Ayudando a una amiga de mí madre

Essa história é exatamente em novembro do ano retrasado. Naquela época, a gente ainda morava na minha casa antiga. Minha mãe tinha uma colega de trabalho que também era amiga dela, apesar de a moça ser mais nova, elas se davam muito bem. Eu já conhecia ela de vez em quando, quando as amigas dela vinham visitar. A tipa se chama Andrea e é 3 anos mais velha que eu (eu tinha 23 na época) e trabalha como zeladora na empresa onde minha mãe trabalha também. Agora vou contar pra esclarecer uma coisa: minha família é meus pais e eu, sou filho único. Nessa casa tinha 3 quartos, sendo 2 grandes e um quartinho pequeno que ficava no fundo da casa, depois do quintal, e do lado fica a área de lavanderia. Mas dentro de casa, esse quarto tinha problema com a fechadura, porque se não trancasse com chave, a porta abria, e a gente nunca consertou, já que só usávamos como depósito e ele ficava sempre fechado. Tinham umas 6 ou 8 caixas cheias de coisas e mais um monte. Agora o interessante é que num fim de semana, já quase no final de outubro, não lembro direito, ela me disse que já tinha falado com meu pai e agora ia me contar. Ela perguntou se eu lembrava da Andrea, e eu disse que sim. Ela contou que Andrea tava tendo problemas no lugar onde morava, porque era um apartamento e os vizinhos eram chatos, e ela queria sair de lá, mas não achou outro lugar. Aí minha mãe ofereceu aquele quarto pra ela, disse que tomou a decisão e que ela viria no dia seguinte com as coisas, e que eu limpasse o tal quarto que a gente não precisava. E minha mãe mandou, então eu limpei tudo. No dia seguinte, um domingo, a Andrea chegou. Cumprimentou eu e minha mãe (meu pai trabalha todo dia, e minha mãe de segunda a sexta, igual a Andrea, só que minha mãe às vezes tinha que ir aos sábados). Ela contou dos problemas que teve no apartamento e que ia ficar com a gente um tempinho enquanto encontrava um lugar confortável. Eu me ofereci pra ajudar com as coisas dela, e fomos no meu carro buscar as roupas dela. O resto das coisas ela ia trazer num caminhão. Quando a gente voltou... Na minha casa, a gente vinha conversando e só, até que mais tarde ela voltou pro apartamento dela pra pegar o resto das coisas, que não eram muitas, e a gente já ajudou ela a se instalar. Explicamos tudo sobre o quarto, o problema da chave e que ela podia usar qualquer coisa, sem problema. Depois de explicar tudo, ela começou a arrumar as coisas dela. A tal da Andrea é muito gostosa, magra, corpo bonito, e pra falar a verdade, eu não tinha reparado direito nela até umas duas semanas depois que ela se mudou. Desde que ela se mudou, não conversei muito com ela nem me relacionei tanto, porque ela chegava em casa no fim da tarde junto com a minha mãe. Minha mãe geralmente faz café da manhã e janta, mas o almoço quem tivesse em casa tinha que se virar, exceto nos fins de semana, que ela fazia. Num fim de semana, minha mãe foi trabalhar, eu e a Andrea ficamos em casa, e chegou meio-dia. Eu não tava com vontade de cozinhar e também queria que a Andrea se sentisse à vontade com a gente. Fui até o quarto dela — ela não tranca a porta, deixa aberta, porque faz calor e o quarto tem uma janelinha lá em cima. Bati na porta, ela deixou eu entrar e eu falei:

Eu: Andrea, ehh, posso te perguntar uma coisa?
Ela: Sim, fala.
Eu: Geralmente minha mãe não deixa comida quando vai trabalhar, e eu não quero cozinhar. Vou comer fora. Quer vir comigo?
Ela: Hmm, sim, também não tô a fim de cozinhar *e deu um sorriso*.
Eu: Ok, vou me arrumar e a gente vai.
Ela: Sim, eu também.

Aí fui me arrumar, ela também. Entramos no meu carro e eu falei pra ela escolher o lugar. Ela disse que queria ir no McDonald's, porque tava há dias sem comer hambúrguer. Não me opus, levei ela. Fui no mais bonito, o de melhor aparência. Comemos, conversamos, foi tudo numa boa. Na hora de pagar, eu convidei ela e deu tudo certo. Chegamos em casa e até vimos um filme na sala. No fim da tarde, minha mãe chegou, nos viu e ficou com a gente também. Tudo normal.

Desde aquele dia, comecei a me dar muito bem com ela, e até um dia que... Fui no quarto dela pra perguntar uma coisa, vi ela de calcinha e tirei uma foto. Bom, como já falei, a gente já tava conversando mais e até trocava ideia de vez em quando, mesmo morando na mesma casa. Uns dias depois, a gente até pensou em ir no cinema. Mesmo assim, eu tinha que contar pra minha mãe que ia sair com a Andrea, embora ela soubesse que a gente se dava bem. Lembro que foi uma quinta à noite. Eu paguei tudo, mesmo ela querendo rachar, mas eu quis bancar. Durante o filme, ela ficou me encarando e me beijou. Eu correspondi, mas ela se afastou e falou:
A: Desculpa por isso.
Eu: Não tem nada de errado.
A: Tem sim, porque sua mãe é minha amiga e não posso fazer isso.
Eu: Mas você já fez. Não liga pra isso, se quiser a gente esquece e pronto.

Quando saímos do cinema, fomos nas lojas, já que estávamos no Multiplaza. Sendo sincero, sempre tratei tudo na amizade. Indo pro estacionamento pegar meu carro, ela disse:
A: Você não ficou bravo com o beijo?
Eu: Não, de boa. Me diverti.
A: É que eu gosto muito de você e acho que confundi as coisas.
Eu: HAHA relaxa, tá tudo tranquilo.

E aí a gente continuou conversando no carro e, chegando em casa, ela pegou na minha mão e me beijou de novo, falando que só queria provar de novo, nada mais. Por isso, nem liguei. Depois disso, passaram uns dias que eu não fiquei muito com ela, porque fiz uma missão que vou contar depois. Mas aí a gente voltou a se falar mais regularmente e já tava quase no Natal. Ela viajou no dia 22 pra Sarchi e voltou no dia 28, e passou o Ano Novo com a gente. A gente se dava ainda melhor e já rolava um papo mais aberto, onde eu conseguia falar da intimidade dela e ela sabia da minha. Nos primeiros dias de janeiro, acho que dia 10, a gente tinha um encontro com uns amigos. Todos têm namorada e tem um que é casado (vou contar uma história com ele), e dois amigos e eu solteiros na época. Falei pra Andrea me acompanhar, já que eles iam levar as deles porque são mandados, e eu ia levar ela. E foi tudo numa boa. Tranquilo, conheceram ela e a gente se divertiu, embora ela estivesse meio desconfortável, mesmo tendo rido das coisas que a gente falava com meus amigos. Lá pelas 22h a gente já tava indo embora e no carro, no caminho pra casa, a gente vinha conversando e do nada ela me pega na pica, vira pra mim e fala:

A: Não é por nada, mas faz dias que eu tô afim de você e não sei, queria te falar.

Eu: Eu também tô afim de você *falei bem sério*.

Ela desabotoou o cinto e eu estacionei numa calçada no meio do caminho. Ela passou pro meu banco, sentou em cima de mim e começou a me beijar. A mina beija bem pra caralho, me deixou todo excitado ter ela sentada em mim. Comecei a pegar na bunda dela e apertar, e eu já queria finalizar ali. Já transei no carro antes e até fui pego, não tinha problema com isso. Quando ela viu que eu queria tirar o sutiã dela, ela saiu de cima de mim, voltou pro banco dela e falou:

A: Aqui não, pode passar alguém.

Eu: Fica tranquila.

Peguei ela pela cintura e comecei a beijar, já bem tarado. Ela acabou me fazendo um boquete ali, mas não deixou eu gozar, e falou pra gente ir pra casa porque já era tarde. Fazer o quê, chegamos em casa, fomos dormir e ficou por isso. Dois dias depois ela me mandou o pack dela, e eu tinha que dar um jeito de comer ela. Ela tava uma gostosa, e os planetas se alinharam: naquele fim de semana, minha mãe tinha que trabalhar. Lembro de acordar lá pelas 10h, fui pra sala e ela tava terminando de limpar a casa. Lembro que ela tava usando um short bem justinho e uma regata, sem sutiã. Olhei pra ela e comecei a preparar o terreno:

Eu: Bom dia.

A: Bom dia, bebê (ela me chama assim, de carinho).

Peguei meu cereal, comi, e ela continuava varrendo. Fui por trás dela, abracei e falei:

Eu: Hoje minha mãe não tá, a gente pode terminar o que começou da outra vez.

A: Termino isso aqui e a gente pode fazer umas coisinhas *ela sorriu*.

Sentei na sala esperando ela terminar, mas ela não se apressava. Então fui por trás dela de novo, abracei, beijei o pescoço dela, e ela se entregou. Levei ela pro meu quarto e a gente começou a se despir. Deitei ela e chupei toda a buceta dela. Ela estava totalmente depilada, igual nas fotos. Sentir o gosto da buceta dela me fazia salivar muito, queria ficar ali por um tempão. Enfiar meus dedos e sentir ela toda molhadinha enquanto gemia não tinha comparação. E eu curti tanto quanto ela, que fiz ela gozar. Depois disso, tirei ela sem camisinha, meti. Começamos devagar, estimulando o clitóris dela, e ela gemia bem baixinho, falando "aaahhh, que gostoso". Depois de um bom tempo, coloquei ela de quatro e aí começamos a meter mais forte. Agora ela gemia ainda mais alto, e eu ouvia cada vez mais a gente transando, ela sempre pedindo mais e mais. E assim por mais um tempão, até ela pedir pra ficar por cima. Eu não sabia que ela rebolava como uma deusa, cada sentada era uma ida ao céu de tão gostoso que era. E ouvir ela gemir me deixava ainda mais excitado. Voltamos pro papai e mamãe quando ela já cansou, e aí eu não aguentei muito. Os dois estavam muito quentes, e eu gozei dentro. Depois de gemer quando gozei, ela falou:
A: Valeu gozar dentro
Eu: Desculpa, você é muito gostosa
A: hahaha eu sei, não se preocupa com isso

E quando ela já ia levantar, eu segurei e falei que queria tirar umas fotos dela. Ela não recusou, tirei sem problemas. Depois disso, ela foi pro banheiro e voltou. Enquanto eu tava deitado esperando ela voltar, ela deitou na frente do meu pau e começou a chupar. Foi um boquete tão gostoso, o que ela fez no carro não chegava nem perto desse. Foi tão bom que tive que trocar os lençóis. Ela não deixou eu gozar na boca dela, e passamos a tarde toda juntos até minha mãe chegar. E foi tudo tranquilo.

Na quarta-feira da semana seguinte, umas 11 da noite, ela bateu na minha porta sem nem me mandar mensagem. Chegou com a camisa do trabalho e de calcinha, falando baixinho:
A: Bebê, vamos fazer um rapidinha *com a camisinha na mão*
Comecei a rir, tirei a roupa dela, coloquei de quatro e começamos. Depois de papai e mamãe e umas trocas de posição, umas 15-20 minutos. Minutos depois que terminamos, eu achei que ela ia embora, mas não: ela só vestiu a camisa e ficou conversando comigo no meu quarto, e acabou dormindo comigo por umas 2 horas. Lá pelas 4h da manhã, ela foi pro quarto dela e dormiu mais umas horinhas antes de ir trabalhar. E foi assim que a gente levou: não transamos de novo, mas sempre ficávamos juntos e, de vez em quando, nos beijávamos. No meio de fevereiro, chegou a notícia de que ela ia embora, e que ali acabariam aqueles gozos espetaculares com ela. Mas no dia da mudança, ajudei ela e a gente trepou na casa dela. Lembro que só encostei ela na parede e meti ali mesmo. Depois, encostei ela de novo, levantei a perna dela e, com ela colada na parede, tirei e gozei fora. Também sujei a parede, mas ela limpou. E assim a gente teve sexo casual de novo, mais uma vez em fevereiro. Depois disso, não nos vimos mais, mas sempre conversávamos e saímos algumas vezes, só isso. Nunca namorei com ela porque ela nunca quis. Mas em agosto, ela estava de férias e eu, no meio do mês, viajei pra cidade dela, já que ela me convidou (até minha mãe sabia, porque eu sempre tratei ela como amiga). Fui com um amigo e a namorada dele, e como já nos conhecíamos, fiquei lá uns 4 dias. Era só pra conhecer, e ela nos convidou pra dormir na casa dela. Meu amigo disse que não e foi pra um motel, mas eu aceitei. Ela estava lá só com a mãe, a tia, umas primas e um primo. Passei 3 noites na casa dela. Quando cheguei, ela me apresentou como namorado dela, e me dei bem com todo mundo. Na primeira noite, fiquei no quarto dela, e ela ia dormir com uma prima. Mas de madrugada, ela veio pra cama comigo e a gente só dormiu junto. Na segunda noite, a mesma coisa. Na terceira, ela chegou de madrugada de novo, com uma camisa bem grande e comprida, só de calcinha. Entrou e começou a me beijar. Tranquei a porta e, enquanto a beijava, ela ficou com tesão. Tirei a roupa dela, levantei ela nos meus braços e a gente trepou. Enquanto ela pulava no meu pau, me beijava e mordia meus lábios, soltava aqueles "mmmmm" com tanta satisfação que me deixava ainda mais excitado. Depois de Pra não cansar naquela posição, coloquei ela de quatro e, na empolgação, a gente fazia muito barulho e tive que diminuir, mas devagar ela também curtiu enquanto eu estimulava a bunda dela, ela só gemia. Depois, ela se levantou, montou em mim e começou a dar aqueles pulos magníficos que eu contei pra vocês. Já bem cansados, de conchinha a gente ia finalizar aquele sexo. Coloquei ela e comecei a beijar o pescoço dela enquanto pegava num peito, e ela soltava uns gemidos tão suaves que me faziam continuar dando o meu melhor. Depois de um tempo, falei:
Eu: Bebê, vou gozar.
Ela: Continua, bebê, não tira *gemeu de novo*
E gozei dentro. Ela virou, a gente se beijou por um tempo, foi se limpar, voltou e ficou pra dormir comigo. Por sorte, ninguém tinha acordado quando a gente acordou lá pelas 7h da manhã. Fiquei com ela e à tarde voltei pra San José. No final das contas, somos só amigos com benefícios, espero continuar comendo ela agora que voltei pra San José. Essa semana trago as outras histórias, espero o apoio de vocês ✌️.Ayudando a una amiga de mí madre

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