Como falei antes, essa é uma história REAL, mesmo que não pareça. Tenho que admitir que coloquei alguns enfeites pra deixar os acontecimentos mais atraentes. O Silvio ainda não me contou nada novo. Espero que vocês curtam e, desde já, VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS.
No sábado, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho bem gostoso. Não tive outra escolha senão vestir a tanga, já que minha roupa estava no quarto. Peguei a roupa suja do sofá e fui pro lavandero. Enquanto colocava pra lavar, o Ringo se aproximou do meu cu, lambendo ele, apesar das minhas reclamações. Quando me dei conta, ele já estava em cima de mim, mas por sorte o pau dele não encontrou meu cu. Ele já tava me tratando como se eu fosse a puta dele e esfregava o pau dele nas minhas nádegas. Eu fiquei parado, acho que isso me excitou pra caralho. O coitado do Ringo nunca gozava, então, mesmo sabendo que ia doer pra cacete, eu abri meu cu e empurrei ele pra dentro. Fiquei com pena de não conseguir satisfazer ele. A realidade bateu: Ringo encontrou meu cu na hora e enfiou até o fundo. Foi foda. Ali estava eu, sendo comido de novo por ser um tarado. Doía pra caralho cada estocada, minha bunda tava mais que dolorida, mas automaticamente comecei a bater uma enquanto era dominado pelo meu próprio cachorro, que logo se enfiou todo, mas dessa vez foi fácil ele sair. Isso significava que meu buraquinho tava grande demais. Enquanto eu continuava batendo uma, querendo gozar logo, sem pensar e me deixando levar pelo tesão, eu chupei o pau do Ringo com vontade, e de repente ele começou a comer minha boca até encher ela de porra. Depois ele foi pro quintal, e eu me perguntei se seria capaz de engolir aquela porra. Me deu um pouco de nojo, mas eu fiz e gostei pra caralho. Quando me levantei, vi a poça de porra que meu pobre e sofrido cu tinha deixado. Me imaginei o Silvio mandando eu engolir aquilo, limpar com minha língua aquela porra, e eu fiz. Depois disso, me lavei no próprio lavandero, preparei o café da manhã pra eles, que demoraram pra acordar e mandaram eu servir.
Sívio, assim que eu gosto, que você saiba que é nosso escravo e que só faz o que a gente manda. Não me diga que ainda ficou com vontade de pau.
Nãoooo, de jeito nenhum, minha bucetinha tá doendo pra caralho, esses negões me arrebentaram toda, com eles nunca mais, Silvio.
Claudia, cala a boca, corno. Você vai entregar a buceta pra quem o Silvio quiser sem reclamar, ouviu bem? Vira aí, quero ver como você ficou aberta.
Sim, amorzinho, o que você mandar.
Me virei, me inclinei e abri minha bunda igual uma puta gostosa, pra Claudia ver como tinha ficado meu rabo.
Claudia, não acredito, olha só, amor, olha como ficou a buceta do filho da puta.
O Silvio, se beber, os negros destruíram ele, foi pra isso que contratei eles e cumpriram, agora tem que fechar um pouco porque ele não vai sentir nada quando eu pegar ele de novo.
Claudia, e como é que você fecha um buraco desse tamanho?
Silvio parou de comer ela por dez dias e ela fecha bem, amor, assim da próxima vez que eu pegar nela, vou sentir como se tivesse arrombando o cu dela de novo.
Nãão, dez dias sem transar? Nãão, Silvio, não faz isso comigo, pelo amor de Deus
Silvio, cala a boca, seu viado arrombado. Você já teve pica o suficiente pra não querer mais por um bom tempo. A única coisa permitida é uma punheta por dia e nada mais. E olha, sua porra você tem que engolir, não quero sujeira nenhuma, entendeu? Se não fizer, vou te castigar.
Claudia, eu vou controlar ele, amor. Se ele bater punheta demais, eu te aviso, céu.
Resignado a não poder transar por um bom tempo, preparei o almoço e, enquanto eles comiam na mesa, eu comia na cozinha em pé. Depois foram pro quarto e transaram de novo pra dormir um bom tempo. À noite saímos pra jantar fora e, quando voltaram, me deixaram sozinho no sofá. Tava muito mal mesmo, mal conseguia andar e no restaurante sofri horrores pra ficar sentado, quase nem o lençol aguentava na minha bunda. No domingo foi quase a mesma coisa, embora o Silvio tenha ido embora antes do anoitecer. Agora só restava conviver com minha dor e as gozações da Claudia que não paravam. O Silvio veio uns dias em casa com a única intenção de comer a Claudia, me deixando olhando ele fazer isso. Ele sabia que isso me excitava pra caralho, mas me negava a fazer uma punheta. Isso me deixava ainda mais tarado e aquelas imagens não saíam da minha cabeça. Claro que depois, no chuveiro, eu batia uma sem parar, mas não era suficiente, e dia após dia minha bunda continuava doendo. Naquele fim de semana o Silvio e a Maria voltaram em casa. Os três transavam, mas eu ficava de fora, só um espectador que servia eles. O tesão aumentava a cada dia e no domingo eu explodi. Não aguentava mais de tanto tesão. Acabei implorando pro Silvio me comer na frente da minha mulher, que ria sem parar. Era realmente humilhante e mesmo assim não conseguia saciar meu tesão. O Silvio prometeu, do jeito dele, claro, que na sexta eu teria tanta pica que nunca mais ia pedir de novo, só que não queria que estragassem minha bundinha apertada. Ela tinha que se fechar pra eu sentir de novo o prazer que só uma barra de carne quente na minha bunda entrando e saindo à vontade dá, revirando tudo lá dentro. A única coisa que o Silvio me permitiu foi chupar a buceta da Claudia enquanto ele comia a bunda dela e, claro, isso me custou ter que engolir todos os fluidos deles sem reclamar, o que, em vez de acalmar meu tesão, só aumentava ainda mais. Assim tive que aguentar mais uma semana com a ideia fixa de transar. Já conseguia me sentar. Normalmente, mas só o fato de fazer aquilo já me fazia me remexer na cadeira, tentando acalmar minha bucetinha ardendo de tesão. Com o passar dos dias, a Claudia me consolava, prometendo, assim como o Silvio, que a espera ia valer muito a pena.
Claudia, amorzinho, eu sei que você tá muito excitado, claro, meu céu, você sabe que nunca mais me come, agora meu corpo é do Silvio, seu amigo pra quem você me entregou, mas além disso, você nunca mais vai transar como homem na sua vida, o Silvio te transformou numa mulher, te dobrou do jeito dele e você adorou, eu te amo, amorzinho, mas não como antes, meu céu, adoro te ver um perdedor, as coisas que o Silvio faz com você são muito mórbidas e humilhantes e eu adoro que ele faça isso, não é maldade, amor, porque no fundo você também curte, adoro te ver sendo um putinho arrombado que entrega a bunda e aceita fazer qualquer coisa pra levar uma boa pirocada e depois, quando fazem, você implora igual uma bichinha pra pegarem mais leve, isso eu adoro, é aí que você perde, minha vida, primeiro te dão o doce, te enchem de morbo e te deixam com muito tesão, isso o Silvio faz tão fácil, amor, mas depois te destroça, te faz pagar porque você é um putão e o melhor é quando você não aguenta, me dá um tesão quando você implora pra não levarem tão forte, quando fazem você chorar e riem da sua cara, isso me enlouquece, o melhor foi quando eu vi você com os negros te destruírem do jeito deles, até desmaiou de dor e mesmo assim continuou pedindo mais pica, não conseguiu parar, você perdeu, amor, perdeu sua mulherzinha, agora só te resta ver como o novo macho dela come ela do jeito que quer, eu sou comida com carinho, me fazendo gozar pra caralho, amor, você percebe que me perdeu como mulher, agora só te amo porque me sustenta, nada mais, me dá pena quando vejo como te deixam, dolorido, quando você não consegue nem sentar, não queria que isso acontecesse com você, mas é o que você gosta, meu céu, você adora ficar assim e eu já me acostumei e agora quero que te deixem cada vez pior, porque assim eu sei que você goza, amor
Eu sei que você me ama, mesmo que às vezes me fale coisas que incomodariam os outros, mas pra mim não, porque eu te amo e sei que te faço feliz assim, meu céu, assim como você me faz feliz. Adoro tudo isso porque, depois de tudo que vivemos, tem carinho e tem dengo como nunca teve antes, isso me deixa muito feliz.
Claudia, mas o que te faz mais feliz é uma boa pica no cu, amorzinho. Você adora se vestir como uma puta de rua e provocar qualquer machão por aí, Silvio, desafiar eles pra te arrebentarem bem o rabo, e nessa competição você sempre acaba perdendo porque no final eles realmente te arrebentam, e você, como a boa maricona que é, termina implorando pro macho que tá te estourando ter piedade de você, mas ele nunca tem porque você o desafiou, então é quando ele mete mais forte, porque no fundo você adora, mesmo sofrendo e sabendo que depois vai até custar a andar. É isso que eu amo que façam com você, adoro ver como você perde pra uma pica, querida, então se prepara bem porque sexta-feira você vai estar com o cu bem fechado e eles vão arrebentar de novo.
Nãooooo, eu quero que sejam suaves comigo, que me façam gozar com uma boa trepada igual você goza, meu amorzinho, mas sempre querem arrebentar minha buceta e só isso, amor. Fala pro Silvio que um dia ele realize esse meu sonho.
Claudia é bem promíscua, meu. Vou falar pra ele, mas com certeza não vai ser essa sexta. Se você se comportar direitinho, talvez seja na próxima. Mas pra isso, não pode se masturbar escondido como você faz. Não faça mais isso. Quero que você chegue na sexta-feira voando de tesão. Se fizer isso, te prometo que na outra sexta o Silvio vai te comer com muito carinho e você vai aproveitar pra caralho.
Depois disso, não me masturbei mais. Foi uma semana intensa, acho que se alguém me mostrasse a rola, eu me entregava sem pensar onde fosse. Assim chegou a sexta-feira. A Cláudia me maquiou bem de putinha, colocou uma tanga que não cobria meu cuzinho e uma saia curta que mal tapava metade da minha bunda minúscula, uma regata e saltos altos. Me olhei no espelho e fiquei chocada com a vadia em que minha mulher tinha me transformado. Acho que se eu estivesse parada em qualquer esquina, pagariam pra me comer. Sentamos pra esperar o Silvio, eu estava completamente entregue pra ele e finalmente ia acalmar meu tesão e os desejos da Claudinha, minha mulher. A porta se abriu e, pra minha surpresa, entrou o Silvio com o Yon e a Yani, que vieram atrás dele.
Silvio, oi vagabunda, aqui está sua recompensa por ser tão fiel pra mim.
Yon, que linda você tá, me deixa com muito tesão assim
Yani, te garanto que de nós você não esquece mais.
Nããão, por favorrr, eles dois de novo? Vão me fazer sofrerrrr
Silvio, fica na sua, sua puta tranquila, contratei eles só pra te dar prazer.
Os olhos de Claudia diziam tudo, o olhar de espanto dela estava cravado em mim. Ela me pegou pela mão e eu senti a Yania atrás de mim, encostando a pica enorme dela no meu cu quase nu. Isso me fez perder o controle. Eu sabia o que me esperava, mas me rendi sem dar luta. Claudia tinha razão, eu tinha perdido mais uma vez. Provocava os dois, tinha desafiado eles pra uma luta em que, inevitavelmente, eu perderia e me tornaria a vítima dos dois. Com certeza, depois eu me arrependeria, mas tinha que aceitar minha derrota e me entregar pra aqueles dois negões vencedores. Minha bunda seria o troféu deles e eu não queria fazer nada pra evitar. Meu sangue fervia de paixão e tesão, mesmo que isso me causasse uma dor imensa. Naquele momento, não me importava. Eu curtia ser tratada como uma mulher no cio, a ponto de me desesperar. Talvez por causa da putaria de não ter transado por muitos dias, as carícias deles e as picas deles me fizeram desejar que me comessem com força. Eu implorei pra que me comessem e eles entenderam. Assim, abusaram da situação, do meu tesão extremo. Tiraram as picas pra fora e, com força, me fizeram ajoelhar pra que eu mamava neles, mandando eu fazer aquilo, o que eu obedeci com prazer. Eu me virava com as duas e estava totalmente entregue pros dois negões. Eu lambia as picas e as bolas deles com muita paixão, engoli todo o pré-gozo que consegui tirar até que um deles enfiou a pica na minha boca e, segurando minha cabeça, começou um vai e vem que atravessava minha garganta. Naquele momento, acho que de tanto tesão eu mijei em mim mesma. Já não era mais tesão, era uma fogueira imensa que eu sentia dentro de mim. Senti o outro negro — nem sabia mais quem era naquele momento — abrindo minhas pernas com força, rasgando minha calcinha fio-dental. Ele enfiou um dedo no meu cu e eu quase nem percebi, de tão ocupada que estava gozando e sofrendo uma mamada violenta.
Yani, vou te arrombar essa bunda de puta, sua vadiazinha de merdaaaa
Não prestei atenção nele até sentir o pau dele no meu cu. Primeiro ele apoiou e, abrindo mais minhas nádegas, empurrou com toda a força. De uma só vez, enfiou até o talo. Quase desmaiei de dor, foi foda. Talvez o Silvio tivesse razão, meu buraquinho tinha fechado bastante nessas duas semanas sem ser penetrado. Senti as mãos dele na minha cintura e o pau entrando e saindo com violência do meu rabo, como se estivesse me castigando por ser tão puto. Meus olhos reviraram enquanto eu gritava sem ser ouvido, já que um pau entrava e saía da minha boca como se fosse uma buceta. Não aguentava mais de dor. O "clap clap" era o que mais ecoava na sala, junto com os insultos que todos me davam. Só esperava que finalmente gozassem dentro de mim, e quando fizeram, em vez de me sentir puto pela transa tão bruta, explodi de prazer. Engoli com paixão cada gota de porra que saiu do pau do Yan, deixando-o impecavelmente limpo e brilhante enquanto recebia as cintadas de pica dentro de mim do Yani, que logo tirou e, sem dizer nada, colocou na minha boca para eu limpar. Já esperava por isso, então engoli o mais fundo que pude e comecei a chupar e lamber com muita paixão, recebendo outra enfiada violenta no meu cu castigado, metendo pra dentro a pica que ainda não tinha saído. Minhas pernas tremiam e meu corpo também, mas apesar de tudo, meu tesão era pior e me mandava deixar eles fazerem o que quisessem comigo. Só gemidos abafados pelo pau que eu tinha na boca e meus olhos lacrimejando para o prazer dos outros, que curtiam me ver sendo destruído à vontade sem resistir a nada. Finalmente chegou o momento da calma. De novo, inundado de fluidos, jogado no chão como um pano velho, tremendo pela surra que levei e obrigado a limpar os restos que ficaram no chão com a minha própria boquinha, entre risadas e insultos humilhantes de todos, que só acendiam mais tesão dentro de mim. Obedeci à risca, um pouco por medo, um pouco por prazer. domínio deles e outro pelo tesão que sentia por dentro, sentia que me mostrar tão humilhado e perdedor os incentivava a continuar com a submissão que me incendiava, servi cerveja pros dois, conversamos sobre minha cornitude na relação do Silvio e da Claudia, confessei que na verdade o Silvio me levou a ser como sou e não conseguia negar nada do que ele me mandasse, um escravo sexual me chamaram, mas eu adorava ser isso, me fizeram molhar as picas deles com cerveja e chupá-las enquanto eles curtiam tomando a deles nos copos, quando contei que até fui usado pelo meu cachorro eles não acreditaram e quase imploraram pra eu fazer aquilo com o cachorro pra eles, falei que se fizesse acabava tudo, foi aí que desistiram de fazer, o Yon sentou no sofá e me chamou, eu sabia que tinha que subir na pica dele e subi
Yon yani veni, essa puta quer os dois paus juntos no cu aberto de novo.
Nãooo nãooo pelo amor de Deus, nãooooo
Meus pedidos acenderam a paixão deles de me arrebentar por completo, de me partir ao meio, já tinha a pica do yon enfiada até o fundo, quis me mexer e então yon me disse
Fica quietinha, vagabunda, não vai escapar. Agora tu tem a buceta bem aberta, não vai desmaiar, dessa vez tu vai gozar.
Yani apoiou o pau dele no meu buraquinho e eu joguei meus braços pra trás, Yon me prendeu com eles e começou a tirar a pica enorme dele, pude sentir como a rola do Yani entrava junto com a do Yon no meu cu destruído, soltei um grito tão forte que fez a Claudia e o Silvio saírem do quarto, eles ficaram na minha frente chocados com o que estavam me fazendo, aos poucos os paus foram entrando e mesmo com meus olhos abertos não consegui ver mais nada, com certeza meus olhos viraram, eu estava encharcado de suor e de repente os dois paus começaram a me montar ao mesmo tempo, senti que ia morrer por dentro, implorava pra não enquanto minhas lágrimas caíam, borrando toda a minha maquiagem, Claudia disse que eu parecia uma puta de verdade e me incentivava a aguentar essa porra de foda.
Claudia, assim que eu gosto, amorrrr, hoje sim você perdeu de verdade, céu, você não sabe como essas duas pirocas pretas estão te arrebentando, amor, você recebeu igual uma puta de verdade, bebê, você é mais vadia do que eu.
Silvio, viu como valeu a pena ficar quinze dias sem comer a corna? Tá aí as pirocas que você tanto queria, seu viado de merda.
Nem sequer os escutava de verdade, só sentia os cocks entrando e saindo do meu cu e implorava por dentro que aquela tortura acabasse, mas não passava, continuavam tão duros e quentes que meu pau começou a cuspir cum sozinho, o coitado quase nem se via de tão pequeno que estava. Depois de um tempo, sem saber por quê, comecei a sentir prazer, curtia cada centímetro que entrava e saía da minha bucetinha, e isso me fez pedir mais, para o espanto de todos. Aquilo os deixou furiosos e aceleraram a foda, aí sim não aguentei e quase desmaiei de dor e prazer, até que os jatos de cum deles chegaram para inundar meu interior com o cum quente. Saiu yani de cima e depois yon se jogou de lado, como se joga com desprezo algo que já foi usado e não serve mais. Me senti bem sujo, mas não tinha forças além de aproveitar o roçar do meu pau no sofá, sentindo como da minha bunda ardente saíam os fluidos que os negros deixaram em mim. Eles tomaram um banho e depois todos jantaram sem mim, não tinha forças para me levantar, muito menos para sentar, já que sentia minha bucetinha em chamas. Silvio e Claudia trouxeram um colchão e aí nos deitamos, estávamos todos exaustos, menos Silvio e Claudia, que foram para o quarto. Nós três nos deitamos para dormir, eu, claro, de bunda para cima. Depois de um tempão, senti os cocks roçando meu corpo, isso me excitou pra caralho, mas sabia muito bem que não estava em condições de fazer mais nada. Porém, meu corpo nem ligou, quando me dei conta, estava me movendo ao som dos cocks deles, que aos poucos reagiam à minha fricção. Não consegui segurar o cum no meu ventre e fiquei assim, cheio de satisfação por ter me complacido daquele jeito, rodeado por dois negros que me submeteram sem piedade. Sorte a minha que minha bunda não percebeu o que aconteceu. No sábado, acordei entre os negros e eles ainda dormindo, ambos com uma grande ereção. Fiquei imóvel, não queria acordá-los, já que meu cuzinho doía pra caralho e pensava que, se fizesse isso, eles não teriam compaixão de mim. tinha virado a putinha deles e assim eles tinham o direito de fazer comigo o que quisessem, isso me excitava pra caralho mas a dor segurava minha vontade de me entregar e deixar eles fazerem comigo o que viesse na cabeça, mesmo desejando isso com toda a minha alma, esperei eles acordarem fingindo que tava dormindo e não consegui evitar me mexer devagar pra sentir o roçar dessas picas enormes no meu corpo, gozei de novo e quando eles acordaram perceberam isso
Parece que a putinha tá querendo pica.
Yani, pra mim, sim, ela parece bem gostosa.
Não, galera, não. Tô bem dolorido desde ontem à noite, então melhor a gente deixar pra quando a dor passar um pouco.
Yon bom, então podemos ser mais suaves, putinha, se é isso que você quer.
Não, não, não tô na pior não, rapaziada.
Então se delicia com isso, olha que gostosas que são, ideal pra você, dá um boquete bem gostoso pelo menos
Isso sim, mas sem penetração, por favor.
Logo me vi mamando aquelas duas picas com desespero, tava com muita fome mesmo, ter batido uma não tinha adiantado nada, pelo contrário, só me deixou mais excitado. De repente, me peguei chupando aquelas picas desesperadamente, buscando a gozada que não tinham me dado antes. Enquanto dormiam, eles perceberam e o pior aconteceu. Por causa do meu tesão, eu mesmo enfiei no meu cu e comecei a cavalgar com força, falando o quanto eu era puto, enquanto eu não aguentava a dor, implorava pra parar, mas eles estavam determinados a me fazer sofrer por ser tão vadia e tinham razão. Meu tesão incentivava eles a me destruírem de novo, e foi o que aconteceu. Os dois me comeram de novo, apesar dos meus pedidos de piedade. Quando saciaram a sede, me deixaram largado no colchão, com meu corpo tremendo como um troféu pra eles, que riam da minha putaria sem vergonha. Fiquei assim, sem conseguir me mexer. Eles tomaram café da manhã e passaram um tempão vendo TV, depois voltaram pra cima de mim. Eu já não tinha mais forças pra negar, e eles terminaram de arrebentar meu cu, que já tava no vermelho. Encheram meu corpo de porra e mijo, tomaram banho e foram embora rindo e comemorando como se tivessem ganhado uma partida de futebol. Quando saíram, Cláudia e Sílvio chegaram pra recuperação. Os dois me levaram pro banheiro e assim consegui tomar um banho. Depois me jogaram na cama, onde passei o resto do dia tentando me recuperar, mesmo sem ter conseguido. Senti os dois saindo e voltando já de noite, me ignorando completamente, e fizeram amor de novo. No domingo já me sentia melhor, então tive que atendê-los como uma empregadinha. Me esperava um longo tempo de recuperação.
No sábado, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho bem gostoso. Não tive outra escolha senão vestir a tanga, já que minha roupa estava no quarto. Peguei a roupa suja do sofá e fui pro lavandero. Enquanto colocava pra lavar, o Ringo se aproximou do meu cu, lambendo ele, apesar das minhas reclamações. Quando me dei conta, ele já estava em cima de mim, mas por sorte o pau dele não encontrou meu cu. Ele já tava me tratando como se eu fosse a puta dele e esfregava o pau dele nas minhas nádegas. Eu fiquei parado, acho que isso me excitou pra caralho. O coitado do Ringo nunca gozava, então, mesmo sabendo que ia doer pra cacete, eu abri meu cu e empurrei ele pra dentro. Fiquei com pena de não conseguir satisfazer ele. A realidade bateu: Ringo encontrou meu cu na hora e enfiou até o fundo. Foi foda. Ali estava eu, sendo comido de novo por ser um tarado. Doía pra caralho cada estocada, minha bunda tava mais que dolorida, mas automaticamente comecei a bater uma enquanto era dominado pelo meu próprio cachorro, que logo se enfiou todo, mas dessa vez foi fácil ele sair. Isso significava que meu buraquinho tava grande demais. Enquanto eu continuava batendo uma, querendo gozar logo, sem pensar e me deixando levar pelo tesão, eu chupei o pau do Ringo com vontade, e de repente ele começou a comer minha boca até encher ela de porra. Depois ele foi pro quintal, e eu me perguntei se seria capaz de engolir aquela porra. Me deu um pouco de nojo, mas eu fiz e gostei pra caralho. Quando me levantei, vi a poça de porra que meu pobre e sofrido cu tinha deixado. Me imaginei o Silvio mandando eu engolir aquilo, limpar com minha língua aquela porra, e eu fiz. Depois disso, me lavei no próprio lavandero, preparei o café da manhã pra eles, que demoraram pra acordar e mandaram eu servir.
Sívio, assim que eu gosto, que você saiba que é nosso escravo e que só faz o que a gente manda. Não me diga que ainda ficou com vontade de pau.
Nãoooo, de jeito nenhum, minha bucetinha tá doendo pra caralho, esses negões me arrebentaram toda, com eles nunca mais, Silvio.
Claudia, cala a boca, corno. Você vai entregar a buceta pra quem o Silvio quiser sem reclamar, ouviu bem? Vira aí, quero ver como você ficou aberta.
Sim, amorzinho, o que você mandar.
Me virei, me inclinei e abri minha bunda igual uma puta gostosa, pra Claudia ver como tinha ficado meu rabo.
Claudia, não acredito, olha só, amor, olha como ficou a buceta do filho da puta.
O Silvio, se beber, os negros destruíram ele, foi pra isso que contratei eles e cumpriram, agora tem que fechar um pouco porque ele não vai sentir nada quando eu pegar ele de novo.
Claudia, e como é que você fecha um buraco desse tamanho?
Silvio parou de comer ela por dez dias e ela fecha bem, amor, assim da próxima vez que eu pegar nela, vou sentir como se tivesse arrombando o cu dela de novo.
Nãão, dez dias sem transar? Nãão, Silvio, não faz isso comigo, pelo amor de Deus
Silvio, cala a boca, seu viado arrombado. Você já teve pica o suficiente pra não querer mais por um bom tempo. A única coisa permitida é uma punheta por dia e nada mais. E olha, sua porra você tem que engolir, não quero sujeira nenhuma, entendeu? Se não fizer, vou te castigar.
Claudia, eu vou controlar ele, amor. Se ele bater punheta demais, eu te aviso, céu.
Resignado a não poder transar por um bom tempo, preparei o almoço e, enquanto eles comiam na mesa, eu comia na cozinha em pé. Depois foram pro quarto e transaram de novo pra dormir um bom tempo. À noite saímos pra jantar fora e, quando voltaram, me deixaram sozinho no sofá. Tava muito mal mesmo, mal conseguia andar e no restaurante sofri horrores pra ficar sentado, quase nem o lençol aguentava na minha bunda. No domingo foi quase a mesma coisa, embora o Silvio tenha ido embora antes do anoitecer. Agora só restava conviver com minha dor e as gozações da Claudia que não paravam. O Silvio veio uns dias em casa com a única intenção de comer a Claudia, me deixando olhando ele fazer isso. Ele sabia que isso me excitava pra caralho, mas me negava a fazer uma punheta. Isso me deixava ainda mais tarado e aquelas imagens não saíam da minha cabeça. Claro que depois, no chuveiro, eu batia uma sem parar, mas não era suficiente, e dia após dia minha bunda continuava doendo. Naquele fim de semana o Silvio e a Maria voltaram em casa. Os três transavam, mas eu ficava de fora, só um espectador que servia eles. O tesão aumentava a cada dia e no domingo eu explodi. Não aguentava mais de tanto tesão. Acabei implorando pro Silvio me comer na frente da minha mulher, que ria sem parar. Era realmente humilhante e mesmo assim não conseguia saciar meu tesão. O Silvio prometeu, do jeito dele, claro, que na sexta eu teria tanta pica que nunca mais ia pedir de novo, só que não queria que estragassem minha bundinha apertada. Ela tinha que se fechar pra eu sentir de novo o prazer que só uma barra de carne quente na minha bunda entrando e saindo à vontade dá, revirando tudo lá dentro. A única coisa que o Silvio me permitiu foi chupar a buceta da Claudia enquanto ele comia a bunda dela e, claro, isso me custou ter que engolir todos os fluidos deles sem reclamar, o que, em vez de acalmar meu tesão, só aumentava ainda mais. Assim tive que aguentar mais uma semana com a ideia fixa de transar. Já conseguia me sentar. Normalmente, mas só o fato de fazer aquilo já me fazia me remexer na cadeira, tentando acalmar minha bucetinha ardendo de tesão. Com o passar dos dias, a Claudia me consolava, prometendo, assim como o Silvio, que a espera ia valer muito a pena.
Claudia, amorzinho, eu sei que você tá muito excitado, claro, meu céu, você sabe que nunca mais me come, agora meu corpo é do Silvio, seu amigo pra quem você me entregou, mas além disso, você nunca mais vai transar como homem na sua vida, o Silvio te transformou numa mulher, te dobrou do jeito dele e você adorou, eu te amo, amorzinho, mas não como antes, meu céu, adoro te ver um perdedor, as coisas que o Silvio faz com você são muito mórbidas e humilhantes e eu adoro que ele faça isso, não é maldade, amor, porque no fundo você também curte, adoro te ver sendo um putinho arrombado que entrega a bunda e aceita fazer qualquer coisa pra levar uma boa pirocada e depois, quando fazem, você implora igual uma bichinha pra pegarem mais leve, isso eu adoro, é aí que você perde, minha vida, primeiro te dão o doce, te enchem de morbo e te deixam com muito tesão, isso o Silvio faz tão fácil, amor, mas depois te destroça, te faz pagar porque você é um putão e o melhor é quando você não aguenta, me dá um tesão quando você implora pra não levarem tão forte, quando fazem você chorar e riem da sua cara, isso me enlouquece, o melhor foi quando eu vi você com os negros te destruírem do jeito deles, até desmaiou de dor e mesmo assim continuou pedindo mais pica, não conseguiu parar, você perdeu, amor, perdeu sua mulherzinha, agora só te resta ver como o novo macho dela come ela do jeito que quer, eu sou comida com carinho, me fazendo gozar pra caralho, amor, você percebe que me perdeu como mulher, agora só te amo porque me sustenta, nada mais, me dá pena quando vejo como te deixam, dolorido, quando você não consegue nem sentar, não queria que isso acontecesse com você, mas é o que você gosta, meu céu, você adora ficar assim e eu já me acostumei e agora quero que te deixem cada vez pior, porque assim eu sei que você goza, amor
Eu sei que você me ama, mesmo que às vezes me fale coisas que incomodariam os outros, mas pra mim não, porque eu te amo e sei que te faço feliz assim, meu céu, assim como você me faz feliz. Adoro tudo isso porque, depois de tudo que vivemos, tem carinho e tem dengo como nunca teve antes, isso me deixa muito feliz.
Claudia, mas o que te faz mais feliz é uma boa pica no cu, amorzinho. Você adora se vestir como uma puta de rua e provocar qualquer machão por aí, Silvio, desafiar eles pra te arrebentarem bem o rabo, e nessa competição você sempre acaba perdendo porque no final eles realmente te arrebentam, e você, como a boa maricona que é, termina implorando pro macho que tá te estourando ter piedade de você, mas ele nunca tem porque você o desafiou, então é quando ele mete mais forte, porque no fundo você adora, mesmo sofrendo e sabendo que depois vai até custar a andar. É isso que eu amo que façam com você, adoro ver como você perde pra uma pica, querida, então se prepara bem porque sexta-feira você vai estar com o cu bem fechado e eles vão arrebentar de novo.
Nãooooo, eu quero que sejam suaves comigo, que me façam gozar com uma boa trepada igual você goza, meu amorzinho, mas sempre querem arrebentar minha buceta e só isso, amor. Fala pro Silvio que um dia ele realize esse meu sonho.
Claudia é bem promíscua, meu. Vou falar pra ele, mas com certeza não vai ser essa sexta. Se você se comportar direitinho, talvez seja na próxima. Mas pra isso, não pode se masturbar escondido como você faz. Não faça mais isso. Quero que você chegue na sexta-feira voando de tesão. Se fizer isso, te prometo que na outra sexta o Silvio vai te comer com muito carinho e você vai aproveitar pra caralho.
Depois disso, não me masturbei mais. Foi uma semana intensa, acho que se alguém me mostrasse a rola, eu me entregava sem pensar onde fosse. Assim chegou a sexta-feira. A Cláudia me maquiou bem de putinha, colocou uma tanga que não cobria meu cuzinho e uma saia curta que mal tapava metade da minha bunda minúscula, uma regata e saltos altos. Me olhei no espelho e fiquei chocada com a vadia em que minha mulher tinha me transformado. Acho que se eu estivesse parada em qualquer esquina, pagariam pra me comer. Sentamos pra esperar o Silvio, eu estava completamente entregue pra ele e finalmente ia acalmar meu tesão e os desejos da Claudinha, minha mulher. A porta se abriu e, pra minha surpresa, entrou o Silvio com o Yon e a Yani, que vieram atrás dele.
Silvio, oi vagabunda, aqui está sua recompensa por ser tão fiel pra mim.
Yon, que linda você tá, me deixa com muito tesão assim
Yani, te garanto que de nós você não esquece mais.
Nããão, por favorrr, eles dois de novo? Vão me fazer sofrerrrr
Silvio, fica na sua, sua puta tranquila, contratei eles só pra te dar prazer.
Os olhos de Claudia diziam tudo, o olhar de espanto dela estava cravado em mim. Ela me pegou pela mão e eu senti a Yania atrás de mim, encostando a pica enorme dela no meu cu quase nu. Isso me fez perder o controle. Eu sabia o que me esperava, mas me rendi sem dar luta. Claudia tinha razão, eu tinha perdido mais uma vez. Provocava os dois, tinha desafiado eles pra uma luta em que, inevitavelmente, eu perderia e me tornaria a vítima dos dois. Com certeza, depois eu me arrependeria, mas tinha que aceitar minha derrota e me entregar pra aqueles dois negões vencedores. Minha bunda seria o troféu deles e eu não queria fazer nada pra evitar. Meu sangue fervia de paixão e tesão, mesmo que isso me causasse uma dor imensa. Naquele momento, não me importava. Eu curtia ser tratada como uma mulher no cio, a ponto de me desesperar. Talvez por causa da putaria de não ter transado por muitos dias, as carícias deles e as picas deles me fizeram desejar que me comessem com força. Eu implorei pra que me comessem e eles entenderam. Assim, abusaram da situação, do meu tesão extremo. Tiraram as picas pra fora e, com força, me fizeram ajoelhar pra que eu mamava neles, mandando eu fazer aquilo, o que eu obedeci com prazer. Eu me virava com as duas e estava totalmente entregue pros dois negões. Eu lambia as picas e as bolas deles com muita paixão, engoli todo o pré-gozo que consegui tirar até que um deles enfiou a pica na minha boca e, segurando minha cabeça, começou um vai e vem que atravessava minha garganta. Naquele momento, acho que de tanto tesão eu mijei em mim mesma. Já não era mais tesão, era uma fogueira imensa que eu sentia dentro de mim. Senti o outro negro — nem sabia mais quem era naquele momento — abrindo minhas pernas com força, rasgando minha calcinha fio-dental. Ele enfiou um dedo no meu cu e eu quase nem percebi, de tão ocupada que estava gozando e sofrendo uma mamada violenta.
Yani, vou te arrombar essa bunda de puta, sua vadiazinha de merdaaaa
Não prestei atenção nele até sentir o pau dele no meu cu. Primeiro ele apoiou e, abrindo mais minhas nádegas, empurrou com toda a força. De uma só vez, enfiou até o talo. Quase desmaiei de dor, foi foda. Talvez o Silvio tivesse razão, meu buraquinho tinha fechado bastante nessas duas semanas sem ser penetrado. Senti as mãos dele na minha cintura e o pau entrando e saindo com violência do meu rabo, como se estivesse me castigando por ser tão puto. Meus olhos reviraram enquanto eu gritava sem ser ouvido, já que um pau entrava e saía da minha boca como se fosse uma buceta. Não aguentava mais de dor. O "clap clap" era o que mais ecoava na sala, junto com os insultos que todos me davam. Só esperava que finalmente gozassem dentro de mim, e quando fizeram, em vez de me sentir puto pela transa tão bruta, explodi de prazer. Engoli com paixão cada gota de porra que saiu do pau do Yan, deixando-o impecavelmente limpo e brilhante enquanto recebia as cintadas de pica dentro de mim do Yani, que logo tirou e, sem dizer nada, colocou na minha boca para eu limpar. Já esperava por isso, então engoli o mais fundo que pude e comecei a chupar e lamber com muita paixão, recebendo outra enfiada violenta no meu cu castigado, metendo pra dentro a pica que ainda não tinha saído. Minhas pernas tremiam e meu corpo também, mas apesar de tudo, meu tesão era pior e me mandava deixar eles fazerem o que quisessem comigo. Só gemidos abafados pelo pau que eu tinha na boca e meus olhos lacrimejando para o prazer dos outros, que curtiam me ver sendo destruído à vontade sem resistir a nada. Finalmente chegou o momento da calma. De novo, inundado de fluidos, jogado no chão como um pano velho, tremendo pela surra que levei e obrigado a limpar os restos que ficaram no chão com a minha própria boquinha, entre risadas e insultos humilhantes de todos, que só acendiam mais tesão dentro de mim. Obedeci à risca, um pouco por medo, um pouco por prazer. domínio deles e outro pelo tesão que sentia por dentro, sentia que me mostrar tão humilhado e perdedor os incentivava a continuar com a submissão que me incendiava, servi cerveja pros dois, conversamos sobre minha cornitude na relação do Silvio e da Claudia, confessei que na verdade o Silvio me levou a ser como sou e não conseguia negar nada do que ele me mandasse, um escravo sexual me chamaram, mas eu adorava ser isso, me fizeram molhar as picas deles com cerveja e chupá-las enquanto eles curtiam tomando a deles nos copos, quando contei que até fui usado pelo meu cachorro eles não acreditaram e quase imploraram pra eu fazer aquilo com o cachorro pra eles, falei que se fizesse acabava tudo, foi aí que desistiram de fazer, o Yon sentou no sofá e me chamou, eu sabia que tinha que subir na pica dele e subi
Yon yani veni, essa puta quer os dois paus juntos no cu aberto de novo.
Nãooo nãooo pelo amor de Deus, nãooooo
Meus pedidos acenderam a paixão deles de me arrebentar por completo, de me partir ao meio, já tinha a pica do yon enfiada até o fundo, quis me mexer e então yon me disse
Fica quietinha, vagabunda, não vai escapar. Agora tu tem a buceta bem aberta, não vai desmaiar, dessa vez tu vai gozar.
Yani apoiou o pau dele no meu buraquinho e eu joguei meus braços pra trás, Yon me prendeu com eles e começou a tirar a pica enorme dele, pude sentir como a rola do Yani entrava junto com a do Yon no meu cu destruído, soltei um grito tão forte que fez a Claudia e o Silvio saírem do quarto, eles ficaram na minha frente chocados com o que estavam me fazendo, aos poucos os paus foram entrando e mesmo com meus olhos abertos não consegui ver mais nada, com certeza meus olhos viraram, eu estava encharcado de suor e de repente os dois paus começaram a me montar ao mesmo tempo, senti que ia morrer por dentro, implorava pra não enquanto minhas lágrimas caíam, borrando toda a minha maquiagem, Claudia disse que eu parecia uma puta de verdade e me incentivava a aguentar essa porra de foda.
Claudia, assim que eu gosto, amorrrr, hoje sim você perdeu de verdade, céu, você não sabe como essas duas pirocas pretas estão te arrebentando, amor, você recebeu igual uma puta de verdade, bebê, você é mais vadia do que eu.
Silvio, viu como valeu a pena ficar quinze dias sem comer a corna? Tá aí as pirocas que você tanto queria, seu viado de merda.
Nem sequer os escutava de verdade, só sentia os cocks entrando e saindo do meu cu e implorava por dentro que aquela tortura acabasse, mas não passava, continuavam tão duros e quentes que meu pau começou a cuspir cum sozinho, o coitado quase nem se via de tão pequeno que estava. Depois de um tempo, sem saber por quê, comecei a sentir prazer, curtia cada centímetro que entrava e saía da minha bucetinha, e isso me fez pedir mais, para o espanto de todos. Aquilo os deixou furiosos e aceleraram a foda, aí sim não aguentei e quase desmaiei de dor e prazer, até que os jatos de cum deles chegaram para inundar meu interior com o cum quente. Saiu yani de cima e depois yon se jogou de lado, como se joga com desprezo algo que já foi usado e não serve mais. Me senti bem sujo, mas não tinha forças além de aproveitar o roçar do meu pau no sofá, sentindo como da minha bunda ardente saíam os fluidos que os negros deixaram em mim. Eles tomaram um banho e depois todos jantaram sem mim, não tinha forças para me levantar, muito menos para sentar, já que sentia minha bucetinha em chamas. Silvio e Claudia trouxeram um colchão e aí nos deitamos, estávamos todos exaustos, menos Silvio e Claudia, que foram para o quarto. Nós três nos deitamos para dormir, eu, claro, de bunda para cima. Depois de um tempão, senti os cocks roçando meu corpo, isso me excitou pra caralho, mas sabia muito bem que não estava em condições de fazer mais nada. Porém, meu corpo nem ligou, quando me dei conta, estava me movendo ao som dos cocks deles, que aos poucos reagiam à minha fricção. Não consegui segurar o cum no meu ventre e fiquei assim, cheio de satisfação por ter me complacido daquele jeito, rodeado por dois negros que me submeteram sem piedade. Sorte a minha que minha bunda não percebeu o que aconteceu. No sábado, acordei entre os negros e eles ainda dormindo, ambos com uma grande ereção. Fiquei imóvel, não queria acordá-los, já que meu cuzinho doía pra caralho e pensava que, se fizesse isso, eles não teriam compaixão de mim. tinha virado a putinha deles e assim eles tinham o direito de fazer comigo o que quisessem, isso me excitava pra caralho mas a dor segurava minha vontade de me entregar e deixar eles fazerem comigo o que viesse na cabeça, mesmo desejando isso com toda a minha alma, esperei eles acordarem fingindo que tava dormindo e não consegui evitar me mexer devagar pra sentir o roçar dessas picas enormes no meu corpo, gozei de novo e quando eles acordaram perceberam isso
Parece que a putinha tá querendo pica.
Yani, pra mim, sim, ela parece bem gostosa.
Não, galera, não. Tô bem dolorido desde ontem à noite, então melhor a gente deixar pra quando a dor passar um pouco.
Yon bom, então podemos ser mais suaves, putinha, se é isso que você quer.
Não, não, não tô na pior não, rapaziada.
Então se delicia com isso, olha que gostosas que são, ideal pra você, dá um boquete bem gostoso pelo menos
Isso sim, mas sem penetração, por favor.
Logo me vi mamando aquelas duas picas com desespero, tava com muita fome mesmo, ter batido uma não tinha adiantado nada, pelo contrário, só me deixou mais excitado. De repente, me peguei chupando aquelas picas desesperadamente, buscando a gozada que não tinham me dado antes. Enquanto dormiam, eles perceberam e o pior aconteceu. Por causa do meu tesão, eu mesmo enfiei no meu cu e comecei a cavalgar com força, falando o quanto eu era puto, enquanto eu não aguentava a dor, implorava pra parar, mas eles estavam determinados a me fazer sofrer por ser tão vadia e tinham razão. Meu tesão incentivava eles a me destruírem de novo, e foi o que aconteceu. Os dois me comeram de novo, apesar dos meus pedidos de piedade. Quando saciaram a sede, me deixaram largado no colchão, com meu corpo tremendo como um troféu pra eles, que riam da minha putaria sem vergonha. Fiquei assim, sem conseguir me mexer. Eles tomaram café da manhã e passaram um tempão vendo TV, depois voltaram pra cima de mim. Eu já não tinha mais forças pra negar, e eles terminaram de arrebentar meu cu, que já tava no vermelho. Encheram meu corpo de porra e mijo, tomaram banho e foram embora rindo e comemorando como se tivessem ganhado uma partida de futebol. Quando saíram, Cláudia e Sílvio chegaram pra recuperação. Os dois me levaram pro banheiro e assim consegui tomar um banho. Depois me jogaram na cama, onde passei o resto do dia tentando me recuperar, mesmo sem ter conseguido. Senti os dois saindo e voltando já de noite, me ignorando completamente, e fizeram amor de novo. No domingo já me sentia melhor, então tive que atendê-los como uma empregadinha. Me esperava um longo tempo de recuperação.
3 comentários - Guille puto, corno manso, submisso, final
con silvio solo es sexo y morbo, nada mas