A vida nos dá surpresas, às vezes as que esperamos (como minha cunhada) e outras que nunca imaginamos, como o que aconteceu no Fonavi, a umas duas quadras do Shopping. Como já disse uma vez, meu maior vício são as mulheres... loiras, morenas, ruivas, magras, gordinhas, brancas ou negras. Não discrimino em nenhum sentido. O que nunca imaginei foi ficar com um gay passivo... não por ser homofóbico nem nada parecido, cada um é dono de fazer o que quiser com a vida. Um dia qualquer, como hoje, como ontem ou amanhã... chega no meu estabelecimento um rapazinho, uns vinte e poucos anos... bem vestido, de bom físico (por trás parece mulher), rosto atraente, voz suave... me pediu preço de alguns produtos, e ao mesmo tempo puxava conversa sobre coisas da vida, como a pandemia nesse caso. Um garoto agradável, simpático... e desde que entrou no local, percebi que era gay. Conversa vai, conversa vem, ele me contou detalhes da vida dele, que é gay, e que a família não aceita, e o parceiro dele o largou. Tristemente, soltava lágrimas que tentava disfarçar, mas eu vi e dei um lenço descartável pra ele. No que ele me disse que eu sou muito doce, e bonito, completou. Simplesmente, sorri. Já com a compra feita, o jovem continuou falando comigo, apesar de eu ter dito que precisava fechar pra ir comer. Rindo, ele me perguntou onde ia almoçar. Contei que comprava a comida perto do local, e comia sozinho dentro de um quartinho que tenho, dentro do estabelecimento. Ele ficou vermelho, e olhando pro chão me perguntou se eu me importava dele me acompanhar na comida, já que gostava de conversar comigo... não vi maldade na proposta dele, não tinha cara de bandido. Era um garoto que estava sozinho na vida, mal, e só queria desabafar. Sentamos pra comer, abri uma cerveja, ele só tomou água. Obviamente, não deixei ele pagar a comida dele, foi só uma cortesia, já que o garoto me caiu bem também. Falamos sobre a vida, e chegou minha vez de falar... contei como vivo, que estou num relacionamento, e que com essa quarentena não a vejo há Semanas. Rindo, disse: "Uff, você deve estar muito carregado"... eu só sorri e concordei. A conversa foi avançando, e cada vez ele soltava comentários mais picantes... há quanto tempo não transo? Se já traí minha parceira? E a mais óbvia que podia fazer, se já fiquei com um gay... falei que não, e que não estava nos meus planos.. ele só deu uma gargalhada e disse: "uma vez que você provar, vai virar um vício... quer ver?" Levantei, engoli seco, e fui pegar outra cerveja, já iam três... quando voltei, o cara não estava, procurei, e ele estava no banheiro... "já vou sair" gritou... passaram 3 segundos e ouço "ou quer entrar você?" Falei que não, e pedi para ele sair, que tinha coisas para fazer... ele saiu triste, pedindo desculpas... ia me cumprimentar com o cotovelo por causa da pandemia... mas depois do cotovelo, me abraçou... e eu, sem saber por quê, devolvi o abraço... viu? É o primeiro passo. Ele disse. Antes que eu falasse algo, me puxou para dentro do quarto de novo e me propôs tentar, provar o que ele tinha para dar e que o namorado dele desperdiçou. Novamente falei que não, mas antes de terminar de falar, ele já estava ajoelhado pedindo por favor para deixar ele fazer sexo oral em mim... seja pelo álcool, ou simplesmente porque não esperava aquela proposta, falei que sim, mas com a condição de que em 5 minutos ele fosse embora. O garoto começou o serviço dele, eu não podia acreditar, nunca imaginei estar naquela situação. Sinceramente, uma maravilha como ele chupava. E sem exagerar, olhando de frente, qualquer um pensaria que é uma mulher de cabelo curto. Ele continuou e continuou, e os 5 minutos passaram... vou embora? Ele disse rindo... continua, foi a única coisa que consegui falar. O garoto tirou a jaqueta, e depois a camiseta... nem uma cicatriz, nem espinha, nenhuma imperfeição, uma pele macia como seda ele tinha. Quer ver como pode virar um vício? Ele disse... já na dança, só me restou dançar... ele baixou a calça, estava de tanguinha azul. Me pediu para tirar... aí pude ver o membro dele, depilado e pequeno, quase passou despercebido. despercebido, quase... tinha uma bunda linda, pele macia, lisa, sem poros, sem nada... depilada, a bundinha dela era pequena... quer dar o segundo passo? Ele propôs... antes que eu respondesse, molhou o buraquinho e me disse: por favor, tira essa vontade que eu sei que você tem... concordei com a cabeça e, meio na dúvida, comecei... nunca pensei nisso, mas que gostoso era sentir assim, o cara, por mais novo que parecesse, se mexia como um expert. Tinha aquela bunda que toda mulher sonha, perfeita. Sem acreditar onde eu tinha me metido, meti na bunda dele tão selvagem que ele só revirava os olhos e pedia mais e mais, forte, selvagem. De quatro, contra a parede, em cima da mesa, perninhas no ombro... de todos os jeitos que imaginei, eu meti... já tava lá, não podia mandar ele parar, o que eu fiz, a gente fez, aconteceu e não tinha volta. Sentei na cadeira, e ele sentou de costas em cima de mim. "Deixa comigo agora", ele disse. Rebolou de um jeito que, em menos de 5 minutos, fez a camisinha encher até transbordar e escorrer tudo. Ele só falou: "sabia que você tava cheio." Ajoelhou e começou a chupar, passar a língua, se engasgar enfiando tudo na boca. "Agora quero a segunda rodada de porra", soltou. Chupou meu pau de um jeito que ficou duro feito pedra. Pensei que não ia aguentar, mas ele conseguiu, enfiou inteiro até a garganta. Chupou por um bom tempo, enquanto eu acariciava aquela bunda linda, pintada por anjos... sentou de novo, dessa vez de frente, e se mexeu devagar, franzindo o buraquinho da bundinha dele, o pequenininho sabia o que fazia. Me comeu tão bem com aquela bunda que, em pouco tempo, me fez gozar de novo. Descansamos uns 10 minutos, eu tinha que abrir o ponto... ele se vestiu, eu me vesti, e a gente tava quase saindo. Quando ele parou e me disse: "se eu chupar melhor do que fiz, você enche minha boca de porra?" Sorrindo, eu falei: "posso abrir um pouco mais tarde hoje." Sinceramente, ele se superou, chupou exageradamente, até lacrimejar... foi aí que eu gozei, e ele engoliu tudo, até A última gota. Só trocamos sorriso, um aceno, e se te vi, não me lembro. Algo impensável pra mim, mas aconteceu. Não sei se rola de novo, com ele ou com outra pessoa... não posso dizer que não, porque seria negar algo que não tenho certeza. Mas é isso, passivos do Fonavi, tô aqui. Qualquer coisa, me avisem... aceito propostas.
3 comentários - Nunca pensei que fosse possível, mas comi um passivo do Fon