Era sábado de fim de semana, e um amigo meu tava fazendo aniversário, então fomos convidados pra um bar chamado El Mal del Puerco, onde ele ia comemorar os 27 anos. Cheguei do escritório, descansei e me preparei pra ficar bonitão, igual a Marisol. Como sempre, a gente nunca perde tempo. Ela, como sempre, com seus vestidos curtinhos e decotados pra mostrar a bunda e os peitos.
Chegamos na festa e cumprimentamos todo mundo, começamos a tomar cerveja e as mulheres, uísque com água mineral. Ficamos dançando e trocando ideia.

Até que Marisol foi ao banheiro, notei que ela já tinha vários minutos que tinha ido. Achei estranho. Depois de 20 minutos, ela voltou e veio direto falar comigo, dizendo que tinha conhecido alguém no caminho e queria me apresentar, mas só depois que meus amigos fossem embora.
Eu já imaginava que ela tinha encontrado algum otário daqueles que ela gosta, uns bobões e sem graça, que mal conseguem tirar a cum dela.
Eram 2 da manhã e o bar já ia fechar, quando começamos a nos despedir. Todo mundo foi saindo aos poucos até que só ficamos nós dois.
Marisol: Agora sim, vem, love. Vou te apresentar o amigo novo que acabei de fazer. Você vai gostar muito.
Eu: Vamos então.
Chegamos, olhei pra ele e ela me apresentou. Ele se chamava Omondi, ou um nome bem parecido. Era um cara negro de 22 anos, que tava de intercâmbio de uma universidade do Quênia. Ele falava inglês, eu mal conseguia conversar, mas Marisol falava muito bem. Ele era um pouco mais baixo que eu, magro, mas bem definido, parecia que malhava pra caralho. E Marisol tava toda encantada, por causa da fama de ter uma pica de mais de 20cm e grossa.
Ficamos conversando um bom tempo, até mudamos de mesa, eu entendia pouco, mas a Marisol traduzia o que eu não sacava.
Foram dançar na pista, começaram bem, mas depois a Marisol pegava na rola dele e ele passava a mão na bunda e nos peitos dela. Terminaram de dançar e ela veio até mim e falou:Amor, vamos pro motel, simFomos direto pro estacionamento com nosso amigo queniano, no caminho inteiro ele não parou de passar a mão na Marisol.
Entramos no carro e a Marisol foi no banco de trás com ele, enquanto eu dirigia, via a Marisol passando a mão na pica do nosso amigo e ele tirando os peitos dela pra fora e apalpando tudo.
Chegamos num motel na saída da cidade chamado Sole. Entrei e, enquanto eu pagava na garagem, a Marisol e o cara já estavam subindo as escadas pra ir trepar. Enquanto subia, a puta rebolava a bunda de fio dental pra deixar ele mais louco.
O funcionário chegou e eu paguei na cabine da garagem. Quando subi pro quarto, a Marisol já tava chupando a pica do nosso amigo.
Um pauzão bem grande, o maior que a Marisol já tinha visto, comprido tipo uns 22cm e grosso, cheio de veias.
A Marisol chupava ele como se fosse um chocolate, enfiava tudo que dava na boca, lambia ele inteiro. Assim que subi, me acomodei numa poltrona na frente da cama pra ver o show.
Eu tava com o pau na mão, vendo a Marisol devorar aquele pau preto. Tava doido pra ver quando o cara fosse meter aquela pica enorme na bucetinha apertada dela. Em segundos, a Marisol já tava de sutiã e fio dental, com aquela bunda gostosa que ela tem.
E com os peitos de fora, de frente pro negão
Não demorou muito e eu já tava colocando a camisinha, mal coloquei, ela subiu em cima de mim, e devagarinho começou a enfiar aquela pica, foi metendo aos poucos, e quanto mais entrava, mais a puta gemia. Deu vários rebolões em cima daquela pica até ter ela toda lá dentro, aí ela disse:Ayy amor, que pau gostoso você tem
Já tava bem enfiada pelo nosso amigo negro, e Marisol começava a se mexer cada vez mais rápido, gemendo igual uma puta no cio.
Eu me masturbava tão gostoso, vendo ela sendo comida, eu parava quando estava quase gozando, quando Marisol virou pra mim e disseTá gostando de como ele tá me comendo, pai?Enquanto ela se mexia mais gostosa no pau daquele cara
Só encostei no Montana por alguns segundos quando ele parou, me olhou e disseAdoro esse, vou comer ele sem camisinhaRápido ela se levantou, tirou a camisinha e ficou de quatro pra ele meter.
Podia ver como aquela pica enorme entrava na bucetinha rosada dela, ela pedia pra ele meter devagar pra sentir ela toda dentro.
Pronto Marisol já tinha metade da pica do garoto, mas ela pedia mais e cada empurradinha a fazia gemer como uma puta.
De tanto que pedia pica o garoto já tinha ela bem enfiada com toda a pica dentro, a pica do garoto brilhava de tanto suco que a Marisol tinha tirado da bucetinha dela.
Começou a chupar aquele rabo gostoso, enfiava a pica até o fundo e depois tirava tudo, e até no fundo do melado, Marisol gemia como nunca.
Cada vez ele metia mais rápido e enfiava aquela rola enorme até o fundo.
Marisol já não aguentava mais, estava prestes a explodir num orgasmo.
De repente, a respiração dela começou a acelerar com cada mentira que davam naquela pica, quando ela começou a ter um orgasmo, e começou como uma louca a sentar na pica do negão, enquanto eu não aguentei mais e comecei a gozar jorrando com a imagem da Marisol montada naquela pica enorme.
A Marisol tinha encharcado aquela pica preta com o orgasmo que teve.
Ainda com a pica enfiada, ela descansava daquele orgasmo que tinha tido, enquanto o cara metia devagarinho pra trazer ela de volta ao jogo. Assim que se recuperou, já agarrou ele e começou a montar de novo.
De novo o garoto tava metendo forte nela e a Marisol, toda gostosa, sentando naquela pica.
De volta, Marisol estava molhando a pica do nosso amigo negro com os fluidos dela, gemendo mais alto.
Cada vez os dois se aproximavam mais do orgasmo, e o garoto sem camisinha, enquanto Marisol estava sem se cuidar e ainda por cima nos dias de ovulação.
Quando Marisol começou a falar com o garotoPapi, goza dentro de mim, sim"
"Enfia bem fundo
Quero que você me encha até dentroNisso o cara começou a gozar enquanto metia bem forte nela, e a Marisol toda feliz em cima dessa pica, mal deu uns segundos quando ela sentiu a porra dentro começou a ter outro orgasmo intenso.
Marisol rapidinho se deitou, enquanto nosso amigo vestia a roupa pra ir embora, acompanhei ele até a porta, me despedi, voltei pra cama e lá estava a Marisol de pernas abertas pra não deixar a porra escorrer.
Cheguei, tirei a pica de novo e comecei a bater uma enquanto olhava como tinham deixado a bucetinha da Marisol bem aberta.
Dava pra ver a porra escorrendo da bucetinha dela, enquanto ela pedia pra eu meter com a porra dentro.
Não aguentava mais, esfregava minha pica por toda a bunda dela e na bucetinha cheia de porra, ainda não tinha metido minha pica e já sentia que ia gozar
Assim que enfiei meu pau, senti ele inundado de porra, comecei a foder ela mais e mais rápido enquanto ela sussurrava coisas no meu ouvidoVocê gostou de como aquele negão me comeu, amor?Me deixava mais excitadaPorque eu adorei como ele me comeu

Não tinha passado nem um minuto e eu comecei a gozar jorrando dentro dela.
Tirei ele pra fora e vi como saíam jatos de porra minha e daquele amigo que tinha comido ela, tinha deixado a bucetinha bem aberta.
Cada vez quero paus maiores, cada vez quer mais dentro dela.

Chegamos na festa e cumprimentamos todo mundo, começamos a tomar cerveja e as mulheres, uísque com água mineral. Ficamos dançando e trocando ideia.

Até que Marisol foi ao banheiro, notei que ela já tinha vários minutos que tinha ido. Achei estranho. Depois de 20 minutos, ela voltou e veio direto falar comigo, dizendo que tinha conhecido alguém no caminho e queria me apresentar, mas só depois que meus amigos fossem embora.Eu já imaginava que ela tinha encontrado algum otário daqueles que ela gosta, uns bobões e sem graça, que mal conseguem tirar a cum dela.
Eram 2 da manhã e o bar já ia fechar, quando começamos a nos despedir. Todo mundo foi saindo aos poucos até que só ficamos nós dois.
Marisol: Agora sim, vem, love. Vou te apresentar o amigo novo que acabei de fazer. Você vai gostar muito.
Eu: Vamos então.
Chegamos, olhei pra ele e ela me apresentou. Ele se chamava Omondi, ou um nome bem parecido. Era um cara negro de 22 anos, que tava de intercâmbio de uma universidade do Quênia. Ele falava inglês, eu mal conseguia conversar, mas Marisol falava muito bem. Ele era um pouco mais baixo que eu, magro, mas bem definido, parecia que malhava pra caralho. E Marisol tava toda encantada, por causa da fama de ter uma pica de mais de 20cm e grossa.

Ficamos conversando um bom tempo, até mudamos de mesa, eu entendia pouco, mas a Marisol traduzia o que eu não sacava.Foram dançar na pista, começaram bem, mas depois a Marisol pegava na rola dele e ele passava a mão na bunda e nos peitos dela. Terminaram de dançar e ela veio até mim e falou:Amor, vamos pro motel, simFomos direto pro estacionamento com nosso amigo queniano, no caminho inteiro ele não parou de passar a mão na Marisol.
Entramos no carro e a Marisol foi no banco de trás com ele, enquanto eu dirigia, via a Marisol passando a mão na pica do nosso amigo e ele tirando os peitos dela pra fora e apalpando tudo.
Chegamos num motel na saída da cidade chamado Sole. Entrei e, enquanto eu pagava na garagem, a Marisol e o cara já estavam subindo as escadas pra ir trepar. Enquanto subia, a puta rebolava a bunda de fio dental pra deixar ele mais louco.O funcionário chegou e eu paguei na cabine da garagem. Quando subi pro quarto, a Marisol já tava chupando a pica do nosso amigo.
Um pauzão bem grande, o maior que a Marisol já tinha visto, comprido tipo uns 22cm e grosso, cheio de veias.A Marisol chupava ele como se fosse um chocolate, enfiava tudo que dava na boca, lambia ele inteiro. Assim que subi, me acomodei numa poltrona na frente da cama pra ver o show.
Eu tava com o pau na mão, vendo a Marisol devorar aquele pau preto. Tava doido pra ver quando o cara fosse meter aquela pica enorme na bucetinha apertada dela. Em segundos, a Marisol já tava de sutiã e fio dental, com aquela bunda gostosa que ela tem.
E com os peitos de fora, de frente pro negão
Não demorou muito e eu já tava colocando a camisinha, mal coloquei, ela subiu em cima de mim, e devagarinho começou a enfiar aquela pica, foi metendo aos poucos, e quanto mais entrava, mais a puta gemia. Deu vários rebolões em cima daquela pica até ter ela toda lá dentro, aí ela disse:Ayy amor, que pau gostoso você tem
Já tava bem enfiada pelo nosso amigo negro, e Marisol começava a se mexer cada vez mais rápido, gemendo igual uma puta no cio.
Eu me masturbava tão gostoso, vendo ela sendo comida, eu parava quando estava quase gozando, quando Marisol virou pra mim e disseTá gostando de como ele tá me comendo, pai?Enquanto ela se mexia mais gostosa no pau daquele cara
Só encostei no Montana por alguns segundos quando ele parou, me olhou e disseAdoro esse, vou comer ele sem camisinhaRápido ela se levantou, tirou a camisinha e ficou de quatro pra ele meter.
Podia ver como aquela pica enorme entrava na bucetinha rosada dela, ela pedia pra ele meter devagar pra sentir ela toda dentro.
Pronto Marisol já tinha metade da pica do garoto, mas ela pedia mais e cada empurradinha a fazia gemer como uma puta.
De tanto que pedia pica o garoto já tinha ela bem enfiada com toda a pica dentro, a pica do garoto brilhava de tanto suco que a Marisol tinha tirado da bucetinha dela. Começou a chupar aquele rabo gostoso, enfiava a pica até o fundo e depois tirava tudo, e até no fundo do melado, Marisol gemia como nunca.

Cada vez ele metia mais rápido e enfiava aquela rola enorme até o fundo.Marisol já não aguentava mais, estava prestes a explodir num orgasmo.
De repente, a respiração dela começou a acelerar com cada mentira que davam naquela pica, quando ela começou a ter um orgasmo, e começou como uma louca a sentar na pica do negão, enquanto eu não aguentei mais e comecei a gozar jorrando com a imagem da Marisol montada naquela pica enorme. A Marisol tinha encharcado aquela pica preta com o orgasmo que teve.
Ainda com a pica enfiada, ela descansava daquele orgasmo que tinha tido, enquanto o cara metia devagarinho pra trazer ela de volta ao jogo. Assim que se recuperou, já agarrou ele e começou a montar de novo.

De novo o garoto tava metendo forte nela e a Marisol, toda gostosa, sentando naquela pica.
De volta, Marisol estava molhando a pica do nosso amigo negro com os fluidos dela, gemendo mais alto.
Cada vez os dois se aproximavam mais do orgasmo, e o garoto sem camisinha, enquanto Marisol estava sem se cuidar e ainda por cima nos dias de ovulação.
Quando Marisol começou a falar com o garotoPapi, goza dentro de mim, sim" "Enfia bem fundo
Quero que você me encha até dentroNisso o cara começou a gozar enquanto metia bem forte nela, e a Marisol toda feliz em cima dessa pica, mal deu uns segundos quando ela sentiu a porra dentro começou a ter outro orgasmo intenso.
Marisol rapidinho se deitou, enquanto nosso amigo vestia a roupa pra ir embora, acompanhei ele até a porta, me despedi, voltei pra cama e lá estava a Marisol de pernas abertas pra não deixar a porra escorrer.
Cheguei, tirei a pica de novo e comecei a bater uma enquanto olhava como tinham deixado a bucetinha da Marisol bem aberta.
Dava pra ver a porra escorrendo da bucetinha dela, enquanto ela pedia pra eu meter com a porra dentro.
Não aguentava mais, esfregava minha pica por toda a bunda dela e na bucetinha cheia de porra, ainda não tinha metido minha pica e já sentia que ia gozar
Assim que enfiei meu pau, senti ele inundado de porra, comecei a foder ela mais e mais rápido enquanto ela sussurrava coisas no meu ouvidoVocê gostou de como aquele negão me comeu, amor?Me deixava mais excitadaPorque eu adorei como ele me comeu
Não tinha passado nem um minuto e eu comecei a gozar jorrando dentro dela.
Tirei ele pra fora e vi como saíam jatos de porra minha e daquele amigo que tinha comido ela, tinha deixado a bucetinha bem aberta. Cada vez quero paus maiores, cada vez quer mais dentro dela.
3 comentários - A Festa do Meu Amigo