Quando eu era mais novo, namorava uma garota cuja família era só a mãe e duas irmãs, uma mais velha e outra mais nova. No começo do nosso relacionamento, me integrar ao círculo de confiança dessa família não foi fácil só porque não tiveram tempo suficiente pra me conhecer, mas aos poucos fui conquistando a confiança de cada uma delas. Isso fez com que o tempo que passei namorando essa garota fosse muito especial e cheio de histórias incríveis que vou contar pra vocês.
Agora vocês já conhecem a estrutura familiar na qual fui me envolvendo aos poucos. O relacionamento com essa namorada, chamada Aimé, durou quase 5 anos. Nosso namoro foi muito bom desde o início, quero dizer: desde os primeiros minutos em que nos conhecemos como colegas de classe, conseguimos criar um vínculo foda um com o outro. Fomos daqueles casais que quase nunca brigavam, e as poucas brigas que tivemos eram resolvidas na hora e rendiam horas de sexo de reconciliação (quando dava pra passar horas juntos).
Como vocês já leram, com Aimé o relacionamento sempre foi muito tranquilo, cheio de carinho, risadas e momentos incríveis juntos. As primeiras dificuldades que enfrentei foram diretamente com a família dela, porque desde o segundo dia em que ela aceitou ser minha namorada, tive que, bem à moda antiga, pedir permissão pra mãe dela me deixar ficar com a filha.
– Boa noite, dona Melisa – foi a primeira coisa que falei pra mãe dela enquanto passava pela porta da casa dela, seguido pela Aimé.
– Boa noite, filho, entra – respondeu Melisa, a mãe.
Dona Melisa me convidou pra entrar direto na sala, que ficava bem na entrada da casa, e lá estava a irmã mais nova das três, Ema. As duas mulheres me analisavam com o olhar e ao mesmo tempo tinham um sorriso de sacanagem por causa do nervosismo que Aimé e eu estávamos exalando.
– Muito obrigado, dona. Oi, Ema. – Falei com a voz mais firme que consegui.
– Oi, mãe, já voltei. Ele é meu namorado e, como te falei de manhã, vim conversar com você – disse Aimé, ignorando completamente a irmã.
– Ah! Perfeito – disse a mãe. – Ema, vai pro teu quarto enquanto eu falo com sua irmã e o namorado dela.
Ema, sem dizer uma palavra, levantou do sofá onde estava deitada, caminhou direto até mim e me deu um beijo na bochecha, seguido de um abraço forte, onde pude sentir a leve pressão de uns peitos bem firmes e meio grandes diretamente no meu peito. Enquanto me abraçava, ela conseguiu dizer num sussurro, mas de um jeito que todo mundo ouvisse: – Boa sorte com a leoa – e, ao terminar, foi pro quarto dela, mandando olhares de deboche pra irmã.
A parte seguinte da conversa acho que não preciso contar, mas vocês podem imaginar que tipo de papo é aquele que uma sogra dá quando te conhece: "trata bem da minha filha, não me faça ser avó, se comportem direito e seja bem-vindo nesta casa".
Até aí, parece que foi um encontro normal com uma sogra, mas percebi o quanto ia ser difícil estar nessa família quando, poucos dias depois, descobri que a Melisa tinha problemas com álcool, nada muito grave, mas no fim das contas era alcoolismo.
O que a Ema quis dizer com "Boa sorte com a leoa" era porque a Melisa tinha um gênio explosivo e, do nada, começava a gritar de raiva. Até agora vocês já conhecem quase toda a família, menos a irmã mais velha, que tinha a minha idade e foi minha colega numa oficina de design, mas quando chegar a hora vocês vão saber mais dela.
Como toda relação no começo, os primeiros meses foram um paraíso. Aimé e eu éramos muito felizes, tanto que os problemas da mãe dela com a bebida e o mau humor foram completamente ofuscados pelo carinho que a gente sentia um pelo outro, o que fez o primeiro ano passar voando.
O segundo ano de O relacionamento começou de um jeito que nenhum de vocês esperaria, e aposto que adorariam viver em algum momento da vida. Tudo aconteceu exatamente por essas datas, as festas da independência do mês de setembro. Já com esse primeiro ano de namoro entre Aimé e eu, eu era mais do que conhecido por toda a família próxima dela: tias, tios, avós, primos, etc. E como era de se esperar, nas festas de família eu era mais um convidado.
Isso nos leva à festa da independência do dia 15 de setembro. Como é costume no México, a família de Aimé se reuniu na casa de uma das tias dela. Uma casa bem espaçosa, com dois grandes jardins: um na frente e outro nos fundos. No jardim dos fundos, tinha uma palapa grande com uma estrutura no centro que permitia acender uma fogueira para esquentar quem estava ali. Foi justamente nessa palapa que colocaram as mesas compridas e um monte de cadeiras para todos os convidados darem o grito de independência — cerca de 35 convidados, mais ou menos.
A gente chegou por volta das 11 da manhã na casa da tia, bem na hora de tomar café da manhã e ajudar com tudo que precisava para aquele dia. Aimé, junto com as irmãs dela, ajudou a tia que estava cozinhando alguns guisados que seriam comidos no jantar. Enquanto isso, eu e o marido da tia montamos as duas mesas que mais tarde receberiam todos os convidados. Depois de terminar de montar as mesas, tivemos que ir buscar e cortar lenha para a fogueira num mato perto dali.
Quando terminamos essas tarefas, já eram umas 5 da tarde, bem na hora em que comemos e começamos a nos arrumar para começar a festa, porque os convidados chegariam por volta das 7 da noite. Como já falei, a casa era grande, tinha dois andares. No térreo, tinha uma sala enorme com uma televisão gigante na parede, e ao lado dela, como se fosse um anexo da sala, tinha uma mesa de... sinuca e um barzinho pequeno, a cozinha também era bem ampla com sua antessala de jantar; no total, a casa tinha cinco quartos grandes, dois para hóspedes e três quartos onde dormiam: em um, a tia e o tio da Aimé, e nos outros dois, dois dos primos dela.
O menor dos quartos de hóspedes ficava no segundo andar da casa, e ele tinha que dividir o banheiro com os dois quartos dos primos. Já o quarto maior ficava no térreo e, pode-se dizer, tinha seu próprio banheiro, embora também desse para acessar de onde ficava a mesa de sinuca.
Foi exatamente nesse quarto que íamos ficar eu, a família da minha namorada, a Aimé, a Melisa, mãe dela, a Vika, irmã mais velha, e a Ema, a mais nova. O espaço era suficiente pra nós cinco; o quarto tinha duas camas de casal separadas, onde, sem problemas de conforto, passaríamos bem a noite. A primeira das minhas surpresas viria logo depois do jantar, porque Aimé e eu fomos pro quarto pra tomar banho e vestir a roupa da festa.
Aimé abriu a porta do quarto e eu pude ver a Melisa, mãe dela, só de roupa íntima. Ela estava de pé, de frente pra porta, com o celular na mão esquerda, usando um conjunto de sutiã e uma tanga cinza escuro de renda sexy pra caralho. Essa cor fazia os peitos dela, que eram de um branco pálido, se destacarem demais, me fazendo imaginar que os bicos dela eram de um marrom clarinho e deviam ter uma circunferência muito gostosa. Além disso, aquela renda era sexy e quente pra cacete. Embora minha sogra tivesse um corpo bem apetitoso, eu não tinha me ligado até aquele momento, porque, como eu disse antes, eu tava completamente cego pela Aimé.
— Mãe! Por que você não se veste?! — gritou Aimé, ao mesmo tempo em que fechava a porta e me olhava sem graça.
A mãe dela só ria e falou — Ah, girl! Por que você não bate na porta? — enquanto continuava com as... gargalhadas – Tava mandando mensagem pro seu tio Ricardo pra ele trazer uma garrafa de rum pra fazer uns piñas coladas – minha sogra falava ainda entre risadas.
Essa cena, mesmo tendo durado menos de um segundo, deixou uma imagem boa na minha cabeça. Depois de alguns minutos, a Melisa saiu com uma calça bem justa que marcava bem a bunda dela, e somado ao efeito de estar usando uns saltos vermelhos com um salto levemente alto, fazia aquela bunda divina parecer grande e pedindo pra perder a cara entre essas duas nalgas; na parte de cima, ela usava uma blusa com um decote leve, que bem na área dos peitos tinha uns babados e estes tinham bordados nas cores verde e vermelho.
Toda essa cena claramente deixou um tesão crescente em mim, e eu ia descontar na minha namorada na primeira chance. Assim que minha sogra saiu, nós dois entramos pra nos arrumar. Apesar de já querer meter na Aimé naquele quarto, não tivemos chance porque as irmãs dela também tinham que se arrumar, e poucos segundos depois de a gente ter entrado, a Vika e a Ema também entraram. As três automaticamente começaram a falar sobre o que iam vestir pra aquela noite e começaram a pedir ajuda com maquiagem, penteados e essas coisas. Então eu fui tomar banho pra ir me arrumando pra festa.
Conforme as horas passaram, a família da Aimé foi chegando, cumprimentos forçados pra alguns tios que eram chatos, brincadeiras com os primos e sobrinhos pequenos da minha namorada, alguns copos de piñas coladas e cervejas, até chegarmos na janta antes do grito de independência.
Todo mundo tava se divertindo pra caralho, comendo o típico: um pozole, tostadas de tinga, um pouco de cochinita pibíl, claro que com minha sogra ali não ia faltar as cervejas, mezcais de Oaxaca, uns tequilas e praticamente tudo que a gente quisesse beber ou comer.
Preciso comentar, queridos leitores, que sou uma pessoa que gosta muito de sair pra festa, mas tenho um problema com reuniões em Festas em família... é que eu sempre durmo cedo, não importa se é Natal ou Ano Novo, esse tipo de comemoração me entedia pra caralho e eu sempre acabo apagando depois da meia-noite. E como você pode imaginar, aquele 15 de Setembro não foi exceção. Mas naquele dia não foi só por tédio, foi também pra minha namorada ir comigo "dormir" e, enquanto todo mundo continuava celebrando a independência em família, eu ia fazer a Aimé gritar de verdade.
— Pô, já tô morrendo de sono, acha que tem problema se eu for dormir agora? — falei entre bocejos pra Aimé.
— Mas é super cedo ainda, fica mais um pouquinho aqui comigo — respondeu ela, com um olhar tentando me convencer.
— Não, o sono tá me vencendo, e seus tios já tão enchendo a cara, qualquer hora vão me pegar e começar a encher o saco que tenho que cuidar de você e que se algo acontecer, não sei no que vou me meter.
Nessa hora, comecei a acariciar a coxa direita dela discretamente por baixo da mesa e, aos poucos, fui levando minha mão esquerda até a bucetinha dela e comecei a apertar de leve.
— E talvez você possa ir também, agora que todo mundo tá mais animado, a gente pode... — falei pra Aimé.
Exatamente as carícias que eu tava dando deixaram ela meio tensa, ela se sentou mais reta na cadeira e, discretamente, começou a pegar no meu pau por cima da calça.
— Mmmm! Alguém tá acordado — ela sussurrou, me olhando com cara de safada e dando beijinhos meio molhados nos meus lábios. — Tá bom, mas a gente não pode ir embora assim, do nada. Vai você pro quarto e daqui a pouco eu vou, pra minha mãe não desconfiar de nada.
Ficou combinado assim e, cinco minutos depois, fui discretamente pro quarto onde íamos passar a noite. Tirei toda a minha roupa, vesti meu pijama e me deitei com uma ereção do caralho. Peguei meu celular no bolso da calça e comecei a navegar no Facebook. Depois de uns 15 minutos esperando a Aimé, ouvi que já estavam... Cantando no karaokê e, depois de mais uns 10 minutos, a Vika postou uma foto no perfil dela do Facebook onde dava pra ver a Melisa e a Aimé abraçadas, cantando a plenos pulmões; então, rapidinho, sacou que a Aimé não ia voltar tão cedo pra aliviar o tesão que a mãe dela tinha despertado horas antes.
Resignado, larguei o celular na mesinha do lado da cama e me deitei de barriga pra cima, com um braço cobrindo os olhos, tentando dormir e esperar o dia seguinte. Mas o tesão que já tinha criado — primeiro por ver minha sogra de lingerie e, segundo, pelo agarro e pelos beijos safados da minha namorada — não deixava eu pegar no sono.
Não sei quanto tempo fiquei esperando conseguir dormir, mas acho que pelo menos umas duas horas se passaram, quando de repente ouvi alguém entrar no quarto. Como tava completamente escuro, não dava pra ver quem era, então preferi continuar fingindo que tava dormindo. Dava pra ouvir a pessoa que entrou no quarto fuçando alguma coisa nas malas que a gente tinha trazido e também umas roupas caindo no chão. Imaginei que tava se trocando pra dormir. Sem saber quem era e sem noção de quanto tempo tinha passado de verdade, minha mente começou a esquentar, achando que era a Aimé e que ela tava pronta pra receber uma enfiada do meu pau, que já tava duro de novo.
Do jeito que deu, arrumei minha ereção no elástico da pijama e me virei pro lado onde a pessoa tava se trocando, pra tentar reconhecer quem era. Mas, sem luz, não dava pra ver nada. Nessa hora, senti alguém levantando os lençóis e as cobertas e deitou na minha frente.
Nesse momento, minha cabeça tava a mil. Não queria outra coisa senão me jogar em cima, baixar a pijama ou o que quer que ela tivesse vestindo, babar a ponta do meu pau e meter sem falar nada. Afinal, a Aimé é daquelas minas que com uns beijinhos já deixa toda a calcinha encharcada de tão molhada que fica. Acabei de sentir que elas se deitaram, ela ligou o celular e foi aí que eu pude ver de verdade quem era a pessoa que estava ali na minha frente, e não, não era a Aimé, mas sim a irmã mais nova dela, a Ema.
Entre minha surpresa e minha tesão, fiquei olhando discretamente, sem me mexer, abria meus olhos por milésimos de segundo pra pegar detalhe do que ela tava fazendo, mas consegui notar que na parte de cima ela só usava uma camisetinha de alcinha, super fina. Depois de alguns minutos, senti que com a luz da tela do celular dela, ela verificou se eu realmente tava dormindo, claro que eu continuei no meu papel de dormindo; ela bloqueou o celular e se inclinou pra colocar o celular na mesma mesinha onde eu tinha posto o meu, que ficava nas minhas costas, com esse movimento ela enfiou na minha cara os dois peitos dela, menores que os da mãe e da minha namorada, mas bem durinhos e firmes enquanto esticava o braço pra largar o celular. Nesse ponto, minha cabeça já tinha pirado de vez e, sim ou sim, alguém tinha que ser penetrada até eu gozar, fosse minha namorada, a mãe dela ou, naquele momento, a Ema.
Quando a gente tá com uma tesão que tá quase arrebentando o elástico da pijama, claramente não consegue pensar direito, ou melhor, só consegue pensar com muita inteligência pra criar uma situação onde extravasa a luxúria, sem pensar nas consequências, e eu tava exatamente nesse ponto.
A Ema, depois de largar o celular na mesinha e tirar os peitos deliciosos dela da minha cara, se deitou, puxou um pouco da coberta e se acomodou na mesma posição que eu, deitada de lado e de costas pra mim. De novo, deixei o tempo passar sem fazer nada, não tenho certeza de quanto tempo foi, mas na minha cabeça só tinha um plano.
Tive a ideia de que ia me aproximar dela fingindo que era a Aimé, na esperança de que a desculpa de que eu já tinha combinado com minha namorada de nos encontrar no quarto pra uma sessão de sexo gostoso tava acertada e a falta de luz me salvasse muito. Possível problema no qual eu estava prestes a me meter por tentar transar com a irmã mais nova dela.
Assim que o plano se formou na minha mente, o tesão cuidou do resto. Nesse ponto, qualquer roçada do lençol no meu pau já me deixava puto e aumentava ainda mais a vontade de meter em alguém, então fiz meu movimento, sem pensar nas consequências, só fui.
Me aproximei da Ema devagar por trás, até ficar totalmente colado nela. Meu pau ainda estava preso no elástico da cueca, mas já tinha encaixado entre as duas bundinhas dela. Segurei a cintura dela com a mão direita, de leve, e enquanto o braço esquerdo me dava altura pra chegar no ouvido dela, comecei a beijá-la entre o pescoço e a orelha. Dei umas mordidinhas bem suaves, e entre os beijos, chupava a pele do pescoço dela bem, bem devagar, o suficiente pra ela sentir, mas sem força pra deixar marca vermelha.
Desde o primeiro beijo que dei, o corpo dela reagiu completamente. A pele dela se arrepiou toda, da cabeça aos pés. Minha mão, que tava acariciando a cintura dela, sentiu como aquela parte do corpo se arrepiou, o que deixou ela super sensível aos meus toques. Instintivamente, a Ema abaixou mais o ombro pra eu continuar mordendo e beijando o pescoço dela, alternando com beijos e umas passadas de língua na orelha toda. Isso fez ela soltar um gemido gostoso pra caralho. Não foi um grito, mas ela abriu a boca de leve e soltou bem docemente um:
– Ahhhh! – enquanto tava no ouvido dela, falei: – Fiquei te esperando um tempão, já não aguento mais ficar dentro de você.
Recuei um pouco o corpo e com a mão direita fiz ela virar pra trás também, então fiquei de frente pro rosto dela e comecei a beijar ela na boca. A gente se beijou intensamente, nossos lábios se encontravam desesperadamente e nossas línguas rapidamente se acharam. Foram beijos cheios de intensidade demais, ela automaticamente colocou uma mão na minha bochecha e eu subi a minha da cintura dela até os peitos dela, aqueles peitos deliciosos que cabiam perfeitamente na minha mão, junto com aqueles bicos que estavam completamente duros, mal apertei eles com meus dedos, e a Ema já gemeu de novo.
Tirei rapidinho a camiseta que ela tava usando e fui com a boca pra chupar um dos biquinhos gostosos dela, passei a língua cheia de saliva e depois chupei com muita força, a Ema começou a soltar o ar pela boca, cada vez que eu mexia a cabeça com o bico entre meus dentes, foi aí que desci minha mão até chegar na bucetinha gostosa dela que tava encharcada, com maior facilidade meus dedos conseguiam acariciar o clitóris dela e, se eu fazia com muita força, eles entravam direto na buceta dela, verdade, era muito líquido que ela tinha, com meus dedos enfiados usei meu dedo mindinho pra tocar o cuzinho dela direto, que também tava todo molhado pelos sucos que escorriam. A Ema só se deixava levar, eu com minha mão tocava ela por dentro e ao mesmo tempo acariciava a bundinha dela, que, juro, sugava meu dedo mindinho.
Nessa hora, meu pau tava babando tanto quanto ela tava molhada, então fiquei de joelhos na cama, finalmente soltei ele e aproximei da cara dela; a Ema entendeu na hora quando fiquei de joelhos o que eu queria e com as mãos dela começou a procurar meu pau, tocou minha barriga, desceu a mão rapidinho até meu pau duro e, sem pensar muito, começou a chupar ele todinho. Ela fazia isso muito bem, rapidinho senti que ela usava a parte de dentro dos lábios dela pra chupar, além disso, com a língua, enchia de saliva meu pau inteiro; de vez em quando tirava pra respirar e com a mão começava a me masturbar muito rápido, pra depois engolir de novo, eu sem vontade de que só terminasse num boquete, rapidinho fiquei por cima dela, arrumei as cobertas por cima. de mim e tirei a parte de baixo do pijama dela.
Ema abriu as pernas na hora enquanto me beijava de novo, sem esforço e com uma precisão absoluta apesar do escuro, meu pau entrou nela de um jeito delicioso; a lubrificação que ela tinha fez com que penetrar fosse a coisa mais fácil do mundo. Com meu pau lá dentro, sentia todas as paredes da buceta dela muito quentes, quase queimando; antes de começar a meter e tirar, dei mais uns beijos, umas mordidas a mais nos peitos dela, me afastei um pouco do torso dela e comecei a enfiar com a cintura rapidamente.
– Aaaah! — gemeu Ema, enquanto esticava os braços para os lados e arqueava as costas.
Eu continuei com as metidas rápidas, num momento coloquei a perna esquerda dela no meu ombro esquerdo, e com a mão direita procurei o rosto dela pra colocar meu polegar na boca dela, que aceitou e começou a chupar sem controle.
– Ai! Assim! — dizia Ema com meu dedo na boca enquanto chupava. — Aaah! — gemia de novo.
O quanto a irmã mais nova da minha namorada estava molhada e o quanto eu estava excitado fez com que, finalmente, eu pudesse gozar e que descarga que eu dei, senti que saíram litros de porra na buceta dela que continuava queimando. Eu estava bem ofegante e Ema, enquanto eu despejava todo o meu leite dentro dela, ficou muito rígida e arqueou as costas de novo enquanto dizia:
– Mmmmmmaaaaahhh! — Era uma mistura estranha de gemido com um grunhido.
Já com a sensibilidade de ter gozado, qualquer movimento que ela fizesse com meu pau dentro, me fazia tremer, então tive que sair dela, me deitei sobre os peitos dela, enquanto dizia como tinha sido delicioso. Ema ainda estava recuperando o fôlego, soltando ar pela boca enquanto acariciava minha cabeça, de repente com as mãos ela puxou meu rosto para perto dela e nos beijamos de novo.
Essa parte da história vai ser cortada por aqui. Avisei que todos os personagens envolvidos nesse relato são maiores de idade. Me segue no meu blog, onde você pode ler os capítulos novos antes de serem publicados aqui ou em outros sites.
https://rufiandeletras.blogspot.com/
Agora vocês já conhecem a estrutura familiar na qual fui me envolvendo aos poucos. O relacionamento com essa namorada, chamada Aimé, durou quase 5 anos. Nosso namoro foi muito bom desde o início, quero dizer: desde os primeiros minutos em que nos conhecemos como colegas de classe, conseguimos criar um vínculo foda um com o outro. Fomos daqueles casais que quase nunca brigavam, e as poucas brigas que tivemos eram resolvidas na hora e rendiam horas de sexo de reconciliação (quando dava pra passar horas juntos).
Como vocês já leram, com Aimé o relacionamento sempre foi muito tranquilo, cheio de carinho, risadas e momentos incríveis juntos. As primeiras dificuldades que enfrentei foram diretamente com a família dela, porque desde o segundo dia em que ela aceitou ser minha namorada, tive que, bem à moda antiga, pedir permissão pra mãe dela me deixar ficar com a filha.
– Boa noite, dona Melisa – foi a primeira coisa que falei pra mãe dela enquanto passava pela porta da casa dela, seguido pela Aimé.
– Boa noite, filho, entra – respondeu Melisa, a mãe.
Dona Melisa me convidou pra entrar direto na sala, que ficava bem na entrada da casa, e lá estava a irmã mais nova das três, Ema. As duas mulheres me analisavam com o olhar e ao mesmo tempo tinham um sorriso de sacanagem por causa do nervosismo que Aimé e eu estávamos exalando.
– Muito obrigado, dona. Oi, Ema. – Falei com a voz mais firme que consegui.
– Oi, mãe, já voltei. Ele é meu namorado e, como te falei de manhã, vim conversar com você – disse Aimé, ignorando completamente a irmã.
– Ah! Perfeito – disse a mãe. – Ema, vai pro teu quarto enquanto eu falo com sua irmã e o namorado dela.
Ema, sem dizer uma palavra, levantou do sofá onde estava deitada, caminhou direto até mim e me deu um beijo na bochecha, seguido de um abraço forte, onde pude sentir a leve pressão de uns peitos bem firmes e meio grandes diretamente no meu peito. Enquanto me abraçava, ela conseguiu dizer num sussurro, mas de um jeito que todo mundo ouvisse: – Boa sorte com a leoa – e, ao terminar, foi pro quarto dela, mandando olhares de deboche pra irmã.
A parte seguinte da conversa acho que não preciso contar, mas vocês podem imaginar que tipo de papo é aquele que uma sogra dá quando te conhece: "trata bem da minha filha, não me faça ser avó, se comportem direito e seja bem-vindo nesta casa".
Até aí, parece que foi um encontro normal com uma sogra, mas percebi o quanto ia ser difícil estar nessa família quando, poucos dias depois, descobri que a Melisa tinha problemas com álcool, nada muito grave, mas no fim das contas era alcoolismo.
O que a Ema quis dizer com "Boa sorte com a leoa" era porque a Melisa tinha um gênio explosivo e, do nada, começava a gritar de raiva. Até agora vocês já conhecem quase toda a família, menos a irmã mais velha, que tinha a minha idade e foi minha colega numa oficina de design, mas quando chegar a hora vocês vão saber mais dela.
Como toda relação no começo, os primeiros meses foram um paraíso. Aimé e eu éramos muito felizes, tanto que os problemas da mãe dela com a bebida e o mau humor foram completamente ofuscados pelo carinho que a gente sentia um pelo outro, o que fez o primeiro ano passar voando.
O segundo ano de O relacionamento começou de um jeito que nenhum de vocês esperaria, e aposto que adorariam viver em algum momento da vida. Tudo aconteceu exatamente por essas datas, as festas da independência do mês de setembro. Já com esse primeiro ano de namoro entre Aimé e eu, eu era mais do que conhecido por toda a família próxima dela: tias, tios, avós, primos, etc. E como era de se esperar, nas festas de família eu era mais um convidado.
Isso nos leva à festa da independência do dia 15 de setembro. Como é costume no México, a família de Aimé se reuniu na casa de uma das tias dela. Uma casa bem espaçosa, com dois grandes jardins: um na frente e outro nos fundos. No jardim dos fundos, tinha uma palapa grande com uma estrutura no centro que permitia acender uma fogueira para esquentar quem estava ali. Foi justamente nessa palapa que colocaram as mesas compridas e um monte de cadeiras para todos os convidados darem o grito de independência — cerca de 35 convidados, mais ou menos.
A gente chegou por volta das 11 da manhã na casa da tia, bem na hora de tomar café da manhã e ajudar com tudo que precisava para aquele dia. Aimé, junto com as irmãs dela, ajudou a tia que estava cozinhando alguns guisados que seriam comidos no jantar. Enquanto isso, eu e o marido da tia montamos as duas mesas que mais tarde receberiam todos os convidados. Depois de terminar de montar as mesas, tivemos que ir buscar e cortar lenha para a fogueira num mato perto dali.
Quando terminamos essas tarefas, já eram umas 5 da tarde, bem na hora em que comemos e começamos a nos arrumar para começar a festa, porque os convidados chegariam por volta das 7 da noite. Como já falei, a casa era grande, tinha dois andares. No térreo, tinha uma sala enorme com uma televisão gigante na parede, e ao lado dela, como se fosse um anexo da sala, tinha uma mesa de... sinuca e um barzinho pequeno, a cozinha também era bem ampla com sua antessala de jantar; no total, a casa tinha cinco quartos grandes, dois para hóspedes e três quartos onde dormiam: em um, a tia e o tio da Aimé, e nos outros dois, dois dos primos dela.
O menor dos quartos de hóspedes ficava no segundo andar da casa, e ele tinha que dividir o banheiro com os dois quartos dos primos. Já o quarto maior ficava no térreo e, pode-se dizer, tinha seu próprio banheiro, embora também desse para acessar de onde ficava a mesa de sinuca.
Foi exatamente nesse quarto que íamos ficar eu, a família da minha namorada, a Aimé, a Melisa, mãe dela, a Vika, irmã mais velha, e a Ema, a mais nova. O espaço era suficiente pra nós cinco; o quarto tinha duas camas de casal separadas, onde, sem problemas de conforto, passaríamos bem a noite. A primeira das minhas surpresas viria logo depois do jantar, porque Aimé e eu fomos pro quarto pra tomar banho e vestir a roupa da festa.
Aimé abriu a porta do quarto e eu pude ver a Melisa, mãe dela, só de roupa íntima. Ela estava de pé, de frente pra porta, com o celular na mão esquerda, usando um conjunto de sutiã e uma tanga cinza escuro de renda sexy pra caralho. Essa cor fazia os peitos dela, que eram de um branco pálido, se destacarem demais, me fazendo imaginar que os bicos dela eram de um marrom clarinho e deviam ter uma circunferência muito gostosa. Além disso, aquela renda era sexy e quente pra cacete. Embora minha sogra tivesse um corpo bem apetitoso, eu não tinha me ligado até aquele momento, porque, como eu disse antes, eu tava completamente cego pela Aimé.
— Mãe! Por que você não se veste?! — gritou Aimé, ao mesmo tempo em que fechava a porta e me olhava sem graça.
A mãe dela só ria e falou — Ah, girl! Por que você não bate na porta? — enquanto continuava com as... gargalhadas – Tava mandando mensagem pro seu tio Ricardo pra ele trazer uma garrafa de rum pra fazer uns piñas coladas – minha sogra falava ainda entre risadas.
Essa cena, mesmo tendo durado menos de um segundo, deixou uma imagem boa na minha cabeça. Depois de alguns minutos, a Melisa saiu com uma calça bem justa que marcava bem a bunda dela, e somado ao efeito de estar usando uns saltos vermelhos com um salto levemente alto, fazia aquela bunda divina parecer grande e pedindo pra perder a cara entre essas duas nalgas; na parte de cima, ela usava uma blusa com um decote leve, que bem na área dos peitos tinha uns babados e estes tinham bordados nas cores verde e vermelho.
Toda essa cena claramente deixou um tesão crescente em mim, e eu ia descontar na minha namorada na primeira chance. Assim que minha sogra saiu, nós dois entramos pra nos arrumar. Apesar de já querer meter na Aimé naquele quarto, não tivemos chance porque as irmãs dela também tinham que se arrumar, e poucos segundos depois de a gente ter entrado, a Vika e a Ema também entraram. As três automaticamente começaram a falar sobre o que iam vestir pra aquela noite e começaram a pedir ajuda com maquiagem, penteados e essas coisas. Então eu fui tomar banho pra ir me arrumando pra festa.
Conforme as horas passaram, a família da Aimé foi chegando, cumprimentos forçados pra alguns tios que eram chatos, brincadeiras com os primos e sobrinhos pequenos da minha namorada, alguns copos de piñas coladas e cervejas, até chegarmos na janta antes do grito de independência.
Todo mundo tava se divertindo pra caralho, comendo o típico: um pozole, tostadas de tinga, um pouco de cochinita pibíl, claro que com minha sogra ali não ia faltar as cervejas, mezcais de Oaxaca, uns tequilas e praticamente tudo que a gente quisesse beber ou comer.
Preciso comentar, queridos leitores, que sou uma pessoa que gosta muito de sair pra festa, mas tenho um problema com reuniões em Festas em família... é que eu sempre durmo cedo, não importa se é Natal ou Ano Novo, esse tipo de comemoração me entedia pra caralho e eu sempre acabo apagando depois da meia-noite. E como você pode imaginar, aquele 15 de Setembro não foi exceção. Mas naquele dia não foi só por tédio, foi também pra minha namorada ir comigo "dormir" e, enquanto todo mundo continuava celebrando a independência em família, eu ia fazer a Aimé gritar de verdade.
— Pô, já tô morrendo de sono, acha que tem problema se eu for dormir agora? — falei entre bocejos pra Aimé.
— Mas é super cedo ainda, fica mais um pouquinho aqui comigo — respondeu ela, com um olhar tentando me convencer.
— Não, o sono tá me vencendo, e seus tios já tão enchendo a cara, qualquer hora vão me pegar e começar a encher o saco que tenho que cuidar de você e que se algo acontecer, não sei no que vou me meter.
Nessa hora, comecei a acariciar a coxa direita dela discretamente por baixo da mesa e, aos poucos, fui levando minha mão esquerda até a bucetinha dela e comecei a apertar de leve.
— E talvez você possa ir também, agora que todo mundo tá mais animado, a gente pode... — falei pra Aimé.
Exatamente as carícias que eu tava dando deixaram ela meio tensa, ela se sentou mais reta na cadeira e, discretamente, começou a pegar no meu pau por cima da calça.
— Mmmm! Alguém tá acordado — ela sussurrou, me olhando com cara de safada e dando beijinhos meio molhados nos meus lábios. — Tá bom, mas a gente não pode ir embora assim, do nada. Vai você pro quarto e daqui a pouco eu vou, pra minha mãe não desconfiar de nada.
Ficou combinado assim e, cinco minutos depois, fui discretamente pro quarto onde íamos passar a noite. Tirei toda a minha roupa, vesti meu pijama e me deitei com uma ereção do caralho. Peguei meu celular no bolso da calça e comecei a navegar no Facebook. Depois de uns 15 minutos esperando a Aimé, ouvi que já estavam... Cantando no karaokê e, depois de mais uns 10 minutos, a Vika postou uma foto no perfil dela do Facebook onde dava pra ver a Melisa e a Aimé abraçadas, cantando a plenos pulmões; então, rapidinho, sacou que a Aimé não ia voltar tão cedo pra aliviar o tesão que a mãe dela tinha despertado horas antes.
Resignado, larguei o celular na mesinha do lado da cama e me deitei de barriga pra cima, com um braço cobrindo os olhos, tentando dormir e esperar o dia seguinte. Mas o tesão que já tinha criado — primeiro por ver minha sogra de lingerie e, segundo, pelo agarro e pelos beijos safados da minha namorada — não deixava eu pegar no sono.
Não sei quanto tempo fiquei esperando conseguir dormir, mas acho que pelo menos umas duas horas se passaram, quando de repente ouvi alguém entrar no quarto. Como tava completamente escuro, não dava pra ver quem era, então preferi continuar fingindo que tava dormindo. Dava pra ouvir a pessoa que entrou no quarto fuçando alguma coisa nas malas que a gente tinha trazido e também umas roupas caindo no chão. Imaginei que tava se trocando pra dormir. Sem saber quem era e sem noção de quanto tempo tinha passado de verdade, minha mente começou a esquentar, achando que era a Aimé e que ela tava pronta pra receber uma enfiada do meu pau, que já tava duro de novo.
Do jeito que deu, arrumei minha ereção no elástico da pijama e me virei pro lado onde a pessoa tava se trocando, pra tentar reconhecer quem era. Mas, sem luz, não dava pra ver nada. Nessa hora, senti alguém levantando os lençóis e as cobertas e deitou na minha frente.
Nesse momento, minha cabeça tava a mil. Não queria outra coisa senão me jogar em cima, baixar a pijama ou o que quer que ela tivesse vestindo, babar a ponta do meu pau e meter sem falar nada. Afinal, a Aimé é daquelas minas que com uns beijinhos já deixa toda a calcinha encharcada de tão molhada que fica. Acabei de sentir que elas se deitaram, ela ligou o celular e foi aí que eu pude ver de verdade quem era a pessoa que estava ali na minha frente, e não, não era a Aimé, mas sim a irmã mais nova dela, a Ema.
Entre minha surpresa e minha tesão, fiquei olhando discretamente, sem me mexer, abria meus olhos por milésimos de segundo pra pegar detalhe do que ela tava fazendo, mas consegui notar que na parte de cima ela só usava uma camisetinha de alcinha, super fina. Depois de alguns minutos, senti que com a luz da tela do celular dela, ela verificou se eu realmente tava dormindo, claro que eu continuei no meu papel de dormindo; ela bloqueou o celular e se inclinou pra colocar o celular na mesma mesinha onde eu tinha posto o meu, que ficava nas minhas costas, com esse movimento ela enfiou na minha cara os dois peitos dela, menores que os da mãe e da minha namorada, mas bem durinhos e firmes enquanto esticava o braço pra largar o celular. Nesse ponto, minha cabeça já tinha pirado de vez e, sim ou sim, alguém tinha que ser penetrada até eu gozar, fosse minha namorada, a mãe dela ou, naquele momento, a Ema.
Quando a gente tá com uma tesão que tá quase arrebentando o elástico da pijama, claramente não consegue pensar direito, ou melhor, só consegue pensar com muita inteligência pra criar uma situação onde extravasa a luxúria, sem pensar nas consequências, e eu tava exatamente nesse ponto.
A Ema, depois de largar o celular na mesinha e tirar os peitos deliciosos dela da minha cara, se deitou, puxou um pouco da coberta e se acomodou na mesma posição que eu, deitada de lado e de costas pra mim. De novo, deixei o tempo passar sem fazer nada, não tenho certeza de quanto tempo foi, mas na minha cabeça só tinha um plano.
Tive a ideia de que ia me aproximar dela fingindo que era a Aimé, na esperança de que a desculpa de que eu já tinha combinado com minha namorada de nos encontrar no quarto pra uma sessão de sexo gostoso tava acertada e a falta de luz me salvasse muito. Possível problema no qual eu estava prestes a me meter por tentar transar com a irmã mais nova dela.
Assim que o plano se formou na minha mente, o tesão cuidou do resto. Nesse ponto, qualquer roçada do lençol no meu pau já me deixava puto e aumentava ainda mais a vontade de meter em alguém, então fiz meu movimento, sem pensar nas consequências, só fui.
Me aproximei da Ema devagar por trás, até ficar totalmente colado nela. Meu pau ainda estava preso no elástico da cueca, mas já tinha encaixado entre as duas bundinhas dela. Segurei a cintura dela com a mão direita, de leve, e enquanto o braço esquerdo me dava altura pra chegar no ouvido dela, comecei a beijá-la entre o pescoço e a orelha. Dei umas mordidinhas bem suaves, e entre os beijos, chupava a pele do pescoço dela bem, bem devagar, o suficiente pra ela sentir, mas sem força pra deixar marca vermelha.
Desde o primeiro beijo que dei, o corpo dela reagiu completamente. A pele dela se arrepiou toda, da cabeça aos pés. Minha mão, que tava acariciando a cintura dela, sentiu como aquela parte do corpo se arrepiou, o que deixou ela super sensível aos meus toques. Instintivamente, a Ema abaixou mais o ombro pra eu continuar mordendo e beijando o pescoço dela, alternando com beijos e umas passadas de língua na orelha toda. Isso fez ela soltar um gemido gostoso pra caralho. Não foi um grito, mas ela abriu a boca de leve e soltou bem docemente um:
– Ahhhh! – enquanto tava no ouvido dela, falei: – Fiquei te esperando um tempão, já não aguento mais ficar dentro de você.
Recuei um pouco o corpo e com a mão direita fiz ela virar pra trás também, então fiquei de frente pro rosto dela e comecei a beijar ela na boca. A gente se beijou intensamente, nossos lábios se encontravam desesperadamente e nossas línguas rapidamente se acharam. Foram beijos cheios de intensidade demais, ela automaticamente colocou uma mão na minha bochecha e eu subi a minha da cintura dela até os peitos dela, aqueles peitos deliciosos que cabiam perfeitamente na minha mão, junto com aqueles bicos que estavam completamente duros, mal apertei eles com meus dedos, e a Ema já gemeu de novo.
Tirei rapidinho a camiseta que ela tava usando e fui com a boca pra chupar um dos biquinhos gostosos dela, passei a língua cheia de saliva e depois chupei com muita força, a Ema começou a soltar o ar pela boca, cada vez que eu mexia a cabeça com o bico entre meus dentes, foi aí que desci minha mão até chegar na bucetinha gostosa dela que tava encharcada, com maior facilidade meus dedos conseguiam acariciar o clitóris dela e, se eu fazia com muita força, eles entravam direto na buceta dela, verdade, era muito líquido que ela tinha, com meus dedos enfiados usei meu dedo mindinho pra tocar o cuzinho dela direto, que também tava todo molhado pelos sucos que escorriam. A Ema só se deixava levar, eu com minha mão tocava ela por dentro e ao mesmo tempo acariciava a bundinha dela, que, juro, sugava meu dedo mindinho.
Nessa hora, meu pau tava babando tanto quanto ela tava molhada, então fiquei de joelhos na cama, finalmente soltei ele e aproximei da cara dela; a Ema entendeu na hora quando fiquei de joelhos o que eu queria e com as mãos dela começou a procurar meu pau, tocou minha barriga, desceu a mão rapidinho até meu pau duro e, sem pensar muito, começou a chupar ele todinho. Ela fazia isso muito bem, rapidinho senti que ela usava a parte de dentro dos lábios dela pra chupar, além disso, com a língua, enchia de saliva meu pau inteiro; de vez em quando tirava pra respirar e com a mão começava a me masturbar muito rápido, pra depois engolir de novo, eu sem vontade de que só terminasse num boquete, rapidinho fiquei por cima dela, arrumei as cobertas por cima. de mim e tirei a parte de baixo do pijama dela.
Ema abriu as pernas na hora enquanto me beijava de novo, sem esforço e com uma precisão absoluta apesar do escuro, meu pau entrou nela de um jeito delicioso; a lubrificação que ela tinha fez com que penetrar fosse a coisa mais fácil do mundo. Com meu pau lá dentro, sentia todas as paredes da buceta dela muito quentes, quase queimando; antes de começar a meter e tirar, dei mais uns beijos, umas mordidas a mais nos peitos dela, me afastei um pouco do torso dela e comecei a enfiar com a cintura rapidamente.
– Aaaah! — gemeu Ema, enquanto esticava os braços para os lados e arqueava as costas.
Eu continuei com as metidas rápidas, num momento coloquei a perna esquerda dela no meu ombro esquerdo, e com a mão direita procurei o rosto dela pra colocar meu polegar na boca dela, que aceitou e começou a chupar sem controle.
– Ai! Assim! — dizia Ema com meu dedo na boca enquanto chupava. — Aaah! — gemia de novo.
O quanto a irmã mais nova da minha namorada estava molhada e o quanto eu estava excitado fez com que, finalmente, eu pudesse gozar e que descarga que eu dei, senti que saíram litros de porra na buceta dela que continuava queimando. Eu estava bem ofegante e Ema, enquanto eu despejava todo o meu leite dentro dela, ficou muito rígida e arqueou as costas de novo enquanto dizia:
– Mmmmmmaaaaahhh! — Era uma mistura estranha de gemido com um grunhido.
Já com a sensibilidade de ter gozado, qualquer movimento que ela fizesse com meu pau dentro, me fazia tremer, então tive que sair dela, me deitei sobre os peitos dela, enquanto dizia como tinha sido delicioso. Ema ainda estava recuperando o fôlego, soltando ar pela boca enquanto acariciava minha cabeça, de repente com as mãos ela puxou meu rosto para perto dela e nos beijamos de novo.
Essa parte da história vai ser cortada por aqui. Avisei que todos os personagens envolvidos nesse relato são maiores de idade. Me segue no meu blog, onde você pode ler os capítulos novos antes de serem publicados aqui ou em outros sites.
https://rufiandeletras.blogspot.com/
0 comentários - Família da minha mina: Festa junina e a cunhada gostosa