O verdadeiro amor da minha vida 3

A tarde/noite pareceu eterna, já queria chegar em casa pra ver o que ia rolar com a minha mãe. A reunião acabou, eu e minha mulher aproveitamos aquele último momento pra nos despedir de todo mundo e fomos pra casa dos meus pais. Quando chegamos, meu pai pediu pra mim e pra minha mulher irmos pra sala, que queria falar com a gente. O que ele fez foi dar um sermão pra gente se cuidar e se apoiar mutuamente na Espanha, e que qualquer coisa que precisássemos por causa do bebê, era só avisar. Minha mãe tava lá ouvindo a conversa e os olhos dela encheram d'água. A gente se despediu de novo, os quatro, com abraços, e a Estefani disse pra gente tomar o último gole e dormir, porque amanhã a gente tinha que ir descansado. Aí meu pai falou que ela tinha razão.

Estefani: Vamos dormir, love, temos que descansar.
Meu pai: É, vamos dormir! Mulher, vem, vamos embora.

Quando meu pai falou isso, eu me assustei, porque pensei que minha mãe ia embora e não ia dar uma olhada no "problema" que tinha aparecido na minha pica.

Minha mãe: Já vou, José. Vou ficar mais um pouco aqui com o Alejandro, porque quero falar uma coisa com ele.
Meu pai: Tá bom, eu vou dormir, tô muito cansado.

Minha mulher me pediu pra acompanhar ela até o quarto e depois descer pra falar com a minha mãe. Eu me espichei na varanda da sala e falei pra minha mãe esperar um pouco, que ia esperar a Estefani dormir. Ela disse que tudo bem, que ia aproveitar pra trocar aquela roupa desconfortável que tava usando. Enquanto eu esperava minha mulher pegar no sono, ficava pensando no que ia rolar com a minha mãe em alguns minutos e qual seria o meu segundo plano pra avançar mais com ela. A Estefani dormiu, e quando desci pra sala, minha mãe já tava me esperando vestida mais ou menos assim.O verdadeiro amor da minha vida 3O coração tava saindo pela boca, sentei do lado dela e ela começou a falar que ia sentir minha falta, que praticamente a alma dela ia pra Espanha e o corpo ficava na Colômbia, me abraçou e começou a chorar. Eu abracei ela com muito amor e carinho, passei a mão nas costas dela toda e parei na cintura. O cheiro dela me encantava, cheirava como uma deusa. Aquele momento foi único, estar com minha mãe na sala abraçados, super carinhosos, a pica tava dura que nem pedra.

Minha mãe: Vou sentir sua falta, meu amor.
Eu: E eu a sua, mãe. Te amo.
Minha mãe: Também te amo, filho.

Eu afastei ela, sequei as lágrimas e dei um beijo na bochecha dela com todo meu amor e a vontade que tava de comer ela.

Eu: Não chora mais, mãe, porque vai me fazer chorar também, haha.
Minha mãe: Tem razão, bebê. Não vou chorar mais, mas sabe que quando você tiver lá, vai me escrever todo dia, né?
Eu: Claro que sim, mãe.
Minha mãe: Jura, Alejandro.
Eu: Juro, mamãe.
Minha mãe: Tá bom, vou acreditar.

De uma vez, falei do meu "problema" na pica, que ela desse uma olhada, que eu precisava ir descansar. Aí ela falou:

Minha mãe: Ah, é verdade, filho, por isso estamos aqui. Levanta e me mostra.

Eu tava com a pica duríssima. O fato de que ia mostrar pra minha mãe sentada ali no meio da sala me deixava igual um cavalo no cio. Eu ainda tava de calça e dava pra ver claramente a pica. Meu plano era mostrar a pica semi-dura pra minha mãe e depois fazer ou falar algo pra ela fazer ela ficar dura, pra ela ver que a "pepita" no meio das minhas bolas e do pau incha mais quando eu tenho uma ereção. Mas não dava pra evitar, tava dura que nem pedra. Pedi pra ela fazer o favor de desabotoar minha calça, mas ela disse que não, que eu fizesse. Tirei a pica pra fora e deixei a poucos centímetros do rosto dela. Minha mãe ficou vermelha e ficou olhando por uns 10 segundos sem falar nada, até que reagiu e disse:

Minha mãe: Uau, filho, por que você tá assim?
Eu: Como assim?
Minha mãe: Ela tava nervosa e começou a olhar pra escada pra ver se não vinha ninguém, e eu falei pra ela ficar tranquila que eu ia ficar de olho pra ninguém descer, porque eu tava de frente pra escada. Minha mãe: "Assim... cê sabe..." Eu me fiz de bobo, queria que ela me falasse. Eu: "Como, mãe?" Minha mãe: "Assim, duro." Eu: "Lembra que te falei que toda vez que tenho uma mulher gostosa na minha frente, fica assim?" Dessa vez falei sério, sem rir, e olhei nos olhos dela com segundas intenções. Minha mãe não soube o que me responder, ela sabia que eu tava tentando seduzir ela porque eu sabia que ela queria transar pelo que ela me contava do meu pai, e minha mãe não é boba, né, mas naquele momento ela se fez de tonta e me disse: Minha mãe: "Bom, deixa eu ver onde é que cê tem esse probleminha." Eu: "Aqui, mãe, em cima das minhas bolas." Minha mãe: "Não tô vendo nada, deixa eu pegar meus óculos." Eu tinha uma pepa nas minhas bolas, mas era tipo um cravo, sei lá, não era muito grande, e eu falei pra ela chegar mais perto pra ver melhor, e ela disse: Minha mãe: "Ah, sim, tô vendo aqui, mas não parece grave, filho, acho que é um cravo." Eu: "Sei não, mãe, mas tá doendo demais, ainda mais que ela tá dura, e tudo por sua culpa." Minha mãe: "E por que minha culpa?" Eu: "Por ser tão gostosa." Minha mãe já tava nervosa, e com as coisas que eu falava, ela já nem conseguia falar direito. Minha mãe: "Ai, Alejandro, que coisas você fala." Ela tava vermelha de vergonha. Eu: "Mãe, mas tá doendo muito, será que cê pode passar a mão?" Minha mãe: "O quê? Cê tá louco?" Eu: "Por favor, mãe." Fiquei uns 5 minutos insistindo pra ela passar a mão na minha rola, quando de repente um barulho na escada nos assustou, mas não era nada, e ela virou pra trás pra ver o que era. Aí aproveitei pra chegar mais perto, pra quando ela virasse de novo, esbarrar na minha rola. E foi o que aconteceu, passei a rola no rosto todo da minha mãe. Ela ficou mil vezes mais nervosa, fez movimentos bruscos, e numa dessas a rola quase furou o olho dela, e ela disse: Minha mãe: "Ai, Ale, cuidado, vai furar meu olho com essa porra. Essa coisa enorme... Eu só existo por causa do que ela me disse, e continuei insistindo pra ela me aliviar porque "tava doendo muito". Ela aceitou e falou: Minha mãe: Só tô fazendo isso pra você ficar quieto e a gente ir dormir, já são 2 da manhã, Alejandro. A única coisa que ela fez foi roçar a mão nas minhas bolas umas 3 vezes, e aquilo não era suficiente pra mim. Eu tava muito excitado e nessa altura ela já sabia. Eu: Agora me dá um beijinho, mãe. Minha mãe: Queee? Cê tá loucoo, nãoo. Eu: Anda, mãe, igual você fazia antes, quando eu era pequeno e tava com dor, você me dava um beijo no lugar que doía. Minha mãe: Aí eu não posso fazer isso, Alejandro, pede pra Stefani. Eu: Mãe, ela tá dormindo, pelo amor, faz você. Minha mãe: Tá bom, mas só um. Ela começa a aproximar os lábios das minhas bolas, mas não conseguia porque meu pau tava flutuando em pé e atrapalhando ela beijar minhas bolas. Minha mãe: Mexe ele. Eu: Mexer o quê? Minha mãe: Não se faz de bobo, teu pênis ué, mexe teu pênis pra eu dar o beijo. Eu: Mexe você, mãe. Minha mãe: Cê tá louco, não, faz ou então foda-se o beijo. Eu rapidamente movi meu pau e ela me deu o beijo nas bolas e um pouco na parte da cabeça do meu pau. Eu: Uff, mãe, que beijo gostoso. Minha mãe: Cala a boca e vamos dormir. Eu: Mãe, me dá mais um, por favor, ainda tá doendo. Ela gostou, ela gostava do meu pau, ela precisava de um homem na vida dela e sabia que eu tava me insinuando como homem. E dessa vez ela falou: Minha mãe: Mas vai ser o último e a gente vai dormir de verdade, Alejandro, ou você vai me fazer ficar brava. Ela disse que sim sem eu insistir tanto, então na minha mente eu pensei que já tinha conquistado ela, pelo menos pra um boquete antes de eu ir pra Espanha. Minha mãe: Levanta ele pra eu dar o beijo. Eu: Dessa vez você vai fazer, mãe. Com cara de "brava", ela pegou no meu pau com aquelas mãos macias, afastou meu pau e beijou minhas bolas de novo. Eu segurei a cabeça dela e quando ela levantou o rosto, peguei na bochecha dela e falei que ela era muito linda. Ela não soltou meu pau e de repente começou a puxar ele com uma suavidade. Muito excitante, acho que minha mulher nunca tinha me feito uma punheta tão gostosa quanto essa! Caralho! Ela continuava batendo uma pra mim e eu já tava olhando pro teto de tanto tesão, tava no céu e de repente bate na porta do meu quarto e era a Estefani. Eu subi a calça rapidinho e sentei do lado da minha mãe. A Estefani aparece na sacada e me diz que tava com dores, pra eu subir e ficar com ela. Minha mãe ficou paralisada no sofá. Perguntei se ela tava bem e ela disse que sim, pra subirmos e cuidar da Estefani. Subimos, ficamos os dois com ela. Meu pai levantou pra fazer companhia até a dor da Estefani passar. Meu pai pegou minha mãe pela mão pra levar pro quarto deles. Minha mãe pediu pra ele esperar, que ia se despedir da Estefani e do bebê. Deu um beijo na Estefani e na barriga. Quando tava saindo, eu falei: "E pra mim, não tem beijo?" Ela parou, voltou e me deu um beijo na bochecha. Minha mãe: "Boa noite pra você também, filho." Eu: "Boa noite, mamãe, te amo." Falei bem baixinho no ouvido dela. Ela me olhou com cara de confusa e foi embora com meu pai.maeContinua...

9 comentários - O verdadeiro amor da minha vida 3

SethR8 +1
Muy bueno, parte 4 cuánto antes crack
Subi la siguiente parte bro no importa si la de las fotos era una actriz