Faz um tempo, conheci a Brisa, uma mina magrinha, pele branca, olhão e uma voz doce, tipo de professora de jardim de infância. Tinha umas pintinhas bem chamativas debaixo do nariz e nos lábios, não tinha muito peito nem muita bunda, cabelo castanho que vivia solto, e uma boquinha linda de dar ordens, como eu adorava. Tudo começou com uma resenha da turma toda. Eu tava afim de uma mina, amiga da Brisa, e naquele dia resolvi me declarar. Falei, e obviamente tomei um fora. Passei tanto tempo correndo atrás, me esforçando, mas fazer o quê. Naquela noite teve uma festa e eu não tava no clima, então fui pra um quarto dormir, ficava vendo Facebook e Instagram. Uma hora e meia depois, bateram na porta. Era a Brisa, toda doida e animada na festa. Ela pediu pra eu abrir a porta pra ela descansar um pouco e depois continuar bebendo. Eu deixei. A Brisa tinha a minha idade, 16 anos, e o corpo dela era um dos mais desejados. Naquela noite, ela tava vestida com uma minissaia meio transparente e uma fio dental branca com detalhes verde-água. Tava com um tênis vermelho e meia soquete. Em cima, um top preto que marcava os peitinhos e um coletinho jeans curto. Os lábios pintados e borrados, cara de sono, cheiro de vinho e do perfume dela, Kaikak. Eu fiquei de um lado da cama e ela do outro. Descansamos uns 5 minutos, e aí veio aquele silêncio constrangedor que ela quebrou. "Ainda tá triste?" ela perguntou. "Mais ou menos, mas já tô acostumado", respondi. "Minha amiga é uma falsa, depois fica chorando porque não tem ninguém pra transar ou pegar, muito idiota", ela disse. "Não devia falar assim da sua amiga, ainda mais que vocês tão sempre juntas e tal..." eu falei. "Eu sou melhor que ela, em todos os sentidos, querido", ela respondeu. "Imagino que sim, todos os caras te cercam, Brisa, além de você ser muito gostosa", eu disse. "Isso é muito fofo da sua parte, mas vamos ser sinceros, sou gostosa sim, mas bem vadia, muito tarada. Quer saber o quanto?" Continua...
Faz um tempo, conheci a Brisa, uma mina magrinha, pele branca, olhão e uma voz doce, tipo de professora de jardim de infância. Tinha umas pintinhas bem chamativas debaixo do nariz e nos lábios, não tinha muito peito nem muita bunda, cabelo castanho que vivia solto, e uma boquinha linda de dar ordens, como eu adorava. Tudo começou com uma resenha da turma toda. Eu tava afim de uma mina, amiga da Brisa, e naquele dia resolvi me declarar. Falei, e obviamente tomei um fora. Passei tanto tempo correndo atrás, me esforçando, mas fazer o quê. Naquela noite teve uma festa e eu não tava no clima, então fui pra um quarto dormir, ficava vendo Facebook e Instagram. Uma hora e meia depois, bateram na porta. Era a Brisa, toda doida e animada na festa. Ela pediu pra eu abrir a porta pra ela descansar um pouco e depois continuar bebendo. Eu deixei. A Brisa tinha a minha idade, 16 anos, e o corpo dela era um dos mais desejados. Naquela noite, ela tava vestida com uma minissaia meio transparente e uma fio dental branca com detalhes verde-água. Tava com um tênis vermelho e meia soquete. Em cima, um top preto que marcava os peitinhos e um coletinho jeans curto. Os lábios pintados e borrados, cara de sono, cheiro de vinho e do perfume dela, Kaikak. Eu fiquei de um lado da cama e ela do outro. Descansamos uns 5 minutos, e aí veio aquele silêncio constrangedor que ela quebrou. "Ainda tá triste?" ela perguntou. "Mais ou menos, mas já tô acostumado", respondi. "Minha amiga é uma falsa, depois fica chorando porque não tem ninguém pra transar ou pegar, muito idiota", ela disse. "Não devia falar assim da sua amiga, ainda mais que vocês tão sempre juntas e tal..." eu falei. "Eu sou melhor que ela, em todos os sentidos, querido", ela respondeu. "Imagino que sim, todos os caras te cercam, Brisa, além de você ser muito gostosa", eu disse. "Isso é muito fofo da sua parte, mas vamos ser sinceros, sou gostosa sim, mas bem vadia, muito tarada. Quer saber o quanto?" Continua...
0 comentários - Brisa,un amor posible solo con las manos. Parte 1