Depois do divórcio dos meus pais, fui morar com meu pai pra fazer comida e cuidar da casa.
Essa é minha primeira história e tô nervoso, tudo é real. Meu pai é meu macho há 19 anos. Eu tenho 39 agora, me depilo e uso lingerie de mulher, fica muito bom em mim. Sou magro e feminino, chamo atenção dos homens. Meu pai tem 63 agora, já não trabalha porque é aposentado. Terminei um curso técnico e logo eles se divorciaram, e eu me dediquei a dar um lar pro meu pai.
Desde muito pequeno, eu sabia que gostava de homens, e meu pai sempre me apoiou na minha preferência. Mas não meus amiguinhos, e sim os pais deles. Desde criança, eu era afeminado (meu jeito é de mulher), e minha família me mandava com padrinhos e tios que eram bem caipiras (sou de Linares). Tenho 3 tios e meu avô por parte de pai, e um irmão mais velho, só 4 anos mais que eu.
Eles me levavam muito pra caçar, pescar e acampar, e todos tinham um negócio de carpintaria e saíam pra vender móveis e quadros nas fazendas ou em depósitos em Monterrey, Nuevo León.
Aconteceram muitas coisas com eles, mas hoje quero contar como meu pai virou meu macho.
Meu pai nunca me criticou por ser gay, muito menos pela minha vontade de mudar de sexo. Sempre gostei de andar de shortinho curto pra tudo, e adorava enrolar os biquínis pra fazer tipo uma tanga de mulher. Eu via minha mãe usando e gostava, também usava sutiã.


e fundo da mesma cor e calçava tênis pra esperar meu pai chegar e vestir o vestido. A calcinha fio dental ela colocava por último. O quarto era um cômodo grande dividido por cortinas: eu e meu irmão de um lado, meus pais do outro. Do meu lado tinha duas camas de casal e um beliche, porque meus tios e primos sempre ficavam lá — eles moram perto da represa e o ônibus acaba cedo. Nesse sítio mora minha avó com meu avô.
Minha mãe é muito gostosa e naquela época era jovem. Tinha a buceta não muito peluda. Ela me tratava como se eu fosse menina e não se cuidava na minha frente. Quando meu pai chegava, eu ia pro meu quarto pra não fazer barulho, porque depois eu ouvia ele sussurrando pra minha mãe. Eu espiava devagar, puxando a cortina de lado, e via meu pai enfiando a mão na bunda que as meia-calça faziam, e minha mãe reclamava. Ele chupava os peitos dela e tirava a pica pra fora, querendo que ela chupasse, mas minha mãe não quis. Aí ele só virou ela na cama e comeu ela. Eu fiquei muito excitado. Já conhecia a pica do meu pai porque quando chegávamos tarde — ele sempre me levava com os amigos dele pra cantinas ou pra uma academia de boxe que ele frequentava, enquanto eu fazia pilates ou um pouco de yoga.
Meu pai, já bêbado, me sentava no colo dele e eu fingia que tava dormindo. Tinha um amigo, Valentim, um senhor bigodudo de uns 40 anos, e sempre andavam ele e outros quatro: Albino, Gerardo, Reynaldo e Lúcio, vendedores de porta em porta. Com todos eu tive sexo depois das minhas operações, mas isso é outra história.
Naquela época, eu chupava o Valentim e adorava a pica peluda dele — muito peluda — e os testículos também, as pernas, tudo peludo. Ele ficava lá pra ir embora no dia seguinte, e a noite inteira eu ficava chupando. Sempre saía muito leite. Ele foi o primeiro que me disse que se eu precisasse de dinheiro pra operar e tirar os traços masculinos, ele me dava — e eu aceitei. Com o tempo, coloquei peitos de silicone e tirei costelas. ter cadera de fêmea.
Naquele dia que meu pai comeu minha mãe, ele chegou umas 11 da noite e o Valentín ficou por lá. Minha mãe tava brava e mandou eu deitar na minha cama pra virar ele caso ele se engasgasse. Aí tirei a camiseta e os sapatos dele, ia deixar a calça, mas quando enfiei a mão nos bolsos, procurei a rola dele e quando toquei nela senti um arrepio. Disfarcei, fingindo que nada, e puxei a calça pelas pernas. Ele tava de sunga colada, quadriculada vermelha, azul e branca — era uma sunga de banho que ele usava como cueca. Levantei as pernas dele na cama e apaguei a luz. Daí a pouco chegou o Valentín. Meu irmão roncava, e meu pai mais ainda. Ele tava de cueca furada, por baixo do elástico os bagos escapavam. Ele foi e ficou comigo pra eu chupar tudo, mas aí se levantou, abriu as nádegas e falou: "Dá um beijinho, lambe como picolé". Tava muito peludo e tinha um cheiro forte de suor, mas o gosto não me desagradou. Gozei rápido naquele dia, ele também, e eu dormi. Acordei depois porque ouvi um barulho estranho. O Valentín não tava na minha cama nem na dele, e eu ouvia a voz da minha mãe. Fui de quatro até a cortina, igual quando eu espiava meus pais. Lá tava o Valentín pelado, com a cara entre as pernas da minha mãe. Vi os dois e, em vez de ficar com raiva, fiquei com muito tesão. Ouvi os roncos do meu pai e fui de quatro até a cama dele e subi com ele. Eu ouvia eles comendo minha mãe e de repente não aguentei mais: enfiei a mão direta por baixo da cueca dele. Quando peguei, tava dura, mas ele roncava igual. Senti os pelos, não eram muitos, mas chegavam na barriga, e senti os ovos suados dele. Gozei só de sentir aquilo, e o Valentín continuava com minha mãe como se já tivessem transando há tempos, como qualquer casal. Voltei com meu pai e ele continuava bem dormido. Tirei a cabeça dele por cima do elástico da cueca e chupei ele. Desde aquela noite, passei a ver ele como homem: meu pai moreno, meio cheinho, sem barriga, e quando a gente ficava fora, ele sempre tomava as cervejas dele no hotel. Quando a gente chegava no quarto, eu tirava a roupa dele e a noite inteira ficava beijando e apalpando ele, não senti raiva do que minha mãe fez, fiquei foi feliz, e o Valentim continuava chupando ele de qualquer jeito. Assim, aos poucos, fui mudando meu sexo até que agora pareço uma mulher completa. Meu pai e eu moramos agora em Guadalajara e fazemos a mesma coisa: venda de móveis. Ninguém imagina que ele, como aposentado e divorciado, e eu, como a mulher dele, somos pai e filh@.



Espero que vocês gostem do meu primeiro conto, e se curtirem, talvez eu poste outro e mais fotinhas. Valeu pra todo mundo que me segue nessa Página de Sexo sem Tabus 3.0. Abraços de Guadalajara, sua Amig@ MICHELL
Essa é minha primeira história e tô nervoso, tudo é real. Meu pai é meu macho há 19 anos. Eu tenho 39 agora, me depilo e uso lingerie de mulher, fica muito bom em mim. Sou magro e feminino, chamo atenção dos homens. Meu pai tem 63 agora, já não trabalha porque é aposentado. Terminei um curso técnico e logo eles se divorciaram, e eu me dediquei a dar um lar pro meu pai.
Desde muito pequeno, eu sabia que gostava de homens, e meu pai sempre me apoiou na minha preferência. Mas não meus amiguinhos, e sim os pais deles. Desde criança, eu era afeminado (meu jeito é de mulher), e minha família me mandava com padrinhos e tios que eram bem caipiras (sou de Linares). Tenho 3 tios e meu avô por parte de pai, e um irmão mais velho, só 4 anos mais que eu. Eles me levavam muito pra caçar, pescar e acampar, e todos tinham um negócio de carpintaria e saíam pra vender móveis e quadros nas fazendas ou em depósitos em Monterrey, Nuevo León.
Aconteceram muitas coisas com eles, mas hoje quero contar como meu pai virou meu macho.
Meu pai nunca me criticou por ser gay, muito menos pela minha vontade de mudar de sexo. Sempre gostei de andar de shortinho curto pra tudo, e adorava enrolar os biquínis pra fazer tipo uma tanga de mulher. Eu via minha mãe usando e gostava, também usava sutiã.



e fundo da mesma cor e calçava tênis pra esperar meu pai chegar e vestir o vestido. A calcinha fio dental ela colocava por último. O quarto era um cômodo grande dividido por cortinas: eu e meu irmão de um lado, meus pais do outro. Do meu lado tinha duas camas de casal e um beliche, porque meus tios e primos sempre ficavam lá — eles moram perto da represa e o ônibus acaba cedo. Nesse sítio mora minha avó com meu avô.Minha mãe é muito gostosa e naquela época era jovem. Tinha a buceta não muito peluda. Ela me tratava como se eu fosse menina e não se cuidava na minha frente. Quando meu pai chegava, eu ia pro meu quarto pra não fazer barulho, porque depois eu ouvia ele sussurrando pra minha mãe. Eu espiava devagar, puxando a cortina de lado, e via meu pai enfiando a mão na bunda que as meia-calça faziam, e minha mãe reclamava. Ele chupava os peitos dela e tirava a pica pra fora, querendo que ela chupasse, mas minha mãe não quis. Aí ele só virou ela na cama e comeu ela. Eu fiquei muito excitado. Já conhecia a pica do meu pai porque quando chegávamos tarde — ele sempre me levava com os amigos dele pra cantinas ou pra uma academia de boxe que ele frequentava, enquanto eu fazia pilates ou um pouco de yoga.
Meu pai, já bêbado, me sentava no colo dele e eu fingia que tava dormindo. Tinha um amigo, Valentim, um senhor bigodudo de uns 40 anos, e sempre andavam ele e outros quatro: Albino, Gerardo, Reynaldo e Lúcio, vendedores de porta em porta. Com todos eu tive sexo depois das minhas operações, mas isso é outra história.
Naquela época, eu chupava o Valentim e adorava a pica peluda dele — muito peluda — e os testículos também, as pernas, tudo peludo. Ele ficava lá pra ir embora no dia seguinte, e a noite inteira eu ficava chupando. Sempre saía muito leite. Ele foi o primeiro que me disse que se eu precisasse de dinheiro pra operar e tirar os traços masculinos, ele me dava — e eu aceitei. Com o tempo, coloquei peitos de silicone e tirei costelas. ter cadera de fêmea.

Naquele dia que meu pai comeu minha mãe, ele chegou umas 11 da noite e o Valentín ficou por lá. Minha mãe tava brava e mandou eu deitar na minha cama pra virar ele caso ele se engasgasse. Aí tirei a camiseta e os sapatos dele, ia deixar a calça, mas quando enfiei a mão nos bolsos, procurei a rola dele e quando toquei nela senti um arrepio. Disfarcei, fingindo que nada, e puxei a calça pelas pernas. Ele tava de sunga colada, quadriculada vermelha, azul e branca — era uma sunga de banho que ele usava como cueca. Levantei as pernas dele na cama e apaguei a luz. Daí a pouco chegou o Valentín. Meu irmão roncava, e meu pai mais ainda. Ele tava de cueca furada, por baixo do elástico os bagos escapavam. Ele foi e ficou comigo pra eu chupar tudo, mas aí se levantou, abriu as nádegas e falou: "Dá um beijinho, lambe como picolé". Tava muito peludo e tinha um cheiro forte de suor, mas o gosto não me desagradou. Gozei rápido naquele dia, ele também, e eu dormi. Acordei depois porque ouvi um barulho estranho. O Valentín não tava na minha cama nem na dele, e eu ouvia a voz da minha mãe. Fui de quatro até a cortina, igual quando eu espiava meus pais. Lá tava o Valentín pelado, com a cara entre as pernas da minha mãe. Vi os dois e, em vez de ficar com raiva, fiquei com muito tesão. Ouvi os roncos do meu pai e fui de quatro até a cama dele e subi com ele. Eu ouvia eles comendo minha mãe e de repente não aguentei mais: enfiei a mão direta por baixo da cueca dele. Quando peguei, tava dura, mas ele roncava igual. Senti os pelos, não eram muitos, mas chegavam na barriga, e senti os ovos suados dele. Gozei só de sentir aquilo, e o Valentín continuava com minha mãe como se já tivessem transando há tempos, como qualquer casal. Voltei com meu pai e ele continuava bem dormido. Tirei a cabeça dele por cima do elástico da cueca e chupei ele. Desde aquela noite, passei a ver ele como homem: meu pai moreno, meio cheinho, sem barriga, e quando a gente ficava fora, ele sempre tomava as cervejas dele no hotel. Quando a gente chegava no quarto, eu tirava a roupa dele e a noite inteira ficava beijando e apalpando ele, não senti raiva do que minha mãe fez, fiquei foi feliz, e o Valentim continuava chupando ele de qualquer jeito. Assim, aos poucos, fui mudando meu sexo até que agora pareço uma mulher completa. Meu pai e eu moramos agora em Guadalajara e fazemos a mesma coisa: venda de móveis. Ninguém imagina que ele, como aposentado e divorciado, e eu, como a mulher dele, somos pai e filh@.



Espero que vocês gostem do meu primeiro conto, e se curtirem, talvez eu poste outro e mais fotinhas. Valeu pra todo mundo que me segue nessa Página de Sexo sem Tabus 3.0. Abraços de Guadalajara, sua Amig@ MICHELL
11 comentários - Sou trans e meu velhinho aposentado