Sinopse: Este é um conto fetichista de incesto narrado por mim, onde meu irmão convida minha mãe pra conhecer Montevidéu. Eles vão passar o fim de semana juntos, tendo uma conversa como não tinham há muito tempo.
percebendo que os dois estão numa situação muito parecida na vida.
Link do capítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3734029/Mi-madre-y-mi-hermano-pasan-el-fin-de-semana-juntos-Relato.html
RELATO - Minha mãe e meu irmão passam o fim de semana juntos - 2ª parte
Os raios de sol anunciaram um novo dia. Até o meio da manhã tinha café da manhã grátis no hotel, então eles aproveitaram. Comeram pra recuperar as energias e planejar o dia. Acordaram bem. Ele não lembrava de nada do dia anterior.
O dia passou sem grandes novidades. Depois do almoço, meu irmão foi sozinho pra um museu, já que isso não ia interessar ela, e ela aproveitou pra dar uma olhada nunsas lojas de roupa. Minha mãe aproveitou pra me mandar uma mensagem e tirou umas fotos. Depois disso, o dia foi mais do mesmo. Se encontraram à tarde, passearam pela rua de pedestres. Tomaram um lanche e mais tarde jantaram alguma coisa. Voltaram pro hotel e foram pro quarto.
Ao chegar, se depararam com outra decepção. Não tinha luz e meu irmão já tava quase se irritando de novo.
Calma, filho. Por que a gente não aproveita e vai tomar alguma coisa? É a última noite aqui...
Beleza. Tá bom." Ele disse ainda meio puto, mas logo ia passar.
Minha mãe pegou a bolsa e foi no banheiro se trocar.
Meu irmão ficou surpreso quando viu ela. Ela tava esplêndida. Vestia uma blusa de alcinha preta, uma calça branca meio justa no corpo e uns saltos baixos. Ele estranhou aquele look porque ela não costumava se vestir assim. Ou pelo menos era o que a gente pensava. Ela tava realmente gostosa.
Bom, vamos nessa." Ele disse pra ela.
Saíram do hotel e andaram algumas quadras procurando um lugar que chamasse a atenção. Ela não tava muito afim de noitada, então pra ela qualquer um servia. Escolheram um bar e sentaram numa das mesas da calçada. Pediram algo pra beber, meu irmão incentivou ela a tomar alguma coisa com álcool. Ela não costumava beber, ou bebia muito pouco de vez em quando. Mas essa era uma ocasião especial, então tava de boa.
Minha mãe atraía os olhares dos homens que passavam, de todas as idades, e até de um cara na mesa da frente que ficava de olho nela de vez em quando. Ela tava com um magnetismo danado naquela noite. Bebiam e riam, curtindo o momento.
Kkkk, já volto, vou no banheiro" Falou fazendo um gesto de que ia se mijar.
Mamãe entrou no bar. Lá dentro, o clima tava mais animado. A música tocava alto e parecia mais uma balada do que um bar. Tinha bastante gente em pé, então ela precisava passar pedindo licença. Aquela mulher madura não passou despercebida. Em certo momento, sentiu uma mão num lugar indevido, mas sua ingenuidade a fez pensar que foi algo sem querer, por causa da multidão.
Por sorte não tinha fila no banheiro feminino, na verdade não tinha ninguém. Ela se trancou num cubículo e sentiu alívio ao esvaziar a bexiga. De repente, algo a deixou perplexa. Dava pra ouvir uns gemidos de mulher vindo do cubículo ao lado. Uns suspiros abafados, que de vez em quando ficavam mais altos no meio da música que vinha de fora. Na hora ela entendeu o que tava rolando.
ai meu deus" pensou ela. Daí saiu de lá e foi lavar as mãos. Já tava indo embora, mas alguma coisa fez ela ficar mais um pouco. Tava curiosa, os gemidos tavam ficando mais fortes. Agora dava pra ouvir uma voz masculina gemendo. Batiam nas paredes, dava pra ouvir o barulho dos corpos se chocando e a respiração ofegante dos dois. O cara tava quase gozando quando ela decidiu sair dali de uma vez.
Pouco depois, ele voltou pra mesa e continuaram conversando sobre coisas banais, mas necessárias. Não contou nada do que viu no banheiro. Só estavam de bobeira, sem nenhuma outra preocupação. Agora é meu irmão que vai pro banheiro, deixando minha mãe sozinha na mesa.
Cara, ídolo, monstro, a coroa que tu tá pegando, hein" Disse um dos caras que estavam dentro da balada e não tiravam os olhos da mãe.
E aí, já comeu ela?" Disse outro.
Enquanto isso, minha mãe estava sozinha na mesa à mercê dos predadores. Uns moleques passaram por aquela rua e olharam ela de cima a baixo. Um deles soltou um elogio bem safado.
Uns caras de pau sem educação, não têm idade nem pra serem meus filhos", pensou ela. Quantas coisas tinham mudado desde que ela era jovem.
É a minha véia doente" — respondeu meu irmão pra eles.
Uhh, foi mal, mano.
Ajjaja, tu se deslocou feio" — disse o amigo pro primeiro. Mesmo tendo sido ele quem perguntou se ele tinha ficado com ela.
Quando meu irmão voltou do banheiro, eles se ofereceram pra pagar alguma coisa como desculpa. Ele não queria, mas eles insistiram tanto que não teve jeito, ele aceitou. No fim, iam ficar mais um pouco e depois voltar pro hotel.
Meu irmão voltou pra mesa com aqueles dois caras. Pareciam só um pouco mais novos que ele, e um sentou do lado da mina e o outro do lado do meu irmão. Eles se apresentaram. Tinham uma lábia boa, então a mamãe se distraiu conversando. Convidaram pra mais umas cervejas.
Não, não vou beber mais. Já chega, ela disse.
Nem um copinho? vai lá
Mamãe aceitou e foi tomando de pouquinho em pouquinho mais um copo de cerveja. A verdade é que ela estava se divertindo pra caralho.
A conversa foi entrando em outro território. Mamãe se animou a contar o que presenciou no banheiro.
No banheiro... tinha um casal transando, haha" — ela disse com uma risadinha.
Meu irmão não podia acreditar no que nossa mãe tava dizendo. Na hora o pau dele ficou duro com as coisas que ela contava. Ele escondia a ereção debaixo da mesa. Os pensamentos de ontem voltaram a rondar. Além disso, tava com vontade de ir ao banheiro. Não queria deixar ela com aqueles dois, mas não tinha jeito. Foi ao banheiro dizendo que já voltava. Não conseguiu evitar ter pensamentos impuros sobre ela. Provavelmente por causa do efeito do álcool. Mais uma noite quente tendo ela dormindo de camisola do lado dele. Uma mulher proibida.
Enquanto isso, aqueles dois estavam cada vez mais perto dela. Tavam dando em cima dela. Era claro que a intenção deles era levar ela pra cama, mas não ia ser nada fácil. Daí a pouco meu irmão chegou.
Bom, já vamos nessa." Disse ele, de forma geral.
Sim, vamos filho" Respondeu ela.
Já?
Sim, já vamos. Valeu pelas brejas.
Tinham passado uma noite meio bizarra, mas divertida no fim das contas. Depois de uns minutos, já estavam de volta no hotel.
Um calor infernal. Sem ar, ela abriu a janela pra entrar vento, mas tava quente pra caralho. Uma brisa suave passou.
Vou me trocar." Disse a mamãe.
Foi no banheiro se trocar. Enquanto isso, meu irmão ficou só de short. Minha mãe vestiu de novo a mesma camisola do outro dia, só que agora tava usando uma fio dental. Nunca tinha usado ela. Tava estreando hoje. Só tinha comprado pra se sentir gostosa, nada mais, mas nunca tinha conseguido usar.
Uff, que calor!" — disse ela, sentando na cama pronta pra deitar.
De novo ele pôde ver o corpo semidesnudo da mãe dele. As cadeiras dela e as pernas gostosas. Ele se virou pra deitar. Mas naquela noite ninguém ia dormir, fosse pelos pensamentos ou pelo calor. Minha mãe era uma mulher que tinha dificuldade pra dormir, mas não tinha trazido os remédios que usava de vez em quando. Além disso, tinha bebido, muito pouco, mas tinha bebido, e fora isso, tava desconfortável.
Olho pro lado e vejo que o filho dela tava virado pro outro lado.
Caralho, que incômodo. Não aguento mais isso." Disse ela tirando o corpete.
Pouco depois, ele tirou e deixou de lado. Meu irmão percebeu. Cada vez ficava mais nervoso com a situação. Como se já não fosse estranho dividir a cama com a mãe coroa de camisola e agora de peitos de fora. Não à vista, mas de peitos de fora, afinal.
Também era verdade que não batia uma há um tempão e precisava de um alívio. De algum jeito, o pau tava endurecendo num momento tão inoportuno quanto esse. No pior dos casos, esperaria a mãe dormir pra ir no banheiro e se tocar vendo algum vídeo. Mas aquela mulher não dormia. Era igual uma coruja, com os pensamentos sempre presentes. De repente, ela começa a soluçar.
Tá acontecendo alguma coisa?" Ele disse, um pouco preocupado.
O quê? Não, filho, não tem nada não." respondeu.
Mas acontece que ela era ruim mentindo. Tinha aberto uma porta que não conseguia fechar na conversa que tiveram antes. E mesmo tentando ser forte, aquilo tava mexendo com ela. A verdade é que ela tava com medo, se sentindo à deriva. Embora tivesse sido infeliz a maior parte do tempo no casamento, ele tinha dado uma sensação de segurança pra ela.
Já não sabia se largar tudo tinha sido a melhor escolha. Era difícil recomeçar na idade dela. Daí a mamãe começou a chorar. Ele se levantou e foi pegar um lenço e um copo d'água. Ao entregar, sem querer viu o decote dela e reparou que os biquinhos apareciam. Nervoso, estendeu o copo e depois o lenço.
Valeu" — ela disse, pegando as duas coisas.
Desculpa, eu sempre faço a mesma merda. Estraguei a viagem." Ela continuou dizendo.
Não, mãe, você não estragou nada." Disse ele, sentando-se ao lado dela.
É que eu me sinto tão... Sei lá. Não sei o que fazer. Não é justo eu perder minha família. Eu sempre me sacrifiquei e perdoei um monte de coisa. Só pra gente ficar todo mundo junto.
Mas se você não era feliz, pra que ia continuar aguentando?
Não sei. Não sei não." Disse ela, abraçando ele. Precisava de colo de alguém em quem pudesse confiar. Do próprio sangue dela, alguém que não fosse abandonar ela e fosse cuidar dela.
Você e seu irmão são as coisas mais preciosas pra mim.
Embora sempre tenha tido uma relação mais próxima com ele. Mais aberta a conversas profundas. Sendo os dois muito parecidos nesse jeito sentimental de ser.
Ele sentia ela apoiar os peitos nele, e mesmo que fizesse um esforço, não era de pedra. Mamãe não era boba, tinha percebido, mas não falava nada.
Valeu, sabia que podia contar com você." Dizia enquanto enchia ele de beijos no rosto.
Tá bom, mãe, já deu." Eu dizia. Mas era gostoso. Os dois se consolavam nas suas mágoas. Os dois passando por coisas parecidas.
Ela nunca soube bem por quê, mas naquele momento pareceu a coisa certa a fazer. Fez ele se deitar e, sem dizer uma palavra, subiu em cima dele. Meu irmão ficou atônito, mas não reagiu. Imediatamente, ela olhou fixamente nos olhos dele e depois aproximou os lábios dos dele, encaixando um beijo. Começaram a se beijar. Era uma sensação muito boa. Era algo estranho, mas muito gostoso. Aos poucos, foram ficando mais intensos. Tinha algo não resolvido. Algo que os dois queriam inconscientemente.
Mamãe..." ele disse, quando pararam por alguns segundos.
Shh" — ela disse, querendo se deitar na vertical na cama. Ele se afastou pra um lado. Assim que ela deitou de barriga pra cima, olhou pra ele e abriu as perninhas, chamando ele. A camisola tinha subido e ele conseguia ver a calcinha fio dental preta. O coração dos dois batia a mil. O olhar da minha mãe era completamente estranho pra ele. Era o olhar de uma mulher excitada. Com tesão, com a respiração ofegante. Ela respirou fundo e disse pra ele.
Se não quiser fazer, eu entendo. Mas decide logo, por favor." Os olhos dela expressavam um olhar misto de luxúria e, ao mesmo tempo, vergonha.
Meu irmão tinha a mãe dele se oferecendo pra ele, pronta pra deixar ele meter.
Mamãe...
Aquela não parecia ser a mãe dele. Parecia uma mulher gostosa e excitada. Algo muito intenso percorria o corpo dos dois e, talvez com o julgamento nublado por essa mesma tesão, ele baixou a cueca, deixando à mostra o pau dele todo duro.
Minha mãe se deliciou olhando pra vara dele. Fazia tanto tempo desde a última vez que tinha visto uma, e era a do próprio filho. Os dois estavam prestes a cometer incesto. Iam cruzar a última barreira moral. Mas os dois queriam aquilo, já não tinha mais volta.
Pego minha mãe pelos quadris e abaixo a calcinha fio dental dela. Devagar, fui descendo até os pés dela, tirei a calcinha e joguei de lado. Mamãe levantou a camisola e me mostrou bem a buceta dela. Era uma parada muito forte voltar ao lugar de onde eu tinha saído. Ela tinha uns lábios rosados muito lindos e o púbis coberto por um pouco de pelo. Devagar, peguei meu pau e guiei até a entrada da buceta da minha mãe. Os dois corações estavam prestes a explodir.
Sim, meu amor, mete, mete, por favor." Disse mamãe com os olhos fechados.
Mas ela arregalou os olhos quando sentiu a rola entrando. Tava molhada, mas a buceta dela era apertada. Estranhamente pra idade dela. Talvez pela falta de sexo.
Ohhh" Ele gemeu sentindo como eu apertava a buceta da mamãe.
Ahhhh" ela gemeu, sentindo ele afundar devagar, cada vez mais fundo.
Ahh, mamãe
bebe, sim. siiiim.

Tavam transando, mãe e filho. Com vergonha e pudor, mas com um tesão enorme como nunca tinham sentido na vida. Era algo indescritível. Fazia muito tempo que os dois não transavam, muito mais minha mãe, claro. Mas tavam recuperando o tempo perdido. Aos poucos, ele acelerava o ritmo. Ela gemia, agarrava ele pelos braços. Era algo muito intenso.
Ahh mamãe
se beber, se meu amor.
Ah ahhh. Eu não aguentava mais. Era muita carga que eu tava carregando, além do componente emocional.
Se beber. Solta tudo.
Ahhh mamãe, ahhh mamãe AHHHHH TE AMOOO AHHHH". Tava metendo com tudo nela,
mamãe se contorcia, virava o rosto de um lado pro outro.
Ela tremia. Eram bichos no cio. Sentiu uns jatos inundando toda a buceta dela, o que fez ela gozar também. O mais forte da vida dela. Tremeu e se agarrou nele. Os dois estavam gozando juntos, entre gemidos. Ficaram juntinhos por um tempo até ele sair dela e o leite começar a escorrer. Ele tinha enchido ela de porra.

Eles se jogaram na cama, exaustos pela experiência. Os corpos estavam suados e ela não estava coberta só de suor. Ela se levantou da cama e foi pro banheiro. Daqui a pouco, ouviu-se o barulho do chuveiro. Meu irmão ficou na cama. O olhar dele se perdeu no vazio, vendo a calcinha fio dental da mãe jogada no chão.
Depois daquela putaria, ficava pensando em como tudo ia continuar. Como iam fazer pra seguir com a vida de cada um.
O que eu fiz?" Ele se perguntava, se torturando. Tinha comido a própria mãe.
Mamãe continuava se banhando, a água escorria pelo corpo dela e ela limpava os vestígios de porra e suor. Diferente dos sentimentos dele, ela se sentia bem.
Pouco depois, ela saiu do banho enrolada na toalha. Sentou na cama de costas pra ele. Ele se levantou e foi tomar um banho enquanto a mamãe se trocava. Tomou um banho rápido e, quando voltou pro quarto, viu a mamãe já dormindo, vestindo só uma calcinha e uma camiseta. Nunca tinha visto aquela expressão no rosto dela, ela tava dormindo tranquilamente.
CONTINUA
Espero que vocês gostem. Valeu pelo apoio. Vai ter mais um conto dessa saga.
percebendo que os dois estão numa situação muito parecida na vida.
Link do capítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3734029/Mi-madre-y-mi-hermano-pasan-el-fin-de-semana-juntos-Relato.html
RELATO - Minha mãe e meu irmão passam o fim de semana juntos - 2ª parte
Os raios de sol anunciaram um novo dia. Até o meio da manhã tinha café da manhã grátis no hotel, então eles aproveitaram. Comeram pra recuperar as energias e planejar o dia. Acordaram bem. Ele não lembrava de nada do dia anterior.
O dia passou sem grandes novidades. Depois do almoço, meu irmão foi sozinho pra um museu, já que isso não ia interessar ela, e ela aproveitou pra dar uma olhada nunsas lojas de roupa. Minha mãe aproveitou pra me mandar uma mensagem e tirou umas fotos. Depois disso, o dia foi mais do mesmo. Se encontraram à tarde, passearam pela rua de pedestres. Tomaram um lanche e mais tarde jantaram alguma coisa. Voltaram pro hotel e foram pro quarto.
Ao chegar, se depararam com outra decepção. Não tinha luz e meu irmão já tava quase se irritando de novo.
Calma, filho. Por que a gente não aproveita e vai tomar alguma coisa? É a última noite aqui...
Beleza. Tá bom." Ele disse ainda meio puto, mas logo ia passar.
Minha mãe pegou a bolsa e foi no banheiro se trocar.
Meu irmão ficou surpreso quando viu ela. Ela tava esplêndida. Vestia uma blusa de alcinha preta, uma calça branca meio justa no corpo e uns saltos baixos. Ele estranhou aquele look porque ela não costumava se vestir assim. Ou pelo menos era o que a gente pensava. Ela tava realmente gostosa.
Bom, vamos nessa." Ele disse pra ela.
Saíram do hotel e andaram algumas quadras procurando um lugar que chamasse a atenção. Ela não tava muito afim de noitada, então pra ela qualquer um servia. Escolheram um bar e sentaram numa das mesas da calçada. Pediram algo pra beber, meu irmão incentivou ela a tomar alguma coisa com álcool. Ela não costumava beber, ou bebia muito pouco de vez em quando. Mas essa era uma ocasião especial, então tava de boa.
Minha mãe atraía os olhares dos homens que passavam, de todas as idades, e até de um cara na mesa da frente que ficava de olho nela de vez em quando. Ela tava com um magnetismo danado naquela noite. Bebiam e riam, curtindo o momento.
Kkkk, já volto, vou no banheiro" Falou fazendo um gesto de que ia se mijar.
Mamãe entrou no bar. Lá dentro, o clima tava mais animado. A música tocava alto e parecia mais uma balada do que um bar. Tinha bastante gente em pé, então ela precisava passar pedindo licença. Aquela mulher madura não passou despercebida. Em certo momento, sentiu uma mão num lugar indevido, mas sua ingenuidade a fez pensar que foi algo sem querer, por causa da multidão.
Por sorte não tinha fila no banheiro feminino, na verdade não tinha ninguém. Ela se trancou num cubículo e sentiu alívio ao esvaziar a bexiga. De repente, algo a deixou perplexa. Dava pra ouvir uns gemidos de mulher vindo do cubículo ao lado. Uns suspiros abafados, que de vez em quando ficavam mais altos no meio da música que vinha de fora. Na hora ela entendeu o que tava rolando.
ai meu deus" pensou ela. Daí saiu de lá e foi lavar as mãos. Já tava indo embora, mas alguma coisa fez ela ficar mais um pouco. Tava curiosa, os gemidos tavam ficando mais fortes. Agora dava pra ouvir uma voz masculina gemendo. Batiam nas paredes, dava pra ouvir o barulho dos corpos se chocando e a respiração ofegante dos dois. O cara tava quase gozando quando ela decidiu sair dali de uma vez.
Pouco depois, ele voltou pra mesa e continuaram conversando sobre coisas banais, mas necessárias. Não contou nada do que viu no banheiro. Só estavam de bobeira, sem nenhuma outra preocupação. Agora é meu irmão que vai pro banheiro, deixando minha mãe sozinha na mesa.
Cara, ídolo, monstro, a coroa que tu tá pegando, hein" Disse um dos caras que estavam dentro da balada e não tiravam os olhos da mãe.
E aí, já comeu ela?" Disse outro.
Enquanto isso, minha mãe estava sozinha na mesa à mercê dos predadores. Uns moleques passaram por aquela rua e olharam ela de cima a baixo. Um deles soltou um elogio bem safado.
Uns caras de pau sem educação, não têm idade nem pra serem meus filhos", pensou ela. Quantas coisas tinham mudado desde que ela era jovem.
É a minha véia doente" — respondeu meu irmão pra eles.
Uhh, foi mal, mano.
Ajjaja, tu se deslocou feio" — disse o amigo pro primeiro. Mesmo tendo sido ele quem perguntou se ele tinha ficado com ela.
Quando meu irmão voltou do banheiro, eles se ofereceram pra pagar alguma coisa como desculpa. Ele não queria, mas eles insistiram tanto que não teve jeito, ele aceitou. No fim, iam ficar mais um pouco e depois voltar pro hotel.
Meu irmão voltou pra mesa com aqueles dois caras. Pareciam só um pouco mais novos que ele, e um sentou do lado da mina e o outro do lado do meu irmão. Eles se apresentaram. Tinham uma lábia boa, então a mamãe se distraiu conversando. Convidaram pra mais umas cervejas.
Não, não vou beber mais. Já chega, ela disse.
Nem um copinho? vai lá
Mamãe aceitou e foi tomando de pouquinho em pouquinho mais um copo de cerveja. A verdade é que ela estava se divertindo pra caralho.
A conversa foi entrando em outro território. Mamãe se animou a contar o que presenciou no banheiro.
No banheiro... tinha um casal transando, haha" — ela disse com uma risadinha.
Meu irmão não podia acreditar no que nossa mãe tava dizendo. Na hora o pau dele ficou duro com as coisas que ela contava. Ele escondia a ereção debaixo da mesa. Os pensamentos de ontem voltaram a rondar. Além disso, tava com vontade de ir ao banheiro. Não queria deixar ela com aqueles dois, mas não tinha jeito. Foi ao banheiro dizendo que já voltava. Não conseguiu evitar ter pensamentos impuros sobre ela. Provavelmente por causa do efeito do álcool. Mais uma noite quente tendo ela dormindo de camisola do lado dele. Uma mulher proibida.
Enquanto isso, aqueles dois estavam cada vez mais perto dela. Tavam dando em cima dela. Era claro que a intenção deles era levar ela pra cama, mas não ia ser nada fácil. Daí a pouco meu irmão chegou.
Bom, já vamos nessa." Disse ele, de forma geral.
Sim, vamos filho" Respondeu ela.
Já?
Sim, já vamos. Valeu pelas brejas.
Tinham passado uma noite meio bizarra, mas divertida no fim das contas. Depois de uns minutos, já estavam de volta no hotel.
Um calor infernal. Sem ar, ela abriu a janela pra entrar vento, mas tava quente pra caralho. Uma brisa suave passou.
Vou me trocar." Disse a mamãe.
Foi no banheiro se trocar. Enquanto isso, meu irmão ficou só de short. Minha mãe vestiu de novo a mesma camisola do outro dia, só que agora tava usando uma fio dental. Nunca tinha usado ela. Tava estreando hoje. Só tinha comprado pra se sentir gostosa, nada mais, mas nunca tinha conseguido usar.
Uff, que calor!" — disse ela, sentando na cama pronta pra deitar.
De novo ele pôde ver o corpo semidesnudo da mãe dele. As cadeiras dela e as pernas gostosas. Ele se virou pra deitar. Mas naquela noite ninguém ia dormir, fosse pelos pensamentos ou pelo calor. Minha mãe era uma mulher que tinha dificuldade pra dormir, mas não tinha trazido os remédios que usava de vez em quando. Além disso, tinha bebido, muito pouco, mas tinha bebido, e fora isso, tava desconfortável.
Olho pro lado e vejo que o filho dela tava virado pro outro lado.
Caralho, que incômodo. Não aguento mais isso." Disse ela tirando o corpete.
Pouco depois, ele tirou e deixou de lado. Meu irmão percebeu. Cada vez ficava mais nervoso com a situação. Como se já não fosse estranho dividir a cama com a mãe coroa de camisola e agora de peitos de fora. Não à vista, mas de peitos de fora, afinal.
Também era verdade que não batia uma há um tempão e precisava de um alívio. De algum jeito, o pau tava endurecendo num momento tão inoportuno quanto esse. No pior dos casos, esperaria a mãe dormir pra ir no banheiro e se tocar vendo algum vídeo. Mas aquela mulher não dormia. Era igual uma coruja, com os pensamentos sempre presentes. De repente, ela começa a soluçar.
Tá acontecendo alguma coisa?" Ele disse, um pouco preocupado.
O quê? Não, filho, não tem nada não." respondeu.
Mas acontece que ela era ruim mentindo. Tinha aberto uma porta que não conseguia fechar na conversa que tiveram antes. E mesmo tentando ser forte, aquilo tava mexendo com ela. A verdade é que ela tava com medo, se sentindo à deriva. Embora tivesse sido infeliz a maior parte do tempo no casamento, ele tinha dado uma sensação de segurança pra ela.
Já não sabia se largar tudo tinha sido a melhor escolha. Era difícil recomeçar na idade dela. Daí a mamãe começou a chorar. Ele se levantou e foi pegar um lenço e um copo d'água. Ao entregar, sem querer viu o decote dela e reparou que os biquinhos apareciam. Nervoso, estendeu o copo e depois o lenço.
Valeu" — ela disse, pegando as duas coisas.
Desculpa, eu sempre faço a mesma merda. Estraguei a viagem." Ela continuou dizendo.
Não, mãe, você não estragou nada." Disse ele, sentando-se ao lado dela.
É que eu me sinto tão... Sei lá. Não sei o que fazer. Não é justo eu perder minha família. Eu sempre me sacrifiquei e perdoei um monte de coisa. Só pra gente ficar todo mundo junto.
Mas se você não era feliz, pra que ia continuar aguentando?
Não sei. Não sei não." Disse ela, abraçando ele. Precisava de colo de alguém em quem pudesse confiar. Do próprio sangue dela, alguém que não fosse abandonar ela e fosse cuidar dela.
Você e seu irmão são as coisas mais preciosas pra mim.
Embora sempre tenha tido uma relação mais próxima com ele. Mais aberta a conversas profundas. Sendo os dois muito parecidos nesse jeito sentimental de ser.
Ele sentia ela apoiar os peitos nele, e mesmo que fizesse um esforço, não era de pedra. Mamãe não era boba, tinha percebido, mas não falava nada.
Valeu, sabia que podia contar com você." Dizia enquanto enchia ele de beijos no rosto.
Tá bom, mãe, já deu." Eu dizia. Mas era gostoso. Os dois se consolavam nas suas mágoas. Os dois passando por coisas parecidas.
Ela nunca soube bem por quê, mas naquele momento pareceu a coisa certa a fazer. Fez ele se deitar e, sem dizer uma palavra, subiu em cima dele. Meu irmão ficou atônito, mas não reagiu. Imediatamente, ela olhou fixamente nos olhos dele e depois aproximou os lábios dos dele, encaixando um beijo. Começaram a se beijar. Era uma sensação muito boa. Era algo estranho, mas muito gostoso. Aos poucos, foram ficando mais intensos. Tinha algo não resolvido. Algo que os dois queriam inconscientemente.
Mamãe..." ele disse, quando pararam por alguns segundos.
Shh" — ela disse, querendo se deitar na vertical na cama. Ele se afastou pra um lado. Assim que ela deitou de barriga pra cima, olhou pra ele e abriu as perninhas, chamando ele. A camisola tinha subido e ele conseguia ver a calcinha fio dental preta. O coração dos dois batia a mil. O olhar da minha mãe era completamente estranho pra ele. Era o olhar de uma mulher excitada. Com tesão, com a respiração ofegante. Ela respirou fundo e disse pra ele.
Se não quiser fazer, eu entendo. Mas decide logo, por favor." Os olhos dela expressavam um olhar misto de luxúria e, ao mesmo tempo, vergonha.
Meu irmão tinha a mãe dele se oferecendo pra ele, pronta pra deixar ele meter.
Mamãe...
Aquela não parecia ser a mãe dele. Parecia uma mulher gostosa e excitada. Algo muito intenso percorria o corpo dos dois e, talvez com o julgamento nublado por essa mesma tesão, ele baixou a cueca, deixando à mostra o pau dele todo duro.
Minha mãe se deliciou olhando pra vara dele. Fazia tanto tempo desde a última vez que tinha visto uma, e era a do próprio filho. Os dois estavam prestes a cometer incesto. Iam cruzar a última barreira moral. Mas os dois queriam aquilo, já não tinha mais volta.
Pego minha mãe pelos quadris e abaixo a calcinha fio dental dela. Devagar, fui descendo até os pés dela, tirei a calcinha e joguei de lado. Mamãe levantou a camisola e me mostrou bem a buceta dela. Era uma parada muito forte voltar ao lugar de onde eu tinha saído. Ela tinha uns lábios rosados muito lindos e o púbis coberto por um pouco de pelo. Devagar, peguei meu pau e guiei até a entrada da buceta da minha mãe. Os dois corações estavam prestes a explodir.
Sim, meu amor, mete, mete, por favor." Disse mamãe com os olhos fechados.
Mas ela arregalou os olhos quando sentiu a rola entrando. Tava molhada, mas a buceta dela era apertada. Estranhamente pra idade dela. Talvez pela falta de sexo.
Ohhh" Ele gemeu sentindo como eu apertava a buceta da mamãe.
Ahhhh" ela gemeu, sentindo ele afundar devagar, cada vez mais fundo.
Ahh, mamãe
bebe, sim. siiiim.

Tavam transando, mãe e filho. Com vergonha e pudor, mas com um tesão enorme como nunca tinham sentido na vida. Era algo indescritível. Fazia muito tempo que os dois não transavam, muito mais minha mãe, claro. Mas tavam recuperando o tempo perdido. Aos poucos, ele acelerava o ritmo. Ela gemia, agarrava ele pelos braços. Era algo muito intenso.
Ahh mamãe
se beber, se meu amor.
Ah ahhh. Eu não aguentava mais. Era muita carga que eu tava carregando, além do componente emocional.
Se beber. Solta tudo.
Ahhh mamãe, ahhh mamãe AHHHHH TE AMOOO AHHHH". Tava metendo com tudo nela,
mamãe se contorcia, virava o rosto de um lado pro outro.
Ela tremia. Eram bichos no cio. Sentiu uns jatos inundando toda a buceta dela, o que fez ela gozar também. O mais forte da vida dela. Tremeu e se agarrou nele. Os dois estavam gozando juntos, entre gemidos. Ficaram juntinhos por um tempo até ele sair dela e o leite começar a escorrer. Ele tinha enchido ela de porra.

Eles se jogaram na cama, exaustos pela experiência. Os corpos estavam suados e ela não estava coberta só de suor. Ela se levantou da cama e foi pro banheiro. Daqui a pouco, ouviu-se o barulho do chuveiro. Meu irmão ficou na cama. O olhar dele se perdeu no vazio, vendo a calcinha fio dental da mãe jogada no chão.
Depois daquela putaria, ficava pensando em como tudo ia continuar. Como iam fazer pra seguir com a vida de cada um.
O que eu fiz?" Ele se perguntava, se torturando. Tinha comido a própria mãe.
Mamãe continuava se banhando, a água escorria pelo corpo dela e ela limpava os vestígios de porra e suor. Diferente dos sentimentos dele, ela se sentia bem.
Pouco depois, ela saiu do banho enrolada na toalha. Sentou na cama de costas pra ele. Ele se levantou e foi tomar um banho enquanto a mamãe se trocava. Tomou um banho rápido e, quando voltou pro quarto, viu a mamãe já dormindo, vestindo só uma calcinha e uma camiseta. Nunca tinha visto aquela expressão no rosto dela, ela tava dormindo tranquilamente.
CONTINUA
Espero que vocês gostem. Valeu pelo apoio. Vai ter mais um conto dessa saga.
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