Depois de várias conversas com Martín sobre as fantasias dele de ser corno que nunca realizava, convidei ele pro meu escritório pra conhecer ele. Fiquei curioso pra saber quem era e entender mais sobre as fantasias dele. Lá, tomamos uns mates e ele me contava que fantasiava junto com a esposa Carolina, mas não tinham coragem de dar o passo. Conversamos um tempão sobre como tentar convencer a Carolina a fazer um ménage. Ele me contava que, enquanto transavam, no meio do tesão, falava pra Carolina que adoraria ver outro pau entrando nela. Esse era o começo, depois continuavam com mais putaria e luxúria no calor do momento. Eu dizia que era uma boa experiência e perguntava se ele não sentiria ciúmes de ver Carolina sendo penetrada por outro pau, ou vendo ela chupar outra rola além da dele. Perguntei se eles viam vídeos de ménage e ele disse que sim. Me falou que o pau dele era meio pequeno e que via outros paus maiores nos vídeos e ficava olhando, pensando naqueles paus grossos pra sua amada esposa. Me disse que Carolina era apertada, pequenininha, mas tinha uma bunda grande. Falei: "Olha, meu pau é grosso, tem uns 6 cm de diâmetro, talvez não entre inteiro nela." Ele riu e disse: "Não acredito." Levantei, abaixei o zíper, tirei o pau pra fora. Ele tava a meio metro de distância, ficou olhando sem dizer nada, meio surpreso. Vendo que ele tava vidrado no meu pau, falei: "Me dá a mão." Meio tímido, ele me deu a mão e eu levei até meu pau. Falei: "Olha que grosso." Ele continuou acariciando, quietinho, sem falar nada. Fiz ele me bater uma punheta devagar. "Viu que grosso?", e ele continuava olhando. Me respondeu: "É grosso mesmo." Eu dizia: "Mal vai caber na boca da Carolina, o que você acha?" Ele respondeu: "Acho que sim." Continuava olhando fixo pro meu pau. Peguei na nuca dele e aproximei da minha boca, enfiei um pouco. Ele, com um susto tímido, começou a chupar devagar, cada vez mais fundo. Eu empurrava a nuca dele pra ele engolir até o talo. Tava comendo a boca dele, cada vez mais rápido e fundo, até ele engasgar. Não aguentei mais, gozei grandes jatos de porra na boca dele e ele ficou com a língua de fora. Mandei limpar a última gota, falei pra ele ir no banheiro. Ele tava surpreso com a situação, disse que nunca tinha passado pela cabeça dele chupar uma pica porque era hétero, e nunca teve nenhuma experiência desse tipo, mas queria ser cuck, que isso o excitava. Sentei no sofá, continuamos conversando sobre as fantasias dele e da esposa Carolina. Ia propor fazer um ménage agora um pouco mais convencido. Perguntei se ele tinha gostado, ele disse que foi estranho, mas gostou, sentiu uma sensação diferente que nunca tinha tido antes. Falei: "vem cá, ajoelha na minha frente". Indeciso, mas obedeceu. Abri o zíper de novo e falei: "chupa ela outra vez". Peguei a nuca dele e levei a boca dele na minha pica. Me recostei no sofá e com uma mão acariciava a bunda, primeiro suave, depois mais forte. Percebi como ele mexia a bunda pra trás. Enfiei a mão dentro da calça, apertava as nádegas do Martin. Falei em voz alta: "solta a calça". E aí consegui enfiar um dedo na bunda do Martin. Entrava e saía cada vez mais rápido, ele chupava a pica mais rápido também, até que gozei na boca dele de novo. Tinha transformado ele num cuck submisso. Continuamos conversando sobre Carolina e que ele ia convencer ela a fazer um ménage, e que ele viria mais que disposto a se deixar levar pelo prazer.
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