Noé e Eva 5

Filhos da puta, pensamos com Noé, enquanto tomávamos café da manhã no sábado, já mais tranquilas e relaxadas depois de tanta porra e de ter avisado nossos pais que estávamos bem, mesmo com a bunda doendo e a buceta dolorida. E claro, como não, fomos comidas por uma dúzia de caras e, não, não tenho boas lembranças, dizia Noé, é uma merda. E vocês fizeram uma inspeção anal profunda em vocês, e não temos nenhum resultado, hahaha, a gente ria, as duas pervertidas. Mas Noé ainda tinha hematomas fortes. Rimos muito, fomos para o apartamento já que Ester voltava naquela mesma tarde. Já tinha passado uma semana do ocorrido e, depois de nos sentirmos tão usadas, nos sentíamos super poderosas. Nossos pais estavam tranquilos porque falávamos com eles todos os dias, e o bom é que os pais da Noé não voltaram a semana toda... Eram 2 da tarde de terça-feira, fazia muito calor, a gente tinha se divertido muito sozinhas naqueles dias, e éramos duas mulheres experientes. Eu me sentia capaz de foder com qualquer um, não sei por que me sentia assim... Insinuei pra Noé fazermos a denúncia, e ela disse que seríamos humilhadas, e eu concordei que ela tinha razão... Já tinha passado tudo e não tínhamos ficado com marcas, só as lembranças. Naquele dia, entramos na piscina no terraço. Dessa vez estávamos diferentes, nada importava, não tínhamos medo. Eu não ligava se estivessem me olhando ou não, acho que com Noé era a mesma coisa. Nadamos um pouco e, num canto da piscina sem ninguém pra encher o saco, começamos a nos tocar. Transamos no terraço, chupamos tudo: os peitos, a bunda, a buceta. Era um filme pornô num terraço, estávamos no tesão duas novinhas, com a bunda bem arrombada de dias atrás, não ligávamos pra nada, tudo era igual. Jogamos as toalhas no chão e, totalmente peladas, tomamos sol. Os pedreiros não estavam, nem ninguém pra gritar coisas pra gente. A noite chegou, pedimos empanadas, e Noé me diz que o entregador de pizza estava lá. Rimos, e quando Ele trouxe o pedido, mandamos ele subir. Quando o cara me viu, ficou todo vermelho. Noé mandou ele entrar, sentamos ele num sofá e perguntamos: "O que aconteceu no outro dia? Conta tudo ou chamamos a polícia." Ele disse: "Não, por favor, não", e começou a contar. Disse que a pizza que eu recebi na noite da suruba foi mandada pelos pedreiros, que não queriam ir pra casa porque tinha um par de putinhas na esquina que tinham deixado eles excitados. Um deles foi lá, viu que elas estavam sozinhas e no clima, e te deu um papel. No papel dizia: "Deixa tudo aberto que agora vamos te foder." Você não leu.

Aquilo me veio à cabeça, lembrei que Noé jogou o papel fora, e eu deixei o portão aberto. A gente estava no fundo, peladas, fumando... Então eles entraram e comeram vocês porque vocês queriam, ou não?

Ficamos quietas e pedimos mais detalhes. Ele contou que vieram uns pedreiros, o dentista da esquina, os entregadores, e vocês deram pra todo mundo. Eu fiquei um tempo e fui embora, como quase todo mundo...

Ficamos pensando. "Vamos deixar você ir, mas com uma condição."
"O que vocês querem?"
"Que você organize outra suruba igual, mas dessa vez nós duas participamos. E tem que ter uns 20 caras, porque no outro dia a Noé ficou com muito tesão."

O entregador foi embora. Noé me olhou e disse: "Você é uma putinha de merda." Pegou o consolador da Ester e falou: "Vira, puta, me deixou com tesão..."

Então é isso, galera. Eu gosto de pedreiros, ando pelas ruas com um consolador, adoro ser comida, e tenho uma amiga, Noé, que tem a mente super retorcida. Aguenta, porra. Beijos. Eve.

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