Tudo começou quando meu marido morreu. De repente, uma ligação da Guarda Civil me deixou em alerta, disseram que ele sofrera um acidente e o levavam ao hospital. Então, muito alarmada, peguei um táxi do trabalho e fui direto para lá.
Ao chegar e perguntar pelo meu marido, foi quando me deram a notícia fatídica: ele chegou com um fio de vida e morreu enquanto o levavam para a cirurgia. Já pode imaginar o choque que sofremos, eu e meu filho. Nunca se está preparado para uma notícia dessas, isso muda a vida da gente.
Éramos um casal normal, com um filho que recentemente tinha entrado na faculdade para estudar arquitetura. Algo que nem meu marido nem eu pudemos fazer no nosso tempo, porque engravidei dele muito jovem, ainda quando éramos namorados.
Ambos trabalhávamos, eu como contadora numa pequena empresa e ele como entregador de uma empresa de encomendas. Sabe como é, sempre na correria, sempre com a pressão das entregas, sempre no limite com sua van, tanto que esse foi seu fim — um acidente de trabalho o levou.
A partir daí, como disse, tudo mudou. No funeral vieram parentes de todos os lugares, durante uns dias a casa virou um frenesi de visitas. Minha mãe veio ficar conosco e ficou alguns dias até tudo passar. No final, voltou para casa, pois depois de se aposentar tinha se mudado para a América do Sul, já que conheceu um turista argentino e se casou com ele depois de muitos anos de viuvez.
Então, depois que ela foi embora, ficamos sozinhos, meu filho e eu. Naquele dia, quando voltamos do aeroporto, depois de deixar a vovó no avião que a levaria de volta para a Argentina, a casa nos pareceu deserta, como se um ar desolador e opressor a envolvesse. Jantamos com dificuldade, porque eu insisti que fizéssemos isso, embora tenhamos passado mais tempo preparando a refeição frugal, pondo e tirando a mesa, do que comendo de fato.
Depois fomos nos deitar, cada um no seu quarto. Nosso apartamento tem apenas dois quartos, e... Não pudemos nos casar com um apartamento maior e, com o tempo, como só meu filho Isaac nasceu, nos acomodamos e não pensamos mais em nos mudar para um lugar mais espaçoso.
Nos dias que seguiram ao enterro, minha mãe tinha dormido comigo na minha cama de casal, então até aquela noite eu não tinha percebido o quão grande ela era para uma pessoa sozinha. Pensei que teria que me acostumar, até pensei em jogá-la fora e comprar uma de solteiro, já que de qualquer forma eu dormiria sozinha pelo resto do tempo.
O fato é que mal consegui dormir, então acabei levantando e atacando a geladeira, pegando sorvete e comendo com ansiedade - tinha passado da falta de apetite no jantar para uma compulsão bulímica.
Lá estava eu, de camisola, quando meu filho me deu um susto aparecendo pela porta de cueca. Ele também não conseguia dormir, então acabamos os dois comendo pipoca recém-feita no micro-ondas, assistindo à teletenda de madrugada.
Ao amanhecer, decidimos ir para a cama, e ao chegar no meu quarto vi a cama imensa e desabei com a ideia de dormir sozinha. Sem pensar, peguei meu Isaac pelo braço e disse para ele vir dormir comigo. Ele concordou sem pensar duas vezes, pois acho que ambos estávamos buscando a companhia que nos tirasse dos pensamentos deprimentes.
Finalmente consegui dormir e, entre sonhos, me abracei a ele. Não sei se estava consciente de que ele não era meu marido, mas estava tão cansada que me virei e me encostei nas costas dele, como costumava fazer quando meu marido estava vivo. Ele é muito alto, embora de compleição magra, ao contrário de mim, que sou mais baixinha e igualmente magra. O fato é que nem percebi até acordar já com o dia adiantado.
Não sei se foi pela companhia dele ou porque abraçá-lo me deu segurança, mas naquela noite consegui descansar sem acordar cem vezes assustada com a lembrança da fatídica chamada da Guarda Civil. Nos levantamos por volta da hora do almoço e, como não estava com vontade de cozinhar, peguei o carro e fomos a um hamburgueria no centro. Lá comemos hambúrgueres enormes, dessa vez com uma fome de leão. E ao terminar, demos uma volta pelas lojas.
Estranhamente, meu filho me acompanhou em lojas de roupa, mesmo odiando e quase sempre eu ir sozinha fazer compras. Mas naquele dia ele foi um amor comigo. Só que reparei nos olhares que ele dava nas vendedoras da loja, sabe, todas umas gatinhas com uns corpos bem curvilíneos e de uniforme. Isso me deu graça e me lembrou dos dias em que ele era só uma criança. Agora dava pra ver que já estava procurando “outros jogos”, você me entende.
Aliás, meu Isaac é muito bonito, tão alto e com o cabelo loiro como o do pai. Nisso ele puxou a ele. Nos casamos muito jovens e tivemos ele quase de imediato, pois foi como se diz por aí “de penalty”.
Por isso, ao lado dele, não pareço realmente ser sua mãe, mas quase sua irmã mais velha, pois mal completei trinta e seis anos.
Naquele dia decidi comprar um vestido muito fofo, estampado com cores vivas, pois era primavera e esse negócio de luto já não está na moda, de alguma forma queria me sentir diferente, especial, então experimentei e gostei tanto que saí com ele vestido.
Depois ficamos tomando sorvete e passeando por um parque, até o Isaac ficou alimentando os pombos como quando era criança. Acho que tudo isso nos fez muito bem, pois nos ajudou a escapar da nossa dura realidade.
Era domingo, então no dia seguinte eu teria que voltar ao trabalho e ele à universidade. Naquela noite voltamos tarde, pois também jantamos fora, de modo que quando chegamos só tivemos que tomar banho e ir para a cama.
Ele entrou primeiro e depois, enquanto se secava, entrei para levar roupa limpa, pois ele tinha esquecido a dele fora. Então o vi, saindo do chuveiro, com o cabelo molhado e a toalha mal amarrada, por isso, de relance, vi seu membro com toda a mata e suas bolas, então fiquei um pouco... impressionada e pensei em como meu Isaac tinha ficado tão gostoso, com todo aquele torso musculoso e sem pelos.
Aquilo não passou de um simples incidente doméstico, sem maior importância. Depois fui tomar banho, enquanto ele saía para terminar de se secar e se vestir do lado de fora.
Para minha surpresa, quando saí, um bom tempo depois de secar meu cabelo comprido, o encontrei dormindo de novo na minha cama. Então, como na noite anterior, dormimos juntos de novo. E a verdade é que não desgostei da companhia dele novamente.
A semana passou rápido, já que trabalho muitas horas por ter jornada dividida e ele estudava bastante também, então só nos víamos no jantar, depois banho e depois íamos para a cama.
O que começou como uma ideia minha para evitar a solidão da minha cama vazia acabou virando um hábito. Também não é que déssemos muita importância para isso naquela época, afinal acho que ambos precisávamos da companhia um do outro.
Nos fins de semana, aproveitávamos para pegar o carro e fazer uns passeios. Começamos a ir a pousadas, visitar lugares onde não íamos antes.
— Mas antes você disse que não ganhavam muito dinheiro, como podiam bancar isso? — perguntou o interlocutor.
— É verdade, mas, mesmo que seja ruim falar, a indenização pela morte do meu marido nos deu um alívio financeiro, e tanto meu filho quanto eu sentíamos a opressão daquele apartamento, as lembranças de quando meu marido estava lá, então aproveitávamos a primeira oportunidade para fugir.
— Claro, é muito normal.
— Bom, como eu estava dizendo, ficamos em hotéis dormindo em quartos duplos e uma vez fomos a um que tinha águas termais e um circuito de spa. Lá ficamos relaxando. Mal tinha clientes naquele fim de semana, não entendíamos porquê, já estava fazendo calor e talvez as pessoas procurassem mais as praias do que aqueles lugares.
O fato é que ficamos em todas as piscinas, depois do que umas garotas nos deram uma massagem muito... monas e depois fomos para o jacuzzi onde ficamos conversando de boa. Era a primeira vez que eu experimentava um e foi uma delícia, sentir a cócegas daquelas bolhas! —exclamou ela, relembrando aquela memória agradável com suas palavras.
— Você gostou das garotas, Isaac, eram gostosas, né? —perguntei, tentando fisgar ele.
— Ah sim, com certeza, mãe! —exclamou ele, todo orgulhoso—. Especialmente a loira que fez sua massagem, ela tinha umas... enormes —confirmou, fazendo um gesto com as mãos no peito.
— É, tinham uns peitões da hora como os meus! Né? —pisquei o olho com cumplicidade—, tipo os meus! —adicionei, realçando meu busto com as mãos.
— Com certeza! —exclamou ele, sorrindo.
— Com certeza o quê? —perguntei—. Que os meus são muito grandes ou que você gostou dos da garota! —exclamei sorrindo, deixando ele nervoso.
— Eh, que "os dela" eram muito grandes! —esclareceu ele, todo apressado—.
— Então, os meus você não gosta? —me insinuei, pegando meus seios com as mãos e juntando-os para realçar.
— Não é isso, mãe, você também é muito gostosa —afirmou finalmente, depois da minha armadilha.
— Obrigada, querido, você é um amor —disse finalmente, satisfeita.
As bolhas eram muito relaxantes e faziam uma montanha de cócegas, especialmente no começo. Esses lugares são fantásticos, acostumar com o que é bom é muito fácil, né? A questão é que, de forma safada, insinuei que ele podia aproveitar aquele momento para se aliviar, já que estávamos sozinhos ali.
— Como, fazer isso aqui! —exclamou ele, espantado.
— Claro, filho, onde senão! —disse eu, sorrindo para ele—. Debaixo d'água eu não vou ver, se é o pudor que tá te segurando.
— Mas mãe, não é só isso, é que você estaria na minha frente! —ele ficou escandalizado.
— Poxa, isso sim, mas você sempre pode fechar os olhos e se concentrar, pensar que tá sozinho, não é?
— Acho que não conseguiria, mãe, sinceramente —ele falou meio sério.
— Tá bom, era só uma ideia, cara, não fica tão sério! —disse, tentando fazê-lo relaxar.
A verdade é que, secretamente, eu sim tirei meu maiô e Senti aquelas bolhas acariciando a parte mais íntima do meu ser. Desde o acidente, não tinha tido nenhum tipo de reação sexual, meu corpo simplesmente não sentiu necessidade, mas naquele jacuzzi foi diferente. As bolhas tiveram esse efeito inesperado em mim, fiquei meio excitada, então deslizei meus dedos pela minha buceta para me dar prazer.
Isaac não percebeu nada, porque era impossível ele me ver, e eu finji estar dormindo para disfarçar. Até pensei que, enquanto eu estava de olhos fechados, ele poderia estar se masturbando na minha presença sem que eu soubesse, e isso me excitou ainda mais. Não sei se ele realmente chegou a fazer isso, mas foi algo maravilhoso. Apertei os dentes e tentei ficar imóvel enquanto meu corpo se agitava como uma leoa presa, se contorcendo, desfrutando de um prazer fantástico e libertador.
Depois saímos da água, tomamos banho e jantamos no jardim, já que a temperatura estava convidativa. Bebemos vinho e acho que ficamos meio tontos. Por fim, ficamos passeando pelo hotel, que tinha muitos metros quadrados de jardins iluminados com luzinhas plantadas no chão, o que dava um aspecto muito aconchegante.
— Isaac, no final das contas, você relaxou no jacuzzi hoje? Eu dormi e nem percebi o que você estava fazendo — insinuei, para ver se ele confessava.
— Ah, não, mãe, eu não faria uma coisa dessas na sua frente! — meu jovem rebento se escandalizou.
— Tudo bem, porque se você fez, eu nem percebi! — exclamei. — Sabe de uma coisa? Estou com muita vontade de fazer xixi — confessei, enquanto olhava ao redor procurando um lugar para me aliviar.
— Mas você vai fazer aqui, mãe? Pode vir outra gente do hotel! — ele afirmou, escandalizado.
— Bom, você vai ficar de vigia para ninguém me ver, né? — sorri para ele.
Nos afastamos um pouco do caminho e, perto de uns arbustos, me agachei e fiz. Ele virou de costas, cavalheiresco, olhando para um lado e para o outro. Quando percebi que não tinha lenços de papel na bolsa, perguntei se ele tinha e, meio envergonhado, ele disse que sim e me entregou. um enquanto eu ficava agachada no escuro. A verdade é que eu estava bem tonta e talvez fosse isso que me deixava meio exibicionista.
Lembro como ele me olhava de soslaio quando me levantei e me limpei com as pernas abertas, acho que ele mal veria minha buceta nua naquela escuridão, mas me exibir na frente dele foi algo mórbido. Cheguei a sentir um prazer incomum e certamente obsceno fazendo tudo aquela na frente do meu próprio filho.
O engraçado de tudo é que depois foi ele quem teve que me imitar, fazendo xixi ali mesmo. Fingi que estava vigiando, mas na verdade fiquei espiando. Vi como ele puxou o pau pra fora e como se concentrou pra fazer, pois parecia que algo estava errado e ele demorou muito pra se aliviar. Então pensei que talvez ele tivesse ficado excitado com a situação anterior e, de pau duro, estava difícil mijar, pois pelo meu marido eu sabia que quando os homens ficam excitados não conseguem.
Naquela noite dei um monte de voltas na cama, sem conseguir dormir. Olhava pra ele enquanto dormia e senti a necessidade de tocar seus peitorais. Nervosa, fiz isso de leve até que ele ameaçou acordar e aí parei, escondendo rapidamente minha mão furtiva. Era tão forte e fibroso, divina juventude!
Me senti uma puta por assediar assim meu próprio filho sem que ele soubesse. Até me permiti apalpar sua virilidade, e pra meu espanto ela respondeu, ficando dura com minhas carícias! Fiquei tão nervosa que pensei que ele ia acordar e me pegar com meus dedos no pau dele, então me afastei de novo rapidamente enquanto sentia meu coração bater forte, minha boca secar e ficar impossível engolir.
Voltei a me masturbar na cama, enfiando quantos dedos consegui na minha buceta, tremendamente lubrificada, como quando era muito jovem e fazia isso nas primeiras vezes com meu marido. Acho que até me atrevi a enfiar um dedo no meu cu, pois às vezes ele fazia isso em mim e me excitava muito, embora eu nunca fazia isso nas minhas masturbações.
Perturbada, comecei a me sentir mal por fazer algo daquilo com meu filho dormindo ao meu lado. Mais ainda, me senti péssima por me excitar com o próprio corpo dele. Então fui incapaz de continuar ali mesmo, levantei e saí para a varanda.
A brisa marinha me refrescou, correu entre minhas pernas torneadas e minha umidade ao contato com a brisa me fez tremer. Continuei acariciando minha vulva ali mesmo, absorta no céu estrelado, com um mar de pinheiros cinzas, escuros e silenciosos movidos pelo vento da montanha.
Quando gozei, tive que me agachar e me segurar na grade por medo de cair por cima dela. Tremi tanto que acabei sentada no chão enquanto não parava de esfregar e esfregar minha buceta. Tenho muita vergonha de confessar isso, mas a verdade é que descobri algo que quase não me acontecia mais, pois ao gozar escapou um pouco de xixi, então acabei sentada numa poça de mijo. No clímax, foi impossível segurar dentro de mim.
Depois voltou a culpa, me senti péssima, doutor, me senti tremendamente porca por fazer algo daquilo, por me masturbar depois de ter tocado no Isaac, por ter levado aquela masturbação até o fim e por ter gostado tanto...
— Tudo bem, Leonor, não se martirize por esses pensamentos. Aceite-os como passados e como naturais, a natureza nos previne contra o tabu, mas ao mesmo tempo nos tenta em favor dele. Daí os sentimentos contraditórios que você manifesta tão fortemente — interveio seu interlocutor.
Esta semana, se quiser, escreva para mim algo sobre o que acabou de contar, alguma lição que tenha ficado na sua mente desde aquela época, algo que tenha ficado gravado. E na próxima consulta a gente comenta, tá?
— Tudo bem, doutor, farei isso. Nos vemos na próxima semana.
Leonor se levantou do divã onde havia ficado reclinada, no estilo clássico da psicanálise, durante quarenta minutos ela havia relatado um episódio de seu passado sombrio, o primeiro episódio, pois era seu primeiro encontro.
Ela vinha hesitando em ir a um psicólogo, mas diante dos últimos acontecimentos em sua vida, decidiu ir. E mesmo que agora se sentisse estranha, a verdade é que, enquanto o elevador descia até o hall, ela se sentiu um pouco aliviada por poder contar suas preocupações a alguém, por confessar suas memórias mais sombrias, mesmo que fosse a um estranho.
Na semana seguinte, Leonor chegou pontual para sua consulta. Na sala de espera, apenas uma jovem secretária, vestida de branco imaculado, ficava atrás de uma tela de computador na mesa onde recebia os pacientes do doutor.
A garota era muito bonita, morena, com o cabelo preso num rabo de cavalo para trás. E muito jovem, com um corpinho parecido com o que Leonor lembrava de si mesma aos vinte e poucos anos.
Nervosa, dessa vez a espera pareceu mais longa que a anterior, e os olhares trocados com a garota, seguidos por sorrisos constrangidos, a deixaram ainda mais nervosa. Ela perguntou pelo banheiro e a jovem secretária a acompanhou até lá, estranhamente levou-a até a porta, pois embora não fosse longe, ficava do outro lado de um corredor no andar onde o doutor atendia seus pacientes.
A secretária passou, acendeu a luz e, sorrindo, saiu e a convidou a entrar. Leonor sentiu um leve constrangimento, como se a garota fosse ficar com ela enquanto fazia xixi. Mas não foi assim; depois disso, ela se despediu e fechou a porta. Esse comportamento a deixou confusa, por ser excessivamente prestativo, já que ela era meio reservada com suas coisas.
Finalmente, a espera terminou e ela se encontrou, uma semana depois, no consultório do doutor, deitada no divã...
— Como foi a semana, tudo bem? — perguntou o doutor, sugerindo a resposta na própria pergunta.
— Sim, tudo bem — limitou-se a admitir Leonor.
— Certo, prossiga com sua história. Conte-me o que se lembra a seguir e que tenha relação com o que a atormenta agora.
— Tá bom, acho que paramos naquela pousada naquele fim de... semana, na sacada, bom... me masturbando depois de tocar no meu filho... aham! —pigarreio. Bem, no domingo saímos da pousada e voltamos pro apartamento, chegamos muito tarde e fomos dormir. Assim começou outra semana de rotina. Um dia meu filho me surpreendeu, porque eu sempre tinha umas duas horas e meia pro almoço, já que meu horário de trabalho era dividido. Eu costumava almoçar e depois dava tempo de dar uma boa caminhada. Então, naquele dia ele me ligou e disse que vinha almoçar comigo. Levei uma surpresa boa na real, porque não esperava de jeito nenhum. Toda tarde, eu preparava a comida pra nós dois e guardava em potes na geladeira pro dia seguinte, já que não gostava de cozinhar só pra mim. Então nesse dia ele veio no meu trabalho e fomos pra um parque perto, onde almoçamos sentados na grama. Ele comprou umas cervejas num bar, e tomamos sentados no sol, como se fôssemos dois universitários se divertindo entre aulas. Me senti muito feliz com a visita dele e acho que até cheguei a abraçar e beijar ele quando nos encontramos, e olha que eu não sou muito de beijação. Depois ele caminhou comigo até chegar a hora de voltar pro trabalho. Uma noite, acho que por esses dias fez muito calor. Lembro que eu estava suando na cama e ele também. Aí fui tomar banho e ele, que com certeza tava acordado igual eu, me seguiu. Quando ele entrou no banheiro eu já tava no chuveiro e com o barulho da água não percebi, então quando vi ele entre as cortininhas de plástico, me assustei. Além da vergonha que deu, porque eu tava pelada na hora e com certeza ele me viu quando entrou. Ele entrou de cueca e disse que tava morrendo de calor, que queria tomar banho também quando eu terminasse. Aí me apressei pra acabar e pedi que ele me passasse a toalha. Me certificando de fechar bem as cortinas, estiquei minha mão na altura do meio delas e ele me entregou. Me sequei na banheira e saí com ela enrolada no corpo. Impaciente ele entrou e sem fechar Completamente, ele abaixou as calcinhas para começar a tomar banho e as jogou no chão do banheiro. Eu não consegui evitar espiá-lo, fixei-me na sua bunda, nas suas costas definidas, adivinhei suas partes íntimas balançando entre suas pernas musculosas. A verdade é que gostei de ver seu corpo, tão jovem e tão forte!
Saí para colocar um camisola e uma calcinha limpa e voltei para esperá-lo. Também aproveitei para trazer uma muda limpa para ele e, quando ele terminou, convidei-o para irmos à varanda sentar um pouco, já que lá soprava uma brisa e estaríamos melhor do que na cama.
Ele saiu do chuveiro com o torso nu, ainda coberto de gotinhas de água, com o cabelo bagunçado e molhado, eu fiquei olhando e ele me sorriu. Depois, fingi me virar para que ele colocasse a cueca, mas continuei espiando com o canto do olho. Vi como ele a vestia enquanto discretamente abria a toalha para puxá-la para cima. Foi então que seu pênis apareceu, flácido entre suas coxas, mas gostei de vê-lo assim, achei algo muito sensual e até engraçado, pois acostumada a vê-lo pequeno, como tinha mudado!
Eu havia colocado apenas o camisola, então meus seios certamente podiam ser vislumbrados através do tecido fino e gasto. Sem dúvida, minhas auréolas e a forma e distribuição dos meus seios ficariam realmente evidentes sob o tecido fino. Me excitava pensar que ele me olharia como eu fazia com ele.
Nos sentamos na varanda. Lá fora, a cidade dormia e apenas o canto das cigarras e dos grilos demonstrava o calor intenso e quebrava o silêncio reinante. Também lembro que ouvimos um miado, nos blocos da frente, sem dúvida algum gatinho também se refrescava na varanda de seus donos e talvez nos ouvisse saindo para o fresquinho como ele. Realmente estava bem melhor fora do que dentro.
De repente, ouvimos um trovão e um clarão longe no horizonte. Uma tempestade se formara após o intenso calor do dia e parecia se aproximar. O gatinho também se assustou e, com um miado desesperado, fugiu pela janela aberta, abrigando-se em sua casa. Pensei que a chuva refrescaria tudo, mas havia a possibilidade de ela passar ao largo, com o que ao calor se juntaria uma umidade sufocante.
— Mãe, você não está com calor com tanta roupa? — meu Isaac me perguntou.
— Bom, sim, mas essa camisola é a mais fresquinha que tenho — confessei a ele.
— Parece leve mesmo, e olha, dá pra ver tudo transparente! — ele confessou com jeito de safado, dava pra ver que no banheiro ele tinha se enchido de coragem — Por que você não tira então, pra mim não importa, sério!
— Claro, seu peste? Mas talvez pra mim importe, não pensou nisso? — respondi brincando.
— Não sei, isso depende de você — ele riu —. De qualquer forma, na escuridão da varanda eu não veria nada.
Então, num ataque de ousadia, tirei a camisola pela cabeça e, na penumbra, continuei sentada de frente pra ele nas nossas cadeiras de plástico.
— Melhor, né? — ele perguntou.
— Ufa, sim, que delícia sentir o vento me refrescando! — exclamei sorridente.
— Ei mãe, lembra da semana passada na pousada?
— Sim, claro — afirmei orgulhosa.
— Pois é, te confesso que no jacuzzi eu me masturbei! — afirmou com tom destemido.
— Sério? — perguntei, mostrando-me incrédula.
— Sim! — afirmou com firmeza —, não pude evitar, te vi de olhos fechados e fiz! Gozei no meio das bolhas! — se gabou.
— Vixe, que safadinho você está, já te disse! Foi bom, hein?
— Ah sim, foi fantástico!
— E se eu te disser que sua mãe também, enquanto tinha os olhos fechados, se aliviou debaixo d'água?
— Como, você também! — ele se surpreendeu. Agora quem ria provocante era eu e ele, o surpreso.
— O que você queria, filho, lá estava tão gostoso que foi inevitável!
Isaac se levantou e se inclinou na varanda, bem na minha frente. Eu vi seu torso e sua bunda tão perto que quase tive vontade de dar um tapinha.
— Você seria capaz de se inclinar na varanda agora? — ele me desafiou num tom irônico.
— Se estivesse sozinha faria sem pensar, mas com você olhando, obviamente não — respondi.
— É a mesma coisa que você me disse na jacuzzi, eu sempre posso não olhar — ele sorriu.
— Tá bom, vou fazer, mas você tem que ficar atrás de mim, assim não me vê e eu te provo que sou capaz.
— Beleza, boa ideia — ele admitiu.
Então fiz isso, fiquei com os peitos pra fora da varanda, apoiada na grade e eles sobre meus braços.
— Ei mãe, agora se alguém passar na rua e te ver com suas tetas aí de fora, pode até alegrar a noite da pessoa — Isaac zombou.
— Sem dúvida sua mãe tem um belo par de peitos! — exclamei.
— Sem dúvida mãe, você é bem dotada nesse aspecto...
Então tudo foi muito rápido, ele se encostou na minha bunda, com sua cueca e suas mãos me agarrando por trás, pegando meus peitos com aquelas mãos de dedos longos, apertando eles contra meu peito e sua pélvis contra minha bunda.
— Ah mãe, você tem uns peitos lindos! No hotel, enquanto faziam sua massagem, eu te via deitada e imaginava tocando neles assim — Isaac exclamou enquanto os apertava.
Cheguei a sentir até o pau dele... quer dizer, o pênis — Leonor corrigiu, envergonhada —, duro atrás da minha bunda. Naqueles momentos, imaginei me virar e chupar ele, chupar o pau do meu próprio filho, mas só a ideia me deu nojo. Me virei e me soltei do abraço dele.
— Mas o que você tá fazendo, Isaac! Eu sou sua mãe! — gritei, mostrando raiva, e o afastei com um empurrão.
— Sim mãe, eu sei, mas a gente tá tão sozinho e tão... que eu pensei que talvez a gente pudesse.
— Pudesse o quê? Nem pense nisso, tá ouvindo! — adverti severamente.
A questão é que agora estávamos frente a frente e meus peitos estavam bem visíveis, ele não parava de olhar e eu sabia.
Então ele tentou pegá-los, mas eu afastei as mãos dele com as minhas, contrariado, ele me empurrou e caí na cadeira atrás de mim, surpresa. Em seguida, ele se ajoelhou na minha frente, abriu minhas pernas e mordeu minha calcinha e, consequentemente, minha buceta. Senti arrepios ao vê-lo fazer isso, hesitei em... milésimos de segundo entre deixar ele me comer e empurrá-lo e jogá-lo no chão.
Fiz isso último, mas a essa altura a língua dele já estava enfiada na minha buceta, pois ele já tinha puxado minha calcinha de lado. Empurrei-o com toda minha força e ele caiu sentado no chão da varanda.
— Isaac! — gritei baixo. — Você enlouqueceu, para com isso! — esbravejei, apontando o dedo para ele.
Então ele me agarrou e começou a chupar meus peitos ansiosamente. Eu forcejei com ele e por alguns instantes hesitei na força a usar na luta, já que ele era fisicamente muito superior a mim.
Então decidi pará-lo de uma vez e dei um tapa bem forte nele. Ao fazer isso, ele recuou, levando a mão à bochecha com expressão de dor — realmente acertei com tudo. Naquele momento, senti pena por dentro, mas tinha que me manter firme!
— Chega, Isaac, você nunca mais vai dormir comigo, nunca! Estragou tudo! Está me ouvindo? — então uma sequência de trovões ribombou por todos os lados, o som ecoou em cada prédio e nos atingiu com múltiplas reverberações.
Não parava de gritar com ele, de ameaçá-lo, até que me surpreendeu sua mão lançada com fúria no meu rosto — ele me devolveu o golpe e com juros. Caí no chão e me apoiei com as duas mãos para não bater a cara nele.
Então Isaac aproveitou para me segurar pela cintura e, assim como estava, puxar minha calcinha e expor minha bunda nua. Lutei para me soltar dele, mas como disse antes, ele era mais forte e conseguiu enfiar seu pau até o fundo, violentamente provocando em mim um grito de dor, abafado pelos trovões que novamente lançavam sua fúria aos quatro ventos.
Segura com força por ele, senti como ele me fodia freneticamente, e desesperada me levantei e lancei meu cotovelo com fúria inusitada contra seu lado e um novo tapa no seu rosto.
Ele se revoltou, machucado, com fúria inédita, mas então o ameacei com outro tapa, de modo que ele ficou imóvel e eu também. Um clarão nos iluminou, então eu... Eu vi ela nua e vi ele também. Me arrependi profundamente de me ver naquela situação e caí de joelhos, chorei amargamente enquanto ele permanecia diante de mim. Um relâmpago iluminou seu rosto e então vi que ele também chorava, me levantei e quis abraçá-lo, mas agora foi ele quem se soltou do meu abraço e saiu correndo. Segui-o no escuro pela casa e, quando vi que ele se dirigia para a porta, fiquei alarmada. Saí correndo atrás dele e, ao vê-lo desaparecer escada acima, meu coração acelerou. Pensei em pegar algo para vestir, pois me senti nua, mas meu alarme foi mais forte e saí atrás dele como minha mãe me trouxe ao mundo. Ouvi o ranger da tranca que dá para o terraço e, quando saí, já o havia perdido de vista. Muito nervosa, como uma louca, procurei por ele e então um relâmpago iluminou tudo como se fosse dia. Atrás dele, múltiplos trovões ecoaram e, na claridade, descobri onde ele estava — Leonor começou a chorar desconsoladamente. Ele havia subido em um muro da parede que dava para a rua, gritei como uma louca: Não, Isaac! E corri atrás dele. Então pareceu como se o céu estivesse caindo sobre nós, uma cortina de água espessa nos cobriu, caía com uma força tremenda, com gotas tão grandes que quase machucavam a pele. Me agarrei aos seus joelhos, gritando para ele descer! Mas ele se recusou a fazer isso. Ele olhava para a cidade, parecia alheio, mal me dava atenção, apesar dos meus puxões em suas mãos lá de baixo. Mas ele escapava dos meus dedos, uma e outra vez eles escorregavam nos dele, e ele continuava ali em pé, a um passo do vazio. Ele me olhava e eu chorava desesperada, depois ele olhava para o vazio, e foi então que perdi a cabeça. Após um relâmpago, vi seu pênis brilhando molhado pela chuva. Eu o agarrei e o engoli! Comecei a chupá-lo! Ele não estava ereto, mas quase imediatamente sua ereção chegou até minha garganta. O que eu poderia fazer? Ele estava lá em cima por tentar me estuprar, e agora eu só pensava em dar a ele o que ele pedia, em fazer o que fosse para fazê-lo descer dali! Eu o chupei com com todas as minhas forças, agarrei a bunda dele, chupei suas bolas e continuei até vê-lo me olhando e tentando descer! Então peguei meus peitos e coloquei nas mãos dele, agarrei sua cabeça e afundei neles, senti como ele lambia, como chupava a água que escorria por eles. — É isso que você quer! É isso! — gritei, me afastando dele e então dei outro tapa nele com toda minha força. — Então me fode! Vai, me fode! — cuspi com raiva na cara dele. Virei de costas, coloquei minha bunda nua na frente dele e dei palmadas furiosas nas nádegas. Não parava de gritar obscenidades, enquanto batia na minha bunda e mostrava minha buceta de forma obscena, incitando-o, provocando-o para que cumprisse seus desejos. Não parava de chover, os trovões e relâmpagos continuavam nos iluminando naquela varanda, abafando também meus gritos desesperados. Então Isaac reagiu. Me pegou com muita força pela cintura e me empurrou contra o muro que dava para a rua. Senti o pau dele cutucando minha bunda até encontrar o caminho para o meu interior e, com uma enfiada ardente, me penetrou novamente. Minha xota se abriu e o acomodou como pôde, desta vez não senti dor ao ser penetrada, senti desespero enquanto ele me fodia com enfiadas tremendas! Apertei os dentes e aguentei a puxada! Não demorou para ele gozar dentro de mim, suas últimas arremetidas foram tão enérgicas que me machucaram ao me chocar contra a parede. Depois ele parou, continuou abraçado a mim, com seu pau dentro, foi como se toda a raiva dele se soltasse de repente. Fiquei parada, e então percebi que chorava copiosamente, embora com a chuva minhas lágrimas se diluíssem na água da chuva, confundindo-se com ela. Senti o pau dele se mover novamente na minha buceta, agora ele estava se deliciando comigo, o grande porco continuou fazendo isso por mais alguns segundos até que, de repente, se retirou. E antes que eu me virasse, ele saiu correndo novamente, embora desta vez eu não o tenha perseguido. Fiquei ali, caí de joelhos novamente no chão da varanda e Continuei chorando amargamente. A chuva não parava de cair sobre meu corpo nu, acabei tremendo de frio, pois o ambiente já tinha esfriado com a tempestade.
Finalmente, reunindo as poucas forças que me restavam, levantei e caminhei até a porta que descia para o bloco. As escadas estavam alagadas porque a porta tinha ficado aberta enquanto chovia torrencialmente.
Desci nua pelos corredores, com a claridade fraca das luzinhas de emergência que iluminavam tudo vagamente.
Ao entrar e fechar tudo, era silêncio total. Pensei que meu filho poderia não estar lá, mas meu instinto feminino me dizia que sim, que ele tinha voltado.
Fui ao banheiro e, sem acender a luz, sequei meu cabelo. Não queria nem me olhar no espelho, me sentia péssima e, para piorar, comecei a notar como da minha buceta caíam alguns restos de porra da gozada do meu filho!
Sentei no bidê e me limpei, já não me importava mais com nada, já estava além de tudo. Eu tinha deixado meu filho me violentar! Mas fiz isso para salvá-lo. Mas isso não importava, se com isso consegui salvá-lo e impedir que ele se jogasse no vazio!
Ao chegar e perguntar pelo meu marido, foi quando me deram a notícia fatídica: ele chegou com um fio de vida e morreu enquanto o levavam para a cirurgia. Já pode imaginar o choque que sofremos, eu e meu filho. Nunca se está preparado para uma notícia dessas, isso muda a vida da gente.
Éramos um casal normal, com um filho que recentemente tinha entrado na faculdade para estudar arquitetura. Algo que nem meu marido nem eu pudemos fazer no nosso tempo, porque engravidei dele muito jovem, ainda quando éramos namorados.
Ambos trabalhávamos, eu como contadora numa pequena empresa e ele como entregador de uma empresa de encomendas. Sabe como é, sempre na correria, sempre com a pressão das entregas, sempre no limite com sua van, tanto que esse foi seu fim — um acidente de trabalho o levou.
A partir daí, como disse, tudo mudou. No funeral vieram parentes de todos os lugares, durante uns dias a casa virou um frenesi de visitas. Minha mãe veio ficar conosco e ficou alguns dias até tudo passar. No final, voltou para casa, pois depois de se aposentar tinha se mudado para a América do Sul, já que conheceu um turista argentino e se casou com ele depois de muitos anos de viuvez.
Então, depois que ela foi embora, ficamos sozinhos, meu filho e eu. Naquele dia, quando voltamos do aeroporto, depois de deixar a vovó no avião que a levaria de volta para a Argentina, a casa nos pareceu deserta, como se um ar desolador e opressor a envolvesse. Jantamos com dificuldade, porque eu insisti que fizéssemos isso, embora tenhamos passado mais tempo preparando a refeição frugal, pondo e tirando a mesa, do que comendo de fato.
Depois fomos nos deitar, cada um no seu quarto. Nosso apartamento tem apenas dois quartos, e... Não pudemos nos casar com um apartamento maior e, com o tempo, como só meu filho Isaac nasceu, nos acomodamos e não pensamos mais em nos mudar para um lugar mais espaçoso.
Nos dias que seguiram ao enterro, minha mãe tinha dormido comigo na minha cama de casal, então até aquela noite eu não tinha percebido o quão grande ela era para uma pessoa sozinha. Pensei que teria que me acostumar, até pensei em jogá-la fora e comprar uma de solteiro, já que de qualquer forma eu dormiria sozinha pelo resto do tempo.
O fato é que mal consegui dormir, então acabei levantando e atacando a geladeira, pegando sorvete e comendo com ansiedade - tinha passado da falta de apetite no jantar para uma compulsão bulímica.
Lá estava eu, de camisola, quando meu filho me deu um susto aparecendo pela porta de cueca. Ele também não conseguia dormir, então acabamos os dois comendo pipoca recém-feita no micro-ondas, assistindo à teletenda de madrugada.
Ao amanhecer, decidimos ir para a cama, e ao chegar no meu quarto vi a cama imensa e desabei com a ideia de dormir sozinha. Sem pensar, peguei meu Isaac pelo braço e disse para ele vir dormir comigo. Ele concordou sem pensar duas vezes, pois acho que ambos estávamos buscando a companhia que nos tirasse dos pensamentos deprimentes.
Finalmente consegui dormir e, entre sonhos, me abracei a ele. Não sei se estava consciente de que ele não era meu marido, mas estava tão cansada que me virei e me encostei nas costas dele, como costumava fazer quando meu marido estava vivo. Ele é muito alto, embora de compleição magra, ao contrário de mim, que sou mais baixinha e igualmente magra. O fato é que nem percebi até acordar já com o dia adiantado.
Não sei se foi pela companhia dele ou porque abraçá-lo me deu segurança, mas naquela noite consegui descansar sem acordar cem vezes assustada com a lembrança da fatídica chamada da Guarda Civil. Nos levantamos por volta da hora do almoço e, como não estava com vontade de cozinhar, peguei o carro e fomos a um hamburgueria no centro. Lá comemos hambúrgueres enormes, dessa vez com uma fome de leão. E ao terminar, demos uma volta pelas lojas.
Estranhamente, meu filho me acompanhou em lojas de roupa, mesmo odiando e quase sempre eu ir sozinha fazer compras. Mas naquele dia ele foi um amor comigo. Só que reparei nos olhares que ele dava nas vendedoras da loja, sabe, todas umas gatinhas com uns corpos bem curvilíneos e de uniforme. Isso me deu graça e me lembrou dos dias em que ele era só uma criança. Agora dava pra ver que já estava procurando “outros jogos”, você me entende.
Aliás, meu Isaac é muito bonito, tão alto e com o cabelo loiro como o do pai. Nisso ele puxou a ele. Nos casamos muito jovens e tivemos ele quase de imediato, pois foi como se diz por aí “de penalty”.
Por isso, ao lado dele, não pareço realmente ser sua mãe, mas quase sua irmã mais velha, pois mal completei trinta e seis anos.
Naquele dia decidi comprar um vestido muito fofo, estampado com cores vivas, pois era primavera e esse negócio de luto já não está na moda, de alguma forma queria me sentir diferente, especial, então experimentei e gostei tanto que saí com ele vestido.
Depois ficamos tomando sorvete e passeando por um parque, até o Isaac ficou alimentando os pombos como quando era criança. Acho que tudo isso nos fez muito bem, pois nos ajudou a escapar da nossa dura realidade.
Era domingo, então no dia seguinte eu teria que voltar ao trabalho e ele à universidade. Naquela noite voltamos tarde, pois também jantamos fora, de modo que quando chegamos só tivemos que tomar banho e ir para a cama.
Ele entrou primeiro e depois, enquanto se secava, entrei para levar roupa limpa, pois ele tinha esquecido a dele fora. Então o vi, saindo do chuveiro, com o cabelo molhado e a toalha mal amarrada, por isso, de relance, vi seu membro com toda a mata e suas bolas, então fiquei um pouco... impressionada e pensei em como meu Isaac tinha ficado tão gostoso, com todo aquele torso musculoso e sem pelos.
Aquilo não passou de um simples incidente doméstico, sem maior importância. Depois fui tomar banho, enquanto ele saía para terminar de se secar e se vestir do lado de fora.
Para minha surpresa, quando saí, um bom tempo depois de secar meu cabelo comprido, o encontrei dormindo de novo na minha cama. Então, como na noite anterior, dormimos juntos de novo. E a verdade é que não desgostei da companhia dele novamente.
A semana passou rápido, já que trabalho muitas horas por ter jornada dividida e ele estudava bastante também, então só nos víamos no jantar, depois banho e depois íamos para a cama.
O que começou como uma ideia minha para evitar a solidão da minha cama vazia acabou virando um hábito. Também não é que déssemos muita importância para isso naquela época, afinal acho que ambos precisávamos da companhia um do outro.
Nos fins de semana, aproveitávamos para pegar o carro e fazer uns passeios. Começamos a ir a pousadas, visitar lugares onde não íamos antes.
— Mas antes você disse que não ganhavam muito dinheiro, como podiam bancar isso? — perguntou o interlocutor.
— É verdade, mas, mesmo que seja ruim falar, a indenização pela morte do meu marido nos deu um alívio financeiro, e tanto meu filho quanto eu sentíamos a opressão daquele apartamento, as lembranças de quando meu marido estava lá, então aproveitávamos a primeira oportunidade para fugir.
— Claro, é muito normal.
— Bom, como eu estava dizendo, ficamos em hotéis dormindo em quartos duplos e uma vez fomos a um que tinha águas termais e um circuito de spa. Lá ficamos relaxando. Mal tinha clientes naquele fim de semana, não entendíamos porquê, já estava fazendo calor e talvez as pessoas procurassem mais as praias do que aqueles lugares.
O fato é que ficamos em todas as piscinas, depois do que umas garotas nos deram uma massagem muito... monas e depois fomos para o jacuzzi onde ficamos conversando de boa. Era a primeira vez que eu experimentava um e foi uma delícia, sentir a cócegas daquelas bolhas! —exclamou ela, relembrando aquela memória agradável com suas palavras.
— Você gostou das garotas, Isaac, eram gostosas, né? —perguntei, tentando fisgar ele.
— Ah sim, com certeza, mãe! —exclamou ele, todo orgulhoso—. Especialmente a loira que fez sua massagem, ela tinha umas... enormes —confirmou, fazendo um gesto com as mãos no peito.
— É, tinham uns peitões da hora como os meus! Né? —pisquei o olho com cumplicidade—, tipo os meus! —adicionei, realçando meu busto com as mãos.
— Com certeza! —exclamou ele, sorrindo.
— Com certeza o quê? —perguntei—. Que os meus são muito grandes ou que você gostou dos da garota! —exclamei sorrindo, deixando ele nervoso.
— Eh, que "os dela" eram muito grandes! —esclareceu ele, todo apressado—.
— Então, os meus você não gosta? —me insinuei, pegando meus seios com as mãos e juntando-os para realçar.
— Não é isso, mãe, você também é muito gostosa —afirmou finalmente, depois da minha armadilha.
— Obrigada, querido, você é um amor —disse finalmente, satisfeita.
As bolhas eram muito relaxantes e faziam uma montanha de cócegas, especialmente no começo. Esses lugares são fantásticos, acostumar com o que é bom é muito fácil, né? A questão é que, de forma safada, insinuei que ele podia aproveitar aquele momento para se aliviar, já que estávamos sozinhos ali.
— Como, fazer isso aqui! —exclamou ele, espantado.
— Claro, filho, onde senão! —disse eu, sorrindo para ele—. Debaixo d'água eu não vou ver, se é o pudor que tá te segurando.
— Mas mãe, não é só isso, é que você estaria na minha frente! —ele ficou escandalizado.
— Poxa, isso sim, mas você sempre pode fechar os olhos e se concentrar, pensar que tá sozinho, não é?
— Acho que não conseguiria, mãe, sinceramente —ele falou meio sério.
— Tá bom, era só uma ideia, cara, não fica tão sério! —disse, tentando fazê-lo relaxar.
A verdade é que, secretamente, eu sim tirei meu maiô e Senti aquelas bolhas acariciando a parte mais íntima do meu ser. Desde o acidente, não tinha tido nenhum tipo de reação sexual, meu corpo simplesmente não sentiu necessidade, mas naquele jacuzzi foi diferente. As bolhas tiveram esse efeito inesperado em mim, fiquei meio excitada, então deslizei meus dedos pela minha buceta para me dar prazer.
Isaac não percebeu nada, porque era impossível ele me ver, e eu finji estar dormindo para disfarçar. Até pensei que, enquanto eu estava de olhos fechados, ele poderia estar se masturbando na minha presença sem que eu soubesse, e isso me excitou ainda mais. Não sei se ele realmente chegou a fazer isso, mas foi algo maravilhoso. Apertei os dentes e tentei ficar imóvel enquanto meu corpo se agitava como uma leoa presa, se contorcendo, desfrutando de um prazer fantástico e libertador.
Depois saímos da água, tomamos banho e jantamos no jardim, já que a temperatura estava convidativa. Bebemos vinho e acho que ficamos meio tontos. Por fim, ficamos passeando pelo hotel, que tinha muitos metros quadrados de jardins iluminados com luzinhas plantadas no chão, o que dava um aspecto muito aconchegante.
— Isaac, no final das contas, você relaxou no jacuzzi hoje? Eu dormi e nem percebi o que você estava fazendo — insinuei, para ver se ele confessava.
— Ah, não, mãe, eu não faria uma coisa dessas na sua frente! — meu jovem rebento se escandalizou.
— Tudo bem, porque se você fez, eu nem percebi! — exclamei. — Sabe de uma coisa? Estou com muita vontade de fazer xixi — confessei, enquanto olhava ao redor procurando um lugar para me aliviar.
— Mas você vai fazer aqui, mãe? Pode vir outra gente do hotel! — ele afirmou, escandalizado.
— Bom, você vai ficar de vigia para ninguém me ver, né? — sorri para ele.
Nos afastamos um pouco do caminho e, perto de uns arbustos, me agachei e fiz. Ele virou de costas, cavalheiresco, olhando para um lado e para o outro. Quando percebi que não tinha lenços de papel na bolsa, perguntei se ele tinha e, meio envergonhado, ele disse que sim e me entregou. um enquanto eu ficava agachada no escuro. A verdade é que eu estava bem tonta e talvez fosse isso que me deixava meio exibicionista.
Lembro como ele me olhava de soslaio quando me levantei e me limpei com as pernas abertas, acho que ele mal veria minha buceta nua naquela escuridão, mas me exibir na frente dele foi algo mórbido. Cheguei a sentir um prazer incomum e certamente obsceno fazendo tudo aquela na frente do meu próprio filho.
O engraçado de tudo é que depois foi ele quem teve que me imitar, fazendo xixi ali mesmo. Fingi que estava vigiando, mas na verdade fiquei espiando. Vi como ele puxou o pau pra fora e como se concentrou pra fazer, pois parecia que algo estava errado e ele demorou muito pra se aliviar. Então pensei que talvez ele tivesse ficado excitado com a situação anterior e, de pau duro, estava difícil mijar, pois pelo meu marido eu sabia que quando os homens ficam excitados não conseguem.
Naquela noite dei um monte de voltas na cama, sem conseguir dormir. Olhava pra ele enquanto dormia e senti a necessidade de tocar seus peitorais. Nervosa, fiz isso de leve até que ele ameaçou acordar e aí parei, escondendo rapidamente minha mão furtiva. Era tão forte e fibroso, divina juventude!
Me senti uma puta por assediar assim meu próprio filho sem que ele soubesse. Até me permiti apalpar sua virilidade, e pra meu espanto ela respondeu, ficando dura com minhas carícias! Fiquei tão nervosa que pensei que ele ia acordar e me pegar com meus dedos no pau dele, então me afastei de novo rapidamente enquanto sentia meu coração bater forte, minha boca secar e ficar impossível engolir.
Voltei a me masturbar na cama, enfiando quantos dedos consegui na minha buceta, tremendamente lubrificada, como quando era muito jovem e fazia isso nas primeiras vezes com meu marido. Acho que até me atrevi a enfiar um dedo no meu cu, pois às vezes ele fazia isso em mim e me excitava muito, embora eu nunca fazia isso nas minhas masturbações.
Perturbada, comecei a me sentir mal por fazer algo daquilo com meu filho dormindo ao meu lado. Mais ainda, me senti péssima por me excitar com o próprio corpo dele. Então fui incapaz de continuar ali mesmo, levantei e saí para a varanda.
A brisa marinha me refrescou, correu entre minhas pernas torneadas e minha umidade ao contato com a brisa me fez tremer. Continuei acariciando minha vulva ali mesmo, absorta no céu estrelado, com um mar de pinheiros cinzas, escuros e silenciosos movidos pelo vento da montanha.
Quando gozei, tive que me agachar e me segurar na grade por medo de cair por cima dela. Tremi tanto que acabei sentada no chão enquanto não parava de esfregar e esfregar minha buceta. Tenho muita vergonha de confessar isso, mas a verdade é que descobri algo que quase não me acontecia mais, pois ao gozar escapou um pouco de xixi, então acabei sentada numa poça de mijo. No clímax, foi impossível segurar dentro de mim.
Depois voltou a culpa, me senti péssima, doutor, me senti tremendamente porca por fazer algo daquilo, por me masturbar depois de ter tocado no Isaac, por ter levado aquela masturbação até o fim e por ter gostado tanto...
— Tudo bem, Leonor, não se martirize por esses pensamentos. Aceite-os como passados e como naturais, a natureza nos previne contra o tabu, mas ao mesmo tempo nos tenta em favor dele. Daí os sentimentos contraditórios que você manifesta tão fortemente — interveio seu interlocutor.
Esta semana, se quiser, escreva para mim algo sobre o que acabou de contar, alguma lição que tenha ficado na sua mente desde aquela época, algo que tenha ficado gravado. E na próxima consulta a gente comenta, tá?
— Tudo bem, doutor, farei isso. Nos vemos na próxima semana.
Leonor se levantou do divã onde havia ficado reclinada, no estilo clássico da psicanálise, durante quarenta minutos ela havia relatado um episódio de seu passado sombrio, o primeiro episódio, pois era seu primeiro encontro.
Ela vinha hesitando em ir a um psicólogo, mas diante dos últimos acontecimentos em sua vida, decidiu ir. E mesmo que agora se sentisse estranha, a verdade é que, enquanto o elevador descia até o hall, ela se sentiu um pouco aliviada por poder contar suas preocupações a alguém, por confessar suas memórias mais sombrias, mesmo que fosse a um estranho.
Na semana seguinte, Leonor chegou pontual para sua consulta. Na sala de espera, apenas uma jovem secretária, vestida de branco imaculado, ficava atrás de uma tela de computador na mesa onde recebia os pacientes do doutor.
A garota era muito bonita, morena, com o cabelo preso num rabo de cavalo para trás. E muito jovem, com um corpinho parecido com o que Leonor lembrava de si mesma aos vinte e poucos anos.
Nervosa, dessa vez a espera pareceu mais longa que a anterior, e os olhares trocados com a garota, seguidos por sorrisos constrangidos, a deixaram ainda mais nervosa. Ela perguntou pelo banheiro e a jovem secretária a acompanhou até lá, estranhamente levou-a até a porta, pois embora não fosse longe, ficava do outro lado de um corredor no andar onde o doutor atendia seus pacientes.
A secretária passou, acendeu a luz e, sorrindo, saiu e a convidou a entrar. Leonor sentiu um leve constrangimento, como se a garota fosse ficar com ela enquanto fazia xixi. Mas não foi assim; depois disso, ela se despediu e fechou a porta. Esse comportamento a deixou confusa, por ser excessivamente prestativo, já que ela era meio reservada com suas coisas.
Finalmente, a espera terminou e ela se encontrou, uma semana depois, no consultório do doutor, deitada no divã...
— Como foi a semana, tudo bem? — perguntou o doutor, sugerindo a resposta na própria pergunta.
— Sim, tudo bem — limitou-se a admitir Leonor.
— Certo, prossiga com sua história. Conte-me o que se lembra a seguir e que tenha relação com o que a atormenta agora.
— Tá bom, acho que paramos naquela pousada naquele fim de... semana, na sacada, bom... me masturbando depois de tocar no meu filho... aham! —pigarreio. Bem, no domingo saímos da pousada e voltamos pro apartamento, chegamos muito tarde e fomos dormir. Assim começou outra semana de rotina. Um dia meu filho me surpreendeu, porque eu sempre tinha umas duas horas e meia pro almoço, já que meu horário de trabalho era dividido. Eu costumava almoçar e depois dava tempo de dar uma boa caminhada. Então, naquele dia ele me ligou e disse que vinha almoçar comigo. Levei uma surpresa boa na real, porque não esperava de jeito nenhum. Toda tarde, eu preparava a comida pra nós dois e guardava em potes na geladeira pro dia seguinte, já que não gostava de cozinhar só pra mim. Então nesse dia ele veio no meu trabalho e fomos pra um parque perto, onde almoçamos sentados na grama. Ele comprou umas cervejas num bar, e tomamos sentados no sol, como se fôssemos dois universitários se divertindo entre aulas. Me senti muito feliz com a visita dele e acho que até cheguei a abraçar e beijar ele quando nos encontramos, e olha que eu não sou muito de beijação. Depois ele caminhou comigo até chegar a hora de voltar pro trabalho. Uma noite, acho que por esses dias fez muito calor. Lembro que eu estava suando na cama e ele também. Aí fui tomar banho e ele, que com certeza tava acordado igual eu, me seguiu. Quando ele entrou no banheiro eu já tava no chuveiro e com o barulho da água não percebi, então quando vi ele entre as cortininhas de plástico, me assustei. Além da vergonha que deu, porque eu tava pelada na hora e com certeza ele me viu quando entrou. Ele entrou de cueca e disse que tava morrendo de calor, que queria tomar banho também quando eu terminasse. Aí me apressei pra acabar e pedi que ele me passasse a toalha. Me certificando de fechar bem as cortinas, estiquei minha mão na altura do meio delas e ele me entregou. Me sequei na banheira e saí com ela enrolada no corpo. Impaciente ele entrou e sem fechar Completamente, ele abaixou as calcinhas para começar a tomar banho e as jogou no chão do banheiro. Eu não consegui evitar espiá-lo, fixei-me na sua bunda, nas suas costas definidas, adivinhei suas partes íntimas balançando entre suas pernas musculosas. A verdade é que gostei de ver seu corpo, tão jovem e tão forte!
Saí para colocar um camisola e uma calcinha limpa e voltei para esperá-lo. Também aproveitei para trazer uma muda limpa para ele e, quando ele terminou, convidei-o para irmos à varanda sentar um pouco, já que lá soprava uma brisa e estaríamos melhor do que na cama.
Ele saiu do chuveiro com o torso nu, ainda coberto de gotinhas de água, com o cabelo bagunçado e molhado, eu fiquei olhando e ele me sorriu. Depois, fingi me virar para que ele colocasse a cueca, mas continuei espiando com o canto do olho. Vi como ele a vestia enquanto discretamente abria a toalha para puxá-la para cima. Foi então que seu pênis apareceu, flácido entre suas coxas, mas gostei de vê-lo assim, achei algo muito sensual e até engraçado, pois acostumada a vê-lo pequeno, como tinha mudado!
Eu havia colocado apenas o camisola, então meus seios certamente podiam ser vislumbrados através do tecido fino e gasto. Sem dúvida, minhas auréolas e a forma e distribuição dos meus seios ficariam realmente evidentes sob o tecido fino. Me excitava pensar que ele me olharia como eu fazia com ele.
Nos sentamos na varanda. Lá fora, a cidade dormia e apenas o canto das cigarras e dos grilos demonstrava o calor intenso e quebrava o silêncio reinante. Também lembro que ouvimos um miado, nos blocos da frente, sem dúvida algum gatinho também se refrescava na varanda de seus donos e talvez nos ouvisse saindo para o fresquinho como ele. Realmente estava bem melhor fora do que dentro.
De repente, ouvimos um trovão e um clarão longe no horizonte. Uma tempestade se formara após o intenso calor do dia e parecia se aproximar. O gatinho também se assustou e, com um miado desesperado, fugiu pela janela aberta, abrigando-se em sua casa. Pensei que a chuva refrescaria tudo, mas havia a possibilidade de ela passar ao largo, com o que ao calor se juntaria uma umidade sufocante.
— Mãe, você não está com calor com tanta roupa? — meu Isaac me perguntou.
— Bom, sim, mas essa camisola é a mais fresquinha que tenho — confessei a ele.
— Parece leve mesmo, e olha, dá pra ver tudo transparente! — ele confessou com jeito de safado, dava pra ver que no banheiro ele tinha se enchido de coragem — Por que você não tira então, pra mim não importa, sério!
— Claro, seu peste? Mas talvez pra mim importe, não pensou nisso? — respondi brincando.
— Não sei, isso depende de você — ele riu —. De qualquer forma, na escuridão da varanda eu não veria nada.
Então, num ataque de ousadia, tirei a camisola pela cabeça e, na penumbra, continuei sentada de frente pra ele nas nossas cadeiras de plástico.
— Melhor, né? — ele perguntou.
— Ufa, sim, que delícia sentir o vento me refrescando! — exclamei sorridente.
— Ei mãe, lembra da semana passada na pousada?
— Sim, claro — afirmei orgulhosa.
— Pois é, te confesso que no jacuzzi eu me masturbei! — afirmou com tom destemido.
— Sério? — perguntei, mostrando-me incrédula.
— Sim! — afirmou com firmeza —, não pude evitar, te vi de olhos fechados e fiz! Gozei no meio das bolhas! — se gabou.
— Vixe, que safadinho você está, já te disse! Foi bom, hein?
— Ah sim, foi fantástico!
— E se eu te disser que sua mãe também, enquanto tinha os olhos fechados, se aliviou debaixo d'água?
— Como, você também! — ele se surpreendeu. Agora quem ria provocante era eu e ele, o surpreso.
— O que você queria, filho, lá estava tão gostoso que foi inevitável!
Isaac se levantou e se inclinou na varanda, bem na minha frente. Eu vi seu torso e sua bunda tão perto que quase tive vontade de dar um tapinha.
— Você seria capaz de se inclinar na varanda agora? — ele me desafiou num tom irônico.
— Se estivesse sozinha faria sem pensar, mas com você olhando, obviamente não — respondi.
— É a mesma coisa que você me disse na jacuzzi, eu sempre posso não olhar — ele sorriu.
— Tá bom, vou fazer, mas você tem que ficar atrás de mim, assim não me vê e eu te provo que sou capaz.
— Beleza, boa ideia — ele admitiu.
Então fiz isso, fiquei com os peitos pra fora da varanda, apoiada na grade e eles sobre meus braços.
— Ei mãe, agora se alguém passar na rua e te ver com suas tetas aí de fora, pode até alegrar a noite da pessoa — Isaac zombou.
— Sem dúvida sua mãe tem um belo par de peitos! — exclamei.
— Sem dúvida mãe, você é bem dotada nesse aspecto...
Então tudo foi muito rápido, ele se encostou na minha bunda, com sua cueca e suas mãos me agarrando por trás, pegando meus peitos com aquelas mãos de dedos longos, apertando eles contra meu peito e sua pélvis contra minha bunda.
— Ah mãe, você tem uns peitos lindos! No hotel, enquanto faziam sua massagem, eu te via deitada e imaginava tocando neles assim — Isaac exclamou enquanto os apertava.
Cheguei a sentir até o pau dele... quer dizer, o pênis — Leonor corrigiu, envergonhada —, duro atrás da minha bunda. Naqueles momentos, imaginei me virar e chupar ele, chupar o pau do meu próprio filho, mas só a ideia me deu nojo. Me virei e me soltei do abraço dele.
— Mas o que você tá fazendo, Isaac! Eu sou sua mãe! — gritei, mostrando raiva, e o afastei com um empurrão.
— Sim mãe, eu sei, mas a gente tá tão sozinho e tão... que eu pensei que talvez a gente pudesse.
— Pudesse o quê? Nem pense nisso, tá ouvindo! — adverti severamente.
A questão é que agora estávamos frente a frente e meus peitos estavam bem visíveis, ele não parava de olhar e eu sabia.
Então ele tentou pegá-los, mas eu afastei as mãos dele com as minhas, contrariado, ele me empurrou e caí na cadeira atrás de mim, surpresa. Em seguida, ele se ajoelhou na minha frente, abriu minhas pernas e mordeu minha calcinha e, consequentemente, minha buceta. Senti arrepios ao vê-lo fazer isso, hesitei em... milésimos de segundo entre deixar ele me comer e empurrá-lo e jogá-lo no chão.
Fiz isso último, mas a essa altura a língua dele já estava enfiada na minha buceta, pois ele já tinha puxado minha calcinha de lado. Empurrei-o com toda minha força e ele caiu sentado no chão da varanda.
— Isaac! — gritei baixo. — Você enlouqueceu, para com isso! — esbravejei, apontando o dedo para ele.
Então ele me agarrou e começou a chupar meus peitos ansiosamente. Eu forcejei com ele e por alguns instantes hesitei na força a usar na luta, já que ele era fisicamente muito superior a mim.
Então decidi pará-lo de uma vez e dei um tapa bem forte nele. Ao fazer isso, ele recuou, levando a mão à bochecha com expressão de dor — realmente acertei com tudo. Naquele momento, senti pena por dentro, mas tinha que me manter firme!
— Chega, Isaac, você nunca mais vai dormir comigo, nunca! Estragou tudo! Está me ouvindo? — então uma sequência de trovões ribombou por todos os lados, o som ecoou em cada prédio e nos atingiu com múltiplas reverberações.
Não parava de gritar com ele, de ameaçá-lo, até que me surpreendeu sua mão lançada com fúria no meu rosto — ele me devolveu o golpe e com juros. Caí no chão e me apoiei com as duas mãos para não bater a cara nele.
Então Isaac aproveitou para me segurar pela cintura e, assim como estava, puxar minha calcinha e expor minha bunda nua. Lutei para me soltar dele, mas como disse antes, ele era mais forte e conseguiu enfiar seu pau até o fundo, violentamente provocando em mim um grito de dor, abafado pelos trovões que novamente lançavam sua fúria aos quatro ventos.
Segura com força por ele, senti como ele me fodia freneticamente, e desesperada me levantei e lancei meu cotovelo com fúria inusitada contra seu lado e um novo tapa no seu rosto.
Ele se revoltou, machucado, com fúria inédita, mas então o ameacei com outro tapa, de modo que ele ficou imóvel e eu também. Um clarão nos iluminou, então eu... Eu vi ela nua e vi ele também. Me arrependi profundamente de me ver naquela situação e caí de joelhos, chorei amargamente enquanto ele permanecia diante de mim. Um relâmpago iluminou seu rosto e então vi que ele também chorava, me levantei e quis abraçá-lo, mas agora foi ele quem se soltou do meu abraço e saiu correndo. Segui-o no escuro pela casa e, quando vi que ele se dirigia para a porta, fiquei alarmada. Saí correndo atrás dele e, ao vê-lo desaparecer escada acima, meu coração acelerou. Pensei em pegar algo para vestir, pois me senti nua, mas meu alarme foi mais forte e saí atrás dele como minha mãe me trouxe ao mundo. Ouvi o ranger da tranca que dá para o terraço e, quando saí, já o havia perdido de vista. Muito nervosa, como uma louca, procurei por ele e então um relâmpago iluminou tudo como se fosse dia. Atrás dele, múltiplos trovões ecoaram e, na claridade, descobri onde ele estava — Leonor começou a chorar desconsoladamente. Ele havia subido em um muro da parede que dava para a rua, gritei como uma louca: Não, Isaac! E corri atrás dele. Então pareceu como se o céu estivesse caindo sobre nós, uma cortina de água espessa nos cobriu, caía com uma força tremenda, com gotas tão grandes que quase machucavam a pele. Me agarrei aos seus joelhos, gritando para ele descer! Mas ele se recusou a fazer isso. Ele olhava para a cidade, parecia alheio, mal me dava atenção, apesar dos meus puxões em suas mãos lá de baixo. Mas ele escapava dos meus dedos, uma e outra vez eles escorregavam nos dele, e ele continuava ali em pé, a um passo do vazio. Ele me olhava e eu chorava desesperada, depois ele olhava para o vazio, e foi então que perdi a cabeça. Após um relâmpago, vi seu pênis brilhando molhado pela chuva. Eu o agarrei e o engoli! Comecei a chupá-lo! Ele não estava ereto, mas quase imediatamente sua ereção chegou até minha garganta. O que eu poderia fazer? Ele estava lá em cima por tentar me estuprar, e agora eu só pensava em dar a ele o que ele pedia, em fazer o que fosse para fazê-lo descer dali! Eu o chupei com com todas as minhas forças, agarrei a bunda dele, chupei suas bolas e continuei até vê-lo me olhando e tentando descer! Então peguei meus peitos e coloquei nas mãos dele, agarrei sua cabeça e afundei neles, senti como ele lambia, como chupava a água que escorria por eles. — É isso que você quer! É isso! — gritei, me afastando dele e então dei outro tapa nele com toda minha força. — Então me fode! Vai, me fode! — cuspi com raiva na cara dele. Virei de costas, coloquei minha bunda nua na frente dele e dei palmadas furiosas nas nádegas. Não parava de gritar obscenidades, enquanto batia na minha bunda e mostrava minha buceta de forma obscena, incitando-o, provocando-o para que cumprisse seus desejos. Não parava de chover, os trovões e relâmpagos continuavam nos iluminando naquela varanda, abafando também meus gritos desesperados. Então Isaac reagiu. Me pegou com muita força pela cintura e me empurrou contra o muro que dava para a rua. Senti o pau dele cutucando minha bunda até encontrar o caminho para o meu interior e, com uma enfiada ardente, me penetrou novamente. Minha xota se abriu e o acomodou como pôde, desta vez não senti dor ao ser penetrada, senti desespero enquanto ele me fodia com enfiadas tremendas! Apertei os dentes e aguentei a puxada! Não demorou para ele gozar dentro de mim, suas últimas arremetidas foram tão enérgicas que me machucaram ao me chocar contra a parede. Depois ele parou, continuou abraçado a mim, com seu pau dentro, foi como se toda a raiva dele se soltasse de repente. Fiquei parada, e então percebi que chorava copiosamente, embora com a chuva minhas lágrimas se diluíssem na água da chuva, confundindo-se com ela. Senti o pau dele se mover novamente na minha buceta, agora ele estava se deliciando comigo, o grande porco continuou fazendo isso por mais alguns segundos até que, de repente, se retirou. E antes que eu me virasse, ele saiu correndo novamente, embora desta vez eu não o tenha perseguido. Fiquei ali, caí de joelhos novamente no chão da varanda e Continuei chorando amargamente. A chuva não parava de cair sobre meu corpo nu, acabei tremendo de frio, pois o ambiente já tinha esfriado com a tempestade.
Finalmente, reunindo as poucas forças que me restavam, levantei e caminhei até a porta que descia para o bloco. As escadas estavam alagadas porque a porta tinha ficado aberta enquanto chovia torrencialmente.
Desci nua pelos corredores, com a claridade fraca das luzinhas de emergência que iluminavam tudo vagamente.
Ao entrar e fechar tudo, era silêncio total. Pensei que meu filho poderia não estar lá, mas meu instinto feminino me dizia que sim, que ele tinha voltado.
Fui ao banheiro e, sem acender a luz, sequei meu cabelo. Não queria nem me olhar no espelho, me sentia péssima e, para piorar, comecei a notar como da minha buceta caíam alguns restos de porra da gozada do meu filho!
Sentei no bidê e me limpei, já não me importava mais com nada, já estava além de tudo. Eu tinha deixado meu filho me violentar! Mas fiz isso para salvá-lo. Mas isso não importava, se com isso consegui salvá-lo e impedir que ele se jogasse no vazio!
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