Desde que eu era moleque, sempre fantasiava com as milf. A primeira foi quando eu tinha 13, minha vizinha Laura, uma coroa de 40 anos que tinha uma raba de outro planeta. Aquelas bundas que quando você vê de legging e dá pra ver com todos os detalhes a fio dental, te deixam imaginando o que você faria com ela. Sempre que ela passava por onde a gente tava com meus amigos, a gente ficava totalmente hipnotizado, feito uns punheteiros que a gente era kkkk. E igual a Laura, teve muitas ao longo dos anos.
Trabalho num mercadinho de bairro, na parte de hortifrúti, e tenho várias clientes que são de cair o cu da bunda. De todas as idades, desde novinhas de 19-20 anos até coroas de 40-50 que estão pedindo pra ser comidas sem pena nenhuma. Mas tem uma em especial que me tira do sério. Ela se chama Ana, tem 43 anos e é cliente frequente. Todo dia vejo ela entrar no mercado e todo dia penso em comer ela. É uma baixinha de pele bem branca, cabelo bem preto e um pouco gordinha, com uns peitos e uma bunda que me deixam louco toda vez que ela compra comigo na verdureira.
Sou um cara de pau e não tenho vergonha de nada, então sou bem sociável com o pessoal, mesmo sem conhecer. Comecei a puxar papo com ela sempre que ela vinha. Muito educadamente, como meu avô me ensinou que a gente tem que tratar as damas. Toda vez que ela chegava na seção de verduras, eu mandava um "Boa tarde, Ana, como vai?" e ela sempre respondia que tava bem, e aí eu puxava assunto até sobre o tempo, hahaha. Assim foram passando os meses e eu cada vez ficava mais à vontade. Ela tem marido, o Jorge, um careca com uma cara de otário da porra que trabalha dirigindo caminhão na A.C.C (Agência Central de Cargas). O cara, apesar de ter cara de bocó, é gente boa, não vem muito ao supermercado, mas quando vem é maneiro. Eu já trabalhei como peão numa empresa de carga e descarga parecida com a que ele trabalha, e a gente sempre trocava ideia sobre viagens, estrada, caminhão, essas coisas. Uma tarde, chegaram Ana e Jorge. Enquanto Ana comprava verduras, comecei a conversar com ele e ele me contou que naquela noite tinha que fazer uma viagem até Artigas (departamento no norte do Uruguai) e que, como era de lá, ia aproveitar pra ficar dois ou três dias, porque tava com vontade de ver a família que morava lá. Disse que tinha convidado Ana pra ir, mas ela não quis porque estavam meio brigados. Por dentro, eu tava me cagando de rir, pensando "que porra que eu tenho a ver com isso, otário", mas fingia que tava interessado na conversa. Quando ele terminou de falar, eu continuei fazendo minhas coisas, ele foi pra padaria, e foi aí que tudo começou.
Ana se aproximou de mim perguntando o preço de algo que tava em oferta mas não tinha preço, eram umas laranjas que meu chefe tinha comprado por um preço absurdo e a gente tava vendendo a R$25 o quilo, e naquele momento saiu de dentro de mim falar "tão R$25 mas pra você tão R$15 o quilo, Ana". Ela ficou me encarando fixo no começo com cara de surpresa e depois me disse "você é um querido, Brunito" enquanto ria, pegou as laranjas que ia levar e se aproximou de onde eu tava com a balança pra eu pesar. Enquanto eu tava pesando, ela me perguntou se a gente fazia entregas em domicílio, eu respondi que sim e ela perguntou quem levava. Achei estranho, mas respondi que a gente fazia entregas até as 18h, que era quando o Diego ia embora, meu colega que cuidava das entregas. Entreguei as laranjas dela e ela se despediu com um "Até amanhã, Brunito" num tom que nunca tinha usado comigo. Pensei que tinha sido coisa da minha cabeça, de tão tesuda que eu tava por ela, mas naquela noite, quando cheguei do trabalho e fui tomar banho, dediquei uma bela punheta pra ela.
No dia seguinte, tava pra desabar uma tempestade fudida e eram 21:30, horário que quase ninguém tá no mercado, porque a gente fecha às 22, e pela porta entrou a Ana. Vestida com uma calça jeans que deixava a bunda bem empinada e uma regatinha rosa e cinza que dava pra ver que ela não tava de sutiã e os peitos apareciam de um jeito lindo. Ela começou a encher um carrinho, já tava chegando a hora de fechar, eu fui arrumar as gavetas e cobrir as frutas (só por precaução de algum amigo roedor que não era estranho ao mercado hahaha). Já eram 22:15 quando, depois de bater o ponto, eu tava indo pra porta e vejo meu chefe cobrando a Ana, com um carrinho cheio de coisas, dizendo que ela não podia fazer aquilo, que a gente fechava às 22, que ela era cliente de anos por isso ele tava atendendo na última hora, e ela respondia "me desculpa, Roberto" enquanto ria. Nessa hora, eu passei por ali feito uma bala em direção à saída antes que meu chefe me pedisse mais algum favor, tipo desligar o disjuntor ou algo assim. Ana me olhou e disse:
A- Boa noite, gatinho, é falta de educação não cumprimentar.
B- Boa noite, Ana, e desculpa, é que quero chegar antes que comece a chover.
Ah, sim Roberto, é verdade que vai desabar uma chuva, tem alguém que pode me ajudar a levar as coisas até em casa?
Naquele momento me senti num filme pornô kkkkk não sei por quê, mas tive essa sensação e respondi que eu conseguia. Meu chefe me olhou com uma cara de "você é um punheteiro", mas eu não liguei pra nada kkkkk e me joguei na água. Ela me olhou com um sorriso no rosto, como se estivesse me dizendo "Caiu na minha".
Ana combinou com meu chefe de levar o carrinho e devolver no dia seguinte bem cedo, e me pediu pra levar o carrinho enquanto ela levava as sacolas. Quando saímos do supermercado, já tava ventando e dava pra sentir o cheiro de chuva no ar. A casa dela ficava a duas quadras, e a minha, a dez, na mesma direção. No caminho, a gente ia conversando sobre a tempestade que tava chegando.
A- Falaram na TV que é uma tempestade de vento e chuva que vai ser bem forte.
B- Fala sério, não ouvi nada, mas como os meteorologistas são, com certeza daqui a pouco clareia e nem chove.
A- Kkkk é verdade sim, mas se ela soltar forte, vou passar mal.
B- Por quê?
A- Jorge foi pra Artigas, tô sozinha em casa e morro de medo de tempestade.
B- Sim, ela me contou que tinha que ir entregar umas coisas do trabalho e já aproveitava pra ficar visitando a família.
A- Hahahaha ela te disse isso? Falei pra ela que queria que ela fosse embora uns dias porque já encheu meu saco.
Naquele momento me senti meio desconfortável, nunca curti fofoca, mas ela me deixava doido, então fui na onda dela.
B- Kkkkk, o que será que ela fez pra te deixar assim!
A- Ele é um bagunceiro, larga tudo jogado em casa, não lava um prato nem por decreto de juiz e, pra piorar, já faz mais de 2 meses que nem me toca...
Ao terminar de falar isso, olho envergonhada pra minha cara de surpreso.
A-Desculpa, Bruno! Fico puta e falo um monte de coisa que não devia.
B—Tranquila, Ana, isso acontece com todo mundo, a gente se descontrola por alguma coisa.
Falei isso me fazendo de entendido, mas na minha cabeça eu pensava "Que mulher gostosa do caralho, meu Deus!
A- Ai, Bruno, você sempre tão educado. —Ela disse me olhando e esboçando um sorriso no rosto—.
A meia quadra que faltava a gente fez em silêncio e, mal chegamos na porta de casa, começaram a cair os primeiros pingos. Enquanto a gente ria porque o meteorologista tinha razão, ajudei ela a guardar o carro e, quando tava pronto pra ir embora, o temporal já era iminente.
Tava caindo uma água impressionante, e ainda veio o vento que começou a soprar com mais força. Minha cara de preocupação por ter que andar oito quarteirões naquela tempestade devia estar bem na cara, porque a Ana falou que não podia me deixar ir embora com aquele temporal, que eu esperasse um pouco ali até a chuva passar ou pelo menos diminuir. Aceitei (de novo com a sensação de que tava num filme pornô kkkk), e ela me chamou pra entrar na sala de jantar.
Depois de andar por um corredor curto, entramos numa sala de estar/jantar, como eles chamam kkkk, um cômodo com metade do tamanho da casa onde eu morava. Do lado direito, tinha uma mesa com seis cadeiras; do lado esquerdo, dois sofás grandes e uma TV enorme. Ela me convidou pra sentar num dos sofás e sentou no outro, que ficava de frente. No meio dos sofás, tinha uma mesinha de centro que era tipo uma caixa, com alguns enfeites e umas portinhas embaixo. Aí começamos a conversar sobre como tava o trampo, se eu gostava. Perguntei do que ela trabalhava, e ela disse que era contadora. Começou a contar que conhece o Jorge desde sempre, que se conheceram quando eram crianças e que nunca conseguiram ter um filho porque ele tinha um problema de fertilidade.
Parecia muito estranho estar falando com Ana daquelas coisas na sala da casa dela, e por mais que parecesse que eu tava num filme pornô, eu sabia que nunca ia rolar nada. Mas lá fora a tempestade tava batendo forte, dava pra sentir o vento assobiando e a chuva batendo nas persianas fechadas daquela sala de jantar.
A gente ficou conversando umas meia hora, até que ela, rindo de uma piada que eu fiz sobre meu chefe, abriu uma das portas do criado-mudo, tirou um uísque Johnnie Walker Black Label e me perguntou se eu bebia. Falei que não achava uma boa ideia, porque ela era cliente do lugar onde eu trabalhava. Ela respondeu que não importava, que eu não podia negar um copo de uísque pra ela. Depois de recusar várias vezes, acabei aceitando na base do cansaço, e a gente tomou um copo de uísque cada um enquanto continuava conversando.
Já tinha passado uma hora e meia e a tempestade lá fora estava longe de acabar, a gente já tava no quarto copo de uísque, o álcool começou a me dar calor, tirei o moletom que tava vestindo, no meio do processo levantei a camiseta e deixei minha barriga exposta por uns segundos, quando me ajeitei de novo vi a Ana me olhando descaradamente, mas quando percebeu que eu tava olhando de volta, desviou o olhar na hora. Pensei que era o uísque me fazendo viajar na maionese e pedi pra ir ao banheiro. Ela disse que o banheiro ficava lá em cima, pra eu segui-la, e a gente levantou do sofá em direção a uma escada que ficava atrás da mesa.
Subindo a escada, ela ia na frente e eu não conseguia parar de olhar praquele rabo rebolando. Ela me disse que o banheiro era à esquerda e entrou num quarto na nossa frente. Enquanto mijava, pensei: "Tô na casa da Ana, sozinho com ela, tomando um kiwii kkkkk toma, seu careca do Brazzers, quem te conhece?". Terminei de mijar e, entre risadas baixas, saí do banheiro e ouvi a Ana me chamando do quarto: "Bruno, vem aqui me ajudar com isso". Cheguei no quarto e encontrei ela de jeans nos joelhos, levantando a camiseta enquanto se tocava nos peitos.
Fiquei paralisado olhando pra ela, isso não podia estar acontecendo, ela me olhava com cara de puta pedindo pica enquanto se esfregava nos peitões enormes que ela tem.
A- Assim que eu vi esses abdominais, você me fez ficar toda molhada, gato. Acho que o uísque me deu uma vontade de transar, porque meu marido não me toca há dois meses. E agora você tá na minha frente, não aguento mais, quero que você me coma, Bruno.
Minha cara de espanto era indescritível.
A- Cê acha que eu não percebo como você me olha, cara?
B- Ana, não sei o que dizer.
A- Não fala nada, gatinho, vem e me toca.
Meu pau tava a 4000 por hora e o uísque fez com que eu não ligasse que ela era cliente do meu trampo e que era casada. Fui pra cima dela e comecei a apalpar ela toda de cima a baixo. Uma das mãos dela foi direto pro meu pau e, ao sentir, ela disse: "A puta mãe, olha o pau que você tem escondido nessa calça, tira ele agora!". Comecei a tirar a calça e meu celular caiu no chão, ela olhou pra ele e disse: "Tira uma foto pra você lembrar do dia que me comeu".

Depois de tirar a foto, ela terminou de tirar a camiseta que tava usando e eu me apressei pra tirar a calça e a camiseta do uniforme do supermercado. Ela tirou o jeans e a calcinha fio dental branca que tava usando, ficou totalmente pelada na minha frente, tinha um corpo lindo pra seus 43 anos. Um pouco gordinha, do jeito que eu gosto, e uns quadris que eu agarrei com força quando terminei de tirar o uniforme e fiquei só de cueca. Começamos a nos beijar como se fosse o fim do mundo, e a tempestade lá fora tava cada vez mais forte, dava pra ouvir, mas naquele momento eu só conseguia escutar os gemidos que a Ana dava enquanto me beijava, dava pra ver que não transava há muito tempo, apaixonada por esse jovem verdureiro do supermercado enquanto o marido dela tava a 500 km de distância.
Minhas mãos apertavam com força os quadris dela enquanto ela descia a mão para pegar minha pica e começou a apertar com a delicadeza necessária pra minha excitação chegar no nível máximo. O beijo apaixonado foi cortado de repente, ela me olhou nos olhos e se ajoelhou devagar, e eu sentia que a pica ia rasgar a cueca e sair a qualquer momento. Sem tirar os olhos de mim, ela puxou minha cueca pra baixo e deixou cair o pedaço de carne que estava preso na frente da cara dela. Aquela cara que, ao ver a besta venosa, se transformou numa obra de arte digna de se chamar "A luxúria". O desejo nessa mulher dava pra perceber, e ficou ainda mais claro quando ela enfiou a cabeça na boca. Minha mente explodiu e minha mão foi direto pro cabelo dela, ela tirou a cabeça da minha pica da boca e falou: "Arranca que eu adoro, Bruno" (minha mente explodiu de novo). Comecei a puxar o cabelo dela enquanto ela enfiava o membro inteiro na boca. Comecei a entender que o que ela queria era que eu tratasse ela como uma puta, então puxei o cabelo dela com força pra trás, tirando minha pica da boca dela, e falei:
B-Dale Ana, cê acha que esse cara vai deixar você comer ele? Esse cara vai é te comer todinha.
Os olhos dela brilharam.
A-Si Brunito, me come inteirinha
B-Você está enganada, Ana. De agora em diante, não sou mais o Brunito pra você. Agora sou Bruno e você vai chupar minha pica por mais um tempo, mas baba mais nela e passa mais a língua.
Naquele momento, aquela mulher se transformou. Já não era mais a cliente do supermercado onde eu trabalhava, agora era minha putinha, e eu a tinha de joelhos enquanto estava de costas para um guarda-roupa.
Fiquei chupando ela por uns 5 minutos quando senti que ia gozar e perguntei onde ela queria que eu gozasse. Ela pediu pra eu gozar nos peitos, mas eu tinha outra ideia, agarrei o cabelo dela com força e tirei a pica da boca dela. Enquanto eu me masturbava, ela chegou a falar "na boca, não..." mas foi tarde demais, enchi a boca dela de porra e falei "comigo você engole, Ana, eu não sou o otário do seu marido".
Engulo ela me olhando nos olhos e, quando termino, ela lambeu a boca e depois me disse:
A- Que gostoso, Bruno. Meu marido nunca me tratou assim, mas eu adoro ser maltratada, e você me trata do jeito que eu mais gosto... Como uma puta.
B- Eu te trato como o que você é, Ana. Você me vendeu o personagem da mulher certa no supermercado, mas tô percebendo que você é uma putinha que adora uma pica, e eu adoro isso.
A- Meu marido faz dois meses que não me toca, Bruno, e se vai me tocar, o pau não sobe. Eu sempre aceitei o problema de fertilidade dele, mas isso já tá me deixando louca, preciso de um pau que me coma, e você é a solução pra tudo isso.
Ao terminar de falar isso, ela se levantou. Minha pica já estava dura de novo por tudo que ela tinha me dito. Ela me agarrou e, enquanto me beijava, me levou em direção a uma cama que tinha naquele quarto. Deitei de barriga pra cima na cama e ela subiu em cima de mim, encaixou minha pica na entrada da buceta dela e começou a meter devagar. Eu comecei a sentir aquela buceta molhada e quentinha envolvendo minha pica, tava no paraíso. Ela demorou um pouco pra se acostumar porque eu tava muito duro e ela muito apertada. Mas quando conseguiu se acostumar, começou a se mexer de um jeito espetacular. Colou os peitos no meu peito e começou a me beijar enquanto a bunda dela subia e descia. Eu agarrei as nádegas dela com força e comecei a empurrar a pica cada vez que ela descia. "Me come toda, Bruno, vai", ela começou a falar enquanto se levantava e gemia de prazer, pulando em cima de mim. Ficamos assim por um tempo, os gemidos dela e o barulho da chuva batendo forte na janela era tudo que eu ouvia. Eu apertava as nádegas dela com força e de vez em quando dava uns tapas na bunda que faziam ela soltar um gritinho baixo que me deixava louco.
Ela disse que tava cansada, então se deitou de pernas abertas. Comecei a meter com tudo, e enquanto beijava ela, entre um beijo e outro, ela falava "Assim, Bruno, assim". Em poucos minutos, ela começou a me apertar contra ela. Percebi o que tava rolando, continuei metendo com tudo e ela começou a gozar de um jeito infernal. Parecia que ela tava se mijando. Vendo aquilo, fiquei tão excitado que comecei a gozar também.
Entrelaçados, aproveitando o prazer, ela me abraçava forte, me apertava contra ela, como se não quisesse que eu tirasse a pica de dentro. Eu tava totalmente entregue, depois de trampar o dia inteiro, essa mulher mal cuidada me pegava pra saciar as necessidades dela. Ficamos naquela posição por um tempo e, quando nos separamos, ela disse:
A- Tô morta!
B- Eu também. Você me matou, Ana!
A- Você matou meu cara. Que tal eu fazer algo pra comer e a gente continuar daqui a pouco?
B- Eu adoraria
Enquanto a tempestade lá fora estava mais forte do que nunca e Jorge estava em Artigas,
enchendo o saco como sempre, eu tava no paraíso com a Ana, a cliente coroa que me deixava maluco.
Trabalho num mercadinho de bairro, na parte de hortifrúti, e tenho várias clientes que são de cair o cu da bunda. De todas as idades, desde novinhas de 19-20 anos até coroas de 40-50 que estão pedindo pra ser comidas sem pena nenhuma. Mas tem uma em especial que me tira do sério. Ela se chama Ana, tem 43 anos e é cliente frequente. Todo dia vejo ela entrar no mercado e todo dia penso em comer ela. É uma baixinha de pele bem branca, cabelo bem preto e um pouco gordinha, com uns peitos e uma bunda que me deixam louco toda vez que ela compra comigo na verdureira.
Sou um cara de pau e não tenho vergonha de nada, então sou bem sociável com o pessoal, mesmo sem conhecer. Comecei a puxar papo com ela sempre que ela vinha. Muito educadamente, como meu avô me ensinou que a gente tem que tratar as damas. Toda vez que ela chegava na seção de verduras, eu mandava um "Boa tarde, Ana, como vai?" e ela sempre respondia que tava bem, e aí eu puxava assunto até sobre o tempo, hahaha. Assim foram passando os meses e eu cada vez ficava mais à vontade. Ela tem marido, o Jorge, um careca com uma cara de otário da porra que trabalha dirigindo caminhão na A.C.C (Agência Central de Cargas). O cara, apesar de ter cara de bocó, é gente boa, não vem muito ao supermercado, mas quando vem é maneiro. Eu já trabalhei como peão numa empresa de carga e descarga parecida com a que ele trabalha, e a gente sempre trocava ideia sobre viagens, estrada, caminhão, essas coisas. Uma tarde, chegaram Ana e Jorge. Enquanto Ana comprava verduras, comecei a conversar com ele e ele me contou que naquela noite tinha que fazer uma viagem até Artigas (departamento no norte do Uruguai) e que, como era de lá, ia aproveitar pra ficar dois ou três dias, porque tava com vontade de ver a família que morava lá. Disse que tinha convidado Ana pra ir, mas ela não quis porque estavam meio brigados. Por dentro, eu tava me cagando de rir, pensando "que porra que eu tenho a ver com isso, otário", mas fingia que tava interessado na conversa. Quando ele terminou de falar, eu continuei fazendo minhas coisas, ele foi pra padaria, e foi aí que tudo começou.
Ana se aproximou de mim perguntando o preço de algo que tava em oferta mas não tinha preço, eram umas laranjas que meu chefe tinha comprado por um preço absurdo e a gente tava vendendo a R$25 o quilo, e naquele momento saiu de dentro de mim falar "tão R$25 mas pra você tão R$15 o quilo, Ana". Ela ficou me encarando fixo no começo com cara de surpresa e depois me disse "você é um querido, Brunito" enquanto ria, pegou as laranjas que ia levar e se aproximou de onde eu tava com a balança pra eu pesar. Enquanto eu tava pesando, ela me perguntou se a gente fazia entregas em domicílio, eu respondi que sim e ela perguntou quem levava. Achei estranho, mas respondi que a gente fazia entregas até as 18h, que era quando o Diego ia embora, meu colega que cuidava das entregas. Entreguei as laranjas dela e ela se despediu com um "Até amanhã, Brunito" num tom que nunca tinha usado comigo. Pensei que tinha sido coisa da minha cabeça, de tão tesuda que eu tava por ela, mas naquela noite, quando cheguei do trabalho e fui tomar banho, dediquei uma bela punheta pra ela.
No dia seguinte, tava pra desabar uma tempestade fudida e eram 21:30, horário que quase ninguém tá no mercado, porque a gente fecha às 22, e pela porta entrou a Ana. Vestida com uma calça jeans que deixava a bunda bem empinada e uma regatinha rosa e cinza que dava pra ver que ela não tava de sutiã e os peitos apareciam de um jeito lindo. Ela começou a encher um carrinho, já tava chegando a hora de fechar, eu fui arrumar as gavetas e cobrir as frutas (só por precaução de algum amigo roedor que não era estranho ao mercado hahaha). Já eram 22:15 quando, depois de bater o ponto, eu tava indo pra porta e vejo meu chefe cobrando a Ana, com um carrinho cheio de coisas, dizendo que ela não podia fazer aquilo, que a gente fechava às 22, que ela era cliente de anos por isso ele tava atendendo na última hora, e ela respondia "me desculpa, Roberto" enquanto ria. Nessa hora, eu passei por ali feito uma bala em direção à saída antes que meu chefe me pedisse mais algum favor, tipo desligar o disjuntor ou algo assim. Ana me olhou e disse:
A- Boa noite, gatinho, é falta de educação não cumprimentar.
B- Boa noite, Ana, e desculpa, é que quero chegar antes que comece a chover.
Ah, sim Roberto, é verdade que vai desabar uma chuva, tem alguém que pode me ajudar a levar as coisas até em casa?
Naquele momento me senti num filme pornô kkkkk não sei por quê, mas tive essa sensação e respondi que eu conseguia. Meu chefe me olhou com uma cara de "você é um punheteiro", mas eu não liguei pra nada kkkkk e me joguei na água. Ela me olhou com um sorriso no rosto, como se estivesse me dizendo "Caiu na minha".
Ana combinou com meu chefe de levar o carrinho e devolver no dia seguinte bem cedo, e me pediu pra levar o carrinho enquanto ela levava as sacolas. Quando saímos do supermercado, já tava ventando e dava pra sentir o cheiro de chuva no ar. A casa dela ficava a duas quadras, e a minha, a dez, na mesma direção. No caminho, a gente ia conversando sobre a tempestade que tava chegando.
A- Falaram na TV que é uma tempestade de vento e chuva que vai ser bem forte.
B- Fala sério, não ouvi nada, mas como os meteorologistas são, com certeza daqui a pouco clareia e nem chove.
A- Kkkk é verdade sim, mas se ela soltar forte, vou passar mal.
B- Por quê?
A- Jorge foi pra Artigas, tô sozinha em casa e morro de medo de tempestade.
B- Sim, ela me contou que tinha que ir entregar umas coisas do trabalho e já aproveitava pra ficar visitando a família.
A- Hahahaha ela te disse isso? Falei pra ela que queria que ela fosse embora uns dias porque já encheu meu saco.
Naquele momento me senti meio desconfortável, nunca curti fofoca, mas ela me deixava doido, então fui na onda dela.
B- Kkkkk, o que será que ela fez pra te deixar assim!
A- Ele é um bagunceiro, larga tudo jogado em casa, não lava um prato nem por decreto de juiz e, pra piorar, já faz mais de 2 meses que nem me toca...
Ao terminar de falar isso, olho envergonhada pra minha cara de surpreso.
A-Desculpa, Bruno! Fico puta e falo um monte de coisa que não devia.
B—Tranquila, Ana, isso acontece com todo mundo, a gente se descontrola por alguma coisa.
Falei isso me fazendo de entendido, mas na minha cabeça eu pensava "Que mulher gostosa do caralho, meu Deus!
A- Ai, Bruno, você sempre tão educado. —Ela disse me olhando e esboçando um sorriso no rosto—.
A meia quadra que faltava a gente fez em silêncio e, mal chegamos na porta de casa, começaram a cair os primeiros pingos. Enquanto a gente ria porque o meteorologista tinha razão, ajudei ela a guardar o carro e, quando tava pronto pra ir embora, o temporal já era iminente.
Tava caindo uma água impressionante, e ainda veio o vento que começou a soprar com mais força. Minha cara de preocupação por ter que andar oito quarteirões naquela tempestade devia estar bem na cara, porque a Ana falou que não podia me deixar ir embora com aquele temporal, que eu esperasse um pouco ali até a chuva passar ou pelo menos diminuir. Aceitei (de novo com a sensação de que tava num filme pornô kkkk), e ela me chamou pra entrar na sala de jantar.
Depois de andar por um corredor curto, entramos numa sala de estar/jantar, como eles chamam kkkk, um cômodo com metade do tamanho da casa onde eu morava. Do lado direito, tinha uma mesa com seis cadeiras; do lado esquerdo, dois sofás grandes e uma TV enorme. Ela me convidou pra sentar num dos sofás e sentou no outro, que ficava de frente. No meio dos sofás, tinha uma mesinha de centro que era tipo uma caixa, com alguns enfeites e umas portinhas embaixo. Aí começamos a conversar sobre como tava o trampo, se eu gostava. Perguntei do que ela trabalhava, e ela disse que era contadora. Começou a contar que conhece o Jorge desde sempre, que se conheceram quando eram crianças e que nunca conseguiram ter um filho porque ele tinha um problema de fertilidade.
Parecia muito estranho estar falando com Ana daquelas coisas na sala da casa dela, e por mais que parecesse que eu tava num filme pornô, eu sabia que nunca ia rolar nada. Mas lá fora a tempestade tava batendo forte, dava pra sentir o vento assobiando e a chuva batendo nas persianas fechadas daquela sala de jantar.
A gente ficou conversando umas meia hora, até que ela, rindo de uma piada que eu fiz sobre meu chefe, abriu uma das portas do criado-mudo, tirou um uísque Johnnie Walker Black Label e me perguntou se eu bebia. Falei que não achava uma boa ideia, porque ela era cliente do lugar onde eu trabalhava. Ela respondeu que não importava, que eu não podia negar um copo de uísque pra ela. Depois de recusar várias vezes, acabei aceitando na base do cansaço, e a gente tomou um copo de uísque cada um enquanto continuava conversando.
Já tinha passado uma hora e meia e a tempestade lá fora estava longe de acabar, a gente já tava no quarto copo de uísque, o álcool começou a me dar calor, tirei o moletom que tava vestindo, no meio do processo levantei a camiseta e deixei minha barriga exposta por uns segundos, quando me ajeitei de novo vi a Ana me olhando descaradamente, mas quando percebeu que eu tava olhando de volta, desviou o olhar na hora. Pensei que era o uísque me fazendo viajar na maionese e pedi pra ir ao banheiro. Ela disse que o banheiro ficava lá em cima, pra eu segui-la, e a gente levantou do sofá em direção a uma escada que ficava atrás da mesa.
Subindo a escada, ela ia na frente e eu não conseguia parar de olhar praquele rabo rebolando. Ela me disse que o banheiro era à esquerda e entrou num quarto na nossa frente. Enquanto mijava, pensei: "Tô na casa da Ana, sozinho com ela, tomando um kiwii kkkkk toma, seu careca do Brazzers, quem te conhece?". Terminei de mijar e, entre risadas baixas, saí do banheiro e ouvi a Ana me chamando do quarto: "Bruno, vem aqui me ajudar com isso". Cheguei no quarto e encontrei ela de jeans nos joelhos, levantando a camiseta enquanto se tocava nos peitos.
Fiquei paralisado olhando pra ela, isso não podia estar acontecendo, ela me olhava com cara de puta pedindo pica enquanto se esfregava nos peitões enormes que ela tem.
A- Assim que eu vi esses abdominais, você me fez ficar toda molhada, gato. Acho que o uísque me deu uma vontade de transar, porque meu marido não me toca há dois meses. E agora você tá na minha frente, não aguento mais, quero que você me coma, Bruno.
Minha cara de espanto era indescritível.
A- Cê acha que eu não percebo como você me olha, cara?
B- Ana, não sei o que dizer.
A- Não fala nada, gatinho, vem e me toca.
Meu pau tava a 4000 por hora e o uísque fez com que eu não ligasse que ela era cliente do meu trampo e que era casada. Fui pra cima dela e comecei a apalpar ela toda de cima a baixo. Uma das mãos dela foi direto pro meu pau e, ao sentir, ela disse: "A puta mãe, olha o pau que você tem escondido nessa calça, tira ele agora!". Comecei a tirar a calça e meu celular caiu no chão, ela olhou pra ele e disse: "Tira uma foto pra você lembrar do dia que me comeu".

Depois de tirar a foto, ela terminou de tirar a camiseta que tava usando e eu me apressei pra tirar a calça e a camiseta do uniforme do supermercado. Ela tirou o jeans e a calcinha fio dental branca que tava usando, ficou totalmente pelada na minha frente, tinha um corpo lindo pra seus 43 anos. Um pouco gordinha, do jeito que eu gosto, e uns quadris que eu agarrei com força quando terminei de tirar o uniforme e fiquei só de cueca. Começamos a nos beijar como se fosse o fim do mundo, e a tempestade lá fora tava cada vez mais forte, dava pra ouvir, mas naquele momento eu só conseguia escutar os gemidos que a Ana dava enquanto me beijava, dava pra ver que não transava há muito tempo, apaixonada por esse jovem verdureiro do supermercado enquanto o marido dela tava a 500 km de distância.
Minhas mãos apertavam com força os quadris dela enquanto ela descia a mão para pegar minha pica e começou a apertar com a delicadeza necessária pra minha excitação chegar no nível máximo. O beijo apaixonado foi cortado de repente, ela me olhou nos olhos e se ajoelhou devagar, e eu sentia que a pica ia rasgar a cueca e sair a qualquer momento. Sem tirar os olhos de mim, ela puxou minha cueca pra baixo e deixou cair o pedaço de carne que estava preso na frente da cara dela. Aquela cara que, ao ver a besta venosa, se transformou numa obra de arte digna de se chamar "A luxúria". O desejo nessa mulher dava pra perceber, e ficou ainda mais claro quando ela enfiou a cabeça na boca. Minha mente explodiu e minha mão foi direto pro cabelo dela, ela tirou a cabeça da minha pica da boca e falou: "Arranca que eu adoro, Bruno" (minha mente explodiu de novo). Comecei a puxar o cabelo dela enquanto ela enfiava o membro inteiro na boca. Comecei a entender que o que ela queria era que eu tratasse ela como uma puta, então puxei o cabelo dela com força pra trás, tirando minha pica da boca dela, e falei:
B-Dale Ana, cê acha que esse cara vai deixar você comer ele? Esse cara vai é te comer todinha.
Os olhos dela brilharam.
A-Si Brunito, me come inteirinha
B-Você está enganada, Ana. De agora em diante, não sou mais o Brunito pra você. Agora sou Bruno e você vai chupar minha pica por mais um tempo, mas baba mais nela e passa mais a língua.
Naquele momento, aquela mulher se transformou. Já não era mais a cliente do supermercado onde eu trabalhava, agora era minha putinha, e eu a tinha de joelhos enquanto estava de costas para um guarda-roupa.
Fiquei chupando ela por uns 5 minutos quando senti que ia gozar e perguntei onde ela queria que eu gozasse. Ela pediu pra eu gozar nos peitos, mas eu tinha outra ideia, agarrei o cabelo dela com força e tirei a pica da boca dela. Enquanto eu me masturbava, ela chegou a falar "na boca, não..." mas foi tarde demais, enchi a boca dela de porra e falei "comigo você engole, Ana, eu não sou o otário do seu marido".
Engulo ela me olhando nos olhos e, quando termino, ela lambeu a boca e depois me disse:
A- Que gostoso, Bruno. Meu marido nunca me tratou assim, mas eu adoro ser maltratada, e você me trata do jeito que eu mais gosto... Como uma puta.
B- Eu te trato como o que você é, Ana. Você me vendeu o personagem da mulher certa no supermercado, mas tô percebendo que você é uma putinha que adora uma pica, e eu adoro isso.
A- Meu marido faz dois meses que não me toca, Bruno, e se vai me tocar, o pau não sobe. Eu sempre aceitei o problema de fertilidade dele, mas isso já tá me deixando louca, preciso de um pau que me coma, e você é a solução pra tudo isso.
Ao terminar de falar isso, ela se levantou. Minha pica já estava dura de novo por tudo que ela tinha me dito. Ela me agarrou e, enquanto me beijava, me levou em direção a uma cama que tinha naquele quarto. Deitei de barriga pra cima na cama e ela subiu em cima de mim, encaixou minha pica na entrada da buceta dela e começou a meter devagar. Eu comecei a sentir aquela buceta molhada e quentinha envolvendo minha pica, tava no paraíso. Ela demorou um pouco pra se acostumar porque eu tava muito duro e ela muito apertada. Mas quando conseguiu se acostumar, começou a se mexer de um jeito espetacular. Colou os peitos no meu peito e começou a me beijar enquanto a bunda dela subia e descia. Eu agarrei as nádegas dela com força e comecei a empurrar a pica cada vez que ela descia. "Me come toda, Bruno, vai", ela começou a falar enquanto se levantava e gemia de prazer, pulando em cima de mim. Ficamos assim por um tempo, os gemidos dela e o barulho da chuva batendo forte na janela era tudo que eu ouvia. Eu apertava as nádegas dela com força e de vez em quando dava uns tapas na bunda que faziam ela soltar um gritinho baixo que me deixava louco.
Ela disse que tava cansada, então se deitou de pernas abertas. Comecei a meter com tudo, e enquanto beijava ela, entre um beijo e outro, ela falava "Assim, Bruno, assim". Em poucos minutos, ela começou a me apertar contra ela. Percebi o que tava rolando, continuei metendo com tudo e ela começou a gozar de um jeito infernal. Parecia que ela tava se mijando. Vendo aquilo, fiquei tão excitado que comecei a gozar também.
Entrelaçados, aproveitando o prazer, ela me abraçava forte, me apertava contra ela, como se não quisesse que eu tirasse a pica de dentro. Eu tava totalmente entregue, depois de trampar o dia inteiro, essa mulher mal cuidada me pegava pra saciar as necessidades dela. Ficamos naquela posição por um tempo e, quando nos separamos, ela disse:
A- Tô morta!
B- Eu também. Você me matou, Ana!
A- Você matou meu cara. Que tal eu fazer algo pra comer e a gente continuar daqui a pouco?
B- Eu adoraria
Enquanto a tempestade lá fora estava mais forte do que nunca e Jorge estava em Artigas,
enchendo o saco como sempre, eu tava no paraíso com a Ana, a cliente coroa que me deixava maluco.
4 comentários - Cliente madura gostosa