Minha namorada, uma puta infiel

Me apresento, sou o Ricardo, tenho atualmente 22 anos e estou namorando há 3 com a Maria, de 19. Ela é morena, não muito alta, com um corpo que enlouquece qualquer homem, umas pernas lindas que terminam numa bunda que é... mmmmm, única. Peitos normais, mas essa raba levanta qualquer pau.
Tudo começou em janeiro, quando a Maria, minha namorada, começou a trabalhar numa empresa muito grande e reconhecida a nível nacional. Nos primeiros dias, ela me ligava em todos os momentos livres, porque ainda não tinha feito amigos, e eu, feliz, atendia pra saber como tinha sido o dia dela. A gente conversava enquanto o chefe dela não chegava, enquanto os colegas da equipe de TI apareciam, na hora do almoço e na saída, quando eu não podia buscá-la.
Ela era muito carinhosa e meiga, sempre que recebia o pagamento, me convidava pra comer, me enchia de presentes e roupas, além de que, sempre que saíamos, se vestia sexy com jeans apertados, saias bem curtas, mini vestidos e calcinhas de renda que me deixavam louco, e que depois eu aproveitava porque todo fim de semana a gente dava um jeito de transar: no carro, no meu quarto, na casa dos pais dela, onde desse pra gente se soltar.
Tudo ia muito bem até que passaram dois meses. Em março, ela já quase não me ligava, e se eu ligava, não atendia, dizendo que era por causa do trabalho. Não achei estranho, porque ela continuava me dando presentes, sendo carinhosa e a gente ainda transava como uns loucos. Mas um mês depois, ela já estava fria comigo. Eu ia na casa dela pra vê-la, e ela ficava na sala só no celular, se irritava com tudo, começou a levar as roupas apertadas e as saias curtas pro trabalho. Achei que era porque ela se sentia bem no emprego e queria ir mais arrumada, mas um dia que a gente não tinha planos de se ver, fui vê-la na hora do almoço de surpresa. Ela estava com uma saia preta bem curta, e quando subimos as escadas da praça de alimentação, percebi que ela estava de fio dental. Sem dúvida, qualquer movimento que ela fizesse, dava pra ver.
Não aguentei mais, e antes de pedir a comida... Perguntei o que estava rolando, no começo ela me encheu de desculpas, mas vendo que eu não acreditava em nenhuma, ela disse:
M: Cê tem razão, tem uma coisa que preciso confessar.
R: Fala (com um arrepio)
M: Tem um colega do trabalho chamado Antonio, ultimamente a gente tem trabalhado muito junto criando uns sites e acho que tô me apaixonando por ele.
R: Apaixonada? Mas desde quando, que eu nem percebi (tremendo e nervoso).
M: Bom, não sei se tô apaixonada. Gosto muito dele, quando ele tá perto, dá vontade de meter um beijo nele.
R: Já rolou algo entre vocês?
M: Não, nada, juro, com toda a culpa. Mas não sei quanto tempo vou aguentar.
R: Tá bom. Não fala mais nada.
M: Ricardo, quero fazer isso, mas não quero te machucar. Então o melhor é a gente terminar.
R: Não, espera. Não tem outra opção?
M: Acho que não, meu amor, juro que te amo e que daria tudo por você, mas quando tô com ele, esqueço de tudo. Dá vontade de beijar ele, puxar a pica dele e ele me comer ali mesmo, sem ligar pra quem pode ver.
R: Tá bom, vai lá (surpreso com o jeito que ela falou).
M: E o que vai ser da gente?
R: Nada, tudo continua igual. Você tem minha permissão, mas não quero mais segredos, sua boba. Agora, come, que cê tem que voltar pro trabalho.
Maria me olhou emocionada, a culpa sumiu dos olhos dela e ela me beijou com paixão. Aquele dia era uma quinta e combinamos que ela me contaria tudo. Ela voltou pro trabalho e eu fui pro meu apartamento. De noite, ela apareceu de surpresa e disse:
M: Ricardo, meu amor, depois do que a gente conversou à tarde, me senti mais livre, então fui um pouco safada com o Antonio. Ele passou a mão na minha perna e, quando quase a gente se beijou, ele parou e me chamou pra sair amanhã pra um lugar fora do trabalho, e eu aceitei.
Nas sextas, ela saía às 3 da tarde, então combinaram que ela iria pra casa e depois se veriam de noite.
Era sexta e Maria, como toda sexta, tinha reunião de trabalho, então quase não mexia no celular. Demorava muito pra responder as mensagens, a última coisa que ela me disse foi à uma da tarde que ia se apressar com os deveres dela pra sair às 3 em ponto. Bateu 3 horas e não soube mais nada dela, aí comecei a imaginar que talvez ela decidiu com o Antonio começar o encontro mais cedo, bateu 4 horas e ela não respondia as mensagens, eu tava com uma sensação estranha, entre ciúme, preocupação e tesão, muito tesão. Tomei um banho de água fria quando ouvi alguém entrar no meu apartamento, saí e era a Maria. Ela tinha ido fazer compras mas ficou sem bateria no celular. Me pediu permissão pra tomar banho. Já eram quase oito da noite quando ela saiu na sala onde eu tava vendo TV e ela tava com um top preto decotado e uma saia mini justa que ficava tão colada nela que marcava a calcinha fio dental. Penteada com duas marias-chiquinhas, meia até o joelho e salto alto. Ela animada e apressada me disse que tava atrasada, que ia pedir um Uber e como deixou o celular carregando, me disse que ia ficar me escrevendo, coisa que não me agradou, porque ela tava muito gostosa, então me ofereci pra levar ela. Chegamos numa balada, ela me deu um beijo na boca e foi embora. Quando tava indo pra casa entrei no WhatsApp e escrevi pra ela avisando que já tinha chegado, que me mantivesse informado. Entrei no banheiro e vi que sem dúvida ela tinha se depilado e vi etiquetas de roupa íntima. Bateu onze da noite e eu tava que nem leão enjaulado até que chegou uma mensagem. M: Meu amor, tamo dançando e bebendo. Vamos sair daqui umas duas horas. Você se importa se eu for pra sua casa? Falei pros meus pais que ia ficar com você. R: claro que não, te vejo aqui. Mas… como é que tá? Durante meia hora não tive resposta até que finalmente ela escreveu: M: Meu amor, tô no banheiro, tudo bem. Muito obrigada por isso, eu e o Antonio dançamos bem juntinhos e preciso confessar uma coisa. R: Fala, fala o que aconteceu (excitado e tarado). M: Ai meu amor, é que a gente rebolou um pouco e ao sentir o volume dele, acabei ficando com tesão, então a gente se beijou e ele tocou minha bunda por dentro da saia. Talvez eu não deva te contar isso, mas ele beija tão gostoso que sem perceber eu já estava acariciando o pau dele por cima da calça.
R: Tá bom, se rolar mais alguma coisa, quero saber.
M: Sim, meu amor, você vai saber. Daqui a pouco a gente sai pra lá. Te amo de todo o coração.
Bateu duas da manhã e eu recebi outro WhatsApp da Maria:
M: Amorzinho, o Antonio bebeu demais e a verdade é que não queria que ele me levasse pra casa nesse estado. Vou com ele até ele me deixar numa avenida e de lá eu pego um táxi.
R: Cê tá louca? Como é que vai andar sozinha de táxi. Manda ele te deixar na Avenida Reforma que eu vou buscar você.
Fui rápido pro lugar combinado e cheguei em 20 minutos. A Maria tinha que chegar em no máximo 5, então achei que já estaria me esperando. Os minutos passaram e bateu 3 da manhã. A Maria não tava recebendo mensagens nem ligações, então esperei. Bateu 5 da manhã e um carro estacionou atrás do meu. Ela desceu, tava andando muito mal, e entrou no carro com um cheiro de álcool, cigarro e sei lá mais o quê. Quando sentou, notei a cara dela de dor e desconforto, e antes de sair, ficamos uns dez minutos nos beijando apaixonadamente, o gosto dela tava estranho. Não falei nada, eu tava super excitado, fui buscar minha mina na casa dela com outro cara e não sabia o que tinha rolado entre eles, tava morrendo de curiosidade. Então, chegando no meu apê, servi um café e sentamos.
R: O que aconteceu? — falei, mal conseguindo segurar a excitação.
M: Você promete que não fica bravo se eu contar tudo?
R: Foi o que combinamos, meu amor.
M: Quando a gente chegou, o Antonio tava na entrada e viu que eu me despedi de você, então sacou que você era meu namorado. Falei que sim, mas que obviamente você não sabia que eu tava num encontro, que você achava que eu tava com amigas só. Depois disso, ele não parava de me olhar. Entramos e dançamos normal até que, no calor das bebidas, comecei a me sentir mais à vontade e, quando tocou um funk, puxei ele pra dançar. Ficamos rebolando e senti o pau dele endurecendo, o que começou a me excitar. Quando Terminamos de dançar, estávamos indo pra nossa mesa quando ele me puxou e me beijou, cada vez mais intenso até que ele enfiou a mão debaixo da minha saia e ficou brincando com minha calcinha fio dental. Ficamos nos beijando e nos tocando por vários minutos até que eu fui ao banheiro. Quando saí do banheiro, um cara alto, negro, me disse que me viu dançando na pista e que queria dançar comigo a música que estava tocando, que era um reggaeton. Aceitei e, enquanto dançávamos, demos um puta beijão. Ele falou no meu ouvido pra segui-lo, e de mãos dadas me levou pra uma parte escura e vazia, começou a me beijar tão intenso que me mordia. Eu tava super quente e pensava que, já que o Antonio tava tão bêbado, essa era minha salvação, mas me dava muito tesão porque ele era um homem grande, mãos enormes e, bom, dizem que são bem dotados. Ele falou pra eu segui-lo e saímos da balada, fomos no carro dele pra um hotel ali na esquina e, uma vez lá dentro, tudo descontrolou. Ele me encostou na parede e, quando continuou me beijando, guiou minha mão pro pau dele, que já tinha tirado pra fora. Era enorme, e o terror me pegou, aquilo não era normal. Enquanto nos beijávamos e eu tocava, ele cresceu mais.
Eu: M. pra melhor não é boa ideia (falei)
Ele: Ssssssshhhhhh putinha, esquentou a chaleira, agora tem que tomar o leite.
Eu: M. Ele levantou minha saia e, puxando a calcinha fio dental pro lado, começou a tentar enfiar o pau dele, que passava dos 25x6cm (paaaaaara nãoooooo paaaaaaraaaaaaaa)
Ele: Agora você vai ver o que é um bom macho (deu um tapa na minha bunda e me jogou na cama, me colocou de quatro) (e empurrou com força, enfiando aquela cabeçona)
Eu: haaaaaaaaaaa nãoooooooooooo devagar que dóiiiiii, me dói muito falei (mas ele não ligava, só queria me arrebentar)
Ele: Mmmmmmmmmmm que apertadinha você é, garota, tomaaaaa tomaaaaaaa (e enfiou o pau todo de uma vez)
Eu: hoooooooooooo não assim nãooooooooo me faz doer muito (eu só gritava e minhas lágrimas molhavam meu rosto)
Assim ele foi comendo sem parar, forte, até que eu consegui mais ou menos me acostumar com o tamanho, mas doía como nunca, era a primeiro pau dessas dimensões na minha vida, amor,
R. e acaba aí?
M. não amor, só isso é a primeira parte, quando cheguei no orgasmo pensei que ele já ia gozar também, mas não, já tava doendo demais minha buceta e ele me diz
ELE. Mmmm que gostosa, acabou putinha, mas falta o melhor
M. entrei em pânico porque só podia ser uma coisa: minha bunda. Só você come ela, amor, e sempre dói, e isso era ameaça demais, tentei convencer ele (não não não, melhor continuar pela minha buceta, minha bunda não tá acostumada com algo assim) mas de novo, ele não ligou,
ELE. Cala a boca, vadia, porque senão é na boa ou na ruim (ele disse enquanto puxava meu cabelo, entendeu?)
M. hum hum, só falei resignada, ele cuspiu na minha bunda e encheu com meus fluidos vaginais e começou minha verdadeira tortura.
ELE. Mmmmmmmmmmmm por favor, é verdade que tá bem apertadinho, mmmmmmmm tomaaa
M. ele empurrava o pau e a cabeçona entrou, só me virei de bruços, amor, e mordi o travesseiro pra abafar minha dor. (chorava pra valer)
ELE. Mmmmmmmmm que bundão gostoso, toma o pau de um machoooo, (pelas cadeiras ele me empurrava forte)
M. sentia minha barriga inchando e muita vontade de ir ao banheiro e dor, amor, (paaaaaara, você tá me machucando de verdade, por favor não seja tão bruto que dói, você não percebe que tem ele muito grande pra mim? Dizia histérica e assustada,
ELE. Cala a boca, vadia, e chupa pica (e forte ele me empurrava duro e num ritmo frenético)
M. deussssss você me machucaaa assim nãooooooo por favorrrr para mais devagaaaar, faz isso mas devagaaaar, você me machuca de verdade snif snif…
Mordia o travesseiro e apertava os lençóis e abria minhas pernas, mas nada aliviava a dor que aquele pau me causava, minha maquiagem escorreu com as lágrimas e meus olhos estão assim de tanto chorar. Assim se passou uma hora, ele encheu minha bunda de porra e eu cheguei no estacionamento pra te encontrar, amor. Tô doendo tudo de verdade.
R. quero te ver, me mostrar como você tá, vamos pro quarto e me mostra, tô com o pau duro, amor. (Ela me olhou estranha e só se levantou da cama) (Cadeira e ando com dificuldade até a cama)
R. Fica de quatro e me mostra tudo como te deixaram.
Como pôde, ela ficou de quatro e me mostrou a bunda e a buceta, estavam um desastre. A bunda dela tinha porra, sangue e restos de merda, e estava muito vermelha e aberta que dava medo. A buceta dela era uma flor, estava vermelha, molhada, com restos de porra escorrendo da bunda. Ela estava submissa e entre culpada e com tesão. Tirei meu pau e não hesitei, enfiei sem pensar em nada.
M. Mmmmmmmmmmmm devagar, que tá doendo...
R. Amor, cabe um trem aí, não exagera (falei sem parar de comer ela pela bunda).
M. Mmmmmmmmmmmmmm siiiiiiiiiiiiiiiiiim, assiiiiiiiiiiiiiiiiim, que gostoso, se sente, se aproveita porque é uma putinha cuck.
Ela me disse isso sem problemas e já reconhecendo que era um cuck total, e ainda por cima a vadia come e eu vou buscar ela, Antonio? Kkkk por bêbado não comeu, só esquentou ela pra que um macho deixasse ela toda arrebentada. Ela sofreu vários dias de dor e ardor, mas já estava pronta, já era uma vadia livre e com permissão pra ser, só que agora não queria mais caras bonitinhos e corpo bonito, agora queria machos mais velhos que tratassem ela como puta.
Depois de comer ela e encher de porra, dormimos. Quando acordei de madrugada pra ir ao banheiro, encontrei ela passando pomada na bunda e na buceta. "Tá bem?", perguntei. Ela só sorriu e disse: "Sim, só não tô acostumada com esses calibres, mas com prática vou aguentar melhor."
E assim deixou claro: é só a primeira aventura de muitas que virão.
CONTO FICTÍCIO.

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