Relato em Córdoba com minha cunhada gostosa

_Dayana: filha da puta, mete devagar
_Eu: garota, sabia quanto tempo eu esperava por isso? Você me deixa duro
_Dayana: Ppppp, para, que tá doendo, filha da puta, o cu (cravando as unhas no meu braço)…
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Essa história aconteceu há uma semana. Meu nome é Alejo, estou junto há 8 anos, sou um cara de 40 anos de Cba capital. Sou um cara normal, magro, 1,74 de altura, meu pau é normal, nada grande, mas também não é uma vergonha. Minha vida é toda normal com minha parceira, transamos normalmente, sou tranquilo no sentido de não sair traindo ela, mas tenho o que a maioria das pessoas tem: fantasias com outras mulheres. Acontece que há um tempo tenho uma vontade enorme de comer a mulher do meu cunhado (o irmão da minha mulher). É uma garota de 24 anos, morena, olhos grandes e pretos, bunda boa, peitos médios mas empinados. Como vocês vão deduzir, ela se chama Dayana, e a garota me tira do sério, o que me levou a bater umas punhetas enormes pensando em comê-la como uma puta.
Eles moram num povoado rural a 100 km de distância e, por causa da pandemia, não os vemos há muito tempo. Acontece que, por questões do meu trabalho, me pediram para ir ver um cliente que fica depois do povoado onde eles moram. Ou seja, fica no caminho. Contei para minha mulher e ela pediu para irmos, já que a empresa consegue a autorização para mim. E ela disse que, se formos lá, poderíamos passar o dia na casa do Manuel, o irmão dela. Isso me deixou louco pensando em ver a garota.
Falei com a empresa e comentei que iria quando eles quisessem, e eles conseguiram a autorização para mim e minha mulher para a sexta-feira da semana corrente. Preparamos tudo o que era necessário levar para, no caso de uma blitz na estrada, não nos encherem o saco. Fomos nós dois junto com meu filho de 2 anos, já que não podíamos deixá-lo com ninguém. Saímos e, na verdade, nenhuma blitz nos parou. Vamos pra onde eu devia ver o cliente e em 20 minutos eu me livro. Então, voltando, fomos pra casa do Manuel, já que avisamos ele no dia que deram a permissão que a gente ia. Ele ficou muito feliz porque ia ver a irmã querida dele. Chegamos umas 11 da manhã. Cumprimentamos todo animado e planejamos fazer um churrasco, já que ele não trabalha de dia, mas sim como segurança à noite. Sentamos na sombra de uma árvore lá fora pra tomar mate, porque foi num fim de semana que a temperatura tava excelente, passando dos 25 graus. Ótimo pra ser agosto na Argentina.

Até aí, a mina ainda não tinha aparecido, e eu tava morrendo de vontade de ver ela. E falo pro Manuel:

_Eu: E aí, cunhado, e a Day?
_Manuel: Já vem, tá ajudando a mãe (que mora quase na saída da cidade).
_Minha mulher: O pai dela traz? Ou você vai buscar?
_Manuel: Nada, meu carro não pega e o pai dela tá trabalhando, ela vem andando.
_Minha mulher: Gordo, vai buscar ela, ué, ainda falta pro churrasco, não vai deixar ela andar. Eu fico aqui com o Manu tomando mate, cuido das crianças (eles têm um filho de 5 anos) e o Manu cuida do churrasco.

Isso me deixou a mil pra ir buscar a mina e poder ver ela um tempinho a sós, pra continuar alimentando minha fantasia, já que nunca rolou nada, nem um sinal.

_Eu: Sim, amor, de quebra compro umas frutas pra fazer salada ou uma sobremesa, né?
_Minha mulher: Beleza, ótimo.
_Manuel: Fechou, vou ligar pra Day e avisar que você vai lá buscar ela.

Até aí, primeiro passei em casa pra trocar de roupa, porque tava vestido formal do trampo, e botei uma moletom e camiseta. Já que é cidade pequena, as ruas são de terra e eu ia me sujar, e também pra ficar confortável. Saí no carro e só de pensar que queria comer ela como sempre (nas minhas fantasias), começou a subir e com a calça dava pra ver, mas não liguei porque sentado não aparecia e eu não ia descer, ia buzinar e pronto.

Chego na casa, buzino e... minuto a Dayana aparece com uma legging rosa choque que de longe já dava pra ver a raba divina, e uma regata justa. "Minha vida", pensei comigo. Quando ela se aproximou, achei que fosse subir no carro, e ela chega e me diz:
_Day: Oi, Aleee. Me espera um pouco, preciso pegar umas coisas que tenho que levar, a gente coloca no porta-malas, ok? …
_Day: Alee?
Eu tinha ficado olhando pra aquele rabão enorme que se marcava na legging que ela tava usando, fiquei de pau duro na hora.
_Eu: Como? Desculpa, me distraí com a música que tava tocando — mentira, nem gosto de música folclórica, que era o que tava passando no rádio.
_Day: haha, me ajuda a colocar uma coisa no porta-malas do carro, assim já levo pra casa.
E eu, besta, continuava olhando a buceta dela marcada na legging, mas falo:
_Eu: Sim… sem problema.
Ela me olhou e pareceu perceber que eu tava olhando com tesão, mas sorriu e se fez de desentendida, e me diz:
_Desce e vem comigo pegar as caixas que tão pesadas.
Sinceramente, fiquei besta com a visão e desci do carro pra acompanhar ela. Quando desço, ela me olha com os olhos arregalados, eu não entendia nada. Quando me toquei da situação, ela tava olhando do mesmo jeito que eu olhava a rachadura que a buceta dela marcava na legging, e no caso ela tava olhando a barraca que eu tava fazendo com o pau duro. Pensei: "queria que a terra me engolisse", mas sorri e ela fez o mesmo, sorrindo e se fazendo de sonsa. Pra mudar a situação, falo:
_Eu: Onde tão as caixas?
_Day: Lá dentro de casa, vem que eu te mostro.
A gente vai pra dentro de casa e ela me fala que eram 4 caixas grandes. E sem pensar, vou pegar a mesma caixa que ela tava pegando, e ela se abaixa com a bunda pra cima e, sem querer querendo, como dizia o Chaves, eu encostei e senti com o pau duro como se encaixou no meio das nádegas da mina. Na minha cabeça, pensei: "a mina vai me quebrar a cara com um tapa", e ela se Arma a bagunça. Mas ela se levanta na hora diante da situação e me diz. _ Day: Apaaa, toma mais cuidado com isso que vai quebrar kkk Eu não soube o que dizer e, feito um idiota, fiquei calado e só falei _ Eu: Desculpa, não percebi. Na hora me viro e pego outra caixa como se nada. Mas por dentro penso: se não fosse que podia vir alguém, eu teria puxado a legging dela pra baixo e enfiado naquele cuzão gostoso, enchendo as entranhas dela de pica. Pra mudar de assunto rápido, pergunto. _ Eu: E sua mãe? _ Day: Foi comprar coisa pra fazer comida, vamos carregar isso e ir. Na hora carregamos tudo no carro, ela volta pra casa e supostamente fecha a porta assim, de qualquer jeito, acho que deixou sem chave já que a cidade é bem tranquila. Ela entra no carro e a gente sai. Daí eu falo _ Eu: Vamos passar na venda pra comprar algo pra sobremesa e umas bebidas. _ Day: Bora, faz tempo que não como uma sobremesa gostosa. E ela falou isso de um jeito, já com uma cara bem safada. Eu saciei na hora que ela tava falando com duplo sentido. _ Eu: Bora, eu cuido de te dar. Ela me olha com uma cara mais surpresa e de olhos arregalados. _ Eu: Tô falando que eu compro. Eu pago. Enquanto a gente já tava na frente da venda e eu peguei a maçaneta da porta pra descer, ela me fala. _ Me dá o dinheiro e fica aí que eu desço e compro. Porque se você descer com esse seu amigo aí, não vão reagir igual eu reagi kkkk Fiquei gelado sem saber o que dizer e percebendo que dava pra ver a barraca que a pica tava fazendo na calça. Fiquei branco de vergonha, mas por outro lado pensei comigo mesmo: se ela tá dando mole, tava olhando pro meu volume. Dou o dinheiro pra ela, ela desce e antes de fechar a porta me fala _ tenta abaixar isso, porque quando a gente chegar na minha casa, nossos parceiros vão perceber e vão achar que você tá com vontade kkk Ela falou com uma cara de puta e safada que, em vez de baixar a ereção, ela ficou dura feito pedra. Nisso ela fica uns 10 minutos dentro da despensa e eu, já não sabia mais o que fazer pra broxar. Respirei fundo, tentei pensar em coisas feias, mas com flashes na cabeça da imagem daquela buceta divina, da sentada violenta que eu dei nela e com a cara de puta que ela fazia pra me falar as coisas, não tinha jeito. Lá dentro eu penso: o único jeito é bater uma punheta violenta, pronto, mas aí pensei que não era lugar nem hora, já que via que a Dayana vinha pro carro. Ela sobe no carro com as sacolas e me olha como se fosse a coisa mais normal do mundo a pica e me fala: _ Isso ainda não desceu, hein. Não sei o que vamos fazer, mas não tem como você descer assim, porque vão nos matar os dois. Nessa hora eu liguei o carro e, antes de falar qualquer coisa, foi um daqueles momentos que a gente sempre tem, onde aparece na nossa mente o anjinho e o diabinho. O anjo me dizia: pede desculpas e talvez no meio da conversa ela te chame de sem noção do caralho e te faça se sentir tão mal que broxa sozinho. E por outro lado, o diabo me dizia: se ela tivesse ficado brava, teria falado de um jeito grosso, usa a situação a teu favor. Nisso ela, vendo que a gente já estava no caminho, me fala sempre sorrindo: _ sério, tem que baixar isso porque vão nos matar. Vão pensar qualquer merda, haja. Aí o diabo nocauteou o anjinho com um soco e tomou as rédeas do meu ser, e como possuído eu falei: _ Eu: pra resolver isso, já que vai prejudicar nós dois (não sei por que falei isso, porque a empolgação era minha e não dos dois). Mas como ela considerava que era problema dos dois, me aproveitei da situação e falo: _ vamos ter que resolver isso entre nós dois. Que ideia você me dá? Ela, confusa e sem saber o que dizer. Ficou pensativa, mas sempre com cara de puta no cio, deve ser que nessa hora o diabo também nocauteou o anjo interior dela. Ela me fala: _ Day: olha, o problema digamos que é seu, maaaas não sei como você quer que eu te ajude, que Que ideia você tem?
_Eu: eu te perguntei primeiro, se fosse por mim eu parava o carro aqui nesse terreno baldio e a gente ia pro banco de trás e dava uma trepada gostosa. Já tava na pilha e não tava nem aí pro que ela ia dizer. Daí ela ficou pensativa e falou _Não sei, tipo, a ideia me agrada, não vou negar, mas transar no carro em plena luz do dia…sei não. Enquanto ela falava, eu já tinha entrado no terreno baldio, era um lugar cheio de árvores, mal dava pra passar o carro e não tinha casa num raio de 300 metros. Parei o carro e na hora me veio na cabeça: não tenho camisinha e com a putaria que tava naquele momento, ia engravidar ela igual uma porca. Na hora perguntei _você toma pílula?
_Day: não, mês passado tirei o DIU porque já tinha vencido o prazo daquela parada, e a gente usava ele porque a pílula não me faz mal, mas eu esqueci total.
_Além disso, com o Manuel a gente não transa com tanta frequência, desde que tirei o DIU a gente tentou uma vez, mas terminei chupando ele.
_Eu: Uff, então você deve estar com a buceta quente de tesão
_Day: mais ou menos. Ele é meio frio e com o trabalho noturno dele a gente quase não trepa.
Nessa hora eu não me segurei, agarrei ela pelo pescoço e beijei igual um louco, e ela correspondeu sem frescura. Comecei a passar a mão nela e tava no paraíso. Finalmente tava tocando a buceta da mina que já tinha me feito bater umas punhetas pra caralho. Ela, sem perder tempo e ofegante, meteu a mão na minha calça e pegou na minha pica. Senti ela ofegando igual uma porca no cio.
Ela tava com a buceta tão molhada que fazia anos que não sentia uma mina tão encharcada de melado. Também percebi que a buceta dela era peluda.
_Eu: puta vagabunda, você tá toda melada, e não depila?
_Day: sabe que só de pensar em alguém olhando pra minha buceta do jeito que você olhou, eu comecei a me molhar.
_Eu: igual uma puta no cio.
_Day: é, igual uma putinha que precisa ser atendida, e eu não depilo a buceta porque o Manu não liga, e além disso ele não dá muito uso pra ela, digamos. Enquanto a gente continuava naquela de bater uma pro outro igual uns selvagens _eu: você vai depilar a buceta assim que chegar, ok? _Day: é um pedido ou uma ordem? Naquele momento de tesão, eu teria dito, encara como quiser, mas já via que a parada era outra e que eu tinha ela na palma da minha mão, e falei. _Eu: é uma ordem, putinha, e as cachorrinhas são obedientes, ok? Na hora ela fez uma cara que pensei que fosse de raiva e que ia me mandar tomar no cu e acabar tudo. Mas ela me diz. _Day: Filho da puta, você não sabe como me excita ser mandada e tratada assim, se o Manu me tratasse desse jeito, eu dava tudo. Até o cu eu emprestava. Fiquei pasmo, na hora percebi que o marido não usava ela nem sabia explorar a putinha submissa que ela era. E perguntei na lata _eu: me diz se alguma vez já te usaram o cu. E ela me olha com cara de surpresa e pena. _Day: olha, com ele tô desde os 17, na verdade era virgem de tudo, a única coisa que tinha entrado na minha buceta foram meus dedos e uma vez um pepino, foi uma noite aos 15 que eu tava morrendo de vontade de sentir algo dentro, mas só uso minha buceta e de vez em quando a boca, que te digo que ele não deixa eu engolir a porra porque diz que depois não me beijaria nem a pau. Além disso, não é algo que me atraia engolir, a única porra que provei o gosto porque tava na boca é a dele e é amarga hahaha _eu: e o cu nunca recebeu nem dedo nem pepino? Hahaha _Day: hahaha não, tá fechadinho e totalmente sem uso, minhas amigas falam que se eu provar e fizerem direito é uma sensação maravilhosa. Mas ele nunca tentou e me dá vergonha pedir porque ele é meio burro nisso. E além disso deve doer. Não sei explicar a vontade que deu de meter uma sentada nela no carro e deixar ela escorrendo porra até os tornozelos, mas eu Armei-me de paciência e, com o leme do barco nas mãos, sabia que tinha uma gostosa de ouro que podia explorar à vontade. Imediatamente falei pra ela: — Desse momento em diante, você vai seguir minhas ordens como se fossem, porque na real você vai ser minha submissa, minha putinha, ok? A partir de agora, sou seu Amo. Isso não quer dizer que vou te dar chicotadas ou maltratar, deixa claro. Você vai obedecer em troca de te fazer sentir o que não te fazem sentir. Ela me olhava com as mãos nas pernas, feito uma garotinha ouvindo o sermão de um adulto que a estava educando. — Day: Eee... mas não sei, adoro a ideia, mas tenho medo de você me machucar ou algo assim. — Eu: Olha, vou repetir: jamais faria isso. A ideia de você ser minha submissa não é sentir medo, pelo contrário. Viu que quando você tem uma putinha e trata ela bem, cuida e faz ela se sentir protegida, ela faz o que você mandar na hora, sem precisar maltratar. Pelo contrário, a ideia é domesticar ela. — Day: Se é assim, sou sua putinha e vou ser sempre. — Eu: Primeiro quero que você entenda, putinha, que isso é como ser amantes. Nem você nem eu vamos largar ninguém pra ficar juntos. Vai ser só uma aventura que pode durar hoje, dias, meses ou anos, mas repito: seríamos só amantes e nunca misturar sentimentos. Ok? — Day: Sim, bobinho, adoro você, mas você tem quase o dobro da minha idade, véinho, haja. — Eu: Putinha, putinha, é isso que você é, e do único jeito que vai se dirigir a mim é como Amo, Senhor, ok? Na real, sua primeira tarefa vai ser pegar meu celular e me procurar no diretório. Nesse momento, ela estava como possuída pelo tesão. Na real, com a mão na fenda da buceta dela, além de estar cada vez mais molhada, eu sentia que pulsava como espasmos. Pensei: essa porca tá gozando só de ouvir como eu trato ela. — Day: Aqui está, Amo, o que o senhor pediu. Vi que no meu contato ela me tinha como "Alejo cunhado", que na real não somos cunhados, mas não ia ficar explicando, já que meus planos eram outros. Eu precisava mudar meu nome. _Eu: Coloca "Amo Ale", e pronto, ok? _Day: Sim, amo, o que o senhor mandar, até porque ninguém olha meu celular. E ela fez isso sem hesitar, aquilo me deu vontade de mandar ela ir pro banco de trás, se inclinar com a bunda pra cima e deixar eu profanar aquela bunda virgem divina. Mas primeiro, eu podia esperar, e depois meu telefone tocou, era minha mulher. _Minha mulher: Gordo, onde é que cê tá? O churrasco já tá quase pronto e você não chega. _Eu: Amor, desculpa, é que primeiro entrei numa rua errada e não achava a casa, e depois falei pra aquela burra vir comigo e ela me fez carregar umas caixas de merda no carro. Dayana me olhou com uma cara de raiva e de riso, não sabia que cara fazer. _Eu: E agora ela tá comprando na venda, já tô indo, minha vida, assim que chegar a gata. _Minha mulher: Tá bom, coitada, não tinha como trazer as coisas. Venham rápido. Desliguei o telefone e vi que a garota tinha feito cara de bunda pelo que eu disse. _Eu: Olha aqui, putinha minha, falei isso pra ela não pensar besteira e não desconfiar de nada, ok? _Day: Mmmm, desculpa, agora entendi, Amo. _Eu: Que seja a última vez que você tira minhas mãos da sua pussy, ok? Mas não temos tempo pra continuar, mas antes de irmos, você vai fazer outra coisa.. _Day: Sim, Amo, o que o senhor quiser. _Eu: Assim que eu gosto. Tira a roupa e fica pelada, e depois veste a roupa de novo, mas sem a roupa íntima, ok? Você vai ficar sem calcinha até eu ir embora, ok? Ela me olhou com uma cara de espanto e de tesão, e um sorriso enorme se desenhou no rosto dela, e num momento de confusão ela disse: _Day: Amo, mas com a meleca de gozo que eu tô, vai passar pra legging e vai aparecer, hahaha. _Eu: Eu sei, e é problema seu, e isso que você nem pensou nas tetas, olha como você tá com os bicos durões, sua puta. Já que ela tava nua e se vestindo sem calcinha. Os mamilos apontavam pra cima, eram duros e grandes, grandes demais, cada mamilo parecia a primeira falange do meu dedo indicador. Fiquei louco, mas tinha que Manter a sanidade e também percebo que a puta tinha sujado o banco com os sucos.
_Eu: putona, toma cuidado com esse suco, de qualquer jeito você vai ter que tomar banho porque vai depilar a buceta depois de comer, ok?
Ela estava perdida no mundo de fantasia e tesão, e a única coisa que conseguiu fazer foi concordar e obedecer. Ela colocou nas minhas mãos a tanga e o sutiã, e me disse:
_Day: O que a gente faz com isso?
_Eu: Você esqueceu do Amo na sua oração? Guarda isso numa das caixas de trás e vem rápido que a gente tem que ir.
_Day: Sim, Amo, antes de ir, posso dar uma chupadinha no seu pau pra provar?
_Eu: Te confesso que com o quanto você foi obediente, eu encheria sua goela de porra, mas vai ter tempo, ok? Vamos pra casa e a gente vai se falar pelo WhatsApp, e você vai cumprindo as ordens. E conforme der, você vai recebendo prêmios, ok?
_Day: Sim, Amo, como o senhor quiser.
Continua……… O primeiro diálogo é pra vocês irem imaginando como vai continuar. Dependendo dos pontos, vai ser o tempo até eu postar a segunda parte.

15 comentários - Relato em Córdoba com minha cunhada gostosa

uh yo le quiero entrar a mi cuñada pero nose como hacer
uh yo le quiero entrar a mi cuñada pero nose como hacer