Novos Horizontes" capítulo 02 Depois de ver aquelas postagens fiquei destruído, mas disse a mim mesmo que tinha que seguir em frente na busca por "Novos Horizontes", sem me importar com nada. Os dias passaram e num deles encontrei a Clara, ela me deu uns conselhos pra superar a dor que eu sentia, então ela me convidou pra uma balada. Não achei má ideia, então aceitei. Quando chegamos no tal lugar, fomos direto dançar. Como a Clara se mexia! Não tinham passado nem dez minutos que estávamos lá e eu já tava duro que nem pedra. Bebemos de tudo que tinha no lugar, nem preciso dizer que estávamos bêbados. Quando o relógio marcou 04:00 da madrugada, a Clara me diz num tom bem sensual: C: que tal a gente ir pra minha casa? Eu: se você quiser ir, vamos C: vamos Enquanto caminhamos pra saída, ela para e me diz: C: nunca fiz isso, espero que você me acompanhe. Eu: claro, o que você quer fazer? Ela me levou pro banheiro feminino. Eu: por que me trouxe aqui? C: quero fazer aqui, nunca fiz isso. A gente se beijou e na hora comecei a acariciar o corpo dela até chegar na sua buceta. C: mmmmmmm C: como você me esquenta, ahh... Eu: eu também... você é tão gostosa C: mmmmmMMMMmmm C: vai, mete logo, não temos muito tempo. Eu: beleza, agora mesmo Eu: tá pronta? C: sim... Eu: aí vai C: puff MMMMMMMM Eu: mmm que apertadinha você é... C: mmmmm ah ah ah e você que durãooo C: me come com forçaeeee Eu: assim ou mais? C: continua mmmMMMMMmmmmm não ah ah ah para ah AH
C: uf uf UFFFFFF que delíciaaaaaaa
C: tô gozando... tô gozandoooo ah ah ah
Eu: eu também, Clara mmMMMmm
C: espera que tô gozandooo
Eu: acho que não vou aguentar muito
C: quero ela na boca
Eu: tomaaaa ah ah ah tomaaaaa
C: mmmmmmm que delícia de gozo
C: kkkkkk que loucura, nunca tinha feito isso
Eu: nem eu
C: valeu por me acompanhar
Eu: nem fala
C: acho que já temos que ir
Eu: sim, bora.
Caminhamos um pouco até que Clara achou melhor irmos pra casa, e foi o que fizemos, cada um foi pro seu lado, enquanto eu andava ainda me sentia tonto por causa do álcool. Quando cheguei, fui direto pro quarto pra dormir, mas vi uma silhueta na cama, era de uma mulher.
Eu: (sussurrando) achei que a Clara não vinha comigo.
Eu: (sussurrando) mas quando é que ela entrou?
Não liguei muito e me enrolei do lado dela. De manhã, quando acordei, tomei um susto do caralho.
Quando acordei, não tinha ninguém do meu lado, mas tinha roupa de mulher, então levantei pra ver quem era, porque agora que tinha me recuperado da bebedeira sabia que a Clara não tava aqui, mas quem?
Até que na porta eu encontro...
S: (alegre) maninho, finalmente acordou
Eu: (surpreso) eh... o que cê tá fazendo aqui?
S: (triste) vejo que ainda não me perdoou
Eu: me diz o que cê tá fazendo aqui, não tem aula no colégio?
S: não tem, greve dos professores
Eu: ok... beleza, acho
S: maninho, eu sei que não devia ter feito o que fiz, também sei que não vai me perdoar tão fácil, mas deixa eu tentar recuperar sua confiança.
Eu: olha... também não vou te mandar embora, cê é família, por enquanto não te odeio, mas não sei se ainda consigo perdoar.
S: entendo...
Eu: mas pode ficar, pra mim não tem problema.
S: (alegre) valeu, valeu, valeu, maninho.
Naquele dia passamos juntos, rimos, conversamos sobre tudo, vimos uns filmes.
Ter a Sofi (sei que vai soar machista) era muito bom porque enquanto eu tava na faculdade, ela cuidava da casa, limpava e preparava a comida, tudo que ela fazia me ajudava pra caralho.
Um dia à noite, estávamos vendo um filme, tínhamos bebido um pouco de álcool, e aparece uma cena de sexo no filme, e ela dura Fazia tempo, e a Sofi me fala.
S: Maninho, quero que você me meta.
Eu: Ah!!! Que isso?
S: Me mete, preciso de você dentro de mim, agora!
Eu me deixei levar pelo prazer, já que não transava há vários dias e também porque tava meio tonto de álcool.
Fui penetrando ela bem, bem devagar.
Eu: Ohhh uffff, Sofi, que delícia sentir você por dentro.
S: Sinto você, ah, muito duro, ah AH maninho, adoro! Ah ah
S: vai mais forte. Sem medo mmmmmMMMMM
Eu: você quer forte. (começo a penetrar ela forte) é assim que você quer, ah ah sim, é assim que você quer, puta
S: siiiiiiiiii AH AH sim, maninho
S: continua mmmMMMMMmmmmm não ah ah ah para ah AH
S: uf uf UFFFFFF que gostosoooooo
S: eu vou gozar, maninho, vou gozar ah ah ah
Eu: eu também, Sofi
S: ah AH ah goza comigo
Naquele instante, Sofi me prende com as pernas pra não deixar eu sair
Eu gooooooorrrrrrrooooooo
S: euuuuuu ah ah ah também ah AH AH AH MMMMMMMMMMmmmmmMMMMMM
Sofi me perguntou uma coisa que me desconcertou
S: maninho... você me ama?
Continua...
C: uf uf UFFFFFF que delíciaaaaaaa C: tô gozando... tô gozandoooo ah ah ah
Eu: eu também, Clara mmMMMmm
C: espera que tô gozandooo
Eu: acho que não vou aguentar muito
C: quero ela na boca
Eu: tomaaaa ah ah ah tomaaaaa
C: mmmmmmm que delícia de gozo C: kkkkkk que loucura, nunca tinha feito isso
Eu: nem eu
C: valeu por me acompanhar
Eu: nem fala
C: acho que já temos que ir
Eu: sim, bora.
Caminhamos um pouco até que Clara achou melhor irmos pra casa, e foi o que fizemos, cada um foi pro seu lado, enquanto eu andava ainda me sentia tonto por causa do álcool. Quando cheguei, fui direto pro quarto pra dormir, mas vi uma silhueta na cama, era de uma mulher.
Eu: (sussurrando) achei que a Clara não vinha comigo.
Eu: (sussurrando) mas quando é que ela entrou?
Não liguei muito e me enrolei do lado dela. De manhã, quando acordei, tomei um susto do caralho.
Quando acordei, não tinha ninguém do meu lado, mas tinha roupa de mulher, então levantei pra ver quem era, porque agora que tinha me recuperado da bebedeira sabia que a Clara não tava aqui, mas quem?
Até que na porta eu encontro...
S: (alegre) maninho, finalmente acordou
Eu: (surpreso) eh... o que cê tá fazendo aqui?
S: (triste) vejo que ainda não me perdoou
Eu: me diz o que cê tá fazendo aqui, não tem aula no colégio?
S: não tem, greve dos professores
Eu: ok... beleza, acho
S: maninho, eu sei que não devia ter feito o que fiz, também sei que não vai me perdoar tão fácil, mas deixa eu tentar recuperar sua confiança.
Eu: olha... também não vou te mandar embora, cê é família, por enquanto não te odeio, mas não sei se ainda consigo perdoar.
S: entendo...
Eu: mas pode ficar, pra mim não tem problema.
S: (alegre) valeu, valeu, valeu, maninho.
Naquele dia passamos juntos, rimos, conversamos sobre tudo, vimos uns filmes.
Ter a Sofi (sei que vai soar machista) era muito bom porque enquanto eu tava na faculdade, ela cuidava da casa, limpava e preparava a comida, tudo que ela fazia me ajudava pra caralho.
Um dia à noite, estávamos vendo um filme, tínhamos bebido um pouco de álcool, e aparece uma cena de sexo no filme, e ela dura Fazia tempo, e a Sofi me fala.
S: Maninho, quero que você me meta.
Eu: Ah!!! Que isso?
S: Me mete, preciso de você dentro de mim, agora!
Eu me deixei levar pelo prazer, já que não transava há vários dias e também porque tava meio tonto de álcool.
Fui penetrando ela bem, bem devagar.
Eu: Ohhh uffff, Sofi, que delícia sentir você por dentro.
S: Sinto você, ah, muito duro, ah AH maninho, adoro! Ah ah
S: vai mais forte. Sem medo mmmmmMMMMM Eu: você quer forte. (começo a penetrar ela forte) é assim que você quer, ah ah sim, é assim que você quer, puta
S: siiiiiiiiii AH AH sim, maninho
S: continua mmmMMMMMmmmmm não ah ah ah para ah AH
S: uf uf UFFFFFF que gostosoooooo
S: eu vou gozar, maninho, vou gozar ah ah ah
Eu: eu também, Sofi
S: ah AH ah goza comigo
Naquele instante, Sofi me prende com as pernas pra não deixar eu sair
Eu gooooooorrrrrrrooooooo
S: euuuuuu ah ah ah também ah AH AH AH MMMMMMMMMMmmmmmMMMMMM
Sofi me perguntou uma coisa que me desconcertou
S: maninho... você me ama?
Continua...
4 comentários - Ciúmes da Minha Irmã cap 13
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