A Rockerita Gostosa (e o Autógrafo)

A Rockerita Gostosa (e o Autógrafo)Esta é a história de Bárbara, uma groupie que, depois de acompanhar o namorado ao show da banda favorita dele, acabou leitada e macetada por todos os integrantes.

O sábado tinha chegado, a banda favorita do namorado dela faria um show no Luna Park, algo impensável tempos atrás porque até pouco tempo eles tocavam em lugares underground, mas alguns hits no último disco os colocaram bem na cultura popular e conseguiram chegar naquele lugar.

Franco, o namorado da Barby, era fã da banda desde o começo, ia em todos os lugares onde eles tocavam, por isso já tinha criado uma espécie de amizade com eles, já que sempre que terminavam um show, os músicos desciam, batiam papo e tomavam uma com os espectadores. Em agradecimento, ele e outros caras que "sempre davam aquela força" foram convidados pro camarim depois do show. Franco pediu mais um passe porque disse que naquela noite ia levar a namorada pra ver eles e não podia deixar ela esperando do lado de fora. A banda topou sem problema nenhum.

Naquele dia, Barby saiu do banho, passou creme no corpo inteiro, espalhou pelos braços, pelas pernas, pela barriguinha lisa e pelos peitos pequenos mas firmes. Escolheu a fio-dental de oncinha mais fina e não colocou sutiã porque incomodava e ela sofria demais com o calor naqueles lugares fechados cheios de gente.

Ela não curtia muito a banda, os gostos musicais dela eram internacionais: The Rolling Stones, Guns N' Roses, Nirvana, AC/DC, só pra citar alguns... Mas a pedido do namorado, ela topou ir.

Vestiu uma camiseta do Guns, uma legging preta, fez um coque no cabelo preto e comprido e esperou o namorado passar pra buscá-la.

O show começou depois das 23 horas, o namorado dela, eufórico, cantava as músicas, sussurrava no ouvido dela as de amor e deixava ela sozinha em algum som onde o pogo era inevitável.

Depois do show, foram pro camarim, cumprimentaram geral e Franco apresentou os músicos pra ela. Barby notou Um sorriso safado do cantor quando cumprimentou ela, e o guitarrista não tirava os olhos dela desde que a viu.

Passou um tempo, tomaram várias cervejas, fumaram maconha e usaram umas outras drogas também. Franco, com tudo isso no corpo, somado à energia que gastou no show, apagou de vez.

No camarim, tinha um grupo de minas, bem patricinhas, que beberam, se drogaram e foram embora. A mesma coisa rolou com os outros caras que seguiam a banda e foram convidados pro pós-show.

Barbara tentando acordar o namorado pra poder ir embora, sentiu o cantor da banda se aproximando dela pra conversar:

C: Parece que o descontrole pegou forte no Franquito... hahaha

Barby: É, haja, ele é um otário... desculpa a gente ainda estar aqui, assim que eu conseguir acordar ele, a gente vaza.

C: Sim, mina, sem problema. A gente vai ficar mais um tempão aqui... E me conta, é a primeira vez que você vem? Nunca tinha te visto.

Barby: É, acontece que eu curto rock internacional e não costumo ir ver bandas locais. Sinceramente, de vocês eu só conhecia os hits e a música romântica que meu namorado sempre dedica pra mim... é linda essa música.

Na hora, o cantor pegou o violão que tinha e, com a voz rouca e grave, começou a tocar aquela música que a barby tinha falado.

A calcinha fio-dental de oncinha começou a ficar molhada, era a música que eles usavam pra transar muitas vezes. Barbara, doida de álcool e droga, se jogou em cima do cantor e começou a beijar ele. O namorado dela, apagado no sofá, não ia dar problema...

O cantor não resistiu muito e começou a apalpar a raba da barby, que entrelaçava a língua com a dele.

Os outros integrantes, cada um na sua, perceberam a situação na hora e ficaram de olho pra caso o Franco acordasse. A parada é que a novinha começou a passar a mão na pica do cantor por cima da calça, enquanto ele já tinha tirado a blusa dela e chupava as tetas dela.

B: Que pauzão que você tem!

Ela se ajoelhou, desabotoou a calça dele e engoliu o pau daquele jeito que ela fazia tão bem e tinha aprendido naqueles anos de puta engolidora de porra dos amigos dela antes de conhecer o Franco.

Enquanto o cantor gemia de prazer, o guitarrista, puxando o pau dele e batendo uma, disse:

— Olha que puta que a namorada do nosso fã acabou sendo...

Ele chegou o pau dele perto, e a Barby, sem tirar o pau do cantor da boca, começou a bater uma pro guitarrista. O baterista e o baixista, que até então não tinham feito nada, também puxaram os paus deles e ajudaram a Barby a tirar a calça.

A imagem era essa: Bárbara ajoelhada entre os quatro paus da banda e o namorado dela, inconsciente, dormindo no sofá.

Faziam garganta profunda um por um GLOGGGGGGGGvadiaApertavam os peitos dela, davam tapas na cara dela e a barby, com cara de puta, olhava pra quem batia e ria.

O guitarrista levantou a bunda dela e começou a chupar a buceta e o cu, enquanto ela segurava um pau em cada mão e o terceiro que sobrava continuava na boca...

A barby tava muito excitada, o guitarrista sentia aquele gosto amargo dos fluidos misturado com um cheiro forte de xixi, dava pra ver que a buceta e o cu dela estavam suados, mas a excitação de ver o corno dormindo no sofá e a puta comendo 4 paus fez ele continuar.

Depois de um tempo e sem aviso, enfiou no cu dela... a barby encheu os olhos de lágrimas e soltou um AHHHHHHH FILHA DA PUTA! mas o cantor segurou a cabeça dela e fez ela voltar a chupar, na sequência com um SHHHH, CALA A BOCA, PUTA, QUE VAI ACORDAR O CORNO.orgiaO baterista se colocou por baixo e meteu na buceta dela. A namorada do Franco, a banda favorita dela estava comendo ela nos três buracos. O baixista, por sua vez, deixava que ela batesse uma punheta pra ele.

Todo mundo comeu ela... pra todos ela entregou o cu, a buceta e a boca.

Barby olhava pro namorado dela e por dentro agradecia ele por ter levado ela pro show. As picas dos músicos eram muito maiores que a do namorado dela. Além disso, sentir aquela sensação de fazer ele de corno ali na frente dele e o otário nem perceber.

Os músicos diziam pra ela "como que não veio antes", que o cu dela teriam arrebentado todas as vezes que ela quisesse e que como groupie ela era a melhor que já conheceram.

"vadia", "comedora de porra", "vadia" eram os sinônimos que usavam pra se referir à Bárbara.

Assim ficou o cu dela:garotaNo final, o cantor pegou o celular dele, colocou a música de amor que a Barby e o Franco tanto gostavam e disse:

- Ajoelha, que quando seu namorado nos viu pela primeira vez, ele pediu um autógrafo e a gente se fez de besta. Vem cá que a gente vai te dar um pra você guardar pra ele...

A Barby, feito uma putinha submisso, se ajoelhou e levou toda a porra dos quatro músicos da banda na cara...roqueira gostosaA tanga ficou no camarim, os músicos deixaram ela de lembrança da primeira lua deles. Já a Barby levou um baita espetáculo: a buceta arrombada, um namorado bem corno e o autógrafo (de porra) que o namorado dela tanto tinha pedido...

No outro dia, quando o Franco acordou, pediu desculpas por ter deixado ela sozinha e ter que carregar ele na volta, ao que a Barb respondeu:

— "Não, meu amor, tá tudo bem. Os meninos da banda deram carona pra gente, além disso a gente conversou pra caralho e até me deram os autógrafos deles que, infelizmente (igual a calcinha, pensou), eu esqueci no camarim deles.
Bom, essa história, como vocês já devem ter notado, diferente das anteriores, é fictícia. Quis tentar fazer algo diferente, já que histórias reais interessantes pra contar estão faltando. Se vocês gostarem e eu não encontrar relatos verídicos, vou continuar com isso; senão, quando aparecer alguma história boa, volto a escrever. Saudações e muito obrigado pelos pontos no post anterior.
Deixo fotos de umas bucetudas gostosas que pensei pra criar a personagem da Barby.autografo

A Rockerita Gostosa (e o Autógrafo)

1 comentários - A Rockerita Gostosa (e o Autógrafo)

espectacular como siempre
Gracias crack por apoyar siempre con puntos y comentarios!! Saludos.