Bom, amigos, esse é meu primeiro post, é sobre um relacionamento. A ideia é dividir em partes porque é meio longo. Espero que gostem pra eu continuar postando mais conteúdo.
Alma (prima) tem quase 25 anos a mais que eu, sempre foi magra, com umas pernas muito boas e peito pequeno, já que gosta de malhar. Ela é muito gostosa, não aparenta a idade porque parece bem mais nova, é casada e tem duas filhas.
Tudo começa quando eu tinha 15 anos. Alma (prima) já era casada e já tinha tido as filhas dela. Era dezembro, na ceia do dia 24. Conforme o tempo passou, a maioria já estava meio bêbada. Eu, particularmente, não gosto de bebida, então ficava observando minha família e meus primos já no clima, incluindo ela. Depois de um tempo, Ramiro (marido de Alma) me pediu pra ajudar a descarregar a bagagem da caminhonete dele (eles moravam em Paraíso, Tabasco, e eu em Córdoba, Veracruz). Eu aceitei e falei pra ele curtir que eu levava as malas pro quarto.
Quando eu estava subindo a última mala, Alma (prima) vinha atrás de mim e disse que ia subir pra ver como a filha mais nova dela estava dormindo. Subimos juntos, entramos no quarto, eu coloquei a mala com as outras. Ela, enquanto arrumava minha sobrinha, estava praticamente de quatro. Ela tava usando um vestido azul curto e justo, onde dava pra ver perfeitamente a tanguinha preta dela. Sinceramente, fiquei com muito tesão. (Naqueles meses, eu tinha perdido a virgindade com minha namorada da época, então já viu, só pensava em transar.)
Então, Alma (prima) estava naquela posição enquanto na minha cabeça eu pensava em agarrar a bunda dela. Eu tava com o pau muito duro e comecei a suar. Ela se virou, eu quis me fazer de desentendido e olhar pra outro lado, mas ela percebeu e falou com uma voz bem relaxada: — Fica tranquilo, não precisa ficar nervoso. Me diz, você já ficou com alguém?
Contei o que tinha acontecido umas semanas antes com minha namorada. Ela riu, ficou me encarando e disse que se eu quisesse, ela podia me ensinar. podia dar conselhos, então fiquei mais duro e só pensava em levantar o vestido dela. Ela pegou nas minhas mãos e me puxou pra perto, a gente se deitou na cama e começou a se beijar por uns minutos, até que a filha dela começou a acordar. Saí do quarto muito excitado e fui pro banheiro. Lá dentro, comecei a me sentir meio mal, porque o marido dela sempre foi muito gente boa comigo. Um ano antes, ele tinha me dado um notebook pra escola. Pensei que não tinha ligado pra minha sobrinha, que tava dormindo na mesma cama. Durante a noite, fiquei meio afastado e só deixei as horas passarem até ir dormir.
No dia seguinte, não rolou muita coisa. Cheguei a pensar que tinha sido só um vacilo da parte dela, que tava bêbada e talvez nem lembrasse. Tava conversando com meu irmão quando ela chegou e perguntou se eu ia com ela no supermercado. Pensei em pedir pro meu irmão ir, mas minha mãe chamou ele, então tive que ir. Já na caminhonete a caminho do super, ficou um silêncio. Perguntei como ela tinha passado a noite, e ela disse: — Foi muito bom, fazia tempo que não vinha aqui, e muito mais tempo que não me sentia desejada.
Quando ela falou a última parte, minha pica ficou dura que nem pedra. Só ri, e quando chegamos no estacionamento do super, perguntei o que ela queria dizer. Ela estacionou a caminhonete e falou: — A noite passada foi gostosa pra caralho. Mesmo sendo só uns beijos, você me fez sentir muito gostosa, me fez sentir que ainda sou desejável e que consigo excitar um jovem como você.
Depois disso, ela começou a se abrir de um jeito, disse que o relacionamento dela não tava bem e que o Ramiro (o marido) dava muita coisa material, mas há muito tempo não fazia ela se sentir mulher. Nos dias de folga, em vez de ficar com ela e as filhas, ou ter um momento íntimo, ele só queria dormir ou jogar Xbox. Isso e muito mais ela começou a desabafar no estacionamento. Abracei ela e a gente começou a se beijar dentro da caminhonete. Ela tava usando um short meio folgado, onde dava pra ver perfeitamente... coloquei os dedos nela e fiz isso, ela já tava molhada, comecei a enfiar meu dedo e ela começou a gemer muito gostoso, devagar mas gostoso, a gente começou a esquentar muito, tivemos que parar porque um senhor ia estacionar do lado. Durante o supermercado a gente se beijava ou se pegava na mão sempre que dava (já que eu tinha 15 e ela já tava na casa dos 40, mas como falei, ela parece muito mais nova). Depois disso, tivemos que fazer umas compras e durante isso a gente se tratou como se fosse namorados, a culpa, o remorso ou os pensamentos que eu tinha sobre o marido dela, minhas sobrinhas, tinham sumido, só pensava nela, na gente, queria fazer ela minha, naquele momento só pensava em tocar ela. Chegando em casa, ela me disse pra agirmos normal, que ela ia ver o que podia fazer pra sair por mais tempo. No mesmo dia, mas de tardezinha/noite, meus pais saíram pra uma festa e meu irmão com a namorada dele, então comecei a imaginar o que podia rolar, enquanto imaginava tudo isso chegaram uns primos mais velhos e perguntaram pro Ramiro (marido) se iam pro bilhar, quando falaram isso já viu como eu fiquei, ele disse que sim mas que ia com a Alma, ela falou que tava cansada e preferia ficar, eles olharam pra mim e eu falei que ia ver minha namorada, então eles foram embora. Só ficamos eu, minha prima, as filhas dela e outra sobrinha e minha avó, minha avó já não ouve bem e não consegue subir as escadas, então isso tava resolvido, minhas sobrinhas brincam na sala com os brinquedos novos. Enquanto pensava nisso, ouço a Alma (minha prima) me chamar lá de cima pra subir, eu já tava muito excitado, com o pau bem duro, entro no quarto e ela tava sentada com o mesmo short e uma blusa curta, ela falou: — Não temos muito tempo antes da Paulina (filha mais velha dela) vir me procurar. Por algum motivo isso me deixou ainda mais excitado e só pensava em enfiar a rola nela, subi em cima dela, a gente começou a se beijar, aos poucos fui descendo até a cintura dela e tirei o short, Comecei a beijar as pernas dela enquanto puxava a calcinha fio dental pra baixo, foi meu primeiro oral e curti pra caralho, ela tava toda molhada e o cheiro dela me pegava, ela segurava meu cabelo e eu ouvia ela gemer. Levantei e baixei a calça, ela tava com a piroca dura e babada, me senti um idiota por não ter camisinha, ela percebeu e falou pra eu não me preocupar. Sentou, pegou minha piroca e começou a bater uma devagar, cuspiu nela e falou com uma voz muito excitante: — Pega no meu cabelo, papai. Fiquei muito tesudo e ela começou a chupar minha piroca, verdade, tava muito excitado ainda mais porque ela falava: — Que gostoso — olha que piroca tão deliciosa, cê gosta como eu te chupo? Olhando pra cima pra mim, na minha cabeça só pensava em não gozar. Ela ficou de quatro, peguei minha piroca e comecei a meter devagar, tava meio assustado porque não tinha camisinha, mas quanto mais ela se mexia, mais eu me perdia naquelas bundas tão bem feitas. Deu vontade de gozar umas duas vezes enquanto metia, mas não podia desperdiçar aquela buceta, aí ela falou: — Quer saber como é gozar dentro? Fiquei muito tesudo e não sabia o que dizer. Falei que sim, se não ia dar problema, ela disse que tava se cuidando, pra gozar sem preocupação. Com meus 15 anos não entendi, mas verdade, tava tão excitado vendo aquela bunda quicando em mim que não pensei duas vezes, peguei ela pela cintura e comecei a meter mais rápido, ela gemia muito gostoso — Assim! Assim, me dá, buceta, sou sua, me dá seu leite, que gostoso, me faz sua! Até que gozei dentro, foi glorioso, me senti muito excitado e cansado, ela virou, me pegou pelo pescoço e me deu um beijo muito apaixonado, fez vibrar minhas costas, minhas pernas. Comecei a me vestir e ela só subiu a calcinha fio dental, não se limpou nem nada. Saí do quarto e desci pra esperar meus pais chegarem. Continua... Paro por aqui, amigos, desculpa se ficou muito longo, mas queria compartilhar essa experiência. Também quis dar um contexto pra deixar os próximos posts mais fluidos. Não sei se aqui dá like ou não. Pontos, não sei disso, mas se você gostou, me avisa nos comentários ou se já te aconteceu algo parecido. Abraços.
Alma (prima) tem quase 25 anos a mais que eu, sempre foi magra, com umas pernas muito boas e peito pequeno, já que gosta de malhar. Ela é muito gostosa, não aparenta a idade porque parece bem mais nova, é casada e tem duas filhas.
Tudo começa quando eu tinha 15 anos. Alma (prima) já era casada e já tinha tido as filhas dela. Era dezembro, na ceia do dia 24. Conforme o tempo passou, a maioria já estava meio bêbada. Eu, particularmente, não gosto de bebida, então ficava observando minha família e meus primos já no clima, incluindo ela. Depois de um tempo, Ramiro (marido de Alma) me pediu pra ajudar a descarregar a bagagem da caminhonete dele (eles moravam em Paraíso, Tabasco, e eu em Córdoba, Veracruz). Eu aceitei e falei pra ele curtir que eu levava as malas pro quarto.
Quando eu estava subindo a última mala, Alma (prima) vinha atrás de mim e disse que ia subir pra ver como a filha mais nova dela estava dormindo. Subimos juntos, entramos no quarto, eu coloquei a mala com as outras. Ela, enquanto arrumava minha sobrinha, estava praticamente de quatro. Ela tava usando um vestido azul curto e justo, onde dava pra ver perfeitamente a tanguinha preta dela. Sinceramente, fiquei com muito tesão. (Naqueles meses, eu tinha perdido a virgindade com minha namorada da época, então já viu, só pensava em transar.)
Então, Alma (prima) estava naquela posição enquanto na minha cabeça eu pensava em agarrar a bunda dela. Eu tava com o pau muito duro e comecei a suar. Ela se virou, eu quis me fazer de desentendido e olhar pra outro lado, mas ela percebeu e falou com uma voz bem relaxada: — Fica tranquilo, não precisa ficar nervoso. Me diz, você já ficou com alguém?
Contei o que tinha acontecido umas semanas antes com minha namorada. Ela riu, ficou me encarando e disse que se eu quisesse, ela podia me ensinar. podia dar conselhos, então fiquei mais duro e só pensava em levantar o vestido dela. Ela pegou nas minhas mãos e me puxou pra perto, a gente se deitou na cama e começou a se beijar por uns minutos, até que a filha dela começou a acordar. Saí do quarto muito excitado e fui pro banheiro. Lá dentro, comecei a me sentir meio mal, porque o marido dela sempre foi muito gente boa comigo. Um ano antes, ele tinha me dado um notebook pra escola. Pensei que não tinha ligado pra minha sobrinha, que tava dormindo na mesma cama. Durante a noite, fiquei meio afastado e só deixei as horas passarem até ir dormir.
No dia seguinte, não rolou muita coisa. Cheguei a pensar que tinha sido só um vacilo da parte dela, que tava bêbada e talvez nem lembrasse. Tava conversando com meu irmão quando ela chegou e perguntou se eu ia com ela no supermercado. Pensei em pedir pro meu irmão ir, mas minha mãe chamou ele, então tive que ir. Já na caminhonete a caminho do super, ficou um silêncio. Perguntei como ela tinha passado a noite, e ela disse: — Foi muito bom, fazia tempo que não vinha aqui, e muito mais tempo que não me sentia desejada.
Quando ela falou a última parte, minha pica ficou dura que nem pedra. Só ri, e quando chegamos no estacionamento do super, perguntei o que ela queria dizer. Ela estacionou a caminhonete e falou: — A noite passada foi gostosa pra caralho. Mesmo sendo só uns beijos, você me fez sentir muito gostosa, me fez sentir que ainda sou desejável e que consigo excitar um jovem como você.
Depois disso, ela começou a se abrir de um jeito, disse que o relacionamento dela não tava bem e que o Ramiro (o marido) dava muita coisa material, mas há muito tempo não fazia ela se sentir mulher. Nos dias de folga, em vez de ficar com ela e as filhas, ou ter um momento íntimo, ele só queria dormir ou jogar Xbox. Isso e muito mais ela começou a desabafar no estacionamento. Abracei ela e a gente começou a se beijar dentro da caminhonete. Ela tava usando um short meio folgado, onde dava pra ver perfeitamente... coloquei os dedos nela e fiz isso, ela já tava molhada, comecei a enfiar meu dedo e ela começou a gemer muito gostoso, devagar mas gostoso, a gente começou a esquentar muito, tivemos que parar porque um senhor ia estacionar do lado. Durante o supermercado a gente se beijava ou se pegava na mão sempre que dava (já que eu tinha 15 e ela já tava na casa dos 40, mas como falei, ela parece muito mais nova). Depois disso, tivemos que fazer umas compras e durante isso a gente se tratou como se fosse namorados, a culpa, o remorso ou os pensamentos que eu tinha sobre o marido dela, minhas sobrinhas, tinham sumido, só pensava nela, na gente, queria fazer ela minha, naquele momento só pensava em tocar ela. Chegando em casa, ela me disse pra agirmos normal, que ela ia ver o que podia fazer pra sair por mais tempo. No mesmo dia, mas de tardezinha/noite, meus pais saíram pra uma festa e meu irmão com a namorada dele, então comecei a imaginar o que podia rolar, enquanto imaginava tudo isso chegaram uns primos mais velhos e perguntaram pro Ramiro (marido) se iam pro bilhar, quando falaram isso já viu como eu fiquei, ele disse que sim mas que ia com a Alma, ela falou que tava cansada e preferia ficar, eles olharam pra mim e eu falei que ia ver minha namorada, então eles foram embora. Só ficamos eu, minha prima, as filhas dela e outra sobrinha e minha avó, minha avó já não ouve bem e não consegue subir as escadas, então isso tava resolvido, minhas sobrinhas brincam na sala com os brinquedos novos. Enquanto pensava nisso, ouço a Alma (minha prima) me chamar lá de cima pra subir, eu já tava muito excitado, com o pau bem duro, entro no quarto e ela tava sentada com o mesmo short e uma blusa curta, ela falou: — Não temos muito tempo antes da Paulina (filha mais velha dela) vir me procurar. Por algum motivo isso me deixou ainda mais excitado e só pensava em enfiar a rola nela, subi em cima dela, a gente começou a se beijar, aos poucos fui descendo até a cintura dela e tirei o short, Comecei a beijar as pernas dela enquanto puxava a calcinha fio dental pra baixo, foi meu primeiro oral e curti pra caralho, ela tava toda molhada e o cheiro dela me pegava, ela segurava meu cabelo e eu ouvia ela gemer. Levantei e baixei a calça, ela tava com a piroca dura e babada, me senti um idiota por não ter camisinha, ela percebeu e falou pra eu não me preocupar. Sentou, pegou minha piroca e começou a bater uma devagar, cuspiu nela e falou com uma voz muito excitante: — Pega no meu cabelo, papai. Fiquei muito tesudo e ela começou a chupar minha piroca, verdade, tava muito excitado ainda mais porque ela falava: — Que gostoso — olha que piroca tão deliciosa, cê gosta como eu te chupo? Olhando pra cima pra mim, na minha cabeça só pensava em não gozar. Ela ficou de quatro, peguei minha piroca e comecei a meter devagar, tava meio assustado porque não tinha camisinha, mas quanto mais ela se mexia, mais eu me perdia naquelas bundas tão bem feitas. Deu vontade de gozar umas duas vezes enquanto metia, mas não podia desperdiçar aquela buceta, aí ela falou: — Quer saber como é gozar dentro? Fiquei muito tesudo e não sabia o que dizer. Falei que sim, se não ia dar problema, ela disse que tava se cuidando, pra gozar sem preocupação. Com meus 15 anos não entendi, mas verdade, tava tão excitado vendo aquela bunda quicando em mim que não pensei duas vezes, peguei ela pela cintura e comecei a meter mais rápido, ela gemia muito gostoso — Assim! Assim, me dá, buceta, sou sua, me dá seu leite, que gostoso, me faz sua! Até que gozei dentro, foi glorioso, me senti muito excitado e cansado, ela virou, me pegou pelo pescoço e me deu um beijo muito apaixonado, fez vibrar minhas costas, minhas pernas. Comecei a me vestir e ela só subiu a calcinha fio dental, não se limpou nem nada. Saí do quarto e desci pra esperar meus pais chegarem. Continua... Paro por aqui, amigos, desculpa se ficou muito longo, mas queria compartilhar essa experiência. Também quis dar um contexto pra deixar os próximos posts mais fluidos. Não sei se aqui dá like ou não. Pontos, não sei disso, mas se você gostou, me avisa nos comentários ou se já te aconteceu algo parecido. Abraços.
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