Depois de muito tempo, os fanfics do universo de Dragon Ball estão de volta. Este capítulo (duplo, como todos os episódios dessa série) se passa depois do filme.Dragon Ball Super. BrolyAcho que nunca demorei tanto pra escrever isso, a ideia já tava na minha cabeça há muito tempo.
Se forem novos, não se preocupem, podem começar por aqui. Embora os capítulos estejam conectados, este se passa em Vampa, o planeta do Broly, e por enquanto não tem ligação com o resto das fanfics.
Eu queria que parecesse realista, como uma continuação de verdade, então, como todo capítulo 1, eu tô tirando meu tempo pra explicar tudo e chegar no ápice. Vocês vão ver que começa devagar, mas o Broly não aprende só a lutar rápido. Espero que vocês curtam!
Todos os protagonistas têm 18 anos ou mais.
Protagonistas: Cheelai




Parte 1: O aprendizado do Broly
O calor escaldante parecia que ia consumir eles igual vela acesa. Só o Broly aguentava as temperaturas altas do dia no planeta Vampa, e até as da noite, que caíam pra uns poucos graus durante tempestades de areia tão selvagens quanto tóxicas. Os soldados desertores do Freeza: a Cheelai e o Leemo, faziam o que podiam pra lidar com as dificuldades do planeta morando numa caverna gigantesca que protegia eles do clima brabo e da fauna de Vampa.
Não tavam sozinhos, dividiam uma casinha terráquea dada pelo saiyajin Kakaroto com o Broly, um prodígio da luta e conhecedor desse mundo, já que cresceu ali. A casa era pequena e cabia de boa na caverna. Tinha umas frescuras que faziam eles acreditar que a estadia ali ia ser de boa até serem resgatados ou encontrados pelo exército do Freeza, mas o apetite voraz do saiyajin e o abuso da Cheelai nos banhos de chuveiro deixaram eles sem recurso rapidinho.
- Lá vem o Broly! – Anunciou a marcianinha verde de cabelo curto e branco ao ver ele chegar com o almoço, um negócio gigante e nojento: duas pernas escorrendo daqueles insetos enormes que dominavam o planeta. – Te falei que não precisava da sua ajuda pra caçar essas criaturas!
- Perna de carrapato ontem, perna de carrapato hoje, pelo menos não vamos morrer de fome. – Opinou o extraterrestre (tecnicamente os três eram) Leemo, um piloto veterano das tropas do Freeza que tentava consertar o rifle de ki dele, danificado na última caçada, onde descobriu que era mais um peso do que uma ajuda.
A Cheelai não escutou ele e correu pra ajudar o Broly com as pernas enormes que ele arrastava.
- Cê tá ferido? O sol te fez mal? Cê tá com sede? – Encheu ele de perguntas, arrancando um sorriso do amigo Leemo. Ele já tinha notado isso desde que chegaram no planeta: os cuidados constantes, as perguntas, o contato direto, o olhar iluminado dela. Não precisava ser um veterano pra perceber que a peliverde guardava sentimentos pelo saiyajin. Ela olhava pra ele com uma fome de concretar um interracial desde que chegaram.
- Tô bem, Cheelai, eles não podem me machucar. - Disse o saiyajin, meio corado com o olhar intenso que recebia da amiga. Dava pra ver que ele era um gênio da luta, mas não dos relacionamentos. Era daqueles que precisava de uma pista de pouso com luzes piscando pra sacar as intenções da garota.
- Na verdade, acho que me sinto mais forte do que nunca desde que tive aquela briga contra o Kakaroto e o Vegeta. Me sinto diferente, como se estar à beira da morte despertasse poder em mim.
- Mais forte? Acho que isso não é possível, não dá pra ficar mais sólido. - Ela disse apertando o braço dele. - Olha isso, Leemo, nem consigo apertar um músculo, e o peito parece uma porta de...puajj— Você tá todo coberto dessa baba laranja. — Disse ela quando tentou ver a dureza dos peitorais dele e, em vez disso, acabou com a luva grudada no sangue de inseto. Esses carrapatos costumavam explodir e jorrar sangue como seiva quando morriam.
A situação fez Leemo rir, que decidiu que já era demais e teve uma ideia que a amiga agradeceria. Ele jogou uma esponja molhada pra amiga e deixou um balde com água ensaboada aos pés dela, surpreendendo-a.
— Vou preparar o fogo pra assar essas pernas e pelo menos deixá-las comestíveis. Você pode ajudar ele a tirar esse sangue grudento do corpo. Sei bem como é irritante quando fui ajudar e acertei uma. — Sugeriu, indo pra entrada da caverna, longe dali, deixando os dois sozinhos.
— Não precisa, com o tempo seca e...
— Nada disso, Leemo tem razão. Senta enquanto ele faz o fogo, você tá um bagaço... — Ela se animou, com os olhos quase brilhando.
Leemo olhou pra trás e a amiga fez um gesto de agradecimento. Todos aqueles dias ela procurou desculpas pra ficar a sós com Broly e aceitou a proposta grata. "Você é um bom amigo", sussurrou.
— Consegui cortar várias pernas com ki, mas uma se aproximou e quando bati, explodiu em mil pedaços. Tenho dificuldade em controlar a força.
— Não se preocupa, vou limpar teu corpo. — Sussurrou ela, imersa na ideia de molhar aquele homem escultural que a enlouquecia, que roubava suas noites, invadindo sem saber seus pensamentos e sonhos, provocando uma avalanche de prazeres secretos.
Sozinhos, como quando o piloto ia buscar suprimentos, a jovem se aproximou de Broly com a esponja molhada, com a desculpa perfeita pra tocá-lo, senti-lo, tê-lo a centímetros dela. Tinha esperança de que, de uma vez, o saiyajin percebesse seus desejos incontroláveis.
Não tinham tido tempo de comprar mais roupas nos planetas habitados próximos; muitos deles tinham populações muito diferentes ou primitivas e não justificavam. a viagem até eles, então Cheelai tinha voltado ao seu clássico uniforme de soldado, composto por spandex roxo justo, luvas, botas e a armadura de batalha, desnecessária mas obrigatória.
Naquela tarde, por causa do calor, ela só estava usando a armadura de batalha pra cobrir os peitos exuberantes e a legging roxa por baixo. Essa combinação de uniforme ela nunca usaria na presença de outros soldados do exército do Freeza, mas no caso do Broly, era como se ele nem notasse a sensualidade dela, uma sensualidade que sempre foi um ímã pra escória do exército e, ironicamente, parecia não funcionar com quem ela realmente queria levar pra cama.
Cheelai molhou a esponja no balde e torceu contra um peitoral do Broly, sentindo a dureza dele e vendo a água com sabão escorrer pelos músculos monumentais, subindo e descendo, subindo e descendo pela cordilheira abdominal dele. Se não fosse porque o amigo dela tava fazendo a fogueira na entrada da caverna, ela não teria conseguido segurar a vontade de devorar ele de beijos, inteiro, mesmo que fosse demais até pra cinco iguais a ela.
A marciana continuou com a putaria descarada disfarçada de limpeza, tirando com a água os restos da batalha desigual, se aproximando do corpo molhado dele, respirando contra a pele, olhando nos olhos dele até perceber que tava apoiada nele, roçando a virilha com um dos joelhos. Sem se abalar e sem desviar o olhar, sentou no colo dele e colocou a esponja no ombro, viajando dali até o peito volumoso, que respirava ofegante. Finalmente respirava ofegante.
- É gostoso. Você sempre me faz sentir coisas novas. - Disse Broly quando ela passou o pano no peito dele, provocando rios refrescantes percorrendo o corpo, levando embora a sujeira. - Você me deu doces quando a gente se conheceu, me livrou do botão de controle, me defendeu do pai...
- Tem mais coisas pra sentir na vida do que o rigor da batalha, Broly. - Ela sussurrou, perdendo a noção. O que ela fazia, com as mãos bobas, sem perceber que esfregava a mão sem a esponja e a outra não.
- A esponja está na sua outra mão. – Disse ele com inocência. – Te notei distraída, com o olhar fixo em mim.
- É verdade, que idiota, às vezes não consigo controlar o olhar. – Embora tenha notado o erro, ela não tirou a mão do corpo dele e continuou limpando a seiva de inseto grudada na pele. – Tá meio seco, deixa eu molhar mais um pouco no sabão.
Com descaro, apostando tudo no momento, a jovem aproximou o balde e, virando as costas, se inclinou da maneira mais provocante possível. Entre as pernas do saiyajin, de frente, presenteou ele com a visão imbatível da bunda dela preenchendo aquela calça roxa quase estourando, com cada pedaço da anatomia dela delineado de forma perfeita.
Se eu fizesse uma pose dessas na frente de qualquer um na galáxia, o cara caía de quatro na hora. Não acredito que tenho que me dar desse jeito.Pensou em molhar a esponja mais do que o necessário. Ficou se perguntando se ele tava olhando pra ela, se o olhar dele tava fixo na bunda dela ou na buceta dela, excitava ela demais pensar que tava sendo observada pelo Broly…
- Desculpa a demora, é que essa meleca laranja gruda na esponja, não quero raspar tua pele. - Falou, avançando mais um espaço: dessa vez, sentou-se montada numa perna dura do guerreiro. Agora o contato era mais direto do que nunca, a Cheelai foi mais longe do que nunca ao encostar o corpo todo na pele dele, pele que separava ela da buceta dela só por uma malha fina.
De lá, Broly levantou um braço e a amiga continuou com a limpeza num dos lados dele. Cheelai notou uns músculos que não conhecia, entre a barriga e a axila, na diagonal, tinha uns músculos pequenos em formato de nó que ela passou a mão pra sentir.
O que ela achou que seria uma declaração na língua universal, não saiu como esperava e o Leemo, impaciente com a demora, chamou eles pra comer. Ele anunciou com alegria que a sopa de inseto não era tão nojenta depois de fervida. Ela tava super desanimada por não ter conseguido marcar mais pontos na conquista dela. Parecia que o guerreiro não ligava um único neurônio sobre atração sexual.
- Como é que a gente não pensou nisso antes? Pelo menos assim não gruda nos teus dentes. - Falou, servindo aquela pasta alaranjada fumegante nas tigelas deles. Percebeu na hora que as coisas não tinham dado certo pra amiga dele. Ela tava triste e decepcionada.
- Meu pai dizia que eu tinha que comer pura e fria pra fortalecer meu instinto de guerreiro. Meu pai não preparava de jeito nenhum e falava que tinha que comer crua. - Disse Broly, desaprovando a técnica culinária do Leemo, mas dando uma chance.
- Teu pai devia ter te ensinado coisas mais importantes do que fortalecer o instinto de guerreiro. - Soltou a de cabelo branco, muito puta, dando a entender que a paciência dela com o saiyajin tava no fim. Broly não entendeu direito. O comentário e comeu em silêncio.
- Sabe, ela tem razão, Broly. Talvez seu pai, por ser de uma raça guerreira, não tenha te ensinado coisas importantes. - Interveio como pacificador. - Por exemplo, sobre mulheres. Ele te falou como conquistar uma, por exemplo?
- Pai me disse que todos viemos de uma mulher, que elas têm buracos de procriação pra fazer bebês.
Uma barbaridade dessas fez Cheelai cuspir o caldo de inseto e olhar pra ele com desgosto. Ela se sentiu enojada com a visão que Broly tinha das mulheres, embora não fosse culpa dele e nem desse sinais de perceber o quanto a definição dele era nojenta.
- Isso é um jeito limitado de ver... muito limitado.
- Puxa, não pensei que fossem tão cavernícolas. Não é à toa que tenham agradado um tirano espacial no passado, não servem pra nada além de brigar.
- É o que eu imaginava. - Interrompeu o piloto, pilotando a conversa. - Então você não conhece, por exemplo, o que é beijar uma mulher, querer ela, amar ela.
- Não incomoda ele com essas perguntas. - Sussurrou Cheelai. - Não seja cruel. - No entanto, Broly respondeu com naturalidade.
- Não sei o que é beijar, nem querer uma mulher... nem amar ela.
- Bom, vou te dizer o que é beijar, embora a definição varie e seja complicada. Pra facilitar, um beijo entre um homem e uma mulher é a união dos lábios deles pra se dar prazer. Acontece quando os dois se querem, se gostam, é um gesto de carinho.
- Se gostam? Como quando você gosta de comida terrestre? - Perguntou Broly, lembrando como era gostosa a comida que tinha na casa dada pelo Kakaroto. Os amigos riram.
- Mais ou menos, mais ou menos. Quando um homem e uma mulher se gostam, eles querem se provar, mas sem se comer literalmente nem se machucar. Tô me explicando?
- Acho que você tá complicando pra ele. Além disso, nem todo beijo é nos lábios, é mais quando você junta sua boca com alguma coisa.
- Só tô tentando ajudar ele com o básico. - Se defendeu Leemo. - Mas pensando bem, depois de comer, Vamos dar um passeio pra buscar água nuns crateras que eu vi e, de quebra, teremos uma conversa de homem pra homem. O que acha, grandalhão?
- O que é uma conversa de homem pra homem? - Perguntou o guerreiro musculoso. A mulher, por outro lado, percebeu indícios de um plano no amigo.
- Vou te ensinar coisas importantes sobre o sexo oposto. Quando voltarmos, você vai vê-las como mais do que "buracos de procriação". - Propôs com uma calma que inspirou a amiga e mudou seu humor.
- Tô te vendo bem seguro do assunto, amigo. Nunca me falou dos seus conhecimentos sobre mulheres. - Observou, dando uma cotovelada no flanco dele. O humor da garota mudava de um segundo pro outro, e o amigo dar uma mão explicando conceitos básicos de conquista pro Broly a enchia de esperança.
- A gente sempre esteve ocupado, e, com todo respeito, tem conversas que só tenho com homens. Cê acha que cheguei velho sem experiência, né?
O resto do almoço melhorou bastante pra todo mundo, e o trio de extraterrestres conversou esquecendo o gosto podre da seiva. Quando terminaram, Leemo consertou seu rifle de ki em algumas horas, e partiram em busca d'água numa tarde extremamente quente e ventosa.
Cheelai se trancou no frescor da casa terrestre, curtindo a cama macia, absorta nos seus dilemas pessoais. Não soube se eles realmente iam buscar água ou se era só uma desculpa. Achou ter ouvido uma vez que num daqueles poços imensos onde as criaturas verdes peludas (como o Bah, de onde o guerreiro tirou sua roupa) viviam, ela espiou e avistou uma gruta lá de cima, onde podia ter água subterrânea. Parecia que o corpo desses bichos se enterrava centenas de metros no chão e, ao morrer, deixavam cavernas profundas.
Queria ter lembrado com mais atenção, mas o super guerreiro tomava toda a atenção dela. A jovem revirava a cabeça pensando num jeito de fazer ele entender que o queria. Depois da tentativa fracassada de banho de esponja, se sentia idiota e ridícula. Nunca tinha se entregado de forma tão... Vergonhosa.
Talvez fosse só um capricho passageiro, ou ela só se sentia atraída pelo contraste entre a aparência máscula e o caráter inocente. Era como um enorme guerreiro veterano (os corpos que ela gostava, musculosos e cheios de cicatrizes) com mente de criança, muito diferente dos babacas pervertidos com quem lidou a vida inteira. Ter uns peitos e uma bunda enormes a tinha isolado a um grupo reduzido de pessoas de confiança, e dois dividiam uma caverna com ela naquele planeta.
- Amaldiçoei o dia em que tudo isso cresceu – (apertando os peitos) – e me tornou alvo de todo mundo. Agora que alguém me agrada, descobre que é o único que nem nota.
Voltaram várias horas depois, acordando-a de uma soneca com seus chamados, com os tanques de água vazios. Isso não era bom, Leemo teria que ir buscar água em outro planeta, gastando recursos valiosos como combustível. Pra piorar, Broly, que carregava (como sempre) um novo butim: dois ovos enormes de inseto, estava de novo encharcado de sangue de carrapato.
- Não consegui evitar, tinha um ninho e várias criaturas na caverna. Embora eu estivesse no controle, Leemo atirou em várias e me sujaram. – Explicou. Leemo ajustou o gorro e, disfarçadamente, piscou o olho pra Cheelai. – Ele é bom pra ensinar sobre mulheres, mas não pra combater.
Dessa vez, ele estava tão irritado que lançou ao amigo um olhar de reprovação.
- Dá pra tomar mais um banho, vai dar pra um chuveiro. – Aconselhou enquanto carregava os tanques na pequena nave junto com os suprimentos.
- Vai buscar água? Dá pra passar na Terra e pegar um pouco da comida de lá? Tô morrendo de vontade de algo gostoso que tire esse gosto de suco de carrapato da boca.
- Vou ver se consigo trazer algo, mas não prometo nada. O essencial é água e combustível. Não faz sentido ficarmos rodando pelo planeta perdendo tempo. Broly, cuida bem da Cheelai, ok?
Broly sorriu e fez um gesto de aprovação com a mão, idêntico ao que fez pra Cheelai. Quando ela agradeceu pelo doce logo depois de se conhecerem.
— Por favor, se cuida. — Pediu a amiga, vendo ele fechar a porta e levantar a nave, formando um redemoinho de terra amarelada. Leemo acenou da nave e, ativando a hipervelocidade, sumiu além do horizonte, abrindo um buraco na densa e tempestuosa atmosfera de Vampa.
— Bom, eu e você sozinhos, quem sabe por quantos dias. — Diante da garota, um novo leque de possibilidades se abria e, quem sabe? Talvez Leemo tivesse ensinado uma ou duas coisas úteis sobre mulheres.
— Vem, vou te ajudar a se limpar… pela segunda vez. — Indicou a garota, passando um dedo pelo corpo dele, que ficou todo lambuzado de sangue alaranjado. — Não quero que você entre em casa assim tão sujo, pelo menos me deixa tirar o pior pra você poder entrar. — Pegando a esponja e o balde com água.
— Cheelai…
Ela virou, esperançosa.
— Você disse hoje, no banho de esponja, que tem mais coisas pra sentir na vida do que o rigor da batalha… Leemo disse que beijar, querer e amar são sensações… lindas, que valem a pena sentir…
O coração dela deu um pulo. Nunca imaginou que Broly pudesse dizer umas palavras dessas (embora ele tivesse demorado), ficando de boca aberta.
— Leemo também disse que você poderia me ensinar a beijar porque você me quer. E eu percebi que também te quero.
Cheelai demorou tanto pra reagir que até o saiyajin ficou com cara de preocupação, especialmente quando o balde escorregou das mãos dela, derramando o conteúdo alaranjado pela caverna. Finalmente, ela fechou a boca e sorriu pra ele com ternura.Vem, Broly, primeiro um banho, depois vou te dar uma lição que você não vai esquecer.- Suas bochechas estão vermelhas. Você se queimou de sol? - perguntou ele, arrancando uma risadinha dela, deixando-se levar pela mão até a casa terríBooty.
Broly estava prestes a ter um aprendizado intensivo de relações interplanetárias por parte de Cheelai, que, depois de tirar as botas e as pulseiras saiyajin, abriu a torneira do chuveiro para um último banho de água quente, que não pensava em desperdiçar.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.
A água quente removeu rapidamente os restos de inseto do corpo torneado dele, enquanto a amiga, com as mãos nuas, esfregava para deixar tudo brilhando de limpo. O saiyajin, em silêncio, se deixava levar pela sensação gostosa do contato da pele verde contra a sua, junto com a água quentinha caindo em cascata suave sobre ele.
Com certeza a Leemo tinha estourado aqueles insetos (provavelmente as crias, porque os grandes não eram afetados pelos lasers) só pra provocar um segundo banho, agora sem esponja. A água quente tirava tudo direitinho, mas era só desculpa pra conseguir uma nova aproximação.
— Vem, se inclina um pouco. — Pediu a Cheelai quando terminou, subindo no degrau que separava o espaço redondo do chuveiro do resto do banheiro pra não respingar.
O homem saiu da água, inclinou a cabeça e recebeu um beijo da garota, que chegava aos lábios dele na ponta dos pés. A sensação foi se transformando nele como se fosse um reflexo da raça dele.
Primeiro sentiu surpresa, porque na ignorância dele, achou que ela ia pegar no cabelo, não que ia beijar ele. Depois, conforme a surpresa passava e ele entendia o que tava rolando, sentiu curiosidade, e foi aí que fechou os olhos e os músculos relaxaram. Veio um sentimento profundo de prazer que embriagou ele, como se algo nos lábios dele acordasse e se espalhasse pelo corpo inteiro, uma corrente de energia única que dominava ele.
A mão dela se misturou com o cabelo preto do saiyajin enquanto o beijo ficava mais intenso. Ela adorava a diferença da boca dela com a do homem, muito maior e com um gosto que excitava ela, e começava a perceber que ele também tava na mesma: por causa da proximidade, algo endurecia na altura da cintura dele contra ela.
— Relaxa, abre um pouco mais a boca. — Pediu a jovem, e assim que viu ela do jeito que queria, continuou o beijo enfiando a língua na boca dele, tendo que virar um pouco o rosto pra conseguir entrar. Mais conforto e poder dar uma lambida com a língua por todo o interior da boca dele. Por mais tempo do que tinha planejado, a garota dominou a besta com um beijo de língua tão intenso quanto molhado. Como tinha imaginado, o saiyajin tinha uma boca de sabor intenso, só pra corajosas como ela.
— E aí? O que achou? — Perguntou Cheelai, deixando ele em coma, de olhos fechados e boca entreaberta. — Broly… Broly!
— Desculpa, é que… nunca senti nada igual, não sei explicar.
— Vou considerar como um sim. — E se colocou na ponta dos pés pra um 2º round de beijos, o único round em que ela deixava o guerreiro no chinelo.
Se a excitação pudesse ser comparada a transformações, a de Cheelai era poderosa como a fusão que viu na Terra. Não bastavam uns beijos, um pouco de apalpada, umas palavras doces; ela tinha esperado tanto tempo pelo saiyajin que agora queria tudo de uma vez.
— Sabe, te vejo pronto, aprendendo rápido. — Fechando a torneira (em breve ela também ia precisar de uma). — Tem algo mil vezes mais gostoso que um beijo e quero te ensinar. — Propôs sem tirar os olhos dos olhos escuros dele.
— Muito mais?… se você tá dizendo, deve ser verdade… confio em você, Cheelai.
— Beleza, então vamos começar com… — No entanto, Broly a parou quando ela colocou a mão sobre a tanga verde. — Sei que a orelha de Bah é importante, mas você precisa confiar em mim… além disso, tá suja e precisa de uma lavada.
— Não é isso… é que tenho medo… de não conseguir… me controlar. — Explicou com um medo nunca visto antes nele. — Não quero… te machucar se sentir demais, prazer.
— Ah, Broly. — A jovem se emocionou, dando outro beijo nele. — Te entendo, por isso, te proponho que coloque as mãos na parede, assim. — Vendo que ele apoiava quase formando uma cruz com o corpo. — Muito bem. Agora, aconteça o que acontecer, não tira elas daí, ok? Você precisa confiar em mim.
— Tá bom, vou confiar. — Aceitou, vendo devagar a de cabelo branco afastar a preciosa orelha. de Bah.
- Relaxa, não precisamos dela, nem disso também…mmmmVocê tá com ela bem justinha no corpo. - Ele percebeu como o membro viril dele se marcava como um cilindro, além das pernas torneadas.
Com as mãos na cintura dele, Cheelai começou a puxar pra baixo a calça justa do uniforme, enquanto ele olhava atento e com os braços tremendo, deixando à mostra uma parte da anatomia que, mesmo ela imaginando que seria foda, a deixou sem palavras.
Meio mole, era de proporções perigosas, um verdadeiro chifre carnudo e cheio de veias que fez ela salivar desde o primeiro segundo em que viu. Sentiu que tinha tirado a sorte grande mais gostosa de todo o universo 7.
Continua...

Valeu por ler! Não precisa se preocupar com outras histórias, Irmã Otaku Temporada 2 tá em andamento, o fanfic de Pokémon já tá pronto e outro de Dragon Ball já começou.
Se curtiu, não esquece de comentar e dar nota, assim eu sei se vocês tão afim desse tipo de história e me animam a meter bronca!
Fanfics de DB anteriores:
A Tradição Saiyajin 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.htmlA Tradição Saiyajin 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3361531/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin-Parte-2.htmlFilhos Perversos 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3365942/Fanfiction-Dragon-Ball-Hijos-pervertidos.htmlFilhos Pervertidos 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3370590/FanFiction-Dragon-Ball-Hijos-Pervertidos-Parte-2.htmlLeite Fervido 1http://www.poringa.net/posts/relatos/3409972/FanFiction-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida.htmlLeite Fervido 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3423967/Fanfic-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida-Parte-2-con-imagenes.htmlOs Segredos da Família Briefs 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3465031/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs.htmlOs Segredos da Família Briefs 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3511475/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs-2.html
Se forem novos, não se preocupem, podem começar por aqui. Embora os capítulos estejam conectados, este se passa em Vampa, o planeta do Broly, e por enquanto não tem ligação com o resto das fanfics.
Eu queria que parecesse realista, como uma continuação de verdade, então, como todo capítulo 1, eu tô tirando meu tempo pra explicar tudo e chegar no ápice. Vocês vão ver que começa devagar, mas o Broly não aprende só a lutar rápido. Espero que vocês curtam!
Todos os protagonistas têm 18 anos ou mais.
Protagonistas: Cheelai





Parte 1: O aprendizado do Broly
O calor escaldante parecia que ia consumir eles igual vela acesa. Só o Broly aguentava as temperaturas altas do dia no planeta Vampa, e até as da noite, que caíam pra uns poucos graus durante tempestades de areia tão selvagens quanto tóxicas. Os soldados desertores do Freeza: a Cheelai e o Leemo, faziam o que podiam pra lidar com as dificuldades do planeta morando numa caverna gigantesca que protegia eles do clima brabo e da fauna de Vampa.
Não tavam sozinhos, dividiam uma casinha terráquea dada pelo saiyajin Kakaroto com o Broly, um prodígio da luta e conhecedor desse mundo, já que cresceu ali. A casa era pequena e cabia de boa na caverna. Tinha umas frescuras que faziam eles acreditar que a estadia ali ia ser de boa até serem resgatados ou encontrados pelo exército do Freeza, mas o apetite voraz do saiyajin e o abuso da Cheelai nos banhos de chuveiro deixaram eles sem recurso rapidinho.
- Lá vem o Broly! – Anunciou a marcianinha verde de cabelo curto e branco ao ver ele chegar com o almoço, um negócio gigante e nojento: duas pernas escorrendo daqueles insetos enormes que dominavam o planeta. – Te falei que não precisava da sua ajuda pra caçar essas criaturas!
- Perna de carrapato ontem, perna de carrapato hoje, pelo menos não vamos morrer de fome. – Opinou o extraterrestre (tecnicamente os três eram) Leemo, um piloto veterano das tropas do Freeza que tentava consertar o rifle de ki dele, danificado na última caçada, onde descobriu que era mais um peso do que uma ajuda.
A Cheelai não escutou ele e correu pra ajudar o Broly com as pernas enormes que ele arrastava.
- Cê tá ferido? O sol te fez mal? Cê tá com sede? – Encheu ele de perguntas, arrancando um sorriso do amigo Leemo. Ele já tinha notado isso desde que chegaram no planeta: os cuidados constantes, as perguntas, o contato direto, o olhar iluminado dela. Não precisava ser um veterano pra perceber que a peliverde guardava sentimentos pelo saiyajin. Ela olhava pra ele com uma fome de concretar um interracial desde que chegaram.
- Tô bem, Cheelai, eles não podem me machucar. - Disse o saiyajin, meio corado com o olhar intenso que recebia da amiga. Dava pra ver que ele era um gênio da luta, mas não dos relacionamentos. Era daqueles que precisava de uma pista de pouso com luzes piscando pra sacar as intenções da garota.
- Na verdade, acho que me sinto mais forte do que nunca desde que tive aquela briga contra o Kakaroto e o Vegeta. Me sinto diferente, como se estar à beira da morte despertasse poder em mim.
- Mais forte? Acho que isso não é possível, não dá pra ficar mais sólido. - Ela disse apertando o braço dele. - Olha isso, Leemo, nem consigo apertar um músculo, e o peito parece uma porta de...puajj— Você tá todo coberto dessa baba laranja. — Disse ela quando tentou ver a dureza dos peitorais dele e, em vez disso, acabou com a luva grudada no sangue de inseto. Esses carrapatos costumavam explodir e jorrar sangue como seiva quando morriam.
A situação fez Leemo rir, que decidiu que já era demais e teve uma ideia que a amiga agradeceria. Ele jogou uma esponja molhada pra amiga e deixou um balde com água ensaboada aos pés dela, surpreendendo-a.
— Vou preparar o fogo pra assar essas pernas e pelo menos deixá-las comestíveis. Você pode ajudar ele a tirar esse sangue grudento do corpo. Sei bem como é irritante quando fui ajudar e acertei uma. — Sugeriu, indo pra entrada da caverna, longe dali, deixando os dois sozinhos.
— Não precisa, com o tempo seca e...
— Nada disso, Leemo tem razão. Senta enquanto ele faz o fogo, você tá um bagaço... — Ela se animou, com os olhos quase brilhando.
Leemo olhou pra trás e a amiga fez um gesto de agradecimento. Todos aqueles dias ela procurou desculpas pra ficar a sós com Broly e aceitou a proposta grata. "Você é um bom amigo", sussurrou.
— Consegui cortar várias pernas com ki, mas uma se aproximou e quando bati, explodiu em mil pedaços. Tenho dificuldade em controlar a força.
— Não se preocupa, vou limpar teu corpo. — Sussurrou ela, imersa na ideia de molhar aquele homem escultural que a enlouquecia, que roubava suas noites, invadindo sem saber seus pensamentos e sonhos, provocando uma avalanche de prazeres secretos.
Sozinhos, como quando o piloto ia buscar suprimentos, a jovem se aproximou de Broly com a esponja molhada, com a desculpa perfeita pra tocá-lo, senti-lo, tê-lo a centímetros dela. Tinha esperança de que, de uma vez, o saiyajin percebesse seus desejos incontroláveis.
Não tinham tido tempo de comprar mais roupas nos planetas habitados próximos; muitos deles tinham populações muito diferentes ou primitivas e não justificavam. a viagem até eles, então Cheelai tinha voltado ao seu clássico uniforme de soldado, composto por spandex roxo justo, luvas, botas e a armadura de batalha, desnecessária mas obrigatória.
Naquela tarde, por causa do calor, ela só estava usando a armadura de batalha pra cobrir os peitos exuberantes e a legging roxa por baixo. Essa combinação de uniforme ela nunca usaria na presença de outros soldados do exército do Freeza, mas no caso do Broly, era como se ele nem notasse a sensualidade dela, uma sensualidade que sempre foi um ímã pra escória do exército e, ironicamente, parecia não funcionar com quem ela realmente queria levar pra cama.
Cheelai molhou a esponja no balde e torceu contra um peitoral do Broly, sentindo a dureza dele e vendo a água com sabão escorrer pelos músculos monumentais, subindo e descendo, subindo e descendo pela cordilheira abdominal dele. Se não fosse porque o amigo dela tava fazendo a fogueira na entrada da caverna, ela não teria conseguido segurar a vontade de devorar ele de beijos, inteiro, mesmo que fosse demais até pra cinco iguais a ela.
A marciana continuou com a putaria descarada disfarçada de limpeza, tirando com a água os restos da batalha desigual, se aproximando do corpo molhado dele, respirando contra a pele, olhando nos olhos dele até perceber que tava apoiada nele, roçando a virilha com um dos joelhos. Sem se abalar e sem desviar o olhar, sentou no colo dele e colocou a esponja no ombro, viajando dali até o peito volumoso, que respirava ofegante. Finalmente respirava ofegante.
- É gostoso. Você sempre me faz sentir coisas novas. - Disse Broly quando ela passou o pano no peito dele, provocando rios refrescantes percorrendo o corpo, levando embora a sujeira. - Você me deu doces quando a gente se conheceu, me livrou do botão de controle, me defendeu do pai...
- Tem mais coisas pra sentir na vida do que o rigor da batalha, Broly. - Ela sussurrou, perdendo a noção. O que ela fazia, com as mãos bobas, sem perceber que esfregava a mão sem a esponja e a outra não.
- A esponja está na sua outra mão. – Disse ele com inocência. – Te notei distraída, com o olhar fixo em mim.
- É verdade, que idiota, às vezes não consigo controlar o olhar. – Embora tenha notado o erro, ela não tirou a mão do corpo dele e continuou limpando a seiva de inseto grudada na pele. – Tá meio seco, deixa eu molhar mais um pouco no sabão.
Com descaro, apostando tudo no momento, a jovem aproximou o balde e, virando as costas, se inclinou da maneira mais provocante possível. Entre as pernas do saiyajin, de frente, presenteou ele com a visão imbatível da bunda dela preenchendo aquela calça roxa quase estourando, com cada pedaço da anatomia dela delineado de forma perfeita.

Se eu fizesse uma pose dessas na frente de qualquer um na galáxia, o cara caía de quatro na hora. Não acredito que tenho que me dar desse jeito.Pensou em molhar a esponja mais do que o necessário. Ficou se perguntando se ele tava olhando pra ela, se o olhar dele tava fixo na bunda dela ou na buceta dela, excitava ela demais pensar que tava sendo observada pelo Broly…
- Desculpa a demora, é que essa meleca laranja gruda na esponja, não quero raspar tua pele. - Falou, avançando mais um espaço: dessa vez, sentou-se montada numa perna dura do guerreiro. Agora o contato era mais direto do que nunca, a Cheelai foi mais longe do que nunca ao encostar o corpo todo na pele dele, pele que separava ela da buceta dela só por uma malha fina.
De lá, Broly levantou um braço e a amiga continuou com a limpeza num dos lados dele. Cheelai notou uns músculos que não conhecia, entre a barriga e a axila, na diagonal, tinha uns músculos pequenos em formato de nó que ela passou a mão pra sentir.
O que ela achou que seria uma declaração na língua universal, não saiu como esperava e o Leemo, impaciente com a demora, chamou eles pra comer. Ele anunciou com alegria que a sopa de inseto não era tão nojenta depois de fervida. Ela tava super desanimada por não ter conseguido marcar mais pontos na conquista dela. Parecia que o guerreiro não ligava um único neurônio sobre atração sexual.
- Como é que a gente não pensou nisso antes? Pelo menos assim não gruda nos teus dentes. - Falou, servindo aquela pasta alaranjada fumegante nas tigelas deles. Percebeu na hora que as coisas não tinham dado certo pra amiga dele. Ela tava triste e decepcionada.
- Meu pai dizia que eu tinha que comer pura e fria pra fortalecer meu instinto de guerreiro. Meu pai não preparava de jeito nenhum e falava que tinha que comer crua. - Disse Broly, desaprovando a técnica culinária do Leemo, mas dando uma chance.
- Teu pai devia ter te ensinado coisas mais importantes do que fortalecer o instinto de guerreiro. - Soltou a de cabelo branco, muito puta, dando a entender que a paciência dela com o saiyajin tava no fim. Broly não entendeu direito. O comentário e comeu em silêncio.
- Sabe, ela tem razão, Broly. Talvez seu pai, por ser de uma raça guerreira, não tenha te ensinado coisas importantes. - Interveio como pacificador. - Por exemplo, sobre mulheres. Ele te falou como conquistar uma, por exemplo?
- Pai me disse que todos viemos de uma mulher, que elas têm buracos de procriação pra fazer bebês.
Uma barbaridade dessas fez Cheelai cuspir o caldo de inseto e olhar pra ele com desgosto. Ela se sentiu enojada com a visão que Broly tinha das mulheres, embora não fosse culpa dele e nem desse sinais de perceber o quanto a definição dele era nojenta.
- Isso é um jeito limitado de ver... muito limitado.
- Puxa, não pensei que fossem tão cavernícolas. Não é à toa que tenham agradado um tirano espacial no passado, não servem pra nada além de brigar.
- É o que eu imaginava. - Interrompeu o piloto, pilotando a conversa. - Então você não conhece, por exemplo, o que é beijar uma mulher, querer ela, amar ela.
- Não incomoda ele com essas perguntas. - Sussurrou Cheelai. - Não seja cruel. - No entanto, Broly respondeu com naturalidade.
- Não sei o que é beijar, nem querer uma mulher... nem amar ela.
- Bom, vou te dizer o que é beijar, embora a definição varie e seja complicada. Pra facilitar, um beijo entre um homem e uma mulher é a união dos lábios deles pra se dar prazer. Acontece quando os dois se querem, se gostam, é um gesto de carinho.
- Se gostam? Como quando você gosta de comida terrestre? - Perguntou Broly, lembrando como era gostosa a comida que tinha na casa dada pelo Kakaroto. Os amigos riram.
- Mais ou menos, mais ou menos. Quando um homem e uma mulher se gostam, eles querem se provar, mas sem se comer literalmente nem se machucar. Tô me explicando?
- Acho que você tá complicando pra ele. Além disso, nem todo beijo é nos lábios, é mais quando você junta sua boca com alguma coisa.
- Só tô tentando ajudar ele com o básico. - Se defendeu Leemo. - Mas pensando bem, depois de comer, Vamos dar um passeio pra buscar água nuns crateras que eu vi e, de quebra, teremos uma conversa de homem pra homem. O que acha, grandalhão?
- O que é uma conversa de homem pra homem? - Perguntou o guerreiro musculoso. A mulher, por outro lado, percebeu indícios de um plano no amigo.
- Vou te ensinar coisas importantes sobre o sexo oposto. Quando voltarmos, você vai vê-las como mais do que "buracos de procriação". - Propôs com uma calma que inspirou a amiga e mudou seu humor.
- Tô te vendo bem seguro do assunto, amigo. Nunca me falou dos seus conhecimentos sobre mulheres. - Observou, dando uma cotovelada no flanco dele. O humor da garota mudava de um segundo pro outro, e o amigo dar uma mão explicando conceitos básicos de conquista pro Broly a enchia de esperança.
- A gente sempre esteve ocupado, e, com todo respeito, tem conversas que só tenho com homens. Cê acha que cheguei velho sem experiência, né?
O resto do almoço melhorou bastante pra todo mundo, e o trio de extraterrestres conversou esquecendo o gosto podre da seiva. Quando terminaram, Leemo consertou seu rifle de ki em algumas horas, e partiram em busca d'água numa tarde extremamente quente e ventosa.
Cheelai se trancou no frescor da casa terrestre, curtindo a cama macia, absorta nos seus dilemas pessoais. Não soube se eles realmente iam buscar água ou se era só uma desculpa. Achou ter ouvido uma vez que num daqueles poços imensos onde as criaturas verdes peludas (como o Bah, de onde o guerreiro tirou sua roupa) viviam, ela espiou e avistou uma gruta lá de cima, onde podia ter água subterrânea. Parecia que o corpo desses bichos se enterrava centenas de metros no chão e, ao morrer, deixavam cavernas profundas.
Queria ter lembrado com mais atenção, mas o super guerreiro tomava toda a atenção dela. A jovem revirava a cabeça pensando num jeito de fazer ele entender que o queria. Depois da tentativa fracassada de banho de esponja, se sentia idiota e ridícula. Nunca tinha se entregado de forma tão... Vergonhosa.
Talvez fosse só um capricho passageiro, ou ela só se sentia atraída pelo contraste entre a aparência máscula e o caráter inocente. Era como um enorme guerreiro veterano (os corpos que ela gostava, musculosos e cheios de cicatrizes) com mente de criança, muito diferente dos babacas pervertidos com quem lidou a vida inteira. Ter uns peitos e uma bunda enormes a tinha isolado a um grupo reduzido de pessoas de confiança, e dois dividiam uma caverna com ela naquele planeta.
- Amaldiçoei o dia em que tudo isso cresceu – (apertando os peitos) – e me tornou alvo de todo mundo. Agora que alguém me agrada, descobre que é o único que nem nota.
Voltaram várias horas depois, acordando-a de uma soneca com seus chamados, com os tanques de água vazios. Isso não era bom, Leemo teria que ir buscar água em outro planeta, gastando recursos valiosos como combustível. Pra piorar, Broly, que carregava (como sempre) um novo butim: dois ovos enormes de inseto, estava de novo encharcado de sangue de carrapato.
- Não consegui evitar, tinha um ninho e várias criaturas na caverna. Embora eu estivesse no controle, Leemo atirou em várias e me sujaram. – Explicou. Leemo ajustou o gorro e, disfarçadamente, piscou o olho pra Cheelai. – Ele é bom pra ensinar sobre mulheres, mas não pra combater.
Dessa vez, ele estava tão irritado que lançou ao amigo um olhar de reprovação.
- Dá pra tomar mais um banho, vai dar pra um chuveiro. – Aconselhou enquanto carregava os tanques na pequena nave junto com os suprimentos.
- Vai buscar água? Dá pra passar na Terra e pegar um pouco da comida de lá? Tô morrendo de vontade de algo gostoso que tire esse gosto de suco de carrapato da boca.
- Vou ver se consigo trazer algo, mas não prometo nada. O essencial é água e combustível. Não faz sentido ficarmos rodando pelo planeta perdendo tempo. Broly, cuida bem da Cheelai, ok?
Broly sorriu e fez um gesto de aprovação com a mão, idêntico ao que fez pra Cheelai. Quando ela agradeceu pelo doce logo depois de se conhecerem.
— Por favor, se cuida. — Pediu a amiga, vendo ele fechar a porta e levantar a nave, formando um redemoinho de terra amarelada. Leemo acenou da nave e, ativando a hipervelocidade, sumiu além do horizonte, abrindo um buraco na densa e tempestuosa atmosfera de Vampa.
— Bom, eu e você sozinhos, quem sabe por quantos dias. — Diante da garota, um novo leque de possibilidades se abria e, quem sabe? Talvez Leemo tivesse ensinado uma ou duas coisas úteis sobre mulheres.
— Vem, vou te ajudar a se limpar… pela segunda vez. — Indicou a garota, passando um dedo pelo corpo dele, que ficou todo lambuzado de sangue alaranjado. — Não quero que você entre em casa assim tão sujo, pelo menos me deixa tirar o pior pra você poder entrar. — Pegando a esponja e o balde com água.
— Cheelai…
Ela virou, esperançosa.
— Você disse hoje, no banho de esponja, que tem mais coisas pra sentir na vida do que o rigor da batalha… Leemo disse que beijar, querer e amar são sensações… lindas, que valem a pena sentir…
O coração dela deu um pulo. Nunca imaginou que Broly pudesse dizer umas palavras dessas (embora ele tivesse demorado), ficando de boca aberta.
— Leemo também disse que você poderia me ensinar a beijar porque você me quer. E eu percebi que também te quero.
Cheelai demorou tanto pra reagir que até o saiyajin ficou com cara de preocupação, especialmente quando o balde escorregou das mãos dela, derramando o conteúdo alaranjado pela caverna. Finalmente, ela fechou a boca e sorriu pra ele com ternura.Vem, Broly, primeiro um banho, depois vou te dar uma lição que você não vai esquecer.- Suas bochechas estão vermelhas. Você se queimou de sol? - perguntou ele, arrancando uma risadinha dela, deixando-se levar pela mão até a casa terríBooty.
Broly estava prestes a ter um aprendizado intensivo de relações interplanetárias por parte de Cheelai, que, depois de tirar as botas e as pulseiras saiyajin, abriu a torneira do chuveiro para um último banho de água quente, que não pensava em desperdiçar.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.
A água quente removeu rapidamente os restos de inseto do corpo torneado dele, enquanto a amiga, com as mãos nuas, esfregava para deixar tudo brilhando de limpo. O saiyajin, em silêncio, se deixava levar pela sensação gostosa do contato da pele verde contra a sua, junto com a água quentinha caindo em cascata suave sobre ele.
Com certeza a Leemo tinha estourado aqueles insetos (provavelmente as crias, porque os grandes não eram afetados pelos lasers) só pra provocar um segundo banho, agora sem esponja. A água quente tirava tudo direitinho, mas era só desculpa pra conseguir uma nova aproximação.
— Vem, se inclina um pouco. — Pediu a Cheelai quando terminou, subindo no degrau que separava o espaço redondo do chuveiro do resto do banheiro pra não respingar.
O homem saiu da água, inclinou a cabeça e recebeu um beijo da garota, que chegava aos lábios dele na ponta dos pés. A sensação foi se transformando nele como se fosse um reflexo da raça dele.
Primeiro sentiu surpresa, porque na ignorância dele, achou que ela ia pegar no cabelo, não que ia beijar ele. Depois, conforme a surpresa passava e ele entendia o que tava rolando, sentiu curiosidade, e foi aí que fechou os olhos e os músculos relaxaram. Veio um sentimento profundo de prazer que embriagou ele, como se algo nos lábios dele acordasse e se espalhasse pelo corpo inteiro, uma corrente de energia única que dominava ele.
A mão dela se misturou com o cabelo preto do saiyajin enquanto o beijo ficava mais intenso. Ela adorava a diferença da boca dela com a do homem, muito maior e com um gosto que excitava ela, e começava a perceber que ele também tava na mesma: por causa da proximidade, algo endurecia na altura da cintura dele contra ela.
— Relaxa, abre um pouco mais a boca. — Pediu a jovem, e assim que viu ela do jeito que queria, continuou o beijo enfiando a língua na boca dele, tendo que virar um pouco o rosto pra conseguir entrar. Mais conforto e poder dar uma lambida com a língua por todo o interior da boca dele. Por mais tempo do que tinha planejado, a garota dominou a besta com um beijo de língua tão intenso quanto molhado. Como tinha imaginado, o saiyajin tinha uma boca de sabor intenso, só pra corajosas como ela.
— E aí? O que achou? — Perguntou Cheelai, deixando ele em coma, de olhos fechados e boca entreaberta. — Broly… Broly!
— Desculpa, é que… nunca senti nada igual, não sei explicar.
— Vou considerar como um sim. — E se colocou na ponta dos pés pra um 2º round de beijos, o único round em que ela deixava o guerreiro no chinelo.
Se a excitação pudesse ser comparada a transformações, a de Cheelai era poderosa como a fusão que viu na Terra. Não bastavam uns beijos, um pouco de apalpada, umas palavras doces; ela tinha esperado tanto tempo pelo saiyajin que agora queria tudo de uma vez.
— Sabe, te vejo pronto, aprendendo rápido. — Fechando a torneira (em breve ela também ia precisar de uma). — Tem algo mil vezes mais gostoso que um beijo e quero te ensinar. — Propôs sem tirar os olhos dos olhos escuros dele.
— Muito mais?… se você tá dizendo, deve ser verdade… confio em você, Cheelai.
— Beleza, então vamos começar com… — No entanto, Broly a parou quando ela colocou a mão sobre a tanga verde. — Sei que a orelha de Bah é importante, mas você precisa confiar em mim… além disso, tá suja e precisa de uma lavada.
— Não é isso… é que tenho medo… de não conseguir… me controlar. — Explicou com um medo nunca visto antes nele. — Não quero… te machucar se sentir demais, prazer.
— Ah, Broly. — A jovem se emocionou, dando outro beijo nele. — Te entendo, por isso, te proponho que coloque as mãos na parede, assim. — Vendo que ele apoiava quase formando uma cruz com o corpo. — Muito bem. Agora, aconteça o que acontecer, não tira elas daí, ok? Você precisa confiar em mim.
— Tá bom, vou confiar. — Aceitou, vendo devagar a de cabelo branco afastar a preciosa orelha. de Bah.
- Relaxa, não precisamos dela, nem disso também…mmmmVocê tá com ela bem justinha no corpo. - Ele percebeu como o membro viril dele se marcava como um cilindro, além das pernas torneadas.
Com as mãos na cintura dele, Cheelai começou a puxar pra baixo a calça justa do uniforme, enquanto ele olhava atento e com os braços tremendo, deixando à mostra uma parte da anatomia que, mesmo ela imaginando que seria foda, a deixou sem palavras.
Meio mole, era de proporções perigosas, um verdadeiro chifre carnudo e cheio de veias que fez ela salivar desde o primeiro segundo em que viu. Sentiu que tinha tirado a sorte grande mais gostosa de todo o universo 7.
Continua...

Valeu por ler! Não precisa se preocupar com outras histórias, Irmã Otaku Temporada 2 tá em andamento, o fanfic de Pokémon já tá pronto e outro de Dragon Ball já começou.
Se curtiu, não esquece de comentar e dar nota, assim eu sei se vocês tão afim desse tipo de história e me animam a meter bronca!

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