu cu e depois senti o líquido quente dele dentro de mim. Pensei que um já tinha terminado, mas não sei como ele fez — tirou o pau ainda duro do meu cu e foi pra minha cara. Me disse que eu estava me comportando muito bem e que merecia meu prêmio, que ele já tinha me oferecido antes. Enfiou o pau na minha boca e fez um novo boquete. Senti nojo de chupar o pau dele depois de ter me comido pelo cu, mas não tive escolha — tive que chupar. Se naquela hora ele não tivesse gozado dentro de mim, eu teria desmaiado de tanta dor que aquelas porradas me causaram. A raiva que eu sentia de ter que chupar o pau dele fez com que eu quase recuperasse a razão. Nisso, ele apertou meu nariz — "Que gostosa, minha putinha, engole todo meu leite, ooohhh!" O infeliz gozou na minha boca e não tirava até eu ter que engolir o sêmen dele. Finalmente me deixou respirar, e eu tomei todo o ar que consegui.
Nisso, o preto tirou Seu pau enorme me fez cair deitada na cama, tava doendo tudo, a mandíbula, meus lábios, os braços, as pernas, minha buceta e agora também o cu. Do jeito que dava (com os braços amarrados), consegui alcançar minha bunda pra tentar me esfregar, tocando devagar meu ânus pra aliviar um pouco a dor.
Enquanto eu chorava na cama, consegui ver os dois olhando pra uma das câmeras e se parabenizando pelo grande ato. Tavam orgulhosos e cheios de tesão.
Fechei os olhos por um momento porque a dor e o cansaço começavam a me vencer, quando Carlos subiu em cima de mim e, colocando o pau de novo nos meus lábios, disse: "Essa câmera aqui é pra deixar o lembrete de aviso que você não pode me enganar, sua puta!"; "E com essa outra"; "Venham se deliciar com as melhores fodas, o melhor sexo e tudo isso, com a mina mais gostosa e fogosa da área!"; "É, só de ver ela na rua já fica duro, não pensa duas vezes, vem tomar a melhor transa da sua vida... essa mamãe aqui disse que tá te esquentando na rua porque precisa de pica e pode ser sua AGORA!"; "Pra contratar é só me procurar!" Me deu um beijo e falou: "Já quase acabamos, minha puta, mas castigo é castigo e ainda falta meu amigo!"
O sono foi embora na hora, abri os olhos e pedi piedade pro Carlos: POR FAVOR, CARLOS, VOU SER SUA PUTA, MAS NÃO ME CASTIGA MAIS, POR FAVOR... NÃO VOU TE TRAIR DE NOVO, TE SUPLICO.
Ele me pegou pela cintura e, me arrastando pra beira da cama, fez com que eu, de pé, me inclinasse até só meu rostinho encostar nos lençóis, de bruços. Eu falava: "Carlos, você já me humilhou e eu entendi o castigo, o que você vai fazer comigo? Não quero mais, por favor." Mas ele chegou perto do meu ouvido, ficou quieto um tempo e disse: "Castigo é castigo, sua puta!"
SIM, CARLOS, SOU SUA PUTA, MAS POR FAVOR, NÃO CONTINUA, O QUE MAIS VOCÊ QUER FAZER COMIGO... "Não sou eu que vou fazer, vai ser meu amigo, e eu vou filmar tudinho pra você. quando você ver o vídeo, olha como eu metia em você!” CARLOS, PELO AMOR DE DEUS…
Nisso, senti que Carlos colocou uma perna sobre minhas costas pra me imobilizar, depois senti uma das mãos do negão e ele apontando o pau dele atrás de mim, mas minha surpresa foi ainda maior. Entrei em pânico quando percebi que ele não ia me comer de novo na buceta, mas agora tava encaixando a ponta do pau dele no meu cu. De novo eu ia ser violentada por ali, duas vezes seguidas era o fim da linha. Queria evitar, mas me sentia incapaz de me mexer, e por outro lado não conseguia nem usar as mãos porque estavam amarradas com fita.
O outro disse: “Os castigos sempre vão ser te foder com força no cu!” NÃO, PELO AMOR DE DEUS, PARA! NÃO FAZ ISSO… NÃO, NÃO, NÃO, NÃOOOOO! AI, AI, AIIIIIIIIIIIIIIIIII! AIIIIII! EU IMPLORO, PIEDADE! AIIIIIIII! NÃO AGUENTO! É MUITO GRANDE! AIIIIIIIIIIIIIIIIII!
E senti devagar, mas com muita força, aquele gorila destruindo meu cu. Acho que ele queria entrar de primeira, mas como tava metendo seco, e mesmo que o pau do Carlos já tivesse me aberto antes, o desse negão era muito mais grosso. Então senti ele entrando com muita violência e força ao mesmo tempo, mas parecia que travava no meu cu porque ele tirava de novo e empurrava com mais força onde tinha parado. Senti aquela sensação de quando alguém toma uma injeção, depois tiram a agulha e enfiam de novo. Uma dor terrível, sem igual, indescritível. Acho que o mais próximo era sentir minha pele sendo rasgada, como se ele quisesse me matar.
JÁ CHEGA, PELO AMOR DE DEUS! PARA, TÁ DOENDO PRA CARALHO! VOCÊ TÁ RASGANDO MEU CU! AIIII, AIIII, PARA, PARA, PARA! TE SUPLICO, PELO AMOR DE DEUS! AIIII, AIIII, AIIII, AIIIIIIIIIIIIIIIIII! AIIII!
Mas o negão não parava, e mesmo que eu tentasse me soltar na posição que eles me seguravam, não conseguia. O negão ficou lutando com meu cu até conseguir passar, e eu senti ele se enfiar até o fundo. intestinos, acho que pelo meu cu ele meteu tudo, essa dor era insuportável, sentia como se estivessem me marcando ou enfiando um pepino fervendo no meu rabo. De novo senti líquido no meu cu e, junto com a dor, deduzi que não era porra de preliminar, era sangue por meter daquele jeito.
“Que foda, parceiro!”; “Que comilança que tu tá dando pra essa puta!”; “Agora sim, nossa nova prostituta não vai nem conseguir andar direito, nem sentar, tu já não parece um gorila, mas um cavalo dentro dela, mas tá bom assim, toda vez que quiser desobedecer ou me trair, vai saber o que espera!” Os dois riam, enquanto Carlos apontava a câmera pra ver como o preto me comia pelo cu, depois se afastava: “Que barbaridade, desse tamanho que tu gosta, puta, ou tu quer que milhares façam fila pra fazer o mesmo contigo?”; “Não é à toa que tu veste essas roupinhas gostosas e anda pela escola e em todo lugar, deixando a pica dura pra todo mundo!”; “Mulher que anda de minissaia, decote e tudo apertado tá fazendo convite pra gente comer!”
O preto dizia: “Ahggrrr, ahggrrr, que cu gostoso essa puta tem, que delícia, é bom demais, bem gostoso como aperta minha pica!”; “Sem dúvida, meu amigo, a melhor prostituta que tu já escolheu pra foder, a mais boa da minha vida toda!”; “Que cu gostoso, Ahggrr, ahgrrr!” e me dava tapas na bunda, apertava meus glúteos, os massageava, mas não parava de meter e tirar, meter e tirar dentro de mim.
POOR FAVOR, POOR FAVOOOR, JÁ CHEGAAA!!! AAAAAYYYYYYYYYY HAYYYYY HAYYYYYYY JÁ JÁ JÁ JÁ CHEGAAA HAAAYYYY (lágrimas e choro) JÁ TÁ DOENDO TUDO AAAAYYYY QUE DOR, PEÇO DESCULPAS, DESCULPA JÁ JÁ POR FAVOR AAAYYYYY
“Olha ela, puta, tá revirando os olhos, com certeza tá gozando com essa vara dentro, queria comer ela assim o dia todo!” – “Jajaja assim tu mata ela, preto filho da puta, jajaja…!”; “Eu digo que esse vídeo tem que editar pra Mostra todas as carinhas que a minha puta faz com o serviço anal dela!”
“Tem que meter forte porque ela gosta, é onde ela mais gosta kkkk!”
Aí eu desmaiei… a dor foi tão forte que perdi a consciência por um tempo. Pouco depois, senti jogarem água fria em mim e me darem tapas na cara: “Ô, mamacita, acorda!”; “Já, já tá acordando, disse o negão!” Os dois já estavam vestidos, então só mandaram eu me vestir porque iam me deixar em casa. Do meu lado estavam minha roupa da escola, minhas coisas e os utensílios pra me limpar.
Do jeito que dava, tive que me trocar na frente deles. Sentia a bunda super dolorida e percebi que ainda tinha porra escorrendo dentro de mim. O negão tinha gozado dentro de mim e eu ainda sentia o cu dilatado. Quando roçava na minha buceta pra me limpar, doía, mas quando passava o pano no cu, ardia. Os dois causavam uma dor infernal, e quando passei o pano, vi que dos dois lados tinha sangue. Eles me obrigaram a me vestir como se nada tivesse acontecido, porque disseram que eu tinha que chegar em casa e não contar nada pra ninguém. Falaram que já tinham os vídeos e iam mostrar pra toda a minha família se eu dissesse alguma coisa. Iam dizer que, como dava pra ver no vídeo gravado, era eu quem pedia pra eles fazerem aquilo, que era eu que me oferecia. E ainda filmaram me dando dinheiro enquanto eu tava desmaiada, mostrando que eu tinha recebido meu pagamento pelos serviços. Disseram que só me contrataram por um tempo, que aquilo não era um estupro, mas sim um caso de prostituição (já tinham tudo bem planejado, até me mostraram quando eu tava com o dinheiro na mão, mas claro que a tomada do rosto não mostrava que eu tinha desmaiado). Depois, Carlos tirou uma pistola do bolso, colocou na minha boca e disse: “Olha, mamacita, se você falar alguma coisa, não só vai ficar parecendo uma puta na frente de todo mundo, como também vou fazer o mesmo com suas irmãzinhas e priminhas pequenas.” Vou atrás dos seus pais
e mato eles pra que fiquem órfãs por sua culpa,
cê já sabe, sua vida agora me pertence,
lembra que agora você já tá declarada como minha puta
e vai dar o cu escondido até eu me cansar de você ou até você ficar
bem frouxa de todos os seus buracos.
As palavras dele me encheram de ódio,
mas também de muito medo.
Depois disso, me levaram pro carro, um de cada lado,
e a cada passo que a gente dava,
eles aproveitavam pra passar a mão em todas as partes íntimas.
Cada um segurava minha bunda com as mãos,
falando um monte de vulgaridades sobre como iam se divertir comigo,
como meu corpo era gostoso,
que eu tinha aprendido muito e não ia esquecer as lições.
Subimos no carro
e me deixaram uma quadra antes de casa,
pra eu entrar sozinha, como se tivesse voltando de estudar.
Depois de ouvir o sussurro dele: "Antes que outros passem por ela, eu vou me acabar nela!" O negão chegou perto do meu ouvido e, sem o Carlos ouvir, com um tom suave mas safado, falou: "É melhor você não chorar tanto, porque me excita mais quando você pede clemência" e sorriu. Isso me deixou gelada. Ele virou o rosto pro Carlos e teve uma conversinha:
- "Amigo, você me disse que quer dar uma lição nessa putinha e, mesmo ela sendo muito gostosa, merece o pior castigo da vida pelo que te fez!"; "Me diz se quer que eu dê uma lição infernal ou se vai dar outra chance pra ela." Carlos respondeu: - "Vamos, deixa disso. Essa rabuda tava esquentando os ovos por aí, e a gente só vai dar o que ela tava procurando. Mesmo que enfiássemos a pica de um cavalo, ela continuaria provocando por aí!"; "Essa putinha já teve a chance de ser decente, mas ela pediu aos berros pra ser uma vagabunda"; tirando sarro de mim, "Mas não quero que você acabe com ela logo, vamos devagar...!" -- "Lembra, isso é um castigo e ela não vai sair daqui até pedir perdão."
Então o outro respondeu: "Bom plano você tem, nossa gostosa tem que ir aprendendo a ser a melhor das putas!" Rindo junto com ele.
Carlos respondeu: "Negão! É pra assustar e dominar ela, não pra você matar ela de tanto foder" e caiu na gargalhada.
Eu tava cada vez mais gelada, todo meu ser queria gritar, queria sair correndo dali, mas o medo me dominava. Desde pouco tempo, eu... Eu já tinha percebido que ele era capaz de me matar se quisesse, ou machucar minha família. E, dadas as circunstâncias, não sabia o que podia fazer naquele momento, já que tudo estava a favor dele.
O negrão se virou pra mim: — “Bom, já falei, com a permissão do seu manager, eu com prazer serei seu melhor cliente!”; “mas, aproveitando, vou te domando!”
Carlos: — Kkkk Negrão!! “O que você tá pensando pra esse grande momento?”
— “Quero outro boquete, mas que ela faça como minha putinha. Antes eu tive que forçar ela, agora quero que faça por conta própria!”
Carlos, que já estava gravando tudo, de repente me olhou sério e com tom de ordem disse: — “Eu vou te dizer quais serviços você deve entregar pros meus clientes!”; “eu vou definir os acordos e os preços!”; “você vai ter que obedecer sem me fazer perder nenhuma grana!”; “você decide se quer continuar com os castigos ou se faz direito e encara isso como treinamento”; “se o cliente quiser sexo oral, você tem que fazer sexo oral dando uma mamada gostosa pra caralho”.
Eu, idiota, respondi bem baixinho: — “Eu não sou um objeto, nem uma servidora sexual!”; “já chupei ele antes e tem um fedor danado” (realmente não sei por que respondi, acho que foi meu instinto de mulher, já que a gente muitas vezes quer impor condições no que não quer e não mede as consequências).
O negrão me olhou, riu e comentou: — “Claro, mamacita, não vê? Hoje sou eu, amanhã pode ser qualquer outro e vice-versa!”; “ou o quê?! Cê espera só carinhas bem perfumados, bem banhadinhos pro seu novo trampo?”; “quando te mandarem fazer sexo oral, você tem que ser bem obediente e se comportar”; “senão vou te dar uma surra boa e com prazer vou te castigar com meu pau até você aprender!”… “Quando eu pedir sexo oral, é porque você tem que chupar ele até eu ficar satisfeito”.
Enquanto esse gorila preto falava isso, Carlos se cagava de rir e também comentava: — “Olha, minha gostosa, isso de você ser super gostosa não quer dizer que vai ser uma puta de alta sociedade!”; “comigo você vai ter que aprender a mexer essa sua bundinha redonda e linda, deixar eu tocar suas tetinhas, sua cinturinha e você vai ter que chupar muitos paus e o cheiro dos homens sujos você vai ter que aguentar sem reclamar, entendeu, garota!”
O negrão na hora se pronunciou: “Já ouviu, mamacita, vai chupar com gosto que da outra vez eu gostei mas você não fez com vontade e eu tive que te forçar, agora você vai me chupar por conta própria e me dar aquela mamada gostosa se não quiser que além de te comer eu te dê uma surra que ninguém vai te reconhecer”. Na hora ele se levantou na minha frente.
Não tive escolha a não ser fechar os olhos e como se fosse gostar, tive que me humilhar, me ajoelhei na frente dele pra que meus lábios ficassem bem na frente do pauzão dele e pegando com as duas mãos comecei a enfiar com dificuldade na minha boca, por dentro sentia nojo e repulsa mas por fora me mostrava como uma garota complacente, me esforcei pra abrir minha boca o máximo que podia e engolia e tirava o máximo que conseguia daquele membro enorme, mesmo com a mandíbula doendo eu preferia mil vezes obedecer do que ser espancada por dois homens dos quais eu estava à mercê.
Ele segurou minhas mãos com uma só enquanto minha boca obedecia o pedido dele, ele movia minhas mãos pra simular como se eu estivesse masturbando ele, depois colocou uma das minhas mãos nas bolas dele e eu ouvia ele dizer:
-“Ah, que boca gostosa você tem!”; -“Assim, assim, boa garota, que boa puta você está se tornando!” Depois com a outra mão ele me agarrava forte pelo cabelo, segurando minha nuca, me fazia mover a cabeça pra frente e pra trás me afogando quando me fazia engolir o pau dele até o fundo da minha garganta, me deixava respirar por uns segundos e voltava a fazer, era como um animal, queria que eu tentasse enfiar o membro inteiro pela boca quando pelo tamanho que era, com esforço, só cobria a metade.
De repente meu outro agressor disse: -“Ei, negão!”; “Que filme bom você tá fazendo, essa putinha realmente sabe Deixar os caras de pau dura, só de ver esse vídeo até dá vontade de gozar na honra dela, qualquer um vai querer!”, “se ela continuar se comportando tão bem assim, eu com todo prazer dou o prêmio pra essa boquinha gostosa”.
O negão que tava segurando minhas mãos, tirou o pau da minha boca e rapidamente me pegando com força pelas mesmas mãos, me fez levantar do chão com uma agilidade extrema, me colocou de novo na cama na posição de quatro, me deixando de frente pro espelho enorme que era testemunha de tudo que tinha acontecido. Consegui ver pelo espelho que ele chupou os dedos e senti na hora como os dedos dele molhavam meus lábios da buceta, tocando minha intimidade, e ainda aproveitava a façanha pra colocar os dedos fazendo círculos no meu clitóris. Fechei os olhos e tentei apertar os dentes, sabendo o que vinha a seguir, mas ele me deu um tapão daqueles, forte o suficiente pra deixar uma das minhas nádegas vermelha, fazendo eu soltar um grito e abrir os olhos. Ele me puxou pelo cabelo e disse: “quero que você olhe e lembre pra sempre desse momento!”. Aos poucos fui sentindo a ponta do pau dele tomando a direção certa pra entrar em mim, ele colocou a cabeça do pau e foi entrando devagar pela minha buceta, eu comecei a sentir uma dor intensa, como se ele tivesse enfiando um tacho fervendo no meu sexo, sentia como se estivesse me partindo ao meio, aquela dor é difícil de explicar, mas até me fez chorar sem soluçar. Ele parou por uns momentos, acho que pra garantir que tava no caminho certo, enquanto eu me mordia de dor. De repente, me puxando forte pelo cabelo, me fez olhar pelo espelho, eu não queria lembrar, mas tenho na mente a impressão da cara de diversão dele e as palavras que ecoam na minha cabeça quando ele disse: “É hora de começar a gozar!” e começou a meter com mais força o pau descomunal dele em mim. De repente, ele meteu com tanta agressividade até o fundo, com tanta força, que eu não consegui me segurar, não queria, mas desde o começo eu tive que gritar. gemir sem conseguir me controlar:
AAAAAAGGGRRR HAAAYYYYYY!!!!! HAAAYY HAYYY HAYYYYYYY NÃO AGUENTO, NÃO AGUENTO!! PELO AMOR DE DEUS, NÃO ME MACHUCA, TÁ DOENDO MUITO HA HA HAAAYYYY ¡AYYYYYYY! !!!!
Na real, não queria fazer aquilo, não era prazer que eu tava sentindo, era uma dor intensa. Quando ele começou a me penetrar, não consegui me segurar, tive que chorar. Minhas pernas e braços tremiam, nunca tinha sentido uma dor igual. Mas ele me segurava e não deixava eu cair, pior, me puxava mais pra perto dele pra que as estocadas fossem mais fundas e eu não conseguisse me soltar. Ele continuava com o vai e vem, uma vez atrás da outra, e eu gritando:
PELO AMOR DE DEUS, PARA AGORA, HAAAYYYY HAYYYYYYY TÁ ME MACHUCANDO, HAAYYY HAYYY HAYYY enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto. Com a mão que tava livre, ele me segurava, e quando me soltava, me dava umas palmadas tão brutas que acho que até os vizinhos ouviram. A dor se espalhava pelo corpo todo, especialmente na minha bunda. Eu não queria, mas não conseguia ficar quieta. Nunca ninguém tinha me batido antes, e aquele animal fazia aquilo com tanta selvageria, me fazendo sentir muito humilhada e machucada, não só pela trepada violenta, mas também pelos tapas fortes. Enquanto eu, entre gritos e súplicas, pedia:
HAYYYY JÁ CHEGA, PARA AGORA, HAYYY HAYYY PELO AMOR DE DEUS, PELO AMORZINHO, PARA, HAAAYYY TÁ DOENDO, TÁ DOENDO HAYYYY, TÁ DOENDO HAAAYYY!!
Eu não tava excitada, e isso fazia com que, sem saber, meu corpo resistisse à penetração, deixando cada estocada ainda mais dolorosa. Mas parecia que o negão curtia aquilo, porque ele me segurou assim por um tempão. Me pegava pelas cadeiras e não deixava eu cair, pelo contrário, me puxava pra perto dele pra que a penetração fosse mais funda. Eu parecia uma boneca de pano nos braços dele, que mexia meu corpo do jeito que queria. Tentava fechar os olhos, mas quando fazia isso, sentia de novo os tapas na minha bunda. Aí eu olhava pro teto ou pra outros lados, e ele... fazia com que, pelos cabelos,
eu continuasse olhando para os espelhos,
logo entre os espelhos
pude observar como Carlos arrumava outras câmeras sem me deixar
gravar com a primeira, mas dessa vez ele fazia até com os utensílios para
colocá-las em diferentes ângulos.
Eu queria que a penetração
fizesse o negro sentir vontade de gozar para que ele me deixasse logo,
mas infelizmente isso não acontecia, e ainda
com um gesto de grandeza ele me dizia:
— “Slutty, você não pode reclamar de dor ou vamos continuar assim com você,
você tem que me dizer que gosta para que eu pare um pouco!”
Meu choro automático, tentando que assim ele parasse, fazia o que ele mandava:
AI AI AI, SIM, EU GOSTO,
MAS PELO AMOR DE DEUS, PARA AI AI AI!!
Então ele me dizia que eu não devia falar sem vontade,
mas como se aquilo estivesse me dando prazer, e olhando para as câmeras,
me dando ordens para eu dizer que o tasty me comia,
e que eu era uma slut.
Naquele momento, minha mente não pensava, só reagia,
tentando fazer qualquer coisa que fizesse tudo parar,
então eu aceitei contra minha vontade e dizia:
AI AI AI QUE tasty AI AI AI AI
EU GOSTO MUITO QUE VOCÊ ME COMA,
MAS AGORA PARA, PARA!!
Ele ria orgulhoso, chegava perto do meu ouvido e me dizia:
— Não é assim que você deve falar, slutty, lembra que estamos filmando e você
tem que falar com naturalidade ou vamos continuar nessa posição, você tem que dizer:
“que tasty, papi, eu gosto que me comam porque sou uma slut!”
E me virava pelos cabelos várias vezes para as câmeras,
cada vez que eu olhava, ele me dava tapas na bunda
para que eu falasse, e se eu não fizesse, ele batia de novo,
então não me restava outra opção e eu fazia o que ele mandava quando ele pedia:
AI AI AI AI AI QUE tasty VOCÊ ME COOOOME PAPI,
EU GOSTO QUE ME COMAM AI AI
EU GOSTO QUE ME COMAM PORQUE EU SOU UMA PUTA,
AI AI AI AI!!!
Ele me ordenava no ouvido o que eu tinha que dizer:
— “Que tasty, que gostoso, me comam, me comam, eu sou a nova prostituta de vocês!” HAAAYYY HAA HAAAAY QUE GOSTOSA, (chorando) HAYY QUE GOSTOSA, AAAAH AHHH ME COMAM, HAYY ME COMAM (chorando), HAYY HAYY EU SOU A NOVA PROSTITUTA DELES HAAAAAAYYY HAAAY ME COMAM (chorando)
Nisso o Carlos chegou perto, falando alto pra gravação, disse: “Essa é a nossa nova puta, venham se satisfazer com ela!” “E como as vadias gostam é de pica, tem que dar é rola!” Ele parou na minha frente e com o pau na mão, em voz baixa, disse: “assim tá melhor, você tá melhorando” e enquanto o negão me comia de quatro, o Carlos enfiou a pica dele na minha boca, me forçando a chupar como se eu tivesse gostando. Eu pensei comigo: esses filhos da puta tão me humilhando, tão me comendo do jeito que querem e ainda me filmam como se eu tivesse feliz com isso; mas tive que fazer um boquete gostoso no Carlos porque não queria que os dois me batessem, embora eles ficassem zoando de mim, me mantendo naquela posição por um tempão. Eu não podia fazer muita coisa porque naquele momento o negão me segurava pelos braços pra meu corpo arquear enquanto o Carlos, com uma mão segurando uma das câmeras e com a outra movendo minha cabeça no ritmo que ele queria, basicamente tava me comendo pela boca.
Acho que me mantiveram assim até eles se cansarem, porque os dois me largaram, e eu caí na cama e fiquei chorando por um tempo. Minha boca doía pra caralho, minha mandíbula e minha buceta também; eu realmente não acreditava no que tava falando e no que tava acontecendo comigo, mas sabia que se não obedecesse, as porradas iam continuar e nunca iam parar.
O Carlos me acariciou, mas mais por tesão do que por consolo, ele ficou me tocando toda, enquanto o negão, sem eu saber o nome dele, me apalpava as pernas e a bunda. O Carlos me beijou na boca e disse: “Viu como você tá aprendendo?”; “Eu sei que você gosta, notei desde a primeira vez que a gente transou, mas você provocou tudo isso, meu amor!”; “Viu o que aconteceu por me trair e ficar de putinha por aí?” oferecida com outros homens!"; "agora eu só tô te satisfazendo e aproveitando pra tirar vantagem disso tudo, você vai adorar ficar esquentando vários caras e eu, por minha conta, curto a grana que a gente ganhar junto e de quebra ainda vamos dar uns pegas de vez em quando, como antes". Eu fiquei ali, abracei o travesseiro e pensei que era um completo idiota, como eu poderia voltar a fazer tudo como antes se agora ele me tratava como uma puta e não como namorada? Eu nunca mais ia ver ele como aquele homem que me interessava e que eu gostava, agora seria só por obrigação. Tava pensando nisso quando ele me deu uns tapinhas na bunda, virou pra mim e disse: "E aí, o que cê tá pensando, garota? Ainda não gozamos, seu trabalho de puta não terminou!" Os dois caíram na risada, eu só pensei: "Não é possível, esse dia não acaba, já não aguento mais!" Quando um dos dois me puxou pelos braços e me fez levantar, um deles se deitou debaixo de mim e eu pude ver que o pau dele continuava duro e grande como no começo. Tentei resistir, mas senti os braços de Carlos me pegando pela cintura e me forçando a sentar em cima do outro. De novo senti a dor na minha buceta enquanto o negão me penetrava de novo, e os dois fizeram eu me mexer como se tivesse cavalgando, mas a vara enorme dele doía pra caralho. AI QUE DOR AI AI AI (chorando) JÁ CHEGA PELO AMOR DE DEUS, TÁ DOENDO MINHA BUCETA AI AI (chorando). O negão pegou minhas mãos e colocou nas minhas costas, e com elas assim senti a troca de domínio pelas mãos de Carlos. Agora ele não tava mais com a câmera na mão porque tinha colocado pra filmar de todos os ângulos, e com uma boa estratégia usando os espelhos dava pra gravar qualquer posição, até pela posição dos espelhos eu conseguia ver aquela vara enorme entrando na minha buceta. Agora os dois ficavam falando um monte de putaria, desde como eu era gostosa até... dizendo palavras de prazer pela minha bela buceta que eu tinha, me chamavam de a melhor puta, diziam que eu gostava daquilo e que ia aproveitar cada dia mais, até ouvi eles dizerem que iam filmar um vídeo de zoofilia comigo pra eu curtir com qualquer macho, eles falavam alto: "Vem aproveitar essa buceta gostosa, uma puta de luxo ao seu alcance!" Daí o Carlos pegou fita adesiva e prendeu meus pulsos, assim como nos cotovelos, pegou um dos lacres e colocou no meu pescoço como se eu fosse um bicho, depois disso me empurrou com força e como sinal de ordem fez meu corpo encostar no corpo do negão, na hora o negão começou a me tocar e beijar meus peitos, quis me beijar na boca também, eu virei o rosto pra não ficar de frente pra ele e evitar o beijo, mas naquele instante senti um tapa na minha bunda que me fez gritar ainda mais, ação que o negão aproveitou pra me beijar de novo e enfiar toda a língua dele procurando a minha, então só se ouvia meu: "Mmmmmnnnngggfffff!" junto com minhas lágrimas pela dor que o pau dele me causava, pude sentir como o negão agora me segurava pela cintura e me fazia subir e descer pra me penetrar com mais força. Tava nessa posição quando meu corpo sentiu um calafrio forte, senti como se algo quisesse violentar meu cu e eu era totalmente virgem por lá, sempre só de pensar em transar pelo cu me dava medo, sempre achei que uma garota decente e/ou recatada não devia deixar tocar naquela parte, porque dá vergonha e é algo que algumas mulheres não gostam que toquem por ali, comecei a me mexer pra todo lado embora isso causasse mais dor na minha buceta porque de certa forma permitia a entrada mais fácil daquela pica imensa, não queria que ficassem tocando no meu cu. Nisso vi nos espelhos que o Carlos filmava com uma mão enquanto tentava colocar o pau dele dentro da minha área proibida, não sei como consegui mas me separei boca do negão e falei pro Carlos: “Por favor, para, não mete por trás!” Ouvi os dois caçoando e falando: “Olha aqui, gostosa, isso é parte do castigo, melhor você ir se acostumando porque se alguém quiser pagar por um serviço anal, você vai ter que aguentar!” Eu continuava lutando pra não acontecer, tava brigando contra tanta humilhação, o negão dizia: “Se entrega, putinha, porque quando é castigo, é só por aí que a gente vai te comer” Eu gritava: NÃOOO CARLOS PELO AMOR DE DEUS SE ALGUMA VEZ VOCÊ ME QUIS, NÃO FAÇA ISSO POR AÍ.. PELO AMOR… AIIII AI AI AI CARLOS PELO AMOR NÃOOO AIII AI AI CARLOS PARA NÃO ME HUMILHA ASSIM AIIII AI AI Mas ele respondia: “Fazer o quê, gostosa, você quem procurou, isso era parte do plano que eu tinha com meu amigo, eu seria o primeiro a desvirginar seu cu!”; “Você tem uma delícia total, minha rainha, sua bunda inteira é um manjar!”; “Nossa, como é gostoso, bem apertadinho!”; “Você é toda uma doçura, mas seu rabo é a coisa mais linda que você tem, e eu sei que isso é seu orgulho de mulher, saber que você é mais gostosa que todas as outras!” Eu pensava, foda-se, idiota, se eu nunca ia fazer por aí... mas agora sentia que ia desmaiar, dava pra sentir como o castigo dele aumentava aos poucos e meu corpo doía cada vez mais... realmente acho que não tem dor maior do que ter dois paus dentro do mesmo corpo, ainda mais quando os dois são bem grandes, sentia como aos poucos o Carlos enfiava mais e mais o pau no meu cu, agora sim não só derramava lágrimas, tava chorando por vários motivos: porque tavam me fodendo muito forte, porque ele tava metendo o pau no meu cu virgem e porque doía tudo até o fundo da minha alma, agora sim sentia líquidos passando pela minha buceta e pelo meu cu, tavam me fazendo sangrar do jeito que faziam, e os idiotas em vez de verem minha dor, se sentiam orgulhosos e exaltados por me ter naquela posição, eu olhava pros espelhos e via como eu tava no meio Eles me deixaram na posição que chamam de "sanduíche" — dois homens penetrando uma mulher ao mesmo tempo, se movendo com muita força pra enfiar seus membros enormes nos meus buracos. Carlos me puxava pela outra ponta da cinta que tinha colocado no meu pescoço e se soltava com vontade, me dando umas estocadas no meu cu que eu sentia chegando até minhas entranhas. E do outro lado, o pau imenso do preto que, de longe nos espelhos, parecia mais grosso que meu punho inteiro. Eu não entendia como meu corpo conseguia receber daquele jeito os membros enormes deles e ficar assim por um tempão. Não sei se foram horas ou minutos o tempo que me deixaram daquele jeito, mas tenho certeza de que me mantiveram nessa posição por mais de cinquenta minutos, já que eles não paravam por um instante — tiravam os paus de mim e, daí a pouco, começavam de novo com o vai e vem, cada um, sem nunca gozar.
Quando senti que ia desmaiar, ouvi Carlos dizer: "Que puta gostosa você é... vou gozar, vou gozar!" Senti umas bombadas da vara dele dentro do meu cu e depois senti o líquido quente dele dentro de mim. Pensei que um já tinha terminado, mas não sei como ele fez — tirou o pau ainda duro do meu cu e foi pra minha cara. Me disse que eu estava me comportando muito bem e que merecia meu prêmio, que ele já tinha me oferecido antes. Enfiou o pau na minha boca e fez um novo boquete. Senti nojo de chupar o pau dele depois de ter me comido pelo cu, mas não tive escolha — tive que chupar. Se naquela hora ele não tivesse gozado dentro de mim, eu teria desmaiado de tanta dor que aquelas porradas me causaram. A raiva que eu sentia de ter que chupar o pau dele fez com que eu quase recuperasse a razão. Nisso, ele apertou meu nariz — "Que gostosa, minha putinha, engole todo meu leite, ooohhh!" O infeliz gozou na minha boca e não tirava até eu ter que engolir o sêmen dele. Finalmente me deixou respirar, e eu tomei todo o ar que consegui.
Nisso, o preto tirou Seu pau enorme me fez cair deitada na cama, tava doendo tudo, a mandíbula, meus lábios, os braços, as pernas, minha buceta e agora também o cu. Do jeito que dava (com os braços amarrados), consegui alcançar minha bunda pra tentar me esfregar, tocando devagar meu ânus pra aliviar um pouco a dor.
Enquanto eu chorava na cama, consegui ver os dois olhando pra uma das câmeras e se parabenizando pelo grande ato. Tavam orgulhosos e cheios de tesão.
Fechei os olhos por um momento porque a dor e o cansaço começavam a me vencer, quando Carlos subiu em cima de mim e, colocando o pau de novo nos meus lábios, disse: "Essa câmera aqui é pra deixar o lembrete de aviso que você não pode me enganar, sua puta!"; "E com essa outra"; "Venham se deliciar com as melhores fodas, o melhor sexo e tudo isso, com a mina mais gostosa e fogosa da área!"; "É, só de ver ela na rua já fica duro, não pensa duas vezes, vem tomar a melhor transa da sua vida... essa mamãe aqui disse que tá te esquentando na rua porque precisa de pica e pode ser sua AGORA!"; "Pra contratar é só me procurar!" Me deu um beijo e falou: "Já quase acabamos, minha puta, mas castigo é castigo e ainda falta meu amigo!"
O sono foi embora na hora, abri os olhos e pedi piedade pro Carlos: POR FAVOR, CARLOS, VOU SER SUA PUTA, MAS NÃO ME CASTIGA MAIS, POR FAVOR... NÃO VOU TE TRAIR DE NOVO, TE SUPLICO.
Ele me pegou pela cintura e, me arrastando pra beira da cama, fez com que eu, de pé, me inclinasse até só meu rostinho encostar nos lençóis, de bruços. Eu falava: "Carlos, você já me humilhou e eu entendi o castigo, o que você vai fazer comigo? Não quero mais, por favor." Mas ele chegou perto do meu ouvido, ficou quieto um tempo e disse: "Castigo é castigo, sua puta!"
SIM, CARLOS, SOU SUA PUTA, MAS POR FAVOR, NÃO CONTINUA, O QUE MAIS VOCÊ QUER FAZER COMIGO... "Não sou eu que vou fazer, vai ser meu amigo, e eu vou filmar tudinho pra você. quando você ver o vídeo, olha como eu metia em você!” CARLOS, PELO AMOR DE DEUS…
Nisso, senti que Carlos colocou uma perna sobre minhas costas pra me imobilizar, depois senti uma das mãos do negão e ele apontando o pau dele atrás de mim, mas minha surpresa foi ainda maior. Entrei em pânico quando percebi que ele não ia me comer de novo na buceta, mas agora tava encaixando a ponta do pau dele no meu cu. De novo eu ia ser violentada por ali, duas vezes seguidas era o fim da linha. Queria evitar, mas me sentia incapaz de me mexer, e por outro lado não conseguia nem usar as mãos porque estavam amarradas com fita.
O outro disse: “Os castigos sempre vão ser te foder com força no cu!” NÃO, PELO AMOR DE DEUS, PARA! NÃO FAZ ISSO… NÃO, NÃO, NÃO, NÃOOOOO! AI, AI, AIIIIIIIIIIIIIIIIII! AIIIIII! EU IMPLORO, PIEDADE! AIIIIIIII! NÃO AGUENTO! É MUITO GRANDE! AIIIIIIIIIIIIIIIIII!
E senti devagar, mas com muita força, aquele gorila destruindo meu cu. Acho que ele queria entrar de primeira, mas como tava metendo seco, e mesmo que o pau do Carlos já tivesse me aberto antes, o desse negão era muito mais grosso. Então senti ele entrando com muita violência e força ao mesmo tempo, mas parecia que travava no meu cu porque ele tirava de novo e empurrava com mais força onde tinha parado. Senti aquela sensação de quando alguém toma uma injeção, depois tiram a agulha e enfiam de novo. Uma dor terrível, sem igual, indescritível. Acho que o mais próximo era sentir minha pele sendo rasgada, como se ele quisesse me matar.
JÁ CHEGA, PELO AMOR DE DEUS! PARA, TÁ DOENDO PRA CARALHO! VOCÊ TÁ RASGANDO MEU CU! AIIII, AIIII, PARA, PARA, PARA! TE SUPLICO, PELO AMOR DE DEUS! AIIII, AIIII, AIIII, AIIIIIIIIIIIIIIIIII! AIIII!
Mas o negão não parava, e mesmo que eu tentasse me soltar na posição que eles me seguravam, não conseguia. O negão ficou lutando com meu cu até conseguir passar, e eu senti ele se enfiar até o fundo. intestinos, acho que pelo meu cu ele meteu tudo, essa dor era insuportável, sentia como se estivessem me marcando ou enfiando um pepino fervendo no meu rabo. De novo senti líquido no meu cu e, junto com a dor, deduzi que não era porra de preliminar, era sangue por meter daquele jeito.
“Que foda, parceiro!”; “Que comilança que tu tá dando pra essa puta!”; “Agora sim, nossa nova prostituta não vai nem conseguir andar direito, nem sentar, tu já não parece um gorila, mas um cavalo dentro dela, mas tá bom assim, toda vez que quiser desobedecer ou me trair, vai saber o que espera!” Os dois riam, enquanto Carlos apontava a câmera pra ver como o preto me comia pelo cu, depois se afastava: “Que barbaridade, desse tamanho que tu gosta, puta, ou tu quer que milhares façam fila pra fazer o mesmo contigo?”; “Não é à toa que tu veste essas roupinhas gostosas e anda pela escola e em todo lugar, deixando a pica dura pra todo mundo!”; “Mulher que anda de minissaia, decote e tudo apertado tá fazendo convite pra gente comer!”
O preto dizia: “Ahggrrr, ahggrrr, que cu gostoso essa puta tem, que delícia, é bom demais, bem gostoso como aperta minha pica!”; “Sem dúvida, meu amigo, a melhor prostituta que tu já escolheu pra foder, a mais boa da minha vida toda!”; “Que cu gostoso, Ahggrr, ahgrrr!” e me dava tapas na bunda, apertava meus glúteos, os massageava, mas não parava de meter e tirar, meter e tirar dentro de mim.
POOR FAVOR, POOR FAVOOOR, JÁ CHEGAAA!!! AAAAAYYYYYYYYYY HAYYYYY HAYYYYYYY JÁ JÁ JÁ JÁ CHEGAAA HAAAYYYY (lágrimas e choro) JÁ TÁ DOENDO TUDO AAAAYYYY QUE DOR, PEÇO DESCULPAS, DESCULPA JÁ JÁ POR FAVOR AAAYYYYY
“Olha ela, puta, tá revirando os olhos, com certeza tá gozando com essa vara dentro, queria comer ela assim o dia todo!” – “Jajaja assim tu mata ela, preto filho da puta, jajaja…!”; “Eu digo que esse vídeo tem que editar pra Mostra todas as carinhas que a minha puta faz com o serviço anal dela!”
“Tem que meter forte porque ela gosta, é onde ela mais gosta kkkk!”
Aí eu desmaiei… a dor foi tão forte que perdi a consciência por um tempo. Pouco depois, senti jogarem água fria em mim e me darem tapas na cara: “Ô, mamacita, acorda!”; “Já, já tá acordando, disse o negão!” Os dois já estavam vestidos, então só mandaram eu me vestir porque iam me deixar em casa. Do meu lado estavam minha roupa da escola, minhas coisas e os utensílios pra me limpar.
Do jeito que dava, tive que me trocar na frente deles. Sentia a bunda super dolorida e percebi que ainda tinha porra escorrendo dentro de mim. O negão tinha gozado dentro de mim e eu ainda sentia o cu dilatado. Quando roçava na minha buceta pra me limpar, doía, mas quando passava o pano no cu, ardia. Os dois causavam uma dor infernal, e quando passei o pano, vi que dos dois lados tinha sangue. Eles me obrigaram a me vestir como se nada tivesse acontecido, porque disseram que eu tinha que chegar em casa e não contar nada pra ninguém. Falaram que já tinham os vídeos e iam mostrar pra toda a minha família se eu dissesse alguma coisa. Iam dizer que, como dava pra ver no vídeo gravado, era eu quem pedia pra eles fazerem aquilo, que era eu que me oferecia. E ainda filmaram me dando dinheiro enquanto eu tava desmaiada, mostrando que eu tinha recebido meu pagamento pelos serviços. Disseram que só me contrataram por um tempo, que aquilo não era um estupro, mas sim um caso de prostituição (já tinham tudo bem planejado, até me mostraram quando eu tava com o dinheiro na mão, mas claro que a tomada do rosto não mostrava que eu tinha desmaiado). Depois, Carlos tirou uma pistola do bolso, colocou na minha boca e disse: “Olha, mamacita, se você falar alguma coisa, não só vai ficar parecendo uma puta na frente de todo mundo, como também vou fazer o mesmo com suas irmãzinhas e priminhas pequenas.” Vou atrás dos seus pais
e mato eles pra que fiquem órfãs por sua culpa,
cê já sabe, sua vida agora me pertence,
lembra que agora você já tá declarada como minha puta
e vai dar o cu escondido até eu me cansar de você ou até você ficar
bem frouxa de todos os seus buracos.
As palavras dele me encheram de ódio,
mas também de muito medo.
Depois disso, me levaram pro carro, um de cada lado,
e a cada passo que a gente dava,
eles aproveitavam pra passar a mão em todas as partes íntimas.
Cada um segurava minha bunda com as mãos,
falando um monte de vulgaridades sobre como iam se divertir comigo,
como meu corpo era gostoso,
que eu tinha aprendido muito e não ia esquecer as lições.
Subimos no carro
e me deixaram uma quadra antes de casa,
pra eu entrar sozinha, como se tivesse voltando de estudar.
2 comentários - Foi otária e virou puta 3 FINAL