O fim de semana foi uma merda, nós duas sozinhas, um babaca que se fez de bonito nem conseguiu ficar duro e era precoce, bonito pra nada. Passaram duas semanas desde que o Noé foi com os pais no próximo fim de semana, e a gente não se viu. Eu tava muito tarada, pensava naquilo que ela me disse sobre ser comida por vários caras, e me excitava com qualquer pedreiro que via na rua, hahaha, tava me transformando numa putinha. Enfiei o vibrador no cu umas vezes e andava com ele. Hahaha, ida e volta no bar da esquina. Eu tava muito tarada, não aguentava mais, olhava pros pedreiros na rua e imaginava que eles eram comedores duros, insaciáveis, diferente dos loirinhos bonitos que passavam. Olhava pros mais feios e isso me deixava a mil. O Noé me liga no fim de semana, dizendo que a gente ia começar na quarta, porque os pais iam embora, íamos ficar sozinhas e cuidando da casa da Berta, a senhora que morava na casa da esquina, que era amiga da família. Avisei meus pais e me preparei pra ir pra casa do Noé. Chego e a putinha me atende pelada, sem sutiã, e me dá um beijo de língua que me dá arrepios. A gente se joga no sofá e fica se tocando toda. Ela diz: "Tô muito tarada, quero pica e pica, não ligo pra nada, quero ser comida toda". Eu rio e falo: "Tô igual". "Vamos pra piscina, não aguento mais", ela diz. Saímos assim mesmo, eu de calcinha e sutiã, ela igual. Depois de nadar um pouco, nos beijar, nos tocar e tudo mais, lá estavam todos olhando. Eram eles de duas semanas atrás, a gente deu um show e esquecemos. Eles olhavam e gritavam, mas a gente não ouvia, porque estavam um pouco longe. E eu, muito tarada, falo pro Noé: "Esses putos pedreiros devem foder muito gostoso". "É", diz Noé, mais tarada ainda, se tocando por cima da calcinha pra mostrar o tesão. Eu, muito puta, vejo ela e me faço de mais puta ainda: fico atrás dela e começo a me excitar de verdade, enfiando os dedos. Devia ser um espetáculo alucinante pros punheteiros. A gente escuta... Uns gritos, de "slut, slut", mas a gente nem ligou, era só eu e o Noé. Lá longe a gente ouvia "tiny ass, tiny ass", e eu tava mais tarada que preta no samba. Levantei, fiquei na frente do Noé, segurei a frente da calcinha e enfiei ela toda pra trás hahaha. Teve muito grito e tudo, tipo "slut, vamos fuder ela toda...". Aí o Noé fala: "vamos, vamos embora, esses caras tão gritando demais". A gente juntou as coisas e vazou, mas não sem antes mandar beijinhos pros nossos espectadores.
O Noé me falou que quinta e sexta a gente ia ficar na casa da Berta pra não sujar aqui, e que a Berta era uma coroa que morava sozinha, que ele viu uns brinquedinhos que queria me mostrar. Eu ri e falei: "vamos hoje à noite, bora agora". Ele riu, a gente fechou tudo e foi. Quando entramos na casa, ouvimos uns assobios na rua, mas já era tarde, a gente nem ligou e entrou. Mal deu 10 minutos e tocaram a campainha. Era um cara grandão, uns 50 anos. O Noé foi atender e perguntou o que ele queria. Eu fiquei na porta. O cara falou algo que não entendi, entregou um papel, não sei o que era. O Noé riu, o cara entrou, parecia bêbado, e foi embora. O Noé voltou pra dentro, todo vermelho, e falou: "que gostosa". Eu ri e falei: "esse velho de merda, cê tá com tesão, nega?" Ele respondeu: "não fala isso". Eu não entendi nada, e ele explicou que eram os pedreiros que assistiram ao show. Tavam bebendo umas cervejas na pizzaria, era um grupinho, e de brincadeira ele disse pra gente ir lá e eles comerem a gente toda hahaha. Eu ri e fiquei com o dobro de tesão só de pensar que esses nojentos vão me fuder, fiquei muito excitada. O Noé foi embora e eu fiquei no sofá da sala. Ele voltou e falou: "a gente divide", com uma mão nas costas. Eu já tava quase nua, só de sutiã. O Noé tava com tesão, dava pra ver em tudo. Eu não ia ficar pra trás: levantei, tirei a camiseta, o sutiã, a calça jeans e falei: "o que você quiser". E ele me mostrou um vibrador. A buceta da Berta era bem grande, e começamos a nos beijar, nos acariciar e nos jogamos no tapete do chão. Ela começa a chupar minha buceta de um jeito frenético, e enfia todos os dedos, era o prazer absoluto. Ela diz: "Enfia isso na minha booty, sou sua puta". E eu tô muito tesuda, fico atrás dela, cuspo bem na booty dela e começo a enfiar um dedo. A campainha toca de novo, mas a gente ignora e continua no nosso lance. A campainha insiste muito. Noé, toda excitada, fala: "Não liga, enfia isso". Tocam de novo. Eu, toda molhada e desconcentrada, visto a camiseta e o jeans, saio descalça e sem sutiã, com a buceta começando a escorrer de tanto tesão. Chego na porta e vejo o entregador de pizza. Olho pra Noé, que estava de quatro se enfiando o consolador. Eu, toda excitada, achando que ela tinha pedido comida, pego minha bolsa que tava no chão da entrada, tiro a carteira e saio com as chaves. "Já vou, já vou, oi, quanto é?", pergunto. E vejo que era aquele babaca que a gente tinha mandado pastar semanas atrás. Ele me olha e fala: "Nada". "Por quê?", pergunto. "Aqueles caras ali mandaram", e vejo uma multidão de gente, nem sei quem eram. "Ah, tá bom, obrigada", pego a pizza e entro rápido, mas esqueci de fechar o portão, só encostei. Entro, deixo a carteira, a pizza, tudo, e vejo Noé metendo o consolador quase até o fundo das entranhas dela, entrava quase tudo, parecia uma máquina de escalar. Tiro minha roupa, fico atrás dela, seguro o consolador com as duas mãos e começo a empurrar até não caber mais, bem rápido. Ela gritava de prazer, eu não acreditava, queria minha vez já. Escuto um barulho no quintal dos fundos, falo pra Noé, mas ela tava a mil, não ligava pra nada. "Que venham todos os pedreiros, me amarrem e me comam toda, não importa se rasgam toda a minha buceta, que me façam engolir porra", e eu continuo metendo e tirando, metendo e tirando, e escuto um gemido de puta. atrás me levanto, vou pra cozinha, não vejo nada, abro a porta, tinha grade e tinha uma puta do lado de fora, fecho a porta, volto e o Noé já de barriga pra cima e com o consolador na buceta, ele me diz, e eram os pedreiros, que entrem e nos comam todas, por todos os lados, eu que não queria ficar pra trás, sim buceta, que nos amarrem o fim de semana inteiro e nos dêem pica até não aguentar mais, hahaha hahahaha, você quer agora me arrombar toda, fico de quatro e ele começa a chupar meu cu, era algo incrível, traz creme e começa a passar, eu morria de prazer, e ele começa a meter o consolador, eu enfio os dedos e ela começa a brincar com minha bunda, no meio da metida e metida escuto um barulho, falo é uma puta que tá no fundo, o Noé diz e fica mais excitado falando, pensei que eram os pedreiros vindo meter suas picas venosas na nossa boceta, pra nos tratar, como boas putinhas adolescentes, sedentas de pica e ele começa a meter o consolador todo, vai vai vai falo sim sim sim e sinto as mãos dele tocarem as nádegas da minha bunda, era incrível, tinha entrado tudo, e eu tava a mil, éramos muito putas as duas, vamos ele diz, goza, me viro de barriga pra cima e começo a me masturbar com mais força, ela não para de meter e tirar e eu gozo com um orgasmo tremendo, que jorra na cara dela, ela se joga em mim buceta e começa a chupar de novo, era uma loucura de sexo, as duas sozinhas, desenfreadas e super quentes, descansamos um momento, eram 9:10 da noite e éramos muito putas, vamos tomar ar ele diz. E assim peladas saímos pro quintal dos fundos, pegamos uma espreguiçadeira, escuto um barulho, me viro e o Noé tava com a boca tapada, por umas mãos negras, quando tento gritar tapam a minha também, entre se debater e se debater o Noé consegue escapar tentando gritar e cai no chão, alguém tinha batido nele, nos metem pra dentro de casa, eram três caras, um deles me parecia conhecido, mas não me dava conta, amordaçaram o Noé, e a mim também, e a ela me amarram na pata da mesa, deixando ela aberta, com as mãos amarradas do outro lado, sem sentidos, me dão um murro e me deixam nocauteada. nesse momento, tentam enfiar a pica de alguém na minha boca... continua...
O Noé me falou que quinta e sexta a gente ia ficar na casa da Berta pra não sujar aqui, e que a Berta era uma coroa que morava sozinha, que ele viu uns brinquedinhos que queria me mostrar. Eu ri e falei: "vamos hoje à noite, bora agora". Ele riu, a gente fechou tudo e foi. Quando entramos na casa, ouvimos uns assobios na rua, mas já era tarde, a gente nem ligou e entrou. Mal deu 10 minutos e tocaram a campainha. Era um cara grandão, uns 50 anos. O Noé foi atender e perguntou o que ele queria. Eu fiquei na porta. O cara falou algo que não entendi, entregou um papel, não sei o que era. O Noé riu, o cara entrou, parecia bêbado, e foi embora. O Noé voltou pra dentro, todo vermelho, e falou: "que gostosa". Eu ri e falei: "esse velho de merda, cê tá com tesão, nega?" Ele respondeu: "não fala isso". Eu não entendi nada, e ele explicou que eram os pedreiros que assistiram ao show. Tavam bebendo umas cervejas na pizzaria, era um grupinho, e de brincadeira ele disse pra gente ir lá e eles comerem a gente toda hahaha. Eu ri e fiquei com o dobro de tesão só de pensar que esses nojentos vão me fuder, fiquei muito excitada. O Noé foi embora e eu fiquei no sofá da sala. Ele voltou e falou: "a gente divide", com uma mão nas costas. Eu já tava quase nua, só de sutiã. O Noé tava com tesão, dava pra ver em tudo. Eu não ia ficar pra trás: levantei, tirei a camiseta, o sutiã, a calça jeans e falei: "o que você quiser". E ele me mostrou um vibrador. A buceta da Berta era bem grande, e começamos a nos beijar, nos acariciar e nos jogamos no tapete do chão. Ela começa a chupar minha buceta de um jeito frenético, e enfia todos os dedos, era o prazer absoluto. Ela diz: "Enfia isso na minha booty, sou sua puta". E eu tô muito tesuda, fico atrás dela, cuspo bem na booty dela e começo a enfiar um dedo. A campainha toca de novo, mas a gente ignora e continua no nosso lance. A campainha insiste muito. Noé, toda excitada, fala: "Não liga, enfia isso". Tocam de novo. Eu, toda molhada e desconcentrada, visto a camiseta e o jeans, saio descalça e sem sutiã, com a buceta começando a escorrer de tanto tesão. Chego na porta e vejo o entregador de pizza. Olho pra Noé, que estava de quatro se enfiando o consolador. Eu, toda excitada, achando que ela tinha pedido comida, pego minha bolsa que tava no chão da entrada, tiro a carteira e saio com as chaves. "Já vou, já vou, oi, quanto é?", pergunto. E vejo que era aquele babaca que a gente tinha mandado pastar semanas atrás. Ele me olha e fala: "Nada". "Por quê?", pergunto. "Aqueles caras ali mandaram", e vejo uma multidão de gente, nem sei quem eram. "Ah, tá bom, obrigada", pego a pizza e entro rápido, mas esqueci de fechar o portão, só encostei. Entro, deixo a carteira, a pizza, tudo, e vejo Noé metendo o consolador quase até o fundo das entranhas dela, entrava quase tudo, parecia uma máquina de escalar. Tiro minha roupa, fico atrás dela, seguro o consolador com as duas mãos e começo a empurrar até não caber mais, bem rápido. Ela gritava de prazer, eu não acreditava, queria minha vez já. Escuto um barulho no quintal dos fundos, falo pra Noé, mas ela tava a mil, não ligava pra nada. "Que venham todos os pedreiros, me amarrem e me comam toda, não importa se rasgam toda a minha buceta, que me façam engolir porra", e eu continuo metendo e tirando, metendo e tirando, e escuto um gemido de puta. atrás me levanto, vou pra cozinha, não vejo nada, abro a porta, tinha grade e tinha uma puta do lado de fora, fecho a porta, volto e o Noé já de barriga pra cima e com o consolador na buceta, ele me diz, e eram os pedreiros, que entrem e nos comam todas, por todos os lados, eu que não queria ficar pra trás, sim buceta, que nos amarrem o fim de semana inteiro e nos dêem pica até não aguentar mais, hahaha hahahaha, você quer agora me arrombar toda, fico de quatro e ele começa a chupar meu cu, era algo incrível, traz creme e começa a passar, eu morria de prazer, e ele começa a meter o consolador, eu enfio os dedos e ela começa a brincar com minha bunda, no meio da metida e metida escuto um barulho, falo é uma puta que tá no fundo, o Noé diz e fica mais excitado falando, pensei que eram os pedreiros vindo meter suas picas venosas na nossa boceta, pra nos tratar, como boas putinhas adolescentes, sedentas de pica e ele começa a meter o consolador todo, vai vai vai falo sim sim sim e sinto as mãos dele tocarem as nádegas da minha bunda, era incrível, tinha entrado tudo, e eu tava a mil, éramos muito putas as duas, vamos ele diz, goza, me viro de barriga pra cima e começo a me masturbar com mais força, ela não para de meter e tirar e eu gozo com um orgasmo tremendo, que jorra na cara dela, ela se joga em mim buceta e começa a chupar de novo, era uma loucura de sexo, as duas sozinhas, desenfreadas e super quentes, descansamos um momento, eram 9:10 da noite e éramos muito putas, vamos tomar ar ele diz. E assim peladas saímos pro quintal dos fundos, pegamos uma espreguiçadeira, escuto um barulho, me viro e o Noé tava com a boca tapada, por umas mãos negras, quando tento gritar tapam a minha também, entre se debater e se debater o Noé consegue escapar tentando gritar e cai no chão, alguém tinha batido nele, nos metem pra dentro de casa, eram três caras, um deles me parecia conhecido, mas não me dava conta, amordaçaram o Noé, e a mim também, e a ela me amarram na pata da mesa, deixando ela aberta, com as mãos amarradas do outro lado, sem sentidos, me dão um murro e me deixam nocauteada. nesse momento, tentam enfiar a pica de alguém na minha boca... continua...
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