Por fora, pareciam um daqueles casais típicos que tudo dá certo. Jorge tem um cargo importante numa empresa de renome e atualmente está num relacionamento com a Daniela, que é 8 anos mais nova que ele. A mina era muito gostosa, com um corpo de dar inveja. Mas, apesar de morarem juntos há um bom tempo, ela só se dedicava mesmo aos estudos na faculdade e à carreira crescente no mundo da moda. Tinha um coração enorme pra ajudar os outros, mas os serviços de casa não eram o forte dela. Óbvio que Jorge já sabia como ela era, e pra ele bastava que a mulher dele estivesse o mais gata possível pra ele exibir por aí. Além disso, com o que ele ganhava, dava pra cobrir de boa as necessidades de limpeza e comida.
Daniela tem 23 anos, abençoada com um corpo espetacular que ela mantém em dia na academia. As pernas longas e a bunda bem trabalhada eram as partes favoritas dela e foi com isso que conquistou o Jorge. Mas os outros atributos físicos também não ficavam atrás, já que ela tinha um belo par de peitos que balançavam majestosamente toda vez que ela corria na esteira da academia. A pele dela era clara, os olhos cor de avelã e o cabelo quase loiro faziam ela parecer uma modelo profissional, mesmo sendo ainda uma novata na área. O jeito dela, toda provocante e brincalhona, ajudava muito a conseguir o que queria na maioria das vezes. A carinha inocente e bonita fazia vários caras, tanto na academia quanto na faculdade, quererem algo com ela. Mas, mesmo que o comportamento dela desse a entender que era uma mina fácil, ela sempre se fazia respeitar quando a situação pedia.
Apesar da aparência e dos atributos incríveis, qualquer um pensaria que a experiência dela com homens era enorme, mas no caso dela era exatamente o contrário. Daniela era uma iniciante no assunto amoroso. Antes do Jorge, ela só tinha ficado com um cara e foi uma experiência passageira, então basicamente Jorge foi o homem da vida dela. Já estavam juntos há quase 4 anos e, desde o segundo ano, ela foi morar com ele na casa dele, que, embora não fosse muito grande, era aconchegante o suficiente para os dois viverem.
Os primeiros meses de convivência foram os mais gratificantes para ambos. Teve muito love e o sexo nunca faltou. Mas, com o tempo, Jorge foi subindo de cargo na empresa. Em pouco tempo, já estava no comando de um grupo de pessoas e, por causa disso, tinha que fazer certos sacrifícios no tempo livre, negligenciando muito a sua namorada deslumbrante. Aos poucos, as relações íntimas foram diminuindo e, para uma jovem tão ardente e curiosa como ela, era frustrante não conseguir fazer pelo menos uma vez por dia. De certa forma, ela entendia o quanto o trabalho do amado podia ser cansativo, mas ainda assim queria fazer a parte dela para que aquelas noites de paixão voltassem. Muitas vezes, tentou animá-lo esperando por ele com conjuntos provocantes que caíam perfeitamente nela. E, se nos primeiros dias funcionou maravilhosamente bem, logo se tornou algo rotineiro e o cansaço do homem era maior. Ele acabava se desculpando e dizendo que talvez no dia seguinte eles pudessem fazer antes de cair na cama exausto, ferindo o orgulho da jovem. A pobre e tarada não teve outra opção a não ser se satisfazer sozinha.
Os meses passavam e parecia que a coisa não ia melhorar. Logo, se satisfazer sozinha já não era suficiente pra ela. Ela ficou meio viciada em sites pornô caseiro, adorava ver como as garotas dos vídeos gozavam sem precisar fingir nada, igual as estrelas pornô faziam. Logo descobriu e criou um gosto por vídeos onde caras sem nenhum charme, entre maduros e velhos, comiam mulheres muito mais jovens e gostosas. Ela adorava ver aqueles rostos horríveis aproveitando o momento. As garotas dos vídeos, na grande maioria, gozavam sem nenhum pudor, já que na maioria dos vídeos caseiros elas não faziam ideia de que tinha uma câmera gravando, ou talvez só se soltavam mesmo porque na vida normal não tinham chance de se divertir igual naquele momento. Aos poucos, Daniela ficou viciada nesse tipo de pornô em particular, porque achava que as garotas daqueles vídeos passavam pelo mesmo que ela: tinham maridos muito ocupados, deixando elas insatisfeitas, e só um maduro com toda a experiência podia levar elas até aquele êxtase que tanto desejavam. A jovem muitas vezes ficava pensando se fosse ela naquelas situações: encarar aqueles velhos tristes e solitários e dar uma alegria que eles nunca esqueceriam, ou, pelo contrário, ser dominada por aqueles maduros-velhos "malvados", se curvando a tudo que pedissem, por mais humilhante que fosse, e fazerem ela chegar ao orgasmo mais profundo. Só de pensar, a pele dela ficava bem sensível e os mamilos denunciavam. Ela sabia que com o corpo que tinha podia realizar tudo aquilo, mas ao mesmo tempo sentia remorso e um pouco de vergonha de pensar nessas coisas tendo um parceiro que se mata por ela no trabalho. Mas o tesão era maior, e muitas vezes ela se perdia nos pensamentos tarados.
Uma manhã, depois de se despedir do namorado e passar várias horas no notebook vendo pornô, decidiu dar uma volta pela cidade e clarear a mente. Vestiu uma camiseta preta que não era muito justa, mas, com os encantos que tinha, era impossível esconder os peitos copa C. Colocou uma legging preta que destacava bem as pernas longas e a bunda bem tonificada, um tênis branco, óculos escuros, fez um rabo de cavalo e seguiu rumo ao centro da cidade.
A figura da jovem não passava despercebida pelas pessoas, que mandavam assobios, elogios e até cantadas pesadas, coisa que ela já tava acostumada e só precisava ignorar. Resolveu desviar um pouco antes de chegar no centro, não demorou muito quando começou a andar por um lugar nada agradável de se ver, a cara típica da pobreza, sujeira e desigualdade que tem em toda cidade grande. Passou pelos fundos de um mercadão popular, a visão triste junto com o cheiro forte de lixo e cachaça barata era impossível de ignorar. Via numa esquina uns malandros jogando cartas numa mesa improvisada e bebendo umas pingas artesanais. A jovem, por segurança, resolveu passar pro outro lado da calçada, mas mesmo assim os assobios não demoraram. Os óculos escuros ajudavam a não entregar pra onde ela tava olhando, enquanto via os caras horríveis devorando ela com os olhos. A maioria era uns tiozões de rua, no mínimo 50 anos pra cima, tudo esfarrapado e nem precisava chegar perto pra saber que não tomavam banho há semanas. Também via gente largada por causa do excesso de bebida e uns velhinhos pedindo umas moedas. No geral, uma cena lamentável. De repente, como uma ideia passageira, pensou que podia alegrar a manhã de algum deles. Mesmo que muitos parecessem brutos, ela achava que também precisavam receber um pouco de carinho, e quem melhor do que ela pra dar um pouco disso e talvez ganhar algo gostoso em troca pela boa ação. Lembrava que nos vídeos da internet, a maioria das minas curtia encontros casuais com caras nada bonitos e bem mais velhos, igual os que ela via. Por um momento, se imaginou sentada no colo de um deles, recebendo umas carícias sem vergonha na vista de todo mundo, enquanto eles continuavam no jogo de cartas. Um pequeno impulso animava ela a se aproximar daqueles caras, talvez perguntar alguma coisa. Ingenuamente, ganhar a confiança de algum deles e ver o que podia rolar depois, mas o medo e a vergonha eram mais fortes e ela só seguiu seu caminho. Depois de sair daquele lugar, continuou firme até chegar no centro, tentou se distrair andando pelos shoppings, comprando umas roupas e maquiagem. Depois de muito andar, decidiu descansar um pouco numa pracinha antes de voltar pra casa, tava exausta com tudo que tinha comprado. Antes de sentar nos banquinhos, foi até o carrinho de um humilde vendedor de sorvete artesanal e pediu uma casquinha com duas bolas de chocolate. O sorveteiro, um homem com traços andinos bem marcados, pele morena do sol implacável que enfrentou todos esses anos e altura abaixo da média, não tirava os olhos da jovem escultural. O velho, que devia ter uns 65-70 anos, daria tudo pra ter ela só por umas horinhas, pra curtir e se sentir jovem de novo. Já a Daniela, apesar do cansaço e do calor infernal, percebeu os olhares lascivos pros seus peitos bem formados. Tava se sentindo muito caridosa naquele dia, e como com os outros velhos não fez nada por vergonha e medo, já que eram muitos, agora sentia que devia fazer algo, já que, comparado aos outros, esse era só um velhinho inofensivo, pensou. Então, na hora de pegar o sorvete, se inclinou devagar, de um jeito que o velho tivesse uma bela vista do começo dos seus peitos bem formados e um pouco mais. Satisfeita com o presentinho que deu pro velho sorveteiro, deu um sorriso doce, pagou e se afastou dele em direção a um banco na sombra, rebolando o mais provocante que podia. Depois de sentar, finalmente se preparou pra saborear o sorvete, sentindo que tinha feito uma boa ação pra um velho e humilde vendedor de sorvete. A garota brincalhona sabia que tinha deixado o velhinho todo alvoroçado quando se conta que ele tinha movido o carrinho de sorvete pro outro lado da pracinha, fingindo que tava esperando mais clientes, mas a intenção era clara: o velho queria continuar se deliciando com o corpaço da universitária e observava de pertinho onde ela tava. A vontade de dar outra guloseima pro velho começava a acender ela e soltar seu lado mais brincalhão. Ela percebeu que não tinha ninguém por perto, cruzou as pernas e começou a lamber o sorvete de um jeito bem erótico, como se fosse uma piroca.
O velho ficou vidrado olhando aquela gostosa jovenzinha arrumando o cabelo e mexendo a boca de um jeito bem provocante, passando a língua pra todo lado e lambuzando os lábios com todo o sorvete. A cereja do bolo no plano safado da menina foi quando ela, de propósito, deixou cair um pouco de sorvete na altura dos peitos, escorrendo um pouco pra dentro, fazendo com que ela pegasse um lencinho pra se limpar — primeiro a parte de cima, depois puxou a blusa pra baixo e começou a limpar tudo que tinha derramado e escorrido pelos peitos. Sabia que o velho tava olhando, então abaixou mais a blusa e se demorou se limpando. Agora sim, tava satisfeita, sabia que o velho tarado tinha visto tudo, então como último presente deixou o lenço que usou pra limpar os peitos no banco e saiu, balançando aquele rabo no ritmo, sabendo que agora ele teria algo pra pensar à noite e lembrar dela pra sempre. Uns minutos depois que a gostosa foi embora, o velho foi até o banco onde a jovem musa tinha sentado, pegou o lenço e, antes de guardar, deu uma baita cheirada, sentindo o cheiro de rosas que ela devia usar como perfume. Depois disso, enfiou no bolso e, com um sorrisão, subiu no triciclo pra continuar vendendo seus sorvetes. Daniela voltou pra casa e começou a lembrar da experiência que tinha tido com o velho sorveteiro. Apesar de sentir que tinha feito algo bom por um velho de cara triste, sentia um pouco de remorso pelo que Jorge poderia dizer se descobrisse. Sabia que não devia pensar mais nisso, mas a ideia e todo o pornô que tinha visto nas últimas semanas já estavam entranhados nela, e com um namorado que não a satisfazia como antes, ficava difícil pensar com clareza. A universitária decidiu tomar um banho longo pra meditar sobre tudo que tinha rolado, enquanto relaxava na Na banheira, ouço a campainha da porta. No começo, não dou importância, mas a insistência foi tanta que tive que vestir a primeira roupa que encontrei pela mão, e acabou sendo um vestido apertado que usava geralmente em casa. Saí pra ver quem era que tocava daquele jeito. Pra minha surpresa, era o velho Rômulo, o vizinho mais antigo do condomínio.
Dom Rômulo era um velho de 62 anos, um pouco mais baixo que a Daniela, batendo na altura dos lábios dela. A pele dele era morena, com umas rugas e olheiras bem marcadas que mostravam que ele tinha tido uma juventude bem difícil, desde a pobreza extrema que sofreu na infância até os maus caminhos que seguiu por um tempo na juventude e vida adulta. O corpo dele era magro, mas já dava pra ver uma barriguinha de cerveja. As roupas dele eram basicamente uma camisa branca bem encardida, aberta mostrando a regata por dentro, e uma calça de pano bem gasta e largada. Apesar do visual horrível e dos maus hábitos, o velho ainda tinha força de sobra pra encher o saco dos outros vizinhos com qualquer besteira. Era o típico velho rabugento do bairro, mas o comportamento dele mudava quando se tratava de alguma gostosa, se comportando direitinho pra ver se alguma caía na lábia dele, coisa que não dava muito certo por causa da aparência, idade e grana curta. Daniela e o namorado dela conheceram o senhor desde que se mudaram, numa época em que os vizinhos quase nem se cumprimentam. Ele tinha sido um dos vizinhos que melhor tratou ela e ajudou ela e o Jorge mais de uma vez quando precisavam. Era um velho habilidoso, porque na juventude tinha que se virar e aprender um monte de coisa pra sobreviver e não voltar pra vida bandida de roubo e outras merdas. Daniela sentia que ele era como um tio pra ela e amava a natureza gentil dele, claro que essa gentileza que o Dom Rômulo irradiava era só pra ela, porque com o namorado dela as coisas mudavam e eles já tinham tido mais de uma briga por coisas bestas. Ele morava numa das casas mais humildes do bairro, a casa modesta era na verdade da esposa dele, que era quem trabalhava quando ainda estava viva. Ele, por sua vez, sempre viveu na moleza desde que casou. Já fazia uns 15 anos desde que A esposa dele morreu, o único filho nunca teve boas lembranças dele e já fazia tempo que não o visitava. Nessa altura da vida, pelo jeito que ele era, praticamente ninguém se importava com a situação dele — era só um velho solitário e triste que, se um dia caísse morto, ninguém ia ligar. Daniela, mesmo vestindo um vestido justinho, deu um sorriso meigo pra ele e perguntou o que ele queria. Mas, pra surpresa dela, naquele dia o velho tava bem irritado e queria descontar no Jorge, porque o bichinho do casal tinha fama de fugir e, dessa vez, tinha estragado quase todas as plantas da frente da casa dele. Só que, como só a moça doce tava ali, ele teve que se segurar e deu uma pausa pra processar a cena de ver a jovem dona de casa naquele vestido apertado. Depois de um instante rápido pra clarear as ideias, ele lembrou do jardim de novo e explicou tudo bem irritado. Depois que ele contou a situação, a moça só conseguiu se desculpar e se oferecer pra repor todas as flores que o bicho tinha danificado. Pediu um tempinho pra se trocar e ir com ele ver o tamanho do estrago. Depois de um tempo, a jovem meiga saiu com um shortinho jeans de verão que mostrava um pouco do começo da bunda perfeita dela, umas sandálias brancas e uma blusa preta que tava na moda na época — esses foram os acompanhantes finais.
Ao chegar na casa do velho, notei que o cachorro dele tinha feito uma verdadeira bagunça e que aquilo não ia levar só um dia, então prometi que viria de manhã pra arrumar o jardim e ainda dar uma ajuda com alguns serviços básicos, já que a casa tava bem largada porque o velho não ligava muito pra limpeza e organização, o único hobby dele era o jardim e só. Por ser inexperiente em jardinagem, a Daniela levou vários dias pra consertar toda a sujeira do bicho dele, todo dia ela vinha com roupa esportiva. Seu Rômulo nunca perdia um detalhe do corpo gostoso da mocinha, toda vez que ela chegava na casa dele, ele se jogava na rede velha e, com a ajuda de uns óculos escuros, podia olhar pra ela sem se preocupar em deixá-la constrangida. No fim do trabalho do dia, o velho oferecia alguma bebida, mas se recusava a ajudar no jardim, porque achava que era obrigação dela. Quando ela já tava quase indo embora, sentavam pra bater um papo, e a Dani gostava mesmo do velho, não ligava que ele não ajudasse, porque sentia que tudo era culpa dela por não ter controlado o cachorro, então também não contou pro Jorge o que fazia de manhã. A jovem tava realmente de boa arrumando e aprendendo sobre jardinagem, nem passava pela cabeça dela usar aquilo pros novos fetiches, com medo de estragar essa amizade bonita. No terceiro dia, o jardim tava quase pronto e seu Rômulo pediu pra ela ajudar a mover umas caixas. — Sem problema, seu Rômulo. Me mostra o caminho — respondeu a Dani e seguiu o velho pelas escadas, onde ele apontou umas caixas cheias de coisas velhas. O ancião observou a moça pegar a primeira caixa e subir os degraus. Ele olhou pra ela por trás enquanto ela subia a escada. O velho enrugado notou como aquele rabo jovem era grande e firme, coberto por aquela legging preta apertada, enquanto ele ficava lá embaixo, observando atentamente ela subir com passos firmes. Ele O sortudo ficou parado olhando enquanto ela descia de novo, os peitos dela balançavam suavemente dentro da camiseta esportiva a cada passo que dava, mostrando que, apesar do bom tamanho, continuavam firmes, fruto da juventude. Dani parecia não ligar pro olhar do Dom Rômulo, ainda via ele como um velho amigo e não deu muita bola enquanto voltava pra pegar outra caixa. Conforme Dani avançava na tarefa, diminuiu um pouco o ritmo, o que deu pro velho mais tempo pra admirar aquela bunda grande e gostosa se mexendo a cada degrau que a novinha subia.
Pronto, Daniela moveu todas as caixas. Um leve suor cobria o rosto dela, ela levantou a parte de baixo da blusa pra limpar a testa enquanto seu Rômulo olhava. A camiseta esportiva subiu, revelando uma barriga firme e chapada. O polo esportivo foi erguido até mostrar as bordas do sutiã, depois ela baixou a roupa de volta e sorriu ao encontrar os olhos do velho. — Uau! Tudo pronto, seu Rômulo. Mais alguma coisa que eu possa fazer? — Ah, não, querida, é só isso. Que prazer ver você trabalhando. Quer dizer, bem, você sabe... hum — O que foi, seu moço? — perguntou a moça, intrigada com a gagueira do velho. — Bom, Daniela, me desculpa se meu olhar te incomodou esses dias, faz tanto tempo que não vejo o corpo de uma mulher, especialmente um tão gostoso quanto o seu. Espero que não se importe de eu falar isso. — Sério, seu Rômulo? Não, imagina! Nem percebi! Kkkk... ééé... cê acha que eu tenho um corpo bonito? — perguntou Daniela e, sem perceber, passou as mãos pelos lados até descer pelas cadeiras e sobre a barriga. — Ah, sim... você é muito gostosa mesmo. Me pergunto se você podia me fazer um favorzinho. Hum, algo tipo... não, esquece... nem devia pedir... desculpa. Daniela fez uma pausa e observou o velho desviar o olhar por um segundo, se afastando e murmurando meio sem graça e envergonhado. — O que foi, seu Rômulo? O senhor me ajudou tanto até agora, que tipo de favor eu posso fazer? Eu realmente posso tentar ajudar. — Não, Dani... não devia ter falado nada... é que quando te vi trabalhando hoje, percebi quanto tempo fazia que não via uma mulher bonita e podia admirar o corpo dela. — Ai, muito obrigada, seu Rômulo, mas me conta, que favor o senhor queria me pedir? Fala com confiança. — Ah, me sinto um idiota agora... é que esses dias eu te vi com sua roupa de academia, que por sinal fica muito bem em você, mas... pensei se talvez pudesse te ver com outro tipo de roupa... sabe, algo mais leve, típico de verão e típico de uma mulher tão jovem e gostosa como você, talvez um shortinho... ou uma minissaia ou algo assim. Seria uma forma de lembrar e apreciar como uma mulher realmente se parece, já que, como sabe, minha esposa morreu há 15 anos e desde então não fiquei com outra mulher. Daniela se surpreendeu um pouco, não tinha percebido que o velho estava olhando para ela todo esse tempo, e é que com os óculos escuros que don Rómulo usava, era difícil saber para onde ele estava olhando — uau!, seu Rómulo, não sei... isso é um favor diferente... tô falando porque acho que meu namorado não ia gostar da ideia de eu usar esse tipo de roupa quando não tô com ele.. — Não, tá tudo bem, nem devia ter perguntado. Por favor, esquece que eu falei algo... Não quero que pense que sou um velho babaca... desculpa. — Ah, não se preocupe, seu. Na real, seu comentário não me incomodou nada, é que não tenho nada assim, embora ache que não seja muito diferente dos shorts esportivos que uso quando vou à academia. Comecei a usar eles neste verão, mas fora da academia não uso. — Mocinha, seu corpo é muito lindo, devia comprar umas coisas como as que falei... ou será que eu poderia?... Quer uns conjuntinhos bonitos? Vou te dizer, por todo o trabalho que você fez no jardim e dentro de casa, como agradecimento posso te comprar uns desses conjuntinhos e você pode usar quando quiser aqui. — Hummm, bom, acho que não seria nada demais variar um pouco minhas roupas pra não ficar sempre com a mesma coisa, não é que me falte, mas um conjunto novo de roupa nunca cai mal hehe, tá bom, aceito. Vou anotar meus tamanhos pra você, pra ser sincera, tava pensando em comprar uns agora que o verão tá começando — Bom, se eu comprar algo pra você... sabe... de bom gosto, talvez você pudesse modelar aqui, só por alguns minutos— Sugeriu com um pouco de medo, conseguindo a aprovação da jovenzinha. Ela balançou a cabeça afirmativamente. “Isso era realmente um pouco estranho. O velho senhor Rômulo acabou de me pedir para modelar umas minissaias pra ele lembrar como é uma mulher jovem. Acho que ele deve estar muito sozinho mesmo, e já fazem anos que a esposa dele morreu. Bom, o que pode dar de errado? Tô começando o verão e mostrar um pouco as pernas não vai fazer mal.” — pensou a garota. — “Bom, seria legal ter uma roupinha ou duas, então... por que não?” — “Pronto, então tá resolvido. Vou escolher algo mais tarde numa loja do centro e você vai ter isso logo. Pense como um presente meu pra esse verão! E também por ser uma vizinha responsável que cuida das travessuras do bichinho dele.” — “Combinado!” — declarou Dani, pegou uma caneta em cima da mesa e anotou os tamanhos que costuma usar nesse tipo de roupa. O velho olhou o papel, imaginou os tamanhos, sorriu ao pensar em como a garota ficaria com o tipo de roupa que ele escolheria pra ela e, depois de um silêncio constrangedor, o velho voltou dos pensamentos e ofereceu um pouco de chá. — “Não, tá de boa, senhor Rômulo. Eu realmente tenho que ir.” Daniela se dirigiu à porta de saída, o velhote seguiu de perto, olhando ainda mais de perto aquela bunda gostosa. Antes de ir, a jovem ajeitou um dos tênis na frente do velho, enquanto se abaixava, o ancião observou a camiseta esportiva cair um pouco, deixando ver parte daqueles peitos lindos que balançavam quando ela se mexia pra amarrar o tênis. Quando a garota se levantou, o velho desviou o olhar rapidamente e viu a moça sorrindo, dando tchau e saindo. Continua...
Daniela tem 23 anos, abençoada com um corpo espetacular que ela mantém em dia na academia. As pernas longas e a bunda bem trabalhada eram as partes favoritas dela e foi com isso que conquistou o Jorge. Mas os outros atributos físicos também não ficavam atrás, já que ela tinha um belo par de peitos que balançavam majestosamente toda vez que ela corria na esteira da academia. A pele dela era clara, os olhos cor de avelã e o cabelo quase loiro faziam ela parecer uma modelo profissional, mesmo sendo ainda uma novata na área. O jeito dela, toda provocante e brincalhona, ajudava muito a conseguir o que queria na maioria das vezes. A carinha inocente e bonita fazia vários caras, tanto na academia quanto na faculdade, quererem algo com ela. Mas, mesmo que o comportamento dela desse a entender que era uma mina fácil, ela sempre se fazia respeitar quando a situação pedia.
Apesar da aparência e dos atributos incríveis, qualquer um pensaria que a experiência dela com homens era enorme, mas no caso dela era exatamente o contrário. Daniela era uma iniciante no assunto amoroso. Antes do Jorge, ela só tinha ficado com um cara e foi uma experiência passageira, então basicamente Jorge foi o homem da vida dela. Já estavam juntos há quase 4 anos e, desde o segundo ano, ela foi morar com ele na casa dele, que, embora não fosse muito grande, era aconchegante o suficiente para os dois viverem.Os primeiros meses de convivência foram os mais gratificantes para ambos. Teve muito love e o sexo nunca faltou. Mas, com o tempo, Jorge foi subindo de cargo na empresa. Em pouco tempo, já estava no comando de um grupo de pessoas e, por causa disso, tinha que fazer certos sacrifícios no tempo livre, negligenciando muito a sua namorada deslumbrante. Aos poucos, as relações íntimas foram diminuindo e, para uma jovem tão ardente e curiosa como ela, era frustrante não conseguir fazer pelo menos uma vez por dia. De certa forma, ela entendia o quanto o trabalho do amado podia ser cansativo, mas ainda assim queria fazer a parte dela para que aquelas noites de paixão voltassem. Muitas vezes, tentou animá-lo esperando por ele com conjuntos provocantes que caíam perfeitamente nela. E, se nos primeiros dias funcionou maravilhosamente bem, logo se tornou algo rotineiro e o cansaço do homem era maior. Ele acabava se desculpando e dizendo que talvez no dia seguinte eles pudessem fazer antes de cair na cama exausto, ferindo o orgulho da jovem. A pobre e tarada não teve outra opção a não ser se satisfazer sozinha.
Os meses passavam e parecia que a coisa não ia melhorar. Logo, se satisfazer sozinha já não era suficiente pra ela. Ela ficou meio viciada em sites pornô caseiro, adorava ver como as garotas dos vídeos gozavam sem precisar fingir nada, igual as estrelas pornô faziam. Logo descobriu e criou um gosto por vídeos onde caras sem nenhum charme, entre maduros e velhos, comiam mulheres muito mais jovens e gostosas. Ela adorava ver aqueles rostos horríveis aproveitando o momento. As garotas dos vídeos, na grande maioria, gozavam sem nenhum pudor, já que na maioria dos vídeos caseiros elas não faziam ideia de que tinha uma câmera gravando, ou talvez só se soltavam mesmo porque na vida normal não tinham chance de se divertir igual naquele momento. Aos poucos, Daniela ficou viciada nesse tipo de pornô em particular, porque achava que as garotas daqueles vídeos passavam pelo mesmo que ela: tinham maridos muito ocupados, deixando elas insatisfeitas, e só um maduro com toda a experiência podia levar elas até aquele êxtase que tanto desejavam. A jovem muitas vezes ficava pensando se fosse ela naquelas situações: encarar aqueles velhos tristes e solitários e dar uma alegria que eles nunca esqueceriam, ou, pelo contrário, ser dominada por aqueles maduros-velhos "malvados", se curvando a tudo que pedissem, por mais humilhante que fosse, e fazerem ela chegar ao orgasmo mais profundo. Só de pensar, a pele dela ficava bem sensível e os mamilos denunciavam. Ela sabia que com o corpo que tinha podia realizar tudo aquilo, mas ao mesmo tempo sentia remorso e um pouco de vergonha de pensar nessas coisas tendo um parceiro que se mata por ela no trabalho. Mas o tesão era maior, e muitas vezes ela se perdia nos pensamentos tarados.
Uma manhã, depois de se despedir do namorado e passar várias horas no notebook vendo pornô, decidiu dar uma volta pela cidade e clarear a mente. Vestiu uma camiseta preta que não era muito justa, mas, com os encantos que tinha, era impossível esconder os peitos copa C. Colocou uma legging preta que destacava bem as pernas longas e a bunda bem tonificada, um tênis branco, óculos escuros, fez um rabo de cavalo e seguiu rumo ao centro da cidade.
A figura da jovem não passava despercebida pelas pessoas, que mandavam assobios, elogios e até cantadas pesadas, coisa que ela já tava acostumada e só precisava ignorar. Resolveu desviar um pouco antes de chegar no centro, não demorou muito quando começou a andar por um lugar nada agradável de se ver, a cara típica da pobreza, sujeira e desigualdade que tem em toda cidade grande. Passou pelos fundos de um mercadão popular, a visão triste junto com o cheiro forte de lixo e cachaça barata era impossível de ignorar. Via numa esquina uns malandros jogando cartas numa mesa improvisada e bebendo umas pingas artesanais. A jovem, por segurança, resolveu passar pro outro lado da calçada, mas mesmo assim os assobios não demoraram. Os óculos escuros ajudavam a não entregar pra onde ela tava olhando, enquanto via os caras horríveis devorando ela com os olhos. A maioria era uns tiozões de rua, no mínimo 50 anos pra cima, tudo esfarrapado e nem precisava chegar perto pra saber que não tomavam banho há semanas. Também via gente largada por causa do excesso de bebida e uns velhinhos pedindo umas moedas. No geral, uma cena lamentável. De repente, como uma ideia passageira, pensou que podia alegrar a manhã de algum deles. Mesmo que muitos parecessem brutos, ela achava que também precisavam receber um pouco de carinho, e quem melhor do que ela pra dar um pouco disso e talvez ganhar algo gostoso em troca pela boa ação. Lembrava que nos vídeos da internet, a maioria das minas curtia encontros casuais com caras nada bonitos e bem mais velhos, igual os que ela via. Por um momento, se imaginou sentada no colo de um deles, recebendo umas carícias sem vergonha na vista de todo mundo, enquanto eles continuavam no jogo de cartas. Um pequeno impulso animava ela a se aproximar daqueles caras, talvez perguntar alguma coisa. Ingenuamente, ganhar a confiança de algum deles e ver o que podia rolar depois, mas o medo e a vergonha eram mais fortes e ela só seguiu seu caminho. Depois de sair daquele lugar, continuou firme até chegar no centro, tentou se distrair andando pelos shoppings, comprando umas roupas e maquiagem. Depois de muito andar, decidiu descansar um pouco numa pracinha antes de voltar pra casa, tava exausta com tudo que tinha comprado. Antes de sentar nos banquinhos, foi até o carrinho de um humilde vendedor de sorvete artesanal e pediu uma casquinha com duas bolas de chocolate. O sorveteiro, um homem com traços andinos bem marcados, pele morena do sol implacável que enfrentou todos esses anos e altura abaixo da média, não tirava os olhos da jovem escultural. O velho, que devia ter uns 65-70 anos, daria tudo pra ter ela só por umas horinhas, pra curtir e se sentir jovem de novo. Já a Daniela, apesar do cansaço e do calor infernal, percebeu os olhares lascivos pros seus peitos bem formados. Tava se sentindo muito caridosa naquele dia, e como com os outros velhos não fez nada por vergonha e medo, já que eram muitos, agora sentia que devia fazer algo, já que, comparado aos outros, esse era só um velhinho inofensivo, pensou. Então, na hora de pegar o sorvete, se inclinou devagar, de um jeito que o velho tivesse uma bela vista do começo dos seus peitos bem formados e um pouco mais. Satisfeita com o presentinho que deu pro velho sorveteiro, deu um sorriso doce, pagou e se afastou dele em direção a um banco na sombra, rebolando o mais provocante que podia. Depois de sentar, finalmente se preparou pra saborear o sorvete, sentindo que tinha feito uma boa ação pra um velho e humilde vendedor de sorvete. A garota brincalhona sabia que tinha deixado o velhinho todo alvoroçado quando se conta que ele tinha movido o carrinho de sorvete pro outro lado da pracinha, fingindo que tava esperando mais clientes, mas a intenção era clara: o velho queria continuar se deliciando com o corpaço da universitária e observava de pertinho onde ela tava. A vontade de dar outra guloseima pro velho começava a acender ela e soltar seu lado mais brincalhão. Ela percebeu que não tinha ninguém por perto, cruzou as pernas e começou a lamber o sorvete de um jeito bem erótico, como se fosse uma piroca.
O velho ficou vidrado olhando aquela gostosa jovenzinha arrumando o cabelo e mexendo a boca de um jeito bem provocante, passando a língua pra todo lado e lambuzando os lábios com todo o sorvete. A cereja do bolo no plano safado da menina foi quando ela, de propósito, deixou cair um pouco de sorvete na altura dos peitos, escorrendo um pouco pra dentro, fazendo com que ela pegasse um lencinho pra se limpar — primeiro a parte de cima, depois puxou a blusa pra baixo e começou a limpar tudo que tinha derramado e escorrido pelos peitos. Sabia que o velho tava olhando, então abaixou mais a blusa e se demorou se limpando. Agora sim, tava satisfeita, sabia que o velho tarado tinha visto tudo, então como último presente deixou o lenço que usou pra limpar os peitos no banco e saiu, balançando aquele rabo no ritmo, sabendo que agora ele teria algo pra pensar à noite e lembrar dela pra sempre. Uns minutos depois que a gostosa foi embora, o velho foi até o banco onde a jovem musa tinha sentado, pegou o lenço e, antes de guardar, deu uma baita cheirada, sentindo o cheiro de rosas que ela devia usar como perfume. Depois disso, enfiou no bolso e, com um sorrisão, subiu no triciclo pra continuar vendendo seus sorvetes. Daniela voltou pra casa e começou a lembrar da experiência que tinha tido com o velho sorveteiro. Apesar de sentir que tinha feito algo bom por um velho de cara triste, sentia um pouco de remorso pelo que Jorge poderia dizer se descobrisse. Sabia que não devia pensar mais nisso, mas a ideia e todo o pornô que tinha visto nas últimas semanas já estavam entranhados nela, e com um namorado que não a satisfazia como antes, ficava difícil pensar com clareza. A universitária decidiu tomar um banho longo pra meditar sobre tudo que tinha rolado, enquanto relaxava na Na banheira, ouço a campainha da porta. No começo, não dou importância, mas a insistência foi tanta que tive que vestir a primeira roupa que encontrei pela mão, e acabou sendo um vestido apertado que usava geralmente em casa. Saí pra ver quem era que tocava daquele jeito. Pra minha surpresa, era o velho Rômulo, o vizinho mais antigo do condomínio.
Dom Rômulo era um velho de 62 anos, um pouco mais baixo que a Daniela, batendo na altura dos lábios dela. A pele dele era morena, com umas rugas e olheiras bem marcadas que mostravam que ele tinha tido uma juventude bem difícil, desde a pobreza extrema que sofreu na infância até os maus caminhos que seguiu por um tempo na juventude e vida adulta. O corpo dele era magro, mas já dava pra ver uma barriguinha de cerveja. As roupas dele eram basicamente uma camisa branca bem encardida, aberta mostrando a regata por dentro, e uma calça de pano bem gasta e largada. Apesar do visual horrível e dos maus hábitos, o velho ainda tinha força de sobra pra encher o saco dos outros vizinhos com qualquer besteira. Era o típico velho rabugento do bairro, mas o comportamento dele mudava quando se tratava de alguma gostosa, se comportando direitinho pra ver se alguma caía na lábia dele, coisa que não dava muito certo por causa da aparência, idade e grana curta. Daniela e o namorado dela conheceram o senhor desde que se mudaram, numa época em que os vizinhos quase nem se cumprimentam. Ele tinha sido um dos vizinhos que melhor tratou ela e ajudou ela e o Jorge mais de uma vez quando precisavam. Era um velho habilidoso, porque na juventude tinha que se virar e aprender um monte de coisa pra sobreviver e não voltar pra vida bandida de roubo e outras merdas. Daniela sentia que ele era como um tio pra ela e amava a natureza gentil dele, claro que essa gentileza que o Dom Rômulo irradiava era só pra ela, porque com o namorado dela as coisas mudavam e eles já tinham tido mais de uma briga por coisas bestas. Ele morava numa das casas mais humildes do bairro, a casa modesta era na verdade da esposa dele, que era quem trabalhava quando ainda estava viva. Ele, por sua vez, sempre viveu na moleza desde que casou. Já fazia uns 15 anos desde que A esposa dele morreu, o único filho nunca teve boas lembranças dele e já fazia tempo que não o visitava. Nessa altura da vida, pelo jeito que ele era, praticamente ninguém se importava com a situação dele — era só um velho solitário e triste que, se um dia caísse morto, ninguém ia ligar. Daniela, mesmo vestindo um vestido justinho, deu um sorriso meigo pra ele e perguntou o que ele queria. Mas, pra surpresa dela, naquele dia o velho tava bem irritado e queria descontar no Jorge, porque o bichinho do casal tinha fama de fugir e, dessa vez, tinha estragado quase todas as plantas da frente da casa dele. Só que, como só a moça doce tava ali, ele teve que se segurar e deu uma pausa pra processar a cena de ver a jovem dona de casa naquele vestido apertado. Depois de um instante rápido pra clarear as ideias, ele lembrou do jardim de novo e explicou tudo bem irritado. Depois que ele contou a situação, a moça só conseguiu se desculpar e se oferecer pra repor todas as flores que o bicho tinha danificado. Pediu um tempinho pra se trocar e ir com ele ver o tamanho do estrago. Depois de um tempo, a jovem meiga saiu com um shortinho jeans de verão que mostrava um pouco do começo da bunda perfeita dela, umas sandálias brancas e uma blusa preta que tava na moda na época — esses foram os acompanhantes finais.
Ao chegar na casa do velho, notei que o cachorro dele tinha feito uma verdadeira bagunça e que aquilo não ia levar só um dia, então prometi que viria de manhã pra arrumar o jardim e ainda dar uma ajuda com alguns serviços básicos, já que a casa tava bem largada porque o velho não ligava muito pra limpeza e organização, o único hobby dele era o jardim e só. Por ser inexperiente em jardinagem, a Daniela levou vários dias pra consertar toda a sujeira do bicho dele, todo dia ela vinha com roupa esportiva. Seu Rômulo nunca perdia um detalhe do corpo gostoso da mocinha, toda vez que ela chegava na casa dele, ele se jogava na rede velha e, com a ajuda de uns óculos escuros, podia olhar pra ela sem se preocupar em deixá-la constrangida. No fim do trabalho do dia, o velho oferecia alguma bebida, mas se recusava a ajudar no jardim, porque achava que era obrigação dela. Quando ela já tava quase indo embora, sentavam pra bater um papo, e a Dani gostava mesmo do velho, não ligava que ele não ajudasse, porque sentia que tudo era culpa dela por não ter controlado o cachorro, então também não contou pro Jorge o que fazia de manhã. A jovem tava realmente de boa arrumando e aprendendo sobre jardinagem, nem passava pela cabeça dela usar aquilo pros novos fetiches, com medo de estragar essa amizade bonita. No terceiro dia, o jardim tava quase pronto e seu Rômulo pediu pra ela ajudar a mover umas caixas. — Sem problema, seu Rômulo. Me mostra o caminho — respondeu a Dani e seguiu o velho pelas escadas, onde ele apontou umas caixas cheias de coisas velhas. O ancião observou a moça pegar a primeira caixa e subir os degraus. Ele olhou pra ela por trás enquanto ela subia a escada. O velho enrugado notou como aquele rabo jovem era grande e firme, coberto por aquela legging preta apertada, enquanto ele ficava lá embaixo, observando atentamente ela subir com passos firmes. Ele O sortudo ficou parado olhando enquanto ela descia de novo, os peitos dela balançavam suavemente dentro da camiseta esportiva a cada passo que dava, mostrando que, apesar do bom tamanho, continuavam firmes, fruto da juventude. Dani parecia não ligar pro olhar do Dom Rômulo, ainda via ele como um velho amigo e não deu muita bola enquanto voltava pra pegar outra caixa. Conforme Dani avançava na tarefa, diminuiu um pouco o ritmo, o que deu pro velho mais tempo pra admirar aquela bunda grande e gostosa se mexendo a cada degrau que a novinha subia.
Pronto, Daniela moveu todas as caixas. Um leve suor cobria o rosto dela, ela levantou a parte de baixo da blusa pra limpar a testa enquanto seu Rômulo olhava. A camiseta esportiva subiu, revelando uma barriga firme e chapada. O polo esportivo foi erguido até mostrar as bordas do sutiã, depois ela baixou a roupa de volta e sorriu ao encontrar os olhos do velho. — Uau! Tudo pronto, seu Rômulo. Mais alguma coisa que eu possa fazer? — Ah, não, querida, é só isso. Que prazer ver você trabalhando. Quer dizer, bem, você sabe... hum — O que foi, seu moço? — perguntou a moça, intrigada com a gagueira do velho. — Bom, Daniela, me desculpa se meu olhar te incomodou esses dias, faz tanto tempo que não vejo o corpo de uma mulher, especialmente um tão gostoso quanto o seu. Espero que não se importe de eu falar isso. — Sério, seu Rômulo? Não, imagina! Nem percebi! Kkkk... ééé... cê acha que eu tenho um corpo bonito? — perguntou Daniela e, sem perceber, passou as mãos pelos lados até descer pelas cadeiras e sobre a barriga. — Ah, sim... você é muito gostosa mesmo. Me pergunto se você podia me fazer um favorzinho. Hum, algo tipo... não, esquece... nem devia pedir... desculpa. Daniela fez uma pausa e observou o velho desviar o olhar por um segundo, se afastando e murmurando meio sem graça e envergonhado. — O que foi, seu Rômulo? O senhor me ajudou tanto até agora, que tipo de favor eu posso fazer? Eu realmente posso tentar ajudar. — Não, Dani... não devia ter falado nada... é que quando te vi trabalhando hoje, percebi quanto tempo fazia que não via uma mulher bonita e podia admirar o corpo dela. — Ai, muito obrigada, seu Rômulo, mas me conta, que favor o senhor queria me pedir? Fala com confiança. — Ah, me sinto um idiota agora... é que esses dias eu te vi com sua roupa de academia, que por sinal fica muito bem em você, mas... pensei se talvez pudesse te ver com outro tipo de roupa... sabe, algo mais leve, típico de verão e típico de uma mulher tão jovem e gostosa como você, talvez um shortinho... ou uma minissaia ou algo assim. Seria uma forma de lembrar e apreciar como uma mulher realmente se parece, já que, como sabe, minha esposa morreu há 15 anos e desde então não fiquei com outra mulher. Daniela se surpreendeu um pouco, não tinha percebido que o velho estava olhando para ela todo esse tempo, e é que com os óculos escuros que don Rómulo usava, era difícil saber para onde ele estava olhando — uau!, seu Rómulo, não sei... isso é um favor diferente... tô falando porque acho que meu namorado não ia gostar da ideia de eu usar esse tipo de roupa quando não tô com ele.. — Não, tá tudo bem, nem devia ter perguntado. Por favor, esquece que eu falei algo... Não quero que pense que sou um velho babaca... desculpa. — Ah, não se preocupe, seu. Na real, seu comentário não me incomodou nada, é que não tenho nada assim, embora ache que não seja muito diferente dos shorts esportivos que uso quando vou à academia. Comecei a usar eles neste verão, mas fora da academia não uso. — Mocinha, seu corpo é muito lindo, devia comprar umas coisas como as que falei... ou será que eu poderia?... Quer uns conjuntinhos bonitos? Vou te dizer, por todo o trabalho que você fez no jardim e dentro de casa, como agradecimento posso te comprar uns desses conjuntinhos e você pode usar quando quiser aqui. — Hummm, bom, acho que não seria nada demais variar um pouco minhas roupas pra não ficar sempre com a mesma coisa, não é que me falte, mas um conjunto novo de roupa nunca cai mal hehe, tá bom, aceito. Vou anotar meus tamanhos pra você, pra ser sincera, tava pensando em comprar uns agora que o verão tá começando — Bom, se eu comprar algo pra você... sabe... de bom gosto, talvez você pudesse modelar aqui, só por alguns minutos— Sugeriu com um pouco de medo, conseguindo a aprovação da jovenzinha. Ela balançou a cabeça afirmativamente. “Isso era realmente um pouco estranho. O velho senhor Rômulo acabou de me pedir para modelar umas minissaias pra ele lembrar como é uma mulher jovem. Acho que ele deve estar muito sozinho mesmo, e já fazem anos que a esposa dele morreu. Bom, o que pode dar de errado? Tô começando o verão e mostrar um pouco as pernas não vai fazer mal.” — pensou a garota. — “Bom, seria legal ter uma roupinha ou duas, então... por que não?” — “Pronto, então tá resolvido. Vou escolher algo mais tarde numa loja do centro e você vai ter isso logo. Pense como um presente meu pra esse verão! E também por ser uma vizinha responsável que cuida das travessuras do bichinho dele.” — “Combinado!” — declarou Dani, pegou uma caneta em cima da mesa e anotou os tamanhos que costuma usar nesse tipo de roupa. O velho olhou o papel, imaginou os tamanhos, sorriu ao pensar em como a garota ficaria com o tipo de roupa que ele escolheria pra ela e, depois de um silêncio constrangedor, o velho voltou dos pensamentos e ofereceu um pouco de chá. — “Não, tá de boa, senhor Rômulo. Eu realmente tenho que ir.” Daniela se dirigiu à porta de saída, o velhote seguiu de perto, olhando ainda mais de perto aquela bunda gostosa. Antes de ir, a jovem ajeitou um dos tênis na frente do velho, enquanto se abaixava, o ancião observou a camiseta esportiva cair um pouco, deixando ver parte daqueles peitos lindos que balançavam quando ela se mexia pra amarrar o tênis. Quando a garota se levantou, o velho desviou o olhar rapidamente e viu a moça sorrindo, dando tchau e saindo. Continua...
0 comentários - Daniela e o vizinho gostoso