—Molequeeee... sim... você tá bem vermelhinha, né?… tá doendo? — perguntou minha mãe, apontando pra debaixo da glande — Aaai... Jake... que bruto que você é, filho...… ela tá inchando de novo... hahahaha...—
Meu pau morelão tava se mexendo na frente da minha mãe. Eu não aguentava mais. Minha mãe só de calcinha branca marcando toda a buceta dela, os peitos de fora e a menos de um metro do meu pau… é de fuder, né, ainda mais sabendo como eu reajo perto dela.
— Aaai... desculpa, mãe... mas não sei... — falei me desculpando.
— Cala a boca... cala a boca... que eu sei que ele tem vida própria... se essa noite eu já senti ele... não posso dizer que não percebi... não... — me cortou minha mãe, enquanto entrava no banheiro.
Fiquei chocado com aquela afirmação. Fiquei com vergonha do comentário dela. Sempre podia fingir que tava dormindo e que tava sonhando… ou sei lá.
Pouco depois, a gente tava vestido e pronto pra curtir Madrid. Ela não falou nada sobre as esfregadas que a gente deu durante a noite, nem insinuou mais nada sobre aquilo. Então eu deixei o assunto pra lá.
Passamos o dia visitando lugares famosos e praças icônicas. Hoje não era dia do Prado, a gente tinha ingresso pra amanhã, então foi um dia bem tranquilo, sem pressa. Eu tava feliz e segurava a mão da minha mãe enquanto a gente andava. Dei, várias vezes, uns beijões estalados nas bochechas dela enquanto puxava o corpo dela pra perto do meu.
— No fim, a gente vai parecer namorados de verdade... — ela dizia.
— O povo vai pensar... que sorte que esse cara tem com essa coroa — eu respondi.
— Hahahahaha... … ou o contrário… a sorte é da coroa.
Chegou a noite e a gente voltou pro hotel. Tomamos banho e nos vestimos pra dormir. Eu tava de cueca boxer elástica. Minha mãe vestiu a mesma camisola da noite anterior, sem sutiã e com uma calcinha branca, aquelas altas que ela sempre usou. Deitamos na cama e minha mãe pegou o controle remoto. Ela estava com uma perna dobrada e a outra esticada. Isso fazia com que a camisola dela se amontoasse na cintura, deixando as coxas de fora. Eu conseguia ver as pernas dela perfeitamente até quase a calcinha. Apagamos a luz do quarto.
Ficamos comentando como o dia tinha sido lindo, e os planos que tínhamos para o dia seguinte, íamos visitar o Museu do Prado.
Estávamos acomodados no travesseiro dobrado, meio sentados e meio deitados, vendo o zapping que minha mãe fazia.
— Quee...?? hoje também quer peitinho? ... — insinuou minha mãe. Aquilo me pegou de surpresa, não esperava. Não hesitei em responder.
— Se você me der... claro que quero... —
— Que se foda? ... claro, filho... toma... toma... que não seja por falta de dar peito... — riu minha mãe, enquanto tirava o peito direito para fora. Me inclinei até ela e dei dois beijos no mamilo que minha mãe segurava. Abri a boca e agarrei com os lábios o mamilo que começava a endurecer.
— Sssshhhhh... Jakeee... — sussurrou minha mãe no meu ouvido enquanto eu começava a bater no mamilo dela com a ponta da língua.
— Você gosta, mãe...? — perguntei olhando nos olhos dela e soltando o mamilo da minha boca.
Minha mãe não disse nada, me olhava em silêncio enquanto a respiração dela fazia o peito inteiro subir. Eu coloquei a língua para fora e lambi o mamilo de novo. Lambi toda a aréola e tentei enfiar tudo na boca, sugando mamilo, bolinhas e protuberâncias.
Minha mãe respirava mais forte e não parava de sussurrar, mas me deixava fazer o que eu quisesse. Teve um momento em que as costas dela se arquearam e a mão esquerda foi para a perna, a que estava levantada. Eu não perdi detalhe daquilo.
— Uuuhhh... Jakeeee... você vai chupar o peito inteiro, garoto... — disse minha mãe com uma voz nervosa, enquanto observava a mão dela descendo pela coxa interna até chegar na calcinha. Então eu agi e aproximei minha mão direita da virilha dela. Minha mãe foi mais rápida e segurou minha mão.
— Nem Falar... disso nem pensar..." — minha mãe disse, com um tom de raiva, enquanto segurava minha mão que já estava por cima da calcinha dela — "...que sou sua mãe... isso é sagrado... tá me ouvindo?... essa buceta é sagrada."
Envergonhado, olhei pra minha mãe, enquanto ela segurava minha mão sobre a calcinha dela. Ela não afastava nem movia, só segurava. Tinha minha mão presa com força. Dois dos meus dedos estavam sobre a vulva dela. Só precisei fazer um pouco de pressão na calcinha branca pra minha mãe pular de novo.
— Jake... já te falei que não... — mamãe disse, aproximando a boca do meu ouvido.
Eu continuei pressionando. Não fazia mais nada, mas dessa segunda vez com mais força. Minha mãe soltou um suspiro fundo e abriu mais a perna que estava dobrada. Vendo isso e que ela não tirava minha mão da virilha dela, comecei a fazer círculos com aqueles dois dedos livres sobre a área do clitóris dela, que já começava a sentir por baixo do tecido da calcinha.
— Jake... filho... que sou sua mãe... te falei pra parar... — mamãe disse de olhos fechados, enquanto sem querer mexia a bunda contra meus dedos.
Minha mãe tava quase se entregando. Eu tava chupando os peitos dela e acariciando a buceta por cima da calcinha. Comecei então a tocar ela de verdade. Meus dois dedos afundavam na calcinha, procurando o relevo dos lábios vaginais, procurando o clitóris dela, tava passando a mão na minha mãe de verdade. E ela, tava se deixando levar. Jogou a cabeça pra trás e soltou um tímido — Aaaaahhh... — quando comecei a mexer na buceta sagrada dela.
Levantei minha mão da calcinha dela, ainda presa pela mão dela, e levei até a cintura dela, no elástico da calcinha, um pouco abaixo do umbigo. E enfiei dois dedos por dentro da calcinha, na cintura dela.
Minha mãe segurou minha mão com mais força e fechou as pernas.
— Não, Jake, não... isso não... nem pensar... filho — ela disse com a cara séria, mas envergonhada. Eu soltei o mamilo dela da boca e comecei a beijar minha mãe por todo o peito. Então enfiei minha mão na calcinha dela. Minha mãe não soltou a mão dela da minha, as duas mãos entraram quase dentro do elástico da calcinha. Minha mãe soltou um grito forte quase no meu ouvido.
-Aayyy… Jake… não não não… não não não… – repetia, enquanto meus dedos já tocavam os pelos pubianos dela e estavam ficando molhados com a umidade que minha mãe soltava.
Quando meus dedos tocaram o clitóris dela, e os lábios enormes da buceta dela, o corpo da minha mãe inteiro se dobrou, quase me levantou junto. Mas já era tarde, a mão dela soltou da minha e eu já estava fazendo uma punheta extraordinária na minha mãe. Mamãe abriu as pernas e eu apalpei as dobras da entrada da intimidade secreta dela, que lábios grandes que minha mãe tem, enfiei dois dedos dentro da buceta dela, enquanto com o polegar eu manipulava o clitóris dela como dava, por dentro da calcinha.
Foi ela mesma que começou a puxar a calcinha pra baixo, até ficar no meio da coxa.
-Aayyy… Jake… Jakeee… filho… isso não… não… – sussurrava minha mãe enquanto meus dedos chapinhavam dentro dela, e a mão direita dela procurava meu pau.
-Ooohh… mamãe… você é linda… te amo… te amo – eu dizia enquanto beijava o pescoço dela e brincava na buceta dela com meus dedos.
-Aayyy… meu menino… isso é uma loucura, filho… te amo… te amo, minha vida – minha mãe começou a me beijar na cabeça, no rosto e nos lábios, enquanto com a mão direita ela puxava minha cueca pra baixo e deixava minha cabeça do pau livre.
-Deixa eu ver… ssshhh… oohhh… como tá!! Que grande que você tem, Jake – minha mãe falou com a voz trêmula enquanto tirava meu pau inteiro da cueca.
-Mamãe… é todo seu… é pra você – falei enquanto beijava o pescoço dela e com o polegar da minha mão direita pressionava o clitóris dela.
-Espera… – minha mãe falou toda excitada e com a respiração acelerada. Tirou minha mão da buceta dela, e terminou de tirar a calcinha completamente dando um chute no ar, eu fiz o mesmo com a cueca.
Mamãe Ela abriu as pernas e, sem dizer uma palavra, me coloquei entre elas. Com os braços esticados, observava minha mãe de cima, ela estava linda. Depois olhei para baixo e contemplei a buceta dela peladinha, como ela gosta de chamar. O botão do clitóris parecia querer sair do lugar, e os lábios vaginais estavam abertos como uma flor. Diante da vulva sagrada dela estavam as duas mãos da mamãe, que seguravam meu pau pela base, puxando para dentro, em direção ao meu corpo com força, fazendo ele se levantar e ficar mais ereto. Minha mãe franzia o rosto todo, com a boca aberta, enquanto forçava meu pênis a ficar duro.
— Uuuhhh... Jake... parece que cada dia você tá com ele maior...
— Você que me deixa duro... mamãe... só você.
Eu estava entre as pernas da minha mãe, sentia as coxas dela ao meu redor, o cheiro da vagina dela subia e impregnava minhas narinas, aquele cheiro que mistura vulva e urina estava me deixando mais duro do que nunca. Minha glande roçou os pelos pubianos da mamãe, um redemoinho de pelinhos escuros adornava o púbis dela, não era uma moita grande, muito pelo contrário, uma linha crespa subia por todo o púbis dela, ocupava o espaço exato pra dar a entender que era a buceta dela, peladinha e sagrada.
Nós nos olhávamos nos olhos, os dois tremendo, ansiosos, como novatos. Deixei meu ventre cair para baixo e minha glande se posicionou bem na entrada da minha mãe. Estava tocando as dobras da entrada dela, os lábios abertos. Podia sentir a umidade e o calor. Me aproximei um pouco e, com muito cuidado, comecei a entrar. Abri caminho com toda a delicadeza.
— Devagar... Jake... faz muito tempo que não faço nada — minha mãe disse com a voz rouca, como se tivesse a garganta seca.
Eu não empurrava, eu me deixava levar. Estava entrando na minha mãe sem nenhuma força, entrava sozinho, meu pênis entrava sozinho. Sentia como ele abria caminho, com aquele "flop... flop" quente e úmido. Minha mãe fechou os olhos e, com a cabeça jogada para trás, começou a sibilar enquanto eu ia. Entrando. O corpo dela se esticou e ela soltou um – oohhh … Jakeeee... - enquanto as mãos dela iam pros meus glúteos.
-Oooohhh … mamãe ...- falei enquanto ia penetrando ela devagar.
Não podia acreditar, tava fazendo amor com a minha mãe. Fui pra dentro, pro fundo dela, controlando a suavidade da minha entrada e da minha saída, porque comecei a sair antes de entrar de vez. Preferi penetrar ela aos poucos, entrando e saindo, entrando e saindo, mas cada vez que entrava, ia mais fundo, e ao sair, tentava que meu pau roçasse o teto da buceta dela. Queria fazer amor direitinho com a minha mãe, queria que ela gozasse de prazer comigo, que curtisse … meu corpo pedia isso.
Quando saía e arrastava minha cabeça pelo teto da buceta dela, lá fora, minha mãe abria a boca e soltava um -Aaaaahhhhh … Jake … que gostosooo -, depois entrava de novo e tentava sentir outro “ flop ...” se abrindo na minha passagem, e subia até o teto e arrastava meu pau até quase sair, pra entrar de novo lá dentro.
-Ooohh mamãe … mamãe … - falava no ouvido dela, enquanto beijava o rosto e o pescoço dela.
Minha mãe, agora agarrada nos meus braços e no meu pescoço, ia acompanhando os movimentos de entrada e saída, a cintura dela dançava no ritmo do meu pau.
-Aayy … Jake … meu filho … você tá fazendo amor comigo … - mamãe disse meio gemendo.
-Sim … mamãe … vou fazer amor com você todo dia … você merece o melhor amor do mundo- falei enquanto não parava de entrar e sair da minha mãe.
-Aaaahhhhh … Jake … - minha mãe gritou um pouco mais alto quando cheguei no fundo da penetração. Não dava pra entrar mais, tinha chegado no fundo. Tava inteiro dentro dela. Foi aí que, aos poucos, fui acelerando as investidas. Agora saía e entrava mais rápido.
Estiquei meus braços e ergui meu corpo, minhas mãos colocadas na altura das axilas da minha mãe, e comecei a mexer a cintura mais rápido. Não tinha mudado o jeito de penetrar minha Mãe, eu entrava com força e saía do mesmo jeito, deslizando pelo teto da buceta dela. Isso fazia minha mãe se contorcer de prazer, com a boca aberta e uma careta de tesão que enrugava o rosto inteiro, soltando gemidos profundos – Aaaahhhh – que quase cuspia na minha cara.
Acelerei o ritmo um pouco e minha mãe acompanhava as metidas com a bunda. Ela se movia junto comigo, enquanto fechava as pernas nas minhas costas, na altura dos rins. Eu não aguentava mais.
– Mãe... vou gozar... vou gozar... mãe... – eu gemia, beijando o pescoço e o rosto dela.
– Sim... sim... sim... Jake... filho... já... já – minha mãe gemia enquanto uns espasmos incontroláveis a obrigavam a ficar parada, as pernas cruzadas apertando meu corpo contra o dela. Ela estava gozando. Naquele momento, eu comecei a me derramar, me desmanchando dentro da mamãe com umas sacudidas fortes.
Ficamos quietos, suando e recuperando o fôlego. Minha mãe tinha os olhos marejados de lágrimas. Me abraçou forte e começou a chorar. Eu ainda estava dentro dela, então saí e abracei minha mãe com todo o amor do mundo.
– Mãe... te amo... te amo – eu beijava o rosto inteiro dela.
– E eu, filho... eu também te amo... como você me faz feliz... – minha mãe me olhava com um semblante sereno, feliz, sorridente. Com umas lágrimas escorrendo pelo rosto que eu beijava.
Ficamos assim quase a noite toda. Abraçados e pelados, dizendo o quanto nos amávamos e como era maravilhoso o nosso amor, o amor de uma mãe e seu filho, mas levado a níveis proibidos e inimagináveis.
Nem preciso dizer que a gente transou de novo antes de dormir abraçados.
No dia seguinte, fomos ao Museu do Prado. Parecíamos dois apaixonados, minha mãe tinha um brilho nos olhos espetacular, estava uma gostosa. Passamos quase toda a visita de mãos dadas. Nos dávamos beijos quando dava vontade, do nada. Beijos cheios de amor. Acho que nunca beijei tanto minha mãe. Beijos como naquele dia. Realmente parecíamos namorados. Umas vezes peguei ela pela cintura e encostei ela no meu corpo, pra beijar na boca e morder os lábios dela – Molequeeeee … olha, se a gente encontrar alguém conhecido aqui … - minha mãe falava, meio envergonhada.
Passamos um dia especial. No caminho pro hotel, minha mãe me perguntou.
- Essa noite você também vai querer peitinho?-
- Eu quero peitinho sempre … mãe … peitinho e de tudo-
- Kkkkkkk … já dizia eu … que surpresa … olha só meu Jake … quem diria- minha mãe falou baixinho.
Chegamos no quarto e minha mãe tomou banho primeiro, saiu enrolada numa toalha branca do hotel e começou a se secar na minha frente. Com toda naturalidade, com uma desenvoltura que me enchia de prazer. Eu tinha mais facilidade com minha mãe pra qualquer coisa, até pra me mostrar nu, do que já tive com minha ex-namorada ou qualquer outra garota. Me despi na frente dela, enquanto a gente falava sobre quadros do Prado.
- Sabe o que eu tava pensando? ...- minha mãe perguntou - … pra que vou usar calcinha? … se você vai tirar depois … -
Dei um beijo na minha mãe e fui pro chuveiro.
Dez minutos depois, saí do banheiro pelado, com minha “grande pistola” balançando, como minha mãe chama, quando fiquei alucinado com a vista linda que se apresentava na minha frente.
- Minha nossa !!! … mãããe ...-
- Quee? … gostou? … isso você não esperava … hein??-
Minha mãe tava de joelhos na cama, de quatro, com a camisola levantada até a cintura, mostrando e empinando a bunda linda dela. Não tava de calcinha, tinha as pernas bem abertas e empinava a raba sem vergonha.
- Porra … mãe … que coisa mais gostosa - consegui falar – que bundão você tem … -
Minha mãe começou a rebolar a cintura de um lado pro outro, tipo uma dança, enquanto ria. Fiquei atrás dela, com a “pistola” dura. Tinha broxado violentamente só de ver a bunda da minha mãe, e conforme eu ia Aproximando-me dela, ele foi endurecendo mais. Quando vi as nádegas redondas, brancas, expostas, levantadas, peludas, com um tímido e suave pelo escuro que parecia se deslocar e se enrolar no cu dela, achei que seria possível gozar sem nem tocar na minha mãe.
— Caralho, que rabo você tem… mãe… buuufff…
— Que… você gosta??
— Você está linda, mãe… — e dizendo isso, agarrei as bandas do rabo dela e afundei minha cara entre elas. Lambi a buceta e o cu dela com verdadeira devoção.
— Uuuuhhh… moleque… hahahaha… você tá chupando meu cu… — disse minha mãe rindo enquanto mexia os quadris.
Me afastei do cu materno e agarrei minha mãe pela cintura, me grudei nela e esfreguei meu pau duro entre os glúteos dela, pressionando no cu dela.
— Por favoooor… mãe… porra… que loucura…
— Uuufff… Jake… como você está… filho — disse minha mãe olhando pra trás e levantando a cintura pra acentuar mais o atrito dos nossos corpos.
— Mãe… vou meter em você… quero te comer agora… — e dizendo isso, dobrei as pernas, baixei um pouco meu corpo e coloquei meu pau na entrada da buceta dela, sem soltar a cintura da minha mãe. E comecei a entrar, de uma vez só.
Minha mãe gritou, mas de prazer — Aaahhhh… Jakee…
Eu não parei até ter toda a bunda da minha mãe colada na minha barriga. Eu estava dentro dela. Totalmente dentro. Minha mãe estava muito molhada, porque não foi difícil entrar. Entrou sozinha. Olhei pra baixo e só vi o corpo da minha mãe grudado no meu. Me afastei e tirei um pouco do meu pau pra entrar de novo.
— Ooohhhh… mãe… — faltava ar, minha respiração acelerava pela excitação e pelo tremendo prazer que eu estava sentindo enquanto comia minha mãe por trás.
Eu estava colado no rabão da minha mãe, agarrei os quadris dela, abracei com minhas mãos tudo que pude deles e comecei a bombar com energia a minha mãe.
Mamãe começou a gemer e a soltar leves gritos de prazer. As carnes das coxas e da bunda dela tremiam a cada investida que eu dava nela. Adorava ver aquele rabão da minha mãe, segurava nas nádegas dela e separava enquanto metia, apalpava com gosto a bunda toda enquanto entrava e saía da "buceta sagrada" dela. Me excitava pra caralho ver a bunda dela com pelo, bem macio, que se espalhava por toda a bunda, quase imperceptível. Mas que, com o rabo empinado e levantado, ficava mais visível. Um pelo que subia até a altura dos rins.
Eu só dizia – Oohhh mãe... – repetia sem parar – ... mãe ... mãe ... mãe ... – como hipnotizado pelo prazer imenso que me fazia perder a razão. Minha mãe me disse, depois que a gente terminou a nossa sessão de sexo, que era como entrar em transe, com tanto prazer e ao me ouvir repetir – mãe ... mãe ... mãe ...
Não demorei pra gozar, a bunda da minha mãe é infalível, não perdoa, não falha. Gozei explodindo dentro da mamãe, agarrado nas bandas dela e dando sacudidas violentas contra ela.
Nunca pensei que sentiria tanto prazer, tanta excitação.
– Puxa ... parece que você gostou da minha bunda ... hein?? – disse mamãe enquanto se separava de mim e tirava o meu pau melado de dentro dela – ... moleque ... você se esbaldou ... hahahaha –
– Mãe ... você tem a bunda mais linda do mundo ... que rabão bonito e bem-feito que você tem – falei enquanto agarrava uma nádega dela e beijava os lábios dela.
– Você fica roxo ... ehhhh – disse minha mãe, orgulhosa do que era capaz de provocar em mim.
Fomos pro banheiro nos lavar. Adoro a desenvoltura da minha mãe. Como ela anda nua, com o balanço dos peitos de um lado pro outro enquanto se mexe, como lava as partes mais íntimas dela na minha frente, dobrando as pernas sobre o bidê enquanto me olha e fala.
Os dias que passamos em Madrid foram realmente incríveis. Aproveitávamos qualquer momento no hotel pra fazer amor, pra nos beijar, pra nos tocar, pra chupar e lamber um ao outro. A naturalidade da minha mãe é o que acende aquela faísca de tesão dentro de mim por ela. Naquela manhã, ela me comeu montada em cima de mim. As tetonas dela balançavam na minha cara, e a cara de prazer da minha mãe era de tirar o fôlego. O rosto dela, meio escondido pelo cabelo caído pra frente, suspirava e gemia. Toda sufocada e corada, ela fechava os olhos e fazia caretas de prazer enquanto me dava umas sentadas de verdade, enfiando todo o meu pau com força e desespero. É uma loucura ver sua mãe assim, desse jeito, se acabando como uma deusa do tesão, em cima de você. Eu segurava a bunda dela e apertava a carne enquanto também me mexia contra ela. Me enterrava dentro dela, seguindo o ritmo, embora tenha que admitir que nem sempre consigo acompanhar. Minha mãe sabe foder, e sabe como fazer montada em mim. Falo sério, ela acelera os movimentos da cintura e fica incontrolável. Naquela manhã era cedo, quando mamãe gritava a plenos pulmões enquanto pulava no meu pau.
Passávamos horas deitados e abraçados pelados na cama.
— Sabe do que eu tô com vontade e ainda não fiz? — me disse minha mãe.
— Sei não, mãe… pelo cu? Um 69? — respondi eu, safado.
— Também… também… mas não…
— Como??? … quer que eu meta no seu cu? — falei pra mamãe, brincando.
— A gente vê… não se apressa pra isso… hahahaha… não, não é isso… é que ainda não chupei você… e quando você era pequeno, eu até dava beijos… pô… e um dia você quase mijou na minha cara… hahahaha… — disse mamãe, rindo.
— Então, mãe… é toda sua… pode beijar e chupar quando quiser… tá à sua disposição.
— Pois na outra noite… faltou pouco, pode crer… eu pensei… meu Deus… com a quantidade de vezes que enfiei na boca brincando com você… e até ficava duro… os beijos que te dei na pistola quando você era pequeno — e falando isso, começou a passar a mão no meu pau, deixando ele durão.
— E Sempre fica assim? Com a cabeça pra fora?" — minha mãe me perguntou.
"Claro, mãe... eu fiz cirurgia de fimose... e outro dia você terminou de operar ele pra mim" — eu disse.
"Eu sei que você operou, mas pensei que a cabeça só saísse quando ele ficasse grande."
"Não... não... eu sempre tenho a cabeça pra fora... minha pistola tá sempre descapotada" — respondi pra minha mãe em tom de brincadeira. Mamãe soltou do meu abraço e foi direto no meu pau. Ficou meio sentada, meio deitada em cima de mim.
"Deixa eu ver... deixa eu ver meu Jake... como ele tá... olha que lindo..." — e aí ela meteu meu pau na boca. Nem preciso dizer que não demorou nada pra deixar ele duro. Foi a primeira vez que minha mãe tava me chupando. Ela fez um boquete como nunca tinham feito em mim, chupando e sugando minha glande com gosto, e agarrando e massageando minhas bolas com força, até eu gozar na boca dela. Avisei minha mãe que ia gozar, mas ela não tirou o pau da boca e engoliu todo meu leite. Ela puxava meu pau pra baixo com força enquanto eu me desmanchava na boca dela. Tava me espremendo, literalmente. Apertava minhas bolas com intensidade, com força. Eu sentia que tava me esvaziando com ela. Nunca tinha sentido algo assim, nunca tinha sentido sexo desse jeito.
No quarto dia, tava chovendo e decidimos não sair do quarto. Esse dia passamos pelados e deitados na cama, nos beijando e nos abraçando feito namorados.
"O que você mais gosta de fazer comigo?" — minha mãe me perguntou.
"Ah, mãe... tudo... adoro sua bunda gostosa, quando você coloca ela empinada eu fico louco, adoro quando você senta em cima de mim... adoro tudo..." — eu disse — "mas o que mais gosto é quando você vai ter um orgasmo... quando você goza... isso me deixa doido."
"Pois no começo eu tinha um pouco de vergonha..." — mamãe disse.
"Vergonha? De quê? De gozar?" — olhei pra ela surpreso.
"Pois é... e quando eu gritava... uuuhhh... porque olha que eu gritei, hein... você me fez gritar alto... e olha quando você me chupa... … uuhhhh… que vergonha que me deu te ver me lambendo lá embaixo - minha mãe me contava.
- Pois só lambi um pouquinho, você não me deixou… já vai ver… quando você quiser, vou fazer você gozar na minha boca… - eu disse.
- Uuuhhhh… hahahaha… que tarado você é, Jake… - minha mãe falou num tom divertido.
- Sim, sim… tarado… mas você gosta… ou não?? Gosta do que eu faço com você? - perguntei.
- Siiim… Jake… sim, filho, sim… se eu nunca aproveitei como agora… por isso te falo… porque eu não gozava como gozo agora… eu não sou de ficar assim… gritando… uhhh… tira tira… mas de jeito nenhum -
- Eu adoro quando você vai gozar… e te ouvir dizer isso - eu falei.
- Me ouvir como? Quando eu falo que tô gozando…? - perguntou minha mãe.
- Sim, mãe… mas você já vê… que eu não aguento muito… quando você começa a gritar e a gozar… eu não demoro nada.
- Hahahaha… hahahaha… claro, porque é isso que eu mais gosto… quando você mete forte… -
- O que você mais gosta é que eu meta forte? - perguntei.
- Gosto de começar devagar, você entrar aos poucos e ir metendo mais forte a cada vez… e quando você tá metendo bem forte, eu já gozo - minha mãe disse, com uma desenvoltura que me deixou duro.
- Hahahaha… é??… olha minha mãe… - eu disse - … que apaixonada que ela é… -
- E você não??… hahahaha… que superdotado eu tenho em casa, que homem mais fogoso… que me deixa bem satisfeita… - minha mãe falou baixinho, num sussurro.
E é verdade, esses gemidos são os culpados de eu gozar tão rápido. Assim que minha mãe começa a gemer e a gritar de prazer, me dá um negócio que acabo gozando explodindo na “buceta sagrada” da mamãe. Às vezes cedo demais. Quando contemplo a cara de prazer da minha mãe, entro num estado febril de pré-ejaculação iminente. As sardas do rosto dela, e do nariz comprido, acesas pelo calor, a boca aberta, a testa franzida, o corpo se contorcendo e as convulsões na barriga que anunciam a gozada dela… corrida. Eu não aguento isso por muito tempo. É maior do que eu.
Uma vez eu li, não sei se é verdade ou não, ou se tem base científica, que o tamanho do pau de um homem é determinado pelo tamanho da buceta da mãe dele. Em outras palavras, que a medida certa da buceta de uma mulher é o pau do filho, já que foi de lá que ele saiu. Suponho que não passem de teorias sem fundamento. Mas são teorias que podem deixar você com tesão... ou com tesão.
Eu tava comentando essa teoria com a minha mãe enquanto tava dentro dela, parado, sem nos mexermos. Meu pau alojado dentro da vulva sagrada da minha mãe. A gente não se mexia nada. A gente se beijava na boca, no rosto, na testa, no pescoço, abraçados e unidos na maior união que podia existir. Eu queria entrar mais fundo nela, me unir mais a ela, e minha mãe me puxava segurando minha bunda e puxando pra ela, enquanto abria mais as pernas.
Minha mãe ria e me beijava, os olhos dela se enchiam de lágrimas de emoção e ela sussurrava no meu ouvido: — Te amo tanto... meu filho...
— E eu te amo, mãe... te amo loucamente...
— Olha só... você me pegou de jeito... tá tão fundo... não consigo nem me mexer... não posso escapar, não... — minha mãe disse sorrindo
— Tô no céu... mãe... tô no paraíso...
— E eu também... ficaria assim... aaaah... não sei... muito tempo...
— Parece que somos um... foi daqui que eu saí uma vez e voltei a entrar — falei pra minha mãe enquanto beijava o pescoço dela.
— Puxa... agora sim posso dizer... carne da minha carne... você saiu uma vez e pode entrar quantas vezes quiser — minha mãe sussurrava.
— Sabe por que eu acho que fico com tanto tesão por você, mãe? — perguntei — porque eu acho que meu corpo te reconhece... minha "pistola" te reconhece e é como se fosse feita pra você... e por isso desde sempre você me deixou muito excitado... muito a fim...
— Ah, não sei, Jake... eu só sei que você também me deixa a fim... e me molho pra caralho... e me deixa com muito tesão — minha mãe disse em voz baixa, quase no meu ouvido.
— Mãe… você sabe como se chama o que a gente faz? … a gente tá cometendo incesto… incesto de uma mãe com o filho — falei.
— Não, Jake… o que a gente faz se chama amor… amor de uma mãe com o filho — ela respondeu.
— Eu te amo e sempre vou te amar, mãe.
Dito isso, mamãe se colocou por cima de mim, eu ainda dentro dela. Ela se endireitou, erguendo as costas, e começou a cavalgar, mexendo com força os quadris e a bunda contra mim. Os peitos dela balançavam descontrolados pra todo lado, adoro ver ela assim… que mulher sem vergonha!!!
Desde então, somos amantes incondicionais. Sempre que dá, a gente foge pra viajar só nós dois, até fizemos um cruzeiro ano passado. Também recebo as visitas da minha mãe em casa toda semana. Com qualquer desculpa relacionada à casa, ela passa tardes inteiras aqui. Já até dormiu algumas noites com a desculpa de que ia ficar na segunda cama que tenho no quarto, mas a gente sabe que ela não vai se meter em outra cama que não seja a minha, que agora também é dela.
Descrever o que a gente faz agora seria repetição. Porque continuamos do mesmo jeito, fazendo amor de todas as maneiras possíveis e nos entregando um ao outro de corpo e alma.
Meu pau morelão tava se mexendo na frente da minha mãe. Eu não aguentava mais. Minha mãe só de calcinha branca marcando toda a buceta dela, os peitos de fora e a menos de um metro do meu pau… é de fuder, né, ainda mais sabendo como eu reajo perto dela.
— Aaai... desculpa, mãe... mas não sei... — falei me desculpando.
— Cala a boca... cala a boca... que eu sei que ele tem vida própria... se essa noite eu já senti ele... não posso dizer que não percebi... não... — me cortou minha mãe, enquanto entrava no banheiro.
Fiquei chocado com aquela afirmação. Fiquei com vergonha do comentário dela. Sempre podia fingir que tava dormindo e que tava sonhando… ou sei lá.
Pouco depois, a gente tava vestido e pronto pra curtir Madrid. Ela não falou nada sobre as esfregadas que a gente deu durante a noite, nem insinuou mais nada sobre aquilo. Então eu deixei o assunto pra lá.
Passamos o dia visitando lugares famosos e praças icônicas. Hoje não era dia do Prado, a gente tinha ingresso pra amanhã, então foi um dia bem tranquilo, sem pressa. Eu tava feliz e segurava a mão da minha mãe enquanto a gente andava. Dei, várias vezes, uns beijões estalados nas bochechas dela enquanto puxava o corpo dela pra perto do meu.
— No fim, a gente vai parecer namorados de verdade... — ela dizia.
— O povo vai pensar... que sorte que esse cara tem com essa coroa — eu respondi.
— Hahahahaha... … ou o contrário… a sorte é da coroa.
Chegou a noite e a gente voltou pro hotel. Tomamos banho e nos vestimos pra dormir. Eu tava de cueca boxer elástica. Minha mãe vestiu a mesma camisola da noite anterior, sem sutiã e com uma calcinha branca, aquelas altas que ela sempre usou. Deitamos na cama e minha mãe pegou o controle remoto. Ela estava com uma perna dobrada e a outra esticada. Isso fazia com que a camisola dela se amontoasse na cintura, deixando as coxas de fora. Eu conseguia ver as pernas dela perfeitamente até quase a calcinha. Apagamos a luz do quarto.
Ficamos comentando como o dia tinha sido lindo, e os planos que tínhamos para o dia seguinte, íamos visitar o Museu do Prado.
Estávamos acomodados no travesseiro dobrado, meio sentados e meio deitados, vendo o zapping que minha mãe fazia.
— Quee...?? hoje também quer peitinho? ... — insinuou minha mãe. Aquilo me pegou de surpresa, não esperava. Não hesitei em responder.
— Se você me der... claro que quero... —
— Que se foda? ... claro, filho... toma... toma... que não seja por falta de dar peito... — riu minha mãe, enquanto tirava o peito direito para fora. Me inclinei até ela e dei dois beijos no mamilo que minha mãe segurava. Abri a boca e agarrei com os lábios o mamilo que começava a endurecer.
— Sssshhhhh... Jakeee... — sussurrou minha mãe no meu ouvido enquanto eu começava a bater no mamilo dela com a ponta da língua.
— Você gosta, mãe...? — perguntei olhando nos olhos dela e soltando o mamilo da minha boca.
Minha mãe não disse nada, me olhava em silêncio enquanto a respiração dela fazia o peito inteiro subir. Eu coloquei a língua para fora e lambi o mamilo de novo. Lambi toda a aréola e tentei enfiar tudo na boca, sugando mamilo, bolinhas e protuberâncias.
Minha mãe respirava mais forte e não parava de sussurrar, mas me deixava fazer o que eu quisesse. Teve um momento em que as costas dela se arquearam e a mão esquerda foi para a perna, a que estava levantada. Eu não perdi detalhe daquilo.
— Uuuhhh... Jakeeee... você vai chupar o peito inteiro, garoto... — disse minha mãe com uma voz nervosa, enquanto observava a mão dela descendo pela coxa interna até chegar na calcinha. Então eu agi e aproximei minha mão direita da virilha dela. Minha mãe foi mais rápida e segurou minha mão.
— Nem Falar... disso nem pensar..." — minha mãe disse, com um tom de raiva, enquanto segurava minha mão que já estava por cima da calcinha dela — "...que sou sua mãe... isso é sagrado... tá me ouvindo?... essa buceta é sagrada."
Envergonhado, olhei pra minha mãe, enquanto ela segurava minha mão sobre a calcinha dela. Ela não afastava nem movia, só segurava. Tinha minha mão presa com força. Dois dos meus dedos estavam sobre a vulva dela. Só precisei fazer um pouco de pressão na calcinha branca pra minha mãe pular de novo.
— Jake... já te falei que não... — mamãe disse, aproximando a boca do meu ouvido.
Eu continuei pressionando. Não fazia mais nada, mas dessa segunda vez com mais força. Minha mãe soltou um suspiro fundo e abriu mais a perna que estava dobrada. Vendo isso e que ela não tirava minha mão da virilha dela, comecei a fazer círculos com aqueles dois dedos livres sobre a área do clitóris dela, que já começava a sentir por baixo do tecido da calcinha.
— Jake... filho... que sou sua mãe... te falei pra parar... — mamãe disse de olhos fechados, enquanto sem querer mexia a bunda contra meus dedos.
Minha mãe tava quase se entregando. Eu tava chupando os peitos dela e acariciando a buceta por cima da calcinha. Comecei então a tocar ela de verdade. Meus dois dedos afundavam na calcinha, procurando o relevo dos lábios vaginais, procurando o clitóris dela, tava passando a mão na minha mãe de verdade. E ela, tava se deixando levar. Jogou a cabeça pra trás e soltou um tímido — Aaaaahhh... — quando comecei a mexer na buceta sagrada dela.
Levantei minha mão da calcinha dela, ainda presa pela mão dela, e levei até a cintura dela, no elástico da calcinha, um pouco abaixo do umbigo. E enfiei dois dedos por dentro da calcinha, na cintura dela.
Minha mãe segurou minha mão com mais força e fechou as pernas.
— Não, Jake, não... isso não... nem pensar... filho — ela disse com a cara séria, mas envergonhada. Eu soltei o mamilo dela da boca e comecei a beijar minha mãe por todo o peito. Então enfiei minha mão na calcinha dela. Minha mãe não soltou a mão dela da minha, as duas mãos entraram quase dentro do elástico da calcinha. Minha mãe soltou um grito forte quase no meu ouvido.
-Aayyy… Jake… não não não… não não não… – repetia, enquanto meus dedos já tocavam os pelos pubianos dela e estavam ficando molhados com a umidade que minha mãe soltava.
Quando meus dedos tocaram o clitóris dela, e os lábios enormes da buceta dela, o corpo da minha mãe inteiro se dobrou, quase me levantou junto. Mas já era tarde, a mão dela soltou da minha e eu já estava fazendo uma punheta extraordinária na minha mãe. Mamãe abriu as pernas e eu apalpei as dobras da entrada da intimidade secreta dela, que lábios grandes que minha mãe tem, enfiei dois dedos dentro da buceta dela, enquanto com o polegar eu manipulava o clitóris dela como dava, por dentro da calcinha.
Foi ela mesma que começou a puxar a calcinha pra baixo, até ficar no meio da coxa.
-Aayyy… Jake… Jakeee… filho… isso não… não… – sussurrava minha mãe enquanto meus dedos chapinhavam dentro dela, e a mão direita dela procurava meu pau.
-Ooohh… mamãe… você é linda… te amo… te amo – eu dizia enquanto beijava o pescoço dela e brincava na buceta dela com meus dedos.
-Aayyy… meu menino… isso é uma loucura, filho… te amo… te amo, minha vida – minha mãe começou a me beijar na cabeça, no rosto e nos lábios, enquanto com a mão direita ela puxava minha cueca pra baixo e deixava minha cabeça do pau livre.
-Deixa eu ver… ssshhh… oohhh… como tá!! Que grande que você tem, Jake – minha mãe falou com a voz trêmula enquanto tirava meu pau inteiro da cueca.
-Mamãe… é todo seu… é pra você – falei enquanto beijava o pescoço dela e com o polegar da minha mão direita pressionava o clitóris dela.
-Espera… – minha mãe falou toda excitada e com a respiração acelerada. Tirou minha mão da buceta dela, e terminou de tirar a calcinha completamente dando um chute no ar, eu fiz o mesmo com a cueca.
Mamãe Ela abriu as pernas e, sem dizer uma palavra, me coloquei entre elas. Com os braços esticados, observava minha mãe de cima, ela estava linda. Depois olhei para baixo e contemplei a buceta dela peladinha, como ela gosta de chamar. O botão do clitóris parecia querer sair do lugar, e os lábios vaginais estavam abertos como uma flor. Diante da vulva sagrada dela estavam as duas mãos da mamãe, que seguravam meu pau pela base, puxando para dentro, em direção ao meu corpo com força, fazendo ele se levantar e ficar mais ereto. Minha mãe franzia o rosto todo, com a boca aberta, enquanto forçava meu pênis a ficar duro.
— Uuuhhh... Jake... parece que cada dia você tá com ele maior...
— Você que me deixa duro... mamãe... só você.
Eu estava entre as pernas da minha mãe, sentia as coxas dela ao meu redor, o cheiro da vagina dela subia e impregnava minhas narinas, aquele cheiro que mistura vulva e urina estava me deixando mais duro do que nunca. Minha glande roçou os pelos pubianos da mamãe, um redemoinho de pelinhos escuros adornava o púbis dela, não era uma moita grande, muito pelo contrário, uma linha crespa subia por todo o púbis dela, ocupava o espaço exato pra dar a entender que era a buceta dela, peladinha e sagrada.
Nós nos olhávamos nos olhos, os dois tremendo, ansiosos, como novatos. Deixei meu ventre cair para baixo e minha glande se posicionou bem na entrada da minha mãe. Estava tocando as dobras da entrada dela, os lábios abertos. Podia sentir a umidade e o calor. Me aproximei um pouco e, com muito cuidado, comecei a entrar. Abri caminho com toda a delicadeza.
— Devagar... Jake... faz muito tempo que não faço nada — minha mãe disse com a voz rouca, como se tivesse a garganta seca.
Eu não empurrava, eu me deixava levar. Estava entrando na minha mãe sem nenhuma força, entrava sozinho, meu pênis entrava sozinho. Sentia como ele abria caminho, com aquele "flop... flop" quente e úmido. Minha mãe fechou os olhos e, com a cabeça jogada para trás, começou a sibilar enquanto eu ia. Entrando. O corpo dela se esticou e ela soltou um – oohhh … Jakeeee... - enquanto as mãos dela iam pros meus glúteos.
-Oooohhh … mamãe ...- falei enquanto ia penetrando ela devagar.
Não podia acreditar, tava fazendo amor com a minha mãe. Fui pra dentro, pro fundo dela, controlando a suavidade da minha entrada e da minha saída, porque comecei a sair antes de entrar de vez. Preferi penetrar ela aos poucos, entrando e saindo, entrando e saindo, mas cada vez que entrava, ia mais fundo, e ao sair, tentava que meu pau roçasse o teto da buceta dela. Queria fazer amor direitinho com a minha mãe, queria que ela gozasse de prazer comigo, que curtisse … meu corpo pedia isso.
Quando saía e arrastava minha cabeça pelo teto da buceta dela, lá fora, minha mãe abria a boca e soltava um -Aaaaahhhhh … Jake … que gostosooo -, depois entrava de novo e tentava sentir outro “ flop ...” se abrindo na minha passagem, e subia até o teto e arrastava meu pau até quase sair, pra entrar de novo lá dentro.
-Ooohh mamãe … mamãe … - falava no ouvido dela, enquanto beijava o rosto e o pescoço dela.
Minha mãe, agora agarrada nos meus braços e no meu pescoço, ia acompanhando os movimentos de entrada e saída, a cintura dela dançava no ritmo do meu pau.
-Aayy … Jake … meu filho … você tá fazendo amor comigo … - mamãe disse meio gemendo.
-Sim … mamãe … vou fazer amor com você todo dia … você merece o melhor amor do mundo- falei enquanto não parava de entrar e sair da minha mãe.
-Aaaahhhhh … Jake … - minha mãe gritou um pouco mais alto quando cheguei no fundo da penetração. Não dava pra entrar mais, tinha chegado no fundo. Tava inteiro dentro dela. Foi aí que, aos poucos, fui acelerando as investidas. Agora saía e entrava mais rápido.
Estiquei meus braços e ergui meu corpo, minhas mãos colocadas na altura das axilas da minha mãe, e comecei a mexer a cintura mais rápido. Não tinha mudado o jeito de penetrar minha Mãe, eu entrava com força e saía do mesmo jeito, deslizando pelo teto da buceta dela. Isso fazia minha mãe se contorcer de prazer, com a boca aberta e uma careta de tesão que enrugava o rosto inteiro, soltando gemidos profundos – Aaaahhhh – que quase cuspia na minha cara.
Acelerei o ritmo um pouco e minha mãe acompanhava as metidas com a bunda. Ela se movia junto comigo, enquanto fechava as pernas nas minhas costas, na altura dos rins. Eu não aguentava mais.
– Mãe... vou gozar... vou gozar... mãe... – eu gemia, beijando o pescoço e o rosto dela.
– Sim... sim... sim... Jake... filho... já... já – minha mãe gemia enquanto uns espasmos incontroláveis a obrigavam a ficar parada, as pernas cruzadas apertando meu corpo contra o dela. Ela estava gozando. Naquele momento, eu comecei a me derramar, me desmanchando dentro da mamãe com umas sacudidas fortes.
Ficamos quietos, suando e recuperando o fôlego. Minha mãe tinha os olhos marejados de lágrimas. Me abraçou forte e começou a chorar. Eu ainda estava dentro dela, então saí e abracei minha mãe com todo o amor do mundo.
– Mãe... te amo... te amo – eu beijava o rosto inteiro dela.
– E eu, filho... eu também te amo... como você me faz feliz... – minha mãe me olhava com um semblante sereno, feliz, sorridente. Com umas lágrimas escorrendo pelo rosto que eu beijava.
Ficamos assim quase a noite toda. Abraçados e pelados, dizendo o quanto nos amávamos e como era maravilhoso o nosso amor, o amor de uma mãe e seu filho, mas levado a níveis proibidos e inimagináveis.
Nem preciso dizer que a gente transou de novo antes de dormir abraçados.
No dia seguinte, fomos ao Museu do Prado. Parecíamos dois apaixonados, minha mãe tinha um brilho nos olhos espetacular, estava uma gostosa. Passamos quase toda a visita de mãos dadas. Nos dávamos beijos quando dava vontade, do nada. Beijos cheios de amor. Acho que nunca beijei tanto minha mãe. Beijos como naquele dia. Realmente parecíamos namorados. Umas vezes peguei ela pela cintura e encostei ela no meu corpo, pra beijar na boca e morder os lábios dela – Molequeeeee … olha, se a gente encontrar alguém conhecido aqui … - minha mãe falava, meio envergonhada.
Passamos um dia especial. No caminho pro hotel, minha mãe me perguntou.
- Essa noite você também vai querer peitinho?-
- Eu quero peitinho sempre … mãe … peitinho e de tudo-
- Kkkkkkk … já dizia eu … que surpresa … olha só meu Jake … quem diria- minha mãe falou baixinho.
Chegamos no quarto e minha mãe tomou banho primeiro, saiu enrolada numa toalha branca do hotel e começou a se secar na minha frente. Com toda naturalidade, com uma desenvoltura que me enchia de prazer. Eu tinha mais facilidade com minha mãe pra qualquer coisa, até pra me mostrar nu, do que já tive com minha ex-namorada ou qualquer outra garota. Me despi na frente dela, enquanto a gente falava sobre quadros do Prado.
- Sabe o que eu tava pensando? ...- minha mãe perguntou - … pra que vou usar calcinha? … se você vai tirar depois … -
Dei um beijo na minha mãe e fui pro chuveiro.
Dez minutos depois, saí do banheiro pelado, com minha “grande pistola” balançando, como minha mãe chama, quando fiquei alucinado com a vista linda que se apresentava na minha frente.
- Minha nossa !!! … mãããe ...-
- Quee? … gostou? … isso você não esperava … hein??-
Minha mãe tava de joelhos na cama, de quatro, com a camisola levantada até a cintura, mostrando e empinando a bunda linda dela. Não tava de calcinha, tinha as pernas bem abertas e empinava a raba sem vergonha.
- Porra … mãe … que coisa mais gostosa - consegui falar – que bundão você tem … -
Minha mãe começou a rebolar a cintura de um lado pro outro, tipo uma dança, enquanto ria. Fiquei atrás dela, com a “pistola” dura. Tinha broxado violentamente só de ver a bunda da minha mãe, e conforme eu ia Aproximando-me dela, ele foi endurecendo mais. Quando vi as nádegas redondas, brancas, expostas, levantadas, peludas, com um tímido e suave pelo escuro que parecia se deslocar e se enrolar no cu dela, achei que seria possível gozar sem nem tocar na minha mãe.
— Caralho, que rabo você tem… mãe… buuufff…
— Que… você gosta??
— Você está linda, mãe… — e dizendo isso, agarrei as bandas do rabo dela e afundei minha cara entre elas. Lambi a buceta e o cu dela com verdadeira devoção.
— Uuuuhhh… moleque… hahahaha… você tá chupando meu cu… — disse minha mãe rindo enquanto mexia os quadris.
Me afastei do cu materno e agarrei minha mãe pela cintura, me grudei nela e esfreguei meu pau duro entre os glúteos dela, pressionando no cu dela.
— Por favoooor… mãe… porra… que loucura…
— Uuufff… Jake… como você está… filho — disse minha mãe olhando pra trás e levantando a cintura pra acentuar mais o atrito dos nossos corpos.
— Mãe… vou meter em você… quero te comer agora… — e dizendo isso, dobrei as pernas, baixei um pouco meu corpo e coloquei meu pau na entrada da buceta dela, sem soltar a cintura da minha mãe. E comecei a entrar, de uma vez só.
Minha mãe gritou, mas de prazer — Aaahhhh… Jakee…
Eu não parei até ter toda a bunda da minha mãe colada na minha barriga. Eu estava dentro dela. Totalmente dentro. Minha mãe estava muito molhada, porque não foi difícil entrar. Entrou sozinha. Olhei pra baixo e só vi o corpo da minha mãe grudado no meu. Me afastei e tirei um pouco do meu pau pra entrar de novo.
— Ooohhhh… mãe… — faltava ar, minha respiração acelerava pela excitação e pelo tremendo prazer que eu estava sentindo enquanto comia minha mãe por trás.
Eu estava colado no rabão da minha mãe, agarrei os quadris dela, abracei com minhas mãos tudo que pude deles e comecei a bombar com energia a minha mãe.
Mamãe começou a gemer e a soltar leves gritos de prazer. As carnes das coxas e da bunda dela tremiam a cada investida que eu dava nela. Adorava ver aquele rabão da minha mãe, segurava nas nádegas dela e separava enquanto metia, apalpava com gosto a bunda toda enquanto entrava e saía da "buceta sagrada" dela. Me excitava pra caralho ver a bunda dela com pelo, bem macio, que se espalhava por toda a bunda, quase imperceptível. Mas que, com o rabo empinado e levantado, ficava mais visível. Um pelo que subia até a altura dos rins.
Eu só dizia – Oohhh mãe... – repetia sem parar – ... mãe ... mãe ... mãe ... – como hipnotizado pelo prazer imenso que me fazia perder a razão. Minha mãe me disse, depois que a gente terminou a nossa sessão de sexo, que era como entrar em transe, com tanto prazer e ao me ouvir repetir – mãe ... mãe ... mãe ...
Não demorei pra gozar, a bunda da minha mãe é infalível, não perdoa, não falha. Gozei explodindo dentro da mamãe, agarrado nas bandas dela e dando sacudidas violentas contra ela.
Nunca pensei que sentiria tanto prazer, tanta excitação.
– Puxa ... parece que você gostou da minha bunda ... hein?? – disse mamãe enquanto se separava de mim e tirava o meu pau melado de dentro dela – ... moleque ... você se esbaldou ... hahahaha –
– Mãe ... você tem a bunda mais linda do mundo ... que rabão bonito e bem-feito que você tem – falei enquanto agarrava uma nádega dela e beijava os lábios dela.
– Você fica roxo ... ehhhh – disse minha mãe, orgulhosa do que era capaz de provocar em mim.
Fomos pro banheiro nos lavar. Adoro a desenvoltura da minha mãe. Como ela anda nua, com o balanço dos peitos de um lado pro outro enquanto se mexe, como lava as partes mais íntimas dela na minha frente, dobrando as pernas sobre o bidê enquanto me olha e fala.
Os dias que passamos em Madrid foram realmente incríveis. Aproveitávamos qualquer momento no hotel pra fazer amor, pra nos beijar, pra nos tocar, pra chupar e lamber um ao outro. A naturalidade da minha mãe é o que acende aquela faísca de tesão dentro de mim por ela. Naquela manhã, ela me comeu montada em cima de mim. As tetonas dela balançavam na minha cara, e a cara de prazer da minha mãe era de tirar o fôlego. O rosto dela, meio escondido pelo cabelo caído pra frente, suspirava e gemia. Toda sufocada e corada, ela fechava os olhos e fazia caretas de prazer enquanto me dava umas sentadas de verdade, enfiando todo o meu pau com força e desespero. É uma loucura ver sua mãe assim, desse jeito, se acabando como uma deusa do tesão, em cima de você. Eu segurava a bunda dela e apertava a carne enquanto também me mexia contra ela. Me enterrava dentro dela, seguindo o ritmo, embora tenha que admitir que nem sempre consigo acompanhar. Minha mãe sabe foder, e sabe como fazer montada em mim. Falo sério, ela acelera os movimentos da cintura e fica incontrolável. Naquela manhã era cedo, quando mamãe gritava a plenos pulmões enquanto pulava no meu pau.
Passávamos horas deitados e abraçados pelados na cama.
— Sabe do que eu tô com vontade e ainda não fiz? — me disse minha mãe.
— Sei não, mãe… pelo cu? Um 69? — respondi eu, safado.
— Também… também… mas não…
— Como??? … quer que eu meta no seu cu? — falei pra mamãe, brincando.
— A gente vê… não se apressa pra isso… hahahaha… não, não é isso… é que ainda não chupei você… e quando você era pequeno, eu até dava beijos… pô… e um dia você quase mijou na minha cara… hahahaha… — disse mamãe, rindo.
— Então, mãe… é toda sua… pode beijar e chupar quando quiser… tá à sua disposição.
— Pois na outra noite… faltou pouco, pode crer… eu pensei… meu Deus… com a quantidade de vezes que enfiei na boca brincando com você… e até ficava duro… os beijos que te dei na pistola quando você era pequeno — e falando isso, começou a passar a mão no meu pau, deixando ele durão.
— E Sempre fica assim? Com a cabeça pra fora?" — minha mãe me perguntou.
"Claro, mãe... eu fiz cirurgia de fimose... e outro dia você terminou de operar ele pra mim" — eu disse.
"Eu sei que você operou, mas pensei que a cabeça só saísse quando ele ficasse grande."
"Não... não... eu sempre tenho a cabeça pra fora... minha pistola tá sempre descapotada" — respondi pra minha mãe em tom de brincadeira. Mamãe soltou do meu abraço e foi direto no meu pau. Ficou meio sentada, meio deitada em cima de mim.
"Deixa eu ver... deixa eu ver meu Jake... como ele tá... olha que lindo..." — e aí ela meteu meu pau na boca. Nem preciso dizer que não demorou nada pra deixar ele duro. Foi a primeira vez que minha mãe tava me chupando. Ela fez um boquete como nunca tinham feito em mim, chupando e sugando minha glande com gosto, e agarrando e massageando minhas bolas com força, até eu gozar na boca dela. Avisei minha mãe que ia gozar, mas ela não tirou o pau da boca e engoliu todo meu leite. Ela puxava meu pau pra baixo com força enquanto eu me desmanchava na boca dela. Tava me espremendo, literalmente. Apertava minhas bolas com intensidade, com força. Eu sentia que tava me esvaziando com ela. Nunca tinha sentido algo assim, nunca tinha sentido sexo desse jeito.
No quarto dia, tava chovendo e decidimos não sair do quarto. Esse dia passamos pelados e deitados na cama, nos beijando e nos abraçando feito namorados.
"O que você mais gosta de fazer comigo?" — minha mãe me perguntou.
"Ah, mãe... tudo... adoro sua bunda gostosa, quando você coloca ela empinada eu fico louco, adoro quando você senta em cima de mim... adoro tudo..." — eu disse — "mas o que mais gosto é quando você vai ter um orgasmo... quando você goza... isso me deixa doido."
"Pois no começo eu tinha um pouco de vergonha..." — mamãe disse.
"Vergonha? De quê? De gozar?" — olhei pra ela surpreso.
"Pois é... e quando eu gritava... uuuhhh... porque olha que eu gritei, hein... você me fez gritar alto... e olha quando você me chupa... … uuhhhh… que vergonha que me deu te ver me lambendo lá embaixo - minha mãe me contava.
- Pois só lambi um pouquinho, você não me deixou… já vai ver… quando você quiser, vou fazer você gozar na minha boca… - eu disse.
- Uuuhhhh… hahahaha… que tarado você é, Jake… - minha mãe falou num tom divertido.
- Sim, sim… tarado… mas você gosta… ou não?? Gosta do que eu faço com você? - perguntei.
- Siiim… Jake… sim, filho, sim… se eu nunca aproveitei como agora… por isso te falo… porque eu não gozava como gozo agora… eu não sou de ficar assim… gritando… uhhh… tira tira… mas de jeito nenhum -
- Eu adoro quando você vai gozar… e te ouvir dizer isso - eu falei.
- Me ouvir como? Quando eu falo que tô gozando…? - perguntou minha mãe.
- Sim, mãe… mas você já vê… que eu não aguento muito… quando você começa a gritar e a gozar… eu não demoro nada.
- Hahahaha… hahahaha… claro, porque é isso que eu mais gosto… quando você mete forte… -
- O que você mais gosta é que eu meta forte? - perguntei.
- Gosto de começar devagar, você entrar aos poucos e ir metendo mais forte a cada vez… e quando você tá metendo bem forte, eu já gozo - minha mãe disse, com uma desenvoltura que me deixou duro.
- Hahahaha… é??… olha minha mãe… - eu disse - … que apaixonada que ela é… -
- E você não??… hahahaha… que superdotado eu tenho em casa, que homem mais fogoso… que me deixa bem satisfeita… - minha mãe falou baixinho, num sussurro.
E é verdade, esses gemidos são os culpados de eu gozar tão rápido. Assim que minha mãe começa a gemer e a gritar de prazer, me dá um negócio que acabo gozando explodindo na “buceta sagrada” da mamãe. Às vezes cedo demais. Quando contemplo a cara de prazer da minha mãe, entro num estado febril de pré-ejaculação iminente. As sardas do rosto dela, e do nariz comprido, acesas pelo calor, a boca aberta, a testa franzida, o corpo se contorcendo e as convulsões na barriga que anunciam a gozada dela… corrida. Eu não aguento isso por muito tempo. É maior do que eu.
Uma vez eu li, não sei se é verdade ou não, ou se tem base científica, que o tamanho do pau de um homem é determinado pelo tamanho da buceta da mãe dele. Em outras palavras, que a medida certa da buceta de uma mulher é o pau do filho, já que foi de lá que ele saiu. Suponho que não passem de teorias sem fundamento. Mas são teorias que podem deixar você com tesão... ou com tesão.
Eu tava comentando essa teoria com a minha mãe enquanto tava dentro dela, parado, sem nos mexermos. Meu pau alojado dentro da vulva sagrada da minha mãe. A gente não se mexia nada. A gente se beijava na boca, no rosto, na testa, no pescoço, abraçados e unidos na maior união que podia existir. Eu queria entrar mais fundo nela, me unir mais a ela, e minha mãe me puxava segurando minha bunda e puxando pra ela, enquanto abria mais as pernas.
Minha mãe ria e me beijava, os olhos dela se enchiam de lágrimas de emoção e ela sussurrava no meu ouvido: — Te amo tanto... meu filho...
— E eu te amo, mãe... te amo loucamente...
— Olha só... você me pegou de jeito... tá tão fundo... não consigo nem me mexer... não posso escapar, não... — minha mãe disse sorrindo
— Tô no céu... mãe... tô no paraíso...
— E eu também... ficaria assim... aaaah... não sei... muito tempo...
— Parece que somos um... foi daqui que eu saí uma vez e voltei a entrar — falei pra minha mãe enquanto beijava o pescoço dela.
— Puxa... agora sim posso dizer... carne da minha carne... você saiu uma vez e pode entrar quantas vezes quiser — minha mãe sussurrava.
— Sabe por que eu acho que fico com tanto tesão por você, mãe? — perguntei — porque eu acho que meu corpo te reconhece... minha "pistola" te reconhece e é como se fosse feita pra você... e por isso desde sempre você me deixou muito excitado... muito a fim...
— Ah, não sei, Jake... eu só sei que você também me deixa a fim... e me molho pra caralho... e me deixa com muito tesão — minha mãe disse em voz baixa, quase no meu ouvido.
— Mãe… você sabe como se chama o que a gente faz? … a gente tá cometendo incesto… incesto de uma mãe com o filho — falei.
— Não, Jake… o que a gente faz se chama amor… amor de uma mãe com o filho — ela respondeu.
— Eu te amo e sempre vou te amar, mãe.
Dito isso, mamãe se colocou por cima de mim, eu ainda dentro dela. Ela se endireitou, erguendo as costas, e começou a cavalgar, mexendo com força os quadris e a bunda contra mim. Os peitos dela balançavam descontrolados pra todo lado, adoro ver ela assim… que mulher sem vergonha!!!
Desde então, somos amantes incondicionais. Sempre que dá, a gente foge pra viajar só nós dois, até fizemos um cruzeiro ano passado. Também recebo as visitas da minha mãe em casa toda semana. Com qualquer desculpa relacionada à casa, ela passa tardes inteiras aqui. Já até dormiu algumas noites com a desculpa de que ia ficar na segunda cama que tenho no quarto, mas a gente sabe que ela não vai se meter em outra cama que não seja a minha, que agora também é dela.
Descrever o que a gente faz agora seria repetição. Porque continuamos do mesmo jeito, fazendo amor de todas as maneiras possíveis e nos entregando um ao outro de corpo e alma.
3 comentários - Un Viaje Lleno de Amor con Mama Parte 2
Yo me estaba esperando a que quedara embarazada... Quizás sea en otra entrega, si llega a haber.