Vou contar pra vocês o que aconteceu comigo uns dias atrás.
Faz 2 anos que moro com meu namorado, um cara encantador que conheci uma vez na casa de uma amiga. Ele é a coisa mais carinhosa que existe, bom rapaz, trabalhador, me dá todos os caprichos. A única coisa que ele tem, se é que dá pra dizer, é que é muito monótono e sem graça. Ele passa o dia todo perdendo tempo com joguinhos de computador e nem bola dá pra mim.
No meio do ano passado, fiquei sem trampo porque a empresa onde eu trabalhava quebrou. Aí comecei a vender coisas de confeitaria, bolos, muffins, de tudo.
Um dia fui entregar um pedido pra um cliente regular, e quando cheguei, tinha uns caras magrelos na frente da casa ao lado, fumando e batendo papo. Quando me viram, ficaram em silêncio e quase me comeram com os olhos. Um era um grandão daqueles que malha pesado na academia, e o outro era um moreno mais alto que meu namorado.
Devolvi o olhar pra eles, acenei e esperei o pedido sair pra ir embora. Como demoravam pra abrir, comecei a bater um papo. Contei que tinha ficado sem trampo e tava me virando pra fechar o mês. Não consegui evitar reparar nos braços fibrosos que eles tinham e no shape, sem querer comparei com o magricela do meu namorado. Enfim, entreguei o bolo e fui pra casa.
Na mesma tarde, me ligaram de um número desconhecido, dizendo que era um dos caras com quem eu tinha falado, que pediram meu número pro vizinho. Falou que tinha uma proposta de trampo pra mim, então combinamos de nos encontrar no dia seguinte no fim da tarde.
Aquela noite não conseguia dormir, não tirava aqueles caras da cabeça e de vez em quando olhava pro meu namorado pra comparar. Se pegarem ele, matam. Tinha um sonho frequente: a gente saía pra balada e apareciam dois ou três caras grandões que enchiam ele de porrada, e eu era passada na mão pelos três. Aquela sensação de insegurança quando teu namorado pesa 60kg e tem braço de palito de dente.
Enfim, fui no dia seguinte, me depilei, tomei um banhão pra causar boa impressão e fui na casa dos caras ver qual era a ideia.
Quando cheguei, o mais musculoso tava lá fora fumando:
— Oi! Tô aqui, posso entrar?
— Entra, gostosa.
A casa era um bagaço: latinha pra todo lado, roupa suja jogada, cheiro de baseado e sujeira. Andei uns 2 metros da entrada e quando virei pra falar com ele, ele pegou na minha bunda e me empurrou contra a parede.
— Para!! Que porra você tá fazendo, doido?!
— O que você veio buscar, rabuda. — Falou enquanto apertava minha bunda com as duas mãos e começava a beijar meu pescoço.
— Para, mano, você tá viajando na maionese, me solta!!
— Viajando? Você vai viajar com a pica que vou te enfiar. — Falou e começou a apalpar meus peitos, encostando o volume dele na minha bunda.
— Você veio atrás disso e aqui tá, bebê. — Começou a tirar minha jaqueta que deixava a escanciei todo o decote, enquanto me apalpava por todos os lados. Senti as mãos descendo da minha bunda pras minhas pernas e daí pra esfregar minha pussy por fora da legging.
- Para, me solta, larga.
- Minha filha, até eu te dar matraca por uma hora, uma hora e meia, você não vai. Então cala a boca e aproveita.
Ele me virou, começou a meter as mãos dentro da minha legging enquanto me beijava a boca toda e brincava com minha bunda e todas as minhas curvas. Arrancou minha camiseta, me levantou pelos quadris e me levou até um sofá cheio de lixo que tinha ali.
- Para, por favor!! Tenho namorado.
- Convida ele na próxima pra gente filmar.
Não dava pra fazer nada, eu empurrava ele e ele me puxava de volta. Ninguém ia poder me ajudar.
Ele tirou meu sutiã e começou a chupar meus peitos enquanto abaixava minha legging.
- Para, sério!! Meu namorado vem me buscar em 5 minutos.
- Para o caralho. Vou comer essa pussy linda e vou arrebentar cada buraco que tiver, ouviu??
Ele abaixou minha calcinha devagar no meio da briga toda e enfiou a cabeça entre minhas pernas. Tentei fechar elas e empurrar ele, mas era inútil. Ele abriu minhas pernas com força e eu comecei a sentir ele devorando minha pussy recém-depilada. Queria me soltar, mas ele me agarrava de novo com força. Apertava minhas nádegas e empurrava elas contra ele, tava comendo minha pussy de beijos e lambidas. E daqui a pouco ia estar penetrando.
- Aiii para, chega, por favor. Não vim pra isso, me solta!!! - Falei, enquanto abria um pouco as pernas.
- Cala a boca ou arrebento teu cu.
Depois de me molhar a ponto do sofá ficar encharcado, ele me levantou e ficou debaixo de mim enquanto abaixava a calça e deixava a cock de fora. Nunca tinha visto uma cock tão grossa assim. Não era tão comprida, mas era larga demais.
- Não, para, você vai me arrebentar toda com essa cock.
Ele pegou minha mão, cuspiu nela e passou na cock antes de meter.
- Devagar, por favor!!
Eu tava em cima dele, com as pernas abertas e usei a palavra: buceta encharcada embaixo da rola grossa dele. Bateu duas vezes e meteu.
- Ai, dói, dói demais!!
- Cala a boca, sua putinha - Ele disse, tirou de dentro, me pegou pela nuca, puxou meu cabelo e enfiou a rola na minha boca. Fiquei fazendo um boquete por 10 minutos, minha boca doía de tanto abrir pra caber.
- Vamos ver se você afrouxa agora... ou quer chupar de novo?? - Ouvi ele falar, enquanto me colocava por cima dele e enfiava a rola devagar. De repente, comecei a gostar, apertei os peitorais definidos dele e comecei a cavalgar como nunca tinha cavalgado meu namorado.
Dava pra ouvir o barulho da minha bunda batendo nele cada vez que a rola venuda entrava e saía, no começo doía e depois fui me acostumando. Quando cansei de me mexer, ele me pegou, me jogou no chão e me colocou de quatro.
Ele me comeu por uns 20 ou 30 minutos, eu estava deitada, extasiada, rezando pra ele não gozar. Quando ouvimos umas buzinadas lá fora, ele se masturbou pra gozar, jogou tudo no meu cabelo e foi olhar pela janela.
Era meu namorado.
Lavei o rosto, um pouco o cabelo, chupei a boca dele uns 20 segundos enquanto ele segurava minha bunda e encostava a rola ainda dura, e abri a porta.
- Amanhã eu começo então - Falei, dei outro beijinho enquanto meu namorado olhava e entrei no carro.
Faz 2 anos que moro com meu namorado, um cara encantador que conheci uma vez na casa de uma amiga. Ele é a coisa mais carinhosa que existe, bom rapaz, trabalhador, me dá todos os caprichos. A única coisa que ele tem, se é que dá pra dizer, é que é muito monótono e sem graça. Ele passa o dia todo perdendo tempo com joguinhos de computador e nem bola dá pra mim.
No meio do ano passado, fiquei sem trampo porque a empresa onde eu trabalhava quebrou. Aí comecei a vender coisas de confeitaria, bolos, muffins, de tudo.
Um dia fui entregar um pedido pra um cliente regular, e quando cheguei, tinha uns caras magrelos na frente da casa ao lado, fumando e batendo papo. Quando me viram, ficaram em silêncio e quase me comeram com os olhos. Um era um grandão daqueles que malha pesado na academia, e o outro era um moreno mais alto que meu namorado.
Devolvi o olhar pra eles, acenei e esperei o pedido sair pra ir embora. Como demoravam pra abrir, comecei a bater um papo. Contei que tinha ficado sem trampo e tava me virando pra fechar o mês. Não consegui evitar reparar nos braços fibrosos que eles tinham e no shape, sem querer comparei com o magricela do meu namorado. Enfim, entreguei o bolo e fui pra casa.
Na mesma tarde, me ligaram de um número desconhecido, dizendo que era um dos caras com quem eu tinha falado, que pediram meu número pro vizinho. Falou que tinha uma proposta de trampo pra mim, então combinamos de nos encontrar no dia seguinte no fim da tarde.
Aquela noite não conseguia dormir, não tirava aqueles caras da cabeça e de vez em quando olhava pro meu namorado pra comparar. Se pegarem ele, matam. Tinha um sonho frequente: a gente saía pra balada e apareciam dois ou três caras grandões que enchiam ele de porrada, e eu era passada na mão pelos três. Aquela sensação de insegurança quando teu namorado pesa 60kg e tem braço de palito de dente.
Enfim, fui no dia seguinte, me depilei, tomei um banhão pra causar boa impressão e fui na casa dos caras ver qual era a ideia.
Quando cheguei, o mais musculoso tava lá fora fumando:
— Oi! Tô aqui, posso entrar?
— Entra, gostosa.
A casa era um bagaço: latinha pra todo lado, roupa suja jogada, cheiro de baseado e sujeira. Andei uns 2 metros da entrada e quando virei pra falar com ele, ele pegou na minha bunda e me empurrou contra a parede.
— Para!! Que porra você tá fazendo, doido?!
— O que você veio buscar, rabuda. — Falou enquanto apertava minha bunda com as duas mãos e começava a beijar meu pescoço.
— Para, mano, você tá viajando na maionese, me solta!!
— Viajando? Você vai viajar com a pica que vou te enfiar. — Falou e começou a apalpar meus peitos, encostando o volume dele na minha bunda.
— Você veio atrás disso e aqui tá, bebê. — Começou a tirar minha jaqueta que deixava a escanciei todo o decote, enquanto me apalpava por todos os lados. Senti as mãos descendo da minha bunda pras minhas pernas e daí pra esfregar minha pussy por fora da legging.
- Para, me solta, larga.
- Minha filha, até eu te dar matraca por uma hora, uma hora e meia, você não vai. Então cala a boca e aproveita.
Ele me virou, começou a meter as mãos dentro da minha legging enquanto me beijava a boca toda e brincava com minha bunda e todas as minhas curvas. Arrancou minha camiseta, me levantou pelos quadris e me levou até um sofá cheio de lixo que tinha ali.
- Para, por favor!! Tenho namorado.
- Convida ele na próxima pra gente filmar.
Não dava pra fazer nada, eu empurrava ele e ele me puxava de volta. Ninguém ia poder me ajudar.
Ele tirou meu sutiã e começou a chupar meus peitos enquanto abaixava minha legging.
- Para, sério!! Meu namorado vem me buscar em 5 minutos.
- Para o caralho. Vou comer essa pussy linda e vou arrebentar cada buraco que tiver, ouviu??
Ele abaixou minha calcinha devagar no meio da briga toda e enfiou a cabeça entre minhas pernas. Tentei fechar elas e empurrar ele, mas era inútil. Ele abriu minhas pernas com força e eu comecei a sentir ele devorando minha pussy recém-depilada. Queria me soltar, mas ele me agarrava de novo com força. Apertava minhas nádegas e empurrava elas contra ele, tava comendo minha pussy de beijos e lambidas. E daqui a pouco ia estar penetrando.
- Aiii para, chega, por favor. Não vim pra isso, me solta!!! - Falei, enquanto abria um pouco as pernas.
- Cala a boca ou arrebento teu cu.
Depois de me molhar a ponto do sofá ficar encharcado, ele me levantou e ficou debaixo de mim enquanto abaixava a calça e deixava a cock de fora. Nunca tinha visto uma cock tão grossa assim. Não era tão comprida, mas era larga demais.
- Não, para, você vai me arrebentar toda com essa cock.
Ele pegou minha mão, cuspiu nela e passou na cock antes de meter.
- Devagar, por favor!!
Eu tava em cima dele, com as pernas abertas e usei a palavra: buceta encharcada embaixo da rola grossa dele. Bateu duas vezes e meteu.
- Ai, dói, dói demais!!
- Cala a boca, sua putinha - Ele disse, tirou de dentro, me pegou pela nuca, puxou meu cabelo e enfiou a rola na minha boca. Fiquei fazendo um boquete por 10 minutos, minha boca doía de tanto abrir pra caber.
- Vamos ver se você afrouxa agora... ou quer chupar de novo?? - Ouvi ele falar, enquanto me colocava por cima dele e enfiava a rola devagar. De repente, comecei a gostar, apertei os peitorais definidos dele e comecei a cavalgar como nunca tinha cavalgado meu namorado.
Dava pra ouvir o barulho da minha bunda batendo nele cada vez que a rola venuda entrava e saía, no começo doía e depois fui me acostumando. Quando cansei de me mexer, ele me pegou, me jogou no chão e me colocou de quatro.
Ele me comeu por uns 20 ou 30 minutos, eu estava deitada, extasiada, rezando pra ele não gozar. Quando ouvimos umas buzinadas lá fora, ele se masturbou pra gozar, jogou tudo no meu cabelo e foi olhar pela janela.
Era meu namorado.
Lavei o rosto, um pouco o cabelo, chupei a boca dele uns 20 segundos enquanto ele segurava minha bunda e encostava a rola ainda dura, e abri a porta.
- Amanhã eu começo então - Falei, dei outro beijinho enquanto meu namorado olhava e entrei no carro.
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