Fala, gente linda do P! Hoje trago um novo título pra vocês. Nessa história, vamos viver por duas perspectivas: a de um homem e a de uma mulher. Só avisando que vou continuar com "O Ciúme da Minha Irmã", mas quero inovar, porque mesmice cansa. Lembrem de apoiar o relato se gostarem. Bom, sem mais enrolação, vou deixar vocês com a história.
Me apresento: me chamo Dante, trabalho numa empresa de renome e, por isso, recebo um salário bem gostoso. Tenho 27 anos, solteiro, tenho cerca de 1,93m, sou atlético e acho que é isso. Num belo dia, tô trabalhando na empresa e uns amigos me chamam pra uma despedida de solteiro. Pra ser sincero, não tava a fim de ir, porque sou um cara tranquilo e muito exigente comigo mesmo pra fazer bem meu trampo na empresa. Diante da minha recusa, eles começaram a zoar, dizendo que por eu ser tão sem graça, nunca ia arrumar uma parceira fixa. (Meu último relacionamento foi há uns 5 anos.) Mas dessa vez, aceitei ir. No fim do dia, fui direto pro meu apê, tomei um banho e me preparei pra ir nesse rolê. Quando fiquei pronto, peguei meu carro e fui pro local. A festa tava começando, tinha música, bebida e umas comidinhas no estilo coquetel. Depois de uma hora, as minas chegaram. Todas muito gostosas, pra ser sincero, mas a que me pegou de jeito foi essa:
Todas as garotas (eram 3 garotas) chegaram vestidas no estilo colegial, mas quem me conquistou foi a Paulina, ela era linda demais, tanto de frente quanto de costas. A festa continuou, o álcool aumentou, a música também, etc. Nessa altura da noite, eu já estava num canto mais afastado, só observando as minas dançando. Olhei o relógio e pensei que era hora de vazar, me despedi dos meus amigos e fui pro meu carro. Quando já tava dentro, coloquei uma música pra ficar ligado, e quando ia acelerar, bateram no vidro. Quando vi quem era, fiquei surpreso. Era a Paulina.
P: Já vai?
Eu: Sim, já é muito tarde.
P: Mmm... posso te pedir um favor?
Eu: Claro, fala aí, o que você precisa?
P: Dá pra me levar em casa? É que a gente já terminou aqui, mas ofereceram mais e minhas amigas aceitaram, mas eu não.
Eu: Ok, sem problema, bora.
No caminho, ela me contou que se chamava Paulina, tinha 25 anos e era garota de programa. Não me surpreendi muito, já dava pra sacar. A gente conversou sobre coisas bestas até chegar na casa dela. Confesso que durante toda a viagem não me insinuei nem toquei nela, fui um cavalheiro total, mas vontade não faltou.
P: Valeu, você é um amor.
Eu: Imagina.
P: (me entregou um cartão) Toma aqui, meu número.
Eu: Ok, obrigado.
P: Antes de eu ir, posso te perguntar uma coisa?
Eu: Fala.
P: Você é gay?
Eu: Hã... por que você diz isso?
P: Bom, porque na festa você quase não aparecia e aqui no carro você quase não me olhava.
Eu: Hahaha, não, não sou gay.
P: E então por que você é assim?
Eu: É porque minha mãe me criou sozinha e me ensinou a respeitar uma mulher, não importa o trabalho ou a situação dela.
P: (sorrindo) Isso quer dizer que você não me acha gostosa?
Eu: Claro que não! Você é muito linda.
P: Mmm... não sei se acredito.
Eu: É verdade.
P: Você é muito diferente, me liga quando quiser.
Ela desceu do carro, me dando uma vista do rabo lindo dela, se virou e se despediu mandando um beijo. Cheguei no meu apê cansado e só querendo dormir. No dia seguinte... No dia seguinte, tinha que voltar pra empresa. No outro dia no trampo, meus amigos perguntaram como foi com a Paulina, perguntaram como ela era na cama, mas eu respondi que não transamos, só levei ela até a casa dela. Quando saí do serviço, fui pro meu apê descansar. Chegando lá, tomei um banho e relaxei na sala. Lembrei do cartão que a Paulina me deu e decidi chamar ela no WhatsApp.
Eu: oi
5 minutos depois
P: oi.
P: primeiro de tudo, preciso do seu nome. Minha tabela é: duas horas por 150$, uma noite por 500$, um dia 1000$, dois dias 3500$.
Eu: me chamo Dante, sou o cara que te levou pra casa ontem à noite.
P: hahaha, desculpa, não te reconheci.
A gente conversou sobre tudo, besteiras, papo furado, ficamos quase 3 horas falando. Depois ela se despediu dizendo que tinha coisas pra fazer.
No dia seguinte, eu não tava trampando, então fiquei de boa descansando até umas 15h, quando chegou uma mensagem da Paulina no WhatsApp.
P: oi, Dante, quer ir tomar alguma coisa agora?
Eu: claro, quero sim.
P: fantástico. (mandou a localização) Que tal nesse lugar?
Eu: perfeito.
P: beleza, nos vemos em 30 minutos.
Eu: ok.
Na hora, pulei pra me arrumar e sair correndo. Peguei tudo que precisava e fui. Cheguei no lugar e achei ela muito gostosa. Aproximei, cumprimentei com um beijo na bochecha.
P: valeu por ter vindo.
Eu: de nada.
P: (cara triste) precisava desabafar com alguém.
Eu: mas por que você tá triste?
P: é que ontem fui ver um cliente e esse filho da puta me tratou super mal, não pagou tudo e me expulsou do quarto quase no chute.
Eu: que filho da puta, hein. Mas como você tá?
P: bom, fisicamente bem, mas mentalmente não. Por isso precisava ficar com alguém, e o primeiro que pensei foi em você, porque você é um cara todo cavalheiro.
Eu: valeu pelo elogio.
A gente continuou conversando, ela contou um pouco da vida dela e eu da minha, até que ficou tarde e decidimos ir pra uma balada pra espairecer. Na balada, a gente dançou, bebeu e, claro, esquentou com tanto roçamento. Toqueteio, ela me chamou pra casa dela, eu aceitei com muito entusiasmo. Mal chegamos, Paulina me beija com muito desejo, eu começo a despir ela. Eu: mamãe, que delícia você é. P: mmmm, você gostou de mim... Eu: pois é... Paulina me leva até o quarto dela, me joga na cama dela e começa a me beijar, aí eu pego ela e deixo ela pronta pra chupar toda aquela buceta gostosa que ela tinha. P: ai, papai, que gostoso você faz. P: continua, por favor, mmmmmmmmm que gostoso. Eu: que buceta gostosa, mamãe. P: que língua você tem!!! P: vai, que eu vou gozar. Eu: isso, mamãe, goza na minha cara. P: mmmmmm ah ah ah ah ah AH AH AH AH Ah ah, tem certeza? MmmmmMmmmMmmMMMmm. Eu: sim, mamãe. P: ai ai AI AI AI eu eu EU EU VOU GOZAAAAAR. Eu: isso, mamãe, que gostoso... Deixo ela uns segundos se recuperar, e levanto e aproximo meu pau até a vulva dela, e começo a penetrar bem devagar. Eu: que apertadinha você é. P: filho da puta, você me deixa louca. P: vai, mmmmMmmmMmmmMMMMmmm. P: que delíciaaaa, que pau gostoso você tem. Começo a beijar ela toda sem parar de penetrar a vulva dela, acariciava ela em zonas estratégicas. P: ai ai ai AI AI AI vou gozar de novo... Eu: vai sem medo MMMMMMM. P: que filho da PUTAAAAAA EU VOU GOZAAAAAR. Passaram mais dois minutos e ela gozou de novo, até que eu não aguentei mais e avisei que ia gozar logo. Eu: mamãe... já vou... gozar... onde você quer? P: dá na minha boca, amor. Eu: (me aproximando da boca dela) ah ah AH AH Ah tomaaaaaa. Caímos exaustos e dormimos de conchinha. No outro dia, acordei primeiro, minha primeira reação foi de susto porque não estava no meu apê, mas olhei pra minha direita, lembrei de tudo.
Me levantei, me vesti em silêncio e, antes de sair, achei justo deixar um pagamento, já que ela confiou em mim e me trouxe até o apartamento dela. Deixei 650$ e um bilhete: "Valeu por tudo, gostosa, adorei tudo que a gente fez, espero que se repita. Você é muito linda. Deixo o que é justo e um extra a mais, considera como gorjeta. Um beijo. Dante." Com isso, saí da casa dela e fui pro meu apartamento descansar. Continua... Bom, pessoal, espero que tenham gostado desse título. Se sim, me avisem com seus pontinhos e comentários.
Me apresento: me chamo Dante, trabalho numa empresa de renome e, por isso, recebo um salário bem gostoso. Tenho 27 anos, solteiro, tenho cerca de 1,93m, sou atlético e acho que é isso. Num belo dia, tô trabalhando na empresa e uns amigos me chamam pra uma despedida de solteiro. Pra ser sincero, não tava a fim de ir, porque sou um cara tranquilo e muito exigente comigo mesmo pra fazer bem meu trampo na empresa. Diante da minha recusa, eles começaram a zoar, dizendo que por eu ser tão sem graça, nunca ia arrumar uma parceira fixa. (Meu último relacionamento foi há uns 5 anos.) Mas dessa vez, aceitei ir. No fim do dia, fui direto pro meu apê, tomei um banho e me preparei pra ir nesse rolê. Quando fiquei pronto, peguei meu carro e fui pro local. A festa tava começando, tinha música, bebida e umas comidinhas no estilo coquetel. Depois de uma hora, as minas chegaram. Todas muito gostosas, pra ser sincero, mas a que me pegou de jeito foi essa:
Todas as garotas (eram 3 garotas) chegaram vestidas no estilo colegial, mas quem me conquistou foi a Paulina, ela era linda demais, tanto de frente quanto de costas. A festa continuou, o álcool aumentou, a música também, etc. Nessa altura da noite, eu já estava num canto mais afastado, só observando as minas dançando. Olhei o relógio e pensei que era hora de vazar, me despedi dos meus amigos e fui pro meu carro. Quando já tava dentro, coloquei uma música pra ficar ligado, e quando ia acelerar, bateram no vidro. Quando vi quem era, fiquei surpreso. Era a Paulina.P: Já vai?
Eu: Sim, já é muito tarde.
P: Mmm... posso te pedir um favor?
Eu: Claro, fala aí, o que você precisa?
P: Dá pra me levar em casa? É que a gente já terminou aqui, mas ofereceram mais e minhas amigas aceitaram, mas eu não.
Eu: Ok, sem problema, bora.
No caminho, ela me contou que se chamava Paulina, tinha 25 anos e era garota de programa. Não me surpreendi muito, já dava pra sacar. A gente conversou sobre coisas bestas até chegar na casa dela. Confesso que durante toda a viagem não me insinuei nem toquei nela, fui um cavalheiro total, mas vontade não faltou.
P: Valeu, você é um amor.
Eu: Imagina.
P: (me entregou um cartão) Toma aqui, meu número.
Eu: Ok, obrigado.
P: Antes de eu ir, posso te perguntar uma coisa?
Eu: Fala.
P: Você é gay?
Eu: Hã... por que você diz isso?
P: Bom, porque na festa você quase não aparecia e aqui no carro você quase não me olhava.
Eu: Hahaha, não, não sou gay.
P: E então por que você é assim?
Eu: É porque minha mãe me criou sozinha e me ensinou a respeitar uma mulher, não importa o trabalho ou a situação dela.
P: (sorrindo) Isso quer dizer que você não me acha gostosa?
Eu: Claro que não! Você é muito linda.
P: Mmm... não sei se acredito.
Eu: É verdade.
P: Você é muito diferente, me liga quando quiser.
Ela desceu do carro, me dando uma vista do rabo lindo dela, se virou e se despediu mandando um beijo. Cheguei no meu apê cansado e só querendo dormir. No dia seguinte... No dia seguinte, tinha que voltar pra empresa. No outro dia no trampo, meus amigos perguntaram como foi com a Paulina, perguntaram como ela era na cama, mas eu respondi que não transamos, só levei ela até a casa dela. Quando saí do serviço, fui pro meu apê descansar. Chegando lá, tomei um banho e relaxei na sala. Lembrei do cartão que a Paulina me deu e decidi chamar ela no WhatsApp.
Eu: oi
5 minutos depois
P: oi.
P: primeiro de tudo, preciso do seu nome. Minha tabela é: duas horas por 150$, uma noite por 500$, um dia 1000$, dois dias 3500$.
Eu: me chamo Dante, sou o cara que te levou pra casa ontem à noite.
P: hahaha, desculpa, não te reconheci.
A gente conversou sobre tudo, besteiras, papo furado, ficamos quase 3 horas falando. Depois ela se despediu dizendo que tinha coisas pra fazer.
No dia seguinte, eu não tava trampando, então fiquei de boa descansando até umas 15h, quando chegou uma mensagem da Paulina no WhatsApp.
P: oi, Dante, quer ir tomar alguma coisa agora?
Eu: claro, quero sim.
P: fantástico. (mandou a localização) Que tal nesse lugar?
Eu: perfeito.
P: beleza, nos vemos em 30 minutos.
Eu: ok.
Na hora, pulei pra me arrumar e sair correndo. Peguei tudo que precisava e fui. Cheguei no lugar e achei ela muito gostosa. Aproximei, cumprimentei com um beijo na bochecha.
P: valeu por ter vindo.
Eu: de nada.
P: (cara triste) precisava desabafar com alguém.
Eu: mas por que você tá triste?
P: é que ontem fui ver um cliente e esse filho da puta me tratou super mal, não pagou tudo e me expulsou do quarto quase no chute.
Eu: que filho da puta, hein. Mas como você tá?
P: bom, fisicamente bem, mas mentalmente não. Por isso precisava ficar com alguém, e o primeiro que pensei foi em você, porque você é um cara todo cavalheiro.
Eu: valeu pelo elogio.
A gente continuou conversando, ela contou um pouco da vida dela e eu da minha, até que ficou tarde e decidimos ir pra uma balada pra espairecer. Na balada, a gente dançou, bebeu e, claro, esquentou com tanto roçamento. Toqueteio, ela me chamou pra casa dela, eu aceitei com muito entusiasmo. Mal chegamos, Paulina me beija com muito desejo, eu começo a despir ela. Eu: mamãe, que delícia você é. P: mmmm, você gostou de mim... Eu: pois é... Paulina me leva até o quarto dela, me joga na cama dela e começa a me beijar, aí eu pego ela e deixo ela pronta pra chupar toda aquela buceta gostosa que ela tinha. P: ai, papai, que gostoso você faz. P: continua, por favor, mmmmmmmmm que gostoso. Eu: que buceta gostosa, mamãe. P: que língua você tem!!! P: vai, que eu vou gozar. Eu: isso, mamãe, goza na minha cara. P: mmmmmm ah ah ah ah ah AH AH AH AH Ah ah, tem certeza? MmmmmMmmmMmmMMMmm. Eu: sim, mamãe. P: ai ai AI AI AI eu eu EU EU VOU GOZAAAAAR. Eu: isso, mamãe, que gostoso... Deixo ela uns segundos se recuperar, e levanto e aproximo meu pau até a vulva dela, e começo a penetrar bem devagar. Eu: que apertadinha você é. P: filho da puta, você me deixa louca. P: vai, mmmmMmmmMmmmMMMMmmm. P: que delíciaaaa, que pau gostoso você tem. Começo a beijar ela toda sem parar de penetrar a vulva dela, acariciava ela em zonas estratégicas. P: ai ai ai AI AI AI vou gozar de novo... Eu: vai sem medo MMMMMMM. P: que filho da PUTAAAAAA EU VOU GOZAAAAAR. Passaram mais dois minutos e ela gozou de novo, até que eu não aguentei mais e avisei que ia gozar logo. Eu: mamãe... já vou... gozar... onde você quer? P: dá na minha boca, amor. Eu: (me aproximando da boca dela) ah ah AH AH Ah tomaaaaaa. Caímos exaustos e dormimos de conchinha. No outro dia, acordei primeiro, minha primeira reação foi de susto porque não estava no meu apê, mas olhei pra minha direita, lembrei de tudo.
Me levantei, me vesti em silêncio e, antes de sair, achei justo deixar um pagamento, já que ela confiou em mim e me trouxe até o apartamento dela. Deixei 650$ e um bilhete: "Valeu por tudo, gostosa, adorei tudo que a gente fez, espero que se repita. Você é muito linda. Deixo o que é justo e um extra a mais, considera como gorjeta. Um beijo. Dante." Com isso, saí da casa dela e fui pro meu apartamento descansar. Continua... Bom, pessoal, espero que tenham gostado desse título. Se sim, me avisem com seus pontinhos e comentários.
5 comentários - Dama de Companhia cap.1
Me gusta esta historia.....
Pero mepa q el pago estubo de mas.....
Lo puede tomar mal Paulina!!!
Espero el próximo....
Dejo mis 10s