Fala, galera. Fiquei um tempo sumido por causa do trampo. Peço desculpas aí, sem mais enrolação. Tô trazendo esse relato que começou faz um tempo, mas só agora rolou algo importante pra contar. Apresento pra vocês a Isabel.
Isabel é uma mulher nova, por volta dos 30, com uma filha e marido. Ela é baixinha, tem 1,60m. O cabelo dela é comprido e liso. A pele é morena cor de canela, o que faz o sorriso dela, com aqueles dentes branquinhos, se destacar ainda mais. Ela tem pouca bunda, mas uma frente bem avantajada. Ela costuma usar blusas bem largas ou de botão, então vive deixando o sutiã à mostra, e de vez em quando escapa um peitinho, como se quisesse pegar um ar. Um mamilo escuro e bem gordinho.
Ela cuida dos envios e recebimentos dos materiais onde eu trabalho. Então nossa comunicação é bem pouca, mas até pouco tempo atrás, num projeto novo, tivemos que nos relacionar mais. Não tinha nenhuma intenção com ela, só precisava terminar esse projeto logo. Ela, sempre mostrando o decote, me bombardeava de perguntas. Claramente percebia que eu olhava pra ela, mas sei lá se era a atitude tão relaxada dela ou algo mais... Que não ligava. E se ela não ligava, eu também não. Um dia, a gente tinha uma apresentação em cima. Tava correndo. Aí, num descuido, a blusa dela escorregou de um dos ombros, deixando a teta de fora. Óbvio, o sutiã cobria, mas me deixou bem claro as dimensões daquelas massas de prazer. Tive que fazer sinal com o olhar pra ela perceber — ia ficar com vergonha se alguém nos pegasse naquela situação. Ela só sorriu, levantou a blusa. Eu tava vermelho. Ela falou: "I — relaxa, acho que não são as únicas que você já viu." E deu uma gargalhada. "É... não são as únicas. Mas são as maiores." Não sei por que falei isso. Ela sorriu e continuou com o que a gente tava fazendo. Quando terminou a apresentação, fui ao banheiro. Finalmente podia relaxar. Tava mijando quando alguém mais entrou. Não dei importância. Mas ouvi algo: uma voz de mulher. Era a Isabel. "I — gostaram do trabalho? Agora podemos descansar." "É... o que você tá fazendo aqui?" "I — vim te agradecer." Ela abaixou a blusa e os peitos dela estavam no ar. Tinha tirado o sutiã. Dava pra ver aquela auréola preta enfeitada com aquele mamilo gostoso.
Ela se aproximou, se ajoelhou e começou a chupar meu pau com uma habilidade dos infernos. Eu gozava a cada sugada. Não podia acreditar que alguém tão quietinha e inocente tivesse essa habilidade. Ouvimos uns barulhos e ela saiu do banheiro arrumando a blusa. Chegou uma mensagem pra mim. Terminamos mais tarde.
Isabel é uma mulher nova, por volta dos 30, com uma filha e marido. Ela é baixinha, tem 1,60m. O cabelo dela é comprido e liso. A pele é morena cor de canela, o que faz o sorriso dela, com aqueles dentes branquinhos, se destacar ainda mais. Ela tem pouca bunda, mas uma frente bem avantajada. Ela costuma usar blusas bem largas ou de botão, então vive deixando o sutiã à mostra, e de vez em quando escapa um peitinho, como se quisesse pegar um ar. Um mamilo escuro e bem gordinho.
Ela cuida dos envios e recebimentos dos materiais onde eu trabalho. Então nossa comunicação é bem pouca, mas até pouco tempo atrás, num projeto novo, tivemos que nos relacionar mais. Não tinha nenhuma intenção com ela, só precisava terminar esse projeto logo. Ela, sempre mostrando o decote, me bombardeava de perguntas. Claramente percebia que eu olhava pra ela, mas sei lá se era a atitude tão relaxada dela ou algo mais... Que não ligava. E se ela não ligava, eu também não. Um dia, a gente tinha uma apresentação em cima. Tava correndo. Aí, num descuido, a blusa dela escorregou de um dos ombros, deixando a teta de fora. Óbvio, o sutiã cobria, mas me deixou bem claro as dimensões daquelas massas de prazer. Tive que fazer sinal com o olhar pra ela perceber — ia ficar com vergonha se alguém nos pegasse naquela situação. Ela só sorriu, levantou a blusa. Eu tava vermelho. Ela falou: "I — relaxa, acho que não são as únicas que você já viu." E deu uma gargalhada. "É... não são as únicas. Mas são as maiores." Não sei por que falei isso. Ela sorriu e continuou com o que a gente tava fazendo. Quando terminou a apresentação, fui ao banheiro. Finalmente podia relaxar. Tava mijando quando alguém mais entrou. Não dei importância. Mas ouvi algo: uma voz de mulher. Era a Isabel. "I — gostaram do trabalho? Agora podemos descansar." "É... o que você tá fazendo aqui?" "I — vim te agradecer." Ela abaixou a blusa e os peitos dela estavam no ar. Tinha tirado o sutiã. Dava pra ver aquela auréola preta enfeitada com aquele mamilo gostoso.
Ela se aproximou, se ajoelhou e começou a chupar meu pau com uma habilidade dos infernos. Eu gozava a cada sugada. Não podia acreditar que alguém tão quietinha e inocente tivesse essa habilidade. Ouvimos uns barulhos e ela saiu do banheiro arrumando a blusa. Chegou uma mensagem pra mim. Terminamos mais tarde.
1 comentários - Isabel é uma gostosa