Beleza, queria te contar que tô com vontade de fazer minisséries com famosas argentinas tipo Sol Pérez, Ivana Nadal, Tini Stoessel ou quem vocês sugerirem. Se esse post tiver muito apoio, vou fazer. Vamos começar: Martin acabou de fazer 18 anos, é moreno, tem 1,80m, mora em Caballito e começou na academia a duas quadras da casa dele há algumas semanas. Fisicamente ele tá bem, mas queria ficar musculoso e se propôs isso. Uma noite depois do treino do Martin, que ele faz toda semana num clube de Buenos Aires, 23h57, ele vai pro vestiário tomar um banho rápido porque o clube fecha meia-noite. Quando ele vai pros chuveiros, o encarregado para ele e fala que não pode ir porque tá fechando. Depois de uma discussão curta, aparece o dono do clube, que já tava indo embora, e fala pro encarregado deixar ele passar porque deixou uma amiga responsável pra fechar o clube. Depois que os dois foram embora, Martin vai pro vestiário e entra no banho. Termina e senta no banco pra se secar e trocar de roupa. Quando ele já tá se secando, entra no vestiário uma loira gostosa, corpo bonito, umas leggings que mostravam perfeitamente a curva da bunda dela e um top que deixava ver os peitões enormes que ela tinha. Martin se cobre rápido, mas a loira já tinha visto ele.
N(nati) - Ah, desculpa, pensei que não tinha ninguém (virando a cabeça pra não ver).
M(martin) - De boa, já me tampei.
N - Me perdoa, como o dono é meu amigo, ele falou que ia sair, me deu as chaves e eu achei que nessa hora não ia ter ninguém.
M - É, ele me falou isso, por isso deixou eu entrar pra tomar banho.
N - Ah, show. Então vou tomar banho no vestiário das minas, só que tava fechado e as chaves tenho que pegar lá em cima, por isso vim pra cá achando que tava vazio.
M - Pode ir tranquila pros chuveiros, eu já vou vazar.
N - Certeza? Se quiser, espero.
M - Não não, pode ir de boa.
N - Beleza então.
A loira larga a bolsa num banco e vai pros chuveiros. Martin, enquanto se secava, sentiu o pau endurecendo aos poucos só de pensar na loira se lavando. Tentou parar de pensar nisso, mas não conseguia, e cada vez ficava mais e mais duro. Tava meio com medo da loira ver, mesmo que os chuveiros e o vestiário fossem separados por uma parede e não desse pra ver nada. Pouco depois, a loira fala lá dos chuveiros:
N - Ei, e você, como se chama?
M - Martin.
N - Martin, de quê?
M - Martin Gutiérrez, por quê?
N - Nada, me parecia conhecido, mas nada a ver.
M - Ah, e você, como se chama?
N - Natalia.
M - Natalia, de quê? (brincando)
N - haha, Natalia Jersonsky.
M - Natalia quê? Que sobrenome complicado.
N - Viu, me chama de Nati Jota, todo mundo me chama assim.
M - Pois é, bem mais fácil haha.
Depois dessa conversa, Martin percebeu que tava mais excitado ainda e já tava no osso. Decidiu se trocar e vazar o mais rápido possível. Terminou de se secar, vestiu a cueca e, quando sentou pra colocar a calça, já sentado, Nati sai quase correndo, falando:
N - Não olha, que esqueci a toalha!
Quando ela fala isso, Martin, por instinto, olha e vê ela completamente pelada, com um braço tampando os peitos e o outro tampando a buceta.
N - Falei pra não olhar (num tom amigável).
M - Desculpa, desculpa, foi sem querer (meio rindo enquanto virava).
Nati vai até a bolsa, pega a toalha e se cobre, segurando a toalha no peito. Martin, olhando pro lado, lembra que tava com o pau mais duro que pedra e fazendo uma barraca daquelas no cueca que a Nati ia perceber. Tenta se esconder com as mãos o máximo que dá, mas ainda assim tava na cara.
N - Pronto, esqueci a toalha.
M - haha, que monga.
N - Você me viu toda, que vergonha.
M - Relaxa, não é como se eu nunca tivesse visto.
N - É, verdade, mas enfim.
Nati começa a catar as coisas na bolsa e o Martin não aguentava mais de tesão e vergonha. Esconde o pau com a mochila e finge que tá procurando alguma coisa.
A bolsa da Nati tinha enganchado no banco e ela não conseguia levantar, então pede ajuda pro Martin. Martin não sabia onde se enfiar — se levantasse, ela ia ver que ele tava duro. Começa a fazer de besta, mas a Nati não conseguia e insistia pra ele ajudar. Martin continuava tentando se safar.
N - Tá bom, não me ajuda não, hein? Não custa nada, trouxa. (meio puta)
M - ... (já não sabia o que falar)
N - Tá de sacanagem? (já irritada, pergunta)
Martin, sem saber o que fazer, decide levantar. Que ela veja e que seja o que Deus quiser. Quando se levanta, vê que a Nati olha pra ele, baixa o olhar e percebe, fazendo cara de surpresa sem falar nada. Depois de ajudar ela sem emitir um som, Martin senta pra vestir a calça e vê a Nati olhando de canto.
N - Fica tranquilo, não tenho problema, é normal.
M - ...
N - Teve um pensamento aí e acontece, normal.
M - É, mas sei lá, foi do nada.
N - Imagino.
M - E olha que tô assim faz uns 5 minutos, não desce.
N - 5 minutos??
M - É, não sei o que rola.
Martin tava morrendo de vergonha. Quando começa a vestir a calça, vê a Nati guardando na bolsa a roupa que tinha tirado e se aproximando devagar, com uma carinha bem sensual.
N - Se quiser, eu posso te ajudar (com uma voz bem de putinha)
M - (surpreso) Como?
N - Ah, então deixa eu te mostrar e a gente vê se funciona
Nati deixa a toalha cair e fica pelada. Martin vê a Nati com aquela cara de putinha que ela faz, aqueles peitões enormes de fora, a curva da cintura linda, ficou maluco. Nati se ajoelha, arruma o cabelo, olha pra ele com toda aquela cara de putinha e fala:
- Você cala a boca e aproveita, gostoso.
Nati solta um sorriso e começa a passar a língua por todo o tronco, sobe até a cabeça, dá um beijo e desce de novo, assim sem parar. Martin tava louco de tesão, então pegou a cabeça dela e enfiou a pica inteira na boca. A loira começou a chupar a pica bem rápido, dava pra ver que ela adorava, enquanto Martin soltava comentários tipo — que gostoso você chupa, loira —. Ela não parava de chupar a pica, Martin segurava a cabeça dela e enfiava até o fundo. N — Não cabe toda. M — Dá, come ela toda. Martin ajudava empurrando e deixando ela lá por um tempo, enquanto ela ficava com os olhos vermelhos e meio lacrimejando, na boca dava pra ver os fios de saliva quando subia e batia a pica na cara dela enquanto dizia N — Adoro, quero comer ela toda. M — Você gosta, putinha, quer ela sempre pra você? N — Siim, quero que seja toda minha, chupar quando eu quiser. M — Você vai ter ela quando quiser, garota linda. N — Quero que você meta em mim, por favor. Martin se levanta e coloca ela de quatro em cima do banco enquanto chupa toda a buceta dela antes de meter, Nati não parava de gemer e gritar, dizia que adorava e que queria que ele metesse, não aguentava mais. Martin se levanta e aos poucos começa a meter a pica, cada vez com mais força, ela gemia muito, dava pra ouvir em todo o clube mais ou menos, por sorte não tinha ninguém. Ele já tava metendo com tudo, era uma máquina que entrava e saía rápido, dava pra ouvir os barulhos que faziam quando Martin batia na bunda da Nati, o "clap clap clap" cada vez mais rápido e mais forte, junto com os gritos dela. N — Ai, como você tá me comendo, seu filho da puta. M — Vou te destruir. N — Ai sim, me arrebenta toda, bebê. Martin deitou ela de bruços no banco, subiu em cima dela e começou a meter como nunca. N — Ai, si, si, si, si, si, adoro, filho da puta, você tá me matando. Ele já meio cansado falou pra mudar de posição, sentou no banco e disse — vem você agora —, Nati sentou em cima dele e aos poucos... Foi descendo devagar, sentindo a pica toda. Começou a se mexer bem devagar e sensual, olhava pro Martin com cara de puta, mordendo os lábios e soltando um sorrisinho, com os peitos todos na cara dele. Ele começou a chupar, mordia e passava a língua no mamilo inteiro. Depois, Nati comeu a boca dele e foi acelerando o ritmo. A safada começou a pular nele igual uma louca.
M - Que delícia que você é
N - Vou ser sua putinha a partir de agora
M - Você vai me foder sempre
N - Sim, vou meter esse pauzão gostoso sempre, quero ele sempre dentro de mim
M - Que garota gostosa você é
N - Que pau bom, ai ai, sinto ele todo dentro, vou gozar, ai ai sim sim
Nati soltou um orgasmo fortíssimo e queria que ele gozasse logo. Martin queria ver como ela metia o pau todo com aquela bunda linda que ela tinha antes de gozar, então ele se deitou no banco e virou ela, deixando a bunda dele à mostra. Nati começou a se mexer cada vez mais forte e virava para ver a cara de Martin, como ele curtia. Martin dava tapas nas nádegas dela.
N - Ai, por que você me bate? (com voz de putinha)
M - Você se comporta mal, putinha
N - Vou começar a me comportar melhor
M - É? (cada vez mais forte ele batia)
N - Aaai, dói... Bate mais... aaai sim, gosta de ver minha bunda?
M - Adoro...
Martin queria comer o cu dela e perguntou. Nati recusou, mas ele continuava insistindo, dizia que adorava aquilo e que por favor deixasse. Ela estava negando. Continuaram transando por mais um tempo até que Martin pegou, tirou o pau e tentou meter no cu dela, mas Nati tirou, jogando a bunda para frente.
- Mais pra frente você vai poder arrebentar meu cu, por enquanto não quero.
Nati se ajoelhou e começou a chupar a pica dele de novo, até que ele gozasse. N — Você vai me dar a porra? M — Quer, puta? N — Quero tudo na boca. M — Vou te dar tudo. Nati começou a bater uma pra ele e chupar a cabeça da pica como uma louca, cuspia e pedia mais porra, desceu pra chupar as bolas um tempo e quando o Martin já tava perto de gozar, ela esticou a língua, se aproximou e esperou enquanto batia uma. Não passou nem 30 segundos e o Martin soltou três jatos de porra que foram parar na cara e na boca da Nati. Nati juntou todo o sêmen que tinha no rosto, colocou na boca, mostrou a boca cheia de porra e engoliu tudo, até limpou a pica do Martin que tinha ficado com umas gotinhas. M — Gostou da porra? N — Adorei, otário. M — Vai ter que tomar mais vezes. N — Sim, quero sempre, depois do treino. M — Vou ter que vir todo dia na academia, hahaha.
Depois os dois foram tomar outro banho, se trocaram e foram até a porta. Trocaram WhatsApp e combinaram de se falar. Se despediram com um beijão e foram embora. David foi andando pra casa e Nati pegou um Uber.
N(nati) - Ah, desculpa, pensei que não tinha ninguém (virando a cabeça pra não ver). M(martin) - De boa, já me tampei.
N - Me perdoa, como o dono é meu amigo, ele falou que ia sair, me deu as chaves e eu achei que nessa hora não ia ter ninguém.
M - É, ele me falou isso, por isso deixou eu entrar pra tomar banho.
N - Ah, show. Então vou tomar banho no vestiário das minas, só que tava fechado e as chaves tenho que pegar lá em cima, por isso vim pra cá achando que tava vazio.
M - Pode ir tranquila pros chuveiros, eu já vou vazar.
N - Certeza? Se quiser, espero.
M - Não não, pode ir de boa.
N - Beleza então.
A loira larga a bolsa num banco e vai pros chuveiros. Martin, enquanto se secava, sentiu o pau endurecendo aos poucos só de pensar na loira se lavando. Tentou parar de pensar nisso, mas não conseguia, e cada vez ficava mais e mais duro. Tava meio com medo da loira ver, mesmo que os chuveiros e o vestiário fossem separados por uma parede e não desse pra ver nada. Pouco depois, a loira fala lá dos chuveiros:
N - Ei, e você, como se chama?
M - Martin.
N - Martin, de quê?
M - Martin Gutiérrez, por quê?
N - Nada, me parecia conhecido, mas nada a ver.
M - Ah, e você, como se chama?
N - Natalia.
M - Natalia, de quê? (brincando)
N - haha, Natalia Jersonsky.
M - Natalia quê? Que sobrenome complicado.
N - Viu, me chama de Nati Jota, todo mundo me chama assim.
M - Pois é, bem mais fácil haha.
Depois dessa conversa, Martin percebeu que tava mais excitado ainda e já tava no osso. Decidiu se trocar e vazar o mais rápido possível. Terminou de se secar, vestiu a cueca e, quando sentou pra colocar a calça, já sentado, Nati sai quase correndo, falando:
N - Não olha, que esqueci a toalha!
Quando ela fala isso, Martin, por instinto, olha e vê ela completamente pelada, com um braço tampando os peitos e o outro tampando a buceta.
N - Falei pra não olhar (num tom amigável).
M - Desculpa, desculpa, foi sem querer (meio rindo enquanto virava).
Nati vai até a bolsa, pega a toalha e se cobre, segurando a toalha no peito. Martin, olhando pro lado, lembra que tava com o pau mais duro que pedra e fazendo uma barraca daquelas no cueca que a Nati ia perceber. Tenta se esconder com as mãos o máximo que dá, mas ainda assim tava na cara.
N - Pronto, esqueci a toalha.
M - haha, que monga.
N - Você me viu toda, que vergonha.
M - Relaxa, não é como se eu nunca tivesse visto.
N - É, verdade, mas enfim.
Nati começa a catar as coisas na bolsa e o Martin não aguentava mais de tesão e vergonha. Esconde o pau com a mochila e finge que tá procurando alguma coisa.
A bolsa da Nati tinha enganchado no banco e ela não conseguia levantar, então pede ajuda pro Martin. Martin não sabia onde se enfiar — se levantasse, ela ia ver que ele tava duro. Começa a fazer de besta, mas a Nati não conseguia e insistia pra ele ajudar. Martin continuava tentando se safar.
N - Tá bom, não me ajuda não, hein? Não custa nada, trouxa. (meio puta)
M - ... (já não sabia o que falar)
N - Tá de sacanagem? (já irritada, pergunta)
Martin, sem saber o que fazer, decide levantar. Que ela veja e que seja o que Deus quiser. Quando se levanta, vê que a Nati olha pra ele, baixa o olhar e percebe, fazendo cara de surpresa sem falar nada. Depois de ajudar ela sem emitir um som, Martin senta pra vestir a calça e vê a Nati olhando de canto.
N - Fica tranquilo, não tenho problema, é normal.
M - ...
N - Teve um pensamento aí e acontece, normal.
M - É, mas sei lá, foi do nada.
N - Imagino.
M - E olha que tô assim faz uns 5 minutos, não desce.
N - 5 minutos??
M - É, não sei o que rola.
Martin tava morrendo de vergonha. Quando começa a vestir a calça, vê a Nati guardando na bolsa a roupa que tinha tirado e se aproximando devagar, com uma carinha bem sensual.
N - Se quiser, eu posso te ajudar (com uma voz bem de putinha) M - (surpreso) Como?
N - Ah, então deixa eu te mostrar e a gente vê se funciona
Nati deixa a toalha cair e fica pelada. Martin vê a Nati com aquela cara de putinha que ela faz, aqueles peitões enormes de fora, a curva da cintura linda, ficou maluco. Nati se ajoelha, arruma o cabelo, olha pra ele com toda aquela cara de putinha e fala:
- Você cala a boca e aproveita, gostoso.
Nati solta um sorriso e começa a passar a língua por todo o tronco, sobe até a cabeça, dá um beijo e desce de novo, assim sem parar. Martin tava louco de tesão, então pegou a cabeça dela e enfiou a pica inteira na boca. A loira começou a chupar a pica bem rápido, dava pra ver que ela adorava, enquanto Martin soltava comentários tipo — que gostoso você chupa, loira —. Ela não parava de chupar a pica, Martin segurava a cabeça dela e enfiava até o fundo. N — Não cabe toda. M — Dá, come ela toda. Martin ajudava empurrando e deixando ela lá por um tempo, enquanto ela ficava com os olhos vermelhos e meio lacrimejando, na boca dava pra ver os fios de saliva quando subia e batia a pica na cara dela enquanto dizia N — Adoro, quero comer ela toda. M — Você gosta, putinha, quer ela sempre pra você? N — Siim, quero que seja toda minha, chupar quando eu quiser. M — Você vai ter ela quando quiser, garota linda. N — Quero que você meta em mim, por favor. Martin se levanta e coloca ela de quatro em cima do banco enquanto chupa toda a buceta dela antes de meter, Nati não parava de gemer e gritar, dizia que adorava e que queria que ele metesse, não aguentava mais. Martin se levanta e aos poucos começa a meter a pica, cada vez com mais força, ela gemia muito, dava pra ouvir em todo o clube mais ou menos, por sorte não tinha ninguém. Ele já tava metendo com tudo, era uma máquina que entrava e saía rápido, dava pra ouvir os barulhos que faziam quando Martin batia na bunda da Nati, o "clap clap clap" cada vez mais rápido e mais forte, junto com os gritos dela. N — Ai, como você tá me comendo, seu filho da puta. M — Vou te destruir. N — Ai sim, me arrebenta toda, bebê. Martin deitou ela de bruços no banco, subiu em cima dela e começou a meter como nunca. N — Ai, si, si, si, si, si, adoro, filho da puta, você tá me matando. Ele já meio cansado falou pra mudar de posição, sentou no banco e disse — vem você agora —, Nati sentou em cima dele e aos poucos... Foi descendo devagar, sentindo a pica toda. Começou a se mexer bem devagar e sensual, olhava pro Martin com cara de puta, mordendo os lábios e soltando um sorrisinho, com os peitos todos na cara dele. Ele começou a chupar, mordia e passava a língua no mamilo inteiro. Depois, Nati comeu a boca dele e foi acelerando o ritmo. A safada começou a pular nele igual uma louca.
M - Que delícia que você é N - Vou ser sua putinha a partir de agora
M - Você vai me foder sempre
N - Sim, vou meter esse pauzão gostoso sempre, quero ele sempre dentro de mim
M - Que garota gostosa você é
N - Que pau bom, ai ai, sinto ele todo dentro, vou gozar, ai ai sim sim
Nati soltou um orgasmo fortíssimo e queria que ele gozasse logo. Martin queria ver como ela metia o pau todo com aquela bunda linda que ela tinha antes de gozar, então ele se deitou no banco e virou ela, deixando a bunda dele à mostra. Nati começou a se mexer cada vez mais forte e virava para ver a cara de Martin, como ele curtia. Martin dava tapas nas nádegas dela.
N - Ai, por que você me bate? (com voz de putinha)
M - Você se comporta mal, putinha
N - Vou começar a me comportar melhor
M - É? (cada vez mais forte ele batia)
N - Aaai, dói... Bate mais... aaai sim, gosta de ver minha bunda?
M - Adoro...
Martin queria comer o cu dela e perguntou. Nati recusou, mas ele continuava insistindo, dizia que adorava aquilo e que por favor deixasse. Ela estava negando. Continuaram transando por mais um tempo até que Martin pegou, tirou o pau e tentou meter no cu dela, mas Nati tirou, jogando a bunda para frente.
- Mais pra frente você vai poder arrebentar meu cu, por enquanto não quero.
Nati se ajoelhou e começou a chupar a pica dele de novo, até que ele gozasse. N — Você vai me dar a porra? M — Quer, puta? N — Quero tudo na boca. M — Vou te dar tudo. Nati começou a bater uma pra ele e chupar a cabeça da pica como uma louca, cuspia e pedia mais porra, desceu pra chupar as bolas um tempo e quando o Martin já tava perto de gozar, ela esticou a língua, se aproximou e esperou enquanto batia uma. Não passou nem 30 segundos e o Martin soltou três jatos de porra que foram parar na cara e na boca da Nati. Nati juntou todo o sêmen que tinha no rosto, colocou na boca, mostrou a boca cheia de porra e engoliu tudo, até limpou a pica do Martin que tinha ficado com umas gotinhas. M — Gostou da porra? N — Adorei, otário. M — Vai ter que tomar mais vezes. N — Sim, quero sempre, depois do treino. M — Vou ter que vir todo dia na academia, hahaha.
Depois os dois foram tomar outro banho, se trocaram e foram até a porta. Trocaram WhatsApp e combinaram de se falar. Se despediram com um beijão e foram embora. David foi andando pra casa e Nati pegou um Uber.
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