Olá, aqui é a terceira parte. Dá pra ver as anteriores no meu perfil. Se puderem comentar o que gostam ou não, tudo bem. Espero que estejam se divertindo!
Bom, já contei o que rolou no começo com cada mulher em casa. Agora vem o desenvolvimento.
Minha irmã sempre tava aproveitando pra transar, mesmo com a porta fechada, quando a casa ficava só pra gente. Ela fazia um monte de comentários e indiretas, até na frente da família.
— Ai, vai cair minha porra — ela dizia enquanto se servia do café da manhã.
— Fala sério, idiota, não vê que a porra tá caindo e você fica aí calado, parado? Não muda mesmo, hein.
Eu só consegui olhar pra ela, mostrando minha insatisfação. Ela também passava o dia rebolando em casa, sozinha ou com as amigas.
A verdade é que ela era a melhor, como mexia aquela bunda, aquele vai e vinha era hipnótico. Um dia vi ela rebolando com a amiga dela, a curvy (a que bebe fácil), e minha irmã dava conselhos e tal, mas ela recusava.
- Se não me ouvir, não se surpreenda quando elas forem comigo. Tô te falando, sua burra.
- Tá, tá, por que você tá com essa roupinha? Acha que é a melhor? O que importa é o que você veste, sua tonta.
- Hahaha, se você acha. Não sabe de nada.
Aproveitei pra me meter:
- Pois é, a amiga tem razão. É o que você usa na hora. Quer dizer, vou ficar reparando no movimento ou o quê?
- Uff, um homem veio me dar razão.
Disse a loira enquanto me sorria.
- É um idiota virjão, acho que nunca ninguém rebolou pra ele, hahaha. Vai pro teu quarto.
- Vem, dá pra ele, por que vocês não tentam?
Se isso der certo, vou ter um rebolado da curvy. Não tinha a bunda no formato da minha irmã, mas era meio gordinha, sem comparação com a da minha mãe.
- Vai, vai.
Disse a loira enquanto tirava a roupa.
- Eu? Esse idiota quer nos usar. E por que você tá tirando a roupa?
- Não seja cagona, tô tirando pra você ver que o importante é a roupa. Vem, senta aqui, garoto.
Consegui, hahaha, pensei comigo enquanto via que ela tava de calcinha tipo biquíni branco.
- Cuidado pra não passar do ponto, hein, idiota.
Disse enquanto mostrava tudo, abaixando a roupa por um momento.
Depois começou a descer com a tanga dela. Porra, como foi gostoso sentir o peso dela. Começou a rebolar pra cima e pra baixo sem frescura, e depois de um minuto aproveitei pra apalpar ela. Sentia meu pau empurrando ela pelo tecido da calça.
— Viu, vaca? Só de subir e descer já deixei ele louco.
- ela tem razão, hein
Eu tava tentando arrumar confusão.
Via ela não tão preocupada, mas talvez pensativa. Tava doido pra ver o que ela fazia com aqueles shorts que usava pra se mexer em casa.
—beleza, já vou.
Disse minha irmã sumindo com o short dela.
Pouco depois voltou com uma daquelas leggings pretas que meu pai comprou pra não mostrar tudo. Era algo que escondia ela.
—sorte com isso
Disse a loira enquanto tocava a barriga dela.
—se prepara, virjão, não quero que você goze em mim ou te mato.
Dizia enquanto me levava pela mão até a sala. Me sentou com um empurrão no sofá.
—faltou atitude, loira.
Dizia zoando enquanto a loira só ria, achando que não conseguiria nada com aquilo vestido.
Começou de forma suave, sem me tocar. Eu estava sentindo os efeitos, mesmo querendo dar a vitória pra loira, não conseguia evitar de olhar os movimentos dela.
Aí ela começou a descer em minha direção, o olhar dela se voltou pro meu rosto com aquela cara que eu já tinha visto, mas nunca pra mim. Não dava pra evitar.
— Você vai ficar duro, Lucas?
— Não sei, acho que não.
— Ah, é? Beleza.
Ela continuou se mexendo como uma louca em cima de mim.
A bunda dela tinha sumido, mas eu sentia ela melhor do que a da loira. Meu pau começou a endurecer e ela percebeu.
- Todos os homens são iguais. Aprende isso, loira.
E ela começou a ficar mais agressiva, cavalgando em cima de mim.
Já tava muito excitado, todas aquelas brincadeiras e situações onde vi ela ser usada e que me deixaram desconfortável tinham ido pro caralho. Já não pensava mais na vez que ela deixou lamberem os peitos enquanto toda a família tava na piscina do bairro. Mas pensava no que rolou antes disso. Ela tava sentada em cima dele, de costas, com aquele biquíni minúsculo, lembrei de como ela mostrava os peitinhos pequenos pro cara dela e como ele não aguentou e meteu um na boca por um segundo. Vi como ela aceitou e riu, e vendo que meus pais tavam ocupados, deixou lamber o outro por uns 15 segundos, mesmo ela vendo meu olhar.
Deixei escapar um gemido enquanto sentia a bunda dela.
— Viu? Tá quase pronto, contigo nem tremeu, haha.
A loira só ficou calada, olhando dois manos se pegando de roupa.
— Quer ver o que acontece se eu fizer do teu jeito, loira?
E começou a descer a legging. Não acreditava que uma bunda daquelas tava ali embaixo.
— Não pensei em fazer isso, Lucas, mas tu mereceu, haha.
— Ummm...
Escapou de mim enquanto via aquela besta pronta pra me dominar.
Depois começou a esfregar toda aquela carne gostosa em mim. Não consegui evitar gemer e sentir ela me olhando de vez em quando. A loira tava meio vermelha vendo que foi superada por uma legging de freira.
- o que importa é o que tem dentro, loira
Ela dizia enquanto as bochechas dela se abriam caminho cada vez mais.
- quem você prefere, luca?
- ah um ah siii
- fala, fala pra mim, bebezinho
- um vai fundo oh oh deus
Ela começou a se levantar e rebolou a bunda na minha frente. Meu Deus, eu já precisava dela. Precisava da minha irmã, da bunda dela agora.
Segurei a bunda dela como se fosse uma flor, acariciando.
– Hum, não aguenta, né? Ainda não disse quem você prefere, sua irmã mais velha ou a loira?
Falou com um biquinho. Lembrei do gesto com a língua um tempo atrás. De como vi ela receber pica quase nessa posição.
Segurei ela bem forte e sentei ela.
– Ai, cuidado, bebezinho, sou de vidro.
Não liguei pra nada enquanto a levantava de novo pra sentar em mim, fazendo ela soltar gemidos.
– Ai, ai, me machuca.
*Plafff*
– Oh, umm, me fala.
*Plafff*
– Ah, a a, quem você prefere.
*Plafff*
Aí deixei ela plantada pra segurar a bunda dela e deixar que ela fizesse o dela.
- vai, vagabunda, vai com tudo
- é?
- sim, sim, sim
- você prefere eu?
- antes não, mas agora sim, umm
- por quê?
- pelo seu rebolado, umm, oh sim, vai
- você prefere sua irmã de freira ou a loira? umm, bebê, vai, responde
- ai, deus, vou gozar logo, vai, sua idiota
Dito isso, ela se levantou
- viu como é importante, loira?
disse ela, suada e vermelha. Dava pra ver a calcinha molhada
- bom, vou tomar um banho
- o quê?
Não podia acreditar que ia acabar assim
- já acabou, virjão. Espero que vocês dois tenham aprendido alguma coisa...
E saiu rebolando aquela bunda com a lycra na mão. Tava tão tesuda e a única coisa que tinha era uma loira peituda.
Bom, já contei o que rolou no começo com cada mulher em casa. Agora vem o desenvolvimento.
Minha irmã sempre tava aproveitando pra transar, mesmo com a porta fechada, quando a casa ficava só pra gente. Ela fazia um monte de comentários e indiretas, até na frente da família.
— Ai, vai cair minha porra — ela dizia enquanto se servia do café da manhã.
— Fala sério, idiota, não vê que a porra tá caindo e você fica aí calado, parado? Não muda mesmo, hein.
Eu só consegui olhar pra ela, mostrando minha insatisfação. Ela também passava o dia rebolando em casa, sozinha ou com as amigas.
A verdade é que ela era a melhor, como mexia aquela bunda, aquele vai e vinha era hipnótico. Um dia vi ela rebolando com a amiga dela, a curvy (a que bebe fácil), e minha irmã dava conselhos e tal, mas ela recusava.- Se não me ouvir, não se surpreenda quando elas forem comigo. Tô te falando, sua burra.
- Tá, tá, por que você tá com essa roupinha? Acha que é a melhor? O que importa é o que você veste, sua tonta.
- Hahaha, se você acha. Não sabe de nada.
Aproveitei pra me meter:
- Pois é, a amiga tem razão. É o que você usa na hora. Quer dizer, vou ficar reparando no movimento ou o quê?
- Uff, um homem veio me dar razão.
Disse a loira enquanto me sorria.
- É um idiota virjão, acho que nunca ninguém rebolou pra ele, hahaha. Vai pro teu quarto.
- Vem, dá pra ele, por que vocês não tentam?
Se isso der certo, vou ter um rebolado da curvy. Não tinha a bunda no formato da minha irmã, mas era meio gordinha, sem comparação com a da minha mãe.
- Vai, vai.
Disse a loira enquanto tirava a roupa.
- Eu? Esse idiota quer nos usar. E por que você tá tirando a roupa?
- Não seja cagona, tô tirando pra você ver que o importante é a roupa. Vem, senta aqui, garoto.
Consegui, hahaha, pensei comigo enquanto via que ela tava de calcinha tipo biquíni branco.
- Cuidado pra não passar do ponto, hein, idiota.
Disse enquanto mostrava tudo, abaixando a roupa por um momento.
Depois começou a descer com a tanga dela. Porra, como foi gostoso sentir o peso dela. Começou a rebolar pra cima e pra baixo sem frescura, e depois de um minuto aproveitei pra apalpar ela. Sentia meu pau empurrando ela pelo tecido da calça.— Viu, vaca? Só de subir e descer já deixei ele louco.
- ela tem razão, hein Eu tava tentando arrumar confusão.
Via ela não tão preocupada, mas talvez pensativa. Tava doido pra ver o que ela fazia com aqueles shorts que usava pra se mexer em casa.
—beleza, já vou.Disse minha irmã sumindo com o short dela.
Pouco depois voltou com uma daquelas leggings pretas que meu pai comprou pra não mostrar tudo. Era algo que escondia ela.
—sorte com isso
Disse a loira enquanto tocava a barriga dela.
—se prepara, virjão, não quero que você goze em mim ou te mato.
Dizia enquanto me levava pela mão até a sala. Me sentou com um empurrão no sofá.
—faltou atitude, loira.
Dizia zoando enquanto a loira só ria, achando que não conseguiria nada com aquilo vestido.
Começou de forma suave, sem me tocar. Eu estava sentindo os efeitos, mesmo querendo dar a vitória pra loira, não conseguia evitar de olhar os movimentos dela.Aí ela começou a descer em minha direção, o olhar dela se voltou pro meu rosto com aquela cara que eu já tinha visto, mas nunca pra mim. Não dava pra evitar.
— Você vai ficar duro, Lucas?
— Não sei, acho que não.
— Ah, é? Beleza.
Ela continuou se mexendo como uma louca em cima de mim.
A bunda dela tinha sumido, mas eu sentia ela melhor do que a da loira. Meu pau começou a endurecer e ela percebeu. - Todos os homens são iguais. Aprende isso, loira.
E ela começou a ficar mais agressiva, cavalgando em cima de mim.
Já tava muito excitado, todas aquelas brincadeiras e situações onde vi ela ser usada e que me deixaram desconfortável tinham ido pro caralho. Já não pensava mais na vez que ela deixou lamberem os peitos enquanto toda a família tava na piscina do bairro. Mas pensava no que rolou antes disso. Ela tava sentada em cima dele, de costas, com aquele biquíni minúsculo, lembrei de como ela mostrava os peitinhos pequenos pro cara dela e como ele não aguentou e meteu um na boca por um segundo. Vi como ela aceitou e riu, e vendo que meus pais tavam ocupados, deixou lamber o outro por uns 15 segundos, mesmo ela vendo meu olhar.Deixei escapar um gemido enquanto sentia a bunda dela.
— Viu? Tá quase pronto, contigo nem tremeu, haha.
A loira só ficou calada, olhando dois manos se pegando de roupa.
— Quer ver o que acontece se eu fizer do teu jeito, loira?
E começou a descer a legging. Não acreditava que uma bunda daquelas tava ali embaixo.
— Não pensei em fazer isso, Lucas, mas tu mereceu, haha.
— Ummm...
Escapou de mim enquanto via aquela besta pronta pra me dominar.
Depois começou a esfregar toda aquela carne gostosa em mim. Não consegui evitar gemer e sentir ela me olhando de vez em quando. A loira tava meio vermelha vendo que foi superada por uma legging de freira.- o que importa é o que tem dentro, loira
Ela dizia enquanto as bochechas dela se abriam caminho cada vez mais.
- quem você prefere, luca?
- ah um ah siii
- fala, fala pra mim, bebezinho
- um vai fundo oh oh deus
Ela começou a se levantar e rebolou a bunda na minha frente. Meu Deus, eu já precisava dela. Precisava da minha irmã, da bunda dela agora.Segurei a bunda dela como se fosse uma flor, acariciando.
– Hum, não aguenta, né? Ainda não disse quem você prefere, sua irmã mais velha ou a loira?
Falou com um biquinho. Lembrei do gesto com a língua um tempo atrás. De como vi ela receber pica quase nessa posição.
Segurei ela bem forte e sentei ela.
– Ai, cuidado, bebezinho, sou de vidro.
Não liguei pra nada enquanto a levantava de novo pra sentar em mim, fazendo ela soltar gemidos.
– Ai, ai, me machuca.
*Plafff*
– Oh, umm, me fala.
*Plafff*
– Ah, a a, quem você prefere.
*Plafff*
Aí deixei ela plantada pra segurar a bunda dela e deixar que ela fizesse o dela.
- vai, vagabunda, vai com tudo - é?
- sim, sim, sim
- você prefere eu?
- antes não, mas agora sim, umm
- por quê?
- pelo seu rebolado, umm, oh sim, vai
- você prefere sua irmã de freira ou a loira? umm, bebê, vai, responde
- ai, deus, vou gozar logo, vai, sua idiota
Dito isso, ela se levantou
- viu como é importante, loira?
disse ela, suada e vermelha. Dava pra ver a calcinha molhada
- bom, vou tomar um banho
- o quê?
Não podia acreditar que ia acabar assim
- já acabou, virjão. Espero que vocês dois tenham aprendido alguma coisa...
E saiu rebolando aquela bunda com a lycra na mão. Tava tão tesuda e a única coisa que tinha era uma loira peituda.
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