Em agosto de 88 foi minha viagem de formatura. Como quase todas as escolas daquela época, a gente foi parar no "Feliz Domingo". Chegamos na final ganhando a "Dança das cadeiras", mas quando chegamos no baú da felicidade, a maldita chave não quis girar.
Já tínhamos a viagem paga, então na data combinada partimos no ônibus da Chevallier no ritmo de Bariloooo... Bariloooo.... Bariloooo.... Bariloooo...
Naquela época, eu só tava transando com o Rubén, porque o Juan tinha parado de trabalhar no depósito e, mesmo a gente tentando se ver fora dali, a parada não deu certo.
Além do prazer passageiro que a gente podia ter sentido, nós dois sabíamos que o nosso lance não dava mais. Um motel não era a mesma coisa. O depósito meio que aumentava nossa libido, e sem aquele clima, o sexo tinha deixado de ser tão intenso como antes.
Ou talvez fosse que eu gostava mais de transar com o Rubén, sei lá, mas por um tempo o Juan saiu da minha vida tão rápido quanto tinha entrado.
Encontrei ele de novo um tempo depois. Eu tava grávida da minha segunda filha, e como não podia ser diferente, apesar da barriga e das contrações, fomos pra um hotel. Coisas do destino. Pro seu primeiro homem, você não pode negar um *remember*. Mas essa é uma história que já vou escrever na hora certa.
Seguindo com a parada da viagem, nos dias antes eu peguei o Rubén praticamente todo santo dia. Ia ficar duas semanas longe dele, então queria levar o cheiro dele, a essência dele comigo.
Parecia que ia ser uma eternidade ficar todo esse tempo sem ver ele, sem ter ele dentro de mim, sem chupar a pica dele. Quinze dias sem sentir o leite dele dentro de mim. Mas...
Nessas histórias sempre tem um porém, né?
Compartilhamos a viagem com um colégio de meninos de Villa Santa Rita, a gente era tudo mina, então já viu a quantidade de casalzinho que se formou.
Claro que vários caras quiseram me pegar, mas todos saíam quicando igual bola de pingue-pongue. Não me atraíam os caras da minha idade, pareciam imaturos demais, embora depois eu fosse entender que a imatura era eu.
Isso até que ele se aproximou, Damián, 22 anos, preceptor e acompanhante da escola dos meninos. Ele estava me observando e em algum momento nossos olhares se cruzaram.
—Posso sentar? — me perguntou, apontando pro banco vazio do meu lado.
—Achei que nunca ia ter coragem de chegar perto — falo com um sorriso safado.
—É que queria deixar o campo livre pros caras, mas vendo que nenhum deles teve sorte... — responde enquanto senta e se ajeita.
—Não é sorte que eles precisam — confidenciei, deixando meu braço roçar no dela.
Ela sorri e se apresenta:
— Damián, preceptor do colégio — diz estendendo a mão.
— Adriana, aluna do quinto ano — me apresento, mas em vez de apertar a mão dele, dou um beijo na bochecha.
Entre as meninas da minha turma, eu era a mais experiente, óbvio, talvez alguma tivesse estreado com o namoradinho, mas a que tinha mais gozadas em cima aos meus 18 recém-completados, era eu. E a verdade é que me parecia tentador ser também a primeira a transar nessa viagem.
Eu já dava como certo que muitas teriam a primeira experiência, e as que já tinham feito, iam repetir a dose. Mas duvidava que alguma se animasse logo de cara.
Desde aquele primeiro "oi", desde aquele primeiro olhar, a gente já fechou um acordo tácito de que seríamos a primeira experiência um do outro naquela viagem de formatura.
Claro que a gente não sabia de forma consciente, mas essas coisas se sentem, se adivinham nos gestos, nos olhares, nos sorrisos.
O Damián ficou o resto da viagem comigo, então a mina que tava naquele assento, que nem lembro quem era, teve que se trocar.
Já desde aquela primeira noite a gente começou a se pegar, a se beijar, a se acariciar, mas quando ele queria ir além, tipo meter a mão ou eu passar a mão nele, aí eu cortava.
—Você já vai poder fazer tudo o que quiser comigo quando a gente estiver no hotel — ela o tranquilizava.
Quando chegamos, nos instalamos, jantamos no restaurante do hotel e fomos pro primeiro dos boliches que visitaríamos naquela semana, o "Feet Up".
Dançamos no ritmo da música daquela época, bebemos como umas desenfreadas, e ao voltar pro hotel, cruzamos com os caras que tinham sido nossos companheiros de viagem. Entre eles, Damián, o preceptor.
A gente se beijou, caminhou junto de mãos dadas, e como não dava pra ir no hotel dela, porque um dos pais tava de acompanhante, fomos pro meu.
As minas que dividiram quarto comigo foram dez, e se mandaram pra outros quartos pra que o preceptor e eu pudéssemos ficar sozinhos.
Essa era a notícia do dia: "Adriana vai dar pra um moleque de 22 anos e ainda por cima é preceptor".
Das que já tinham estreado, nenhuma tinha feito isso com alguém mais velho que elas, então era um baita acontecimento.
Claro, todas sabiam que eu já tinha minha experiência, nunca neguei minha vivência quando a gente falava sobre isso, o que elas não sabiam era que meus parceiros eram homens muito mais velhos e casados.
Ao entrar no quarto, o Damián já vinha passando a mão na minha bunda desde o corredor. Ele tinha levado a sério aquilo que eu falei no microfone, que quando chegasse no hotel ele podia fazer o que quisesse comigo.
Ao fechar a porta, ela se jogou em cima de mim e não consegui mais me livrar dela. Parecia o polvo Manotas, de tanta mão que passava em mim, por cima, por baixo, na frente, por trás.
Ela já tava afim de mim desde aquele primeiro "oi" no busão, e isso foi no primeiro dia da viagem. Então tivemos que esperar até chegar, no outro dia, nos acomodar e ainda sair, pra ela finalmente poder matar a vontade.
O pau dele ficava duro por baixo da calça, inchando tanto que parecia que ele tinha um pacote escondido naquela parte do corpo. Mas não tinha nada, era que ele tava com ela pra caralho.
Já tinha tocado nele umas duas vezes no micro, só de leve, pra acalmar o bicho, e não achei nada demais, nada que fizesse soltar fogos. Já tinha estado com dois caras mais velhos, ativos, bem dotados, então me sentia por cima da carne seca.
Mas o que se marcava debaixo da braguilha do preceptor era algo que merecia atenção. Ela passou a mão de novo agora e podia sentir a dureza e o tamanho que ele exibia.
—Você vai chupar ela? Vai lamber tudo? — ele me perguntava com aquele tom perverso que os caras usam quando tão no tesão.
Como resposta, desabotoei a calça dele, meti a mão e puxei pra fora de uma vez. A pica tremia entre meus dedos, dura, quente e molhada.
Acaricio ele, procurando os lábios dele pra beijar, mas ele tá mais interessado em outro tipo de beijo, já que coloca a mão no meu ombro e empurra pra baixo.
Não resisto. Me deixo empurrar até ficar de joelhos diante de uma ereção que atrai toda minha atenção. Definitivamente, ele tem mais comprido que o Juan e o Rubén. Muito mais comprido. Seguro com as duas mãos, uma na frente da outra, e ainda sobra carne. Não é tão grosso quanto o de nenhum deles, mas no comprimento leva uma boa vantagem.
Se eu começo a beijar e lamber ela, dou aquele tratamento de sempre nos ovos dela, mas quando quero fazer garganta profunda, não consigo.
Com o Juan e o Rubén, eu já tinha me acostumado a chupar até o talo, mas o preceptor tem uma piroca tão comprida que nem dá pra tentar. Pra piorar, ela não é reta, é levemente torta pra um lado, o esquerdo, o que dificulta eu conseguir chupar mais da metade.
Já me contento com isso, então começo a chupar ele, apertando os ovos dele com força relativa. Tava cheio, durinho, até parecia que eu sentia eles fervendo de tesão.
Quando tô chupando, gosto de olhar pros caras, ver as reações deles, as caras que fazem, o jeito que eles suspiram, fazer olhinhos enquanto chupo de quatro. E o preceptor curtia tanto que tirou a calça, a cueca e, deitado de costas na cama, me ofereceu a virilha inteira pra eu me acabar à vontade.
Fui engatinhando até onde ele tinha se deitado e comecei a beijar suas coxas, lambendo a pele lisa e branca, quase sem pelos que ele tinha naquela parte.
Os ovos estavam dormentes, prestes a estourar, mas no decorrer daquela noite o preceptor me mostraria que era muito bom em retardar o orgasmo.
Enquanto eu os beijava de novo, na minha frente se erguia aquilo que me faria perder a cabeça mais de uma vez. E não me refiro àquela pica em particular, mas às pirocas em geral.
Tava num estado de tensão, tão dura, que a pele dela esticava como se fosse rasgar se crescesse mais um pouquinho.
As veias, principalmente a principal, que percorria ele da base até a ponta, saltavam tanto que eu podia fechar os olhos e seguir o caminho de cada uma só com o toque da minha língua.
A glande se erguia soberba, dominante, molhada não só com minha saliva, mas também com o próprio esperma dele, que já tinha começado a escorrer desde o momento em que comecei a chupar. Não era muito grossa, nem pronunciada, não dava pra dizer que era "cabeçuda", mas tinha aquela forma de cogumelinho que é tão gostosa pros lábios.
Depois de chupar ele, tirei a roupa de cima, o sutiã, e esfreguei os peitos contra os ovos e o pau, molhando os bicos nessas gotinhas que brotavam sem controle do furinho da ponta.
Tirei o resto da roupa, a calcinha, e subindo em cima dele, coloquei a buceta bem na altura da boca dele. Quando ele começou a meter a língua, achei que ia enlouquecer. Sentei praticamente em cima da boca dele, fazendo ele me chupar o mais fundo que conseguisse.
Enquanto eu chupava a buceta dela, o preceptor esticava as mãos pra acariciar meus peitos, mas dizer acariciar é eufemismo. Ele apertava, amassava, beliscava, torcia meus mamilos, fazendo minha excitação ficar ainda mais descontrolada.
Eu me joguei pra trás e enfiei ela toda, soltando um suspiro mais que relaxado ao sentir como me preenchia. Ele também se entregou ao prazer, até que percebeu que a gente tava fazendo sem proteção.
—Não coloquei camisinha — ele me diz com cara de "não fui eu".
—Eu gosto mais assim — falo pra ele, deslizando pra cima e pra baixo — E não se preocupa que eu me cuido — completo pra deixar ele bem tranquilo.
Ah, aí sim, me pega pela cintura e começa a se mexer, se encaixando nos meus próprios movimentos.
Nós dois ofegamos, gritamos, suspiramos, sem segurar nada. Naquele andar éramos todos estudantes, e todo mundo sabia da putaria que tava rolando dentro daquele quarto, então não fazia sentido se conter.
O choque dos corpos, os gemidos, a fricção, depois me contaram que dos quartos vizinhos e do corredor dava pra ouvir tudo. Até escutavam quando eu pedia mais, mais, me dá mais, hahaha.
Agachada, eu pulava em cima do preceptor, enfiando toda aquela pica até o talo, sentindo que, ao chegar na curva, ela dobrava para o lado, me causando uns arranhões deliciosos.
Sem nos separar, rolamos na cama, ficando ele por cima agora, de jeito que ele pôde mostrar toda a sua habilidade, me bombando com enfiadas longas e profundas. Essa foi uma das primeiras vezes que pedi pra ele:
—Mais... mais... me dá mais...! — e minhas amigas ouviram.
Era porque tava na porta do meu orgasmo e não queria deixar ele escapar. Às vezes acontece que você tá quase lá, sente ele vindo, e de repente, quem tá contigo resolve mudar de posição no melhor estilo ator pornô, e a gozada que ia explodir, te envolver em mil e uma luzinhas, fica ali pulsando, se desmanchando, até se perder.
Por sorte isso não aconteceu com o preceptor, quando eu pedia mais, ele continuava me dando, até que tudo no quarto parecia ficar borrado e começou a girar ao meu redor.
Ele deixou enfiado dentro de mim e ficou ali, colado em mim, sem gozar ainda, me deixando aproveitar esse mar de sensações que me envolvia com ondas cada vez mais intensas.
Foi uma foda que, além do prazer, serviu pra me fazer mais perguntas. O sexo com Juan e Rubén eu curtia, porque Juan foi meu primeiro homem e eu tava apaixonada pelo Rubén. Com Damián, o preceptor, não me ligava nenhum sentimento além da vontade de dar uma trepada, de ser a primeira nessa viagem a ter uma experiência sexual. Mas a foda que eu dei tava no nível das melhores com Juan, e até superava as que eu costumava ter com Rubén.
Era um estranho, um desconhecido, alguém que eu tinha conhecido um dia antes e me fez gozar como nos meus melhores momentos.
Eu abracei ele e beijei, sentindo meu corpo todo arrepiar e o coração saindo pela boca.
Aos poucos, ele começou a se mover de novo, tão comprido, sempre batendo com a parte curva no meu clitóris, o que me fazia arder de novo.
— Quer me dar uma surra de buceta? — perguntei, já que com aquela pica enorme e pelo jeito que enfiava, ele tinha mais que merecido.
Claro que quis, então ela tira, escorrendo uma mistura de lubrificação vaginal e porra, ou como chama aquilo que sai antes de gozar.
Me levanto e fico apoiando as mãos na parede, com as pernas abertas, na posição de revista policial. Mexo a minha bucetinha, enquanto ele também se levanta e vem na minha direção com uma ereção que deixa o pau dele quase roxo.
Se planta atrás de mim e enfia no meu cu, entrando com empurrões curtos mas precisos. Ele tem mais comprido que meus amantes anteriores, então vai abrindo um caminho que até então estava inexplorado.
Quando ele enfia tudo, fica bem preso, passando a mão nas minhas tetas, deixando eu me acostumar com aquele comprimento que, apesar dos centímetros a mais, se refugia inteiro dentro da minha buceta.
Quando ele começa a me comer, sinto que vai além dos meus intestinos, como se o tamanho dele atravessasse o que os outros atravessaram, mas chegando um pouco mais fundo ainda, mais perto do limite.
Jogo um braço pra trás e envolvo o pescoço dele, puxo ele pra perto de mim e procuro a boca dele com a língua. A gente se beija loucamente, com frenesi, com uma paixão avassaladora, sem parar de se meter um no outro. Ele tentando ir cada vez mais fundo, eu, querendo sentir até as bolas dele lá dentro.
Me espera até eu gozar de novo, ele tira a rola, dá um, dois passos pra trás, e me fuzila de porra. Ali acabou tudo o que eu vinha juntando desde que ele sentou do meu lado no ônibus.
Ainda atordoada pelo orgasmo, viro-me e, me jogando na frente dele, chupo de novo, deixando ela sequinha só na base da lambida.
Eu, na real, queria mais, mas como todo cara, depois de conseguir o que queria, o mano se vestiu, me agradeceu pela atenção e vazou, com certeza pra contar pros alunos dele o que eles não tinham conseguido fazer: comer uma ex-aluna no primeiro dia da viagem.
Sempre depois de transar eu fico mais sensível, meio mais emotiva, e a real é que naquele momento senti falta dos abraços e beijos do Rubén.
Minhas colegas entraram e começaram a me perguntar de tudo. Muitas delas nem tinham estreado ainda, então estavam loucas por informação.
Naquela noite a gente tinha ingresso pro Grisú, então enquanto se arrumava, contei tudo pra elas, tintim por tintim.
Não fiquei mais com o preceptor nem com mais ninguém durante essas duas semanas. Já bastava ter sido a primeira, também não queria virar a puta da minha turma.
Por um tempo, não lembrava o nome do Colégio, até que comecei a escrever a história e a memória voltou.
Quem me comeu naquela viagem foi um professor do Quinto Ano do Instituto Santa Rita, em Villa del Parque. Falo isso porque já faz tempo e acho que ele não trabalha mais lá.
Se você tá lendo isso, sabe que nunca te esqueci.

Já tínhamos a viagem paga, então na data combinada partimos no ônibus da Chevallier no ritmo de Bariloooo... Bariloooo.... Bariloooo.... Bariloooo...
Naquela época, eu só tava transando com o Rubén, porque o Juan tinha parado de trabalhar no depósito e, mesmo a gente tentando se ver fora dali, a parada não deu certo.
Além do prazer passageiro que a gente podia ter sentido, nós dois sabíamos que o nosso lance não dava mais. Um motel não era a mesma coisa. O depósito meio que aumentava nossa libido, e sem aquele clima, o sexo tinha deixado de ser tão intenso como antes.
Ou talvez fosse que eu gostava mais de transar com o Rubén, sei lá, mas por um tempo o Juan saiu da minha vida tão rápido quanto tinha entrado.
Encontrei ele de novo um tempo depois. Eu tava grávida da minha segunda filha, e como não podia ser diferente, apesar da barriga e das contrações, fomos pra um hotel. Coisas do destino. Pro seu primeiro homem, você não pode negar um *remember*. Mas essa é uma história que já vou escrever na hora certa.
Seguindo com a parada da viagem, nos dias antes eu peguei o Rubén praticamente todo santo dia. Ia ficar duas semanas longe dele, então queria levar o cheiro dele, a essência dele comigo.
Parecia que ia ser uma eternidade ficar todo esse tempo sem ver ele, sem ter ele dentro de mim, sem chupar a pica dele. Quinze dias sem sentir o leite dele dentro de mim. Mas...
Nessas histórias sempre tem um porém, né?
Compartilhamos a viagem com um colégio de meninos de Villa Santa Rita, a gente era tudo mina, então já viu a quantidade de casalzinho que se formou.
Claro que vários caras quiseram me pegar, mas todos saíam quicando igual bola de pingue-pongue. Não me atraíam os caras da minha idade, pareciam imaturos demais, embora depois eu fosse entender que a imatura era eu.
Isso até que ele se aproximou, Damián, 22 anos, preceptor e acompanhante da escola dos meninos. Ele estava me observando e em algum momento nossos olhares se cruzaram.
—Posso sentar? — me perguntou, apontando pro banco vazio do meu lado.
—Achei que nunca ia ter coragem de chegar perto — falo com um sorriso safado.
—É que queria deixar o campo livre pros caras, mas vendo que nenhum deles teve sorte... — responde enquanto senta e se ajeita.
—Não é sorte que eles precisam — confidenciei, deixando meu braço roçar no dela.
Ela sorri e se apresenta:
— Damián, preceptor do colégio — diz estendendo a mão.
— Adriana, aluna do quinto ano — me apresento, mas em vez de apertar a mão dele, dou um beijo na bochecha.
Entre as meninas da minha turma, eu era a mais experiente, óbvio, talvez alguma tivesse estreado com o namoradinho, mas a que tinha mais gozadas em cima aos meus 18 recém-completados, era eu. E a verdade é que me parecia tentador ser também a primeira a transar nessa viagem.
Eu já dava como certo que muitas teriam a primeira experiência, e as que já tinham feito, iam repetir a dose. Mas duvidava que alguma se animasse logo de cara.
Desde aquele primeiro "oi", desde aquele primeiro olhar, a gente já fechou um acordo tácito de que seríamos a primeira experiência um do outro naquela viagem de formatura.
Claro que a gente não sabia de forma consciente, mas essas coisas se sentem, se adivinham nos gestos, nos olhares, nos sorrisos.
O Damián ficou o resto da viagem comigo, então a mina que tava naquele assento, que nem lembro quem era, teve que se trocar.
Já desde aquela primeira noite a gente começou a se pegar, a se beijar, a se acariciar, mas quando ele queria ir além, tipo meter a mão ou eu passar a mão nele, aí eu cortava.
—Você já vai poder fazer tudo o que quiser comigo quando a gente estiver no hotel — ela o tranquilizava.
Quando chegamos, nos instalamos, jantamos no restaurante do hotel e fomos pro primeiro dos boliches que visitaríamos naquela semana, o "Feet Up".
Dançamos no ritmo da música daquela época, bebemos como umas desenfreadas, e ao voltar pro hotel, cruzamos com os caras que tinham sido nossos companheiros de viagem. Entre eles, Damián, o preceptor.
A gente se beijou, caminhou junto de mãos dadas, e como não dava pra ir no hotel dela, porque um dos pais tava de acompanhante, fomos pro meu.
As minas que dividiram quarto comigo foram dez, e se mandaram pra outros quartos pra que o preceptor e eu pudéssemos ficar sozinhos.
Essa era a notícia do dia: "Adriana vai dar pra um moleque de 22 anos e ainda por cima é preceptor".
Das que já tinham estreado, nenhuma tinha feito isso com alguém mais velho que elas, então era um baita acontecimento.
Claro, todas sabiam que eu já tinha minha experiência, nunca neguei minha vivência quando a gente falava sobre isso, o que elas não sabiam era que meus parceiros eram homens muito mais velhos e casados.
Ao entrar no quarto, o Damián já vinha passando a mão na minha bunda desde o corredor. Ele tinha levado a sério aquilo que eu falei no microfone, que quando chegasse no hotel ele podia fazer o que quisesse comigo.
Ao fechar a porta, ela se jogou em cima de mim e não consegui mais me livrar dela. Parecia o polvo Manotas, de tanta mão que passava em mim, por cima, por baixo, na frente, por trás.
Ela já tava afim de mim desde aquele primeiro "oi" no busão, e isso foi no primeiro dia da viagem. Então tivemos que esperar até chegar, no outro dia, nos acomodar e ainda sair, pra ela finalmente poder matar a vontade.
O pau dele ficava duro por baixo da calça, inchando tanto que parecia que ele tinha um pacote escondido naquela parte do corpo. Mas não tinha nada, era que ele tava com ela pra caralho.
Já tinha tocado nele umas duas vezes no micro, só de leve, pra acalmar o bicho, e não achei nada demais, nada que fizesse soltar fogos. Já tinha estado com dois caras mais velhos, ativos, bem dotados, então me sentia por cima da carne seca.
Mas o que se marcava debaixo da braguilha do preceptor era algo que merecia atenção. Ela passou a mão de novo agora e podia sentir a dureza e o tamanho que ele exibia.
—Você vai chupar ela? Vai lamber tudo? — ele me perguntava com aquele tom perverso que os caras usam quando tão no tesão.
Como resposta, desabotoei a calça dele, meti a mão e puxei pra fora de uma vez. A pica tremia entre meus dedos, dura, quente e molhada.
Acaricio ele, procurando os lábios dele pra beijar, mas ele tá mais interessado em outro tipo de beijo, já que coloca a mão no meu ombro e empurra pra baixo.
Não resisto. Me deixo empurrar até ficar de joelhos diante de uma ereção que atrai toda minha atenção. Definitivamente, ele tem mais comprido que o Juan e o Rubén. Muito mais comprido. Seguro com as duas mãos, uma na frente da outra, e ainda sobra carne. Não é tão grosso quanto o de nenhum deles, mas no comprimento leva uma boa vantagem.
Se eu começo a beijar e lamber ela, dou aquele tratamento de sempre nos ovos dela, mas quando quero fazer garganta profunda, não consigo.
Com o Juan e o Rubén, eu já tinha me acostumado a chupar até o talo, mas o preceptor tem uma piroca tão comprida que nem dá pra tentar. Pra piorar, ela não é reta, é levemente torta pra um lado, o esquerdo, o que dificulta eu conseguir chupar mais da metade.
Já me contento com isso, então começo a chupar ele, apertando os ovos dele com força relativa. Tava cheio, durinho, até parecia que eu sentia eles fervendo de tesão.
Quando tô chupando, gosto de olhar pros caras, ver as reações deles, as caras que fazem, o jeito que eles suspiram, fazer olhinhos enquanto chupo de quatro. E o preceptor curtia tanto que tirou a calça, a cueca e, deitado de costas na cama, me ofereceu a virilha inteira pra eu me acabar à vontade.
Fui engatinhando até onde ele tinha se deitado e comecei a beijar suas coxas, lambendo a pele lisa e branca, quase sem pelos que ele tinha naquela parte.
Os ovos estavam dormentes, prestes a estourar, mas no decorrer daquela noite o preceptor me mostraria que era muito bom em retardar o orgasmo.
Enquanto eu os beijava de novo, na minha frente se erguia aquilo que me faria perder a cabeça mais de uma vez. E não me refiro àquela pica em particular, mas às pirocas em geral.
Tava num estado de tensão, tão dura, que a pele dela esticava como se fosse rasgar se crescesse mais um pouquinho.
As veias, principalmente a principal, que percorria ele da base até a ponta, saltavam tanto que eu podia fechar os olhos e seguir o caminho de cada uma só com o toque da minha língua.
A glande se erguia soberba, dominante, molhada não só com minha saliva, mas também com o próprio esperma dele, que já tinha começado a escorrer desde o momento em que comecei a chupar. Não era muito grossa, nem pronunciada, não dava pra dizer que era "cabeçuda", mas tinha aquela forma de cogumelinho que é tão gostosa pros lábios.
Depois de chupar ele, tirei a roupa de cima, o sutiã, e esfreguei os peitos contra os ovos e o pau, molhando os bicos nessas gotinhas que brotavam sem controle do furinho da ponta.
Tirei o resto da roupa, a calcinha, e subindo em cima dele, coloquei a buceta bem na altura da boca dele. Quando ele começou a meter a língua, achei que ia enlouquecer. Sentei praticamente em cima da boca dele, fazendo ele me chupar o mais fundo que conseguisse.
Enquanto eu chupava a buceta dela, o preceptor esticava as mãos pra acariciar meus peitos, mas dizer acariciar é eufemismo. Ele apertava, amassava, beliscava, torcia meus mamilos, fazendo minha excitação ficar ainda mais descontrolada.
Eu me joguei pra trás e enfiei ela toda, soltando um suspiro mais que relaxado ao sentir como me preenchia. Ele também se entregou ao prazer, até que percebeu que a gente tava fazendo sem proteção.
—Não coloquei camisinha — ele me diz com cara de "não fui eu".
—Eu gosto mais assim — falo pra ele, deslizando pra cima e pra baixo — E não se preocupa que eu me cuido — completo pra deixar ele bem tranquilo.
Ah, aí sim, me pega pela cintura e começa a se mexer, se encaixando nos meus próprios movimentos.
Nós dois ofegamos, gritamos, suspiramos, sem segurar nada. Naquele andar éramos todos estudantes, e todo mundo sabia da putaria que tava rolando dentro daquele quarto, então não fazia sentido se conter.
O choque dos corpos, os gemidos, a fricção, depois me contaram que dos quartos vizinhos e do corredor dava pra ouvir tudo. Até escutavam quando eu pedia mais, mais, me dá mais, hahaha.
Agachada, eu pulava em cima do preceptor, enfiando toda aquela pica até o talo, sentindo que, ao chegar na curva, ela dobrava para o lado, me causando uns arranhões deliciosos.
Sem nos separar, rolamos na cama, ficando ele por cima agora, de jeito que ele pôde mostrar toda a sua habilidade, me bombando com enfiadas longas e profundas. Essa foi uma das primeiras vezes que pedi pra ele:
—Mais... mais... me dá mais...! — e minhas amigas ouviram.
Era porque tava na porta do meu orgasmo e não queria deixar ele escapar. Às vezes acontece que você tá quase lá, sente ele vindo, e de repente, quem tá contigo resolve mudar de posição no melhor estilo ator pornô, e a gozada que ia explodir, te envolver em mil e uma luzinhas, fica ali pulsando, se desmanchando, até se perder.
Por sorte isso não aconteceu com o preceptor, quando eu pedia mais, ele continuava me dando, até que tudo no quarto parecia ficar borrado e começou a girar ao meu redor.
Ele deixou enfiado dentro de mim e ficou ali, colado em mim, sem gozar ainda, me deixando aproveitar esse mar de sensações que me envolvia com ondas cada vez mais intensas.
Foi uma foda que, além do prazer, serviu pra me fazer mais perguntas. O sexo com Juan e Rubén eu curtia, porque Juan foi meu primeiro homem e eu tava apaixonada pelo Rubén. Com Damián, o preceptor, não me ligava nenhum sentimento além da vontade de dar uma trepada, de ser a primeira nessa viagem a ter uma experiência sexual. Mas a foda que eu dei tava no nível das melhores com Juan, e até superava as que eu costumava ter com Rubén.
Era um estranho, um desconhecido, alguém que eu tinha conhecido um dia antes e me fez gozar como nos meus melhores momentos.
Eu abracei ele e beijei, sentindo meu corpo todo arrepiar e o coração saindo pela boca.
Aos poucos, ele começou a se mover de novo, tão comprido, sempre batendo com a parte curva no meu clitóris, o que me fazia arder de novo.
— Quer me dar uma surra de buceta? — perguntei, já que com aquela pica enorme e pelo jeito que enfiava, ele tinha mais que merecido.
Claro que quis, então ela tira, escorrendo uma mistura de lubrificação vaginal e porra, ou como chama aquilo que sai antes de gozar.
Me levanto e fico apoiando as mãos na parede, com as pernas abertas, na posição de revista policial. Mexo a minha bucetinha, enquanto ele também se levanta e vem na minha direção com uma ereção que deixa o pau dele quase roxo.
Se planta atrás de mim e enfia no meu cu, entrando com empurrões curtos mas precisos. Ele tem mais comprido que meus amantes anteriores, então vai abrindo um caminho que até então estava inexplorado.
Quando ele enfia tudo, fica bem preso, passando a mão nas minhas tetas, deixando eu me acostumar com aquele comprimento que, apesar dos centímetros a mais, se refugia inteiro dentro da minha buceta.
Quando ele começa a me comer, sinto que vai além dos meus intestinos, como se o tamanho dele atravessasse o que os outros atravessaram, mas chegando um pouco mais fundo ainda, mais perto do limite.
Jogo um braço pra trás e envolvo o pescoço dele, puxo ele pra perto de mim e procuro a boca dele com a língua. A gente se beija loucamente, com frenesi, com uma paixão avassaladora, sem parar de se meter um no outro. Ele tentando ir cada vez mais fundo, eu, querendo sentir até as bolas dele lá dentro.
Me espera até eu gozar de novo, ele tira a rola, dá um, dois passos pra trás, e me fuzila de porra. Ali acabou tudo o que eu vinha juntando desde que ele sentou do meu lado no ônibus.
Ainda atordoada pelo orgasmo, viro-me e, me jogando na frente dele, chupo de novo, deixando ela sequinha só na base da lambida.
Eu, na real, queria mais, mas como todo cara, depois de conseguir o que queria, o mano se vestiu, me agradeceu pela atenção e vazou, com certeza pra contar pros alunos dele o que eles não tinham conseguido fazer: comer uma ex-aluna no primeiro dia da viagem.
Sempre depois de transar eu fico mais sensível, meio mais emotiva, e a real é que naquele momento senti falta dos abraços e beijos do Rubén.
Minhas colegas entraram e começaram a me perguntar de tudo. Muitas delas nem tinham estreado ainda, então estavam loucas por informação.
Naquela noite a gente tinha ingresso pro Grisú, então enquanto se arrumava, contei tudo pra elas, tintim por tintim.
Não fiquei mais com o preceptor nem com mais ninguém durante essas duas semanas. Já bastava ter sido a primeira, também não queria virar a puta da minha turma.
Por um tempo, não lembrava o nome do Colégio, até que comecei a escrever a história e a memória voltou.
Quem me comeu naquela viagem foi um professor do Quinto Ano do Instituto Santa Rita, em Villa del Parque. Falo isso porque já faz tempo e acho que ele não trabalha mais lá.
Se você tá lendo isso, sabe que nunca te esqueci.

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