Me apresento, sou o Ricardo, tenho 22 anos e estou namorando há 3 anos com a Maria, de 19. Ela é morena, não muito alta, com um corpo que enlouquece qualquer homem. Umas pernas lindas que terminam numa bunda que é... mmmm, única. Peitos normais, mas essa raba levanta qualquer pau.
Tudo começou em janeiro, quando a Maria, minha namorada, começou a trabalhar numa empresa grande e conhecida nacionalmente. Nos primeiros dias, ela me ligava em todo tempo livre, porque ainda não tinha feito amigos, e eu, feliz, atendia pra saber como tinha sido o dia dela. A gente conversava enquanto o chefe não chegava, enquanto os colegas do time de TI apareciam, na hora do almoço e na saída, quando eu não podia buscá-la.
Ela era muito carinhosa e meiga. Sempre que recebia o pagamento, me convidava pra comer, me enchia de presentes e roupas. Além disso, sempre que saía, se vestia sexy: jeans apertados, saias bem curtas, vestidos minúsculos e calcinhas de renda que me deixavam louco — e que depois eu aproveitava, porque todo fim de semana a gente dava um jeito de transar: no carro, no meu quarto, na casa dos pais dela, onde desse pra gente se soltar.
Tudo ia muito bem até que passaram dois meses. Em março, ela quase não me ligava mais, e se eu ligava, não atendia, dizendo que era por causa do trabalho. Não achei estranho, porque ela continuava me dando presentes, sendo carinhosa e a gente ainda transava como loucos. Mas um mês depois, ela já tava fria comigo. Chegava na casa dela pra vê-la e ela ficava na sala só no celular, se irritava com tudo, começou a levar as roupas apertadas e as saias curtas pro trabalho.
Achei que era porque ela se sentia bem no emprego e queria ir mais arrumada. Mas um dia, sem a gente ter combinado de se ver, fui vê-la na hora do almoço de surpresa. Ela tava com uma saia preta bem curta e, quando subimos as escadas do shopping onde fomos comer, percebi que ela tava de fio dental. Sem dúvida, qualquer movimento que ela fizesse, ia aparecer.
Não aguentei mais e, antes de pedir a comida... Perguntei o que estava rolando, no começo ela deu um monte de desculpas, mas quando viu que eu não acreditei em nenhuma, ela disse:
M: Você tem razão, tem uma coisa que preciso confessar.
R: Fala (com um arrepio)
M: Tem um colega do trabalho chamado Antonio, ultimamente a gente tem trabalhado muito junto criando uns sites e acho que tô me apaixonando por ele.
R: Apaixonada? Mas quando foi que isso aconteceu sem eu perceber (tremendo e nervoso).
M: Bom, não sei se tô apaixonada. Gosto muito dele, quando ele tá perto dá vontade de meter um beijo nele.
R: Já rolou alguma coisa entre vocês?
M: Não, nada, juro, com toda culpa. Mas não sei quanto tempo vou aguentar.
R: Tá bom. Não fala mais nada.
M: Ricardo, quero fazer isso, mas não quero te machucar. Então o melhor é a gente terminar.
R: Não, espera. Não tem outra opção?
M: Acho que não, meu amor, juro que te amo e que daria tudo por você, mas quando tô com ele, esqueço de tudo. Dá vontade de beijar ele, puxar a rola dele e ele me comer ali mesmo sem ligar pra quem pode ver.
R: Tá bom, faz isso (surpreso com o jeito que ela falou).
M: E o que vai ser da gente?
R: Nada, tudo continua igual. Você tem minha permissão, mas não quero mais segredos, sua boba. Agora, come, que você tem que voltar pro trabalho.
Maria me olhou emocionada, a culpa sumiu dos olhos dela e ela me beijou com paixão. Aquele dia era uma quinta-feira e combinamos que ela me contaria tudo. Ela voltou pro trabalho e eu fui pro meu apartamento. De noite, ela apareceu de surpresa e disse:
M: Ricardo, meu amor, depois do que a gente conversou à tarde, me senti mais livre, então fui um pouco safada com o Antonio. Ele passou a mão na minha perna e quando quase a gente se beijou, ele parou e me convidou pra sair amanhã pra um lugar fora do trabalho, e eu aceitei.
Nas sextas, ela saía às 3 da tarde, então combinaram que ela iria pra casa dela e depois se veriam à noite.
Era sexta-feira e Maria, como toda sexta, tinha reunião de trabalho, então quase não mexia no celular. Demorava muito pra responder as mensagens, a última coisa que ela me disse foi à uma da tarde que ia se apressar com os deveres dela pra sair exatamente às 3. Bateu 3 horas e não soube mais nada dela, então comecei a imaginar que talvez ela decidiu com o Antonio começar o encontro mais cedo, bateu 4 horas e ela não respondia as mensagens, eu tava com uma sensação estranha, entre ciúmes, preocupação e excitação, muita excitação. Tomei um banho de água fria quando ouvi alguém entrar no meu apartamento, saí e era a Maria. Ela tinha ido fazer compras mas ficou sem bateria no celular. Me pediu permissão pra tomar banho.
Eram quase oito da noite quando ela saiu pra sala onde eu tava vendo TV e ela tava com um top preto decotado e uma saia mini justa que ficava tão colada nela que marcava a calcinha fio dental. Penteada com duas marias-chiquinhas, meias até o joelho e salto alto. Ela animada e apressada me disse que tava atrasada, que ia pedir um Uber e como deixou o celular carregando, me disse que ia ficar me escrevendo, coisa que não me agradou, porque ela tava muito gostosa, então me ofereci pra levar ela.
Chegamos numa balada, ela me deu um beijo na boca e foi embora.
Quando tava indo pra casa entrei no WhatsApp e escrevi pra ela avisando que já tinha chegado, que me mantivesse informado. Entrei no banheiro e vi que sem dúvida ela tinha se depilado e vi etiquetas de roupa íntima. Bateu onze da noite e eu tava como leão enjaulado até que chegou uma mensagem.
M: Meu amor, tamo dançando e bebendo. Vamos sair daqui daqui a umas duas horas. Você se importa se eu for pra sua casa? Falei pros meus pais que ia ficar com você.
R: claro que não, te vejo aqui. Mas… como é que tá?
Durante meia hora não tive resposta até que finalmente ela escreveu:
M: Meu amor, tô no banheiro, tudo bem. Muito obrigada por isso, Antonio e eu dançamos bem juntinhos e preciso confessar uma coisa.
R: Fala, fala o que aconteceu (excitado e tarado).
M: Ai meu amor, é que a gente rebolou um pouco e ao sentir o pacote dele, acabei me excitando, então a gente se beijou e ele tocou minha bunda por dentro da minha saia. Talvez não deva te contar isso, mas ele beija tão gostoso que, sem perceber, eu já estava acariciando o pau dele por cima da calça.
R: Tá bom, se rolar mais alguma coisa, quero saber.
M: Sim, meu amor, você vai saber. Daqui a pouco a gente sai praí. Te amo de todo o coração.
Bateu duas da manhã e recebi outro WhatsApp da Maria:
M: Amorzinho, o Antonio bebeu demais e a verdade é que não quero que ele me leve pra casa nesse estado. Vou com ele até ele me deixar numa avenida e de lá pego um táxi.
R: Cê tá louca? Como é que vai andar sozinha de táxi. Manda ele te deixar na Avenida Reforma que eu vou buscar você lá.
Fui rápido pro lugar combinado e cheguei em 20 minutos. A Maria devia chegar em no máximo 5, então achei que já estaria me esperando. Os minutos passaram e bateu 3 da manhã. A Maria não respondia nem WhatsApp nem ligação, então esperei. Deu 5 da manhã e um carro estacionou atrás do meu. Ela desceu, andava muito mal, e entrou no carro com um cheiro de álcool, cigarro e sei lá mais o quê. Ao sentar, notei a cara dela de dor e desconforto, e antes de sair, ficamos uns dez minutos nos beijando apaixonadamente, o gosto dela era estranho. Não falei nada, eu tava super excitado, fui buscar minha namorada na casa dela com outro cara e não sabia o que tinha rolado entre eles, morria de curiosidade. Então, chegando no meu apartamento, servi um café e sentamos.
R: O que aconteceu? — falei, mal conseguindo segurar a excitação.
M: Você promete que não vai ficar bravo se eu contar tudo?
R: Foi o que combinamos, meu amor.
M: Quando a gente chegou, o Antonio estava na entrada e viu que eu me despedi de você, então deduziu que você era meu namorado. Eu disse que sim, mas que obviamente você não sabia que eu tava num encontro, que você achava que eu estava só com amigas. Depois disso, ele não parava de me olhar. Entramos e dançamos normal até que, no calor das bebidas, comecei a me sentir mais à vontade e, quando tocou um funk, puxei ele pra dançar. Ficamos rebolando e senti o pau dele ficando mais duro, o que começou a me excitar. Quando Terminamos de dançar, estávamos indo pra nossa mesa quando ele me puxou e me beijou, cada vez mais intenso até que enfiou a mão debaixo da minha saia e ficou brincando com minha calcinha fio dental. Ficamos nos beijando e nos tocando por vários minutos até que eu fui ao banheiro. Quando saí do banheiro, um cara alto, negro, me disse que me viu dançar na pista e que queria dançar comigo a música que estava tocando, que era um reggaeton. Aceitei e enquanto dançávamos, demos um puta beijão. Ele falou no meu ouvido pra segui-lo, e de mãos dadas me levou pra uma parte escura e vazia, começou a me beijar tão intenso que me mordia. Eu tava super quente e pensava que, já que o Antonio tava tão bêbado, essa era minha salvação, mas me dava muito tesão porque ele era um homem grande, mãos enormes e, bom, dizem que são bem dotados. Ele falou pra eu segui-lo e saímos da balada, fomos no carro dele pra um hotel ali na esquina e, uma vez lá dentro, tudo descontrolou. Ele me encostou na parede e, enquanto continuava me beijando, guiou minha mão pro pau dele, que já tinha tirado pra fora. Era enorme, e o terror me pegou, aquilo não era normal. Enquanto nos beijávamos e eu tocava, ele crescia mais.
Eu: "M., pra melhor não é uma boa ideia" (falei)
Ele: "Ssssssshhhhhh putinha, você esquentou a chaleira, agora tem que tomar o leite."
Eu: Ele levantou minha saia e, afastando a calcinha fio dental, começou a tentar enfiar o pau dele, que passava dos 25x6cm (paaaaaara nãoooooo paaaaaaraaaaaaaa)
Ele: "Agora você vai ver o que é um bom garanhão" (deu um tapa na minha bunda e me jogou na cama, me colocou de quatro) (e empurrou com força, enfiando aquela cabeçona)
Eu: "Haaaaaaaaiiiii nãooooooo devagar que dóiiii, tô doendo muito" eu falava (mas ele não ligava, só queria me arrebentar)
Ele: "Mmmmmmmmmmm que apertadinha você é, garota, tomaaaaa tomaaaaaaa" (e enfiou o pau todo de uma vez, na base do empurrão)
Eu: "Hoooooooooooo não assim nãoooooooo você tá me fazendo doer muito" (eu só gritava e minhas lágrimas molhavam meu rosto)
Assim ele foi comendo sem parar, forte, até que eu consegui mais ou menos me acostumar com o tamanho, mas doía como nunca, era a primeiro pau dessas dimensões na minha vida, amor,
R. e termina aí?
M. não amor, só isso é a primeira parte, quando cheguei no orgasmo pensei que ele já ia gozar também, mas não, já tava doendo demais minha buceta e ele me diz
ELE. Mmmm que gostosa, gozou putinha, mas falta o melhor
M. entrei em pânico porque só podia ser uma coisa: minha bunda. Só você come ela, amor, e sempre dói, e isso era uma ameaça grande demais. Tentei convencer ele (não não não, melhor continuar na minha buceta, minha bunda não tá acostumada com uma coisa dessas), mas de novo, ele não ligou.
ELE. Cala a boca, puta, porque senão é na boa ou na ruim (ele disse enquanto puxava meu cabelo, entendeu?)
M. Hum, só falei resignada. Ele cuspiu na minha bunda e encheu com meus fluidos vaginais, e começou minha verdadeira tortura.
ELE. Mmmmmmmmmmmm por favor, é verdade que tá bem apertadinha, mmmmmmmm tomaaa
M. ele empurrava o pau e a cabeça entrou, só me virei de bruços, amor, e mordi o travesseiro pra abafar minha dor. (chorava pra valer)
ELE. Mmmmmmmmm que bundinha linda, nena, toma o pau de um machoooo (pelos quadris me empurrava forte)
M. sentia minha barriga inchando e muita vontade de ir ao banheiro e dor, amor (paraaaa, você tá me machucando de verdade, por favor não seja tão bruto que dói, você não percebe que ele é grande demais pra mim? Dizia histérica e assustada)
ELE. Cala a boca, puta, e chupa pica (e forte me empurrava duro e num ritmo frenético)
M. deussssss, você tá me machucando assim nãooooo, por favorrrr para mais devagar, faz isso mas devagarrrr, você tá me machucando de verdade Snif snif…
Mordia o travesseiro e apertava os lençóis e abria minhas pernas, mas nada aliviava a dor que aquele pau me causava, minha maquiagem escorreu com as lágrimas e meus olhos estão assim de tanto chorar. Assim passou uma hora, ele encheu minha bunda de porra e eu cheguei no estacionamento pra te encontrar, amor. Tô doendo tudo de verdade.
R. quero te ver, me mostra como você tá, vamos pro quarto e me mostra, tô com o pau duro, amor. (Ela me olhou estranha e só levantou da cama) (Levanto e ando com dificuldade até a cama)
R. Fica de quatro e me mostra tudo como te deixaram.
Como pôde, ela ficou de quatro e me mostrou a bunda e a buceta, tava um desastre. A bunda dela tinha porra, sangue e resto de merda, e tava muito vermelha e aberta que dava medo. A buceta dela era uma flor, tava vermelha, molhada, com resto de porra escorrendo da bunda. Ela tava submissa, entre culpada e com tesão. Tirei meu pau e não pensei duas vezes, meti sem ligar pra nada.
M. Mmmmmmmmmmmm, devagar que tá doendo..
R. Amor, cabe um trem aí, não exagera (falei sem parar de comer ela pela bunda).
M. Mmmmmmmmmmmmmm siiiiiiiiiim, assimiiiiiiiiiiiiiiiii, que gostoso, se sente, se aproveita porque é uma putinha cuck.
Ela falou isso sem problema e já se reconhecendo como um cuck total, e ainda por cima a vadia come e eu vou buscar ela, Antonio? Kkkk por bêbado não comeu, só esquentou ela pra um macho deixar ela toda arrombada. Ela sofreu vários dias de dor e ardor, mas já tava pronta, já era uma puta livre e com permissão pra ser, só que agora não queria mais caras bonitinhos e corpo bonito, agora queria machos mais velhos que tratassem ela como puta.
Depois de comer ela e encher de porra, dormimos. Quando acordei de madrugada pra ir no banheiro, encontrei ela passando pomada na bunda e na buceta. "Tá bem?", perguntei. Ela só sorriu e disse: "Sim, só não tô acostumada com esses calibres, mas com prática vou levar melhor."
E assim deixou claro que é só a primeira aventura de muitas que virão.
CONTO FICTÍCIO.
Tudo começou em janeiro, quando a Maria, minha namorada, começou a trabalhar numa empresa grande e conhecida nacionalmente. Nos primeiros dias, ela me ligava em todo tempo livre, porque ainda não tinha feito amigos, e eu, feliz, atendia pra saber como tinha sido o dia dela. A gente conversava enquanto o chefe não chegava, enquanto os colegas do time de TI apareciam, na hora do almoço e na saída, quando eu não podia buscá-la.
Ela era muito carinhosa e meiga. Sempre que recebia o pagamento, me convidava pra comer, me enchia de presentes e roupas. Além disso, sempre que saía, se vestia sexy: jeans apertados, saias bem curtas, vestidos minúsculos e calcinhas de renda que me deixavam louco — e que depois eu aproveitava, porque todo fim de semana a gente dava um jeito de transar: no carro, no meu quarto, na casa dos pais dela, onde desse pra gente se soltar.
Tudo ia muito bem até que passaram dois meses. Em março, ela quase não me ligava mais, e se eu ligava, não atendia, dizendo que era por causa do trabalho. Não achei estranho, porque ela continuava me dando presentes, sendo carinhosa e a gente ainda transava como loucos. Mas um mês depois, ela já tava fria comigo. Chegava na casa dela pra vê-la e ela ficava na sala só no celular, se irritava com tudo, começou a levar as roupas apertadas e as saias curtas pro trabalho.
Achei que era porque ela se sentia bem no emprego e queria ir mais arrumada. Mas um dia, sem a gente ter combinado de se ver, fui vê-la na hora do almoço de surpresa. Ela tava com uma saia preta bem curta e, quando subimos as escadas do shopping onde fomos comer, percebi que ela tava de fio dental. Sem dúvida, qualquer movimento que ela fizesse, ia aparecer.
Não aguentei mais e, antes de pedir a comida... Perguntei o que estava rolando, no começo ela deu um monte de desculpas, mas quando viu que eu não acreditei em nenhuma, ela disse:
M: Você tem razão, tem uma coisa que preciso confessar.
R: Fala (com um arrepio)
M: Tem um colega do trabalho chamado Antonio, ultimamente a gente tem trabalhado muito junto criando uns sites e acho que tô me apaixonando por ele.
R: Apaixonada? Mas quando foi que isso aconteceu sem eu perceber (tremendo e nervoso).
M: Bom, não sei se tô apaixonada. Gosto muito dele, quando ele tá perto dá vontade de meter um beijo nele.
R: Já rolou alguma coisa entre vocês?
M: Não, nada, juro, com toda culpa. Mas não sei quanto tempo vou aguentar.
R: Tá bom. Não fala mais nada.
M: Ricardo, quero fazer isso, mas não quero te machucar. Então o melhor é a gente terminar.
R: Não, espera. Não tem outra opção?
M: Acho que não, meu amor, juro que te amo e que daria tudo por você, mas quando tô com ele, esqueço de tudo. Dá vontade de beijar ele, puxar a rola dele e ele me comer ali mesmo sem ligar pra quem pode ver.
R: Tá bom, faz isso (surpreso com o jeito que ela falou).
M: E o que vai ser da gente?
R: Nada, tudo continua igual. Você tem minha permissão, mas não quero mais segredos, sua boba. Agora, come, que você tem que voltar pro trabalho.
Maria me olhou emocionada, a culpa sumiu dos olhos dela e ela me beijou com paixão. Aquele dia era uma quinta-feira e combinamos que ela me contaria tudo. Ela voltou pro trabalho e eu fui pro meu apartamento. De noite, ela apareceu de surpresa e disse:
M: Ricardo, meu amor, depois do que a gente conversou à tarde, me senti mais livre, então fui um pouco safada com o Antonio. Ele passou a mão na minha perna e quando quase a gente se beijou, ele parou e me convidou pra sair amanhã pra um lugar fora do trabalho, e eu aceitei.
Nas sextas, ela saía às 3 da tarde, então combinaram que ela iria pra casa dela e depois se veriam à noite.
Era sexta-feira e Maria, como toda sexta, tinha reunião de trabalho, então quase não mexia no celular. Demorava muito pra responder as mensagens, a última coisa que ela me disse foi à uma da tarde que ia se apressar com os deveres dela pra sair exatamente às 3. Bateu 3 horas e não soube mais nada dela, então comecei a imaginar que talvez ela decidiu com o Antonio começar o encontro mais cedo, bateu 4 horas e ela não respondia as mensagens, eu tava com uma sensação estranha, entre ciúmes, preocupação e excitação, muita excitação. Tomei um banho de água fria quando ouvi alguém entrar no meu apartamento, saí e era a Maria. Ela tinha ido fazer compras mas ficou sem bateria no celular. Me pediu permissão pra tomar banho.
Eram quase oito da noite quando ela saiu pra sala onde eu tava vendo TV e ela tava com um top preto decotado e uma saia mini justa que ficava tão colada nela que marcava a calcinha fio dental. Penteada com duas marias-chiquinhas, meias até o joelho e salto alto. Ela animada e apressada me disse que tava atrasada, que ia pedir um Uber e como deixou o celular carregando, me disse que ia ficar me escrevendo, coisa que não me agradou, porque ela tava muito gostosa, então me ofereci pra levar ela.
Chegamos numa balada, ela me deu um beijo na boca e foi embora.
Quando tava indo pra casa entrei no WhatsApp e escrevi pra ela avisando que já tinha chegado, que me mantivesse informado. Entrei no banheiro e vi que sem dúvida ela tinha se depilado e vi etiquetas de roupa íntima. Bateu onze da noite e eu tava como leão enjaulado até que chegou uma mensagem.
M: Meu amor, tamo dançando e bebendo. Vamos sair daqui daqui a umas duas horas. Você se importa se eu for pra sua casa? Falei pros meus pais que ia ficar com você.
R: claro que não, te vejo aqui. Mas… como é que tá?
Durante meia hora não tive resposta até que finalmente ela escreveu:
M: Meu amor, tô no banheiro, tudo bem. Muito obrigada por isso, Antonio e eu dançamos bem juntinhos e preciso confessar uma coisa.
R: Fala, fala o que aconteceu (excitado e tarado).
M: Ai meu amor, é que a gente rebolou um pouco e ao sentir o pacote dele, acabei me excitando, então a gente se beijou e ele tocou minha bunda por dentro da minha saia. Talvez não deva te contar isso, mas ele beija tão gostoso que, sem perceber, eu já estava acariciando o pau dele por cima da calça.
R: Tá bom, se rolar mais alguma coisa, quero saber.
M: Sim, meu amor, você vai saber. Daqui a pouco a gente sai praí. Te amo de todo o coração.
Bateu duas da manhã e recebi outro WhatsApp da Maria:
M: Amorzinho, o Antonio bebeu demais e a verdade é que não quero que ele me leve pra casa nesse estado. Vou com ele até ele me deixar numa avenida e de lá pego um táxi.
R: Cê tá louca? Como é que vai andar sozinha de táxi. Manda ele te deixar na Avenida Reforma que eu vou buscar você lá.
Fui rápido pro lugar combinado e cheguei em 20 minutos. A Maria devia chegar em no máximo 5, então achei que já estaria me esperando. Os minutos passaram e bateu 3 da manhã. A Maria não respondia nem WhatsApp nem ligação, então esperei. Deu 5 da manhã e um carro estacionou atrás do meu. Ela desceu, andava muito mal, e entrou no carro com um cheiro de álcool, cigarro e sei lá mais o quê. Ao sentar, notei a cara dela de dor e desconforto, e antes de sair, ficamos uns dez minutos nos beijando apaixonadamente, o gosto dela era estranho. Não falei nada, eu tava super excitado, fui buscar minha namorada na casa dela com outro cara e não sabia o que tinha rolado entre eles, morria de curiosidade. Então, chegando no meu apartamento, servi um café e sentamos.
R: O que aconteceu? — falei, mal conseguindo segurar a excitação.
M: Você promete que não vai ficar bravo se eu contar tudo?
R: Foi o que combinamos, meu amor.
M: Quando a gente chegou, o Antonio estava na entrada e viu que eu me despedi de você, então deduziu que você era meu namorado. Eu disse que sim, mas que obviamente você não sabia que eu tava num encontro, que você achava que eu estava só com amigas. Depois disso, ele não parava de me olhar. Entramos e dançamos normal até que, no calor das bebidas, comecei a me sentir mais à vontade e, quando tocou um funk, puxei ele pra dançar. Ficamos rebolando e senti o pau dele ficando mais duro, o que começou a me excitar. Quando Terminamos de dançar, estávamos indo pra nossa mesa quando ele me puxou e me beijou, cada vez mais intenso até que enfiou a mão debaixo da minha saia e ficou brincando com minha calcinha fio dental. Ficamos nos beijando e nos tocando por vários minutos até que eu fui ao banheiro. Quando saí do banheiro, um cara alto, negro, me disse que me viu dançar na pista e que queria dançar comigo a música que estava tocando, que era um reggaeton. Aceitei e enquanto dançávamos, demos um puta beijão. Ele falou no meu ouvido pra segui-lo, e de mãos dadas me levou pra uma parte escura e vazia, começou a me beijar tão intenso que me mordia. Eu tava super quente e pensava que, já que o Antonio tava tão bêbado, essa era minha salvação, mas me dava muito tesão porque ele era um homem grande, mãos enormes e, bom, dizem que são bem dotados. Ele falou pra eu segui-lo e saímos da balada, fomos no carro dele pra um hotel ali na esquina e, uma vez lá dentro, tudo descontrolou. Ele me encostou na parede e, enquanto continuava me beijando, guiou minha mão pro pau dele, que já tinha tirado pra fora. Era enorme, e o terror me pegou, aquilo não era normal. Enquanto nos beijávamos e eu tocava, ele crescia mais.
Eu: "M., pra melhor não é uma boa ideia" (falei)
Ele: "Ssssssshhhhhh putinha, você esquentou a chaleira, agora tem que tomar o leite."
Eu: Ele levantou minha saia e, afastando a calcinha fio dental, começou a tentar enfiar o pau dele, que passava dos 25x6cm (paaaaaara nãoooooo paaaaaaraaaaaaaa)
Ele: "Agora você vai ver o que é um bom garanhão" (deu um tapa na minha bunda e me jogou na cama, me colocou de quatro) (e empurrou com força, enfiando aquela cabeçona)
Eu: "Haaaaaaaaiiiii nãooooooo devagar que dóiiii, tô doendo muito" eu falava (mas ele não ligava, só queria me arrebentar)
Ele: "Mmmmmmmmmmm que apertadinha você é, garota, tomaaaaa tomaaaaaaa" (e enfiou o pau todo de uma vez, na base do empurrão)
Eu: "Hoooooooooooo não assim nãoooooooo você tá me fazendo doer muito" (eu só gritava e minhas lágrimas molhavam meu rosto)
Assim ele foi comendo sem parar, forte, até que eu consegui mais ou menos me acostumar com o tamanho, mas doía como nunca, era a primeiro pau dessas dimensões na minha vida, amor,
R. e termina aí?
M. não amor, só isso é a primeira parte, quando cheguei no orgasmo pensei que ele já ia gozar também, mas não, já tava doendo demais minha buceta e ele me diz
ELE. Mmmm que gostosa, gozou putinha, mas falta o melhor
M. entrei em pânico porque só podia ser uma coisa: minha bunda. Só você come ela, amor, e sempre dói, e isso era uma ameaça grande demais. Tentei convencer ele (não não não, melhor continuar na minha buceta, minha bunda não tá acostumada com uma coisa dessas), mas de novo, ele não ligou.
ELE. Cala a boca, puta, porque senão é na boa ou na ruim (ele disse enquanto puxava meu cabelo, entendeu?)
M. Hum, só falei resignada. Ele cuspiu na minha bunda e encheu com meus fluidos vaginais, e começou minha verdadeira tortura.
ELE. Mmmmmmmmmmmm por favor, é verdade que tá bem apertadinha, mmmmmmmm tomaaa
M. ele empurrava o pau e a cabeça entrou, só me virei de bruços, amor, e mordi o travesseiro pra abafar minha dor. (chorava pra valer)
ELE. Mmmmmmmmm que bundinha linda, nena, toma o pau de um machoooo (pelos quadris me empurrava forte)
M. sentia minha barriga inchando e muita vontade de ir ao banheiro e dor, amor (paraaaa, você tá me machucando de verdade, por favor não seja tão bruto que dói, você não percebe que ele é grande demais pra mim? Dizia histérica e assustada)
ELE. Cala a boca, puta, e chupa pica (e forte me empurrava duro e num ritmo frenético)
M. deussssss, você tá me machucando assim nãooooo, por favorrrr para mais devagar, faz isso mas devagarrrr, você tá me machucando de verdade Snif snif…
Mordia o travesseiro e apertava os lençóis e abria minhas pernas, mas nada aliviava a dor que aquele pau me causava, minha maquiagem escorreu com as lágrimas e meus olhos estão assim de tanto chorar. Assim passou uma hora, ele encheu minha bunda de porra e eu cheguei no estacionamento pra te encontrar, amor. Tô doendo tudo de verdade.
R. quero te ver, me mostra como você tá, vamos pro quarto e me mostra, tô com o pau duro, amor. (Ela me olhou estranha e só levantou da cama) (Levanto e ando com dificuldade até a cama)
R. Fica de quatro e me mostra tudo como te deixaram.
Como pôde, ela ficou de quatro e me mostrou a bunda e a buceta, tava um desastre. A bunda dela tinha porra, sangue e resto de merda, e tava muito vermelha e aberta que dava medo. A buceta dela era uma flor, tava vermelha, molhada, com resto de porra escorrendo da bunda. Ela tava submissa, entre culpada e com tesão. Tirei meu pau e não pensei duas vezes, meti sem ligar pra nada.
M. Mmmmmmmmmmmm, devagar que tá doendo..
R. Amor, cabe um trem aí, não exagera (falei sem parar de comer ela pela bunda).
M. Mmmmmmmmmmmmmm siiiiiiiiiim, assimiiiiiiiiiiiiiiiii, que gostoso, se sente, se aproveita porque é uma putinha cuck.
Ela falou isso sem problema e já se reconhecendo como um cuck total, e ainda por cima a vadia come e eu vou buscar ela, Antonio? Kkkk por bêbado não comeu, só esquentou ela pra um macho deixar ela toda arrombada. Ela sofreu vários dias de dor e ardor, mas já tava pronta, já era uma puta livre e com permissão pra ser, só que agora não queria mais caras bonitinhos e corpo bonito, agora queria machos mais velhos que tratassem ela como puta.
Depois de comer ela e encher de porra, dormimos. Quando acordei de madrugada pra ir no banheiro, encontrei ela passando pomada na bunda e na buceta. "Tá bem?", perguntei. Ela só sorriu e disse: "Sim, só não tô acostumada com esses calibres, mas com prática vou levar melhor."
E assim deixou claro que é só a primeira aventura de muitas que virão.
CONTO FICTÍCIO.
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