Relato do padrasto gostoso

Uns dias atrás contei um relato onde vi minha mãe e meu padrasto transando.
Dois dias depois do acontecido, fiquei sozinha com o cara (padrasto), não rolou nada.
Ele me perguntou por que eu fui embora no dia que vi eles, eu disse que fiquei com medo da minha mãe tirar a venda e me ver, só isso. Tomamos uns mates e conversamos um pouco...

Cara: Você sente alguma coisa estranha em transar comigo? Com alguém muito mais velho que você?
Eu: Mmmm, não. Talvez seja porque te conheço. Se fosse com outra pessoa e fosse adulta, capaz que eu estranhasse, sei lá, talvez só no começo, e fecharia os olhos... Por que perguntou? Você acha estranho?
Cara: MMM não, ficar com alguém mais nova pra mim é algo bom, é algo que eu curto. Mas se você fosse mais velha e tivesse esse corpo, não me importaria. Gosto de mulheres de corpo pequeno, que eu possa domar.
Eu: Haha, mas minha mãe é o oposto de mim. Ela é bem mais gordinha e mais alta.
Cara: Sim, mas depois gosto de mulheres tipo sua mãe... Gente grande, que dê trabalho ou que sejam elas a dominar.
Eu: Quando você era jovem, ficou com alguém mais velha que você?
Cara: Sim, uma vez. Eu tinha 19 e ela 29. Pra mim era uma coroa, mas agora acho que 29 não é idade de coroa, hahaha.
Eu: Sério?? E como foi?
Cara: Mmmm. É muito longo pra te contar isso, bem longo. E se eu contar o que fizemos, não tem graça.
Eu: Ah, tudo bem. Mas e se minha mãe chegar e eu ficar na curiosidade? E um ménage ou algo assim?
Cara: Sim, só um. Foi com minha colega de trabalho, lembra que te contei? Da Maria.
Eu: Sim, sim, lembro... Então você ficou várias vezes com ela?
Cara: Só duas vezes, mas o ménage foi algo estranho e gostoso.
Foi com um amigo, um colega de trabalho também. Custou muito convencer ela, e depois custou pro meu amigo se animar. Eu sabia que ele ia dar em cima dela, ele é bem rock and roll.
E foi no carro dele, porque era insulfilm, haha. Supostamente eu ia sair pra correr com ela, mas dias antes perguntei o que ela achava de um ménage e essas coisas, sempre... Falávamos sobre o que aconteceu e essas coisas, tipo, ela se animava, mas só até ali.
Aí fomos buscá-la no carro do meu parceiro, e quando ela entrou, pensou que íamos correr os três, mas não. Eu tava no banco de trás com ela, com a María, e meu parceiro na frente dirigindo. Fomos pros morros e enquanto eu bolava um baseado, meu parceiro ia devagar com o carro, enquanto eu olhava pra María e perguntava:
— Tá nervosa?
Ela sorriu pra mim e balançou a cabeça dizendo que não, mas quando chegou a vez dela fumar, dava pra ver a mão dela tremendo. Então eu me encostei nela e, quando ela tragou, comecei a beijar o pescoço dela, passando a mão nas pernas. Ela tinha um cheiro tão suave, um cheiro de puta, daqueles que você sente e fica com tesão de tão gostoso que é. Respirava o pescoço dela e dava beijos. Quando ela me passou o baseado, eu entreguei pro meu parceiro e falei pra María subir em cima de mim. Ela sentou de frente pra mim e a gente começou a se beijar. Eu olhava no retrovisor e via meu parceiro dirigindo, mordendo os lábios, tipo dizendo: "Que raba que ela tem, mano". Ela veio com uma legging e uma jaqueta corta-vento.

Comecei a despir ela, tirando a jaqueta e a blusa, enfiando a cabeça nos peitos dela, chupando, puxando o sutiã pra baixo e lambendo os bicos enquanto massageava a bunda dela. Ela tirou minha camiseta e começou a chupar meus mamilos. Ajoelhou de lado no banco, eu abaixei a calça e ela começou a me chupar.

Tinha esquecido como era a língua dela, as sugadas e a punheta que ela fazia enquanto me chupava. Ela soltou o cabelo e jogou pra um lado. Meu parceiro não conseguia ver pelo retrovisor, então eu virei ele pra orelha dele pra ele enxergar. Ele continuava mordendo os lábios, haha.

Ela me chupou por um bom tempo, não do jeito que eu gosto porque ela tava de lado no banco, mas o boquete dela era contínuo. Ela esfregou os peitos um pouco no meu pau, cuspiu nele, me masturbou e continuou chupando igual bezerro órfão. Eu já tinha perdido a noção do tempo, tava batendo a brisa do baseado, então falei pra ela: agora vou te foder, vou dirigir, ela ficou rindo com os dedos dentro da calça, eu fui dirigir e meu parceiro foi pra trás, foi a mesma coisa, abaixou o zíper, calça, calcinha e começou a fazer cara de prazer, de emoção, de tudo, abria a boca e dizia, ahhh, sim, come tudo, vai, come tudo, pegou ela pelos cabelos e começou a empurrar sem parar no pau dele,
Bluajj jjkk*#¡ blooujjjsh¡¡ jaaagjj¡¡
Maria prendeu o cabelo de novo, ficando com a franja, limpou um pouco o canto do olho, olhou pro meu parceiro, sorriu pra ele e começou a chupar devagar olhando pra ele, não vi muito bem, eu tava dirigindo e olhando no espelho, dirigindo e olhando no espelho.
Cheguei numa área que era um lixão clandestino, e por ali estacionei o carro, deixei ligado, puxei o banco do carona pra frente junto com o encosto e passei pra trás, fiquei atrás dela igual ela, com um joelho no banco e o pé contrário no chão do carro, peguei ela pela cintura, falei: Com licença... enquanto abaixava a calça dela, meu amigo riu e ela me disse não esquece de cumprimentar, dei uma lambida e uma enfiada de cara que ela nunca vai esquecer na vida, deixei brilhando de saliva, foi um tempão chupando ela enquanto esfregava meus dedos no clitóris dela. Ela começou a se agitar e soltar gemidos, parecia que eu tava indo bem. Coloquei a camisinha e comecei a foder devagar sem pressa, se meu parceiro gozasse antes melhor pra mim,
Dava empurrões curtos massageando as nádegas dela e enfiando meu dedão no cu dela, capaz que numa dessas entrava pelos dois lados,
Eu continuei na mesma, enfiando meu dedo, mexendo minha cintura e ouvindo a saliva dela na boca e garganta misturada com gemidos baixinhos em eme.. mmmm, mmmm, mmmmmshhssss,
Meu dedo entrou, saiu, cuspi no cu dela por cima e continuei metendo, já entrava sozinho, a nádega direita dela era uma bola de boliche que apertava minha mão com meu dedo dentro e puxando pra mim... depois de várias estocadas minhas e engasgos dela Meu parceiro provocava, perguntamos se ela tava bem,
—Tô, tô, me dá um pouco com vontade aí.
Tive que me mexer mais rápido, abri a bunda dela com as duas mãos e tentando enfiar meu outro dedão, ia precisar de mais dilatação, mais cuspe, mais tempo, então batia forte uns segundos e outros devagar, quando ia devagar empurrava meu outro dedo tentando abrir mais o cu dela.
Meu parceiro fazia sinal com a mão, vai fundo, vai... ele tava todo feliz, vai saber quanto tempo que não levava um boquete, a Maria com uma mão massageava os ovos dele, com a outra batia uma pra ele e com a boca fazia o dela,
Waahp, deaaaaw deaaakj ¡ shssshhh,¡ wahhwk¡
Aquele barulho que a boca dela fazia e as palmadas que eu dava nela, me deixaram com muito tesão, tive que parar, nem queria gozar no meio da ação. Tirei ela e comecei a chupar o cu dela de novo, só que dessa vez coloquei o dedo médio e o indicador, o cu dela tava mais aberto. Comecei a brincar com meus 2 dedos dentro dela e também comendo ela com esses 2 dedos, até que ela fala, mete devagarzinho, magro...
A Maria agora tinha uma mão na própria buceta, esfregando os dedos, tava com muito tesão pelo visto, olhei pro meu amigo, sorri pra ele e bom... era a hora, já tinha baixado um pouco meu nível de excitação, troquei de camisinha, coloquei uma nova mais lubrificada e comecei devagar. Entrou bem, meio apertado. Mas de boa. Já dentro dela, falei pra ela se mexer. Ela balançava pros lados e pra frente e pra trás, mas bem pouco,
Não senti que tava saindo ou fazendo algo com meu pau, então comecei eu a tirar ela aos poucos e sem tirar a cabeça empurrando de novo. Fiquei assim um tempão e cuspindo toda vez que tirava,
Sem saber em que momento, tava comendo ela com força pelo cu sem parar, já comecei a tirar a cabeça e meter de novo. Como a cabeça tava bem inchada, custava um pouco pra entrar, mas já tava mais fácil...
Olhei pro meu parceiro e ele tava em outro mundo, com um sorriso e aproveitando. Da chupada que tavam dando, ela me olhou e falou:
"Já tô magrinha..."
Maria mandou ele deitar no banco inteiro, que ela queria a gente dois dentro. Meu parceiro deitou, Maria se ajeitou em cima dele, se mexeu um pouco e se deitou por cima, deixando os peitos perto da cara dele.

Eu cuspi e meti devagar, pra ela não se assustar e não se arrepender de nada. Não sei se era porque tava chapada ou o quê, mas ela curtiu pra caralho. Os gemidos que ela soltava eram tão lindos, parecia uma cantora gemendo, maravilhosos os gemidos dela, pedindo mais e mais, falando "não para que tão vindo as cócegas".

Eu não aguentei mais e comecei a comer ela mais forte, dar uns empurrões mais pesados, batendo com tudo, e nalgueando ela.
Magrão: "Toma, puta, toma."
Maria: "Ahhh, sim, idiota, me tapa e me come forte."
Magrão: (respiração pesada) "Ssss, ahhhh, aperta a bunda que já vou gozar."

Meu amigo não conseguia se mexer muito, Maria e eu é quem fazíamos o trabalho de nos movimentar.
Até que foi tudo mais ou menos em sincronia, Maria começou a gritar e mexer a cintura pra frente e pra trás, colocando as mãos no peito do meu amigo e se inclinando pra cima.
Meu amigo só falou: "Ahhhh, sim, Maria..."

E depois de mais um tempinho, gozei eu. Umas 20 ou 30 segundos, quando gozei foi em silêncio, apertei a bunda dela com força e dei os empurrões no ritmo dos jatos de porra. Ainda sentia a bunda dela pulsando e as pernas tremendo, Maria rindo e respirando pesado, muito ofegante.

Foi uma sensação melhor, a que se sente com uma chapada, como se os nervos do corpo e as áreas sensíveis dessem mais cócegas e mais formigamento.
Depois disso, ela sentou, meu amigo subiu a calça e foi pra frente.
Eu tirei a camisinha, dei um nó e sentei.
Maria me agradeceu e limpou meu pau chupando como se fosse um pirulito entre as bochechas e os dentes dela, raspou um pouco mas limpou quase tudo... demos umas voltas com o carro, ela se arrumou um pouco. Pouco, a gente baixou os vidros pra transar lá dentro e ela poder se secar um pouco... de qualquer forma, ela ia sair pra correr e ia acabar toda suada, se o namorado chegasse em casa ela tinha como se defender... eu e meu amigo deixamos ela e fomos pro bairro, feito uns campeões. Quando o efeito passou, a gente lembrava de tudo, mas não sabia exatamente quanto tempo a gente ficou nem quanto tempo durou... ela gostou, então o tempo não importou.

Deu tudo certo como a gente tinha planejado.

Eli: Mamãe sabe?
Flaco: Não, por enquanto só você...
Eli: Eu queria ter sentido ou feito algo assim...
Flaco: É complicado, a gente conseguiu, mas não pude fazer isso com mais ninguém, e eles também não, nem com sua mãe.
Eli: Quem sabe eu arrumo alguém, hein, haha
Flaco: Hahaha, não, deixa. Já tô velho pra isso... troca a erva.
Eli: Tá bom, depois me conta a outra, quando você ficou com a *young lady* de 29 e você tinha 19...
Flaco: Essa é bem longa, a gente vê depois...

Fim...

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