Hoje vou compartilhar com vocês uma história que um amigo me mandou por e-mail:
Olá, me chamo Ricardo, sou um homem aposentado da Luz e Força do Centro. Atualmente, na minha idade, sou divorciado. Tive dois filhos, dois homens: Michel, o mais velho, e Antônio, o mais novo.
Hoje moro na província de Taxco, em Chiapas, no México, uma linda cidade colonial, cheia de turismo e casas antigas.
Atualmente, vivo com minha parceira, meu filho Michel, que agora é uma garota transexual. Nunca pensei que meu filho acabaria se tornando minha segunda mulher. Vou contar um pouco mais sobre ele para vocês entenderem como chegamos a isso.
Meu filho Michel, o mais velho, desde criança já mostrava sua preferência. Escondido, usava a calcinha das primas ou os saltos da mãe, adorava se vestir de mulher. A mãe dele e eu entendemos a natureza do nosso filho, então, desde os 11 anos, começamos a levá-lo a psiquiatras para receitar hormônios e ele se tornar mulher. Sempre quis ter uma filha, no fim, a gente sempre quer a felicidade dos filhos.
Quando meu filho completou 18 anos, já parecia toda uma mulher. Por causa dos hormônios, ele não desenvolveu um pênis muito grande nem "pomo de adão". Depois disso, ele, ou melhor, ela, começou a trabalhar num restaurante como cozinheira para pagar as operações, vocês sabem, peitos, bunda e tal... Nessa época, o presidente Calderón, no México, liquidou todos os trabalhadores da LYF, e com esse dinheiro comprei um pequeno hotel, ou melhor, uma pousada na cidade de Taxco. Aos poucos, fui tocando o negócio, e com minha aposentadoria, vivo bem.
Como minha filha Michell trabalhava num restaurante, falei pra ela: já que você sabe as receitas, propus que assumisse o restaurante pra gente gerar mais grana com os turistas. Aí depois disso, com as economias dela, ela fez a primeira cirurgia pra tirar os traços masculinos e depilar o corpo... essa foi a primeira, que eu cuidei dela. Depois veio a lipoescultura e a cirurgia pra fazer o quadril... essa foi a segunda. No ano seguinte, ela fez a terceira: aumento de peitos, lábios, maçãs do rosto (bem, honestamente, ele já não era mais meu filho, ou o que restava dele). Ela já tava até começando a usar minissaias e tops.
Lembro até hoje que, quando saía na rua ou a gente dava um passeio pela cidade, tipo todo mundo, eu chegava a notar os olhares, de jovens, adultos e até de coroas como eu.
Mas até aí, eu sentia por dentro que minha filha Michell, agora que tava mais mulher, ia arrumar um parceiro rápido. Pra ser sincero, eu sei bem que as garotas trans são muito disputadas, até eu mesmo, durante anos, pulei a cerca com a minha mulher com várias minas, trans ou putas comuns. Talvez isso tenha ajudado a eu aceitar minha filha Michell e facilitado o divórcio com a minha esposa. Meu filho mais novo, depois do divórcio, foi pros Estados Unidos trabalhar, e a mãe dele arrumou outro homem, com quem agora tem mais um filho. Mas, pra ser sincero, a gente perdeu contato. Tanto minha ex quanto meu filho, não vejo há quase 8 anos.
Era nosso terceiro ano em Taxco, e minha filha Michell já tava planejando trocar as próteses de silicone por umas mais naturais ao toque. Pra ser sincero, o negócio de turismo rende uma grana boa, mais do que eu imaginava. Então, antes do dezembro daquele ano, comprei dois terrenos ao lado do hostel, construí mais quartos, piscina (ou alberca, como preferir) e, finalmente, um bar pra fazer uma espécie de balada.
Em dezembro daquele ano, com os clientes e o pessoal do meu negócio, a gente fez uma noite de Véspera de Natal. Pra ser sincero, não sou alcoólatra, não bebo muito, só uma ou duas cervejas e vou dormir. Mas naquele dia, entre álcool e comida, só lembro que no dia seguinte, ao acordar, tinha passado a noite com meu filho. Os dois estavam nus, ele com 24 anos, e eu tinha roubado a virgindade dele, arrombado a bunda dele fodendo.
Me senti mal, como é que aquilo tinha acontecido... Era a dor de cabeça, a tontura, a culpa...
Enfim, como pude, me levantei e fui tomar banho. Meu pau tava com um cheiro horrível, tipo suor e merda... Mas entrei no chuveiro e, quando tava lavando a cabeça, minha filha entrou. E ao vê-la nua, fiquei duro de novo. Uma ereção, meu pau subiu, mas nisso ela pegou ele com a mão e começou a masturbar. Eu falava pra ela parar, mas já não importava mais... Eu já tava começando a curtir...

E assim, com dor de cabeça e tontura, comi minha filha Michell no banheiro, arrebentei a buceta dela de novo até deixar sangrando... nunca me senti com um pau enorme, mas me viro bem, claro que não sou igual àqueles negões que parecem ter uma anaconda no lugar do pinto, mas isso sim, posso dar uma garganta profunda na minha filha.
O que começou como um erro virou uma mudança de vida de quase 180 graus. Aconteceu que de dormirmos em quartos separados, o quarto dela passou a ser um cômodo alugado, e o meu quarto, que tinha uma cama de solteiro, virou uma de casal. Era como ser casado com minha filha Michell, só que, claro, não podemos ter filhos porque uma coisa que me enlouquece é que ela ainda tem um pinto, não muito grande, mas adoro foder ela enquanto vejo o pau dela balançando no ar.
Ela gosta de usar tangas, mas eu fico louco vendo ela de calcinha ou meia-calça, isso, no meu gosto, deixa ela mais gostosa. Assim vivemos por quase 3 anos, já era 2016, quando um dia um casal alugou o hotel e nosso restaurante para a recepção depois do casamento que teriam. Pra ser sincero, era a primeira vez que via uma igreja casar um casal de homossexuais, chamava-se Igreja Casa de Luz, e sim, casava gays ou casais que a Igreja Católica e outras não aceitam.
Como pude, entrei em contato com o pastor dessa congregação, expliquei meu caso e tudo, e ele aceitou que eu poderia me casar (nunca disse que minha parceira era meu filho Michell). Assim, no dia 1º de novembro, comprei um anel e, no jantar num restaurante perto da gente, pedi ela em casamento, e minha filha Michell aceitou. No dia 25 de dezembro de 2017, o pastor viajou até meu hotel e, numa recepção com amigos e vizinhos, o casamento aconteceu.
Deixei o hotel aos cuidados de uma das minhas funcionárias e fomos para a lua de mel, em Baja California, em Los Cabos... Lá, fizemos amor de novo como da primeira vez. Pra ser completamente honesto, acho que amo mais minha nova mulher do que minha ex-esposa, não sei por quê, se é pelo jeito dela... ser, o corpo dela ou o jeito que ela me faz amor.
No fim, com um ano de casamento, ela me pediu pra adotarmos um menino ou uma menina pra ela poder ser mãe, e que ela adoraria ser mãe de um bebê. Mas vamos ser sinceros, adotar não é fácil, ainda mais no México, e ainda mais pro tipo de casal que a gente é.
Vou deixar essa primeira parte aqui, espero que vocês tenham gostado, e não hesitem em me escrever aqui e deixar seus comentários... Se despede, seu amigo Ricardo....
Olá, me chamo Ricardo, sou um homem aposentado da Luz e Força do Centro. Atualmente, na minha idade, sou divorciado. Tive dois filhos, dois homens: Michel, o mais velho, e Antônio, o mais novo.
Hoje moro na província de Taxco, em Chiapas, no México, uma linda cidade colonial, cheia de turismo e casas antigas.
Atualmente, vivo com minha parceira, meu filho Michel, que agora é uma garota transexual. Nunca pensei que meu filho acabaria se tornando minha segunda mulher. Vou contar um pouco mais sobre ele para vocês entenderem como chegamos a isso.
Meu filho Michel, o mais velho, desde criança já mostrava sua preferência. Escondido, usava a calcinha das primas ou os saltos da mãe, adorava se vestir de mulher. A mãe dele e eu entendemos a natureza do nosso filho, então, desde os 11 anos, começamos a levá-lo a psiquiatras para receitar hormônios e ele se tornar mulher. Sempre quis ter uma filha, no fim, a gente sempre quer a felicidade dos filhos.
Quando meu filho completou 18 anos, já parecia toda uma mulher. Por causa dos hormônios, ele não desenvolveu um pênis muito grande nem "pomo de adão". Depois disso, ele, ou melhor, ela, começou a trabalhar num restaurante como cozinheira para pagar as operações, vocês sabem, peitos, bunda e tal... Nessa época, o presidente Calderón, no México, liquidou todos os trabalhadores da LYF, e com esse dinheiro comprei um pequeno hotel, ou melhor, uma pousada na cidade de Taxco. Aos poucos, fui tocando o negócio, e com minha aposentadoria, vivo bem.
Como minha filha Michell trabalhava num restaurante, falei pra ela: já que você sabe as receitas, propus que assumisse o restaurante pra gente gerar mais grana com os turistas. Aí depois disso, com as economias dela, ela fez a primeira cirurgia pra tirar os traços masculinos e depilar o corpo... essa foi a primeira, que eu cuidei dela. Depois veio a lipoescultura e a cirurgia pra fazer o quadril... essa foi a segunda. No ano seguinte, ela fez a terceira: aumento de peitos, lábios, maçãs do rosto (bem, honestamente, ele já não era mais meu filho, ou o que restava dele). Ela já tava até começando a usar minissaias e tops.
Lembro até hoje que, quando saía na rua ou a gente dava um passeio pela cidade, tipo todo mundo, eu chegava a notar os olhares, de jovens, adultos e até de coroas como eu.Mas até aí, eu sentia por dentro que minha filha Michell, agora que tava mais mulher, ia arrumar um parceiro rápido. Pra ser sincero, eu sei bem que as garotas trans são muito disputadas, até eu mesmo, durante anos, pulei a cerca com a minha mulher com várias minas, trans ou putas comuns. Talvez isso tenha ajudado a eu aceitar minha filha Michell e facilitado o divórcio com a minha esposa. Meu filho mais novo, depois do divórcio, foi pros Estados Unidos trabalhar, e a mãe dele arrumou outro homem, com quem agora tem mais um filho. Mas, pra ser sincero, a gente perdeu contato. Tanto minha ex quanto meu filho, não vejo há quase 8 anos.
Era nosso terceiro ano em Taxco, e minha filha Michell já tava planejando trocar as próteses de silicone por umas mais naturais ao toque. Pra ser sincero, o negócio de turismo rende uma grana boa, mais do que eu imaginava. Então, antes do dezembro daquele ano, comprei dois terrenos ao lado do hostel, construí mais quartos, piscina (ou alberca, como preferir) e, finalmente, um bar pra fazer uma espécie de balada.
Em dezembro daquele ano, com os clientes e o pessoal do meu negócio, a gente fez uma noite de Véspera de Natal. Pra ser sincero, não sou alcoólatra, não bebo muito, só uma ou duas cervejas e vou dormir. Mas naquele dia, entre álcool e comida, só lembro que no dia seguinte, ao acordar, tinha passado a noite com meu filho. Os dois estavam nus, ele com 24 anos, e eu tinha roubado a virgindade dele, arrombado a bunda dele fodendo.
Me senti mal, como é que aquilo tinha acontecido... Era a dor de cabeça, a tontura, a culpa...
Enfim, como pude, me levantei e fui tomar banho. Meu pau tava com um cheiro horrível, tipo suor e merda... Mas entrei no chuveiro e, quando tava lavando a cabeça, minha filha entrou. E ao vê-la nua, fiquei duro de novo. Uma ereção, meu pau subiu, mas nisso ela pegou ele com a mão e começou a masturbar. Eu falava pra ela parar, mas já não importava mais... Eu já tava começando a curtir...


E assim, com dor de cabeça e tontura, comi minha filha Michell no banheiro, arrebentei a buceta dela de novo até deixar sangrando... nunca me senti com um pau enorme, mas me viro bem, claro que não sou igual àqueles negões que parecem ter uma anaconda no lugar do pinto, mas isso sim, posso dar uma garganta profunda na minha filha. O que começou como um erro virou uma mudança de vida de quase 180 graus. Aconteceu que de dormirmos em quartos separados, o quarto dela passou a ser um cômodo alugado, e o meu quarto, que tinha uma cama de solteiro, virou uma de casal. Era como ser casado com minha filha Michell, só que, claro, não podemos ter filhos porque uma coisa que me enlouquece é que ela ainda tem um pinto, não muito grande, mas adoro foder ela enquanto vejo o pau dela balançando no ar.
Ela gosta de usar tangas, mas eu fico louco vendo ela de calcinha ou meia-calça, isso, no meu gosto, deixa ela mais gostosa. Assim vivemos por quase 3 anos, já era 2016, quando um dia um casal alugou o hotel e nosso restaurante para a recepção depois do casamento que teriam. Pra ser sincero, era a primeira vez que via uma igreja casar um casal de homossexuais, chamava-se Igreja Casa de Luz, e sim, casava gays ou casais que a Igreja Católica e outras não aceitam.
Como pude, entrei em contato com o pastor dessa congregação, expliquei meu caso e tudo, e ele aceitou que eu poderia me casar (nunca disse que minha parceira era meu filho Michell). Assim, no dia 1º de novembro, comprei um anel e, no jantar num restaurante perto da gente, pedi ela em casamento, e minha filha Michell aceitou. No dia 25 de dezembro de 2017, o pastor viajou até meu hotel e, numa recepção com amigos e vizinhos, o casamento aconteceu.
Deixei o hotel aos cuidados de uma das minhas funcionárias e fomos para a lua de mel, em Baja California, em Los Cabos... Lá, fizemos amor de novo como da primeira vez. Pra ser completamente honesto, acho que amo mais minha nova mulher do que minha ex-esposa, não sei por quê, se é pelo jeito dela... ser, o corpo dela ou o jeito que ela me faz amor.
No fim, com um ano de casamento, ela me pediu pra adotarmos um menino ou uma menina pra ela poder ser mãe, e que ela adoraria ser mãe de um bebê. Mas vamos ser sinceros, adotar não é fácil, ainda mais no México, e ainda mais pro tipo de casal que a gente é.
Vou deixar essa primeira parte aqui, espero que vocês tenham gostado, e não hesitem em me escrever aqui e deixar seus comentários... Se despede, seu amigo Ricardo....
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