Passei a noite em claro, como já era costume. As malditas aulas pareciam demorar cada vez mais, e as atividades fora do horário estavam inexistentes. Às vezes, odiava ter que ir pra escola, queria simplesmente ficar o dia inteiro com ela. Não tinha desculpas pra dar em casa pra ficar com ela, então era um verdadeiro tormento. Já era hora de partir, fui voando pra casa dela vê-la. A emoção era tanta que minhas mãos suavam e eu sentia um nervosismo muito forte. Comprimentei as pessoas que ajudavam no negócio dela, perguntei por ela e me disseram que estava em casa, que é em cima. Subi até a porta dela, vi a filha dela brincando no quintal, acenei de longe e bati. Ela me abriu com um sorriso enorme. Era mais que evidente que isso ia a sério, que não era uma mera fantasia ou palavras vazias. Ela estava com o cabelo penteado, um preto que parecia ainda mais intenso naquela hora do dia, uma maquiagem sutil, só o suficiente pra realçar a beleza natural dela, um tom mais rosado nos lábios, e a roupa esportiva de sempre. Mas, puta merda, era bem óbvio que ela tinha se arrumado, porque um batom estava lá longe, na mesa da sala, e ela nunca se maquiava, por mais leve que fosse, entre as aulas.
— Oi, quanto tempo sem te ver — me cumprimentou enquanto abria a porta de vidro, e eu entrava. Fazia um fim de semana que eu não passava pra cumprimentá-la, e uns cinco dias que não ia na casa dela. — Sentiu minha falta? — Com toda minha capacidade mental de concentração, respondi. — Muito, você já sabe que sim — respondeu com um sorriso e um olhar meio nervoso.
Nos aproximamos pra nos cumprimentar. Enquanto fazia isso, ouvia a porta fechar e sentia o ar entrando menos pelas minhas costas. Num instante, estávamos sozinhos na casa dela, sem nenhum barulho além do da rua movimentada. O vazio e a intimidade daquele lugar pressionavam de um jeito único. A primeira vez em anos que sentia uma privacidade daquela, que me deixa difícil... Explicar. E quando senti os lábios dela, metade deles nos meus... o perfume suave dela, senti aquela sensação no estômago que quase me derruba, o beijo de "boas-vindas" durou mais que o normal, me bagunçou os sentidos, e como por instinto, apoiei minha mão na cintura dela, o tecido liso e fino, senti o pano frio e na hora o calor do corpo dela, não sabia o que processar, foi uma sobrecarga muito, muito foda. Ela me ofereceu um suco e um salgadinho típico dela, enquanto a gente caminhava por um corredorzinho até a cozinha dela, não evitei nem quis parar de olhar o jeito dela andar, cabelo solto, quase nos ombros, a blusa de cores vivas que marcava a cintura fina dela, e uma legging preta na panturrilha, que destacava o volume da bunda perfeita dela, que até hoje eu diria que era perfeita, e as pernas fortes e torneadas combinavam perfeitamente. A gente sentou no balcão da cozinha, ela na minha frente, conversamos rapidamente sobre umas coisas, até que o assunto dos mensagens veio à tona. Foi uma conversa bem tranquila, ela me perguntou desde quando eu a via daquele jeito, respondi que provavelmente meu cérebro tava começando a amadurecer pra notar uma beleza como a dela. Ela devolveu o elogio e, honesta e maduramente, me lembrou que a gente sempre se conheceu, a relação que cada um tinha com as próprias famílias. E uma frase que lembro bem: "Temos que ser o mais discretos possível, me consulta sobre o que precisar, lembra que tenho uma filha e muitas responsabilidades" — enquanto falava, começou a acariciar meu rosto e levantar levemente minha cabeça, e se aproximou de mim. Não lembro o que respondi, talvez só foi "ok, ok e mais ok". E ali, bem no balcão, a gente se beijou, orgânico e sem planejar, um simples, daqueles de "selinho". Senti as unhas dela no meu queixo me segurando de leve, e as rachaduras dos lábios dela nos meus. "Você tem gosto de laranja" — ela disse. "E você de morango" — "É um batom que comprei ontem" — E como se nada tivesse acontecido... Passado, ela preparou uns sanduíches e a gente ficou conversando besteira pra caralho. Fomos pra sala de estar, eu andava no automático, parecia que tava sonhando. Ela saiu pra dar um suco pra filha dela, e enquanto fazia isso, eu olhava ela pela janela. Reparei no corpo dela mais uma vez, no cabelo, naquele jeito que o perfil dela se destacava — era outra parada. Ela entrou, a gente terminou de comer e ela falou que precisava ir pra aula. Pediu desculpa por não ficar mais tempo comigo, mas disse que amanhã, que era quinta-feira, ela sempre ficava em casa.
Aí, sentados, ela se aproximou de mim e começou a me beijar. Senti os lábios dela molhados e quentes contra os meus, a textura lisa e os lábios grossos dela, sentia a respiração dela. Depois de alguns minutos, a língua dela era fina e dava uma sensação indescritível. Apertei ela contra mim, a coisa intensificou, dava pra sentir os beijos dela com mais paixão. Segurei o pescoço dela de leve, ela suspirou e falou: "É sério, tenho que me apressar." A gente se separou, ela me deu um último beijo e se levantou. Arrumei a louça pra lavar enquanto ela falava no telefone. Subiu uma pessoa de baixo, bateu na porta com a menina, ela falou umas coisas e a gente saiu junto. Entrei no carro dela e ela me deixou no ponto do metrô, porque às vezes ela não ia de moto pra escola. "A gente se vê amanhã", ela disse. "Por favor", respondi com um sorriso, e a gente se deu um último beijo.
No caminho pra casa, não pensei em mais nada além dela. Em casa, fui direto pro meu quarto e olhei o celular. Naquela época, o WhatsApp tava começando, mas era sempre mais mensagem com ela. Só mandei um "já tô em casa, tudo certo", e ela respondeu algo tipo "que bom, tava pensando que você já ia chegar". E só. Umas mensagens extras, mas como se a gente pensasse a mesma coisa, as mensagens foram curtas e distantes. Os dois sabia que tudo ia se mostrar pessoalmente.
Acordei bem cedo, de novo. Tomei um banho, vesti um uniforme limpo. Minha mãe me levou até um metrô que ficava perto... O caminho dela pro trabalho, e cheguei na escola, me desliguei completamente, não sei se conversei com alguém ou entreguei algum trabalho de aula, só sei que no intervalo, não consegui nem comer. Última aula, só uma hora, a professora nem passou assunto na sala, não lembro muito, só que já tava com minha mochila pronta, conversei com os amigos pra passar o tempo mais rápido. Ouço o sinal, primeira vez que fui o primeiro no corredor, e quase saindo, peguei um táxi, e lá vou eu. Sério, entrei no táxi mais lerdo da cidade — pensava, cheguei no negócio que tava quase lotado, fiz um sinal pra menina, tipo "vou subir", ela só falou sim, entrei, e subi, as escadas não tinham muita luz e às vezes subiam e desciam deixando caixas, dessa vez a garota não tava no pátio. Bati na porta, ela abriu, Oi — um sorriso enorme, uns lábios vermelhos muito lindos, e o cabelo preso que deixava ela tão gostosa, uma blusa preta decotada, que vestia muito bem, e uma calça jeans com sandálias, Oi — respondi, ela fechou a porta, e no corredor, a gente se olhou, nos olhos, ela pegou na minha mão, e fez sinal de silêncio, não tinha luz além da das janelas, e começamos a nos beijar, dessa vez com mais tesão, segurei ela pela cintura e acariciei com as duas mãos o quadril dela, era tão magrinha, ela segurava meu rosto e me beijava com força, até nossos dentes bateram, comecei a beijar o pescoço dela, senti o gosto do perfume, e ela acariciou minha cintura, desci minhas mãos pra bunda dela e apertei de cima pra baixo, sentia o tecido da calça jeans, e como minhas mãos não conseguiam pegar a bunda dela inteira, ela desceu pro meu cinto, afrouxou, e a gente se olhou nos olhos, ela enfiou a mão por baixo da minha calça e da cueca, senti a mão fria dela, os dedos finos tocando desde minhas bolas até a cabeça do meu pau que começava a endurecer, foi tipo um choque de temperatura, que foi muito Bem, ela soltou um sorrisinho e começou a acariciar minhas bolas com os dedos. Eu apertei as nádegas dela bem forte, até que ouvimos passos na escada. Era normal. Ela fingiu que me pegou pela mão e entramos no quarto dela. Nesses momentos não tem palavra, não tem frase, não precisa dizer nada, é só agir. Ela se deitou, eu tranquei a porta, e ela fez sinal de silêncio de novo. Tirei os sapatos, subi na cama e comecei a beijá-la, dessa vez descendo pro pescoço. Ela virou a cabeça pra me dar acesso, simplesmente se entregou, deixou as mãos quietas, e eu comecei a beijar bem devagar e suave. Senti os ossos do pescoço dela e mordisquei de leve, ela soltava suspiros fortes. Desci pela gola da blusa, a pele dela macia e quentinha, ela de olhos fechados tirou a blusa enquanto eu tirava meu suéter.
Vi o sutiã dela, era azul-marinho com renda na borda. Voltei pro pescoço dela, de um lado pro outro, desci pro peito, sentia a pele ainda mais macia, e quando beijava em direção aos seios, sentia como a pele ficava ainda mais suave, e como eles começavam a crescer. Peguei os dois com as mãos, sentindo a maciez do sutiã, e apertei de baixo pra cima. A cintura marcada dela, descendo das costelas até onde a calça não deixava ver onde terminava. Ela me puxou pelo pescoço e me beijou, foi até minhas orelhas, enquanto isso eu comecei a beijar de novo a borda do sutiã dela. Puxei a renda pra baixo, e lá estava o mamilo rosado e meio duro. Senti como a textura meio áspera da minha língua encontrava uma suavidade mágica, e como cada parte do mamilo, como se fosse um botão de flor, ficava mais e mais duro. Comecei a chupar e lamber com uma fome de paixão, ela começou a se revirar e gemer, se segurando por causa da filha, que talvez tinha deixado dormindo a poucas portas. Fiquei assim não sei quanto tempo, só sei que fui de um pro outro, um mais macio e mais duro que o outro, ambos quentes nas minhas mãos, também não conseguia parar. agarrando elas por completo e eu adorava aquilo. Ela começou a morder meu pescoço, começou a tirar minha camisa e depois a regata. Como eu jogava basquete, não era definido, mas era magro e dava pra ver o resultado do exercício. Ela beijou meu peito enquanto tirava a calça completamente, deixando à mostra uma lingerie preta, também de renda. Tirou minha calça e cueca, e com aquela idade e claramente excitado, eu estava pronto pra começar. Ela me acariciou de baixo pra cima, senti dois dedos dela abraçando meu pau que já estava duro, acariciou e sorriu pra mim. Naquele momento, desci minha mão e acariciei com dois dedos como se fosse um cristal muito delicado, e ela gemeu e segurou meu braço forte, apertando. Ela abaixou a lingerie e, de repente, eu a vi, completa, nua. Uma buceta muito bem depilada, brilhosa entre as pernas, completamente molhada. Ela se levantou pra me colocar de bruços, e dava pra ouvir a buceta dela de tão molhada que estava. As pernas dela eram grandes e brancas, muito brancas. A buceta dela era perfeita, uns lábios quase imperceptíveis com um tom rosa na borda, que depois, ao chupá-los, eu veria o rosa mais claro que existe. Ao vê-la, quis ir pra cima pra lamber, porque, desculpa pela explicação, era um rosa delicioso como o de uma fruta. E quando ela abriu as pernas, uma gota do néctar dela caiu na minha perna, tão molhada que estava. Ela percebeu e fez uma cara de surpresa, porque quando abriu as pernas pra se acomodar em mim, eu ouvi como se abriu e vi o néctar escorrendo pela entreperna. Ela segurou a haste do meu pau, que já estava mais duro, com a cabeça extremamente vermelha e sem pele de tanta excitação, e engolindo saliva, ela começou a me enfiar. Senti como a buceta molhada e rosa dela começava a se abrir bem na ponta do meu pau, e como abraçava como se fosse uma luva. Eu sentia a forma e como apertava meu pau abrindo ela. Ela gemia e empurrava forte, pelo visto o O barulho já não era problema. Devagar, como se doesse, ela começou a descer mais e mais. Eu segurava ela pelas nádegas, que estavam frias e carnudas, sentindo o calor ficar cada vez mais forte, até que o calor do meu pau e da buceta dela se fundiram e explodiram, dando um orgasmo nela. Ela arranhou meu peito e apertou as pernas, sentia os joelhos dobrados dela batendo nas minhas costelas — uma tortura que me dava prazer. Peguei na cintura dela, sentindo os ossos descansarem nos meus dedos, apertei e levantei ela com meu quadril. Minhas costas ficaram por cima e segurei ela ali. Ela só tinha os olhos fechados e começou a ficar vermelha no rosto. Aí ela abriu os olhos e me viu. Desci todo o meu quadril, tirando meu pau de dentro dela. Ela não aguentou, desmaiou, e eu segurei o peso dela nas mãos, deixando só a cabeça do meu pau dentro. E enfiei de novo. Ela gemeu, apertou meus braços com as unhas. Tirei quase tudo e meti de novo. A buceta dela era uma correnteza, porque meu pau duro saía cada vez mais molhado. Sentia o néctar dela escorrendo nas minhas bolas. Aproveitei pra fazer assim. Ela se contorcia e se contorcia, tremia e me arranhava cada vez mais forte, quase me fazendo sangrar. Não aguentei mais e, depois de muitos minutos, cedi. Sentia as nádegas dela nas minhas pernas. Elas caíram em mim de um jeito tão gostoso. Ela se deitou no meu peito e começou a se mover pra cima e pra baixo. De repente, se levantou de um pulo e me olhou. Me pegou pelo rosto e começou a rebolá de trás pra frente, de cima pra baixo, sem sair ou se desgrudar. Nunca vou entender como ficamos tanto tempo naquela posição. Simplesmente nos desconectamos. Eu agarrava os peitos dela, que queriam explodir, e a gravidade não tirava a firmeza deles. De vez em quando, nos beijávamos ou eu chupava os bicos dela. A cada pouco, sentia ela gozar nas minhas bolas e se contorcer, e meu peito sofria com os arranhões dela. Aí comecei a sentir aquela formigação que vai da sola dos pés até as pernas, sobe pro estômago e aperta até os testíbooties, e aperta eles até em cima. Ela percebeu e, no ritmo mais rápido e forte possível, ela diminuiu, como se estivesse dançando em cima do meu pau. Ela sussurrou: "Pode gozar dentro de mim". E como se fossem palavras mágicas, comecei a encher ela com meu esperma quente. Quando ela sentiu, se contorceu de novo e não conseguiu evitar um gemido alto. Eu sentia cada jato saindo. Ela me apertou e cravou as unhas nas minhas pernas, literalmente, e ficou assim, apoiada nas minhas pernas, suando. Nós dois não nos mexemos, só sentia o corpo dela sobre o meu. O silêncio tomou conta do quarto. Ela suspirou, me olhou, e eu olhei pra ela. Um momento breve, ela me perguntou: "Pronto?" Sem saber do que ela tava falando, respondi: "Sim?" E ela começou a se levantar. Senti minhas bolas inundadas com os fluidos dela e os meus. Ela foi pro banheiro, e eu fiquei lá, me limpando com uma camiseta. Um tempo depois, ela saiu com um roupão branco. Tentei me levantar e não consegui. Quando consegui e olhei a hora, já era tarde, quase 6 da tarde. Eu cheguei na casa dela umas 3:30, mais ou menos. Não lembro o que a gente disse, só sei que coloquei a cueca e a camisa da escola. Fomos comer na cozinha dela, e a menina no quarto dela, distraída com alguma coisa. Ela ainda era pequena, então não tinha problema com ela. Eu me levantei e me senti um campeão, um campeão que acabou de acordar, uma energia tipo quando você vai treinar ou jogar, "fresco como uma alface". Me olhei no espelho e não acreditei. Fui comer com ela, e tive que ligar pra casa, mas primeiro pra um amigo, pra ele me dar um álibi. Aí liguei pra casa, surgiu um projeto que eu esqueci que ia ficar com ele, só que não queria incomodar ele, que não tinha muita intimidade com ele, pra ele ligar pra "prima" e ir pra casa dela. Não teve problema, suspeita, nada. No fim, desde que eu tava no ensino médio por ali, geralmente ficava com ela. Uns 20 minutos depois, o telefone dela tocou, e ela respondia tudo: "Sim, sim", e "não se preocupa". Ela me deu um sorriso cúmplice e maquiavélico, e pendurou o telefone. "Quer tomar um banho?" Foi a frase que soltou bem na hora de dar tchau. Essa foi a primeira vez, de muitas, que tive que ser atleta de alto rendimento. Ela sempre me satisfez por completo, e eu, em troca, fui um aprendiz, e ela, a mestra que me ensinou a dar prazer. Eu me tornaria a peça forjada por ela para lhe dar prazer. Essa é a história. Obrigado pelos comentários. E, embora a relação tenha sido real, tem detalhes que esqueci. E, como não sou expert em escrever, agradeço feedbacks para melhorar. Abraços.
— Oi, quanto tempo sem te ver — me cumprimentou enquanto abria a porta de vidro, e eu entrava. Fazia um fim de semana que eu não passava pra cumprimentá-la, e uns cinco dias que não ia na casa dela. — Sentiu minha falta? — Com toda minha capacidade mental de concentração, respondi. — Muito, você já sabe que sim — respondeu com um sorriso e um olhar meio nervoso.
Nos aproximamos pra nos cumprimentar. Enquanto fazia isso, ouvia a porta fechar e sentia o ar entrando menos pelas minhas costas. Num instante, estávamos sozinhos na casa dela, sem nenhum barulho além do da rua movimentada. O vazio e a intimidade daquele lugar pressionavam de um jeito único. A primeira vez em anos que sentia uma privacidade daquela, que me deixa difícil... Explicar. E quando senti os lábios dela, metade deles nos meus... o perfume suave dela, senti aquela sensação no estômago que quase me derruba, o beijo de "boas-vindas" durou mais que o normal, me bagunçou os sentidos, e como por instinto, apoiei minha mão na cintura dela, o tecido liso e fino, senti o pano frio e na hora o calor do corpo dela, não sabia o que processar, foi uma sobrecarga muito, muito foda. Ela me ofereceu um suco e um salgadinho típico dela, enquanto a gente caminhava por um corredorzinho até a cozinha dela, não evitei nem quis parar de olhar o jeito dela andar, cabelo solto, quase nos ombros, a blusa de cores vivas que marcava a cintura fina dela, e uma legging preta na panturrilha, que destacava o volume da bunda perfeita dela, que até hoje eu diria que era perfeita, e as pernas fortes e torneadas combinavam perfeitamente. A gente sentou no balcão da cozinha, ela na minha frente, conversamos rapidamente sobre umas coisas, até que o assunto dos mensagens veio à tona. Foi uma conversa bem tranquila, ela me perguntou desde quando eu a via daquele jeito, respondi que provavelmente meu cérebro tava começando a amadurecer pra notar uma beleza como a dela. Ela devolveu o elogio e, honesta e maduramente, me lembrou que a gente sempre se conheceu, a relação que cada um tinha com as próprias famílias. E uma frase que lembro bem: "Temos que ser o mais discretos possível, me consulta sobre o que precisar, lembra que tenho uma filha e muitas responsabilidades" — enquanto falava, começou a acariciar meu rosto e levantar levemente minha cabeça, e se aproximou de mim. Não lembro o que respondi, talvez só foi "ok, ok e mais ok". E ali, bem no balcão, a gente se beijou, orgânico e sem planejar, um simples, daqueles de "selinho". Senti as unhas dela no meu queixo me segurando de leve, e as rachaduras dos lábios dela nos meus. "Você tem gosto de laranja" — ela disse. "E você de morango" — "É um batom que comprei ontem" — E como se nada tivesse acontecido... Passado, ela preparou uns sanduíches e a gente ficou conversando besteira pra caralho. Fomos pra sala de estar, eu andava no automático, parecia que tava sonhando. Ela saiu pra dar um suco pra filha dela, e enquanto fazia isso, eu olhava ela pela janela. Reparei no corpo dela mais uma vez, no cabelo, naquele jeito que o perfil dela se destacava — era outra parada. Ela entrou, a gente terminou de comer e ela falou que precisava ir pra aula. Pediu desculpa por não ficar mais tempo comigo, mas disse que amanhã, que era quinta-feira, ela sempre ficava em casa.
Aí, sentados, ela se aproximou de mim e começou a me beijar. Senti os lábios dela molhados e quentes contra os meus, a textura lisa e os lábios grossos dela, sentia a respiração dela. Depois de alguns minutos, a língua dela era fina e dava uma sensação indescritível. Apertei ela contra mim, a coisa intensificou, dava pra sentir os beijos dela com mais paixão. Segurei o pescoço dela de leve, ela suspirou e falou: "É sério, tenho que me apressar." A gente se separou, ela me deu um último beijo e se levantou. Arrumei a louça pra lavar enquanto ela falava no telefone. Subiu uma pessoa de baixo, bateu na porta com a menina, ela falou umas coisas e a gente saiu junto. Entrei no carro dela e ela me deixou no ponto do metrô, porque às vezes ela não ia de moto pra escola. "A gente se vê amanhã", ela disse. "Por favor", respondi com um sorriso, e a gente se deu um último beijo.
No caminho pra casa, não pensei em mais nada além dela. Em casa, fui direto pro meu quarto e olhei o celular. Naquela época, o WhatsApp tava começando, mas era sempre mais mensagem com ela. Só mandei um "já tô em casa, tudo certo", e ela respondeu algo tipo "que bom, tava pensando que você já ia chegar". E só. Umas mensagens extras, mas como se a gente pensasse a mesma coisa, as mensagens foram curtas e distantes. Os dois sabia que tudo ia se mostrar pessoalmente.
Acordei bem cedo, de novo. Tomei um banho, vesti um uniforme limpo. Minha mãe me levou até um metrô que ficava perto... O caminho dela pro trabalho, e cheguei na escola, me desliguei completamente, não sei se conversei com alguém ou entreguei algum trabalho de aula, só sei que no intervalo, não consegui nem comer. Última aula, só uma hora, a professora nem passou assunto na sala, não lembro muito, só que já tava com minha mochila pronta, conversei com os amigos pra passar o tempo mais rápido. Ouço o sinal, primeira vez que fui o primeiro no corredor, e quase saindo, peguei um táxi, e lá vou eu. Sério, entrei no táxi mais lerdo da cidade — pensava, cheguei no negócio que tava quase lotado, fiz um sinal pra menina, tipo "vou subir", ela só falou sim, entrei, e subi, as escadas não tinham muita luz e às vezes subiam e desciam deixando caixas, dessa vez a garota não tava no pátio. Bati na porta, ela abriu, Oi — um sorriso enorme, uns lábios vermelhos muito lindos, e o cabelo preso que deixava ela tão gostosa, uma blusa preta decotada, que vestia muito bem, e uma calça jeans com sandálias, Oi — respondi, ela fechou a porta, e no corredor, a gente se olhou, nos olhos, ela pegou na minha mão, e fez sinal de silêncio, não tinha luz além da das janelas, e começamos a nos beijar, dessa vez com mais tesão, segurei ela pela cintura e acariciei com as duas mãos o quadril dela, era tão magrinha, ela segurava meu rosto e me beijava com força, até nossos dentes bateram, comecei a beijar o pescoço dela, senti o gosto do perfume, e ela acariciou minha cintura, desci minhas mãos pra bunda dela e apertei de cima pra baixo, sentia o tecido da calça jeans, e como minhas mãos não conseguiam pegar a bunda dela inteira, ela desceu pro meu cinto, afrouxou, e a gente se olhou nos olhos, ela enfiou a mão por baixo da minha calça e da cueca, senti a mão fria dela, os dedos finos tocando desde minhas bolas até a cabeça do meu pau que começava a endurecer, foi tipo um choque de temperatura, que foi muito Bem, ela soltou um sorrisinho e começou a acariciar minhas bolas com os dedos. Eu apertei as nádegas dela bem forte, até que ouvimos passos na escada. Era normal. Ela fingiu que me pegou pela mão e entramos no quarto dela. Nesses momentos não tem palavra, não tem frase, não precisa dizer nada, é só agir. Ela se deitou, eu tranquei a porta, e ela fez sinal de silêncio de novo. Tirei os sapatos, subi na cama e comecei a beijá-la, dessa vez descendo pro pescoço. Ela virou a cabeça pra me dar acesso, simplesmente se entregou, deixou as mãos quietas, e eu comecei a beijar bem devagar e suave. Senti os ossos do pescoço dela e mordisquei de leve, ela soltava suspiros fortes. Desci pela gola da blusa, a pele dela macia e quentinha, ela de olhos fechados tirou a blusa enquanto eu tirava meu suéter.
Vi o sutiã dela, era azul-marinho com renda na borda. Voltei pro pescoço dela, de um lado pro outro, desci pro peito, sentia a pele ainda mais macia, e quando beijava em direção aos seios, sentia como a pele ficava ainda mais suave, e como eles começavam a crescer. Peguei os dois com as mãos, sentindo a maciez do sutiã, e apertei de baixo pra cima. A cintura marcada dela, descendo das costelas até onde a calça não deixava ver onde terminava. Ela me puxou pelo pescoço e me beijou, foi até minhas orelhas, enquanto isso eu comecei a beijar de novo a borda do sutiã dela. Puxei a renda pra baixo, e lá estava o mamilo rosado e meio duro. Senti como a textura meio áspera da minha língua encontrava uma suavidade mágica, e como cada parte do mamilo, como se fosse um botão de flor, ficava mais e mais duro. Comecei a chupar e lamber com uma fome de paixão, ela começou a se revirar e gemer, se segurando por causa da filha, que talvez tinha deixado dormindo a poucas portas. Fiquei assim não sei quanto tempo, só sei que fui de um pro outro, um mais macio e mais duro que o outro, ambos quentes nas minhas mãos, também não conseguia parar. agarrando elas por completo e eu adorava aquilo. Ela começou a morder meu pescoço, começou a tirar minha camisa e depois a regata. Como eu jogava basquete, não era definido, mas era magro e dava pra ver o resultado do exercício. Ela beijou meu peito enquanto tirava a calça completamente, deixando à mostra uma lingerie preta, também de renda. Tirou minha calça e cueca, e com aquela idade e claramente excitado, eu estava pronto pra começar. Ela me acariciou de baixo pra cima, senti dois dedos dela abraçando meu pau que já estava duro, acariciou e sorriu pra mim. Naquele momento, desci minha mão e acariciei com dois dedos como se fosse um cristal muito delicado, e ela gemeu e segurou meu braço forte, apertando. Ela abaixou a lingerie e, de repente, eu a vi, completa, nua. Uma buceta muito bem depilada, brilhosa entre as pernas, completamente molhada. Ela se levantou pra me colocar de bruços, e dava pra ouvir a buceta dela de tão molhada que estava. As pernas dela eram grandes e brancas, muito brancas. A buceta dela era perfeita, uns lábios quase imperceptíveis com um tom rosa na borda, que depois, ao chupá-los, eu veria o rosa mais claro que existe. Ao vê-la, quis ir pra cima pra lamber, porque, desculpa pela explicação, era um rosa delicioso como o de uma fruta. E quando ela abriu as pernas, uma gota do néctar dela caiu na minha perna, tão molhada que estava. Ela percebeu e fez uma cara de surpresa, porque quando abriu as pernas pra se acomodar em mim, eu ouvi como se abriu e vi o néctar escorrendo pela entreperna. Ela segurou a haste do meu pau, que já estava mais duro, com a cabeça extremamente vermelha e sem pele de tanta excitação, e engolindo saliva, ela começou a me enfiar. Senti como a buceta molhada e rosa dela começava a se abrir bem na ponta do meu pau, e como abraçava como se fosse uma luva. Eu sentia a forma e como apertava meu pau abrindo ela. Ela gemia e empurrava forte, pelo visto o O barulho já não era problema. Devagar, como se doesse, ela começou a descer mais e mais. Eu segurava ela pelas nádegas, que estavam frias e carnudas, sentindo o calor ficar cada vez mais forte, até que o calor do meu pau e da buceta dela se fundiram e explodiram, dando um orgasmo nela. Ela arranhou meu peito e apertou as pernas, sentia os joelhos dobrados dela batendo nas minhas costelas — uma tortura que me dava prazer. Peguei na cintura dela, sentindo os ossos descansarem nos meus dedos, apertei e levantei ela com meu quadril. Minhas costas ficaram por cima e segurei ela ali. Ela só tinha os olhos fechados e começou a ficar vermelha no rosto. Aí ela abriu os olhos e me viu. Desci todo o meu quadril, tirando meu pau de dentro dela. Ela não aguentou, desmaiou, e eu segurei o peso dela nas mãos, deixando só a cabeça do meu pau dentro. E enfiei de novo. Ela gemeu, apertou meus braços com as unhas. Tirei quase tudo e meti de novo. A buceta dela era uma correnteza, porque meu pau duro saía cada vez mais molhado. Sentia o néctar dela escorrendo nas minhas bolas. Aproveitei pra fazer assim. Ela se contorcia e se contorcia, tremia e me arranhava cada vez mais forte, quase me fazendo sangrar. Não aguentei mais e, depois de muitos minutos, cedi. Sentia as nádegas dela nas minhas pernas. Elas caíram em mim de um jeito tão gostoso. Ela se deitou no meu peito e começou a se mover pra cima e pra baixo. De repente, se levantou de um pulo e me olhou. Me pegou pelo rosto e começou a rebolá de trás pra frente, de cima pra baixo, sem sair ou se desgrudar. Nunca vou entender como ficamos tanto tempo naquela posição. Simplesmente nos desconectamos. Eu agarrava os peitos dela, que queriam explodir, e a gravidade não tirava a firmeza deles. De vez em quando, nos beijávamos ou eu chupava os bicos dela. A cada pouco, sentia ela gozar nas minhas bolas e se contorcer, e meu peito sofria com os arranhões dela. Aí comecei a sentir aquela formigação que vai da sola dos pés até as pernas, sobe pro estômago e aperta até os testíbooties, e aperta eles até em cima. Ela percebeu e, no ritmo mais rápido e forte possível, ela diminuiu, como se estivesse dançando em cima do meu pau. Ela sussurrou: "Pode gozar dentro de mim". E como se fossem palavras mágicas, comecei a encher ela com meu esperma quente. Quando ela sentiu, se contorceu de novo e não conseguiu evitar um gemido alto. Eu sentia cada jato saindo. Ela me apertou e cravou as unhas nas minhas pernas, literalmente, e ficou assim, apoiada nas minhas pernas, suando. Nós dois não nos mexemos, só sentia o corpo dela sobre o meu. O silêncio tomou conta do quarto. Ela suspirou, me olhou, e eu olhei pra ela. Um momento breve, ela me perguntou: "Pronto?" Sem saber do que ela tava falando, respondi: "Sim?" E ela começou a se levantar. Senti minhas bolas inundadas com os fluidos dela e os meus. Ela foi pro banheiro, e eu fiquei lá, me limpando com uma camiseta. Um tempo depois, ela saiu com um roupão branco. Tentei me levantar e não consegui. Quando consegui e olhei a hora, já era tarde, quase 6 da tarde. Eu cheguei na casa dela umas 3:30, mais ou menos. Não lembro o que a gente disse, só sei que coloquei a cueca e a camisa da escola. Fomos comer na cozinha dela, e a menina no quarto dela, distraída com alguma coisa. Ela ainda era pequena, então não tinha problema com ela. Eu me levantei e me senti um campeão, um campeão que acabou de acordar, uma energia tipo quando você vai treinar ou jogar, "fresco como uma alface". Me olhei no espelho e não acreditei. Fui comer com ela, e tive que ligar pra casa, mas primeiro pra um amigo, pra ele me dar um álibi. Aí liguei pra casa, surgiu um projeto que eu esqueci que ia ficar com ele, só que não queria incomodar ele, que não tinha muita intimidade com ele, pra ele ligar pra "prima" e ir pra casa dela. Não teve problema, suspeita, nada. No fim, desde que eu tava no ensino médio por ali, geralmente ficava com ela. Uns 20 minutos depois, o telefone dela tocou, e ela respondia tudo: "Sim, sim", e "não se preocupa". Ela me deu um sorriso cúmplice e maquiavélico, e pendurou o telefone. "Quer tomar um banho?" Foi a frase que soltou bem na hora de dar tchau. Essa foi a primeira vez, de muitas, que tive que ser atleta de alto rendimento. Ela sempre me satisfez por completo, e eu, em troca, fui um aprendiz, e ela, a mestra que me ensinou a dar prazer. Eu me tornaria a peça forjada por ela para lhe dar prazer. Essa é a história. Obrigado pelos comentários. E, embora a relação tenha sido real, tem detalhes que esqueci. E, como não sou expert em escrever, agradeço feedbacks para melhorar. Abraços.
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