A tarde/noite foi uma eternidade, já queria chegar em casa pra ver o que ia rolar com a minha mãe. A reunião acabou, eu e minha mulher aproveitamos aquele último momento pra nos despedir de todo mundo e fomos pra casa dos meus pais. Quando chegamos, meu pai pediu pra mim e pra minha mulher irmos pra sala, que queria falar com a gente. O que ele fez foi dar um sermão pra gente se cuidar e se apoiar mutuamente na Espanha, e que qualquer coisa que precisássemos por causa do bebê, era só avisar. Minha mãe tava lá ouvindo a conversa e os olhos dela encheram d'água. A gente se despediu de novo, os quatro, com abraços, e a Estefani disse pra gente tomar o último drink e dormir, porque amanhã a gente tinha que ir descansado. Aí meu pai falou que ela tinha razão.
Estefani: Vamos dormir, love, temos que descansar.
Meu pai: É, vamos dormir! Mulher, vem, vamos embora.
Quando meu pai falou isso, eu me caguei de medo, porque pensei que minha mãe ia embora e não ia dar uma olhada no "problema" que tinha aparecido na minha pica.
Minha mãe: Já vou, José. Vou ficar mais um pouco aqui com o Alejandro, porque quero falar um negócio com ele.
Meu pai: Tá bom, eu vou dormir, tô muito cansado.
Minha mulher me pediu pra acompanhar ela até o quarto e depois descer pra falar com a minha mãe. Eu me espiei na sacada da sala e falei pra minha mãe esperar um pouco, que ia esperar a Estefani dormir. Ela disse que tudo bem, que ia aproveitar pra trocar aquela roupa desconfortável que tava usando. Enquanto eu esperava minha mulher pegar no sono, ficava pensando no que ia rolar com a minha mãe em alguns minutos e qual seria meu segundo plano pra avançar mais com ela. A Estefani dormiu, e quando desci pra sala, minha mãe me esperava vestida mais ou menos assim.
O coração tava saindo pela boca, sentei do lado dela e ela começou a dizer que ia sentir minha falta, que praticamente a alma dela ia pra Espanha e o corpo ficava na Colômbia, começou a me abraçar e caiu no choro. Eu abracei ela com muito amor e carinho, passei a mão nas costas dela toda e parei na cintura. O cheiro dela me encantava, cheirava como uma deusa. Aquele momento foi único, estar com minha mãe na sala abraçados, super carinhosos. A pica tava dura que nem pedra.
Minha mãe: Vou sentir sua falta, meu amor.
Eu: E eu a sua, mãe. Te amo.
Minha mãe: Também te amo, filho.
Eu afastei ela, sequei as lágrimas e dei um beijo na bochecha dela com todo meu amor e a vontade que tava de comer ela.
Eu: Não chora mais, mãe, porque vai me fazer chorar também, haha.
Minha mãe: Tem razão, bebê. Não vou mais chorar, mas sabe que quando você estiver aí, vai me escrever todo dia, né?
Eu: Claro que sim, mãe.
Minha mãe: Jura pra mim, Alejandro.
Eu: Juro, mamãe.
Minha mãe: Tá bom, vou acreditar em você.
De uma vez, falei do meu "problema" na pica, que ela desse uma olhada porque eu tinha que ir descansar. Aí ela falou:
Minha mãe: Ah, é verdade, filho. Por isso que a gente tá aqui. Levanta e me mostra.
Eu tava com a pica duríssima. O fato de que ia mostrar ela pra minha mãe ali sentada no meio da sala me deixava igual um cavalo no cio. Eu ainda tava de calça e dava pra ver claramente a pica. Meu plano era mostrar a pica semi-dura pra minha mãe e depois fazer ou falar algo pra ela fazer ela ficar dura, pra ela ver que a "pepita" que eu tenho no meio das bolas e do pau incha mais quando eu tenho uma ereção. Mas não dava pra evitar, tava dura que nem pedra. Pedi pra ela fazer o favor de desabotoar minha calça, mas ela falou que não, que eu mesmo fizesse. Tirei a pica pra fora e deixei a poucos centímetros do rosto dela. Minha mãe ficou vermelha e ficou olhando pra ela por uns 10 segundos sem falar nada, até que reagiu e disse:
Minha mãe: Uau, filho, por que você tá assim?
Eu: Como assim?
Minha mãe: Ela tava nervosa e começou a olhar pra escada pra ver se não vinha ninguém, e eu falei pra ela ficar tranquila que eu ia ficar de olho pra ninguém descer, porque eu tava de frente pra escada. Minha mãe: "Assim... cê sabe..." Eu me fiz de bobo, queria que ela me falasse. Eu: "Como, mãe?" Minha mãe: "Assim, duro." Eu: "Lembra que te falei que toda vez que tenho uma mulher gostosa na minha frente, fica assim?" Dessa vez falei sério, sem rir, e olhei nos olhos dela com segundas intenções. Minha mãe não soube o que me dizer, ela sabia que eu tava tentando seduzir ela porque eu sabia que ela queria transar pelo que me contava do meu pai, e minha mãe não é boba, né. Mas naquele momento ela se fez de tonta e me disse: Minha mãe: "Bom, deixa eu ver onde é que cê tem esse probleminha." Eu: "Aqui, mãe, em cima das minhas bolas." Minha mãe: "Não vejo nada, deixa eu pegar meus óculos." Eu tinha uma pepa nas bolas, mas era tipo um cravo, sei lá, não era muito grande, e eu falei pra ela chegar mais perto pra enxergar melhor, e ela disse: Minha mãe: "Ah, sim, tô vendo, mas não parece grave, filho. Acho que é um cravo." Eu: "Sei não, mãe, mas dói pra caralho, ainda mais que ela tá dura, e tudo por sua culpa." Minha mãe: "E por que minha culpa?" Eu: "Por ser tão gostosa." Minha mãe já tava nervosa, e com as coisas que eu falava, ela nem conseguia mais falar. Minha mãe: "Ai, Alejandro, que coisas você diz." Ela tava vermelha de vergonha. Eu: "Mãe, mas dói muito, será que cê pode passar a mão?" Minha mãe: "O quê? Cê tá louco?" Eu: "Por favor, mãe." Fiquei uns 5 minutos insistindo pra ela passar a mão na minha rola, quando de repente sai um barulho da escada e a gente se assustou, mas não era nada. Ela virou pra trás pra ver o que era, e aí aproveitei pra chegar mais perto, pra quando ela virasse de novo, esbarrar na minha rola. E foi isso, passei a rola no rosto todo da minha mãe. Ela ficou mil vezes mais nervosa, fez movimentos bruscos, e numa dessas a rola quase furou o olho dela, e ela disse: Minha mãe: "Ai, Ale, cuidado, vai furar meu olho com essa porra. Essa coisa enorme... Eu só existo mais pelo que ela me disse, e continuei insistindo pra ela me passar a mão porque "tava doendo muito". Ela aceitou e falou:
Mãe: Só tô fazendo isso pra você ficar quieto e a gente ir dormir, já são 2 da manhã, Alejandro.
O único que ela fez foi roçar a mão nas minhas bolas umas 3 vezes, e aquilo não era suficiente pra mim. Eu tava muito excitado, e nessa altura ela já sabia.
Eu: Agora me dá um beijinho, mãe.
Mãe: Queeee? Cê tá loucoo, nãoo.
Eu: Anda, mãe, igual você fazia antes, quando eu era pequeno e tava com dor, e você me dava um beijo no lugar que doía.
Mãe: Aí eu não posso fazer isso, Alejandro. Fala com a Stefani.
Eu: Mãe, ela tá dormindo. Por favor, faz você.
Mãe: Tá bom, mas só um.
Ela começou a aproximar os lábios das minhas bolas, mas não conseguia porque meu pau tava flutuando duro e atrapalhando ela beijar minhas bolas.
Mãe: Mexe ele.
Eu: Mexer o quê?
Mãe: Não se faz de besta. Teu pênis, ué. Mexe teu pênis pra eu dar o beijo.
Eu: Mexe você, mãe.
Mãe: Cê tá louco, não. Faz ou então foda-se o beijo.
Eu rapidamente movi meu pau, e ela me deu o beijo nas bolas e um pouco na parte da cabeça do meu pau.
Eu: Uff, mãe, que beijo gostoso.
Mãe: Cala a boca e vamos dormir.
Eu: Mãe, me dá mais um, por favor, ainda tá doendo.
Ela gostou, ela gostava do meu pau, ela precisava de um homem na vida dela e sabia que eu tava me insinuando como homem. Dessa vez ela falou:
Mãe: Mas vai ser o último e a gente vai dormir de verdade, Alejandro, ou você vai me fazer ficar brava.
Ela disse que sim sem eu insistir tanto, então na minha mente eu pensei que já tinha ela na mão, pelo menos pra um boquete antes de eu ir pra Espanha.
Mãe: Levanta ele pra eu dar o beijo.
Eu: Dessa vez você vai fazer, mãe.
Com cara de "brava", ela pegou meu pau com aquelas mãos macias, afastou ele e me beijou as bolas de novo. Eu segurei a cabeça dela, e quando ela levantou o rosto, peguei na bochecha dela e falei que ela era muito linda. Ela não soltou meu pau e de repente começou a puxar ele com uma suavidade. Muito excitante, acho que minha mulher nunca tinha me feito uma punheta tão gostosa quanto essa! Caralho! Ela continuava batendo uma pra mim e eu já tava olhando pro teto de tanto tesão, tava no céu e de repente bate na porta do meu quarto e era a Estefani. Eu subi a calça rapidinho e sentei do lado da minha mãe, e a Estefani aparece na sacada e me diz que tava com dores, que por favor eu subisse pra ficar com ela. Minha mãe ficou paralisada no sofá, perguntei se ela tava bem e ela disse que sim, que a gente subisse pra cuidar da Estefani. Subimos, ficamos os dois com ela, meu pai levantou pra fazer companhia até a dor da Estefani passar. Meu pai pegou minha mãe pela mão pra levar pro quarto deles, minha mãe pediu pra ele esperar, que ia se despedir da Estefani e do bebê. Deu um beijo na Estefani e na barriga. Quando ela tava saindo, eu falei:
Eu: E pra mim não tem beijo?
Ela parou, voltou e me deu um beijo na bochecha.
Minha mãe: Boa noite pra você também, filho.
Eu: Boa noite, mãe, te amo.
Falei bem baixinho no ouvido dela, ela me olhou com cara de confusa e foi embora com meu pai.
Continua...
Estefani: Vamos dormir, love, temos que descansar.
Meu pai: É, vamos dormir! Mulher, vem, vamos embora.
Quando meu pai falou isso, eu me caguei de medo, porque pensei que minha mãe ia embora e não ia dar uma olhada no "problema" que tinha aparecido na minha pica.
Minha mãe: Já vou, José. Vou ficar mais um pouco aqui com o Alejandro, porque quero falar um negócio com ele.
Meu pai: Tá bom, eu vou dormir, tô muito cansado.
Minha mulher me pediu pra acompanhar ela até o quarto e depois descer pra falar com a minha mãe. Eu me espiei na sacada da sala e falei pra minha mãe esperar um pouco, que ia esperar a Estefani dormir. Ela disse que tudo bem, que ia aproveitar pra trocar aquela roupa desconfortável que tava usando. Enquanto eu esperava minha mulher pegar no sono, ficava pensando no que ia rolar com a minha mãe em alguns minutos e qual seria meu segundo plano pra avançar mais com ela. A Estefani dormiu, e quando desci pra sala, minha mãe me esperava vestida mais ou menos assim.
O coração tava saindo pela boca, sentei do lado dela e ela começou a dizer que ia sentir minha falta, que praticamente a alma dela ia pra Espanha e o corpo ficava na Colômbia, começou a me abraçar e caiu no choro. Eu abracei ela com muito amor e carinho, passei a mão nas costas dela toda e parei na cintura. O cheiro dela me encantava, cheirava como uma deusa. Aquele momento foi único, estar com minha mãe na sala abraçados, super carinhosos. A pica tava dura que nem pedra.Minha mãe: Vou sentir sua falta, meu amor.
Eu: E eu a sua, mãe. Te amo.
Minha mãe: Também te amo, filho.
Eu afastei ela, sequei as lágrimas e dei um beijo na bochecha dela com todo meu amor e a vontade que tava de comer ela.
Eu: Não chora mais, mãe, porque vai me fazer chorar também, haha.
Minha mãe: Tem razão, bebê. Não vou mais chorar, mas sabe que quando você estiver aí, vai me escrever todo dia, né?
Eu: Claro que sim, mãe.
Minha mãe: Jura pra mim, Alejandro.
Eu: Juro, mamãe.
Minha mãe: Tá bom, vou acreditar em você.
De uma vez, falei do meu "problema" na pica, que ela desse uma olhada porque eu tinha que ir descansar. Aí ela falou:
Minha mãe: Ah, é verdade, filho. Por isso que a gente tá aqui. Levanta e me mostra.
Eu tava com a pica duríssima. O fato de que ia mostrar ela pra minha mãe ali sentada no meio da sala me deixava igual um cavalo no cio. Eu ainda tava de calça e dava pra ver claramente a pica. Meu plano era mostrar a pica semi-dura pra minha mãe e depois fazer ou falar algo pra ela fazer ela ficar dura, pra ela ver que a "pepita" que eu tenho no meio das bolas e do pau incha mais quando eu tenho uma ereção. Mas não dava pra evitar, tava dura que nem pedra. Pedi pra ela fazer o favor de desabotoar minha calça, mas ela falou que não, que eu mesmo fizesse. Tirei a pica pra fora e deixei a poucos centímetros do rosto dela. Minha mãe ficou vermelha e ficou olhando pra ela por uns 10 segundos sem falar nada, até que reagiu e disse:
Minha mãe: Uau, filho, por que você tá assim?
Eu: Como assim?
Minha mãe: Ela tava nervosa e começou a olhar pra escada pra ver se não vinha ninguém, e eu falei pra ela ficar tranquila que eu ia ficar de olho pra ninguém descer, porque eu tava de frente pra escada. Minha mãe: "Assim... cê sabe..." Eu me fiz de bobo, queria que ela me falasse. Eu: "Como, mãe?" Minha mãe: "Assim, duro." Eu: "Lembra que te falei que toda vez que tenho uma mulher gostosa na minha frente, fica assim?" Dessa vez falei sério, sem rir, e olhei nos olhos dela com segundas intenções. Minha mãe não soube o que me dizer, ela sabia que eu tava tentando seduzir ela porque eu sabia que ela queria transar pelo que me contava do meu pai, e minha mãe não é boba, né. Mas naquele momento ela se fez de tonta e me disse: Minha mãe: "Bom, deixa eu ver onde é que cê tem esse probleminha." Eu: "Aqui, mãe, em cima das minhas bolas." Minha mãe: "Não vejo nada, deixa eu pegar meus óculos." Eu tinha uma pepa nas bolas, mas era tipo um cravo, sei lá, não era muito grande, e eu falei pra ela chegar mais perto pra enxergar melhor, e ela disse: Minha mãe: "Ah, sim, tô vendo, mas não parece grave, filho. Acho que é um cravo." Eu: "Sei não, mãe, mas dói pra caralho, ainda mais que ela tá dura, e tudo por sua culpa." Minha mãe: "E por que minha culpa?" Eu: "Por ser tão gostosa." Minha mãe já tava nervosa, e com as coisas que eu falava, ela nem conseguia mais falar. Minha mãe: "Ai, Alejandro, que coisas você diz." Ela tava vermelha de vergonha. Eu: "Mãe, mas dói muito, será que cê pode passar a mão?" Minha mãe: "O quê? Cê tá louco?" Eu: "Por favor, mãe." Fiquei uns 5 minutos insistindo pra ela passar a mão na minha rola, quando de repente sai um barulho da escada e a gente se assustou, mas não era nada. Ela virou pra trás pra ver o que era, e aí aproveitei pra chegar mais perto, pra quando ela virasse de novo, esbarrar na minha rola. E foi isso, passei a rola no rosto todo da minha mãe. Ela ficou mil vezes mais nervosa, fez movimentos bruscos, e numa dessas a rola quase furou o olho dela, e ela disse: Minha mãe: "Ai, Ale, cuidado, vai furar meu olho com essa porra. Essa coisa enorme... Eu só existo mais pelo que ela me disse, e continuei insistindo pra ela me passar a mão porque "tava doendo muito". Ela aceitou e falou:
Mãe: Só tô fazendo isso pra você ficar quieto e a gente ir dormir, já são 2 da manhã, Alejandro.
O único que ela fez foi roçar a mão nas minhas bolas umas 3 vezes, e aquilo não era suficiente pra mim. Eu tava muito excitado, e nessa altura ela já sabia.
Eu: Agora me dá um beijinho, mãe.
Mãe: Queeee? Cê tá loucoo, nãoo.
Eu: Anda, mãe, igual você fazia antes, quando eu era pequeno e tava com dor, e você me dava um beijo no lugar que doía.
Mãe: Aí eu não posso fazer isso, Alejandro. Fala com a Stefani.
Eu: Mãe, ela tá dormindo. Por favor, faz você.
Mãe: Tá bom, mas só um.
Ela começou a aproximar os lábios das minhas bolas, mas não conseguia porque meu pau tava flutuando duro e atrapalhando ela beijar minhas bolas.
Mãe: Mexe ele.
Eu: Mexer o quê?
Mãe: Não se faz de besta. Teu pênis, ué. Mexe teu pênis pra eu dar o beijo.
Eu: Mexe você, mãe.
Mãe: Cê tá louco, não. Faz ou então foda-se o beijo.
Eu rapidamente movi meu pau, e ela me deu o beijo nas bolas e um pouco na parte da cabeça do meu pau.
Eu: Uff, mãe, que beijo gostoso.
Mãe: Cala a boca e vamos dormir.
Eu: Mãe, me dá mais um, por favor, ainda tá doendo.
Ela gostou, ela gostava do meu pau, ela precisava de um homem na vida dela e sabia que eu tava me insinuando como homem. Dessa vez ela falou:
Mãe: Mas vai ser o último e a gente vai dormir de verdade, Alejandro, ou você vai me fazer ficar brava.
Ela disse que sim sem eu insistir tanto, então na minha mente eu pensei que já tinha ela na mão, pelo menos pra um boquete antes de eu ir pra Espanha.
Mãe: Levanta ele pra eu dar o beijo.
Eu: Dessa vez você vai fazer, mãe.
Com cara de "brava", ela pegou meu pau com aquelas mãos macias, afastou ele e me beijou as bolas de novo. Eu segurei a cabeça dela, e quando ela levantou o rosto, peguei na bochecha dela e falei que ela era muito linda. Ela não soltou meu pau e de repente começou a puxar ele com uma suavidade. Muito excitante, acho que minha mulher nunca tinha me feito uma punheta tão gostosa quanto essa! Caralho! Ela continuava batendo uma pra mim e eu já tava olhando pro teto de tanto tesão, tava no céu e de repente bate na porta do meu quarto e era a Estefani. Eu subi a calça rapidinho e sentei do lado da minha mãe, e a Estefani aparece na sacada e me diz que tava com dores, que por favor eu subisse pra ficar com ela. Minha mãe ficou paralisada no sofá, perguntei se ela tava bem e ela disse que sim, que a gente subisse pra cuidar da Estefani. Subimos, ficamos os dois com ela, meu pai levantou pra fazer companhia até a dor da Estefani passar. Meu pai pegou minha mãe pela mão pra levar pro quarto deles, minha mãe pediu pra ele esperar, que ia se despedir da Estefani e do bebê. Deu um beijo na Estefani e na barriga. Quando ela tava saindo, eu falei:
Eu: E pra mim não tem beijo?
Ela parou, voltou e me deu um beijo na bochecha.
Minha mãe: Boa noite pra você também, filho.
Eu: Boa noite, mãe, te amo.
Falei bem baixinho no ouvido dela, ela me olhou com cara de confusa e foi embora com meu pai.
Continua...
9 comentários - El verdadero amor de mi vida 3