[2]Incapaz de amar: Evelyn[/2]

Depois que minha esposa me deixou, fiquei sozinho com minha filha Abigail, de treze anos — uma idade, como vocês sabem, bem complicada.

A Micaela alegou problemas psicológicos para o divórcio, e o juiz decidiu me dar a guarda da minha filha. De certa forma, foi melhor, porque eu era o único que trabalhava e pagava o aluguel do apartamento. A vida tinha virado um inferno. Daqueles infernos tão monótonos e rotineiros que não é fácil sair dele. Trabalhei desde os dezoito anos numa empresa de segurança, um emprego que meu sogro conseguiu através dos contatos dele. Já trabalhei em fábricas, supermercados e num banco — não sei se posso falar o nome.

O salário dava pro básico: pagar contas, aluguel, impostos e as necessidades das duas mulheres. Minha ex-esposa fazia trabalhos de salão, unhas decoradas e mais umas paradas que não lembro, mas o dinheiro que ela ganhava nunca era certo. Um mês tirava dez mil pesos, no outro tirava mil e quinhentos ou menos. Nunca dava pra guardar nada pra gente se dar um luxo, nem tínhamos o mês seguinte garantido.

E ainda tinha o fato de eu não ter amigos. Desde o primeiro dia que morei com a Mica, me afastei deles pra construir minha vida de adulto. Meus sogros não me aturavam nem um pouco — pra não dizer que me odiavam — e faziam questão de deixar isso claro. Minha única amiga era minha velhinha, que me ajudava com uma grana quando eu pedia, ou até sem eu pedir, e me visitava cheia de alegria pra ver os dois grandes amores dela: a neta e eu. Ela realmente alegrava a vida sem graça que eu levava.

E tinha também o fato de que a Mica esfriou pra caralho depois dos primeiros cinco anos juntos. Não queria mais conversar sobre nada, e sexo era coisa do passado. Toda vez que eu acariciava ela pra tentar uma trepada, ela ficava dura e saía de perto, não importava o que estivesse fazendo. Isso me dava uma raiva danada, cheguei a ter vontade de bater nela algumas vezes, mas nunca fiz.

Já tinha me desencantado dela, e por mais gostosa que fosse, comecei a odiá-la. Mas o que mais me O que me irritava nela é que ela não discutia. Ela nunca discutia, a puta da mãe! Como é que você quer resolver as coisas se é sempre tão passivo? Toda vez que eu levantava a voz, ela baixava a cabeça e, feito uma mártir, me ouvia gritar. Era como falar com uma parede.

Me irritava que ela se fizesse de vítima. A gente chegou aqui os dois seguindo o mesmo caminho, ninguém é culpado pela merda do outro. Ou talvez sim, um pouco, por ser tão imaturos e não saber levar o relacionamento, e acabar num círculo vicioso de ódio implícito. Às vezes acho que ainda amo ela.

Meus dias não davam pra fazer nada além de trabalhar e dormir. Não vi minha filha crescer, nem falar as primeiras palavras, nem andar, nem levá-la no primeiro dia de aula. Os dias de folga que eu tinha, usava pra fugir do apartamento. Depois de sair do trampo, eu ia de moto pra aqueles lugares onde as mulheres dançam quase peladas se segurando num cano.

Comi uma delas, chamavam de Eve. Que gostosa, morena, bem puta! Ela dava em cima de mim, como se me conhecesse, e dizia que gostava do uniforme. Achava que eu era policial — parece que são cobiçados nesses ambientes. Dançava pra mim pessoalmente, mesmo que por cinco minutos, e me deixava tocar ela toda. Ela tinha o recorde de te fazer passar de zero a cem em quatro segundos. Falei que era casado, e isso a excitou ainda mais. Eu não queria foder tudo de vez, e quando ela me chamou pra ir no apartamento dela, resisti à tentação. Não voltei por um tempo.

Em casa, eu era um zumbi e mal dava bola pras meninas, embora de vez em quando desse um carinho na Abi. Mas era tão mecânico que ela também não pedia muito.

Seis anos atrás, eu tinha descoberto que minha esposa me traía com outros. O primeiro foi o cara da paróquia, Leonardo, que dava em cima dela até quando ela tava grávida. Foi o primeiro de tantos. Depois, descobri que ela comeu o marido de uma cliente. Era essa a Mica que eu tinha idealizado? Me senti um baita de um otário. Bati em cada parte do apartamento. Quando ela me contou cinicamente que tinha transado com o Leo, eu amassei a tampa do aquecedor com um soco, o barulho a assustou, mas depois ela ficou relativamente calma. Ela estava cansada de mim e queria o divórcio. Assim, sem mais nem menos. Nunca conversávamos, eu só conseguia pressentir como ela se sentia. Claro, pedi explicações e, como uma mártir de novo, ela só ouviu o que eu tinha a dizer.

Assim era o panorama da minha vida aos trinta anos. Divorciado, com uma filha adolescente, com pouco dinheiro, extremamente corno, desiludido da vida, do amor da minha vida, melhor dizendo.

Depois que ela me disse que o Leo tinha metido nela no carro dele, peguei as chaves da Yamaha SZ RR 150cc e fui me mandando pro apartamento da Evelyn. Ela não estava, esperei uma hora, até meia-noite e meia, e ela vinha andando meio bêbada com um cara mais novo que ela. Ela devia ter uns vinte e três na época, uma gostosa do caralho.

Ela me viu e se surpreendeu. Ela com certeza sabia que o negócio de "casado" já não significava mais nada naquele momento. Ela disse pro cara que se ele podia vir amanhã, e ele se irritou e veio me provocar. Como eu já tava meio saturado por dentro, ignorei por um momento e falei pra ele se mandar, que eu ia esquentar. O cara foi embora puto da vida, sabia que não ia conseguir comigo, não que eu seja o The Rock, mas o moleque faltava uns pelos no saco pra chegar perto da minha estrutura física.

Desço da moto e, enquanto a Evelyn procurava a fechadura com a chave, eu aperto ela enquanto beijo o pescoço dela. Ela realmente ficava excitada comigo, porque mexia a bundinha procurando volume. Bom, sei lá, ela era uma gatinha da noite, capaz que fazia isso com todo cara que comia, mas eu já sentia que ela me via como o macho dela e queria se entregar pra mim de livre vontade, com isso já bastava.

Subimos a escada pro apartamento sem falar nada, eu admirava toda aquela bunda morena que ela tinha. Aquele vestidinho branco que cobria metade da bunda era de infarto, e os saltos elevavam a rabeta me dando uma visão Prévia de paixão absoluta.

—Quer comer alguma coisa? —ela me disse, olhando pra cozinha, enquanto tirava o casaco de couro. Era toda uma diva.
—Você, se for agora, melhor.

Ela riu e falou pra eu esperar, que queria tomar um banho. Eu aceitei e esperei no sofá preto da sala. Era um apartamento com uma decoração bem moderna, tinha uns quadros daqueles que se dividem em três, muito bons, embora eu não entendesse porra nenhuma. Tudo muito arrumado e de bom gosto, nunca imaginei que o apê de uma mina desse tipo seria assim, passava um clima bem… Hipnótico. Completavam o ambiente umas luzes suaves de luminárias de sal. Sempre dão o clima certo pra um momento de prazer.

Eu tava relaxado, quando o celular tocou e tinha uma mensagem da minha esposa. Depois duas, três, ela começou a pirar e me mandou um monte de mensagens. Não quis ler nenhuma, desliguei o celular e comecei a ver as revistas de moda na mesinha de centro pra acalmar as emoções que a Mica tinha acabado de mexer. Não queria que a Evelyn me visse assim na hora de comer ela.

É impressionante o tempo que essa gata demorou pra aparecer de novo, sem o celular na mão não sei quanto tempo passou, mas acho que foi uma hora no mínimo.

—Tô indo. Se quer comer, tem que saber esperar. —ela disse com voz debochada do quarto.
—Já terminou tão rápido? Acabei de sentar. —respondi, folheando a revista.

Ela começou a rir pra caralho, eu não entendia por que ria tanto de uma piada tão bosta. Talvez tivesse drogada.

Quando levanto a vista, ela tava com uma lingerie branca espetacular, que destacava a pele escura dela. Uma negona gostosa pra caralho, levantei na hora, mas ela mandou eu ficar sentado.

Ela se aproximou devagar, com aquela caminhada ensaiada que destacava todas as curvas, era uma curva ambulante. Eu tava besta olhando pra ela, pensei num flash de como a Mica ficaria com uma lingerie daquelas. Mas não era a Mica, era a Evelyn e ela ia me satisfazer. E eu gostava que fosse assim. Essa gata me Já me satisfazia de várias formas: me fazia sentir que eu agradava ela, me respeitava e me dava atenção. Me fazia sentir um homem e agora ia deixar eu comer ela, deixando sei lá quantos de pau duro no WhatsApp. Tudo isso, em menos de duas horas.

Quando ela se aproxima, sobe direto em mim, apoiando aquele rabão de academia no meu volume. Começa a me beijar, sim, ela me beijava. É inacreditável a habilidade que ela tinha, eu só respondia ao que ela fazia. Ela esfrega todos os peitos na minha camiseta enquanto me segura pela nuca e mexe a bunda esmagando meu jeans.

—Tira minha camiseta. —falei, meio hipnotizado. Ela levantou sem parar de me beijar.

—Corpo bonito, hein, oficial. —zombava e sorria como uma putinha.

Nem lembro o que falei depois, com certeza uma besteira. Ela queria entrar no papel da bandida e do policial, sei lá quem tem essa fantasia de merda.

Ela começou a lamber meus mamilos, não sabia que dava tanto prazer pra homem. Deixou meus pelos do peito cheios de saliva, fazia sem nojo. Não conseguia imaginar a Mica fazendo algo parecido comigo. Sendo sincero, já não conseguia mais imaginar a Mica transando comigo, só com outros.

Eu, enquanto isso, acariciava o cabelo dela, parecia estranho, muito estranho. Na teoria, deveria ser o contrário. Tava confuso, mas muito, muito excitado. Ela se dignou a levantar e eu pude ver como o tecido da calcinha fio-dental tava prestes a manchar com fluidos. A mancha tava começando a se formar. Isso me deu um feedback super positivo. Ela se abaixou, colocou a cabeça entre minhas pernas e começou a lamber como uma gatinha minha calça enquanto me olhava. Eu mandava jatos de sangue pro meu pau, seguindo cada lambida dela.

Ela abaixou meu jeans e meteu a mão na cueca até puxar meu pau. Tava quase duro, mas bastou umas carícias dela pra ficar de pau duro.

—Que pau lindo você tem.
—Gostou? Por essa noite, é todo seu. —falei, me fazendo de garanhão, aquele pau ia ser delaquela noite e todas as que precisar.

Assim que meu pau tava pronto pra boca dela, ela enfiou até onde deu.
Eu queria que entrasse inteiro e comecei a forçar, ela tirou e disse que precisava se preparar pra chegar até a garganta. Melhor ela se preparar, se ela vomitasse ia perder toda a graça, ou não, sei lá, ha, ha, ha.

Encheu os pulmões e enfiou inteiro, de uma vez só. Sensação foda, nunca tinham feito isso comigo. Mica nunca me deu um boquete, ainda mais garganta profunda. Isso era outro nível, Evelyn era uma profissional pra mim.

Ela tirou pra respirar e eu falei pra ela abrir a boca, que se ela roçasse o pau com os dentes eu ia ficar puto. Sinto que o que eu falei excitou ela de algum jeito. Comecei a comer a boca dela sem controle, uma vez lá dentro a língua dela fazia um trabalho delicioso, era tipo o máximo que uma língua pode fazer com um pau. Ela envolvia a cabeça com a língua, fazendo tipo uma dança em volta, e tudo isso num segundo. Era sensacional, deu vontade de gozar na boca dela inteira.

Quando percebi que ia gozar, tirei e joguei uns jatos na cara dela toda. Ela limpou meu pau inteiro e chupou a cabeça sugando. Isso doía um pouco, mas eu gostava mesmo assim. Tudo que eu fazia com Evelyn era prazer e minha cabeça ficava naquele estado a cada segundo compartilhado.
Cai exausto no sofá com o pau caído pro lado, ela me olhou estranho, como se esperasse algo.

—Aguenta aí, que agora é sua vez, não seja tão gulosa.
—Vai, buceta, que tô muito excitado.

Quando ela falou isso, me levantei com energia, já tava pronto pra mais uma rodada e todas que essa mulher talentosa precisasse.

Deitei ela no sofá e eu me ajoelhei no carpete e comecei a chupar a buceta depilada dela. Olhava pra ela pra ver a reação e fui me adaptando aos gostos dela. Em pouco tempo ela já tava apertando as coxas contra minha cabeça.

—Ah, sim! Que lembranças lindas, essa morena era uma gostosa. Como nós dois gozamos, já estávamos quites. Agora só faltava comer ela do jeito certo. Minha pica já estava dura há um tempão.
Levanto ela e coloco de quatro na hora. Minha posição favorita, ainda mais com uma gatinha dessas. Era uma proporção exata entre uma bunda majestosa e uma cintura fina como um tornozelo. Bom, não tanto, mas era uma cinturinha pequena.

Fiz ela esperar um pouco, já tinha passado um tempo e a buceta dela era um buraco negro. Engolia tudo que chegava a alguns centímetros dela. Passei a cabeça da pica no meio das nádegas e enfiei um pouco no cu dela, ela nem ligou. Juro que, se fosse a Mica, ela ficaria puta da vida com isso. E é isso, maluco, fico trazendo a Mica à tona toda hora pra mostrar o contraste com essa M-U-L-H-E-R, com todas as letras.

Ela mexia a raba procurando, e eu encostei na entrada da buceta dela. Minha pica inchou o máximo que dava, umas duas gotas a mais talvez, pra entrar mais confortável naquela caverninha.

Enfiei de uma vez, sabia que a buceta dela já estava no ponto e nenhum de nós queria esperar mais. Comecei a meter forte, ela apoiava a cabeça no travesseiro e só curtia as sensações. Eu estava na mesma, segurando na cintura dela, só aproveitando.

Pra dar um tempero a mais, agarrei ela pelos fios do cabelo preto e levantei até ficar paralela a mim. Ela estava tão vidrada gemendo baixinho no travesseiro que eu queria fazer ela notar que era eu quem estava comendo ela.

Comecei a amassar os peitos dela, bem maiores que os da Mica, mas ainda assim tamanho normal. Não eram aqueles peitos de pornô, eram peitos normais de uma gatinha.
Enquanto isso, chupava o pescoço dela todo e mordiscava um pouco. A reação dela? Ela estava adorando. Gemia como uma putinha, um momento realmente excitante.

— Você é minha putinha, só minha. — eu falava, desde o primeiro dia eu sabia que ela gostava de ouvir isso. Fala sujo.
—Sim, papai, só sua —Haha, haha, haha. Isso é divertido, porque a gostosa tinha uma rola diferente pra cada dia da semana.
—Fala de novo.
—Sua, papai! Toda sua! —ela gritava, com a voz mais puta que tinha.
—Quer que eu pare?
—Não, por favor, não para.

Quando percebi que ela ia gozar, comecei a me masturbar enquanto metia nela feito louco, e num ponto senti os espasmos dela e ela se jogou pra frente, me deixando com a rola de fora. Eu tava com muita vontade de gozar e não ia ficar na mão. Levantei a bunda dela de novo e comi ela até ela pedir pra eu gozar fora. Obedeci, mesmo sem querer, e gozei nas costas dela toda.

Solttei ela e me espalhei no sofá do lado dela.

—Aah, que delícia de foda oficial. —ela disse, suspirando.
—Não me chama de oficial, meu nome é Javier. —falei, cortando o barato dela.
—Javier? Nome bonito, eu me chamo Camila.
—Você não se chama…
—Me chamo Camila —ela me cortou —Os nomes das dançarinas não são reais. Bom, são, mas…
—Sim, sim, entendi —falei, cortando ela também —Bom, prazer em te conhecer, Camila.
—O prazer é todo meu —ela disse com um sorrisinho safado.

Perguntei se ela tinha um ajudinha (pó). Ela apontou pro corredor e disse pra eu ir na gaveta do criado-mudo dela, no quarto dela, que tinha um saquinho dentro de uma caixinha.

Quando cheguei no quarto, vi que era um quarto de menina, tudo decorado de rosa, nada a ver com a imagem de casa de adulta que ela tinha lá fora.

Ela veio atrás de mim e disse —Hmm, esse quarto não é, é o outro —falou com um sorriso sem graça e me puxou pelo braço pra fora. Ao sair, fechou a porta.

Não entendi porra nenhuma, mas não ia perguntar nada, não queria deixar ela desconfortável.
Fui pro quarto dela e sim, era mais ou menos o que eu esperava de uma gostosa assim: cama de casal, espelhos, TV grande, guarda-roupa cheio e um espelho daqueles que famosos usam no camarim, tudo. iluminado, muito chique. Na mesa consegui ver pouca coisa: rímel, esmaltes de unha, batons, um monte de lápis de cor, sei lá, uma loucura.

Vou até o criado-mudo e dentro de uma caixinha vermelha bem enfeitada tinha uma bolsinha que fecha puxando um cordão, muito bonita também, com muitos detalhes. Parecia uma daquelas bolsinhas que colocam arroz em casamento.

Levo ela para a sala, mas antes notei duas coisas dentro da gaveta: uma lembrança da Primeira Comunhão numa paróquia de Achiras, província de Córdoba, e do lado, contrastando bem com a bíblia e o aquecedor, um vibrador eletrônico roxo.

Fui até a sala e encontrei ela sentada, cochilando. Sabia que isso podia acontecer, ela trabalhava o dia inteiro, já tinha me dado muita atenção tarde da noite. Por isso me adiantei com a parada, nem ofereci pra ela, tomei umas carreiras e fiquei novo rapidinho. Isso era costume dos meus colegas de trampo, eu fiz poucas vezes, que, pra ser sincero, me salvou a vida naqueles dias, senão capaz que eu me desse um tiro, dos de verdade.

Com o espírito renovado, liguei meu celular. Quarenta e quatro mensagens da minha esposa. A última de dez minutos atrás. Sabia que se voltasse pra casa ia ter que lidar com ela naquela noite e quem sabe o que podia rolar. Na hora, temi o pior e não fui, agradeço hoje por ter tomado essa decisão.

Como um gesto de carinho com aquela mulher na minha frente, carreguei ela no colo até a cama e como recompensa ela me deu um beijo na bochecha. Juro que aquele beijo, sem desmerecer os trezentos que a gente trocou antes, foi o mais forte da noite. O que eu mais lembro agora.

— Tem uma cópia da chave em cima da geladeira, leva, mas lembra de devolver. — ela falou com uma vozinha bem suave.
— Sim, não esquenta com isso.

Cobri ela e ela me agradeceu com um sorriso. Eu devolvi o sorriso, peguei as chaves e fui embora pra puta que pariu. Tava frio lá fora, era primavera. As noites eram frias, como tinham que ser. Me apressei logo com o celular e comecei a ligar pras putas disponíveis. Passei as horas que restavam da noite, putariazando.

2 comentários - [2]Incapaz de amar: Evelyn[/2]

Yo le conozco a Mica, por su foto de perfil que tenes. Es real este relato?
No hermano, pura ficción. El personaje de la foto de perfil en realidad es como imagino a Evelyn (Cami).

Saludos.
Muy buena la historia, a esperar si se da una continuación, saludos gente!! 😎