Meu amigo, o doutor, tinha saído do país, então tive que continuar a hormonização por conta própria. Sem problema, conseguia anticoncepcionais em algumas farmácias e também na zona vermelha da Constitución. Continuei notando mudanças, me feminizando, tinha algumas travestis que faziam ponto na rua como modelo, queria me parecer com algumas delas, por isso ia pra zona vermelha. As travestis tinham um mercado negro dos melhores hormônios e sabiam o que faziam por experimentar com o próprio corpo. Além disso, eu bisbilhotava a moda, super eróticas, ninguém se vestia como elas, eram monumentos sexuais, minhas ídolas. Então também comprava roupas com elas.
Na minha casa, tava tudo errado, continuava vendo o Luis e a gente continuava fodendo, apesar de ele estar namorando. Como a Constitución era longe da minha casa, tinha que viajar, então não me vestia chamativa. Queria ir morar sozinha, mas era nova, comentei com a Nicole, uma mina com quem eu costumava bater papo. Ela disse pra alugar um quarto na pensão dela, que quase todas eram travestis, na rua Humberto Primo. Falei que não tinha muito dinheiro nem trampo, minha única renda era o que o Luis me dava e alguns caras que eu conhecia de vez em quando. O meu era por amor à rola mesmo, só na Dionisíaca.
Nicole falou: "vamos pro hotel". Parou um táxi e em poucos minutos a gente tava lá. Era verdade, muitas travestis e alguns caras que seriam clientes ou os machos delas, o ambiente todo cheirava a sexualidade e erotismo. Entramos no quarto dela, ela foi no armário e foi selecionando roupa e calçado, disse: "experimenta essa noite, fica comigo na rua, cliente você vai conseguir, é nova e vai se vestir gostosa, se gostar e aguentar, grana você vai ter, pega uns caras e é mais tranquilo. Que hormônios você tá tomando e quantos?"
Falei, ela me deu outros e disse pra eu tomar o dobro, que via que eu podia ter um corpão. Na real, eu sempre tomava um pouco mais, mas mesmo assim dupliquei, tomei, apesar de serem afrodisíacos, me esquentavam. -"Vai, gata, veste essa roupa e vamos ver se você serve pra isso. Vagabunda, pelo que você me contou, pode ser".
A roupa era boa, do estilo que eu gostava e parecidas com as que eu usava, mas mais chamativas. Vermelho que ficava muito bem em mim. Quando terminei de vestir as meias de rede vermelhas, daquelas com furinhos grandes, as cintas-liga pretas de couro brilhante, uma tanga fio dental que se enfiava toda na minha racha, um sutiã push-up de vinil que levantava bem os peitos e umas botas cano alto de couro brilhante preta, eu me via como as garotas.
— "Bom, gata, que transformação, você vai deixar a gente sem clientes. Você tem estilo, parece natural assim, toda putinha. Parece que isso é pra você. Uma parte você tem que me dar por estar do meu lado e pela roupa. Se maquia e a gente começa."
Comecei a me maquiar no espelho encostado na parede e ouvi: "Como essa saia marca sua bunda, você gosta de usar saia promíscua?" Ele passou a mão, procurando minha bunda. Esfregou com um dedo, colocou na boca e, molhado, enfiou de uma vez. Minha buceta lubrifica fácil, isso a excitou, e ela se ajoelhou e começou a lamber a flor.
Ela era muito boa, acariciava minha bunda, apertava, dava tapas. Eu estava em êxtase como poucas vezes.
Ouvi a porta abrir e uma travesti disse: "Essa é a nova?... Bom, temos que iniciar ela." Eu a via pelo espelho, com o rosto e o torso colados, e vi quando ela puxou a rola pra fora.
Nicole continuava chupando meu cu e me comendo com os dedos. "Até você ser iniciada, você é uma promíscua. Travesti é um título, vamos ver se você ganha." Com a rola pra fora e se masturbando, ela me agarrou pela nuca e levou minha boca até a rola dela, bem violentamente. "Vamos ver o que você tem...?"
Ela comeu minha boca com força, enfiava tudo e me segurava pela cabeça contra ela pra eu não conseguir tirar, e eu me afogava. Por um tempo, tive medo. Nicole começou a enfiar um consolo no meu cu. Quando me deixava respirar, eu tomava ar fundo e de novo o tampão de rola. "Essa promíscua não aguenta nem meia hora na rua, lembra. Já não tem mais garotas boas."
Nicole começou a gritar o nome de Flavia, depois de um tempo ouviu: "quê?", "vem cá".
"E esse, é novinho? Daqui você sai arrependido pra casa ou pra procurar pica. Me deixa, Nicole, o promíscuo precisa de uma de carne. Senti ele batendo com a pica na minha bunda enquanto eu continuava entupida de pica. Pelo jeito das batidas, era grande. 'Olha o que vou meter no seu cu pra ver se você aguenta'. Olhei pelo espelho, mmm, parecia 25x6, um belo pedaço de carne. Nicole ficou na frente, do lado da entupida, e as duas com as picas duras passavam no meu rosto, batiam na minha cara com a pica e diziam: 'Chupa, ou não gosta? Acho que vai ficar de promíscuo de bairro que se veste de cutie'. Eu chupava uma de cada vez.
Flavia, com a picona dela, disse: 'Nem entra, ela tá quase desmaiando. Vamos ver se não grita muito.'
Me empurrou e meteu com força. Meu grito abafou porque eu tinha pica até a garganta, e ela apertava minha cabeça com as mãos pra eu não tirar. As lágrimas caíam.
Tava com a pica toda dentro. 'Olha, entrou de uma vez. Parece que o promíscuo anda entregando o cu escondido.'
As investidas eram muito fortes. Perdi a noção do tempo e tava cansando de ficar naquela posição, talvez uns 20 minutos. A entupida falou pra Nicole: 'Abre a porta e deixa aberta. O que ela pensa, que virar puta é ficar numa esquina e só curtir?'
'Eee, vou entrar na festa. Iniciação?... Vem, meninas.'
A entupida deitou e deixou o lugar na minha boca pra Flavia. Nicole foi embora, sabia que não tinha lugar pras duas.
'Vai, Denisse, a gente acabou de começar.' O pedaço da Flavia entrava na minha boca pela metade, mas ela forçava e dizia: 'Abre a garganta, nunca chupou pica? É virgem de boca ou chupa rola na escola? A gente chupa cocks, picas, nada de rolinha. Comam ele pra ver se aguenta mais um pouco.'
Já nem olhava no espelho, e Denisse começou a me comer e maltratar. 'O que você quer, cara? O que acha que vai fazer? Quer ser puta que se veste assim? ela me comia bem, me esquentou e eu me acalmei, enfiei quase toda a pica da Flavia na boca, "assiiim promíscua chupa-pica aprende rápido" ela dizia, começou a gostar. A Denisse calou a boca, estávamos as 3 concentradas no sexo.
A putaria no olhar na cama, "traz ele pra eu montar na pica, me aliviou, tava difícil ficar de pé já.
-"abre as nádegas e senta em cima e cavalga a pica pra ver se de potro você vira égua"
Gostei da ideia porque podia dominar a foda, passei a perna pro outro lado do corpo dela, segurei a pica passando meu braço esquerdo por trás de mim, posicionei e a buceta deu um pulo e ela enfiou a pica de uma vez, me abraçou me puxando pra me imobilizar e me comia gostoso.
-"Almendra, vamos pegar ela as 2, senti que ela montava na cama, colocou os braços pra se apoiar nas minhas costas e com a pica dentro tentava enfiar a dela, minha bunda doía, "meninas enfiem uma pica na boca dela porque ela grita, vem Vero fode a boca dela"
E então começou a entrar a da Almendra, sorte que era mais delicada.
Minha bunda era um show de picas que saíam e entravam, não gritei então deixei chupar a pica como dava porque minha respiração era uma convulsão e ainda me empurravam as duas nos seus ritmos, não entendia nada.
-"goza Almendra quero comer ele" era a Flavia e seus 25x6.
Passava de momentos de prazer a momentos de pânico, não sabia como isso ia acabar.
Foi difícil mas elas manjavam muito de foda então tavam me comendo quando me vi no espelho, é a coisa mais quente que já vi na vida, travestida rodeada de picas duras esperando a vez, submissa a ser escrava sexual delas. Uma das 2 deve ter gozado dentro porque tava tudo muito melado e as picas não encontravam tanta resistência da minha bunda.
Foram se revezando, Flavia deitou e disse senta na minha pica que quero te comer bem e gozar dentro.
Fiz a mesma manobra e sentei na pica dela, ela me deixou fazer, então enfiei devagar sentindo como abria minha bunda, eu levava o ritmo então tava bem gostosa, eu amassava os peitos dela, chupava eles, a gente se beijava de língua, tava concentrado na foda.
"promíscua, como você gosta da pica, faz umas carinhas, me lembra quando eu era moleque" ela apertava meus peitos, "a gente vai te fazer de traveco bem feito, mas só das passivas, fala que tá com a Nicole senão eu te fazia minha mulher"
Nicole deu uma bronca nela.
"Mexe, tira a porra dele", eu fiz, me mexia como numa dança exótica sexual, daí a pouco ele encheu meu cu.
"Continuem, meninas, eu vou" ele disse e fechou a porta.
E foi assim, me comeram, mas já era mais de boa, foi gostoso fazer relaxada.
Conforme gozavam, iam embora até que fiquei só com a Nicole.
– "não esperava por isso, podia ter me falado como era, agora vou ficar desconfiada do que vem depois"
– "Toma um banho, vai, já acabamos"
Quando saí, tinha outra muda de roupa em cima da cama, "vai, se veste que é 1 hora e a gente sai".
– "tá, mas não sei se quero mais hoje"
"Fica tranquila" ela disse, "é pra te ensinar umas coisas da rua e começar a ver se você gosta."
Me montei, me arrumei, as roupas eram quase iguais às outras que tavam cheias de porra e a gente saiu, no corredor do hotel. Cruzamos com umas minas que entravam com senhores e que saíam, me cumprimentavam com carinho, na recepção a Nicole falou pra eu esperar que ela ia pegar uma coisa no quarto.
O recepcionista me cumprimentou, "Oi, gata, vai ficar? tenho um quarto pra você no melhor preço."
Contei que em uns dias podia ser que eu me mudasse e perguntei quanto custava.
– "o quarto quem vai pagar são os clientes, como se fosse um hotel, então não te custa nada, pra mim você me dá metade e com isso a gente tá feito, mas se você for bonitinha comigo, às vezes tem mais benefícios, a gente faz uma troca, olha, passa aqui no balcão que eu te mostro, como você tá linda... vai se dar bem."
Ele me levou pra um quartinho e disse "viu? a gente vem aqui e você faz o que sabe. Me falaram que você é só passiva, deve ser a única aqui.
Olha, as travestis chupam como ninguém, mas as passivas são as melhores das travestis, Você gosta muito de rola? Tem uma carinha de quem chupa muito bem. Toca aqui pra ver se você é passiva.
Ele desabotoou o cinto, baixou a calça e a cueca: "Vamos, a gente usa isso como adiantamento. Me mostra como você faz, linda", enquanto batia uma.
Eu me ajoelhei e comecei a chupar ele. Era gostosa, de bom tamanho, fiquei com tesão na hora e tava adorando. Senti os músculos dele ficarem duros, a rola pulsando, e ele gozou na minha boca.
—"Que boquinha, meu amor, puro mel. Você chupa muito bem. Vou provar essa bunda com mais calma depois. Agora vamos, que a Nicole tá esperando."
—"E aí, Cholín, tem um quarto pra menina?"
—"Tem sim, e a gente vai se dar bem. Como você se chama, meu amor?"
—"Mel."
Fomos andando até a zona vermelha, era umas sete quadras. Eu adorava andar de salto. A Nicole falava pra eu me acostumar a pagar com sexo pra não gastar dinheiro.
Duas quadras depois, um carro parou. A Nicole disse: "Vai, cobra 300 pelo boquete, mais o hotel completo, e a mamada no carro 200. Leva ele pela Cevallos e procura um lugar lá, é de boa. Mas chupa ele pra ele gozar rápido. Se forem pro hotel, vai no da Pavón e fala que é minha amiga. E se você gostar, aproveita. É um cara bonito. Vai, gata, ganha ele em segundos."
Ele perguntou quanto eu cobrava, eu falei, e ele topou. Queria um meio boquete. Uma trégua pro meu cu. Procuramos um lugar, mandei ele parar. Já tinha feito isso centenas de vezes, mas dessa vez era trabalho. Ele me pagou e partiu pra ação. Reclinou o banco, baixou a calça, e eu mergulhei na rola dele, já dura e molhada. Comecei num ritmo bom, ele ficou doidão, meteu a mão no meu cu, que tava bem aberto e lubrificado. Me deu um tesão danado. Perguntei se ele queria ir pro hotel. "Vamos, pra qual?" "Vamos num hotel na Humberto Primo."
O Cholín se surpreendeu: "Já? Que trabalhadora."
—"Fala, me dá um quarto. Vai pelo adiantamento que te fiz. Hoje eu já fico, e se quiser, a gente conversa depois."
—"Te espero. Fico a noite toda."
Quarto decente. "Aqui a gente pode ficar até quando quiser. Me paga o resto e o... fazemos bem e longo"
A gente se divertiu pra caramba, umas 3 horas, 4 gozadas, ela me deixou gorjeta e a promessa de voltar toda quinta-feira nesse horário.
Acompanhei ela até a porta e entendi que o Cholín tava sempre ali.
— "E aí, melzinha... dá pra ver que você curtiu, cada vez que te vejo você tá com mais cara de puta, quer um pouquinho mais? olha só"
Me espichei porque ele tava sentado e o balcão era alto, ele tava com o pau duro pra fora da calça pela braguilha e me mostrando.
— "Tô durasso, que tal você assinar o contrato de aluguel pra mim? Vem, passivinha, chupa aqui, ajoelha."
A ideia me agradou, então me ajoelhei e chupei bem devagar, com muito gosto, devagar pra ele não gozar rápido, dava pra ouvir gente passando no corredor, barulhos de travestis, saltos, vozes, expressões, tava de boa no hotel e o Cholín era gente boa. Um boquete bem gostoso e dedicado, completo, fiquei um tempão deitada apoiada na coxa dele, a gente tava satisfeito.
— "Melzinha passivinha, amanhã vou te foder num quarto maior e novinho pra você ficar."
Indo pro quarto, ouço: "mas olha a travesti Mielzinha sozinha, cadê a Nicole?" era a Flávia.
Trabalhando, falei.
Ela me encarou, era decidida, dona, era imponente a rabeta que ela tinha, "vem no meu quarto que vou te contar que tenho um trampo bom pra você com turistas", falei que tava cansada e a Nicole podia voltar, "vamos que eu explico"
Ela me puxou na hora, uma vez lá dentro serviu licor e disse "que hormônios você tá tomando?", falei, ela me deu 2 caixas, "3 de cada caixa por dia e se quiser silicone me avisa, vai, começa a tomar agora."
Me deu um pouco de medo, melhor obedecer ela, era poderosa.
— "Com esses hormônios e muita pica dessa daqui, em 4 meses você vira uma traveco gostosa", ela meteu a mão procurando o volume, balançou um pouquinho e ficou dura, era grandona mesmo, "fica de quatro no chão que vou te comer de novo, que cara de gulosa que você tava...", me puxou pelo braço pra eu fazer.
— "Você vai ser minha mulher, vai falar pra Nicole, agora. Fica quietinha, você precisa de disciplina."
Começou a meter o pedaço, era violento mas me deixava louca, me comeu, metendo e tirando num ritmo bom por 10 minutos, me convenci que eu era dela.
— "Fica pra dormir aqui, que você é minha mulher."
Quando gozou, cheirou uma carreira de coca e disse que gostava de dormir enquanto chupavam a rola dela.
— "Mas se você cheirar pó, não vai dormir."
— "Essa é a graça." Se despiu, se jogou na cama, "se em uma hora eu não dormir, cheiro outra."
Fez espaço pra mim, já tava dura, "se eu dormir, continua chupando minha rola pra eu ter sonhos bons, e se eu ficar muito dura, te dou outra foda e você continua com a boca."
— "Tá bom.
Na minha casa, tava tudo errado, continuava vendo o Luis e a gente continuava fodendo, apesar de ele estar namorando. Como a Constitución era longe da minha casa, tinha que viajar, então não me vestia chamativa. Queria ir morar sozinha, mas era nova, comentei com a Nicole, uma mina com quem eu costumava bater papo. Ela disse pra alugar um quarto na pensão dela, que quase todas eram travestis, na rua Humberto Primo. Falei que não tinha muito dinheiro nem trampo, minha única renda era o que o Luis me dava e alguns caras que eu conhecia de vez em quando. O meu era por amor à rola mesmo, só na Dionisíaca.
Nicole falou: "vamos pro hotel". Parou um táxi e em poucos minutos a gente tava lá. Era verdade, muitas travestis e alguns caras que seriam clientes ou os machos delas, o ambiente todo cheirava a sexualidade e erotismo. Entramos no quarto dela, ela foi no armário e foi selecionando roupa e calçado, disse: "experimenta essa noite, fica comigo na rua, cliente você vai conseguir, é nova e vai se vestir gostosa, se gostar e aguentar, grana você vai ter, pega uns caras e é mais tranquilo. Que hormônios você tá tomando e quantos?"
Falei, ela me deu outros e disse pra eu tomar o dobro, que via que eu podia ter um corpão. Na real, eu sempre tomava um pouco mais, mas mesmo assim dupliquei, tomei, apesar de serem afrodisíacos, me esquentavam. -"Vai, gata, veste essa roupa e vamos ver se você serve pra isso. Vagabunda, pelo que você me contou, pode ser".
A roupa era boa, do estilo que eu gostava e parecidas com as que eu usava, mas mais chamativas. Vermelho que ficava muito bem em mim. Quando terminei de vestir as meias de rede vermelhas, daquelas com furinhos grandes, as cintas-liga pretas de couro brilhante, uma tanga fio dental que se enfiava toda na minha racha, um sutiã push-up de vinil que levantava bem os peitos e umas botas cano alto de couro brilhante preta, eu me via como as garotas.
— "Bom, gata, que transformação, você vai deixar a gente sem clientes. Você tem estilo, parece natural assim, toda putinha. Parece que isso é pra você. Uma parte você tem que me dar por estar do meu lado e pela roupa. Se maquia e a gente começa."
Comecei a me maquiar no espelho encostado na parede e ouvi: "Como essa saia marca sua bunda, você gosta de usar saia promíscua?" Ele passou a mão, procurando minha bunda. Esfregou com um dedo, colocou na boca e, molhado, enfiou de uma vez. Minha buceta lubrifica fácil, isso a excitou, e ela se ajoelhou e começou a lamber a flor.
Ela era muito boa, acariciava minha bunda, apertava, dava tapas. Eu estava em êxtase como poucas vezes.
Ouvi a porta abrir e uma travesti disse: "Essa é a nova?... Bom, temos que iniciar ela." Eu a via pelo espelho, com o rosto e o torso colados, e vi quando ela puxou a rola pra fora.
Nicole continuava chupando meu cu e me comendo com os dedos. "Até você ser iniciada, você é uma promíscua. Travesti é um título, vamos ver se você ganha." Com a rola pra fora e se masturbando, ela me agarrou pela nuca e levou minha boca até a rola dela, bem violentamente. "Vamos ver o que você tem...?"
Ela comeu minha boca com força, enfiava tudo e me segurava pela cabeça contra ela pra eu não conseguir tirar, e eu me afogava. Por um tempo, tive medo. Nicole começou a enfiar um consolo no meu cu. Quando me deixava respirar, eu tomava ar fundo e de novo o tampão de rola. "Essa promíscua não aguenta nem meia hora na rua, lembra. Já não tem mais garotas boas."
Nicole começou a gritar o nome de Flavia, depois de um tempo ouviu: "quê?", "vem cá".
"E esse, é novinho? Daqui você sai arrependido pra casa ou pra procurar pica. Me deixa, Nicole, o promíscuo precisa de uma de carne. Senti ele batendo com a pica na minha bunda enquanto eu continuava entupida de pica. Pelo jeito das batidas, era grande. 'Olha o que vou meter no seu cu pra ver se você aguenta'. Olhei pelo espelho, mmm, parecia 25x6, um belo pedaço de carne. Nicole ficou na frente, do lado da entupida, e as duas com as picas duras passavam no meu rosto, batiam na minha cara com a pica e diziam: 'Chupa, ou não gosta? Acho que vai ficar de promíscuo de bairro que se veste de cutie'. Eu chupava uma de cada vez.
Flavia, com a picona dela, disse: 'Nem entra, ela tá quase desmaiando. Vamos ver se não grita muito.'
Me empurrou e meteu com força. Meu grito abafou porque eu tinha pica até a garganta, e ela apertava minha cabeça com as mãos pra eu não tirar. As lágrimas caíam.
Tava com a pica toda dentro. 'Olha, entrou de uma vez. Parece que o promíscuo anda entregando o cu escondido.'
As investidas eram muito fortes. Perdi a noção do tempo e tava cansando de ficar naquela posição, talvez uns 20 minutos. A entupida falou pra Nicole: 'Abre a porta e deixa aberta. O que ela pensa, que virar puta é ficar numa esquina e só curtir?'
'Eee, vou entrar na festa. Iniciação?... Vem, meninas.'
A entupida deitou e deixou o lugar na minha boca pra Flavia. Nicole foi embora, sabia que não tinha lugar pras duas.
'Vai, Denisse, a gente acabou de começar.' O pedaço da Flavia entrava na minha boca pela metade, mas ela forçava e dizia: 'Abre a garganta, nunca chupou pica? É virgem de boca ou chupa rola na escola? A gente chupa cocks, picas, nada de rolinha. Comam ele pra ver se aguenta mais um pouco.'
Já nem olhava no espelho, e Denisse começou a me comer e maltratar. 'O que você quer, cara? O que acha que vai fazer? Quer ser puta que se veste assim? ela me comia bem, me esquentou e eu me acalmei, enfiei quase toda a pica da Flavia na boca, "assiiim promíscua chupa-pica aprende rápido" ela dizia, começou a gostar. A Denisse calou a boca, estávamos as 3 concentradas no sexo.
A putaria no olhar na cama, "traz ele pra eu montar na pica, me aliviou, tava difícil ficar de pé já.
-"abre as nádegas e senta em cima e cavalga a pica pra ver se de potro você vira égua"
Gostei da ideia porque podia dominar a foda, passei a perna pro outro lado do corpo dela, segurei a pica passando meu braço esquerdo por trás de mim, posicionei e a buceta deu um pulo e ela enfiou a pica de uma vez, me abraçou me puxando pra me imobilizar e me comia gostoso.
-"Almendra, vamos pegar ela as 2, senti que ela montava na cama, colocou os braços pra se apoiar nas minhas costas e com a pica dentro tentava enfiar a dela, minha bunda doía, "meninas enfiem uma pica na boca dela porque ela grita, vem Vero fode a boca dela"
E então começou a entrar a da Almendra, sorte que era mais delicada.
Minha bunda era um show de picas que saíam e entravam, não gritei então deixei chupar a pica como dava porque minha respiração era uma convulsão e ainda me empurravam as duas nos seus ritmos, não entendia nada.
-"goza Almendra quero comer ele" era a Flavia e seus 25x6.
Passava de momentos de prazer a momentos de pânico, não sabia como isso ia acabar.
Foi difícil mas elas manjavam muito de foda então tavam me comendo quando me vi no espelho, é a coisa mais quente que já vi na vida, travestida rodeada de picas duras esperando a vez, submissa a ser escrava sexual delas. Uma das 2 deve ter gozado dentro porque tava tudo muito melado e as picas não encontravam tanta resistência da minha bunda.
Foram se revezando, Flavia deitou e disse senta na minha pica que quero te comer bem e gozar dentro.
Fiz a mesma manobra e sentei na pica dela, ela me deixou fazer, então enfiei devagar sentindo como abria minha bunda, eu levava o ritmo então tava bem gostosa, eu amassava os peitos dela, chupava eles, a gente se beijava de língua, tava concentrado na foda.
"promíscua, como você gosta da pica, faz umas carinhas, me lembra quando eu era moleque" ela apertava meus peitos, "a gente vai te fazer de traveco bem feito, mas só das passivas, fala que tá com a Nicole senão eu te fazia minha mulher"
Nicole deu uma bronca nela.
"Mexe, tira a porra dele", eu fiz, me mexia como numa dança exótica sexual, daí a pouco ele encheu meu cu.
"Continuem, meninas, eu vou" ele disse e fechou a porta.
E foi assim, me comeram, mas já era mais de boa, foi gostoso fazer relaxada.
Conforme gozavam, iam embora até que fiquei só com a Nicole.
– "não esperava por isso, podia ter me falado como era, agora vou ficar desconfiada do que vem depois"
– "Toma um banho, vai, já acabamos"
Quando saí, tinha outra muda de roupa em cima da cama, "vai, se veste que é 1 hora e a gente sai".
– "tá, mas não sei se quero mais hoje"
"Fica tranquila" ela disse, "é pra te ensinar umas coisas da rua e começar a ver se você gosta."
Me montei, me arrumei, as roupas eram quase iguais às outras que tavam cheias de porra e a gente saiu, no corredor do hotel. Cruzamos com umas minas que entravam com senhores e que saíam, me cumprimentavam com carinho, na recepção a Nicole falou pra eu esperar que ela ia pegar uma coisa no quarto.
O recepcionista me cumprimentou, "Oi, gata, vai ficar? tenho um quarto pra você no melhor preço."
Contei que em uns dias podia ser que eu me mudasse e perguntei quanto custava.
– "o quarto quem vai pagar são os clientes, como se fosse um hotel, então não te custa nada, pra mim você me dá metade e com isso a gente tá feito, mas se você for bonitinha comigo, às vezes tem mais benefícios, a gente faz uma troca, olha, passa aqui no balcão que eu te mostro, como você tá linda... vai se dar bem."
Ele me levou pra um quartinho e disse "viu? a gente vem aqui e você faz o que sabe. Me falaram que você é só passiva, deve ser a única aqui.
Olha, as travestis chupam como ninguém, mas as passivas são as melhores das travestis, Você gosta muito de rola? Tem uma carinha de quem chupa muito bem. Toca aqui pra ver se você é passiva.
Ele desabotoou o cinto, baixou a calça e a cueca: "Vamos, a gente usa isso como adiantamento. Me mostra como você faz, linda", enquanto batia uma.
Eu me ajoelhei e comecei a chupar ele. Era gostosa, de bom tamanho, fiquei com tesão na hora e tava adorando. Senti os músculos dele ficarem duros, a rola pulsando, e ele gozou na minha boca.
—"Que boquinha, meu amor, puro mel. Você chupa muito bem. Vou provar essa bunda com mais calma depois. Agora vamos, que a Nicole tá esperando."
—"E aí, Cholín, tem um quarto pra menina?"
—"Tem sim, e a gente vai se dar bem. Como você se chama, meu amor?"
—"Mel."
Fomos andando até a zona vermelha, era umas sete quadras. Eu adorava andar de salto. A Nicole falava pra eu me acostumar a pagar com sexo pra não gastar dinheiro.
Duas quadras depois, um carro parou. A Nicole disse: "Vai, cobra 300 pelo boquete, mais o hotel completo, e a mamada no carro 200. Leva ele pela Cevallos e procura um lugar lá, é de boa. Mas chupa ele pra ele gozar rápido. Se forem pro hotel, vai no da Pavón e fala que é minha amiga. E se você gostar, aproveita. É um cara bonito. Vai, gata, ganha ele em segundos."
Ele perguntou quanto eu cobrava, eu falei, e ele topou. Queria um meio boquete. Uma trégua pro meu cu. Procuramos um lugar, mandei ele parar. Já tinha feito isso centenas de vezes, mas dessa vez era trabalho. Ele me pagou e partiu pra ação. Reclinou o banco, baixou a calça, e eu mergulhei na rola dele, já dura e molhada. Comecei num ritmo bom, ele ficou doidão, meteu a mão no meu cu, que tava bem aberto e lubrificado. Me deu um tesão danado. Perguntei se ele queria ir pro hotel. "Vamos, pra qual?" "Vamos num hotel na Humberto Primo."
O Cholín se surpreendeu: "Já? Que trabalhadora."
—"Fala, me dá um quarto. Vai pelo adiantamento que te fiz. Hoje eu já fico, e se quiser, a gente conversa depois."
—"Te espero. Fico a noite toda."
Quarto decente. "Aqui a gente pode ficar até quando quiser. Me paga o resto e o... fazemos bem e longo"
A gente se divertiu pra caramba, umas 3 horas, 4 gozadas, ela me deixou gorjeta e a promessa de voltar toda quinta-feira nesse horário.
Acompanhei ela até a porta e entendi que o Cholín tava sempre ali.
— "E aí, melzinha... dá pra ver que você curtiu, cada vez que te vejo você tá com mais cara de puta, quer um pouquinho mais? olha só"
Me espichei porque ele tava sentado e o balcão era alto, ele tava com o pau duro pra fora da calça pela braguilha e me mostrando.
— "Tô durasso, que tal você assinar o contrato de aluguel pra mim? Vem, passivinha, chupa aqui, ajoelha."
A ideia me agradou, então me ajoelhei e chupei bem devagar, com muito gosto, devagar pra ele não gozar rápido, dava pra ouvir gente passando no corredor, barulhos de travestis, saltos, vozes, expressões, tava de boa no hotel e o Cholín era gente boa. Um boquete bem gostoso e dedicado, completo, fiquei um tempão deitada apoiada na coxa dele, a gente tava satisfeito.
— "Melzinha passivinha, amanhã vou te foder num quarto maior e novinho pra você ficar."
Indo pro quarto, ouço: "mas olha a travesti Mielzinha sozinha, cadê a Nicole?" era a Flávia.
Trabalhando, falei.
Ela me encarou, era decidida, dona, era imponente a rabeta que ela tinha, "vem no meu quarto que vou te contar que tenho um trampo bom pra você com turistas", falei que tava cansada e a Nicole podia voltar, "vamos que eu explico"
Ela me puxou na hora, uma vez lá dentro serviu licor e disse "que hormônios você tá tomando?", falei, ela me deu 2 caixas, "3 de cada caixa por dia e se quiser silicone me avisa, vai, começa a tomar agora."
Me deu um pouco de medo, melhor obedecer ela, era poderosa.
— "Com esses hormônios e muita pica dessa daqui, em 4 meses você vira uma traveco gostosa", ela meteu a mão procurando o volume, balançou um pouquinho e ficou dura, era grandona mesmo, "fica de quatro no chão que vou te comer de novo, que cara de gulosa que você tava...", me puxou pelo braço pra eu fazer.
— "Você vai ser minha mulher, vai falar pra Nicole, agora. Fica quietinha, você precisa de disciplina."
Começou a meter o pedaço, era violento mas me deixava louca, me comeu, metendo e tirando num ritmo bom por 10 minutos, me convenci que eu era dela.
— "Fica pra dormir aqui, que você é minha mulher."
Quando gozou, cheirou uma carreira de coca e disse que gostava de dormir enquanto chupavam a rola dela.
— "Mas se você cheirar pó, não vai dormir."
— "Essa é a graça." Se despiu, se jogou na cama, "se em uma hora eu não dormir, cheiro outra."
Fez espaço pra mim, já tava dura, "se eu dormir, continua chupando minha rola pra eu ter sonhos bons, e se eu ficar muito dura, te dou outra foda e você continua com a boca."
— "Tá bom.
2 comentários - Hotel Tarado