Essa história é exatamente em novembro do ano retrasado. Naquela época, a gente ainda morava na minha casa antiga. Minha mãe tinha uma colega de trabalho que também era amiga dela, apesar de a moça ser mais nova, elas se davam muito bem. Eu já conhecia ela de vez em quando, quando as amigas dela vinham visitar. A tipa se chama Andrea e é 3 anos mais velha que eu (eu tinha 23 na época) e trabalha como zeladora na empresa onde minha mãe trabalha também. Agora vou contar pra esclarecer uma coisa: minha família é eu e meus pais, porque sou filho único. Nessa casa, tinha 3 quartos, sendo 2 grandes e um quartinho pequeno que ficava no fundo, depois do quintal, e do lado fica a área de lavanderia. Mas dentro de casa, esse quarto tinha problema na fechadura, porque se não trancasse com chave, a porta abria sozinha, e a gente nunca consertou, já que só usávamos como depósito e ele ficava fechado. Tinham umas 6 ou 8 caixas cheias de coisas e mais um monte.
Agora, o interessante é que num fim de semana, já quase no fim de outubro, não lembro direito, ela me diz que já tinha falado com meu pai e agora ia falar comigo. Ela pergunta se eu lembrava da Andrea, e eu disse que sim. Ela conta que a Andrea tava tendo problemas no lugar onde morava, porque era um apartamento e os vizinhos eram chatos, e ela queria sair de lá, mas não achou outro lugar. Aí minha mãe ofereceu aquele quarto pra ela, disse que tomou a decisão e que ela viria no dia seguinte com as coisas, e que eu limpasse o tal quarto que a gente não precisava. Minha mãe mandou, então eu limpei e arrumei tudo.
No dia seguinte, um domingo, a Andrea chega. Ela cumprimenta eu e minha mãe (meu pai trabalha todo dia, e minha mãe de segunda a sexta, igual a Andrea, só que minha mãe às vezes tinha que ir aos sábados). Ela conta os problemas que teve no apartamento e que ia ficar com a gente um tempinho enquanto encontrava um lugar confortável. Eu me ofereci pra ajudar com as coisas dela. Fomos no meu carro buscar as roupas dela; as outras coisas ela ia trazer depois com um caminhão. E quando a gente voltou... Na minha casa, a gente vinha conversando e só, depois ela voltou pro apartamento dela pra pegar o resto das coisas, que não eram muitas, e a gente já ajudou ela a se instalar, explicamos tudo sobre o quarto, o problema da chave e que ela podia usar qualquer coisa sem problema. Depois de explicar tudo, ela começou a arrumar as coisas dela. A tal da Andrea é muito gostosa, magrinha, corpo bonito, e pra ser sincero, eu não tinha reparado direito nela até umas duas semanas depois que ela se mudou. Desde que ela chegou, não conversei muito com ela nem me relacionei tanto, porque ela chegava em casa no fim da tarde junto com a minha mãe. Minha mãe geralmente faz café da manhã e janta, e o almoço quem tivesse em casa que se virasse, exceto nos fins de semana, que ela fazia. Um fim de semana, minha mãe foi trabalhar, eu e a Andrea ficamos em casa, e chegou meio-dia e eu não tava a fim de cozinhar, e também queria que a Andrea se sentisse à vontade com a gente. Fui até o quarto dela — ela não tranca a porta, deixa aberta, até porque faz calor e o quarto tem uma janelinha lá em cima. Bati na porta, ela deixou eu entrar e eu falei:
Eu: Andrea, ehh, posso te perguntar uma coisa?
Ela: Sim, fala.
Eu: Geralmente minha mãe não deixa comida quando vai trabalhar, e eu não quero cozinhar. Vou comer fora, cê topa ir comigo?
Ela: Mmm, sim, também não tô a fim de cozinhar *e deu um sorriso*.
Eu: Beleza, vou me arrumar e a gente vai.
Ela: Tá, vou me arrumar também.
Aí fui me arrumar, ela também, subimos no meu carro e falei pra ela escolher o lugar. Ela disse que queria ir no McDonald's, porque tava há dias sem comer hambúrguer. Não reclamei, levei ela. Fui no mais bonito, o mais arrumadinho. Comemos, conversamos, foi tudo numa boa. Na hora de pagar, eu paguei pra ela e tudo certo. Chegamos em casa e até vimos um filme na sala. No fim da tarde, minha mãe chegou e nos viu, ficou com a gente também, tudo normal.
Desde aquele dia, comecei a me dar muito bem com ela, e até um dia que... Fui no quarto dela pra perguntar uma coisa, vi ela de calcinha e tirei uma foto. Bom, como já falei, a gente já tava conversando mais e até trocava ideia de vez em quando, mesmo morando na mesma casa. Uns dias depois, a gente até pensou em ir no cinema. Mesmo assim, eu tinha que contar pra minha mãe que ia sair com a Andrea, embora ela soubesse que a gente se dava bem. Lembro que foi numa quinta à noite. Eu paguei tudo, mesmo ela querendo rachar, mas eu queria fazer isso. Durante o filme, ela ficou me encarando e me beijou. Eu fui na onda, e ela se solta e fala:
A: Desculpa por isso
Eu: Não tem nada de errado
A: Sim, porque sua mãe é minha amiga e não posso fazer isso
Eu: Mas você já fez, não liga pra isso. Se quiser, a gente esquece e pronto
Quando saímos do cinema, fomos nas lojas, porque estávamos no Multiplaza. Sendo sincero, sempre fiz tudo numa boa, de amizade. Indo pro estacionamento pegar meu carro, ela fala:
A: Você não ficou bravo com o beijo?
Eu: Não, de boa, foi legal
A: É que eu gosto muito de você e acho que confundi as coisas
Eu: HAHA relaxa, tá tudo tranquilo
E aí a gente continuou conversando no carro e, chegando em casa, ela pegou na minha mão e me beijou de novo, falando que só queria provar de novo, nada mais. Por isso, não dei bola. Depois disso, passaram uns dias que não fiquei muito com ela, porque fiz uma missão que vou contar depois. Mas aí a gente voltou a se falar mais regularmente e já tava quase no Natal. Ela viajou no dia 22 pra Sarchi e voltou no dia 28, e passou o Ano Novo com a gente. A gente se dava ainda melhor, e já rolava umas conversas mais abertas, onde eu conseguia falar da intimidade dela e ela sabia da minha. Nos primeiros dias de janeiro, acho que dia 10, a gente tinha uma reunião com uns amigos. Todos têm namorada, um é casado (vou contar uma história com ele), e 2 amigos e eu éramos solteiros na época. Falei pra Andrea me acompanhar, porque eles iam levar as deles, já que são mandados, e eu ia levar ela. E foi tudo numa boa. Tranquilo, conheceram ela e a gente se divertiu, embora ela estivesse meio desconfortável, mesmo tendo rido das coisas que a gente falava com meus amigos. Lá pelas 10 da noite a gente já tava indo embora, e no carro, voltando pra casa, a gente vinha conversando e do nada ela me pega na pica, vira pra mim e fala:
A: "Não é por nada, mas faz dias que eu tô afim de você e não sei, queria te falar."
Eu: "Eu também tô afim de você" — falei bem sério.
Ela soltou o cinto e eu estacionei numa calçada no meio do caminho. Ela passou pro meu banco, sentou em cima de mim e começou a me beijar. A mina beija bem pra caralho, me deixou todo excitado com ela sentada em mim. Comecei a agarrar a bunda dela e apertar, já queria finalizar ali mesmo. Já transei no carro antes e até fui pego, não tinha problema com isso. Quando ela viu que eu queria tirar o sutiã dela, ela saiu de cima de mim, voltou pro banco dela e falou:
A: "Aqui não, pode passar alguém."
Eu: "Fica tranquila."
Peguei ela pela cintura e comecei a beijar, já bem excitado. No fim, ela acabou me fazendo um boquete ali, mas não deixou eu gozar, e falou pra gente ir pra casa porque já era tarde. E foi isso, chegamos em casa, dormimos e pronto. Dois dias depois, ela me mandou o pack dela, e eu já tava pensando em como ia comer ela. Ela era gostosa pra caralho. E os planetas se alinharam: naquele fim de semana, minha mãe tinha que trabalhar. Lembro de acordar umas 10h da manhã, fui pra sala e ela tava terminando de limpar a casa. Lembro que ela tava usando um short bem justinho e uma regata, sem sutiã. Olhei pra ela e comecei a preparar o terreno:
Eu: "Bom dia."
A: "Bom dia, bebê" — me chamando de carinho.
Peguei meu cereal, comi, e ela continuava varrendo. Fui por trás dela, abracei e falei:
Eu: "Hoje minha mãe não tá, a gente pode terminar o que começou da outra vez."
A: "Termino isso aqui e a gente pode fazer umas coisinhas" — ela sorriu.
Sentei na sala esperando ela terminar, mas ela não se apressava. Então fui por trás dela de novo, abracei, beijei o pescoço dela, e ela se entregou. Levei ela pro meu quarto e a gente começou a se despir. Deitei ela e chupei toda a buceta dela. Ela estava totalmente depilada, igual nas fotos. Sentir o gosto da buceta dela me fazia salivar muito, queria ficar ali por um tempão. Enfiar meus dedos e sentir ela toda molhadinha enquanto ela gemia não tinha comparação. E eu curti tanto quanto ela, que fiz ela gozar. Depois disso, tirei ela sem camisinha, meti. Começamos devagar, estimulando o clitóris dela, e ela gemia bem baixinho, falando "aaahhh que gostoso". Depois de um bom tempo, coloquei ela de quatro e aí sim começamos a meter mais forte. Agora ela gemia ainda mais alto, e eu ouvia cada vez mais a gente transando, ela sempre pedindo mais e mais, e assim por um bom tempo. Depois ela pediu pra ficar por cima, e eu não sabia que ela rebolava como uma deusa. Cada sentada era uma ida ao céu de tão gostoso que era, e ouvir ela gemir me deixava ainda mais excitado. Voltamos pro papai e mamãe quando ela cansou, e aí eu não aguentei muito, os dois estavam muito quentes e eu gozei dentro. Depois de gemer quando gozei, ela falou:
A: Valeu gozar dentro?
Eu: Desculpa, você é muito gostosa.
A: hahaha eu sei, não se preocupa com isso.
E quando ela já ia se levantar, eu segurei ela e falei que queria tirar umas fotos. Ela não se opôs, tirei sem problemas. Depois disso, ela foi pro banheiro e voltou. Enquanto eu estava deitado esperando ela voltar, ela se deitou na frente do meu pau e começou a chupar. Foi um boquete tão delicioso, o que ela tinha feito no carro não chegava nem perto desse. Foi tão bom que tive que trocar os lençóis. Ela não deixou eu gozar na boca dela, e a gente passou a tarde toda junto até minha mãe chegar. E foi tudo tranquilo.
Na quarta-feira da semana seguinte, umas 11 da noite, ela bateu na minha porta, nem me mandou mensagem. Chegou com a camisa do trabalho e de calcinha, falando baixinho:
A: Bebê, vamos fazer um rapidinha *com a camisinha na mão*
Eu comecei a rir, tirei a roupa dela, coloquei ela de quatro e começamos. Depois de papai e mamãe e umas trocas de posição, umas 15-20 minutos. Minutos depois que terminamos, eu pensei que ela fosse embora, mas não: ela só vestiu a camisa e ficou conversando comigo no meu quarto, e acabou dormindo comigo por umas 2 horas. Lá pelas 4 da manhã, ela foi pro quarto dela e dormiu mais umas horinhas antes de ir trabalhar. E foi assim que a gente levou: não transamos de novo, mas sempre ficávamos juntos e, de vez em quando, nos beijávamos. No meio de fevereiro, chegou a notícia de que ela ia embora, e ali acabariam aqueles gozos espetaculares com ela. Mas no dia da mudança, ajudei ela e a gente trepou na casa dela. Lembro que só encostei ela na parede e metemos ali mesmo. Depois, encostei ela de novo, levantei a perna dela, e com ela grudada na parede, tirei e gozei fora. Também sujei a parede, mas ela limpou. E assim a gente teve sexo casual de novo, mais uma vez em fevereiro. Depois disso, não nos vimos mais, mas sempre conversávamos e saímos algumas vezes, só isso. Nunca namorei com ela porque ela nunca quis. Mas em agosto, ela estava de férias, e eu viajei pra cidade dela no meio do mês, já que ela me convidou (até minha mãe sabia, porque eu sempre tratei ela como amiga). Fui com um amigo e a namorada dele, e a gente já se conhecia. Fiquei lá uns 4 dias, era só pra conhecer o lugar. Ela nos convidou pra dormir na casa dela, mas meu amigo recusou e foi pra um motel. Eu aceitei. Ela estava lá só com a mãe, a tia, umas primas e um primo. Passei 3 noites na casa dela. Quando cheguei, ela me apresentou como namorado dela, e me dei bem com todo mundo. Na primeira noite, fiquei no quarto dela, e ela ia dormir com uma prima. Mas de madrugada, ela veio pra cama comigo, e a gente só dormiu junto. Na segunda noite, a mesma coisa. Na terceira, ela chegou de madrugada de novo, com uma camisa bem grande e comprida, só de calcinha. Entrou e começou a me beijar. Tranquei a porta e, enquanto a beijava, ela ficou excitada. Tirei a roupa dela, levantei ela nos meus braços e a gente trepou. Enquanto ela pulava no meu pau, me beijava e mordia os lábios, soltava aqueles "mmmmm" com tanta satisfação que me deixava ainda mais ligado. Depois de cansar nessa posição, coloquei ela de quatro e na empolgação a gente fazia muito barulho, tive que diminuir, mas devagarzinho ela também curtiu enquanto eu estimulava a bunda dela, ela só gemia. Depois ela se levantou, montou em mim e começou a dar aqueles pulos magníficos que eu contei pra vocês, e já bem cansados, de conchinha a gente ia finalizar aquele sexo. Coloquei ela e comecei a beijar o pescoço dela enquanto segurava um peito, e ela soltava uns gemidos tão suaves que me faziam continuar dando o melhor. Depois de um tempo, falei:
Eu: bebê, vou gozar.
Ela: continua, bebê, não tira *gemeu de novo*
E gozei dentro. Ela virou, a gente se beijou por um tempo, foi se limpar, voltou e ficou pra dormir comigo. Por sorte ninguém tinha levantado quando a gente acordou lá pelas 7h da manhã, fiquei com ela e de tarde voltei pra San José. No fim das contas, somos só amigos com benefícios, espero continuar comendo ela agora que voltei pra San José. Essa semana trago as outras histórias, espero o apoio de vocês ✌️.



Agora, o interessante é que num fim de semana, já quase no fim de outubro, não lembro direito, ela me diz que já tinha falado com meu pai e agora ia falar comigo. Ela pergunta se eu lembrava da Andrea, e eu disse que sim. Ela conta que a Andrea tava tendo problemas no lugar onde morava, porque era um apartamento e os vizinhos eram chatos, e ela queria sair de lá, mas não achou outro lugar. Aí minha mãe ofereceu aquele quarto pra ela, disse que tomou a decisão e que ela viria no dia seguinte com as coisas, e que eu limpasse o tal quarto que a gente não precisava. Minha mãe mandou, então eu limpei e arrumei tudo.
No dia seguinte, um domingo, a Andrea chega. Ela cumprimenta eu e minha mãe (meu pai trabalha todo dia, e minha mãe de segunda a sexta, igual a Andrea, só que minha mãe às vezes tinha que ir aos sábados). Ela conta os problemas que teve no apartamento e que ia ficar com a gente um tempinho enquanto encontrava um lugar confortável. Eu me ofereci pra ajudar com as coisas dela. Fomos no meu carro buscar as roupas dela; as outras coisas ela ia trazer depois com um caminhão. E quando a gente voltou... Na minha casa, a gente vinha conversando e só, depois ela voltou pro apartamento dela pra pegar o resto das coisas, que não eram muitas, e a gente já ajudou ela a se instalar, explicamos tudo sobre o quarto, o problema da chave e que ela podia usar qualquer coisa sem problema. Depois de explicar tudo, ela começou a arrumar as coisas dela. A tal da Andrea é muito gostosa, magrinha, corpo bonito, e pra ser sincero, eu não tinha reparado direito nela até umas duas semanas depois que ela se mudou. Desde que ela chegou, não conversei muito com ela nem me relacionei tanto, porque ela chegava em casa no fim da tarde junto com a minha mãe. Minha mãe geralmente faz café da manhã e janta, e o almoço quem tivesse em casa que se virasse, exceto nos fins de semana, que ela fazia. Um fim de semana, minha mãe foi trabalhar, eu e a Andrea ficamos em casa, e chegou meio-dia e eu não tava a fim de cozinhar, e também queria que a Andrea se sentisse à vontade com a gente. Fui até o quarto dela — ela não tranca a porta, deixa aberta, até porque faz calor e o quarto tem uma janelinha lá em cima. Bati na porta, ela deixou eu entrar e eu falei:
Eu: Andrea, ehh, posso te perguntar uma coisa?
Ela: Sim, fala.
Eu: Geralmente minha mãe não deixa comida quando vai trabalhar, e eu não quero cozinhar. Vou comer fora, cê topa ir comigo?
Ela: Mmm, sim, também não tô a fim de cozinhar *e deu um sorriso*.
Eu: Beleza, vou me arrumar e a gente vai.
Ela: Tá, vou me arrumar também.
Aí fui me arrumar, ela também, subimos no meu carro e falei pra ela escolher o lugar. Ela disse que queria ir no McDonald's, porque tava há dias sem comer hambúrguer. Não reclamei, levei ela. Fui no mais bonito, o mais arrumadinho. Comemos, conversamos, foi tudo numa boa. Na hora de pagar, eu paguei pra ela e tudo certo. Chegamos em casa e até vimos um filme na sala. No fim da tarde, minha mãe chegou e nos viu, ficou com a gente também, tudo normal.
Desde aquele dia, comecei a me dar muito bem com ela, e até um dia que... Fui no quarto dela pra perguntar uma coisa, vi ela de calcinha e tirei uma foto. Bom, como já falei, a gente já tava conversando mais e até trocava ideia de vez em quando, mesmo morando na mesma casa. Uns dias depois, a gente até pensou em ir no cinema. Mesmo assim, eu tinha que contar pra minha mãe que ia sair com a Andrea, embora ela soubesse que a gente se dava bem. Lembro que foi numa quinta à noite. Eu paguei tudo, mesmo ela querendo rachar, mas eu queria fazer isso. Durante o filme, ela ficou me encarando e me beijou. Eu fui na onda, e ela se solta e fala:
A: Desculpa por isso
Eu: Não tem nada de errado
A: Sim, porque sua mãe é minha amiga e não posso fazer isso
Eu: Mas você já fez, não liga pra isso. Se quiser, a gente esquece e pronto
Quando saímos do cinema, fomos nas lojas, porque estávamos no Multiplaza. Sendo sincero, sempre fiz tudo numa boa, de amizade. Indo pro estacionamento pegar meu carro, ela fala:
A: Você não ficou bravo com o beijo?
Eu: Não, de boa, foi legal
A: É que eu gosto muito de você e acho que confundi as coisas
Eu: HAHA relaxa, tá tudo tranquilo
E aí a gente continuou conversando no carro e, chegando em casa, ela pegou na minha mão e me beijou de novo, falando que só queria provar de novo, nada mais. Por isso, não dei bola. Depois disso, passaram uns dias que não fiquei muito com ela, porque fiz uma missão que vou contar depois. Mas aí a gente voltou a se falar mais regularmente e já tava quase no Natal. Ela viajou no dia 22 pra Sarchi e voltou no dia 28, e passou o Ano Novo com a gente. A gente se dava ainda melhor, e já rolava umas conversas mais abertas, onde eu conseguia falar da intimidade dela e ela sabia da minha. Nos primeiros dias de janeiro, acho que dia 10, a gente tinha uma reunião com uns amigos. Todos têm namorada, um é casado (vou contar uma história com ele), e 2 amigos e eu éramos solteiros na época. Falei pra Andrea me acompanhar, porque eles iam levar as deles, já que são mandados, e eu ia levar ela. E foi tudo numa boa. Tranquilo, conheceram ela e a gente se divertiu, embora ela estivesse meio desconfortável, mesmo tendo rido das coisas que a gente falava com meus amigos. Lá pelas 10 da noite a gente já tava indo embora, e no carro, voltando pra casa, a gente vinha conversando e do nada ela me pega na pica, vira pra mim e fala:
A: "Não é por nada, mas faz dias que eu tô afim de você e não sei, queria te falar."
Eu: "Eu também tô afim de você" — falei bem sério.
Ela soltou o cinto e eu estacionei numa calçada no meio do caminho. Ela passou pro meu banco, sentou em cima de mim e começou a me beijar. A mina beija bem pra caralho, me deixou todo excitado com ela sentada em mim. Comecei a agarrar a bunda dela e apertar, já queria finalizar ali mesmo. Já transei no carro antes e até fui pego, não tinha problema com isso. Quando ela viu que eu queria tirar o sutiã dela, ela saiu de cima de mim, voltou pro banco dela e falou:
A: "Aqui não, pode passar alguém."
Eu: "Fica tranquila."
Peguei ela pela cintura e comecei a beijar, já bem excitado. No fim, ela acabou me fazendo um boquete ali, mas não deixou eu gozar, e falou pra gente ir pra casa porque já era tarde. E foi isso, chegamos em casa, dormimos e pronto. Dois dias depois, ela me mandou o pack dela, e eu já tava pensando em como ia comer ela. Ela era gostosa pra caralho. E os planetas se alinharam: naquele fim de semana, minha mãe tinha que trabalhar. Lembro de acordar umas 10h da manhã, fui pra sala e ela tava terminando de limpar a casa. Lembro que ela tava usando um short bem justinho e uma regata, sem sutiã. Olhei pra ela e comecei a preparar o terreno:
Eu: "Bom dia."
A: "Bom dia, bebê" — me chamando de carinho.
Peguei meu cereal, comi, e ela continuava varrendo. Fui por trás dela, abracei e falei:
Eu: "Hoje minha mãe não tá, a gente pode terminar o que começou da outra vez."
A: "Termino isso aqui e a gente pode fazer umas coisinhas" — ela sorriu.
Sentei na sala esperando ela terminar, mas ela não se apressava. Então fui por trás dela de novo, abracei, beijei o pescoço dela, e ela se entregou. Levei ela pro meu quarto e a gente começou a se despir. Deitei ela e chupei toda a buceta dela. Ela estava totalmente depilada, igual nas fotos. Sentir o gosto da buceta dela me fazia salivar muito, queria ficar ali por um tempão. Enfiar meus dedos e sentir ela toda molhadinha enquanto ela gemia não tinha comparação. E eu curti tanto quanto ela, que fiz ela gozar. Depois disso, tirei ela sem camisinha, meti. Começamos devagar, estimulando o clitóris dela, e ela gemia bem baixinho, falando "aaahhh que gostoso". Depois de um bom tempo, coloquei ela de quatro e aí sim começamos a meter mais forte. Agora ela gemia ainda mais alto, e eu ouvia cada vez mais a gente transando, ela sempre pedindo mais e mais, e assim por um bom tempo. Depois ela pediu pra ficar por cima, e eu não sabia que ela rebolava como uma deusa. Cada sentada era uma ida ao céu de tão gostoso que era, e ouvir ela gemir me deixava ainda mais excitado. Voltamos pro papai e mamãe quando ela cansou, e aí eu não aguentei muito, os dois estavam muito quentes e eu gozei dentro. Depois de gemer quando gozei, ela falou:
A: Valeu gozar dentro?
Eu: Desculpa, você é muito gostosa.
A: hahaha eu sei, não se preocupa com isso.
E quando ela já ia se levantar, eu segurei ela e falei que queria tirar umas fotos. Ela não se opôs, tirei sem problemas. Depois disso, ela foi pro banheiro e voltou. Enquanto eu estava deitado esperando ela voltar, ela se deitou na frente do meu pau e começou a chupar. Foi um boquete tão delicioso, o que ela tinha feito no carro não chegava nem perto desse. Foi tão bom que tive que trocar os lençóis. Ela não deixou eu gozar na boca dela, e a gente passou a tarde toda junto até minha mãe chegar. E foi tudo tranquilo.
Na quarta-feira da semana seguinte, umas 11 da noite, ela bateu na minha porta, nem me mandou mensagem. Chegou com a camisa do trabalho e de calcinha, falando baixinho:
A: Bebê, vamos fazer um rapidinha *com a camisinha na mão*
Eu comecei a rir, tirei a roupa dela, coloquei ela de quatro e começamos. Depois de papai e mamãe e umas trocas de posição, umas 15-20 minutos. Minutos depois que terminamos, eu pensei que ela fosse embora, mas não: ela só vestiu a camisa e ficou conversando comigo no meu quarto, e acabou dormindo comigo por umas 2 horas. Lá pelas 4 da manhã, ela foi pro quarto dela e dormiu mais umas horinhas antes de ir trabalhar. E foi assim que a gente levou: não transamos de novo, mas sempre ficávamos juntos e, de vez em quando, nos beijávamos. No meio de fevereiro, chegou a notícia de que ela ia embora, e ali acabariam aqueles gozos espetaculares com ela. Mas no dia da mudança, ajudei ela e a gente trepou na casa dela. Lembro que só encostei ela na parede e metemos ali mesmo. Depois, encostei ela de novo, levantei a perna dela, e com ela grudada na parede, tirei e gozei fora. Também sujei a parede, mas ela limpou. E assim a gente teve sexo casual de novo, mais uma vez em fevereiro. Depois disso, não nos vimos mais, mas sempre conversávamos e saímos algumas vezes, só isso. Nunca namorei com ela porque ela nunca quis. Mas em agosto, ela estava de férias, e eu viajei pra cidade dela no meio do mês, já que ela me convidou (até minha mãe sabia, porque eu sempre tratei ela como amiga). Fui com um amigo e a namorada dele, e a gente já se conhecia. Fiquei lá uns 4 dias, era só pra conhecer o lugar. Ela nos convidou pra dormir na casa dela, mas meu amigo recusou e foi pra um motel. Eu aceitei. Ela estava lá só com a mãe, a tia, umas primas e um primo. Passei 3 noites na casa dela. Quando cheguei, ela me apresentou como namorado dela, e me dei bem com todo mundo. Na primeira noite, fiquei no quarto dela, e ela ia dormir com uma prima. Mas de madrugada, ela veio pra cama comigo, e a gente só dormiu junto. Na segunda noite, a mesma coisa. Na terceira, ela chegou de madrugada de novo, com uma camisa bem grande e comprida, só de calcinha. Entrou e começou a me beijar. Tranquei a porta e, enquanto a beijava, ela ficou excitada. Tirei a roupa dela, levantei ela nos meus braços e a gente trepou. Enquanto ela pulava no meu pau, me beijava e mordia os lábios, soltava aqueles "mmmmm" com tanta satisfação que me deixava ainda mais ligado. Depois de cansar nessa posição, coloquei ela de quatro e na empolgação a gente fazia muito barulho, tive que diminuir, mas devagarzinho ela também curtiu enquanto eu estimulava a bunda dela, ela só gemia. Depois ela se levantou, montou em mim e começou a dar aqueles pulos magníficos que eu contei pra vocês, e já bem cansados, de conchinha a gente ia finalizar aquele sexo. Coloquei ela e comecei a beijar o pescoço dela enquanto segurava um peito, e ela soltava uns gemidos tão suaves que me faziam continuar dando o melhor. Depois de um tempo, falei:
Eu: bebê, vou gozar.
Ela: continua, bebê, não tira *gemeu de novo*
E gozei dentro. Ela virou, a gente se beijou por um tempo, foi se limpar, voltou e ficou pra dormir comigo. Por sorte ninguém tinha levantado quando a gente acordou lá pelas 7h da manhã, fiquei com ela e de tarde voltei pra San José. No fim das contas, somos só amigos com benefícios, espero continuar comendo ela agora que voltei pra San José. Essa semana trago as outras histórias, espero o apoio de vocês ✌️.




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