Comendo uma gostosa

Uma noite sozinho no apartamento e, de tesão, entrei num chat e contatei uma transexual que, assim como eu, estava bem excitada. Vimos a distância entre a gente e marcamos pra essa mesma noite. Então me vesti e fui pra casa dela. Chego no endereço e ela me recebe com um baby doll que cobria os peitos, meia barriga e a calcinha fio dental com ligas escondiam um volume que, embora não muito visível, revelava que ali tinha algo escondido. Ela me convidou pra entrar e sentar num sofá grande, perguntou se eu queria algo pra beber e, como não bebo álcool, falei que não. Perguntou se eu fumava, também não. "Sou um chato", falei, e ela riu quase às gargalhadas. Perguntou se eu tinha experiência e lembrei como era chato, o que a fez sorrir de novo. "Mas já", falei, "uma vez me masturbei enquanto enfiava um dildo no cu, então virgem total não era." Ela sorriu de novo e me explicou algo que eu não esperava. — Imagino que você tenha uma ideia pré-concebida de travestis com pau grande e duro, infelizmente acho que isso não se aplica a mim. Lamento se você veio com outra ideia, ela disse. — Na verdade, eu vim com a ideia de poder curtir e me sentir entregue ao seu lado, mais putinha, sabe, poder chupar você e a gente foder. — Raramente fico dura, gosto de receber, me sentir mulher, não gosto de drogas e coisas que aumentam o desejo sexual, ela falou, baixando levemente a cabeça como se envergonhada. Senti algo por ela que me fez me aproximar e colocar minha mão no rosto dela, por baixo do cabelo comprido. Ela me olha e sorri, e a gente se beijou. O que começou com beijos suaves, lábios se tocando, abrindo a boca só um pouco, foi ganhando paixão e as línguas começaram a sair pra buscar a outra boca. As mãos começaram a acariciar, as minhas no rosto dela, as dela no meu. A gente se olhou por um momento e sorrimos. — Você é linda, adoro seu sorriso, adoro sua pele. — Você é muito cavalheiro. Me deixa tirar sua roupa? — Se é o que você quer. As mãos dela percorreram meu peito até chegar na cintura, assim que ela começou a tirar a roupa, foi subindo devagar, acariciando minha pele enquanto levantava a camiseta. Meus mamilos endureceram na hora que ela tocou neles com a ponta dos dedos por um instante; levantei os braços e fiquei com o torso nu. A boca dela se aproximou da minha e, com um suspiro, fez o gesto de um beijo, mas tirou os lábios para grudar os dela no meu pescoço. Descendo devagar pela minha pele, sentia arrepios de prazer, ainda mais quando chegou no mamilo, onde parou pra fazer dele o brinquedo da boca e da língua dela. Minhas mãos não queriam perder o prazer, então fui acariciando as costas dela até achar o fecho do sutiã; quando ela sentiu que ele se soltava, fez um movimento experiente pra tirá-lo de cima sem parar de beijar meus mamilos, que ela percorria de um ao outro, quase sem deixar um pedaço do meu peito sem passar os lábios.Comendo uma gostosaEu tava frenético, louco de tesão, e quando tô assim quero beijar, chupar. Então coloquei minhas mãos no rosto dela e levantei ela até poder beijá-la, o beijo já era erótico, ardente e apaixonado. As mãos dela já tentavam tirar minha calça de algum jeito, as minhas percorriam o corpo dela e depois de um tempo pararam nos peitos dela. Me afastei dos beijos dela pra procurar os mamilos, devolvi o carinho e a paixão que ela colocou nos meus enquanto ela acariciava meu cabelo, dava pra ouvir gemidos leves a cada mordidinha suave que eu dava nas tetas dela e sentir ela gozar tava me deixando louco de tesão. Ela interrompeu meu deleite nos peitos dela me afastando e me fazendo deitar no sofá, em segundos eu tava completamente nu, totalmente à mercê dela, com meu pau duro colado na minha barriga. As mãos dela acariciaram meu peito enquanto a boca dela foi perto do umbigo e arrastando a língua foi subindo devagar até que ela fez eu sentir o peito dela roçando minha ereção. Ela me deu um beijo de uns segundos e desceu de novo me cobrindo de beijos e carícias, minha respiração ofegante mostrou pra ela o quanto eu tava curtindo. O roçar do peito dela descendo sobre o pau duro tava me enlouquecendo e com uma sensação de que a qualquer momento eu explodia só com uns roçares, carícias e beijos. A boca dela parou na cabeça, inchada pra estourar, a língua dela fez uns movimentos que quase me mataram de prazer quando roçava o limite da cabeça dura. Ela foi enfiando na boca dela devagar sem levantar o olhar, as mãos dela percorriam meu peito e minha barriga enquanto eu sentia a língua e os lábios dela cobrindo quase completamente o pau.travaPor uns minutos fiquei me deliciando entre beijos, carícias e chupadas que estavam me dando um prazer tão grande que eu quase ia estourar. As mãos dela pousaram na minha bunda, me dando a entender que queria que eu levantasse um pouco. Me apoiando no sofá, levantei o quadril e senti a língua dela percorrer minhas bolas. Depois de alguns segundos, sinto a saliva dela escorrendo pelo meu cu, e então um dedo se apoiando no meu ânus enquanto mais saliva caía. Com movimentos suaves, ela acariciava em círculos, e então senti a língua dela tentando me penetrar, o dedo dela de novo, que já estava quase todo dentro de mim, e depois a língua... Ela se ajoelhou na minha frente, com a ponta dos dedos limpou o líquido que saía do meu pau e levou aos lábios. Ia passar a língua para limpar os dedos, mas me levantei e roubei esse prazer dela, beijando-a e chupando o líquido. Nos beijamos por um momento até que ela se levantou e me pegou pela mão, me levando para o quarto dela. Ela me pede para deitar na cama enquanto abre uma gaveta e tira um dildo não muito grande. — Quer? Eu te dou enquanto você me dá o seu. Com um sorriso, fiz um sinal de aprovação, e ela sentou em cima de mim de costas, enquanto acariciava minhas bolas e meu cu. Com um sinal, ela indica um pote de creme na mesinha de cabeceira. Passo uma boa porção no meu pau e acaricio a bunda dela aos poucos. Ela, de quatro, se contorce aproveitando as carícias. Passo mais creme nos dedos e vou dilatando o cu dela devagar até penetrá-la com dois dedos. Os gemidos de prazer dela são intensos. Ela me pede o pote de creme e retribui a atenção. Eu continuo acariciando e masturbando a bunda dela, ela já tem dois dedos no meu cu e estou no paraíso. Então sinto o dildo entrando devagar. Depois que está dentro, ela pega minha mão e a move. — Me penetra, amor.travestiAcomodo a pica na entrada e ela vai sentando devagar até enfiar tudo. Ela se mexe lentamente enquanto eu tento segurar os movimentos dela com as mãos na cintura, porque sinto que não vou aguentar muito. A mão dela desliza a borracha no meu cu com maestria e tá me matando de prazer. — Não aguento mais, falo depois de nem um minuto. — Relaxa, enche eu. E foi o que fiz, ela se mexeu com jeito pra apressar o inevitável e eu enchi ela com o que pareceram jorros e jorros de porra, nunca tinha sentido um orgasmo igual. A mão dela ainda continuava socando meu cu com frenesi enquanto a bunda dela rebolava na minha pica, espremendo tudo. Me levantei e virei ela, senti o dildo voar do meu cu. Ela abriu as pernas, sabendo o que eu queria. Meti antes que o tesão passasse depois daquela gozada e comecei a bombar como um possesso, ouvindo os gemidos e os pedidos dela: — Isso, meu amor, me come gostoso, me dá forte, por favor! Os braços dela se enlaçaram nas minhas costas, as pernas na minha cintura, a gente se beijou. Por algum motivo, minha ereção continuava, eu ainda tava muito excitado e, mesmo mais sensível, não queria parar. A mistura de porra lubrificando o cu dela fazia eu entrar e sair sem esforço. As mãos dela no meu rosto me fizeram levantar, depois ela colocou no meu peito pra eu me erguer mais. Vi a cara dela e as expressões de prazer intenso me fizeram meter ainda mais forte. Percebi que com uma mão ela tentava se masturbar, o pau dela tava duro como pedra e, mesmo pequeno, dava pra ver que tava bem inchado. Pus saliva na minha mão e tirei a dela. A cada estocada, minha mão se mexia como se a pica dela tivesse sendo fodida. — Vou gozar, ela fala. — Deixa eu chupar? — Pode, meu amor, sou sua. O corpo dela começa a arquear e os gemidos ficam intensos. Sinto o primeiro jorro pular no peito dela e me abaixo na hora, cobrindo o pau dela com a boca. Meto dois dedos procurando a próstata dela, masturbando ela com a boca enquanto saboreio o leite dela. porra enchendo meu cu. Ela puxa meu cabelo pra eu subir. - me dá, ela diz. A gente se beija e eu compartilho o esperma dela, que ela procura com a língua. Ficamos abraçados na cama. Tenho o corpo dela nos meus braços e acho que tô apaixonado. Ela acaricia meu peito e depois desce até meu pau mole, restos de porra grudam na mão dela e ela arrasta até meu cu. - Pode parecer mentira, mas faz muito tempo que não gozo assim, só um pouco de líquido. Você me fez gozar pra caralho. - Você me fez gozar como acho que nunca gozei, eu digo. E realmente acho que nunca tive um tesão tão forte seguido de um orgasmo igual. Cê sabe, sou sem graça. A realidade me aperta e sei que isso era um serviço pelo qual tenho que pagar e não sei como dizer. Dou a entender que quero saber as horas, mas ela faz um gesto pra eu não fazer isso. - Se você não tiver nada pra fazer, gostaria que ficasse mais um pouco.transsexualNós nos beijamos suavemente e sorrimos. Ela se acomoda melhor nos meus braços. Fomos pra cozinha nos tratar um pouco, no meio do caminho algo aconteceu, simplesmente virei o animal que sempre fui e fui direto nela, então comecei a chupar os peitos dela como se não houvesse amanhã. O negócio é que ela também perdeu a cabeça — que gostosa você tá, amor, quero te foder de novo! — uff!, que bem você chupa meus peitos, safado: Tô ficando muito puta. Eu continuei apalpando aqueles peitões da Promíscua e abri bem as pernas dela, na minha frente tava aquela buceta toda raspada e eu enfiei na boca e comecei a dar prazer com minha boca — uau!, que bem você chupa, canalha, Adoro como você engole minha buceta. Ela se jogou pra trás, apoiando as mãos femininas no balcão da cozinha, e eu comecei a chupar o pau transexual dela, e a puta abria mais e mais as pernas pra que o boquete gostoso que eu dava fosse ainda mais prazeroso e satisfatório. A porca gemia e ofegava, bufando e resfolegando de tanto prazer. — você é um filho da puta viciado e perverso, tá me matando de gosto, seu safado. A Promíscua pegou no meu pau, que também tava duro, e eu parei de chupar o pau transexual dela e ela se dedicou inteiramente a mim — que putinha você é. Adoro como você engole meu pau, gostosa! A vagabunda engolia e chupava com ardor meu pau, tirava e colocava na boca lasciva de uma foxy transexual no cio e me matava de prazer, enquanto ela tava sentada de pernas abertas no banco da cozinha, com o pau transexual bem duro apontando pro teto — sua vadia!, Promíscua!, tá me matando de gosto!, gostosa! A puta sedenta brincava e brincava com meu pau duro, enfiava e tirava minha rola ereta e colocava de novo na boca cheia de saliva escorrendo, me mostrando que tava presa numa luxúria sufocante e eu tava morrendo de obscenidade e impudícia. — vem aqui, amor!traveca— Que delícia que você tá me chupando, puta, você é uma raposa depravada, adoro! — soltei entre suspiros lascivos. A raposa parou de mamar e chupar meu pau duro e colocou as mãos femininas no banco pra me mostrar e exibir aquele rabo libidinoso que já tava pedindo pra ser fodido e sodomizado — Amor, enfia em mim, eu quero, love! — Uff!, ah!, oh!, ah!, como entra, raposa! — Sim, filho da puta, sim!, sinto você me perfurando, canalha! — Fico mais tesudo sentindo o aperto do seu cu, sua puta promíscua! — Você é um filho da puta!, tá me perfurando com dor! Já tinha enfiado meu pau duro e grosso bem fundo nas entranhas anais da vagabunda, e nós dois começamos a nos mover com safadeza e luxúria, porque o momento erótico e obsceno da foda anal nos deixava mais tarados e depravados, e começamos a nos insultar com mais obscenidade e impudência, se é que isso era possível. — Raposa!, puta!, você tá me matando de prazer!, sua promíscua! — Me fode, filho da puta!, me fode viva!, arrebenta meu cu, canalha! — Sim, toma pau!, sente meu cacete, porca! — bufava enquanto enfiava mais e mais pausadas nessa puta obscena — Dá prazer pro meu cu, seu filho da puta!, faz de mim sua raposa! — Sente meu cacete, puta!, você me enlouquece, raposa! — uivava de prazer ao perceber o quanto ela tava extasiada recebendo minhas pausadas no cu ardente. Enquanto eu penetrava e fodía o cu dela, levantei a camiseta o máximo que pude, quase tirando ela, e isso me deixava mais tarado e tesudo, enquanto essa puta vagabunda não parava de gemer como uma promíscua de bordel — Sim!, geme mais!, promíscua!, sente meu cacete, raposa! — Você é um garanhão filho da puta!, seu filho de uma puta, como você me fode bem, canalha! — resfolegava enquanto balançava e oscilava libidinosamente o cu ativo e barulhento de vagabunda libidinosa. A vagabunda inclinava o torso cada vez mais sobre o banco pra que a foda anal que eu tava dando nessa puta transexual fosse mais gostosa e prazerosa e a levasse a um paroxismo brutal — Você é um garanhão filho da puta, filho de uma puta!, me Tá me comendo gostoso, seu cabrão! - ela dizia toda tesuda entre espasmos anais - e você é uma foxy que me deixa louco, Promiscuous! - gritei eu todo excitado - cabrão, cabrãozão, me dá mais rabo!, não para, cabrão! - ela afirmou entre gemidos sexuais, a foxy - agh!, uff!, agh!, toma cock, Promiscuous!, ah!, que prazer que você me daaa!, Promiscuous! - sua puta!, foxy!, mexe mais essa bunda, foxy! - sim, cabrão, sim!, eu fico louca com suas mil pirocadas, filho da puta! A gente trocou de posição e se acomodou num canto da cozinha, enquanto ela apoiava as mãos com força no balcão e sentia como se eu estivesse furando aquele cuzinho libidinoso, tão agitado, quicando em cima de mim com meu pauzão dentro das entranhas anais dela - cabrão, você tá me matando de prazer!, me dá mais! - goza, puta!, goza, Promiscuous!, toma rabo!, sente meu pau, foxy! - ah!, sim!, cabrão, como eu sinto!, você tá me destruindo! - adoro foder bundas de travesti, Promiscuous!, que puta você é, sua vagabunda suja! - continua, cabrão, continua!, você tá me machucando e eu adoro, filho da puta! - Você me deixa muito tarado, porca!, toma cock, vaca! A putona, depois de quicar e requebrar com meu pau duro no cu dela, decidiu que a gente ia trocar de posição de novo e voltar pra primeira pra foder melhor e com mais satisfação anal, porque ela tava cada vez mais safada e não parecia querer que a surra de pica que eu tava dando nela acabasse - vamos trocar de posição, canalha!, me destrói a bunda, vamos! - sim, puta!, agora você tá mais e mais agitada e não vou perder a chance de te encher de pica e te entupir sem parar! Ela apoiou o torso feminino e balançou as tetonas fenomenais de foxy safada enquanto eu agarrava e apertava aquele cuzinho libidinoso e continuava uma penetração anal lenta e progressiva dentro da vagabunda - sua vaca suja, me deixa muito no cio, foxy!, Promiscuous! - me dá rabo, filho da puta!, eu gosto, canalha! - toma cock, porca!, goza meu rabo!, vagabunda! - continua, cabrão, eu gosto!, não para! - toma mais, Promiscuous!, toma rabo, porca!, toma cock, puta!, toma e toma! - você me mata, filho da puta!, caralho, que puta que pariu! Mãe, que prazer danado você me dá, safado! Nós dois gemíamos e soltávamos mil gemidos e gritos de tesão presos num momento erótico muito lascivo, e eu sentia como meu pau duro destruía sem piedade o cu dessa puta depravada, enquanto ela pedia pra eu não parar de arrebentar e destruir a bunda dela. — Você tá me deixando cada vez mais tarada, amor! Vou gozar! — Eu também, Promíscua! Eu também! Ela esticou as costas femininas pra poder pegar no próprio clitóris e se masturbar enquanto eu furava ela com meu pau, pra poder gozar e terminar a fodida anal que eu tava dando nela. — Você é um filho da puta tarado! Que transa você me deu, canalha! — ela afirmou entre gemidos. — E você uma raposa safada, sua Promíscua! Adorei te foder aqui e agora, porca! — uivei de prazer. Enquanto eu terminava de ofegar, essa puta porca se ajoelhou na minha frente, e eu joguei minha porra cremosa, pastosa e quente de macho nela, enquanto eu ofegava e gemia, e depois esfreguei os últimos coágulos de porra cremosa de macho nas tetas fenomenais dela. — Você me deixou muito satisfeito, porca! — E você também, canalha! — Espero que isso se repita. — Sim, espero que sim. Fomos os dois pro banheiro, e ainda deu tempo dela me fazer um boquete enquanto tomávamos banho juntos, e eu saí ainda mais relaxado. Acordamos abraçados, sem saber que horas eram, pouco nos importava. Levantamos, tomamos banho juntos e comemos algo pra recuperar as forças.travesti
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