Me chamo Jairo, moro em Tijuana e tenho 21 anos agora. O que vou contar aconteceu há 4 anos, ou seja, quando eu tinha 17. Meu melhor amigo na época era Leonardo, ou Leo para os amigos. Ele era dois anos mais velho, tinha 19, um cara mais forte que eu e que eu considerava meu protetor, porque mais de uma vez ele me tirou das enrascadas em que eu me metia com tanta frequência. Minha pobre mãe tinha que ir toda hora na escola onde eu estudava falar com o psicólogo, e ele explicava qual era a minha situação e que meu comportamento problemático, de me meter em brigas e tirar notas ruins, era principalmente porque meus pais tinham acabado de se divorciar. Mamãe e eu passamos muito mal, porque papai nos abandonou pra ir embora com outra mulher. Minha mãe achava que era porque ela não era mais atraente e chorava sem parar por causa disso. Nas minhas conversas com Leo, eu expliquei quais eram as preocupações dela, e ele me dizia que não entendia, porque achava minha mãe muito bonita e que ela era uma gostosa. Se outro cara tivesse dito que minha mãe "era uma gostosa", talvez eu tivesse dado um soco nele, mas Leo era meu amigo e eu sempre confiava nele. Além disso, ele era tão bom com as garotas que eu não entendia por que ele ia reparar na minha mãe, que no fim das contas já tinha 39 anos. Leo tinha tanto sucesso com as garotas da idade dele que podia se dar ao luxo de fazer coisas como naquela noite de sábado que ainda lembro. Leo pegou o carro do pai dele e nós dois fomos atrás da Fabíola, a namorada que ele tinha na época. Meu amigo tinha me ensinado a dirigir e me pediu pra guiar por bairros onde não tivesse muita vigilância enquanto ele subia no banco de trás com a Fabíola pra ver se pegava ela de jeito, porque a mina, pra ter só dezesseis anos, era uma gostosa de explodir. Demos umas voltas e eu vi pelo retrovisor eles se beijando e se apalpando, o que me deixou bem excitado; logo Leo quis abaixar a calcinha da Fabíola, mas ela se recusou a continuar com aquele jogo e muito menos na minha presença, porque eu parecia um idiota e um tarado pra ela. Ouvir aquilo me entristeceu, e o Leonardo ficou puto com ela, gritando quase que eu era amigo dele e não merecia aquele tratamento. Então o Léo decidiu que a gente levasse ela pra casa dela. Quando paramos na entrada da rua onde a Fabíola morava, vimos que a Mirian, a irmã mais velha da Fabíola, e outra amiga dela, uma tal de Estela, estavam lá, além dos respectivos namorados delas, uns caras que nem eu nem o Léo gostávamos. Quando a Fabíola desceu do carro, ela tava quase chorando depois do que tinha rolado um tempo antes entre ela e o Léo. A Mirian, a irmã dela, viu e veio até nós perguntar o que a gente tinha feito com a Fabíola. O Léo disse que não tinha acontecido nada, e a Mirian não acreditou. Depois o Léo falou que era uma história longa pra contar o que tinha rolado, e a Mirian respondeu que tinha a noite toda pra ouvir, então o Léo sugeriu conversar dentro do carro, longe dali, mas ela não achou boa ideia ir sozinha, então chamou o namorado dela, o que o Léo também não gostou, e disse que a amiga Estela podia ir ou então ninguém. A Mirian aceitou e chamou a Estela, que topou; as duas entraram no carro atrás com o Léo, dizendo pros namorados delas que voltariam em menos de meia hora. Os caras ficaram com cara de putos. A gente partiu e meu amigo sugeriu, já que eu ainda tava dirigindo enquanto ele ia sentado atrás entre as duas minas, que eu fosse pro "Paraíso" (um parque enorme e vazio onde a gente podia ficar de boa). A Mirian e a Estela não sabiam onde era aquilo, então não puderam reclamar nada. Quando o Léo me mandou ir pra aquele lugar, já imaginei quais eram as intenções dele, mas fiquei mudo de espanto quando vi o que ele foi capaz de conseguir. Durante o trajeto no carro, o Léo não contou pra Mirian nada mais, nada menos que a verdade do que tinha rolado com a Fabíola. Que se ele quisesse... ficar com ela, e a garota recusou na minha presença, etc, etc. Além disso, Leo disse que se Fabiola continuasse nessa de nunca querer ficar, ele não teria outra escolha a não ser largá-la, e Mirian respondeu que ele não fizesse isso, porque a irmã dela ia ficar muito deprimida. Meu amigo reclamou que naquela noite ele tava com muita vontade de transar e Fabiola negou só porque eu tava ali. Nisso, chegamos naquele parque escuro e vazio. Mirian entendeu a situação e propôs o seguinte acordo pro Leo: ela ia satisfazer ele em troca de ele não largar a irmã dela. Leo aceitou, mas colocou outra condição; Mirian olhou pra ele com uma cara de interrogação, e Leo apontou com o olhar pra Estela. Sua amiga – disse Leo – tem que ficar com meu amigo. Eu fiquei empolgado com a ideia, mas Estela, que era uma loira de olhos azuis e tava uma delícia, recusou dizendo que eu era só um pivete. Eu fiquei triste, porque ninguém ali tinha mais de três anos que eu. Leo disse então que se o problema era esse, a solução seria Estela ficar também com ele; ou seja, as duas com Leo e ainda na minha presença. As duas garotas acabaram convencidas. Assim era o Leo. Lá estava ele no banco de trás do carro com uma gata de cada lado, cada uma mais gostosa que a outra; Estela, a loira esbelta dos peitos pontudos e corpo de deusa, e Mirian, morena exótica de peitões enormes e a melhor raba. As duas prontas pra cumprir a parte delas no acordo, o que com o Leo como amante não ia ser o menor sacrifício. Logo apareceu a piroca dura do meu amigo entre as mãos delicadas da Estela, que tava morrendo de vontade de acariciar aquele trambolho enorme, enquanto Mirian beijava ele na boca e colocava os peitos à disposição do cara. Em poucos segundos, as garotas abaixaram as calcinhas e mostraram suas rachinhas de pouco pelo pubiano, tudo pro deleite dos meus olhos e o prazer total do Leo, que acariciou e lambeu tudo o que quis. A própria Mirian sugeriu que eu me tocasse se quisesse uma punheta. e igualmente me animaram Estela e Leo, que pegou as minas pela cabeça e levou as duas pra chupar a rola dele, e elas tinham que fazer muito bem, porque ele se contorcia de tesão no banco de trás do carro. Não demorou pra gozar. Não tinha dúvida de que as minas eram umas putas experientes, porque espremeram ele até o talo. Pouco depois eu mesmo tava gozando. Leo pediu pra elas esperarem porque queria meter a rola na buceta de pelo menos uma delas. Mirian e Estela riram, dizendo que isso era coisa só pros namorados delas. — Que putas vocês são! — falou Leo. E ficou por isso, as duas beijaram meu amigo na boca lembrando qual era o trato e recomendando que ele não reclamasse, porque outros, como eu, tinham que se contentar com menos. Leo e eu batemos um papo depois. Ele reclamava amargamente que não conseguia foder nenhuma, que era só carícia, punheta e nada mais. Eu falei pra ele olhar pra mim, que eu ainda pegava menos. Nós dois demos boas risadas com aquilo. Depois, entre risadas, ele disse que já que a gente tinha visto a rola um do outro naquela situação, podíamos um dia ver um bom filme pornô em casa e bater uma cada um. Achei uma ideia excelente e propus que fôssemos no dia seguinte pra minha casa, já que de tarde minha mãe ia sair. Era uma tarde de domingo e lá estávamos eu e Leo na minha casa, cada um sentado numa ponta do sofá, porque éramos tão jovens que achávamos que se os homens se roçassem entre si se contaminavam, mas batendo uma cada um de boa, suave. A verdade é que a rola do Leo era enorme e ele se gabava disso. O enredo do filme era que um homem surpreendia a mulher dele fodendo com o melhor amigo e, depois de algumas dúvidas, tensão e excitação, finalmente se animava a formar um trisal com eles, coisa que o amigo e a mulher recebiam com muito entusiasmo. Leo e eu conversávamos se seríamos capazes um dia de compartilhar nossas mulheres; ele dizia que Sim, e eu, que admirava tudo nela, também concordei. A gente riu, falou sobre tudo aquilo e se distraiu tanto que nem percebemos que minha mãe tinha se plantado bem atrás da gente. Provavelmente ficou observando e ouvindo o quanto quis. E vendo o filme pornô e a gente com a pica na mão, não sei o que ela pode ter imaginado e pensado. Não notamos a presença dela até que ela pigarreou. Eu dei um pulo e subi as calças na hora, o Leo não fez o mesmo, ele ficou imóvel como uma pedra e com a pica... pois é, dura como pedra. Quis me desculpar com a mãe, mas ela, em silêncio, fez um gesto como quem diz que não era nada. Enquanto isso, as imagens do pornô mostravam uma mulher que gozava como uma louca com as picas de dois caras. Minha mãe sentou entre a gente, nos olhando com uma cara entre compreensão e pena; disse que entendia as frustrações sexuais dos adolescentes e que aquilo que a gente fazia era normal. De vez em quando, olhava pra tela, até que resolveu falar, entre brincadeira e sério, que algumas tinham tanta sorte que tinham dois homens e outras nenhum, se referindo a ela. Pensei que a mãe se sentia mal, pouco atraente e pouco desejada só porque meu pai tinha largado ela por outra. Depois pensei na frustração do Leo, cujo sonho era meter a pica numa buceta e experimentar um coito, e finalmente tive pena de mim mesmo, porque eu só queria poder acariciar o corpo inteiro de uma mulher e que ela me acariciasse também. Ou seja, três seres de carne e osso tristes por não realizar seus desejos. Mamãe tirou os sapatos e ficou sentada entre a gente. Eu me sentia meio sem graça, mas, igual ao Leo, fiquei imóvel. Aquelas três pessoas na TV transavam como loucos, e mamãe sugeriu que a gente continuasse se divertindo do mesmo jeito que antes dela aparecer, senão ela teria que ir embora de novo, coisa que não queria, porque admitiu que também estava a fim. queria curtir aquelas imagens. Aquilo me pareceu incrível na minha mãe, mas de certo modo eu a entendi. Leo não se fez de rogado na hora de recomeçar a punheta, eu demorei mais pra conseguir, mas no fim também bati uma. Ainda não entendo como meu amigo se decidiu a perguntar pra minha mãe se as mulheres não recorriam à siririca com frequência, já que a gente curtia daquele jeito, por que ela não. Minha mãe disse pro Leo que ele tinha toda razão e, sem mais nem menos, arregaçou a saia e enfiou os dedos por baixo da calcinha pra se dar prazer no clitóris e na racha. No começo meio sem graça, mas lá estávamos nós três batendo uma sem nenhum pudor, felizes do nosso jeito, olhando pra TV e nos olhando uns pros outros. Leo disse pra minha mãe que, já que nossas picas estavam à mostra, por que ela não mostrava algo dela. Minha mãe olhou pra mim e eu falei que era justo. Mamãe não só tirou a calcinha e mostrou a buceta molhada coberta por uma moita grossa de pelos, como também desabotoou a camisa e o sutiã, deixando à mostra os peitos sensacionais dela, que na hora prenderam nossa atenção. — Porra, que gostosa a sua mãe! — exclamou o Leo. Mamãe ficou doida ao ouvir aquele elogio enorme. — Sério? — ela mesma perguntou. — Sério — ele disse. De repente eu perguntei: — Você comia ela, Leo? Mamãe tremeu ao ouvir eu propor aquilo pra um amigo. Leo disse que, se ela e eu concordássemos, ele faria. Minha mãe já estava tão excitada e no fogo que nem precisou dar nenhuma aprovação. Leo se jogou pra chupar os peitos dela. Minha mãe disse que na minha presença ela ficava com vergonha, mas Leo respondeu que não tinha mais volta e que todos estávamos no mesmo barco. Agradeci aquele gesto de lealdade do meu amigo. — Come a minha mãe, meu amigo! Vocês são tudo que tenho na vida! Por que não ver vocês dois se divertindo juntos? Enquanto eu falava isso, eles já tinham montado um sessenta e nove. e nove no sofá inteiro; os dois curtiam e gemiam enquanto eu batia uma no meu pau. Mamãe não parava de elogiar o tamanhão do pau do Leo. Quero foder! – ele dizia. Você vai fazer comigo – exclamava minha mãe entre convulsões de prazer. Jogou minha mãe no chão e colocou ela de quatro. Ia meter por trás, mas meu amigo Leo ainda guardava uma surpresa pra mim. Tá afim de um boquete? – ele me perguntou. Sim, – eu disse. Então sua mãe vai te chupar – Leo me anunciou. Tá dizendo que eu tenho que chupar o pau do meu filho? – perguntou mamãe. Isso mesmo – Leo disse pra ela – ele merece isso tanto quanto a gente. Então todos íamos experimentar algo novo. Minha mãe se ajoelhou de quatro no chão apoiada nas minhas pernas abertas, já que eu tava sentado no sofá. Atrás dela, Leo se posicionou e, de uma só enfiada, como se tivesse feito isso a vida inteira, meteu em mamãe por trás. Ela demorou um pouco mais pra se decidir a me chupar, mas no fim fez. Nem preciso dizer que, como minha mãe fez aquilo maravilhosamente bem e eu era inexperiente, não demorei pra gozar na boca dela. Leo também não demorou pra gozar na buceta daquela amante maravilhosa que surgiu pra gente naquela tarde. Ou melhor, naquela noite, porque depois de nos recuperarmos dos orgasmos, não quisemos que aquilo parasse numa simples anedota e continuamos nossas brincadeiras, já sem nenhum limite. E digo sem nenhum limite porque no fim convencemos mamãe de que eu também tinha que penetrar ela, como fiz pra glória e prazer do nosso trio. Vendo o filme pornô, observamos como aqueles homens faziam um sanduíche com a mulher e resolvemos fazer o mesmo. Leo teve o privilégio, e em algo sua hierarquia tinha que se notar, de ser quem meteu em mamãe pelo cu, que ele quase destruiu, mas com o consentimento e prazer dela. Eu meti na buceta dela, e os três gozamos juntos. Fodemos tudo quanto tivemos vontade, até nos fartar, e planejando outra. farra pra outra noite.
1 comentários - Minha mãe puta e meu amigo Léo