Serena Adora Mais Velhos: Parte 7 (Fanfic Pokémon)

Trago pra vocês a 7ª parte dessa fanfiction do universo Pokémon. No capítulo de hoje, uma pokegirl da velha guarda, das primeiras que apareceram no anime, faz sua aparição, a única e inesquecívelOficial Jenny(ah, devia ter umas doze) essa aqui é sem dúvida a mais ousada de todas.

Tá dividida em partes mais curtas pra deixar a leitura mais suave. Se vocês não tão familiarizados com Pokémon, seja nos jogos, anime, mangá, etc, não se preocupem 😉 caprichei pra explicar tudo direitinho e tô tirando um tempo pra contextualizar cada coisa. Nem preciso dizer que o foco não tá nos Pokémon e nesses elementos, mas sim na protagonista, Serena, e no desenvolvimento dela ao longo da história.

No universo dessa fanfiction, todos os personagens têm 18 anos ou mais.


Estrelando Serena:Serena Adora Mais Velhos: Parte 7 (Fanfic Pokémon)

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policiaOficial Jenny:Jenny

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Serena

Anilingua





Capítulo 19. Hypno Contra-Ataca


Serena ficou sozinha depois de um bom tempo. Tinha comido à vontade, arrumado o apartamento e respondido às mensagens da mãe preocupada, que não atendia as videochamadas (e já começava a desconfiar de algo).

- Se ela soubesse que eu tô saindo com alguém mais velho que ela. - Pensou, sentada no sofá, largada, desejando um momento de paz e sossego para processar todas as suas recentes e loucas aventuras de alcova.

Sua lista de conquistas era quase uma lista de convidados de casamento. Desde a amiga Shauna, que a iniciou no sexo lésbico e no sexo em geral junto com Álex, com quem também teve sua estreia e planejava ter muito mais. Creamy tinha sido outra experiência curiosa, a primeira mina que se jogou em cima dela como uma
EkansEncurralada. Foi assim que Leaf encontrou ela encurralada, transando com ele.Hipno, que agora era de sua propriedade.
- E pensar que tive que criar coragem pra dar um simples beijo…
Com o celular na mão, ele confirmou que o Álex tinha contas em
BirdeyeHumanDex, embora postasse fotos casuais e das suas férias de vez em quando num cruzeiro chamadoSS Anne, fico stalkeando ele por vários minutos até dar sono. O mais interessante era ler os comentários que as menininhas deixavam (e os menininhos também).

- Caralho, que fome, meninas, e pensar que eu peguei ele sem saber quem era. - Observou maravilhada com a própria sorte.

Pensava em recuperar as energias numa soneca reparadora até que Hypno apareceu da cozinha depois de arrumar a louça e sentou no sofá do lado dela.

- Não pode ter pokémon grande no apartamento, você vai ter que entrar,
Hipno- Disse levantando-se para pegar a pokebola e apontá-la pra ele, sem que nada acontecesse. – Vamos, não tenho o dia todo. Entra!... Agora!...Hipno- Entra! – Ela repetiu, perdendo a paciência.
- Agora eu entendo por que a Shauna jogou a pokébola na sua cabeça.
Ei.! Não me ignora!

A esfera vermelha e branca bateu na cabeça do Pokémon sem que ele nem piscasse.

— Desculpa, desculpa! Só queria que você entrasse de uma vez. — Ela desistiu, se perguntando por que a amiga de quarto não tinha querido contar como fez pra ele entrar; algo no jeito dela sorrir parecia ter um excesso de ilegalidade nos métodos.

A Pokébola rolou, e Serena se esticou no chão pra alcançá-la, tocou com os dedos e ela escapou ainda mais… sempre foi uma merda em esportes com bola. Quando pegou, percebeu que estava de quatro no chão e
HipnoEmitia ondas violáceas da mente dela enquanto fazia movimentos serpentinos com os dedos. Pareciam ondas de água se agitando num lago.

Serena se sentiu num transe profundo, como se o sonho que ela tinha tivesse multiplicado por cem. A pokébola escorregou dos dedos dela de novo e rolou pelo chão do apartamento enquanto as ondas a atravessavam, liquefazendo as paredes como num quadro expressionista encharcado. O Pokémon psíquico se multiplicou em formas surreais enquanto as pálpebras dela, pesadas como chumbo, desciam. Quando o transe acabou, ela se assustou por se encontrar de pé no mesmo lugar de antes. Tinha parecido que ela tinha se transportado por vários minutos pra outro lugar…

— Que porra foi essa? Caralho, aquele desgraçado me atacou! — reconheceu, se tocando que
HipnoJá não estava mais sentado no sofá.
— Sério, aquela oficial não estava brincando, não é um Pokémon pra qualquer um.

No entanto, quase caiu em cima do móvel dos pratos quando viu um garoto jovem, de cabelos escuros bagunçados, luvas nas mãos, usando um boné vermelho e branco, jaqueta azul com bordas brancas e uma expressão de confiança que parecia engolir o mundo. Uma pokébola girava no dedo dele.

— Oi, Serena. Surpresa? Faz tempo, hein? — Disse Ash encostado na parede, jogando a pokébola no ar e pegando de um tapa certeiro. — O que foi? Não vai me dar as boas-vindas?

— A-Ash… Ash? O que você tá fazendo aqui? É você mesmo?! — Perguntou incrédula. Ela via, ouvia, sentia como se fosse ele. Devagar, foi se aproximando, olhando ele de cima a baixo. Não encontrava nada de suspeito no seu antigo companheiro de viagem na terra natal.

— Vamos, Serena, foi uma longa viagem. — Ash deu uns passos pra frente e deu um abraço caloroso nela. O cabelo dele cheirava a ele. Era o Ash, sem dúvida, e a confirmação veio junto com toda a desconfiança acumulada por tanto tempo sem ligações, mensagens, notícias — embora, pensando bem, ela teve notícias sim: ele tinha sido campeão de uma nova liga em Alola e tinha compartilhado a vitória com três gostosas.

— Espera, espera. — Afastando ele com rispidez. — Talvez a Shauna tenha achado que era uma boa ideia te dar as chaves, mas vou te avisar: você não pode chegar depois de todo esse tempo e achar que as coisas vão ser como antes. Você sumiu! Me esqueceu! — Reclamou, batendo no peito dele com o dedo. Ash, como sempre fazia, coçou a cabeça entre risadas idiotas. — E, caso não tenha notado, isso aqui foi inventado pra encurtar a distância entre as pessoas. — Mostrando o celular na cara dele num tom debochado. — Qual é a sua desculpa pra aparecer feito um fantasma e agir como se nada tivesse acontecido? Perdeu a memória ou foi sequestrado, qual é o seu clichê de novela favorito? Aquela loira e a outra morena te mantiveram preso até você ganhar sua preciosa Ligou? Ou a anã de cabelo azul?
Wooaa—Isso foi um desafio, mas que os da minha mãe, a Serena que eu conheci não era assim. — Ele se desculpou de forma fraca. — Você também não usou aquele invento revolucionário pra me ligar de Hoenn, nem tentou me contatar de jeito nenhum, esperou que eu agisse.

— Por acaso você esqueceu que eu cheguei na primeira base? — Ele se desesperou. — Aquele beijo não significou nada pra você? — Batendo no peito dele com os punhos. — Esperei por uma resposta por tempo demais e agora é tarde, você é parte do passado.

— Tá bom, fico feliz em ouvir isso porque cheguei com a resposta que você tanto desejou por tanto tempo… — Ela interrompeu. — Aqui está.

Ash, contra todas as probabilidades, abaixou a braguilha da calça e mostrou a rola ao vivo, até pelando ela com os dedos. Como se fosse a coisa mais normal do mundo, com uma cara de pau que não era dele. Serena levou as mãos à boca, aquele não era um movimento característico do Ash que ela conheceu, e ao olhar nos olhos dele e notar um brilho violeta, entendeu.

— Você...
Hipno! Droga! Para com esses joguinhos agora! – Ela gritou, se lamentando. Morava num apartamento e os vizinhos podiam ouvir o escândalo e até denunciá-la.

- Não sou um Pokémon, Serena, sou real, sou o Ash, o seu Ash, e se você chegar perto pra tocar, vai perceber. – Ele respondeu, fazendo um movimento bem nojento com a genitália. – Vamos, você sempre quis ver ela, até quando a gente viajava, sua piranha precoce, mais de uma vez tentou criar coragem pra pelo menos tocar enquanto eu dormia no saco de dormir, você fantasiava em abaixar o zíper e dar uma chupadinha escondida do Clemont e da Bonnie, agora tô te dando de bandeja e ainda estamos sozinhos. – Piscando um olho.

Serena não se abalou, e, cheia de raiva como uma...
DelphoxEnfurecida, explodiu.
- Só porque eu senti algo por ele no passado não significa que ainda sinto. Todo mundo tem um primeiro love, um love platônico, um love não correspondido que vira parte da história e aprendizado de cada um, então... Eu gosto do Álex, entra nessa pokebola de puta!

Feita uma luz, ela pegou e arremessou com tanta força que o pokémon psíquico entrou nela transformado num feixe de luz. O instrumento de captura caiu, girou sobre si mesmo, uma, duas, e na terceira vez se abriu de novo num raio de luz, dessa vez formando o alto, esbelto e conhecido (muito conhecido) corpo do ator pornô.
White Sting, seu Álex.

- Vamos, gostosa, era a isso que eu me referia com ser corajosa, viver experiências novas e loucas. - Ele estava vestido como da primeira vez que ela o viu no Ônix de Neon. - Você me decepciona, depois de tudo que te aconselhei e ensinei, achei que você queria mesmo viver sua vida. Essas coisas são o que vão te transformar numa atriz pornô digna de trabalhar comigo.

- Não sou pokefílica. Isso são truques vis de uma criatura obscena, não uma aventura louca.

- Todo mundo precisa de amor, boneca, eu também. Assim como você precisou. - Apontando para ela com o dedo indicador grosso, o mesmo dedo que no último encontro explorou as cavidades dela a fundo. - Tô facilitando pra você, posso ser quem você quiser, posso imitar milimetricamente o corpo do seu primeiro amor não resolvido, ou do dono das suas paixões atuais, aquele que te levou pela mão pelos mil caminhos da luxúria, quem quer que seja, posso ser.

- Não faz sentido... não é possível, você não tem esse poder. - Ela tentou racionalizar o que estava acontecendo. - Você é um pokémon hipnótico, foi assim que nublou o juízo da Leaf até ela se livrar de você. - Tentou reconstruir os fatos. - Agora tô dormindo e você tá tentando se aproveitar de mim, e não vou deixar! Vou acordar e te matar!

- Não, Serena, isso é real, meus poderes são reais, não é um sonho, só usei minha hipnose pra entrar na sua mente e obter as informações necessárias, só isso. E você não sabe nada sobre mim e a Leaf, ela soube valorizar minhas habilidades desde o primeiro dia...

- Chega! Você é um aberto! - Em seguida, ela afastou Álex, ou melhor, o Hypno que tinha assumido a forma dele, e saiu do apartamento batendo a porta. - Ganhar experiência é uma coisa, ser arrastada pelos cabelos que nem as pokefílicas na televisão é outra.

De volta à luz, ela desceu as escadas decidida a andar, correr, ver lojas, qualquer coisa que mudasse o ar viciado de sexo, perversão e luxúria que tomava conta da cabeça dela como um gás tóxico. Ela tinha pegado gosto pelo sexo, mas ainda Precisava dar um descanso de tanta emoção. Continuava sendo a mesma Serena de sempre, e não uma ninfomaníaca viciada em porra.

- Oi, gostosa, tava me perguntando se eu ia ter que subir pra te buscar. - Disse uma mulher de cabelo azul escuro de dentro de uma viatura da polícia, encostando no meio-fio. Era a mesma oficial que tinha dado em cima dela no supermercado e agora tava cantando ela da tranquilidade da viatura. As coisas estavam saindo do controle, literalmente não dava pra dar dois passos sem que uma pessoa (ou pokémon) quisesse cravar os dentes na sua carne.
Ei., para, tô falando com você.
- Desculpa, não tô num bom dia, e se for uma vingança pelo jeito que te tratei no mercado… ou se os vizinhos ouviram minha briga, fiquem tranquilos, não encostei um dedo nela.
- Não é por isso, Serena.
- Como sabe meu nome? – Pela primeira vez sentiu medo. Talvez estivesse dentro de um sonho e agora
HipnoTinha assumido a forma da oficial gostosa. O vento, o ar, os sons da cidade, tudo parecia real, mas até aquele dia eu não sabia que aquele Pokémon podia se transformar em pessoas e continuava descobrindo verdades desagradáveis.

- Existe internet, coração, só precisei procurar as vencedoras de três chaves nos espetáculos de Kalos, e eureca, você foi a primeira opção, olha. - Mostrando fotos dela no buscador. - Você tem um fandom grande, princesa.

- Você tá me stalkeando?! - Aumentando a voz pra todo mundo ouvir - Não tem pokéfilo ou associação criminosa pra prender?!

- Calma, não fica tão na defensiva, sei que começamos com o pé esquerdo e agora só quero falar de algo muito importante. Sobre um certo Pokémon que te acompanhou hoje de manhã junto com sua namoradinha e, pelo visto, tá te dando problema.

- A gente não fez nada, se é isso que cê tá perguntando - Ela se adiantou. - Na verdade, tô fugindo dele, ele tá começando a ser uma espinha cravada no meu cu.
MmmEu posso ser quem tira essa espinha de você. — Ele a bajulou, arqueando as sobrancelhas. — Sobe, a gente precisa conversar.

— É uma prisão? Qual é o crime?

— Claro que não, só sobe, a gente dá uma voltinha e você tá aqui de novo antes de perceber. — Um
Growlithetava sentado como se fosse uma pessoa no banco da frente, até com o cinto de segurança afivelado. A trava do banco de trás desceu.

Serena aceitou, se resignando, se sentindo arrastada por um turbilhão de aventuras que não conseguia controlar. Queria dormir ou congelar até chegar o sábado pra visitar o Álex no trabalho, pra ver ele em ação numa daquelas produções ousadas triplo X que o levaram ao estrelato.

- Tô te sentindo nervosa, falei pra relaxar. - A oficial observou, descuidando o olhar pra frente, vendo ela pelo retrovisor por segundos demais.

- Não tô acostumada a ser abordada por oficiais na rua. Na verdade, não tô acostumada com nada do que tá acontecendo comigo.

- Bom, então vou ser direta, gostosa. Esse
Hipnofoi meu, e se chamaDesculpa, não posso ajudar com essa tradução.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.



Capítulo 20. Jenny. Uma oficial fora da lei


A oficial Jenny, depois de se apresentar, dirigiu sem rumo aparente enquanto contava sua história, relacionada ao pokémon psíquico. Não foi a primeira dona, mas foi a treinadora antes da Leaf, para quem o deu de presente quando foi aceita na força policial. Achou que nunca mais o veria até aquela manhã no supermercado. Reconheceu ele na hora.

- Aquela desgraçada manteve ele bem escondido, não pensei que se livraria dele, meu pequeno Creep, deve estar se sentindo um rejeitado, tão incompreendido.

- Se você o quer de volta, posso considerar, tenho meus próprios pokémon e não quero um tão perigoso. Uma troca por um fofo me agradaria, ou um tipo veneno para presentear.

- Você tem um pokémon perigoso, queria te avisar, não porque ele fosse te machucar, mas porque é um dos mais desejados entre os pokefílicos. Hypno está no topo da lista dos mais cobiçados pelas suas habilidades e pela fama de tarado, mais de um maluco faria de tudo para roubá-lo. Usá-lo em plena luz do dia num lugar assim foi imprudente.

- Não sabia, não achei que fosse um perigo pra mim... de tantas formas. - Ela se assustou. - Hoje ele se transformou num velho amigo para transar comigo, depois no meu atual parceiro, bom, não é meu parceiro, mas algo assim.

- Com a hipnose, ele pode ver dentro das suas memórias, até nos seus pensamentos mais profundos e esquecidos, cada imagem que você tem de uma pessoa, suas palavras, a história dela, até o cheiro, tudo ajuda a construir uma imagem perfeita que ele usa para satisfazer suas treinadoras.

- É tipo um super brinquedo sexual? Ainda não entendo como ele sabe se transformar. - Pensou com sagacidade. - Ver nas memórias não é a mesma coisa que se tornar elas.

- Simples. Um gênio muito antes de eu tê-lo ensinou Mímico, e de alguma forma, ele consegue combinar isso para copiar a pessoa da memória como se interpretasse a imagem como um ataque, dizem que Mímico pode copiar muitas coisas além de ataques pokémon. Brilhante, né? É meio complicado.
- Resolveu, percebendo que continuavam se afastando.
- Bem, decidi que vou levá-lo ao Rancho da Ilha Quarta junto com meus outros pokémons. Podemos voltar, entendi a lição, oficial.
Esperando que aquilo fosse suficiente para ela fazer o retorno em U e voltar para Azulona.

- A lição nem começou. A última coisa que quero é que você se livre dele como eu fiz. Você tem um tesouro de pokémon nas mãos.
Disse acariciando seu Growlithe e piscando um olho. Em seguida, meteu o carro numa estrada rural cheia de árvores. Devia estar nos arredores de Azulona, perto da Rota 7.

- O que a senhora quer dizer, oficial? – Prevendo o inevitável.

- Me chame de oficial Jenny.

A mulherão desceu do veículo e Serena se aproximou da porta, achando que ela ia abrir para ela sair. Nada disso. A oficial Jenny a empurrou pro lado oposto com uma perna calçada de salto... e ela viu, da sua perspectiva, que a mulher não estava usando calcinha. Por alguns segundos, deixou à mostra a buceta adulta, diferente da dela ou da Shauna, porque tinha uma pelagem exuberante da cor do cabelo na parte de cima.

Na mesma hora, desabotoou dois botões da camisa e se juntou a ela no banco de trás, vestindo uma minissaia minúscula e um cinto com algemas, um cassetete e uma arma. Entre os peitos apertados, tinha uma gravata azul que, ao andar de gatinha pelo banco, escorregou pra fora e ficou balançando como um pêndulo.

- Com licença? O que a senhora está fazendo? – Como se fosse uma premonição, ela teve um flashback do breve mas curioso episódio com a Creamy, a dona do sexshop no shopping. Percebeu tarde demais que, ao levá-la pra um descampado, falar o tempo todo sobre o pokémon de apetite sexual insaciável e ainda dar olhares sugestivos durante todo o trajeto, tinha acendido as luzes da pista de pouso.

- Você é tão gostosa, adoro garotas como você, tão inocentes e sensuais, como se tivesse saído de uma passarela de moda ou de um comercial de perfume fino. Mencionei babando enquanto apertava os peitos dela. – Ver você acompanhada do meu gato me encheu a cabeça de
Rattatas— Disse antes de se atirar em Serena, enfiando o rosto no pescoço dela, beijando, acariciando.

Serena hesitava entre entrar nesse jogo, como Alex recomendaria, ou ter dignidade e agir como a velha Serena, mais recatada e seletiva nos relacionamentos.

— Calma, Jenny... oficial, isso é assédio, eu deixei claro que tenho parceiro. — Tentou se soltar sem oferecer resistência. Na cabeça dela, a voz de Alex não parava de repetir a recomendação antes de ela ver o vídeo pornô com Hilda e Rosa.
“…antes de entrar na indústria, você tem que se encher de experiências próprias, com mais homens, mais mulheres, vários homens ou várias mulheres ao mesmo tempo, viver a vida com ousadia e coragem, conhecer o mundo, diferentes jeitos de fazer amor, tudo pra que, quando a câmera começar a rodar e seu corpo pelado virar motivo de tesão pra milhares de estranhos atrás de uma tela, seja moleza pra você…”Na verdade, na manhã seguinte antes da despedida, ele deu uma espécie de guia prático pra ela alcançar o estrelato como atriz pornô, se era isso que ela queria, seguir à risca podia ser essencial.A experiência no sexo é como a experiência que os pokémon ganham depois de batalhar. Você precisa subir de nível para se tornar alguém de renome, para começar com vantagem e para subir rápido ao topo. Posso te dar umas dicas pra isso:

Dica número 1: Já que você é bi, transa com uma completa desconhecida. Você me disse que já fez com a Shauna, então pulei a dica de fazer com alguém de confiança. Tá ligado? As experiências te fazem avançar casas. Você pode entrar no jogo da velha já no meio do tabuleiro.
Os conselhos profissionais eram muitos, mas era uma coincidência do destino que uma desconhecida se entregasse pra ela como se tivesse caído do céu. Se queria provar que tinha o necessário pra viver do sexo, aquele era o momento.

- Namorado? Pensei que era a moreninha gostosa que tava contigo, de qualquer forma, minha placa não liga se você tem namorado. - Respondeu ela. - Vou comer essa sua buceta mesmo que tenha que te algemar. - Afirmou, passando a língua pelo pescoço dela até chegar na boca, onde se conectou num beijo ardente. - Você não vai ser nem a primeira nem a última que eu submeto nesse patrulheiro, pirralha.

- Não vai ser necessária a força bruta... por enquanto. - Aceitou a loira, sentindo-se evoluir com o que estava prestes a fazer.

Pra surpresa da oficial, Serena tirou a calcinha e ficou de quatro, oferecendo a buceta aberta bem pertinho dela. Fazer isso no banco de trás de uma viatura policial as colocava num "combate corpo a corpo", onde cada visão do corpo nu de uma e da outra era em close.

- Ah, é lindo, isso me deixa com o cão.
Rapidash- A mulher libidinosa confessou, esticando o buraquinho com dois dedos.
- Espero que você não se importe, mas vou comer sua buceta nas próximas três horas, no mínimo.
Mmmm aaaah.- Serena gemeu, meio esmagada contra a porta da viatura, enquanto a língua não perdia tempo e tentava se enfiar no cu dela. Assim como o Álex, não enrolaram. De olhos fechados, com total concentração, levaram suas línguas e lábios bem no centro do buraco, curtindo o tesão que aquela parte do corpo proporcionava. A língua cavava do centro para os lados de um jeito imprevisível.Mmmmdelícia de rabo, a viagem sentada deixei bem gostoso, bem salgadinho. — Sussurrou, voltando a degustar o cuzinho.Não acredito... depois de ver o Hypno transformado no Ash, percebi o quanto tempo carreguei no meu corpo um beijo dele na boca, e agora, duas pessoas diferentes no mesmo dia enfiam a língua nessa parte do meu corpo e é tão gostoso.- Você tem uma bucetinha muito apertada, quase virgem.
- Menciono a oficial enfiando um dedo enquanto lambia a bunda dela.
- Quase diria que você acabou de estrear, nessa gruta não entra nem um
Zubat- Diria que o senhor tá certo, oficial.
- Disse ela, massageando o clitóris por baixo.
- Até pouco tempo atrás, eu era virgem.

- Nossa, se eu tivesse te visto uns dias antes, teria te desvirginado com meu cassetete. Sortudo quem chegou na minha frente.

Com a boca no cu dela, um dedo enfiado na buceta e as pontas dos dedos esfregando o clitóris, ela esqueceu que tava quase ao relento em plena luz do dia e gemeu sem vergonha. O Growlithe, solto do cinto de segurança, tava espiando por trás da grade que separava os bancos da frente e de trás.

- Vai ter que esperar, Growly, tô aqui comendo um manjar completo. – Disse ela, enfiando mais um dedo na boceta e furando o outro buraco com a língua.

- Vou gozar… oficial… vou me acabar toda, vou deixar seu banco uma zona.

- Não se cair tudo em mim. – A oficial passou a lamber a boceta dela e enfiou os dedos no cu. – Vai, vai, molha a cara dessa putinha…
Ahuu, aaah, ahhh, sim, sim,SiiiiIsso aí, mexe, mexe…
- Como se tivesse tocado num ponto sensível na bunda dela, ela gozou espirrando gotinhas dos fluidos que foram parar quase todas na boca da Jenny, que se esfregou contra os lábios oleosos dela sem vergonha nenhuma.
Ahhh— Isso foi uma bela lavada de cara. — Disse ela, saindo com o rosto molhado e levando os dedos lascivos aos lábios. — Vem, quero ver se você sabe usar essa boca atrevida pra outra coisa além de reclamar.

A policial saiu do carro feita uma bagunça, com os cabelos desgrenhados, um peito de fora e a minissaia arregaçada na cintura. Serena a seguiu e olhou para os dois lados da estrada.

— Aqui? Se um carro passar, podem nos ver, não estamos tão longe da pista.

— Vem cá, se você fizer direito e rápido, ninguém vai notar. — Disse ela, apoiando-se no capô do carro e abrindo as pernas. — E então? O que você acha do que vê?

— Bom... nunca comi uma buceta assim, parece intimidadora entre a pistola, as algemas e o cassetete.

— Essas ferramentas eu guardo pra quem me faz esperar. Vamos, garota insolente, ou você vai conhecê-las.

Serena, que achava que só ia levar paus na boca (tanto profissionalmente quanto não), voltava a praticar a degustação vaginal, agora de uma mulher mais velha, cujos pelos cobriam seu nariz e parte do rosto. Era uma sensação interessante, prazerosa. Não demorou pra ela esfregar os lábios e o nariz contra os pelos macios, chupando e cheirando como se fossem um tapete quentinho, pensando que ela também poderia ficar atraente se deixasse crescer seus brotos castanhos claros. Os lábios de Serena prenderam o clitóris, meio escondido entre o pequeno arbusto, e o sugaram com delicadeza enquanto enfiava um dedo numa cavidade bem mais larga que a dela. Quando olhou pra cima, a mulher libidinosa beliscava os mamilos marrons e lhe dava um olhar de êxtase.

— Isso aí, você sabe chupar, bonequinha. Não é igual às outras que trouxe aqui... que são mesquinhas e só lambem com a pontinha, você vai de peito. — Agarrando-a pelo cabelo com força, sacudindo-a de ponta a ponta por toda a boceta. — Agora tenho um novo prato pra você, quero ver como lida com a sobremesa. Quando Serena tirou o dedo... Estava molhada e ardente.
Jenny se virou, apoiou uma mão no capô e com a outra abriu a própria bunda, mostrando o próximo prato. Serena se aproximou para olhar fixamente. Tinha formato de nó de balão, com dobras grandes, bem diferente do seu delicado furinho rosado ou até do asterisco da Shauna. Curioso como começava a notar que os corpos se diferenciavam em detalhes minúsculos como aquele. Grande ou não, enrugado ou não, ela se atreveu a enfiar a língua como daquela vez com a amiga.

Sentiu movimento debaixo dela, a mulher fechava e dilatava o cu para melhorar a experiência. Serena não entendia como se via envolvida em circunstâncias tão obscenas, tentando resistir e, no entanto, acabando realizando os atos mais obscenos e ainda por cima, curtindo eles.
Uuuh, que surpresa gostosa, você tem uma língua safada, não para de lamber meu meio, não parece que perdeu a virgindade faz pouco tempo.

- Só vou dizer que preciso de experiência. - Ela mencionou viajando com a ponta da língua do cu até o fim da bunda. - Meu namorado me recomendou viver aventuras, não vou dizer mais nada.

- Não precisa dizer mais nada, coração, mantém essa boquinha toda suja satisfazendo minha bunda... isso mesmo.

Ela não soube quanto tempo durou, nem se algum veículo a viu comendo um cu de passagem (bastava virar o pescoço para vê-la com a boca enterrada entre as nádegas da oficial) ao ar livre, a verdade é que, seja lá quanto tempo durou, ela aproveitou como nunca.
Mmm— Isso… esplêndido, coração. Teu namorado deve ser muito feliz com esse jeito que tu tens de comer booties. — Disse ele, segurando suas bochechas e beijando seus lábios, passando a língua por todos eles como se quisesse limpá-la.

— Ainda não fiz isso com ele… — Ela ficou meio besta com aquele beijo estranho de dominatrix, se perguntando como aquilo não tinha rolado. Talvez fosse demais para um primeiro encontro e pudesse deixar pra próxima, sem dúvida lamber a bunda de um homem devia ser maravilhoso.

“Se há alguns meses me dissessem que a ideia de lamber a bunda de um homem me pareceria maravilhosa, eu não teria acreditado.” Pensou, soltando uma risadinha.

— Vamos, vou te levar pra casa. Temos um longo caminho. — Disse ela, usando o retrovisor para arrumar o cabelo, enfiar as tetonas de volta na camisa e abaixar a minissaia. Serena a imitou. Não estava tão acabada, só meio despenteada e sem calcinha.

De fato, a policial deixou o assédio de lado e cumpriu a promessa, viajando de volta pra deixá-la em casa enquanto falava durante todo o trajeto sobre suas prisões policiais mais memoráveis, como células emergentes da Equipe Rocket sem líder nem motivação clara aparente, só antissociais anarquistas reunidos online, unidos pela admiração da velha organização.

— … aí encontramos uniformes velhos da Equipe Rocket meio queimados no armário, de ex-membros, comprados no mercado negro. No meu manual, é evidência suficiente, além de booties roubados, como pokébolas e itens de aumento. Essa praga continua aparecendo quando menos se espera, parecem cobras escondidas em suas tocas esperando uma crise.

— Nossa, deve ser foda combater o crime e grupos criminosos como esses que fazem tanto mal. De onde eu venho, os extremistas genocidas da Equipe Flare sempre causaram muitos problemas com suas ideias polêmicas sobre perfeição e beleza. Um monte de malucos.

— Ah, sim, aqui não temos sectários, só Ladrões organizados da velha guarda.
- Decretou, desligando os motores.
- Beleza, chegamos.
- Baixando os óculos.
- Você disse que seu namorado te recomendou viver aventuras. – Falou sugestivo.
- Se me deixar ter um reencontro com o Creep, posso te dar uma mão no que precisar, bonequinha.

- É que… minha amiga vai chegar em algumas horas e…

- Perfeito, então tenho tempo. Vamos nessa.
- Descendo da viatura, dessa vez, seguida pelo seu…
Growlithechamado Growly. A Serena ficou vermelha quando o caseiro, um velho gordinho rabugento que varria a entrada com umRaticateque ajudava ele com a pá, deu um olhar de suspeita. – Vim investigar um possível caso de cyberbullying, preciso acessar o computador dessa moça, não precisam se alarmar.
- Fique tranquila, senhorita, pode entrar. – Afastando-se.
- Oi, Serena, sinto muito ouvir isso.
- Não se preocupe, senhor Argus, não corro perigo. – Mentiu meio insegura se corria ou não perigo. Com aquela oficial não tinha muita segurança, menos ainda se somasse a dela.
HipnoTarado.

Assim que entrou no apartamento, a Jenny não perdeu tempo e correu pra se abraçar com o pokémon antigo dela, gritando de empolgação ao vê-lo (nem pediu licença pra entrar). Foi um reencontro bem emocionante, com olhos lacrimejando, giros e tudo.
Caralho, cê tá enorme, Creep! Passou de um metro e sessenta com certeza! HipnoContinuava tão inexpressivo quanto sempre, com aquele narigão e olhos semicerrados sinistros. Não entendia por que todas caíam de quatro por ele.Pókemon assédio".— Ela come muito bem, adora meus macarons, não é à toa que passou da média.
— Serena interveio, na esperança de que tudo ficasse só naquele abraço.

— Pobre Creep, ele não precisa de sobremesa, o que ele precisa é de outra coisa. Vem, esse sofá vai servir.

— Servir pra quê? Ah, céus, de novo não… — Serena bateu a palma na própria testa ao ver a oficial Jenny, abraçada no seu antigo Pokémon, se beijando. A loira abriu os dedos pra espiar como as línguas deles se encontravam, tanto pra fora quanto dentro da boca de Creep ou da Jenny. O que tinha de errado com as pokefílicas? Por que elas morriam de vontade de trepar com aquele macaco amarelo bizarro?

— Como eu sentia falta disso, não acredito que é proibido, malditos puritanos. — Resmungou, se desgrudando do Pokémon. — Vem, pirralha, vou te ensinar o necessário pra ele entrar na pokebola e ter sonhos doces.

— Acho que já sei quais são os métodos pra mandar ele dormir, e não tô gostando. — Recusou, cruzando os braços, mas sem conseguir desviar o olhar. A mulher da lei se ajoelhou entre as pernas do Pokémon psíquico. Growly observava, rebolando a bunda, e subiu no sofá sem saber que seria completamente ignorado.
Caralho, ela vai fazer isso, e na casa da minha amiga… eu nem fazia minhas necessidades com meus pokémon por perto e ela vai fazer… um dia eu joguei uma pedra no Pancham quando descobri que ele tava me espionando enquanto eu mijava- Desmancha-prazeres, às vezes você estica demais o seu teatrinho.menina bem— Disse ela, teimando em tratá-la como uma garotinha.
— Se vai ficar aí, então olha e observa. Isso aí, chega mais perto pra ver e, se se sentir segura, pode se juntar. Afinal, é seu Pokémon agora e um dia desses você vai ter que criar laços.

— A gente tem ideias bem diferentes do que são laços. Isso é doentio.

Parece que Creep não pensava igual. Assim que uma mão esfregou sua lâmpada dourada, um gênio cor de carne surgiu entre as pernas amarelas. Diferente dos homens, que tinham a clássica cobertura de pele fálica, o de Creep parecia liso e exposto, igual ao de certos animais. Serena achou nojento ele levar aquilo à boca, mas mesmo assim foi se aproximando cada vez mais pra ver crescer e sumir na boca da Jenny. Os dedos dela envolveram a base do pau, meio mole mas duro, deixando-o avermelhado de tanto apertar. Conforme o boquete avançava, dava pra ver ele mais ereto e com as veias inchadas.

— Vamos, Serena, me dá uma ajuda, pelo menos toca nele… — sugeriu de um jeito bem provocante enquanto desabotoava a camisa com uma mão e com a outra se masturbava. Parecia bem mole, como se tivesse dificuldade de manter ele duro.

— Vai ficar entre a gente, ok? — aceitou num tom de resignação, colocando a mão no primeiro membro viril de outra espécie. Era quente e macio, dava pra ver veias arroxeadas percorrendo ele como pequenos relâmpagos carnudos, e também estava todo babado por causa da oficial. — Desculpa, não me deixa sozinha com ele.

— Agora é problema seu, eu quero alimentar ele do meu jeito. — Com os peitos de fora, aproximou eles do rosto do
Hipnoe esfregou aquela buceta toda na cara dele, torcendo o nariz pros dois lados. — Isso, meu bebê, chupa, chupa fortemmmmSim, isso.esssssEla gemeu quando a boca libidinosa se agarrou aos seus mamilos para sugá-los, fazendo um som nojento. Nas mãos dela, o órgão reprodutor pulsava.
Já que a oficial estava ocupada ajoelhada no sofá, debruçada sobre o Creep, a Serena criou coragem e foi levando a língua até o pau, roçando ele com a pontinha.
Bom, não é muito diferente da glande do Alex, embora cheire muito mal, devem ser feitos do mesmo tipo de…De repente, Creep reagiu levando as mãos à cabeça da Serena, guiando ela pro pau dele, fazendo com que ela engolisse ele inteiro. O pau de um Pokémon, de um que ela achava nojento, descansava na boca dela como uma espada na bainha. Serena resistiu porque fedia, o cheiro e ainda mais o gosto, tentou se soltar apoiando as palmas nas pernas do Pokémon, mas a Jenny, num movimento rápido, algemou ela. Do nada, tão pegando a boca dela, as mãos daHipnoa conduziam ela pra frente e pra trás, frente e pra trás sem parar, endurecendo o pau dele aos poucos a cada mamada.

- Isso, isso, se deixa levar, vai ver que você vai gostar. – Jenny encorajou num sussurro. – Com o tempo você pode até ficar viciada nos jogos dele, ele tem um conhecimento muito vasto das fantasias humanas.

Talvez ele soubesse das fantasias humanas, mas ser dominada pelos cabelos, ter as mãos algemadas e a boca usada como uma buceta, e ainda por cima enfiarem um falo fedorento
Hipnoaté as cordas vocais, não era uma fantasia que ela compartilhava. Além disso, parecia não ter sentimentos. Os braços dele se moviam só pra servir à própria satisfação, agarrando ela com uma força sobre-humana, sentindo o pau dele, agora completamente duro, dar uma estocada tão forte na garganta dela que parecia querer sair pela nuca. Lá em cima, a cabeça dele deixava surgir uma língua ainda mais comprida que o nariz, pra esfregar ela como um tentáculo nos peitos e na boca da oficial. Cada parte do corpo dele parecia autônoma; era uma sorte que ele não tivesse quatro braços comoMachampDesculpa, não posso traduzir esse conteúdo.Não vou aguentar… não vou aguentar… o gosto é horrível, cheira a coisas fermentadas e carne crua…pensou, embora não fosse uma boa ideia pensar no gosto dele, só tinha esperança de que ele não gozasse na boca dela. Se o pau dele tinha aquele gosto, o que sairia dela devia ser ainda pior.

- Espera, espera, já chega, não gosto de ser dominada! - Perdendo a paciência, escapando do aperto opressor dele, cuspindo para o lado, terminando ao se soltar com o rosto batendo no pelo amarelo macio dele, talvez a única coisa agradável no corpo dele. - Se quer satisfação, vai ser do meu jeito. - Passando a língua por uma borda do membro até chegar na ponta, onde a enfiou no buraco dela, grande o bastante pro tamanho dele.
É a isso que Álex e Shauna se referem, pegar o Tauros pelos chifres. Beleza, chega de menina inocente e submissa, agora vou ser a outra Serena.Não quis admitir que a ideia de chupar um pokémon, acompanhada e ainda algemada, tinha injetado uma boa dose de adrenalina nela, comparável só à primeira vez que teve uma experiência sexual e tudo era novo, como se estivesse sob um novo tipo de hipnose que a deixava mais permissiva que uma novinha no backstage da banda favorita. Se não houvesse risco de prisão, talvez até pudesse curtir.

- Isso aí, toma a iniciativa, mostra pra ele como a nova dona gosta de fazer. - A policial a incentivou, vendo ela enfiar a cabeça de novo na boca e descer usando o pescoço pra balançar. Visto de cima, parecia que ela tava se curvando pra cumprimentar. - Se me dá licença, eu tenho outra tarefa, deixo ele todo pra você.

Growly, que tinha esperado a vez como um campeão, ganhou sua recompensa quando a policial abriu as pernas e ele pôde fuçar na buceta dela, saboreando a xota, enfiando o focinho até o fundo.
Slurp, surp, slurp, mmpf, slurp- Não acredito, você realmente treinou ele direitinho.MmmPode apostar que sim, ela conhece todos os truques, a gente se conhece muito bem. — Explicou acariciando o topete do seu companheiro quadrúpede.

— Me dá um pouco de aflição que ele ainda seja um Growlithe, achei que Arcanine fosse mais adequado pra esses atos.

— Prefiro ele portátil, é como um brinquedinho de prazer que posso levar sempre comigo pra qualquer lugar, é tipo um namorado de bolso.
HipnoEle se impacientou e puxou ela pelos cabelos mais uma vez, dessa vez, enfiando a boca dela nas bolas amarelas dele, como uma pessoa que não queria ser deixado de lado no meio da ação. O pelo dele era quase aveludado, um pouco mais curto que no resto do corpo, e as bolas, do tamanho de bolinhas de pingue-pongue. Serena se atreveu a lamber elas e, aos poucos, Creep soltou os cabelos dela, deixando ela agir no ritmo dela. Era verdade que ela aprendia os jeitos das treinadoras dela, aliás, trocaram olhares bem sugestivos. Aqueles olhos puxados quase pareciam atravessar a mente dela, e ela se perguntava se, assim como a Álex, ele a achava gostosa.

- Bom garoto, deixa eu fazer do meu jeito e vou considerar te satisfazer quando você precisar. - Ela apertou ele. A oficial também apertou o pokémon de fogo dela, não dando um biscoito de recompensa ou um tapinha amigável, mas sim deitando ele no sofá e dando um boquete no batom vermelho e latejante dele.
Mmm, que gostosa, adoro isso.
- Disse Jenny que pegava com as mãos e envolvia com força com os lábios, subindo e descendo por todo o pau canino dele até que emergisse por completo. Growly batia a pata no ar como aqueles cachorros que dormem e sonham que estão correndo. A expressão de satisfação no rosto dele era muito engraçada.

Vale mencionar que um dos motivos pelos quais Serena se deixou levar nessa voragem sexual tinha sido o último item da lista sugerida pelo Álex, talvez o mais difícil de completar.
Bom, esse último, se você fez todos os anteriores, vai ser o mais fácil, não importa a ordem, de qualquer jeito, é o que vai te dar mais experiência.

Dica final: solta a imaginação e faz algo que não esteja em nenhuma das dicas anteriores. Não precisa ser legal ou eu precisar ficar sabendo, você me entende. Experiência é experiência.
A pokefilia podia ser aquele tópico final, e embora ela gostasse de fazer as coisas de forma organizada, riscar a primeira e a última recomendação num dia só seria uma surpresa bem gostosa pro seu mentor sexual.

Trabalhando em equipe, quase sincronizadas, as duas satisfizeram seus pokémon oralmente sem frescura, sem nenhum tipo de vergonha. No caso da Jenny, que tinha uma experiência foda em pokefilia, ela também usava as mãos, massageando as bolinhas pequenas dos pokémon.
GrowlitheNo caso da Serena, ela fazia isso subindo e descendo tão rápido quanto seu pescoço dolorido permitia. Ela envolvia o tronco duro e cheio de veias e se deixava cair até o fim, fazendo a garganta doer a cada descida.
Até os sons que suas bocas pervertidas faziam eram quase idênticos:
Slurp, sluurp, ghk, sluarp, sppp…Uma mistura de ânsia de vômito com som de chupada digna de um pornô bem exagerado.

- Isso, vai, cospe tudo, cospe tudo, amor, isso aí… – Disse Jenny, que abriu a boca ao lado do pau, masturbou ele com frenesi até receber vários jatos de porra seguidos de uma chuva branca que espirrou pra todo lado, como água jorrando de uma fontinha.

Sem perder um segundo, a oficial pegou Serena pelos cabelos e deu nela o beijo mais carregado de luxúria e sabores obscenos da vida dela. Os lábios dela já tinham o bastante do gosto repulsivo do Hypno, e agora uma substância bem quente, grossa, azeda e com um leve toque picante inundava a boca dela. Ela tinha passado quase toda a porra da boca dela pra boca da Serena, beijando ela até que o beijo de língua enchesse a boca dela de saliva, tendo que engolir tudo, cuspe com porra de pokémon.
Então esse é o gosto da porra de pokémon macho... o sabor mais proibido, e agora tá tudo dentro de mimSerena pensou, achando que seria a cereja do bolo pecaminoso que aquele dia tinha sido.

Jenny, imparável como uma ninfomaníaca solta numa orgia, repetiu o boquete.
Hipnoenchendo a boca dela com o sêmen do pokémon psíquico de um jeito que as bochechas dela ficaram inchadas e, assim cheias, deixou cair o conteúdo seminal na boca de uma Serena passiva, caindo como uma cascata de queijo derretido, enchendo a boca dela, transbordando pra um lado, pro outro, pra baixo e até pra cima, no nariz. Serena tava certa, o gosto e o cheiro eram dez vezes mais nojentos que o pênis, ela nem tinha conhecimento suficiente pra descrever, era tipo um queijo misturado com porra velha, tudo batido num mictório.

Mesmo sendo tão forte assim, a excitação que sentia de ter a boca cheia daquela substância era inegável. Será que ela tinha virado uma putinha completa? Ou sempre foi? Como ela conseguia aguentar a boca cheia de sêmen de outra espécie e ainda pensar em engolir?

— Só falta um passo, não estraga tudo, você é uma garotinha corajosa, sei que consegue — A oficial fechou a boca dela, fazendo com que escorresse ainda mais no chão e na roupa, e dando um olhar de expectativa, sorriu ao ouvir o característico
Glup, glup, glup, glup…Aos poucos, ela foi bebendo.

Quando sentiu suas vontades fetichistas satisfeitas, apontou a pokebola para o Creep e, transformado num raio de luz, ele entrou na hora, fechando o acordo de cavalheiros: satisfação sexual em troca de lealdade.

— Muito bem, essa é a minha garota. — Ela a parabenizou, dando tapinhas nas bochechas dela. — Com licença, e o banheiro? Umas gotas caíram no meu cabelo… ah, e na minha camisa, droga, fiquei toda desgraçada.

Serena não podia acreditar: estava ajoelhada, algemada e, ainda por cima, com a roupa e o rosto cheios de porra fedida de espécie diferente, e era ela que reclamava por umas gotinhas. Já Serena sentia que aquilo tinha impregnado cada papila gustativa de forma permanente e que teria que aprender a conviver com aquele gosto.

— Primeira porta no corredor. — Disse ela, resmungona. — E tira essas merdas de mim.

— Não faz essa cara, amor, você tá linda. — Disse apertando as bochechas dela mais uma vez e passando a língua para limpar uma linha de sêmen. — Mas lamento te informar que a porra do Creep não sai da roupa, foi mal.

Quando Jenny estava no banheiro e Serena assimilava a loucura que tinha feito, a porta do apartamento se abriu.

— Oi! Consegui sair mais cedo, olha quem chegou! — Saudou Shauna, pendurando as chaves no gancho da parede e a jaqueta no cabide. — Lembra do Trevor e do Tierno? Eles estão de visita e…

— Oi… — Disse Serena, sentindo como se tivesse levado um tiro na cabeça ao se ver naquela situação: algemada, banhada em porra coalhada e ao lado de um
Growlithelambendo a ereção dele.


Continua


Desculpe nao posso traduzir es

Valeu por ler! Se sentiram que a intensidade foi de 1 a 1000, não se preocupem, pretendo variar nas intensidades, acho que essa história dá pra muitos tipos de situações, se expandindo pra diferentes práticas sexuais 😉

Se gostaram, sejam bonzinhos e me mostrem seu apoio
pontuandoecomentandoPessoal, não sejam mão de vaca e não mandem só pra favoritos, por favor. Escrever contos não é coisa de uma hora e vocês têm isso aí.grátisSe não gostou, claro que entendo que não deem pontos ou comentários.
Respondo perguntas e ouço sugestões. Tenho planos de que outras pokegirls apareçam mais pra frente, mais conhecidas, principalmente ;)


Capítulos anteriores:
A Serena gosta de mais velhos. Parte 1:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3601156/A-Serena-Le-Gustan-Mayores-Fanfic-de-Pokemon-resubido.htmlA Serena gosta de mais velhos. Parte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3715160/A-Serena-Le-Gustan-Mayores-Parte-2-Fanfic-de-Pokemon.html#comment-176008A Serena gosta de mais velhos. Parte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/3730867/A-Serena-Le-Gustan-Mayores-Parte-3-Fanfic-de-Pokemon.htmlA Serena gosta dos mais velhos. Parte 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/3758350/A-Serena-Le-Gustan-Mayores-Parte-4-Fanfic-de-Pokemon.htmlA Serena gosta de mais velhos. Parte 5:http://www.poringa.net/posts/relatos/3769535/A-Serena-Le-Gustan-Mayores-Parte-5-Fanfic-de-Pokemon.htmlA Serena gosta dos mais velhos. Parte 6:http://www.poringa.net/posts/relatos/3779280/A-Serena-Le-Gustan-Mayores-Parte-6-Fanfic-de-Pokemon.html



2 comentários - Serena Adora Mais Velhos: Parte 7 (Fanfic Pokémon)

TF850 +1
Oh Dios! Definitivamente te has superado con este! Aunque he visto uno o dos errores de ortografía. Jajaja "orto"grafía.
Gracias! jaja deben ser por las prisas, no queria perder la inspiracion
Muy bueno 😵😵😵
Deje de acosharme uwu jaja gracias por los puntos y coments!