Olá de novo, galera. Vi que curtiram bastante a primeira parte do que rolou com a ex do meu parceiro, então, dado o sucesso, me apressei pra escrever a segunda parte. Então, sem mais enrolação, aqui vai a segunda parte…
Como contei no último post, eu tava comendo a Mari durante minhas férias, com a facilidade de poder dormir lá, porque o Juan trabalhava de noite. A gente dava vazão à pica sem se preocupar com o tempo. Mas, tudo que é bom dura pouco. Quando minhas férias acabaram, e com uma preguiça do caralho, voltei pro turno da noite com o Juan. Tudo normal, trabalhando como sempre, enrolando na maior parte do tempo e fazendo tudo na correria de última hora, até que um dia, enquanto a gente tava de bobeira, o Juan me fala:
- Cara, minha mulher continua puta da vida.
- Sério? E por quê? O que você fez?
- Bom, você sabe que te contei que ela encontrou uma conversa no WhatsApp?
- Aham.
- Então, desde lá, por mais que eu dissesse que era uma amiga, e que não tinha nada de mais na conversa...
- O que dizia?
- Era quando eu comecei a falar com a Yanetsi.
- Ah, aquela mina? No final, você comeu ela?
- Não, ultimamente não tive sorte, e ainda por cima minha mulher não quer transar. Já tô com o saco cheio.
- E desde quando você não come ninguém?
- Desde que minha mulher ficou puta.
- Caralho, isso já tem quase um mês.
- Pois é, imagina. E por mais que eu bata uma, não me alivia.
Nesse ponto da conversa, eu comecei a ficar excitado, pensando nesse cara batendo uma meio pelado. Imaginava o pau dele bem duro e desejando ser estimulado.
Aqui é preciso descrever meu parceiro. Naquela época, ele tinha 25 anos, mas a aparência dele, até hoje, não fazia pensar que ele tivesse mais de 19. Mais ou menos da minha altura, um pouco mais alto, 1,70m, magro e definido.
Resumindo, continuamos conversando sobre os mesmos assuntos, obviamente porque eu fazia de tudo pra não mudarmos de tema.
- Então, por mais que você bata uma, não se acalma? - falei.
- Não, cara, nada me acalma.
- E você já tentou outras formas? Perguntei na esperança de que meu plano, meio feito no calor do momento, funcionasse.
— Como?
— Tipo, ver outro tipo de pornô, passar a mão nas suas bolas enquanto você bate uma, talvez enfiar um dedo.
— Qualé, cara! Como é que você acha que vou enfiar um dedo? — ele disse, exaltado.
— Só tava falando, mas o ponto é mudar.
— Bom, já fiz várias dessas coisas, mas nada.
— E se você tentar no trabalho? — falei num tom de brincadeira, mas com a convicção de plantar a ideia desde já.
— Posso tentar, não seria a pior coisa que já fiz aqui — ele disse entre risos, já que tinha levado mulheres pro depósito.
— Então vai, ainda temos tempo.
— Beleza, me dá um minuto, deixa eu entrar no depósito e ver como é.
— Fecha.
Na sequência, Juan entrou no depósito com o celular na mão. Nessa hora, vi de relance que ele já tava meio duro e começava a marcar na calça, o que me deixou ainda mais excitada. Umas cinco minutos se passaram, e eu não aguentava mais de tesão, ainda mais pensando que teria comido o casal. Fiquei matutando como poderia entrar no depósito, nem que fosse pra ver o pau dele e ter algo na mente pra bater uma. Foi quando, sem muita fé no meu plano, entrei de repente no depósito. Juan deu um pulo de susto e guardou o pau muito rápido, antes que eu visse qualquer coisa.
— Qualé, cara?! — ele disse.
— Desculpa, é que tava precisando muito do meu carregador e deixei ele aí dentro.
— Podia ter tocado a campainha.
— Esqueci, cara, desculpa.
— Tá, de qualquer jeito, não parece que eu ia conseguir terminar.
— Por quê?
— Sei lá, cara, quando como umas minas não tenho problema, mas assim... não me inspiro o suficiente. Até sobe, mas só.
— Que merda, cara. Então você precisa de ajuda.
— É, fazer o quê. Não vou ficar tranquilo de novo.
Foi nessa hora que vi minha chance.
— Ei, cara — falei nervoso — e se eu te ajudar?
— Qualé, para de brincar, cara — ele disse, rindo.
Na sequência, sem dizer nada, peguei no pau dele por cima da calça. Ele deu um pulo. No começo, achei que ia me soltar. Um putaço, mas, mesmo sendo meio desconfortável no começo, ele deixou eu acariciar. Depois de uns segundos, me abaixei, abri a calça dele e puxei pra baixo, deixando ele só de cueca. Ele foi relaxando cada vez mais enquanto eu passava a mão por cima da cueca dele, sentindo aquele cheiro gostoso de pau, e calculando o tamanho. Em pouco tempo, tirei devagar, deixando ver aquele tesouro precioso que era um pau escuro, já que ele é moreno, e bem peludo. Nesse ponto, só dava pra sentir como o João tremia, o que já mostrava que ele tava desesperado por uma boa mamada. Comecei a dar beijos por todo o tronco até chegar na cabecinha, onde dei um beijo longo com língua, fiquei chupando ele por um bom tempo, lambendo o tronco e as bolas, apertando as nádegas do João enquanto chupava, coisa que já não importava mais pra ele, ele só queria que eu continuasse chupando. Quando comecei a sentir aquele gostinho delicioso de pré-gozo, tirei o pau da boca e com um dedo peguei um pouco daquele líquido gostoso, e aí, sob o olhar excitado dele, chupei o dedo de um jeito super erótico. Na sequência, continuei chupando, mas entre uma mamada e outra, enfiei o dedo que tinha chupado antes no cu dele, o que, mesmo surpreendendo ele, foi o ponto final pra fazer ele sentir o máximo prazer, fazendo ele encher minha boca com aquela delícia branca. Depois de tudo, o João me disse:
— Não sabia que você curtia essas coisas, mano.
— Pois agora já sabe — falei rindo.
— Então espero que se repita.
— Por mim tudo bem, mano, mas eu nunca gostei que me lambessem, então não cria expectativas.
— Com essas mamadas já basta, mas caralho, se você não gosta, por que porra você enfiou um dedo em mim?
— Porque eu gosto é de enfiar.
— Caralho, como assim?
Seguimos com nosso trabalho como qualquer outro dia, como se nada tivesse acontecido. Quase no fim da noite, recebi uma mensagem da Mari, dizendo pra gente combinar de se ver de novo quando eu folgasse, o que me deixou ainda mais... mais satisfeito, já que continuava tendo rola garantida com ela e já tinha plantado a ideia de meter algo no cu dele.
Bom, pessoal, vou deixar por aqui, não esperava me estender tanto, mas fazer o que, acho que vão ter mais partes, e se continuarem sendo tão bem recebidas, vou contar todas as loucuras que rolou com esses dois. Valeu por ler, beijos nas rolas e nas bucetas xD
Como contei no último post, eu tava comendo a Mari durante minhas férias, com a facilidade de poder dormir lá, porque o Juan trabalhava de noite. A gente dava vazão à pica sem se preocupar com o tempo. Mas, tudo que é bom dura pouco. Quando minhas férias acabaram, e com uma preguiça do caralho, voltei pro turno da noite com o Juan. Tudo normal, trabalhando como sempre, enrolando na maior parte do tempo e fazendo tudo na correria de última hora, até que um dia, enquanto a gente tava de bobeira, o Juan me fala:
- Cara, minha mulher continua puta da vida.
- Sério? E por quê? O que você fez?
- Bom, você sabe que te contei que ela encontrou uma conversa no WhatsApp?
- Aham.
- Então, desde lá, por mais que eu dissesse que era uma amiga, e que não tinha nada de mais na conversa...
- O que dizia?
- Era quando eu comecei a falar com a Yanetsi.
- Ah, aquela mina? No final, você comeu ela?
- Não, ultimamente não tive sorte, e ainda por cima minha mulher não quer transar. Já tô com o saco cheio.
- E desde quando você não come ninguém?
- Desde que minha mulher ficou puta.
- Caralho, isso já tem quase um mês.
- Pois é, imagina. E por mais que eu bata uma, não me alivia.
Nesse ponto da conversa, eu comecei a ficar excitado, pensando nesse cara batendo uma meio pelado. Imaginava o pau dele bem duro e desejando ser estimulado.
Aqui é preciso descrever meu parceiro. Naquela época, ele tinha 25 anos, mas a aparência dele, até hoje, não fazia pensar que ele tivesse mais de 19. Mais ou menos da minha altura, um pouco mais alto, 1,70m, magro e definido.
Resumindo, continuamos conversando sobre os mesmos assuntos, obviamente porque eu fazia de tudo pra não mudarmos de tema.
- Então, por mais que você bata uma, não se acalma? - falei.
- Não, cara, nada me acalma.
- E você já tentou outras formas? Perguntei na esperança de que meu plano, meio feito no calor do momento, funcionasse.
— Como?
— Tipo, ver outro tipo de pornô, passar a mão nas suas bolas enquanto você bate uma, talvez enfiar um dedo.
— Qualé, cara! Como é que você acha que vou enfiar um dedo? — ele disse, exaltado.
— Só tava falando, mas o ponto é mudar.
— Bom, já fiz várias dessas coisas, mas nada.
— E se você tentar no trabalho? — falei num tom de brincadeira, mas com a convicção de plantar a ideia desde já.
— Posso tentar, não seria a pior coisa que já fiz aqui — ele disse entre risos, já que tinha levado mulheres pro depósito.
— Então vai, ainda temos tempo.
— Beleza, me dá um minuto, deixa eu entrar no depósito e ver como é.
— Fecha.
Na sequência, Juan entrou no depósito com o celular na mão. Nessa hora, vi de relance que ele já tava meio duro e começava a marcar na calça, o que me deixou ainda mais excitada. Umas cinco minutos se passaram, e eu não aguentava mais de tesão, ainda mais pensando que teria comido o casal. Fiquei matutando como poderia entrar no depósito, nem que fosse pra ver o pau dele e ter algo na mente pra bater uma. Foi quando, sem muita fé no meu plano, entrei de repente no depósito. Juan deu um pulo de susto e guardou o pau muito rápido, antes que eu visse qualquer coisa.
— Qualé, cara?! — ele disse.
— Desculpa, é que tava precisando muito do meu carregador e deixei ele aí dentro.
— Podia ter tocado a campainha.
— Esqueci, cara, desculpa.
— Tá, de qualquer jeito, não parece que eu ia conseguir terminar.
— Por quê?
— Sei lá, cara, quando como umas minas não tenho problema, mas assim... não me inspiro o suficiente. Até sobe, mas só.
— Que merda, cara. Então você precisa de ajuda.
— É, fazer o quê. Não vou ficar tranquilo de novo.
Foi nessa hora que vi minha chance.
— Ei, cara — falei nervoso — e se eu te ajudar?
— Qualé, para de brincar, cara — ele disse, rindo.
Na sequência, sem dizer nada, peguei no pau dele por cima da calça. Ele deu um pulo. No começo, achei que ia me soltar. Um putaço, mas, mesmo sendo meio desconfortável no começo, ele deixou eu acariciar. Depois de uns segundos, me abaixei, abri a calça dele e puxei pra baixo, deixando ele só de cueca. Ele foi relaxando cada vez mais enquanto eu passava a mão por cima da cueca dele, sentindo aquele cheiro gostoso de pau, e calculando o tamanho. Em pouco tempo, tirei devagar, deixando ver aquele tesouro precioso que era um pau escuro, já que ele é moreno, e bem peludo. Nesse ponto, só dava pra sentir como o João tremia, o que já mostrava que ele tava desesperado por uma boa mamada. Comecei a dar beijos por todo o tronco até chegar na cabecinha, onde dei um beijo longo com língua, fiquei chupando ele por um bom tempo, lambendo o tronco e as bolas, apertando as nádegas do João enquanto chupava, coisa que já não importava mais pra ele, ele só queria que eu continuasse chupando. Quando comecei a sentir aquele gostinho delicioso de pré-gozo, tirei o pau da boca e com um dedo peguei um pouco daquele líquido gostoso, e aí, sob o olhar excitado dele, chupei o dedo de um jeito super erótico. Na sequência, continuei chupando, mas entre uma mamada e outra, enfiei o dedo que tinha chupado antes no cu dele, o que, mesmo surpreendendo ele, foi o ponto final pra fazer ele sentir o máximo prazer, fazendo ele encher minha boca com aquela delícia branca. Depois de tudo, o João me disse:
— Não sabia que você curtia essas coisas, mano.
— Pois agora já sabe — falei rindo.
— Então espero que se repita.
— Por mim tudo bem, mano, mas eu nunca gostei que me lambessem, então não cria expectativas.
— Com essas mamadas já basta, mas caralho, se você não gosta, por que porra você enfiou um dedo em mim?
— Porque eu gosto é de enfiar.
— Caralho, como assim?
Seguimos com nosso trabalho como qualquer outro dia, como se nada tivesse acontecido. Quase no fim da noite, recebi uma mensagem da Mari, dizendo pra gente combinar de se ver de novo quando eu folgasse, o que me deixou ainda mais... mais satisfeito, já que continuava tendo rola garantida com ela e já tinha plantado a ideia de meter algo no cu dele.
Bom, pessoal, vou deixar por aqui, não esperava me estender tanto, mas fazer o que, acho que vão ter mais partes, e se continuarem sendo tão bem recebidas, vou contar todas as loucuras que rolou com esses dois. Valeu por ler, beijos nas rolas e nas bucetas xD
1 comentários - Como comi meu parceiro e a ex dele p.2