Da minha cliente metida a minha putinha p.3

Fala galera, de novo com a história alternativa da saga em andamento, vamos nessa.
Como já tinha contado pra vocês, o Juan me avisou que não ia ter companhia dessa vez, então decidi cumprir a promessa que tinha feito pra ele. Mandei uma mensagem pra Vero.

- Oi Vero, sou o “******” – escrevi
- Oi, já descansou? –
- Sim, já, você me deixou bem cansado, sua safada –
- kkkk e você me deixou a bunda dolorida –
- Mas bem que você gosta –
- Então, o que te digo xD –
- Você é bem vadia kkk –
- Obrigada :3 –
- Ei, me diz, você topa piorar ainda mais? –
- Como assim?, se você tá me dizendo pra virar puta, nem pensa –
- Não, para de viagem, é que quero que você coma meu colega do trabalho –
- Aquele com quem você sempre fica à noite? –
- Sim, esse, o que acha? –
- Sei lá, é que não sei se ele vai gostar de me tratar do jeito que eu gosto –
- Já sabia que você ia querer se sentir bem vadia, olha, que tal a gente fazer isso?: você come esse cara enquanto a gente fala no telefone, assim você vai me contando como ele mete e como te deixa –

Isso convenceu a Vero, que já não tava criando muito problema, então esperamos dar meio-dia, hora que eu sabia que o Juan estaria trancado na loja. Naquele momento, tendo avisado a Vero antes sobre o horário, liguei pra ele.

- Qual é, mano – ele disse ao atender
- Fala aí, escuta, lembra daquilo que eu tinha prometido? –
- Do quê?... – nessa hora só pude suspirar pela memória fraca do meu amigo
- Olha, daqui a pouco vai chegar o presentinho que eu te devia, mas um favor: não desliga em momento nenhum até eu mandar –
- Ok… não sei do q… - foi interrompido – me dá um tempo, tão batendo na porta –
- Lembra que não pode desligar –
- Ok ok… caralho! – no momento que ouvi isso, soube que tudo tinha começado – mano, é sério? –
- O quê? – perguntei me fazendo de desentendido
- A Vero tá aqui, diz que veio pra eu comer ela –
- Sim, mano, é toda sua, mas em troca você vai ter deixar eu ouvir tudo pelo telefone –
- Não, pra mim tá perfeito, me dá um segundo que eu vou abrir –

Nesse ponto, pra ser sincero, eu tava realmente excitado, pensando no meu parceiro comendo minha putinha. Por um tempo, só se ouvia o barulho de chaves e uns murmúrios, até que escutei eles se aproximando do telefone e alguém finalmente falou:

- Oi, papai – soou a voz perversa da Vero – Já tô aqui, como você mandou –
- Já percebi, então já sabe o que fazer, vadiazinha, agrada meu amigo –
- Sim, papai, como você ordenar –

Finalmente, comecei a ouvir eles se apalpando, o som das roupas sendo tiradas a toda velocidade e, depois, o barulho de alguém começando a chupar alguma coisa.

- Me conta o que tá rolando, puta – falei pelo celular
- Tão chupando meus peitos, papai, e mordendo meus bicos –
- Tá gostando? –
- Sim, adoro sentir dor –
- Boa, vadiazinha, mas não deixa ele fazer tudo sozinho, lembra que você não tá aí pra gozar, tá aí pra servir –
- Sim, papai –

Ouvi um pouco de movimento por uns segundos, até a voz da Vero soar:

- Agora vou chupar a rola dele, pra fazer ele gozar, como deve ser –

Na sequência, se ouviam os gemidos do Juan e o som molhado de alguém engolindo rola, ficaram assim por um tempinho até que eu escutei ela engasgar.

- Caralho, essa mina é muito gostosa, você se superou, mano, tô comendo ela de boca e ela não resiste nada – disse o Juan
- Pois é, pra você ver que eu cumpro o que prometo, empresto uma puta, e não qualquer uma –

Não recebi resposta, só mais gemidos da parte dele, que continuava, com certeza, comendo a Vero de boca. Depois de um tempo, eles pararam e a Vero falou:

- Agora vão meter em mim –
- Por onde? –
- Pela buceta – ela soltou um gritinho que indicava que o Juan não queria esperar mais e meteu de uma vez. Por um bom tempo, só se ouvia gemidos e as típicas batidas do momento, sem mais descrição da Vero além do fato de que ela gostava e que estavam dando um pau bem duro nela. Em certo ponto, meio entediado de ouvir a mesma coisa por tanto tempo, falei pra Vero.
— Mostra teu lado mais puta, fala pro meu amigo onde você queria agora —
— Eu... eu queria que ele metesse no meu cu —
— Fala pra ele, implora —
— Por favor, me dá pau no cu, por favor —
Depois disso, ouvi o gemido que indicava que os pedidos dela tinham sido atendidos. Só escutava os gemidos da Vero e as súplicas dela pra ser comida com mais e mais força, sem parar, até que finalmente ouvi um gemido forte do Juan.
— Encheram meu cu de leite, papai —
— Bem feito, puta, cumpriu bem seu dever de satisfazer ele, depois te dou sua recompensa. Agora vaza daí, não quero ninguém vendo uma puta como você na loja —
— Sim, papai — ela disse enquanto eu ouvia ela se vestindo rápido e indo embora.
Passaram uns 5 minutos até eu ouvir a voz do Juan.
— Caralho, mano, essa mina foi uma delícia —
— Sim, mano, eu sei, mas a partir de agora ela é só minha, a puta, só emprestei pra você uma vez —
— Você é foda, me dá uma prova disso e depois tira, mas beleza, ainda assim você mandou bem —
— Pois é, mas beleza, vou te deixar, já é tarde e você deve estar com a bagunça na loja —
— Sim, a gente se vê amanhã, falou —
Finalmente terminamos de falar. Vale dizer que durante todo esse tempo eu tava batendo uma com a ligação, que mesmo sem ver nada, as descrições já eram o suficiente, tipo quando a gente lê contos por aqui.
Bem, galera, como sempre, espero que tenham gostado. Agradecimentos especiais pra mina que continua me inspirando a lembrar desses acontecimentos. Um beijo especial na bunda e um tapa na sua bucetinha gostosa.

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