Férias inesquecíveis com minha irmã

Calor. Um calor suave, gostoso e dos sonhos. Meu corpo sabia o suficiente do que tava rolando pelo calor que sentia do rosto aos pés: eu tava deitado na cama, me enroscando com alguém que parecia ter a forma perfeita pra mim. Por que eu ia me dar ao trabalho de investigar mais?

Pobre de mim. Nossas mentes não foram feitas pra ignorar os fios de curiosidade que se mexem sem parar.

Eu tava na cama com uma das minhas conexões da semana passada. Isso parecia óbvio.

Afinal, todo mundo no campus tava doido pra se livrar das últimas provas ou trabalhos pra poder mandar ver numa festa e sumir da cidade nas férias de primavera. Apesar de uma agenda cheia, eu tinha aprendido com meus 4 semestres anteriores (incluindo o verão entre os dois primeiros anos) e me adiantei nos prazos da primavera até onde o curso de engenharia civil deixou. Resultado: consegui ir em qualquer festa ou rolê que apareceu desde terça.

Por mais inesperado que fosse, eu trombei por acaso com minha amiga de sexo casual, a Jessica, tanto numa festinha na terça à noite quanto num bar de narguilé depois do clube na quarta. Como minha agenda raramente tinha me deixado curtir os rolês típicos da vida universitária no semestre passado, nem questionei acabar na cama dela em nenhuma das noites.

Mas esse não era o corpo dela, porque a Jessica tinha vazado da cidade depois que eu voltei andando pra minha casa pra dormir na quinta. Além disso, esses peitos mais macios e alegres, eram um pouco menores.

Fosse de quem fosse, pareciam combinar com o ombro macio e quentinho que cheirava levemente a manga, e o cabelo que tinha um cheirinho de lavanda… Esse aroma de xampu parecia vagamente familiar, e a manga… Por que o cheiro me lembrava um gosto? De quem seriam esses ombros e cabelo?

Lembro que um Uber me levou pra Outra festa na sexta à noite na casa de um amigo fora do campus. Meu amigo, Brandon, estava dois anos na minha frente no mesmo programa e perto de se formar, então eu tava na expectativa pra festa dele, mesmo sabendo que não planejava ficar até tarde pra fechar a casa por algum motivo... que barulho foi esse de novo?

— Reitzer! Vem cá, Arsch Lecker! — Brandon gritou pra mim, com duas cervejas na mão, quando cheguei na festa.

— Jawohl, mein Freund! — Eu ri de volta, indo reto na direção dele.

Nós dois tínhamos sobrenomes alemães, sabíamos um alemão meia-boca e nos drogávamos juntos direto desde que nos conhecemos no meu primeiro semestre, então toda vez que a gente saía pra festa, as regras iam pro caralho. Além disso, Brandon era a alma dos grupos de engenharia.

Lembro de ter tomado umas a mais do que planejei e acabar conversando no terraço dos fundos com uma mina da minha aula de mecânica analítica, a Lexy.

Bebemos mais um pouco, gradualmente levando a conversa pro sofá antes de nos pegarmos...

Mas essa não podia ser a Lexy. Mesmo tendo dividido uma carona de volta pro campus naquela noite, fomos cada um pro nosso dormitório sozinhos; nós dois tínhamos planos pro dia seguinte. Isso mesmo, ela ia voar pra encontrar a família na Áustria, enquanto eu pegava um trem cedo, e eventualmente chegava a umas férias pagas que meus pais tinham preparado pra mim e minha irmã em Martha's Vineyard. Além disso, a Lexy tinha cabelo loiro curto e sujo, tipo o da Jessica, mal passando dos ombros.

Enquanto abria os olhos preguiçosamente, os fios com cheiro de lavanda na minha frente eram dourados, talvez loiro platinado, e iam até as escápulas tensas dela. Por que isso também era tão familiar?

Espera aí.

Acordei no sábado a tempo de fumar um e tomar um banho pra aquela porra de viagem cedo no trem. Passei num dispensário. de cannabis no caminho da estação de trem para o aeroporto. Peguei um voo com minha irmã, Kaylee, para a ilha, onde nos hospedamos numa cabana encantadora tirada de um conto do Tolkien.

Estar chapado e seguir o fluxo durante a viagem me fez deixar minha irmãzinha adorável e cabeça oca fazer todo mundo acreditar, sem querer, que éramos um casal casado. Se isso já não fosse constrangedor o suficiente, acabei ganhando dois olhos da buceta da minha irmã no meio do nosso primeiro café da manhã juntos — nem por acidente na segunda vez! De brincadeira, ela fez de tudo pra prender meu olhar com os lábios apertadinhos, rosados e abertos dela, e eu caí pra trás da cadeira! Naturalmente, os instintos menos fraternais que minha cabecinha começou a bombear pelas minhas veias foram direto pra guerra com o fato sólido de que minha cabeçona não conseguia se mexer: Ela é sua irmã. Sua irmã de sangue e carne.

Embora eu tenha certeza de que nossos pais não teriam ficado felizes com nossa "brincadeira" no café da manhã se estivessem presentes, provavelmente teriam sido mais tolerantes do que com o que veio depois.

A fachada de brincadeira do nosso encontro sexual se escancarou quando, enquanto discutíamos chapados no quarto dela sobre os efeitos que a COVID-19 teria na sociedade, quando me dei conta, estava chupando a buceta da minha irmã e ela gemendo.

Tínhamos dormido na cama de casal dela, emocionalmente fritos pelo que tinha acabado de acontecer, e aparentemente acabamos usando mais droga durante nossa soneca juntos.

Foi por isso que reconheci o que devia ser o gel de banho de manga dela: ainda estava sentindo o gosto da buceta da Kaylee na minha boca... Os sucos da buceta da minha irmãzinha logo depois dela ter tomado banho. Não tem nenhuma razão aceitável para um irmão reconhecer o gosto dos sucos da buceta da própria irmã. Apesar de saber disso no fundo do meu ser, foi inevitável. A boca ainda mais água.

Quente e confortável como estava sendo minha realidade de vigília, meus olhos se abriram de repente. Eu estava completamente acordado e sóbrio como um juiz.

Minha mão esquerda, que estava se guiando sozinha pelo abdômen firme da Kaylee, congelou bem na hora em que chegou no que devia ser a pista de pouso da Kaylee. A pista de pouso da minha irmã.

Não. Isso era bom demais; eu sabia de algum jeito que isso não estava certo.

Ela é sua irmã.

É, eu precisava cair fora dali antes que a Kaylee acordasse e encontrasse o irmão dela acariciando ela do jeito mais nada fraternal.

Deslizando devagar meu braço direito de debaixo dela e desenrolando meu corpo nu e macio do da Kaylee, me virei para o lado oposto da cama dela e saí rápido do quarto, fechando a porta atrás de mim.

Minha mente estava a mil por hora enquanto eu descia as escadas correndo pro meu quarto. Quando acendi meu isqueiro pra uma tragada de emergência, de repente parei.

Se fumar maconha tinha causado ou não algumas das situações sexuais em que eu me metia com minha irmã, com certeza não tava me impedindo de lidar mal com elas.

"Mal." Que eufemismo. Intencionalmente ou não, eu tava explorando o incesto com minha irmãzinha, e enquanto eu estivesse chapado, isso não parecia me incomodar.

Bom, eu não tava chapado agora, então provavelmente essa era a melhor hora pra pensar no que com certeza era um baita problema. Era fim de tarde e, como eu precisava clarear a mente de um jeito sério, correr na praia parecia uma alternativa segura a fumar.

Só levei um instante pra achar meus tênis, que serviam como tênis de corrida. Troquei minha camiseta por uma das minhas camisetas de treino normais, peguei meu celular e meus fones, e bebi meia garrafa d'água antes de me dirigir pra porta da frente.

Normalmente eu faria alguns alongamentos leves antes de sair pra correr, mas sabia que se não fosse pra trilha agora, ia arrumar uma desculpa pra voltar pra dentro e dar uma tragada rápida antes da corrida, e ia voltar pro ponto de partida.

Nossa cabana era uma de cinco num beco sem saída. Como a nossa agente de reservas, Joanna, tinha dito, tinha uma trilha de terra saindo da rua entre duas das casas vizinhas. Assim que vi a trilha, apertei o play no meu nano e comecei a correr num ritmo firme.

—Ela é sua irmã, é sua irmã, é sua irmã—, minha mente parecia presa num loop, tentando me lembrar do incesto que eu tinha acabado de provar.

Felizmente, correr tem um jeito de expulsar qualquer coisa da sua cabeça, provavelmente junto com todo o ar que bombeia pelos pulmões e todo o sangue que circula pelo corpo. A trilha por onde eu corria passava por uns campos levemente arborizados, e acabei chegando na praia mais rápido do que esperava.

Quando meus pés tocaram a areia da praia, minha mente já tava numa refutação bem repetitiva: —Ninguém se machucou; sem dano, sem culpa – sem dano, culpa – sem dano, sem culpa…

Pedras pra correr na praia, porque começar na areia fofa dá um treino foda pra panturrilha. Eu já tava a meio quilômetro de distância, e minhas panturrilhas e isquiotibiais começaram a discutir quem tava trabalhando mais, quando minha mente encontrou o próximo pecadinho: —Incesto é ilegal! Cê tá colocando o futuro dos dois em risco deixando isso rolar!

Era um ponto válido, mas enquanto minhas pernas iam se afastando pela praia, não lutei pra aceitar o óbvio: contanto que nossa palhaçada não passasse de certo ponto, e enquanto o que a gente fez ficasse em segredo, o mundo e todo mundo nele continuaria como antes.

Mesmo a praia parecendo Tirada da capa de uma revista, só tinha visto umas 6 pessoas no total enquanto chegava. Minha mente ainda não tinha desistido: —E se seguir a corrente te levar a TRANSAR com sua irmã!?

Não me orgulho de admitir isso, mas fiquei tão excitado com a pura proibição dessa possibilidade que meu coração encontrou sangue extra suficiente para bombear algo pro meu pau.

Foi uma distração hipotética pra envolver minha mente. Quando cheguei no que estimei ser um quilômetro e meio, me virei pra começar a corrida implacável de volta.

—Enquanto a gente estiver seguro, e nenhum dos dois forçar o outro a fazer algo que não quer, que mal poderia ter?— Racionalizei, voltando pelo mesmo caminho na praia, as ondas agora à minha esquerda, as dunas à direita. Além disso, talvez nem chegue tão longe.

—Ela vai ser sua irmã pelo resto das suas vidas! Você não pode terminar com uma irmã!— minha mente rebateu, enquanto meus pulmões lentamente começavam a afirmar seu cansaço.

Eu estava a meio quilômetro da trilha quando reduzi a velocidade pra uma caminhada pela primeira vez desde que comecei a correr. Percebi: precisava ter certeza de que a Kaylee entendia o quão sério era o que estávamos fazendo juntos.

Talvez a Kaylee estivesse se divertindo flertando com o irmão mais velho gato dela; talvez ela só estivesse se deliciando com um cara mais velho prestando atenção no corpo dela e ficou presa no calor de alguns momentos diferentes. De qualquer forma, minha irmã merecia ser tratada bem por qualquer cara com quem se envolvesse, incluindo o irmão dela, e isso significava que eu tinha que garantir que ela não se machucasse com isso.

Essa ia ser uma conversa desconfortável, a menos que eu perdesse minha suposição. Talvez até fosse pesada o suficiente pra impedir a Kaylee de querer ter mais relações com o irmão mais velho.

—Ah, bem, esse seria meu azar—, pensei, lembrando do Conceito chinês entre o karma e o destino; Jessica tinha me ensinado isso numa das nossas conversas de travesseiro no outono passado.

— É uma conversa de adulto, e se nós dois somos adultos o suficiente pra brincar com nossos irmãos, somos adultos o suficiente pra falar sobre isso — decidi, enquanto saía da areia, retomando meu ritmo de trote.

Eu estava chegando no fim da praia quando minha mente voltou a um ponto anterior: — Ela é sua irmã, você realmente sente atração pela sua própria irmã?

Kaylee tinha florescido de irmãzinha. A única coisa que impediu ela de ser modelo de biquíni foi a oferta de um editor, pelo que eu pude ver. E embora minha história romântica só tivesse conhecido meia dúzia de bucetas antes da dela, a buceta da Kaylee foi facilmente a mais memorável. Algo sobre a estética da buceta da minha irmã, o tamanho pequeno, a simetria sutil dos lábios externos, o rubor delicado ao longo dos lábios internos conforme ficavam mais rosados, na verdade tornava difícil lembrar qualquer outra buceta que eu tinha conquistado. Ela era inegavelmente gostosa.

Mas eu sentia atração por ela? Pela minha própria irmã?

Quando cheguei no fim da trilha e reduzi a velocidade pra caminhar perto da nossa cabana, a pergunta ainda mexia comigo. Pensar sexualmente na Kaylee não me revirava o estômago do jeito que pensar na minha mãe ou nas minhas avós em posições sexualmente explícitas definitivamente ainda fazia, eca.

Minha irmã era uma gostosa e pequena sem-vergonha, e quer eu sentisse atração por ela ou não, eu era o irmão mais velho e tava determinado a protegê-la. Isso significava valorizar os fatos da nossa relação: porque eu não tava disposto a machucá-la e porque não podíamos ter um relacionamento romântico a longo prazo, nossas brincadeiras tinham um limite que não podia ser ultrapassado.

Essas duas conclusões não deviam ser tão difíceis pra Kaylee reconhecer, me consolei. enquanto eu me aproximava da nossa cabana. E além disso, talvez eu esteja só exagerando na minha cabeça. Talvez sua irmã lide com a conversa tão facilmente quanto lidou com seu café da manhã picante. O pensamento esperançoso me fez sorrir.

—Querida, cheguei! — gritei ao entrar na cabana, tirando a camisa encharcada de suor e enxugando a testa.

Ela não respondeu, e enquanto eu caminhava até a geladeira para pegar algo para matar a sede, percebi o porquê. Vendo ela chapinhar na piscina através da porta de vidro deslizante da sala, deduzi que devia estar nadando, enquanto pegava algo para beber e me servia um copo.

Provavelmente tão bom quanto correr para clarear a mente, pensei.

Fui para o meu quarto tomar um banho. Logo depois de correr, quando seus pulmões ainda estão ofegantes, é uma boa hora para fumar. Uma tigela de sativa bem merecida e bem apertada me deixou tonto e sorrindo enquanto tomava um banho de água fria.

Logo a noite chegaria, então vesti a calça médica e a camiseta que costumava usar pra relaxar se estivesse de volta no meu quarto.

Ouvi o primeiro filme do Homem-Aranha no volume máximo na TV da sala enquanto saía do quarto.

—Kaylee? Por que a TV tá tão alta? — gritei.

—Desculpa, mano! Queria ouvir enquanto cortava uns limões aqui — Kaylee respondeu da cozinha.

—Haha, me surpreende mais você gostar de filmes de herói da Marvel, mana.

De fato, Kaylee tinha umas rodelas de limão alinhadas na tábua de cortar, tudo pronto pras duas Coronas que ela segurava, uma estendida pra mim. Ela ainda estar de biquíni, o mesmo que usou pra nadar, com o cabelo molhado pendurado num ombro, só completava a cena.

Porra, ela tava uma gostosa.

—Valeu, Special-K — sorri. —Precisamos conversar — comecei a pegar Peguei o touro pelos chifres, apesar do zumbido embriagante que ainda sentia envolvendo meu processo de pensamento.

—Já era hora, irmão. Queria ter falado antes, mas acordei e me encontrei sozinha — disse com sarcasmo, mostrando a língua antes de dar um gole generoso na cerveja dela.

—É... Desculpa, irmã... Não é a coisa mais cavalheiresca do mundo, sumir assim, mas cê me culpa?

—Relaxa, Apple Jacks — ela retribuiu o sorriso. — Vamos conversar: o que você quer pedir pro jantar?

—Esse não é o assunto que eu tinha em mente, na verdade...

—Eu sei, eu sei, entendi. Você quer ter uma conversa "séria". Tá bem, mas nós dois precisamos comer alguma coisa e temos um monte de opções boas pra escolher, então vamos falar depois de comer.

A larica oportuna não me deixou pensar em uma refutação viável, então depois de concordar em pedir num restaurante mexicano e pegar mais umas duas cervejas pra beber enquanto assistia o filme, eu já não tava tão preocupado em falar sobre o jogo incestuoso que eu e minha irmã estávamos jogando.

Nosso pedido não demorou pra ficar pronto e chegar na cabana. Montamos o jantar na sala pra continuar vendo o filme. Kaylee tinha pedido uma salada de tacos colorida "light" que parecia ter mais abacate do que qualquer outra coisa. Eu comi um prato de deliciosos tacos de peixe estilo Cali; o único jeito de julgar um restaurante cali-mexicano é pelos tacos de peixe. Nossas comidas desapareceram rápido, junto com a terceira e quarta Corona. Foi fácil pra nós dois afundarmos de novo nos nossos cantos do sofá, de barriga cheia.

—Mmm, com certeza pedi bem. Como foi o seu, irmão? — perguntou Kaylee, corada, me tirando do coma alimentar induzido pelo taco de peixe.

—Deliiiicioso — falei com um sorriso bobo. Por mais bobinha que Kaylee fosse, ela não parecia perceber o quão chapado eu tava. que tinha passado a maior parte da nossa viagem, e não parecia provável que ele notasse agora. —Os melhores tacos de peixe que você já comeu? —Haha, muito bom, mas não o melhor de todos, não. —Quando você provou pratos melhores?Tava agradavelmente chapado e cheio o suficiente pra falar exatamente o que veio na cabeça.

—A buceta que tu tem entre as pernas, igualzinha nenhuma.

—Uau! — Kaylee soltou uma gargalhada, antes de cair num ataque histérico de risadinhas, puxando as pernas pro sofá junto dela.

—Não esperava que você dissesse isso, Jackson — ela falou.

—Não esperava falar isso nunca, maninha. Ou fazer... por vários motivos — eu ri um pouco, meu olhar escorregou pra encontrar o dela.

—Então você queria falar sobre o que rolou antes?

—Sim, Kaylee.

—Pode me passar o cobertor aí atrás? Não quero vestir algo mais quente ainda.

Passei o cobertor de lã pra ela, que enrolou no corpo até o pescoço.

—Maninha, você sabe que te amo como irmã, né?

—Claro, irmão.

—Então provavelmente cê consegue ver por que a gente não devia... brincar desse jeito entre nós, né?

—Jackson. Você comeu minha buceta. Da sua irmã mais nova. Sei que esse tipo de coisa normalmente não rola, e ninguém além da gente pode saber ou nunca vamos esquecer, mas quero dizer, qualé, irmão... nós dois curtimos, e saber que a gente tem que manter em segredo... sei lá, isso me parece meio excitante.

—Maninha, não é só vergonha e humilhação na faculdade se alguém descobrir um dia. Até incesto consentido entre irmãos e irmãs adultos é crime que dá cadeia.

—Ooo0o, então é melhor a gente não deixar ninguém saber, né, irmão mais velho — ela disse com um sorriso torto.

—Não são nem as leis e o que os outros possam pensar, maninha. A gente sempre vai ser irmão e irmã. Não importa o que...

—Não importa o que — ela piscou um olho pra mim.

—Maninha. Tô falando sério. Daqui a alguns anos, quem sabe com quem cada um de nós pode acabar. E se descobrirem que a gente tava se pegando quando era jovem e excepcionalmente burro?

—Isso volta pro porquê Ambos temos que nos comprometer a guardar o segredo um do outro, irmão — respondeu com um sorriso. Dava pra ver que ela tava bêbada.

— ... Mesmo se a gente continuar brincando...

— Sim, irmão? — interrompeu, batendo os cílios por cima do cobertor que ainda tinha enrolado até o pescoço.

— A gente teria que parar pra sempre, assim que voltar pra civilização.

— Bom, claro, irmão — fingiu surpresa. — Só porque você me pegou de surpresa e me fez gozar com seus talentos orais, querido irmão, não significa que eu queira começar a bancar a anfitriã de um romance escondido com meu irmão no mundo real.

— Ha. Ha. Muito engraçado, irmã, considerando que foi você quem decidiu sentar pelada na cara do seu irmão.

— Eu esperava que você ofegasse de surpresa o suficiente pra dar uma mordida na buceta da sua irmã — insistiu com um sorriso irônico. — Irmão mais velho.

— ... Tá bom, sim, eu não pensei em te comer, irmã.

— Mas o céu não caiu depois que você fez, né, irmão? — perguntou, enquanto tirava o braço de baixo do cobertor e jogava a parte de cima do biquíni no braço do sofá.

— Acho que não, não... Você realmente não queria que isso acontecesse, Kaylee? Que eu chupasse sua buceta?

— Irmão, eu te amo, e tava realmente ansiosa por essas férias depois que mamãe e papai me disseram que você viria comigo. Mas não, eu não tinha um plano diabólico só pra fazer meu irmão ser o primeiro cara a me fazer sexo oral. Agora que aconteceu, eu gosto de não ter que me preocupar com como vai ser com outra pessoa... Porque meu irmão mais velho já me ajudou a resolver isso.

Ela se deslizou e se inclinou pro meu lado do sofá pra me beijar no nariz. Ao se inclinar, abriu o cobertor, me dando uma olhada nos peitos dela de novo. Essa conversa não foi exatamente como eu esperava, mas também não pareceu ter ido tão mal.

— Irmão, se você realmente tá obcecado com o fato de eu ser sua irmã, eu entendo totalmente... Mas, sério... Agradeço que você seja o primeiro cara a... descer comigo... E se quiser, talvez continue brincando comigo durante todo esse isolamento-férias, você poderia fingir que não sou sua irmã, e eu poderia fazer você ser meu primeiro de outras formas?

—Irmã... Kaylee. Você sabe por que não podemos ir até o fim juntos, né?

—Você quer dizer transar um com o outro? Fazer amor juntos? Foder o cérebro um do outro?

—Sexo é um negócio sério, e você só perde a virgindade uma vez, Kaylee. Seu irmão seria o primeiro pra sempre e você nunca poderia contar pra ninguém.

—Só você — ela continuava me olhando nos olhos.

Eu estava perdendo o controle sobre qualquer objetivo que tivesse traçado ao começar essa empreitada.

—Não te dá nojo pensar no pau suado do seu irmão deslizando na sua buceta? — arrisquei, esperando trazer nós dois de volta à realidade.

—Provavelmente deveria... Mas quanto mais penso nisso agora... Como é errado e, tipo, proibido... Como nós dois teríamos que manter segredo pra sempre, talvez trocando um olhar durante um jantar em família sabendo o que os dois estão lembrando... Tô ficando meio... molhada aqui embaixo, irmão — ela mordeu o lábio enquanto me olhava com mais saudade nos olhos. O cobertor escorregou dos ombros dela, se amontoou nos cotovelos, os braços dela apertaram os peitos nus juntos.

—Kaylee, por favor. Se você continuar insistindo, vou ceder. Não quero que você faça algo que um dia a gente possa se arrepender.

—Mmm, a gente teve um palestrante motivacional no começo do ano, irmão. Ele falou uma parte sobre como é melhor se arrepender de algo que você fez, do que se arrepender de algo que você não fez.

—Irmã, eu me arrependeria de estragar nossa relação pelo resto da vida. Eu arriscaria perder a chance de fazer amor com você se isso significasse salvar o que já temos.

—Você é tão doce comigo, Apple Jacks. Não vê? É por isso que acho que você seria o homem perfeito pra ser meu primeiro. Você nunca poderia me machucar, irmão mais velho.

Ela se aproximava cada vez mais de mim enquanto eu me perdia nos olhos dela e nas nossas palavras. Minha resolução de continuar sendo o irmão mais velho responsável estava desmoronando rapidamente. Nossos rostos já estavam perto o suficiente para parecer íntimos se alguém mais estivesse olhando.

— Eu te amo, irmã. Se nada mais, isso significa que a gente precisa ir com calma. Não vai ajudar ninguém se a gente se apressar nisso cegamente, sabe?

— Claro, Jackson. Vamos devagar e ver aonde isso nos leva — ela se interrompeu enquanto me dava um beijo leve nos lábios.

Eu devolvi devagar no começo, depois com mais força, colocando uma mão na nuca dela e outra na cintura, puxando-a para perto e quase caindo em cima dela.

Essa conversa foi muito bem, pensei. Kaylee respondeu tão bem quanto eu podia esperar. Enquanto a gente não transar, decidi mentalmente considerar isso um grande sucesso na tomada de decisões responsável.

— Siiim — ela sibilou enquanto minha boca descia pelo pescoço dela até a clavícula, e minha mão livre encontrava o peito dela, firme e gostoso. Enquanto isso, as mãos dela já tinham tirado minha camisa pelas costas e estavam trabalhando no cordão da minha calça.

— Kaylee, a gente não pode transar essa noite. Vamos devagar. A gente concordou, né?

— Claro, irmão mais velho. Só tira ele pra fora. Quero ver.

— Sim, senhora — sorri, finalmente alcançando o nível dela. Puxei minha calça e cueca tudo de uma vez até os joelhos, antes de me virar de bunda pra tirar tudo e chutar pra longe. Meu pau saltou ereto, pulsando no ritmo do meu coração.

— Uau uau uau — os olhos de Kaylee pareciam vidrados enquanto o queixo dela caía.

Não considero meu pau escandalosamente gigante nem nada disso. Embora nunca tenha me envergonhado do tamanho da minha nave, sempre gostei de mostrar por que o movimento do oceano é o elemento mais importante.
Kaylee estava tão absorta no que via entre minhas pernas, que bem poderia estar vendo cores pela primeira vez. A mão dela se esticou pra agarrar meu pau antes que ela percebesse o que tava fazendo, acho.

—Posso… posso?— perguntou, meio que acariciando meu pau de forma hesitante.

—Meio tarde pra pedir permissão, maninha—, brinquei com um sorriso.

Enquanto ela sorria de volta, a confiança dela aumentou, o aperto ficou mais firme e ela começou a acariciar meu eixo da base até a cabeça.

Minha mente tava pirando. Sua irmãzinha tá te batendo uma. Porra, que tesão era aquele!

—Nossa, você é tão duro e macio ao mesmo tempo!— Kaylee comentou. —Todos os caras ficam assim tão duros, irmão?

—Não sei muito sobre paus de outros caras, Kaylee, mas sei que com nenhuma outra garota eu fiquei tão duro antes.

—Sua irmã te deixou assim tão duro, hein? Você devia sentir como eu fiquei molhada com isso, irmão—, disse ela, mordiscando levemente o lábio inferior.

Agora nós dois estávamos no sofá, pelados.

Ela se recostou na ponta do sofá e me chamou com o dedo indicador.

—Vem beijar sua irmã, irmão—, disse ela de forma sedutora, quase num sussurro.

Enquanto eu me arrastava sobre o corpo gostoso da Kaylee pra juntar meus lábios aos dela, as pernas dela se abriram pra me dar espaço enquanto um dos braços dela se enrolava nas minhas costas. Nossos lábios podiam ter sido magnetizados, do mesmo jeito que nossas mãos exploravam cegamente os corpos um do outro.

Quando senti uma umidade clara no meu eixo, não tive dúvidas do que podia ser, olhando pra baixo pros nossos corpos entrelaçados.

Com certeza, meu pau duro como pedra tava colado direto nos nossos corpos, a cabeça vazando pré-gozo no púbis dela.

—Ah, irmão. Irmão, irmão, irmão. Isso não tá longe. A gente pode fazer isso entre nós. Tá tudo bem—, ela começou a minha irmã balbuciando, gemendo, claramente sem vontade de que nosso relacionamento terminasse ainda.Quando meus olhos se fecharam, tentei não focar no fato de que os quadris da minha irmã estavam deslizando os lábios vaginais dela pra cima e pra baixo no meu pau. Se não fosse pelo ângulo de ataque, eu poderia ter acabado penetrando ela de verdade. Mas dependia de mim garantir que não cruzasse essa linha, não importava o quão bom fosse o que estávamos fazendo.

Eu tinha que estar certo. Isso não estava tão longe assim. Se molhar não é sexo. Isso tava de boa.

Porra, tava de boa. Como isso estava acontecendo? Não conseguia nem processar, então minha boca encontrou a dela de novo, enquanto meus quadris acompanhavam o movimento dela e começavam a meter com movimentos rápidos e longos.

— Irmão, irmão…

— Eu te amo, irmã! — rosnei, sem saber se tava preso na agonia da paixão ou se realmente tinha algo a dizer.

— Jackson! Que, que… uhhHH!

— Que o quê, irmã? Deus, sim, você é tão gostosa!

— Irmão, irmão… O que mamãe e papai diriam se nos vissem fazendo isso? — ela conseguiu dizer, o rosto se contorcendo num prazer desconhecido.

— Pelo amor de Deus, irmã, você é uma pequena pervertida, não é? — ri entre suspiros cheios de prazer.

— Oooh deus, deus!… meu, uhhh, meu irmão mais velho tá, é, me fazendo gozar DEUS!!

E de fato, senti os lábios internos dela se contraírem em volta do meu pau, penetrando tão provocativamente através das dobras de veludo sem mergulhar diretamente nas profundezas proibidas. Molhados como estávamos os dois lá embaixo, tenho certeza de que notei os fluidos dela se somando à bagunça.

Afundamos nos olhos um do outro enquanto eu avançava e a deixava montar no orgasmo dela, enquanto continuava empurrando através das dobras dela, contra a protuberância do clitóris no vértice dos lábios internos.

— Porra, porra, porra, porra, porra, porra — ela dizia enquanto descia lentamente do primeiro orgasmo, sem fôlego, mas não necessariamente… disposta a deixar ainda.
—Irmã, irmã, irmã… Estou chegando perto—, entoei com bastante calma, considerando as circunstâncias.
—Goza comigo, irmão. Goza, goza, goza com sua irmã—, ela disse, colocando os quadris de volta no nosso ritmo.

Kaylee colocou uma mão atrás do meu pescoço e olhou nos meus olhos. —Se você gozar em mim, não vou conseguir me segurar de gozar de novo, JacksoOon—, implorou minha irmã.
—Sim, sim, simsss, Kaylee… Onde, onde você quer que eu goze, irmã?
—Na minha buceta, por favor, irmão mais velho!
—Tem certeza, irmã?— Eu estava perdendo rapidamente o controle das águas da enchente, mas mesmo que não transássemos, sabia que estávamos pisando em terreno perigoso.
—Tá, tá… tudo bem, irmã?

Ela colocou a outra mão atrás do meu pescoço e olhou incrivelmente, profundamente mais uma vez nos meus olhos.
—Eu… me…
—Vamos, irmãzinha, faz comigo
—Tá bom, tá bom, tá bom, irmão! Minha buceta foi feita pra sua porra!— ela começou a chegar ao clímax de novo.

Isso foi tudo. Eu estava no limite. Enquanto me ajoelhava sobre minha irmã, apontei minha cabeça diretamente para sua bucetinha rosada.

O primeiro jato de porra durou o suficiente para ser três, cobrindo seus lábios internos brilhantes e seus lábios externos carnudos e avermelhados.

Ela estava gozando quando meu primeiro tiro aterrissou nos lábios da buceta dela. Se é que isso é possível, minha porra provocou o clímax dela ainda mais intensamente do que já estava.

Outro jato de esperma disparou do meu pau, seguindo o primeiro, encharcando a pista de pouso dela, batendo na parte interna das coxas e na barriga.

A maior parte do meu esperma foi para onde ela queria. Quando meu pau semiduro expeliu os últimos jatos, lentamente parou meia-bomba, e se acomodou nos lábios pegajosos da buceta da Kaylee.

Senti os lábios internos dela se contraindo, aparentemente ansiosos por um pau entrasse em suas profundezas, enquanto a cabeça da minha pica descansava bem na beirinha da boceta dela.

Desculpem, senhoritas, mas isso iria contra as regras, pensei, meus olhos vagaram devagar pelo corpo da Kaylee até encontrar o olhar dela que se abria lentamente.

O sorriso torto da minha irmã, enquanto enfiava um dos dedos na boca.

Não, não, já fomos longe demais pra uma sentada só, decidiu minha cabeçuda.

Quando o sorriso da Kaylee ficou mais largo, meus olhos desceram de novo pro fluxo de porra que eu tinha deixado na boceta dela; meu sêmen escorria entre e descia pelos lábios dela, se acumulando e derramando sobre o cuzinho lindo dela.

Ela ainda tava mordendo o dedo, aquele sorriso de quem comeu o bolo quase chegando nas orelhas, quando disse: — Um centavo pelos seus pensamentos, amante?

— A gente não transou, Kaylee.

— Não foi, irmão mais velho?

— Não. Não, não transamos. Só brincamos um pouco mais, até nos enganchamos... Mas não tivemos sexo, irmã.

— Pode ser que não tenhamos transado de verdade, *amante*, mas você não vai me convencer de que não fizemos amor — ela riu baixinho.

— Kaylee... você toma anticoncepcional ou algo assim?

Por mais séria que fosse a pergunta, não sei se eu realmente me importava com a resposta dela naquele momento. Sabia que deveria me importar, por isso perguntei, mas... ela não poderia ter me dado uma resposta que me fizesse sentir menos satisfeito do que eu já tava.

Uma faísca brilhou nos olhos dela quando o sorriso mudou de forma.

— Por que uma virgem tomaria pílula? Não é como se eu fosse encontrar meu amor verdadeiro e fazer amor doce e apaixonado com o Sr. Perfeito, né, irmão mais velho?

Minha pica voltou à vida, pulando dos lábios pegajosos da boceta dela algumas vezes enquanto as implicações do que ela tava me dizendo se processavam.

— Irmã, você tem muito do meu sêmen na sua boceta e parte dele tá vazando, devia lavar isso logo. —Pra ficar segura, cê sabe—, falei preguiçosamente, me recostando no meu lado do sofá.

—Segura de quê, irmão mais velho?— a Kaylee perguntou com um sorriso safado, deitada de costas, puxando os joelhos até os ombros.

—Segura de... cê sabe... de não engravidar acidentalmente do seu amado irmão—, falei, esperando que ela estivesse se fazendo de sonsa, mas sem ter certeza.

—Ah, Jackson. Cê acha mesmo que isso podia rolar?— Ela perguntou, fechando os olhos, uma mão deslizando pros lábios da buceta melada de porra pra começar a se acariciar devagar, fazendo círculos metódicos.

—Kaylee. Ainda somos irmão e irmã. Como a gente falou antes: a gente pode passar dos limites. Se cê engravidasse do que a gente tá fazendo...— Parei, lutando pra juntar força pra terminar meu próprio pensamento.

—Cê tá pensando na gente fazer um filho do amor juntos, irmãozinho— murmurou minha irmã baixinho.

—A gente não pode fazer isso, Kaylee. Não só seria impossível manter o segredo, mas e se nosso filho tivesse algum defeito de nascença?

Eu tinha acabado de falar com minha irmã mais nova sobre a gente fazer um bebê juntos, isso era surreal. Precisava trazer essa conversa de volta à realidade antes de me perder no absurdo da situação.

—E se nosso filho fosse tão saudável e feliz como nenhuma criança jamais foi?

—Irmãos e irmãs têm uma chance alta...—

—E se tudo isso for exagero, e na verdade precisar de muitas gerações de incesto pra tornar os defeitos de nascença bem prováveis? Cê já pesquisou por conta própria?

—Irmã, a gente combinou de não passar dos limites—, respondi firme, chegando devagar à conclusão de que a Kaylee tava forçando a barra. Não é possível que minha irmã de 18 anos tivesse fantasiando sério em engravidar do irmão, por mim. Ela tinha sonhos e ambições, com certeza, e carregar a semente do irmão não era... Podia ser um de nós, né?
—Combinamos de ir devagar, irmão—, me corrigiu Kaylee, rolando devagar do sofá pra ficar de pé. —Acho que a gente tá indo bem nesse objetivo—, ela riu baixinho.

—Haha, talvez, talvez. Mas temos que tomar mais cuidado da próxima vez. Agora, dá pra ir lavar essa buceta antes que um dos meus nadadores nos transforme em pais?

—Ah, irmão. Não se preocupa com a possibilidade de engravidar sua irmã engenhosa—, suspirou, irritada. —As meninas têm ciclos que determinam quando são férteis—, disse com uma piscadela.

Por dentro, soltei um suspiro profundo de alívio. Ela tava segurando minha perna. Ela tava numa parte segura do ciclo. Tinha que estar. Isso era toda a tranquilidade que eu precisava. Sem dúvida, meu alívio se refletiu no meu rosto.

—Valeu de novo pela conversa séria, irmão mais velho—, brincou, com um brilho nos olhos. —Sinto que nós dois tiramos muito proveito disso e ficamos mais próximos por causa disso—, ela riu.

Fiquei sem palavras, então ri junto com ela enquanto ela saía do campo de batalha tão vitoriosa quanto qualquer conquistador antes dela. Ela subiu as escadas e entrou no quarto principal, enquanto eu a olhava atordoado. Seja qual fosse a direção que nossa conversa séria ia tomar, um susto de gravidez falsa com minha irmã não era o que eu esperava.

Ainda precisava processar isso.

Aquela pestinha tinha me provocado de propósito. Me fazendo pensar que eu podia ter deixado ela grávida com um filho nosso. Ela tinha plantado a ideia na minha cabeça. Isso significava que ela também tinha pensado nisso, pelo menos logo depois da nossa escapada sexual. Ela decidiu brincar sobre isso. Ela fez isso... O que significava que a ideia não a desanimou?

—O que tá rolando?—, gritou minha mente atordoada pela dopamina mais uma vez, enquanto eu ainda me encontrava sentado pelado no sofá da sala. Kaylee se virou e... Voltei ao topo da escada, ainda no mesmo tom que percebi.

— Ah, irmão... Quer tentar ligar pra mamãe e papai da banheira de hidromassagem de novo? Eles ainda não tiveram notícias nossas, sabe?

De fato, a Kaylee estava certa de novo.

No entanto, eu não estava tão focado nesse aspecto da situação. Vários jatos pequenos do meu sêmen ainda escorriam levemente dos lábios inchados dela. Assim que meus olhos perceberam, se esforçaram para desviar o olhar.

— É verdade.

A Kaylee definitivamente tinha um efeito palpável em mim. Não dava pra negar isso. E embora eu não quisesse arriscar que nossos pais percebessem nosso relacionamento sexual incipiente, pensei que tinha acabado de ter a liberação sexual mais profunda de que me lembrava, então não teria como o pequeno Jackson estar acordado e ansioso para fazer isso, interromper minha linha de pensamento no meio de uma conversa telefônica.

No fim das contas, meu otimismo imprudente olhando pra frente a partir daquele momento selou meu destino. Eu poderia ter notado. Talvez não tivesse me importado.

Foi apenas uma série estranha de eventos, decidi refletir com um sorriso resignado.

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