Me excita ver meu patrão comendo

Me excita ver meu patrão comendo alguém!!!Eu era empregada de um alto executivo de um banco e logo descobri que ele era um mulherengo sem jeito. Todo fim de semana ele trazia uma mulher diferente pro apartamento dele, e ele não se esforçava nem um pouco pra eu não ver — pelo contrário, ele até gostava.


Meu nome é Esperança, sou de um povoado de Michoacán e vim pra Cidade do México tentar a sorte. Arranjei emprego de empregada doméstica com esse senhor.


Naquele dia, era por volta das 7:00 da noite, trouxe uma loira gostosa, uns olhos azuis divinos.
O patrão, assim vou chamá-lo, me pediu gelos. Na hora de entregar, me despedi e vi como ela ia abaixando o zíper da calça dele e jogou os gelos pra dentro.


O patrão, sem mais, pegou ela pela cintura, virou ela e, dando um tapa forte na bunda, levantou a saia dela e deixou aquelas nádegas carnudas à vista dos meus olhos. Começou a puxar o vestido dela pela parte de cima e começou a chupar os mamilos dela com gula. Eu ainda era virgem, e aqueles encontros despertavam em mim algo que eu não entendia...


Ela num piscar de olhos pegou no pau dele e começou a meter na boca dela. Eu me perguntava qual seria o gosto, já que ela chupava como se fosse um doce.


Meu patrão foi descendo até chegar na barriga dela, depois usou dois dedos e enfiou na caverna daquela loira que tava morrendo de vontade de ser penetrada...


Meu patrão já era um homem maduro, perto dos 40 anos, pele branca, cabelo castanho, bem bonitão.


Eu não conseguia tirar os olhos daquela loira, ela era exuberante e realmente linda. Consegui ver o cuzinho dela limpinho, rosado e, principalmente, a buceta dela, toda depilada também. Meu patrão estava chupando até saborear aquele mel que saía da gruta da loira. Ele não parava de chupar, por mais que ela pedisse pra ele meter logo, que tava morrendo de vontade de sentir ele dentro dela.


Coloquei ela de quatro e, bem na hora que ia meter com força, lembrei que meu namorado Renato tava me esperando no parque.


Saí apressada e meio trêmula por aquilo que eu não conhecia e que agora era tesão...


Cheguei e peguei no volume dele, e ele entendeu, mas longe de me excitar, ele meteu a mão na bruta. Deixei ele continuar e ele enfiou dois dedos na minha buceta virgem e tirou eles cheios de sangue.


Eu quis parar ele, mas já era tarde. Ele enfiou o pau na loucura e acabou me molhando toda por dentro com o leite dele...


A partir daquele dia, entendi menos ainda o sexo. Não sentia nada de bom, mas por que as mulheres que meu patrão traz pra casa gemem tanto?


Essas palavras eu teria que engolir, porque engravidei do Renato.


Não vou recuar, mas desde que casamos ele não me tocava e, quando fazia, era só pra descarregar as vontades dele em mim...


Uma tarde em que meu patrão avisou que chegaria tarde no apartamento, tomei a liberdade de pegar uma das garrafinhas de vinho fino que ele tinha na adega. Sentei no sofá e comecei a beber o vinho. Uma série de imagens passava pela minha cabeça, todas do meu patrão me comendo. No quarto copo, já me sentia tonta e com tesão, e comecei, pela primeira vez na vida, a me masturbar. Só tinha meu patrão na cabeça e o pau dele. Apertava meus mamilos e tocava minha buceta de um jeito descontrolado.


Tava precisando de um macho e de uma boa rola que me atravessasse naquela hora. Tava tão concentrada no meu prazer que nem percebi que meu patrão chegou. Sem perceber, já não tava mais com meu vestido de empregada, meus peitos estavam de fora e minha buceta no ar, com meu patrão me olhando.


-Eu: patrão, me desculpe, o que o senhor vai pensar de mim.
-Patrão: não, Esperanza, não se preocupa, adorei ver o quanto você é fogosa e tá muito gostosa. A única coisa que acho é que você precisa disso...


Fiquei paralisada como se ela estivesse apontando uma arma pra mim, peguei ela com minhas mãos.


-Eu: Essa aqui enche minha boca toda...


Sabia o que o meu patrão gostava e ia satisfazê-lo em tudo, enfiei tudo na minha boca, entrava e saía inteiro com o tamanho que tinha, mas não me importava, sentia que ia me engasgar, mas não ia deixar essa oportunidade passar.


Me avisou que ia gozar e não deixei ele tirar o pau da minha boca. Engoli até a última gota pra ele não pensar que eu tinha nojo.
Num instante, ela se afastou de mim.


— Patrão, eu não sou igual às mulheres que o senhor traz.
-Patrão: não se preocupa, Esperança. De tanto comer caviar, às vezes enche o saco e dá vontade de outras coisas. Você se comportou muito bem e vou te recompensar.
-Eu: Então come de mim tudo o que quiser.


Não precisava ter dito nada, porque nessa altura já tava devorando meu botãozinho tenro que parecia ter vida própria, pulsava de um jeito tão gostoso que não demorei pra explodir e sentir pela primeira vez um orgasmo tão delicioso. Ele não ligou, continuou e continuou até eu gozar de novo.


Se separou e se colocou por cima de mim, mas longe de me penetrar, roçava com a pica dele os meus lábios da buceta que já estavam rosadinhos de tanta fricção. A manha dele deu bom resultado, porque eu gozei de novo, agora montada nele.


- Eu: Patrão, tô cansada, mas se eu não sentir essa pica gostosa dentro de mim, vou me arrepender a vida toda.
- patrão: não se preocupa, gatinha, vem pegar o que é teu.


Sem me avisar, enfiou tudo de uma vez. Meu corpo inteiro tremeu, era uma delícia. Ele me segurava pela cintura e eu ia ao encontro dele com muita vontade.


Não soube quanto tempo a gente durou transando, só ouvia o estalo de pele com pele.
Ela parou por um momento, pensei comigo: já acabou.


Não soresa, me virei agora fiquei de frente pra ele e ele continuou me penetrando, não soube quantas vezes gozei, perdi a conta...


Pensei que já sabia de tudo, minha bela buceta estava toda molhada, meus fluidos escorriam até os joelhos.


O patrão me tirou de cima dele e mandou eu ficar de quatro.


- Eu: Mas patrão, nunca me comeram a bunda.
-Patrão: eu sei, isso é uma ocasião única e, se não se repetir, quero que você lembre disso pra sempre.


-Eu: Mas patrão, o que cê vai fazer, por que tá babando toda a minha bunda...


Antes de terminar a frase, ele enfiou o pau até a metade. Meus sentidos embotaram, minha visão ficou turva, mas uma força maior que eu me fez aproximar minha bunda pra ele meter gostoso. Ele só sorriu e enfiou o que faltava. Eu sentia que ia morrer, mas não de dor, e sim de prazer. Gozei de novo, e esse orgasmo fez minhas pernas bambearam, mas não parei de rebolar. Senti o corpo dele todo se contrair e ele terminou inundando meu cu inteiro com o leite morno dele, enquanto eu tinha um orgasmo gostoso...

Passaram uns três dias sem a gente mencionar nada, até que uma noite me aproximei e perguntei:
– Eu: Patrão, vai jantar caviar ou alguma outra coisa?
– Patrão: Não, Esperança. Hoje tô com vontade de uns feijões bem gostosos.

E foi assim que percebi que transar por transar não tem graça, mas meu patrão sabe mesmo como fazer...

Fim

  

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